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> <channel><title>Comentários sobre: Desespero no Shopping</title> <atom:link href="http://hbdia.com/2008/07/28/desespero-no-shopping/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://hbdia.com/vida-maldita/desespero-no-shopping/</link> <description></description> <lastBuildDate>Tue, 22 May 2012 23:02:50 +0000</lastBuildDate> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.2</generator> <item><title>Por: Róger</title><link>http://hbdia.com/vida-maldita/desespero-no-shopping/comment-page-8/#comment-9597</link> <dc:creator>Róger</dc:creator> <pubDate>Fri, 05 Aug 2011 05:35:24 +0000</pubDate> <guid
isPermaLink="false">http://hbdia.com/wordpress/?p=893#comment-9597</guid> <description>Mais um excelente texto relacionado a merda.Me faz lembrar aqueles momentos em que estamos com a namorada segurando a necessidade urgente de inscrever o Robinho na natação e somente após horas de forças concentradas no esfíncter, a mulé se vai e temos finalmente o direito de deixar o resto sob os cuidados do DMAE.É um misto de orgasmo com alívio intestinal.</description> <content:encoded><![CDATA[<p>Mais um excelente texto relacionado a merda.</p><p>Me faz lembrar aqueles momentos em que estamos com a namorada segurando a necessidade urgente de inscrever o Robinho na natação e somente após horas de forças concentradas no esfíncter, a mulé se vai e temos finalmente o direito de deixar o resto sob os cuidados do DMAE.</p><p>É um misto de orgasmo com alívio intestinal.</p> ]]></content:encoded> </item> <item><title>Por: Tibo</title><link>http://hbdia.com/vida-maldita/desespero-no-shopping/comment-page-8/#comment-9598</link> <dc:creator>Tibo</dc:creator> <pubDate>Fri, 05 Aug 2011 02:28:06 +0000</pubDate> <guid
isPermaLink="false">http://hbdia.com/wordpress/?p=893#comment-9598</guid> <description>acho que eu jà li esse</description> <content:encoded><![CDATA[<p>acho que eu jà li esse</p> ]]></content:encoded> </item> <item><title>Por: Gabriel Cristian</title><link>http://hbdia.com/vida-maldita/desespero-no-shopping/comment-page-8/#comment-9596</link> <dc:creator>Gabriel Cristian</dc:creator> <pubDate>Fri, 05 Aug 2011 01:03:33 +0000</pubDate> <guid
isPermaLink="false">http://hbdia.com/wordpress/?p=893#comment-9596</guid> <description>É incrível como seus textos que envolvem merda fazem os leitores se cagarem de rir.Que desespero, não gostaria de estar na tua pele num momento desses.</description> <content:encoded><![CDATA[<p>É incrível como seus textos que envolvem merda fazem os leitores se cagarem de rir.</p><p>Que desespero, não gostaria de estar na tua pele num momento desses.</p> ]]></content:encoded> </item> <item><title>Por: jeniffer</title><link>http://hbdia.com/vida-maldita/desespero-no-shopping/comment-page-8/#comment-9594</link> <dc:creator>jeniffer</dc:creator> <pubDate>Fri, 15 Jul 2011 16:58:22 +0000</pubDate> <guid
isPermaLink="false">http://hbdia.com/wordpress/?p=893#comment-9594</guid> <description>desculpas vc nao fede bunda cara...kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk...e vcs negada me adicionan no msn...</description> <content:encoded><![CDATA[<p>desculpas vc nao fede bunda cara&#8230;kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk&#8230;e vcs negada me adicionan no msn&#8230;</p> ]]></content:encoded> </item> <item><title>Por: jeniffer</title><link>http://hbdia.com/vida-maldita/desespero-no-shopping/comment-page-8/#comment-9593</link> <dc:creator>jeniffer</dc:creator> <pubDate>Fri, 15 Jul 2011 16:57:49 +0000</pubDate> <guid
isPermaLink="false">http://hbdia.com/wordpress/?p=893#comment-9593</guid> <description>desculpas vc nao fede bunda cara...kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk...e vc negada me adicionan no msn...</description> <content:encoded><![CDATA[<p>desculpas vc nao fede bunda cara&#8230;kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk&#8230;e vc negada me adicionan no msn&#8230;</p> ]]></content:encoded> </item> <item><title>Por: jeniffer</title><link>http://hbdia.com/vida-maldita/desespero-no-shopping/comment-page-8/#comment-9592</link> <dc:creator>jeniffer</dc:creator> <pubDate>Fri, 15 Jul 2011 16:56:45 +0000</pubDate> <guid
isPermaLink="false">http://hbdia.com/wordpress/?p=893#comment-9592</guid> <description>cara pq vc nao enfiou a cabeça no vcaso  satitario.ou a bunda igual ao texto que eu li so gente que fede bunda pra mais de metro  e vc deve ser um deles</description> <content:encoded><![CDATA[<p>cara pq vc nao enfiou a cabeça no vcaso  satitario.ou a bunda igual ao texto que eu li so gente que fede bunda pra mais de metro  e vc deve ser um deles</p> ]]></content:encoded> </item> <item><title>Por: Darox</title><link>http://hbdia.com/vida-maldita/desespero-no-shopping/comment-page-8/#comment-9595</link> <dc:creator>Darox</dc:creator> <pubDate>Fri, 15 Jul 2011 16:56:15 +0000</pubDate> <guid
isPermaLink="false">http://hbdia.com/wordpress/?p=893#comment-9595</guid> <description>Old but gold.</description> <content:encoded><![CDATA[<p>Old but gold.</p> ]]></content:encoded> </item> <item><title>Por: jeniffer</title><link>http://hbdia.com/vida-maldita/desespero-no-shopping/comment-page-8/#comment-9591</link> <dc:creator>jeniffer</dc:creator> <pubDate>Fri, 15 Jul 2011 16:54:26 +0000</pubDate> <guid
isPermaLink="false">http://hbdia.com/wordpress/?p=893#comment-9591</guid> <description>olhe cara eu nao li a historia mas ja achei engraçada viu,na hora que vi a privada eu pensei que vc iria fazer com ela...kkkkkkkkkkkkkkkkk...</description> <content:encoded><![CDATA[<p>olhe cara eu nao li a historia mas ja achei engraçada viu,na hora que vi a privada eu pensei que vc iria fazer com ela&#8230;kkkkkkkkkkkkkkkkk&#8230;</p> ]]></content:encoded> </item> <item><title>Por: Caio</title><link>http://hbdia.com/vida-maldita/desespero-no-shopping/comment-page-8/#comment-9590</link> <dc:creator>Caio</dc:creator> <pubDate>Tue, 12 Apr 2011 17:57:51 +0000</pubDate> <guid
isPermaLink="false">http://hbdia.com/wordpress/?p=893#comment-9590</guid> <description>Cara, eu já passei por uma situação parecida, acho que todo mundo aqui já foi molestado por uma iminente avalanche de merda, mas que foi salvo no ultimo instante por uma irônica cagada, ou em outras palavras, o famoso &quot;golpe de sorte&quot;.Na ultima páscoa, passei os quatro dias entricheirado em minha residência, não fazendo NADA alem de ficar no MSN, jogar e obviamente me entupir com todos os chocolates que minha mãe ganhou dos seus alunos e bebendo coca cola. Nada mais do que isso, me dediquei a comer essas porcarias e ficar num estágio de ócio tão grande que eu poderia ser comparado a uma versão bizarra de monge eremita.Acaba a páscoa e lá voltam as provas, nas quais eu estava me fodendo pra estudar. Depois de terminar a ultima caixa de chocolate que havia sobrevivido lá vou eu, feliz da vida fazer aquela prova de Teoria das Relações Internacionais, matéria que sem falsa modéstia, escrevo textos como respostas com a mesma facilidade com que falo asneira.Lá está meu cérebro trabalhando a todo vapor, caprichando no texto, a milhão, quase fazendo aquele barulho de cooler, que quando incautos na informática pensamos ser o barulho do PC quase decolando vôo tamanha a quantidade de trabalho. Eis que na metade da penultima resposta da prova, sinto aquela cutucada medonha na parte debaixo da barriga, acompanhada com o clássico movimento de tripas que mais me lembra uma Hidra acordando de seu sono.Taquei o foda-se pra Marx, pra Teoria Crítica, Horkheimer e a porra toda, escrevi o mais rápido que pude, minha ultima resposta tinham apenas 6 linhas, comparados aos homéricos textos de uma página feito antes. Não hesitei em voar para o ponto de ônibus com toda a rapidez que minhas pernas permitiriam-me caminhar. Tinha a insensata certeza de que o ônibus chegaria em menos de 5 minutos, seria o que para a uma quadra de casa e que minhas tripas segurariam a bronca até eu poder cagar em minha huilde residência, depois de ignorar os 9 banheiros masculinos presentes na minha faculdade.Ao chegar no ponto de ônibus, percebo que eu me fodi. Era tarde pra voltar para a faculdade e talvez cedo demais até que o ônibus chegasse. Desesperado liguei para minha melhor amiga, que cursava Design de Interiores a uma quadra dali. Supliquei pela sua ajuda como um turista perdido no deserto suplicando por água a um beduíno. Após explicar minha situação de risco, recebi um riso como resposta, não havia o por que d&#039;eu ficar puto, minha situação era deploravelmente risivel!Para a minha sorte, o ônibus chega, lotado, mas com lugares para nos sentarmos lá no fundo do ônibus, uma zona aparentemente neutra para minhas futuras flautulências de potência semi-atômica que estariam por vir em muito breve. Segurei a mão de minha melhor amiga como se estivesse pronto para ter minha perna amptuada. Depois ponderei e me perguntei por que caralhos tinha chamado ela pra me ajudar, ela nada poderia fazer senão rir da minha cara, mas poderia me dar apoio psicológico para tentar quase que em vão passar vergonha comigo ao lado.O ônibus que eu peguei dá uma volta INTEIRA na cidade, para quem não sabe Santos é uma ilha, ele estava mais ou menos na metade dela quando eu o tomei, ele iria até uma das pontas e depois voltar tudo, até o outro lado, em minha humilde residência. O ônibus conseguia parar em cada sinal, cada ponto, era incrível, pela primeira vez eu acreditei no Segredo, que o universo conspira, mas seria muita ingenuidade pensar que não seria contra. Lá estava eu, com o cu na mão quase que praticamente, com a mão da minha melhor amiga na outra, me concentrando na rua, eu podia sentir cada buraco, cada incongruência do asfalto molestando-me para que eu finalmente me deixasse me esbanjar em MERDA.Cada parada do ônibus era uma agonia, mas finalmente, FINALMENTE havia um trecho em que ninguem havia pegado o ônibus e o sina estava verde, suspirei a maresia do mar, sorridente, a esperança aumentava em meu coração a medida que o ônibus ganhava velocidade. Como se Deus tivesse um negro senso de humor, tudo isso foi para que o ônibus passasse numa elevação no asfalto com altura o suficiente pra dar um tranco no ônibus e fazer todos pularem. Não deu outra, meus nervos de aço vacilaram por um momento, pude sentir em câmera lenta o breve alívio que veio com a sensação quente e pastosa da merda lutando pela sua liberdade, consegui me recompor a tempo, mas já estava feito. Apenas uma &quot;gota&quot; daquela lama do inferno foi o suficiente pra empestear o ônibus inteiro com aquele cheiro podre dos incontáveis copos de coca cola, ovos de chocolate e bomboms que fermentavam em minhas entranhas. Sentei-me como um lorde, não podia me apavorar, tinha que se concentrar novamente em minha tarefa, a despeito de todos os olhares de repúdio que me encaravam, minha amiga ficou minuscula de vergonha, mas amigo é pra essas coisas.Finalmente cheguei no ponto perto da minha casa, era uma quadra e meia, a distância mais longa que percorri na minha vida inteira. Andava calculando todos os meus suaves e perigosos passos, como se fosse um astronauta na lua. Ganhei o portão do meu prédio com um sorriso no rosto, entrar pelo Hall foi como passar sob o Arco do Triunfo após conquistar a França, podia ver as trombetas dos anjos declarando aos sete mares o meu triunfo. Mas era cedo demais pra cantar vitória, ainda haviam três andares e muita merda até que tudo isso passasse.Subi o primeiro degrau e vi que seria a subida mais tensa e perigosa da minha vida, dei o segundo passo, tudo bem até aqui, dei o terceiro passo, fodeu, havia ultrapassado a dilatação máxima permitida ao abrir demais a perna, agora era inevitável, eu tinha poucos segundos até badalhocar toda a escadaria do meu prédio. Meus 6 anos de kung fu me salvara, pude subir as escadas com rapidez necessária para chegar em casa. Abandonei a porta da cozinha aberta com a chave ainda!, atravessei ela, jogando tudo no chão, já baixando minhas calças enquanto passava para a área e serviço, o banheiro recem reformado da empregada seria meu ultimo bastião e minha salvação contra essa Conspiração Fecal Universal. Aquele banheiro todo brancom com aquela luz ainda mais alva, ah! senti que entrava no áureo banheiro dos anjos, sentei-me no trono, não era mais um mero assento, uma privada, era um trono para um vencedor pois cheguei no timing perfeito da queda dos meus ultimos nervos e por pouco do fim do meu convivío social. Caguei por uma hora e quarenta minutos sorrindo. Eu havia vencido. Eu havia sobrevivido ao dia em que Caio QUASE se cagou nas calças... depois de grande.</description> <content:encoded><![CDATA[<p>Cara, eu já passei por uma situação parecida, acho que todo mundo aqui já foi molestado por uma iminente avalanche de merda, mas que foi salvo no ultimo instante por uma irônica cagada, ou em outras palavras, o famoso &#8220;golpe de sorte&#8221;.</p><p>Na ultima páscoa, passei os quatro dias entricheirado em minha residência, não fazendo NADA alem de ficar no MSN, jogar e obviamente me entupir com todos os chocolates que minha mãe ganhou dos seus alunos e bebendo coca cola. Nada mais do que isso, me dediquei a comer essas porcarias e ficar num estágio de ócio tão grande que eu poderia ser comparado a uma versão bizarra de monge eremita.</p><p>Acaba a páscoa e lá voltam as provas, nas quais eu estava me fodendo pra estudar. Depois de terminar a ultima caixa de chocolate que havia sobrevivido lá vou eu, feliz da vida fazer aquela prova de Teoria das Relações Internacionais, matéria que sem falsa modéstia, escrevo textos como respostas com a mesma facilidade com que falo asneira.</p><p>Lá está meu cérebro trabalhando a todo vapor, caprichando no texto, a milhão, quase fazendo aquele barulho de cooler, que quando incautos na informática pensamos ser o barulho do PC quase decolando vôo tamanha a quantidade de trabalho. Eis que na metade da penultima resposta da prova, sinto aquela cutucada medonha na parte debaixo da barriga, acompanhada com o clássico movimento de tripas que mais me lembra uma Hidra acordando de seu sono.</p><p>Taquei o foda-se pra Marx, pra Teoria Crítica, Horkheimer e a porra toda, escrevi o mais rápido que pude, minha ultima resposta tinham apenas 6 linhas, comparados aos homéricos textos de uma página feito antes. Não hesitei em voar para o ponto de ônibus com toda a rapidez que minhas pernas permitiriam-me caminhar. Tinha a insensata certeza de que o ônibus chegaria em menos de 5 minutos, seria o que para a uma quadra de casa e que minhas tripas segurariam a bronca até eu poder cagar em minha huilde residência, depois de ignorar os 9 banheiros masculinos presentes na minha faculdade.</p><p>Ao chegar no ponto de ônibus, percebo que eu me fodi. Era tarde pra voltar para a faculdade e talvez cedo demais até que o ônibus chegasse. Desesperado liguei para minha melhor amiga, que cursava Design de Interiores a uma quadra dali. Supliquei pela sua ajuda como um turista perdido no deserto suplicando por água a um beduíno. Após explicar minha situação de risco, recebi um riso como resposta, não havia o por que d&#8217;eu ficar puto, minha situação era deploravelmente risivel!</p><p>Para a minha sorte, o ônibus chega, lotado, mas com lugares para nos sentarmos lá no fundo do ônibus, uma zona aparentemente neutra para minhas futuras flautulências de potência semi-atômica que estariam por vir em muito breve. Segurei a mão de minha melhor amiga como se estivesse pronto para ter minha perna amptuada. Depois ponderei e me perguntei por que caralhos tinha chamado ela pra me ajudar, ela nada poderia fazer senão rir da minha cara, mas poderia me dar apoio psicológico para tentar quase que em vão passar vergonha comigo ao lado.</p><p>O ônibus que eu peguei dá uma volta INTEIRA na cidade, para quem não sabe Santos é uma ilha, ele estava mais ou menos na metade dela quando eu o tomei, ele iria até uma das pontas e depois voltar tudo, até o outro lado, em minha humilde residência. O ônibus conseguia parar em cada sinal, cada ponto, era incrível, pela primeira vez eu acreditei no Segredo, que o universo conspira, mas seria muita ingenuidade pensar que não seria contra. Lá estava eu, com o cu na mão quase que praticamente, com a mão da minha melhor amiga na outra, me concentrando na rua, eu podia sentir cada buraco, cada incongruência do asfalto molestando-me para que eu finalmente me deixasse me esbanjar em MERDA.</p><p>Cada parada do ônibus era uma agonia, mas finalmente, FINALMENTE havia um trecho em que ninguem havia pegado o ônibus e o sina estava verde, suspirei a maresia do mar, sorridente, a esperança aumentava em meu coração a medida que o ônibus ganhava velocidade. Como se Deus tivesse um negro senso de humor, tudo isso foi para que o ônibus passasse numa elevação no asfalto com altura o suficiente pra dar um tranco no ônibus e fazer todos pularem. Não deu outra, meus nervos de aço vacilaram por um momento, pude sentir em câmera lenta o breve alívio que veio com a sensação quente e pastosa da merda lutando pela sua liberdade, consegui me recompor a tempo, mas já estava feito. Apenas uma &#8220;gota&#8221; daquela lama do inferno foi o suficiente pra empestear o ônibus inteiro com aquele cheiro podre dos incontáveis copos de coca cola, ovos de chocolate e bomboms que fermentavam em minhas entranhas. Sentei-me como um lorde, não podia me apavorar, tinha que se concentrar novamente em minha tarefa, a despeito de todos os olhares de repúdio que me encaravam, minha amiga ficou minuscula de vergonha, mas amigo é pra essas coisas.</p><p>Finalmente cheguei no ponto perto da minha casa, era uma quadra e meia, a distância mais longa que percorri na minha vida inteira. Andava calculando todos os meus suaves e perigosos passos, como se fosse um astronauta na lua. Ganhei o portão do meu prédio com um sorriso no rosto, entrar pelo Hall foi como passar sob o Arco do Triunfo após conquistar a França, podia ver as trombetas dos anjos declarando aos sete mares o meu triunfo. Mas era cedo demais pra cantar vitória, ainda haviam três andares e muita merda até que tudo isso passasse.</p><p>Subi o primeiro degrau e vi que seria a subida mais tensa e perigosa da minha vida, dei o segundo passo, tudo bem até aqui, dei o terceiro passo, fodeu, havia ultrapassado a dilatação máxima permitida ao abrir demais a perna, agora era inevitável, eu tinha poucos segundos até badalhocar toda a escadaria do meu prédio. Meus 6 anos de kung fu me salvara, pude subir as escadas com rapidez necessária para chegar em casa. Abandonei a porta da cozinha aberta com a chave ainda!, atravessei ela, jogando tudo no chão, já baixando minhas calças enquanto passava para a área e serviço, o banheiro recem reformado da empregada seria meu ultimo bastião e minha salvação contra essa Conspiração Fecal Universal. Aquele banheiro todo brancom com aquela luz ainda mais alva, ah! senti que entrava no áureo banheiro dos anjos, sentei-me no trono, não era mais um mero assento, uma privada, era um trono para um vencedor pois cheguei no timing perfeito da queda dos meus ultimos nervos e por pouco do fim do meu convivío social. Caguei por uma hora e quarenta minutos sorrindo. Eu havia vencido. Eu havia sobrevivido ao dia em que Caio QUASE se cagou nas calças&#8230; depois de grande.</p> ]]></content:encoded> </item> <item><title>Por: Raysa</title><link>http://hbdia.com/vida-maldita/desespero-no-shopping/comment-page-8/#comment-9589</link> <dc:creator>Raysa</dc:creator> <pubDate>Mon, 21 Mar 2011 03:46:25 +0000</pubDate> <guid
isPermaLink="false">http://hbdia.com/wordpress/?p=893#comment-9589</guid> <description>uhauauaah imagina nesse dia você passando o mesmo aperto que aquele cara no onibus que você postou o link uma vez no twitter hahahahaaahaha.... que alias podia postar de novo ;P
Seus textos são otimos Izzy, você escreve mto bem!</description> <content:encoded><![CDATA[<p>uhauauaah imagina nesse dia você passando o mesmo aperto que aquele cara no onibus que você postou o link uma vez no twitter hahahahaaahaha&#8230;. que alias podia postar de novo ;P<br
/> Seus textos são otimos Izzy, você escreve mto bem!</p> ]]></content:encoded> </item> </channel> </rss>
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