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Hora da Justiça: Mulher versus Polícia

Postado em 24 August 2012 Escrito por Izzy Nobre 67 Comentários

Vamos à historinha de hoje criançadaaaaaa

O sargento (nem sei se é sargento mas não há uma tradução muito boa pra OFFICER) McNevin estava fazendo suas rondas de rotina comendo suas rosquinhas quando observou uma indivídua indo a 82 quilômetros por hora numa área de 55.

O simples fato de que o policial tem um nome similar ao do meu artista favorito de quadrinhos já me coloca legalmente do lado dele em qualquer situação.

O quadrinho foi uma bela bosta mas a arte das capas tava bacana

Pois bem. O policial para a mulher, explica o motivo de ter parado-a — além de estar indo acima do limite de velocidade, ela não está usando cinto de segurança, seu parabrisas está quebrado e uma de suas lâmpadas traseiras está zoada também.

Ou seja, é um pobremóvel em situação precária. O policial pede para ver os documentos do carro e a carteira de barbeira da mulher.

A motorista (claramente beligerante) decide desde o começo que não quer colaborar, porque foda-se e pronto. É, sem dúvida, um péssimo estado mental para resolver um conflito com um policial armado, como veremos em breve.

Primeiro a mulher reclama (muito) usando obscenidades e enchendo o saco do policial. Finalmente o tira manda-a desligar o celular e sair de seu veículo semimotor — tá caindo aos pedaços, afinal de contas. Vem o alerta final: SAI DESSA PORRA OU TU VAI TOMAR UM CHOQUE NAS IDÉIA. COM ACENTO.

A mulher escolheu a opção A. O policial respondeu com a B.

9.6 na Escala Capitão América de justiça. Não apenas merecido, como propriamente aplicado e de preferência deixará sequelas permanentes (como, por exemplo, respeito à autoridade policial de agora em diante e TALVEZ a perda daa vontade de dirigir feito louca em área residencial).

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comments

Categorias: a hora da justiça

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

67 Comentários \o/

  1. Luccas Garcia says:

    Sério, parece um cachorro chorando

  2. @atnv says:

    OFC MCLOVIN.

  3. André says:

    O último paragrafo tá parecido com o começo do texto oO

  4. Hawk says:

    Bem feito! HAHAHAHAHAHAHAHAHA

    Ps.: O último parágrafo repete o primeiro.

  5. Ian says:

    Caralho! Foi fazer manha com um taser apontado na CARA! Pra que?

  6. Guilherme Teles says:

    Mano, que maldade da porra ahushaushuhasuhuahuhsaushuhs

  7. Porkispin says:

    Silas… Silas cou!

  8. Ancelio says:

    Maluco, tive que ver toda a parte final do vídeo sem audio pq não dá pra aguentar essa choradeira da guria não!

  9. Jares Duarte says:

    O grito histérico dela é impagável Rsrsrs’

  10. DaviR. says:

    bonito 😀

  11. Silmar says:

    Carai,
    deu dó no final, ela chorou BONITO!

  12. MH says:

    Hmmm…
    Como aqui qualquer PF e PM (Se não me engano) é classificado como Delegado, acho que uma tradução válida pra “Officer” seria “Delegado”, mesmo… Ou então só “oficial”.
    “Sargento” seria o equivalente a “seargent” (que palavrinha confusa) xD

  13. MH says:

    Eu acho legal a forma como a polícia americana é incisiva, mas de uma forma não arrogante… Teaser é foda.. Que mulher burra :\

  14. Ricardo says:

    sério, bem desnecessário

    Taser deveria ser utilizado como uma alternativa a arma de fogo (até porque também pode matar), e claramente não foi esse o caso (alguém acharia razoável ele ter atirado na mulher nessa situação, sendo que ela não estava oferecendo nenhum risco?)

    • Porkispin says:

      Pra correr o risco de ser mordido, esmurrado e arranhado por essa mulher?!
      Ele avisou várias vezes… e ainda deu o “final warning”. Ela simplesmente não queria colaborar e usar da força para tirar a mulher do carro poderia ser pior… para os dois lados.
      Teaser mais que merecido.

      • Rafael says:

        Por acaso vc sabe os danos que o taser pode causar?É totalmente contraditoria a utilização do taser. Ele é usado em situações que a pessoa não tem controle suficiente para se comportar como deve, no caso, obeceder a ordem do policial, e o taser, que é perigoso para QUALQUER UM, é ainda mais perigoso e tem maiores chances de matar pessoas que, justamente, tem menor controle, como quem está sob efeito de drogas e pessoas que tem alguma espécie de problema mental.

        Por mais bizarro que possa parecer, já houve casos de policiais tentarem salvar a vida de doentes que tentaram se matar, e por usarem o taser, acabaram matando essas pessoas.

        É dito que desconhecer a lei não é desculpa para desobedece-la, então, ainda mais em tempos de Internet, ignorância ou preguiça de se informar sob um assunto antes de opinar, não é desculpa para apoiar que policiais matem pessoas dessa forma, independente de não ser intencional, a não ser que você ache que “risco de ser mordido ou arranhado” justifique correr o risco de matar alguem.

        • carlos says:

          Fala isso pra um policial que não sabe se o meliante tem alguma doença que possa ser transmissível pelo contato no simples caso que o amigo citou anteriormente, uma mordida, arranhado ou coisa do gênero .

          Muito mais seguro usar o Taser.

          • Ricardo says:

            também seria mais seguro (para o policial) chegar usando TASER em qualquer suspeito, mas tem que existir um balanceamento entre risco dos cidadãos e do policial

        • Izzy Mignot says:

          Respeito à autoridade policial. Foi dada uma ordem (váras vezes], e uma ameaça de uso do taser, caso não houvesse colaboração. E assim foi feito. Simples.

    • Santo exagero, Batman! De repente achar que o policial estava certo é dizer que ele devia ter dado um tiro de fuzil na testa da cidadã…

      Meu caro, o taser é sim uma alternativa à arma de fogo, mas você não sabe o que isso significa. “Alternativa” aqui não significa “tanto faz, usa um ou outro”, mas sim que o taser deve ser usado quando é necessário o uso de força mas a arma de fogo é inadequada. Acho que você desconhece o conceito de “uso progressivo da força”…

  15. Parabens says:

    ÚLTIMO PARÁGRAFO É PLÁGIO DO PRIMEIRO

    kkkkkkkkkkkk

  16. Mateus Nascimento says:

    cara q berreiro q essa mulher apronta!! eu se fosse o policial falava: ou para d chora ou vai toma + choque ainda! kkk pô minha mãe falava isso pra mim quando me batia kkk “ou para de chorar ou vai apanha +” haha momento tenso esse viu! kkk

  17. Renan says:

    Acho que a melhor tradução para Officer seria Oficial, um policial “comum” mesmo. E, como já disseram, o primeiro parágrafo tá repetido como último.

    E foi muito bem feito. Ninguém manda ser trouxa e desacatar um policial.

  18. Ale says:

    Seria bom se nossos policiais fossem honestos… ai eles poderiam ter um taser =)

  19. Àzuil says:

    Acho que a tradução para officer seria ‘oficial’, que seria qq patente acima de sargento uheuheuheuhe =P

  20. André says:

    “nem sei se é sargento mas não há uma tradução muito boa pra OFFICER”

    Vc traduz com o que a lingua nativa tá querendo dizer. A tradução seria “policial”. LOL.

  21. Gabriel says:

    Aos 4:00 ela fica parecendo um cachorro ganindo UHAUAHAUAHUAHAUH

  22. Pedro T says:

    Sério que tu achou isso legal Kid? Tinham 2 policiais, HOMENS, contra 1 mulher, que, apesar de barraqueira, é inofensiva. O uso da Taser foi COMPLETAMENTE desnecessário pelo simples fato de que ela não oferecia risco ALGUM para o policial. E, depois dela no chão, ele da outro, pelo simples fato de que ela não quis colocar as mãos pra trás. Isso beira a tortura. Triste.

    • Izzy Nobre says:

      A mulher atacou o outro policial que pediu pra ela sair do carro. O primeiro pediu cooperação INÚMERAS VEZES e ela se recusou. Ah, e a carteira dela tava vencida, eles estavam dando voz de prisão e ela se recusava a sair do carro.

      Justificado. Era pra eles fazerem o que?

      • Rafael says:

        De certo modo isso pode ser considerado pior que tortura, pois é uma espécie de roleta russa. Nos EUA morrem todos os anos dezenas de pessoas devido a utilização de tasers por policiais, então utilizar taser, colocando em risco a vida dessa pessoa porque ela se negou a cooperar não é justificavel. Não é incomum policiais lidarem com pessoas que tem esse tipo de comportamento devido a surtos psicoticos ou uso de drogas, situações nas quais elas não estão cientes do que está ocorrendo, o que invalida o “ah, mas ela não cooperou”. Quanto ao “era pra eles fazerem o que?”, simples, retirar do carro. Se essa pessoa estivesse armada era outra situação, mas “supor que pudesse estar armada” não é razão para partir para o taser. Para tal situação existe preparo, treinamento com técnicas específicas para imobilizar alguem e mesmo para retirar alguem do carro. Coincidentemente há um brasileiro no exterior que sabe disso muito bem. Procure no YouTube por “Marcos do Val”, um brasileiro que ensina técnicas de imobilização e desarmamento para policiais nos EUA, trabalhando inclusive com a SWAT. Ele tem um canal no YouTube com entrevistas, e conta que ele é requisitado pois a polícia em geral partia pra violência quando alguem não colaborava, e o trabalho dele trouxe mais segurança para todos, alem de menos processos para polícia. Taser pode matar, e falando em Brasil no exterior, um brasileiro morreu na Austrália justamente por uso de taser pela polícia.

        • Izzy Nobre says:

          Continuo achando que ela tomou choque porque quis. Policial avisou umas QUATRO VEZES o que estava prestes a fazer. E ao tentar tira-la do carro ela tentou agredir o segundo policial.

        • Carlos Magno says:

          É tudo uma questão de avaliação de risco. O Taser pode matar, mas as circunstâncias são específicas e o policial pode haver recebido treinamento quanto a quê situações não utilizar. Contudo, é uma política da organização o uso de taser, não prerrogativa do policial.

          Aqui no RJ, chegaram a tentar implantar o uso de Taser no lugar do bom e velho cassetete, com menor risco de morte. A polícia quase se viu em uma posição desconfortável, ser obrigada a usar uma arma de maior poder ofensivo (porém “limpa”) no lugar de uma criticável. Afinal, “golpe de cassetete” em um braço com faca vira “surra”.

          Mas voltando ao policial, ele tem todo um treinamento sobre como agir, dar a volta no carro, não se por em uma posição que vá ser atropelado, verificar se não há intenção da mulher em usar uma faca/arma, ver se não há algo estranho no banco de trás…

          É prerrogativa dele agir de acordo com o que a situação pedir.

          No caso do ônibus 174, o seqüestrador estava drogado, armado, ameaçando matar todo mundo e dentro de um ônibus bem iluminado numa via escura do RJ.

          Anos de treinamento de franco-atiradores e do chefe de polícia foram pelo ralo porquê o governador não queria ver sangue na televisão.

          Na hora do vamos ver, eu confio mais nos 30 anos do comandante de polícia que nas 2 matérias optativas do secretário de direitos humanos.

    • Vagner says:

      É o seguinte, os policiais estava pedindo a colaboração dela numa boa, ela não quis cooperar. Ela é inofensiva aos policiais? Sim!, mas se os policiais fossem pega-la para prender ela iria resistir e os policiais teriam que usar a força isso seria pior pra ela, pois a deixaria com ematomas e machucaria bastante. Por isso de usar o taser.

  23. @yagonunnes says:

    Aqui no Brasil a noticia seria outra: Policiais “abusam” de poder e atacam mulher durante abordagem policial.

  24. Felipe Sanches says:

    Sou só eu que a acho essa “natureza humana” de apreciar atos violentos repugnantes?

  25. Thales Ribeiro says:

    Ver isso foi MUITO satisfatório. HAHAUHAHAHAHA

    Obrigado.

  26. Wellington says:

    Chorume dos direitos humanos detectado nos comentários!! rss

    • Ercy de Miranda says:

      Aposto que você não gostaria que fizessem isso com você, ou com a sua mãe. =D

      Apesar de não tirar a razão do policial, achei desnecessário recorrer a tanta violência. Se ele desse um soco na mulher, ou tirasse ela à força do carro, acharia bem menos pior. Mas essas armas podem ser letais, dependendo do indivíduo.

  27. daniel placido says:

    adorei, iluminou meu dia ver esse vídeo, ri muito
    muito merecido, e ponto.

  28. @engdavirocha says:

    Sério que tu apoia essa merda ou tá apenas trolando?

  29. Ercy de Miranda says:

    Ah, Kid. Você é doente por gostar disso/achar isso justo. Só isso.

    Se fosse a sua esposa num dia de tpm, loucona da vida, tomando um choque e chorando de dor, todos nós estaríamos aqui nos divertindo da mesma forma, né?

    • Izzy Nobre says:

      Como não casei com o tipo de pessoa que além de desrespeitar múltiplas leis ainda tenta peitar policial, temo que nunca verei minha esposa nessa situação.

      • Ercy Miranda says:

        Nunca diga nunca. E acredite, não seria divertido pra você ver algo do tipo no YouTube. Pros visitantes do Hbdia, com certeza.

        • Izzy Nobre says:

          Cara, esse argumento é meio babaca. Se eu fosse pai, eu gostaria de ver meu filho sendo preso por roubar uma loja? CLARO QUE NAO, mas minha relação com a pessoa sendo punida nao é relevante pra questão de se a punição é justa ou nao.

          • Ercy de Miranda says:

            É meio babaca até acontecer. Acredite.

            Eu sei que não é. Por isso mesmo comentei.
            Tudo dá a entender que o seu prazer foi ver a mulher sendo machucada, e não a justiça sendo feita. Afinal de contas, poderiam ter a imobilizado de diversas outras formas menos letais e humilhantes.

  30. Eder says:

    O uso do Taser desta forma é COMPLETAMENTE desnecessária pelo simples fato de que ela não oferecia risco ALGUM para os policiais -- 02 HOMENS e ela uma MULHER. E, para piorar, depois de imobilizada ela recebe outro choque. Isso é tortura. Mas policias ADORAM fazer isso. Os FDP ganham um salário de MERDA (tanto faz se aí ou aqui no Brasil -- aqui bem pior, OK) e descontam sem dó na população. Da mesma forma que o tal “desacato”. Tudo que o cidadão fala é desacato. São mesmo um bando de FDP. Já tive que trabalhar junto com esses FDP e até já fui vítima desses desgraçados, apenas pelo fato de eu ter falado a verdade para um b. desses numa blitz. São B. PURA. Melhor com eles longe do que perto.

    • Izzy Nobre says:

      Uma mulher que se recusou repetidamente a aceitar as instruções da polícia. Pedir com educação não funcionou, que tome choque mesmo.

      • foda-se says:

        Cara vai se fuder tu é so um otario manipulado, o policial poderia ter prendido ela sem a ter machucado.

        Sera que esse fdp é tao incapaz de prender uma mulher dessa sem machuca-la? Foda-se vc e os seu caes de guarda do governo.

        Vc é so um caozinho adestrado..

        • Izzy Nobre says:

          Sim, ele poderia mesmo. Sabe como?

          Se a mulher, QUE ESTÁ COMPLETAMENTE ERRADA NESTA SITUAÇÃO (lembrando: dirigindo em excesso de velocidade, com parabrisas e pisca-alertas quebrados, sem cinto, sem carteira, mas que acima de tudo acha que está com a razão e se recusa a colaborar com o policial durante todo o vídeo) tivesse se rendido calmamente.

          Notou que o policial pediu umas cinco ou seis vezes que ela saísse do carro? Isso é uma instrução policial. O cara teve a paciência de pedir repetidamente que a mulher saísse do carro, e ela se recusou. A partir deste momento eles tem que retira-la à força. Qual a alternativa? E lembrando: ela agrediu o segundo policial. Isso é uma ofensa gravíssima nos EUA.

          O choque foi totalmente merecido. É pra isso que serve o Taser mesmo: pra subjugar suspeitos nao-cooperativos. Se ela viu o Taser apontado pra ela, sabe que está errada, se recusa a obedecer uma ordem policial (LEGÍTIMA), e ainda ataca o outro tira, tem mais é que tomar choque mesmo.

      • Eder says:

        Tudo bem que vc ache isso certo. Até o dia em que vc for parado em uma blitz e os caras comecem a abusar do poder deles pra cima de vc. Daí vc não concorda com a forma da abordagem, e argumenta com eles com certa veemência (com toda razão e para defender SEUS direitos ante a um ABUSO cometido por ignorantes bandidos de farda) e eles sem pensar 02 vezes usarem essa maldita TASER em vc e em qualquer outra pessoa que entrar na sua frente para te defender, inclusive sua mulher e filhos. Futuramente vc mudará de opinião, com a maturidade.

        • Izzy Nobre says:

          Acontece que AQUI nao houve abuso de autoridade. A mulher foi parada legitimamente, nao seguiu as instruções da policia, e tentou agredir o segundo policial que apareceu pra ajudar.

          O policial que usou o Taser avisou pra ela umas CINCO VEZES pra ela sair do carro. E ela nao queria sair porque SUA CARTEIRA DE MOTORISTA ESTAVA VENCIDA, o que é motivo pra prisão. Resumindo, além de estar completamente errada na situação, ainda resistiu voz de prisão e atacou um policial (que é crime GRAVÍSSIMO).

          Se tivesse saído do carro conforme o policial pediu diversas vezes, isso nao teria acontecido.

          Vocês gostam muito de defender quem está errado. Me diz, o que você acha que o policial deveria ter feito…? Passar 2 horas pedindo que a mulher saia do carro…?

          • Phillip W. says:

            Na opinião dessas pessoas que defendem a mulher eles deviam deixar a mulher ir embora (Já que ela não ia sair do carro por vontade própria), atropelar e quem sabe matar alguns pedestres para eles poderem falar “Não foi acidente mimimi” e “A policia podia ter evitado isso, mas são vagabundos mimimi”

  31. Mas esse povo brasileiro é um caso sério mesmo… criou-se aqui uma cultura anti-polícia tão forte que tem gente que é incapaz de se colocar na situação do officer aí, e defendem a mulher como se ela tivesse razão.
    Existem muitos casos documentados de pessoas que precisaram de até SEIS policiais pra imobilizar… SEIS policiais treinados pra segurar UMA pessoa descontrolada. Disseram que ele deva ter dado um soco nela. E se ela puxa uma faca da bolsa ou do porta-luvas? E se ela agarra o braço dele e crava os dentes na mão?
    Pra quem vem com mimimi “ain e se fosse sua mãe” eu inverto a pergunta: e se fosse seu pai policial? “Ah, isso nunca aconteceria, meu pai, um ‘cão de guarda do governo’?” Galera fica tão ansiosa de massacrar o guarda e esquece de pensar no que fala. E ainda têm a pachorra de chamar o outro de manipulado!
    O policial já lida com o estresse inerente à profissão, ainda tem que aguentar uma mulher dessas, que daria raiva em qualquer um, e ainda consegue escolher em questão de segundos o que fazer pra preservar a integridade tanto dela quanto dele mesmo. Agiu corretamente, dentro da lei e não deve nada pra quem não tem idéia de como é estar no lugar dele.

    • Ercy de Miranda says:

      Lógico, é a profissão dele. Se fosse meu pai, eu teria muita vergonha. Logicamente não era uma pobre coitada idefesa, e sim uma v@dia desbocada ignorante mas, mesmo assim, a violência com a qual trataram ela foi repugnante.

      • Alexandre says:

        Ser policial é uma profissão vergonhosa? Só até o dia em que você realmente precisar de um, né seu FDP?!
        Só o quote do indivíduo já deixa claro o caráter dele.

        Não é á toa que o Brasil registra 50.000 homicídios (por baixo) por ano. É essa cultura marxista horripilante de tratar bandido como vítima indefesa. Levar para casa que é bom ninguém quer.

        O asno imbecil defende que o policial se envolvesse em luta corporal com a mulher em vez de usar o teaser. E se a mulher tivesse uma faca na bolsa? E se ela quebrasse o nariz dele com um soco? E se ela mordesse o oficial e arrancasse um naco de carne do infeliz (ela possivelmente devia estar drogada)? E daí, né?! Foda-se ele né?! Afinal, não é você o policial.

  32. Isabela says:

    Izzy, lendo as suas respostas, deu a entender que você concorda com a acao do policial em usar o taser pela 2º vez, mas ela ja nao oferecia risco algum aos policiais, visto que ela estava deitada no chao de bruco, na minha opiniao ela só levou o segundo choque porque nao colocou as maos para tras das costas, que para mim estava em estado de choque com o susto/dor do 1º choque (já que ela nao estava esperando pelo mesmo), achei totalmente desnecessário, seria facil para eles imobilizarem a mulher que já estava deitada e nao oferecia risco algum. Seria muita hipocrisia dizer que ela poderia machucar os policiais novamente só olhando para a reacao dela. Nao conheco muito sobre tasers, mas acho que usar 2x ou mais acaba aumentando a chance de ocorrer algo mais grave a pessoa. Só queria saber a sua opniao sobre o ->2º<- choque.

  33. Matheus says:

    Amigos, o “abuso” deixa de existir (se é que ele existia antes) quando o policial aponta o taser pra ela, ameaça e ela continua se recusando e passa a agredir o segundo policial. Mais que justo 🙂

  34. Johan says:

    Para os retardados que estão defendendo a mulher: VOCÊS MERECEM LEVAR UM CHOQUE TAMBÉM!

    O EUA é bem diferente desse país de bosta chamado Brasil, onde policial é tratado como lixo e as leis são feitas para limpar a bunda.

    O policial seguiu TODOS os procedimentos legais e agiu de acordo com a situação. Taser não é letal e é usado justamente para esses casos onde o suspeito desarmado se recusa a colaborar. Para quem não sabe, a policia de lá evita entrar em luta corporal para preservar o supeito e o policial.

    Se o suspeito tem algum problema de saúde e não quer correr o risco, é só ouvir o policial.

    E outra, se fosse meu filho, minha mãe, irmã ou papagaio… eu continuaria apoiando o policial! Fez merda tem que pagar o preço!

    • José says:

      Não é o caso somente de defender a mulher, ao menos de parte dos que defendem, e sua resposta é um tanto ofensiva e infantil, “merecem tomar um choque”. O problema é o risco da utilização do taser, e principalmente em choques prolongados ou repetidos, como parece ter sido o caso no vídeo.

      “Taser não é letal”, isso é um comentário de alguem MUITO mal informado, e seu complemento “se tem algum problmea de saude e nao quer correr o risco”, quem sabe você diz isso para as centenas de vítimas que tinham problemas de saúde e morreram por causa do taser, ou mesmo para os que não tinham, pois mesmo um indivíduo saudável pode morrer por causa do taser.

      Desculpe mas mesmo que a mulher se negue 100 vezes a sair do carro, não é justificativa para uso de taser. Ela poderia facilmente ser imobilizada pelos policiais de outra forma, e pior ainda, tomar choque pela segunda vez. E se ela tivesse morrido, como muitos já morreram em situações parecidas, você estaria aí apoiando e dando risada?

      • Johan says:

        Não estou dando risada. É pra chorar ver gente burra igual você, defendendo quem está errado.

        Repito: Taser NÃO é letal. E se teve gente que morreu por levar um choque, garanto que elas mereceram.

        Por mim tanto faz se é taser ou bala, gente que não respeita as leis e os oficiais da lei, não tem o direito de viver em sociedade.

        Só mesmo no Brasil pra ver essa hipocrisia e falso moralismo. Gente que defende quem está errado e tenta apontar um milhão de erros em quem faz a coisa certa.

        Acha mesmo que estamos em posição de criticar como eles mantém a ordem pública, coisa que nunca terá no Brasil enquanto existir uma maioria de gente que defende essa vagabunda que levou choque.

  35. Diogo says:

    Comentário 1: “officer” poderia ser traduzido como “inspetor” que é o termo usado pelas policias civil e Federal. Não da pra comparar com a PM porque eles são, obviamente, militares. E usam as patentes comuns (soldado, sargento, etc).

    Comentário 2: estou longe de ser pró Direitos Humanos, mas achei que houve excesso. O Policial poderia ter tirado a mulher usando a força. Essa desculpa de levar unhada e mordida é brincadeira, né? Não sei se o policial tinha no momento, mas outra solução poderia ser o spray de pimenta. Oferece menos riscos, é menos cruel e a punição seria dada.

  36. Marlon says:

    Lendo os comentários do pessoal defendendo a delinquente, entendo porque o Brasil é assim. Uma terra aonde os direitos humanos prestam assistência aos sequestradores, assassinos e ladrões, mas não aparecem na porta da família dos policiais que morrem em serviço.
    A mulher acima não cometeu um crime grave, mas estava errada, peitou a lei e viu que ao contrário do Brasil, a lei fala mais alto. Toda essa situação poderia ter sido evitada somente por ela.