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É por isso que eu gosto da internet

Postado em 2 July 2011 Escrito por Izzy Nobre 74 Comentários

Dizer que eu sou viciado na internet é um eufemismo. Eu vivo e respiro internet; apanhar o celular da cômoda pra chegar tuíter e emails é algo que eu faço antes mesmo de levantar da cama. E não devo ser o único.

Pelo menos eu espero que não seja; essa é a desculpa que dou pra família. E por família entenda-se “minha mulher”; meu irmão é indiferente e meu pai foi de quem herdei este vício miserável. É minha mulher mesmo que mais sofre com minha constante atração pela internet.

Há muitos motivos que me trazem ao computador/celular todo dia, o dia inteiro. Entre a miríades de coisas diferentes que se pode fazer na web (jogos, bater papo com os amigos, ler sites de humor, participar de fóruns, encher o saco de desconhecidos, etc), o que mais  me traz aqui é a quantidade de gente foda que eu conheci nesses últimos anos.

As amizades que eu fiz aqui na internet dão de 13 a 0 na maioria dos amigos “reais” que eu tenho. Por causa do tuíter, aliás, eu conheci vários broders próximos que considero irmãos mesmo. Por causa do tuíter eu tive um lugar pra ficar quando visitei São Paulo no ano passado, fui convidado ao Desencontro (que foi disparado o melhor evento que eu já fui na vida inteira), descolei trabalhos, e sinto que sempre tenho amigos em stand by, esperando pra ouvir minhas próximas bobagens, ou prontos pra me dar uma ajuda quando preciso. E isso já aconteceu diversas vezes.

A ajuda mais recente que me deram foi o seguinte: há muito tempo uso o tuíter pra outsorcear minha memória. Sempre que não consigo lembrar de um livro, uma música, um filme, ou seja lá o que for, é só perguntar no tuíter que alguém me ajuda a lembrar. Quem me segue sabe que peço esse tipo de ajuda com frequência.

Pois bem. Há alguns meses eu tava tentando lembrar de uma série de livros infantis que foram os primeiros que li na vida. Não lembrava de muita coisa sobre os livros; só sabia que eram compilações de fábulas de vários países. As ilustrações eram meio sinistras e me deixavam muito bolado quando eu era pivete.

Finalmente, com a ajuda de vocês, consegui lembrar do nome da série: trata-se da Fantasia Colorida da Criança, que eram 3 livros e um disco cheio dessas fábulas e contos de fada. Fiquei maravilhado por conseguir reencontrar algo que foi uma parte tão grande da minha infância há 20 anos. Caralho, como eu tou velho! Posso literalmente dizer “há vinte anos”. 🙁

Enfim. Um broder do tuíter, o xspiderj, se compadece com minha tristeza de não ter como comprar o livro (a edição é muita antiga, jamais foi relançada e só se encontra em sebos). O que o cara fez?

As páginas tem o mesmo cheirinho que eu lembrava :~~~

O cara comprou o livro e enviou pra mim. Não cobrou nada, nem o preço do livro, nem o envio.

Ele talvez nunca compreenda o quão feliz esse gesto me deixou. Quando a caixa finalmente chegou, abri com avidez. Tirei o livro da embalagem e apenas segurei nas mãos por um bom tempo, tentando reabsorver todas as lembranças de infância. Eu tinha 5 ou 6 anos da última vez que peguei esse livro na mão, havia sido um presente dos meus pais quando terminei a alfabetização. Foi meu primeiro livro (migrei pro Monteiro Lobato pouco tempo depois).

Como me mudei muito nessa vida (contem aí: Fortaleza, Londrina, de volta pra Fortaleza, São Luís, Oshawa, Calgary — e isso pra não contar as dúzias de mudanças de bairro! Já morei em 3 casas só aqui em Calgary, pra você ter uma idéia), essas relíquias da minha infância foram todas perdidas.

É foda não ter absolutamente nada do seu tempo de infância; tenho amigos aqui que ainda tem no porão da casa dos pais todos os brinquedos e videogames de uma década atrás e me dá muita inveja ter esse contato sempre disponível com o passado. Talvez é por isso que sou tão nostálgico. Perdi quase tudo da minha infância — as casas onde morei, os amigos, os brinquedos. Nem minha família existe mais, já que meus pais se separaram, nem vejo minha mãe há anos.

Pois bem. Abri o livro cuidadosamente, cheirando as páginas, sentido a textura do papel no dedo, apreciando a impressão do texto e as ilustrações. Me deliciei lendo as fábulas que trazem um português mais rebuscado e claramente datado; aliás, a redação desse livro lembra MUITO a do Monteiro Lobato. Chuto que foram escritos na mesma época, porque usam muitas figuras de linguagem similares que são claramente antigas.

Li o livro duas vezes já. Contei pra mulher, emocionado, que planejo um dia ensinar meu futuro filho a ler português usando esse livro, meio que da forma que ele entrou na minha vida.

É por isso que eu gosto tanto da internet. Vocês fazem muito mais por mim do que pensam.

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comments

Categorias: A internet é foda

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

74 Comentários \o/

  1. Alexandre says:

    First!

    • Gilberto says:

      Alexandre, o grande!
      Alexandre, o desbravador!
      Alexande, sempre à espreita, teclando F5…
      As mulher suspiram em suas janelas, esperando que Alexandre seja o primeiro, o FIRST!
      Os homens o invejam, pois ele esteve antes de todos os demais em lugares incríveis. No auge da inveja, alguns dirão que ela já foi o second, É MENTIRA! Outros dirão que ele não lê o que foi escrito, INCRÉDULOS! INFIÉIS! Saibam que Alexandre é ONIFISTENTE! Ele não precisa ler, ele já sabe o que será escrito e desce das brumas de seu reino de terabytes apenas para felicitar o humilde blogueiro que escreveu, tornando pública a sua satisfação com o texto…
      Livros serão escritos, histórias serão contadas dos feitos de Alexandre.
      Quando ele se for, teremos todos a mais forte das abstinências, sei que muitos deixarão a web, desolados. As novas gerações também soferão e descrentes de seus feitos, alguns dirão que homem assim nunca existiu, por isso mortais, aproveiteis a presença de Alexandre, o first!

  2. Takeoh says:

    Ti fofo! ahushau
    Parabéns por conseguir reaver esse pedaço perdido da sua infância, sei bem como isso mexe conosco quando se trata de nostalgia! =D

  3. Leo B. says:

    É este tipo de contato com as pessoas que acaba fazendo com que a Internet deixe de ser algo “frio” como era antigamente. As relações tomaram proporções grandes e conseguimos conquistar um espaço e pessoas aqui dentro. Felizmente.

  4. Paulo Sena says:

    Quase chorei, amg. Sempre me impressiono com o tipo de interação que tu alcançou com teus followers do twitter. A galera se sente realmente próximo a ti, a ponto de fazer esse tipo de coisa sem pedir nada em troca. Obviamente, essa sua “simpatia” só pode ter vindo do única lugar do país dotado de uma educação avançada, o nordeste.

  5. André says:

    Eu tinha uns livros desse (não exatamente dessa série, mas parecidos), mas nunca li. LOL.

    Eu lia bastante Turma da Mônica e aqueles livros que passavam na escola; mas parei depois que fiquei velho.

    Hoje sou um inculto que só le manga, legenda de anime e Wikipedia.

    Alias, hoje em dia o nome dessa série soa um tanto quando gay… Fantasia colorida da criança… Esses padres pedófilos iriam gostar. Há.

  6. Rukasu says:

    Parabéns aí kid, muito legal esse teu post emotivo 🙂

  7. Guilherme says:

    Eu não sou velho, tenho apenas 15 anos, mas posso dizer que sinto falta de bastante coisa que eu fazia há 10 anos atrás e que eu também perdi com mudanças…
    No twitter não tem realmente como falar com você já que você deve receber milhares de mentions e as minhas nunca são as lidas/respondidas…
    No msn eu já te add uma vez, quando ainda tinha o seu msn no HBD mas você fez uma limpa e me deletou, não aceitando nunca mais quando te add; Ainda queria ter amizade contigo ^^

    Abraços

  8. tonny says:

    Nossa, quase chorei aqui …

  9. matheussr92 says:

    Essa dinâmica que a Internet proporciona é surreal!

  10. kalil says:

    “É por isso que eu gosto tanto da internet. Vocês fazem muito mais por mim do que pensam.”

    e você não sabe o tanto que faz pra nós o/

  11. Tales says:

    Sei bem como é ter lembranças perdidas por mudanças, é estranho quando os meus amigos falam das brincadeiras que tinham nas suas casas/apartamentos. Até hoje não sei onde foi parar meu master system, mesmo que eu o odiasse, seria legal ter como relíquia.

  12. Luciano says:

    Digitalize-o! Já!

  13. BlackFire says:

    Ótimo depoimento sobre o que a internet se tornou hoje (uma rede de pessoas) e deixou de ser (uma rede de computadores para pessoas). Israel, teu depoimento chega a ser tocante ,se isso for verdadeiro ou não, mas infelizmente não é o que chega às pessoas que não ou pouco usam internet. Em fim, se permitir, levarei esse depoimento como exemplo de vida contemporânea nos debates que costumo participar. Parabéns para o cara que grandemente te presenteou.flw!

  14. fabio says:

    boiolisse detected

  15. Dennis says:

    Hehehe daqui a 20 anos as crianças de hoje vão se emocionar relembrando do livro do Justin Bieber. As “Fantasias Coloridas da Criança” de hoje estão muito mais “Coloridas” que as de antigamente 😀

  16. Fábio says:

    Eu não li muitos livros de histórias quando criança, mas em relação a matemática eu tenho um sentimento semelhante ao seu, Kid. Meu pai foi professor de matemática na época da minha tenra infância (7-10 anos), e tínhamos em casa uma coleção de livros de matemática de 5a a 8a série.
    Era uma série chamada “Matemática e Vida”, e eram bem grossinhos comparados com os panfletos que as crianças têm hoje como livros didáticos.
    Mas posso dizer que se você não gosta de matemática é porque você não estudou com esses livros. Mermão, os livros tinham uma linguagem super natural, e eram recheados de charges surpreendentemente engraçadas (e muitas vezes relacionadas com o assunto, veja você). E não era só matemática, tinha também questões que envolviam raciocínio lógico e abstrato, visão espacial, até mesmo curiosidades (por exemplo, sobre a vida de muitos matemáticos). E o conteúdo não era te empurrado goela abaixo, muitas vezes o livro explicava o porque de certas coisas, por exemplo, mostrava todo o raciocínio que o matemático Bháskara teve no desenvolvimento de seu famoso teorema. Isso ajuda muito mesmo a absorver o conteúdo.
    Já vi muitos outros livros de matemática (como disse sou filho de professor), e jamais na história desse país eu vi livros de matemática que chegassem perto desse nível de qualidade. Com certeza foram decisivos em despertar em mim o gosto pela matemática e pelas ciências exatas em geral (hoje sou desenvolvedor de software).
    Esses livros estão aqui bem guardadinhos num armário aqui em casa, e da mesma maneira que você pretende alfabetizar seu filho com seu primeiro livro, eu pretendo apresentar a matemática para o meu com esses livros.

  17. Renan de Araújo says:

    Senti a emoção fluir daqui :’)

  18. Wladimir says:

    Legal eim

  19. Bruna says:

    que lindo, izzy! haha (:

  20. André says:

    Muito legal a história. A pessoa que te enviou se identificou de alguma forma? Tem que agradecer esse cara ai, de alguma forma.

  21. Douglas says:

    Beleza, depois dessa você vai começar a mijar sentado também?

  22. André Gabriotti says:

    Cara, seus amigos que tem tudo da infância guardado nos porões nunca terão o privilégio de sentir o que você sentiu e acabou descrevendo neste post. Aliás, se você tivesse tudo guardado no porão, este post não existiria …
    Abs!

  23. Igor P. says:

    Só tem uma coisa kid. o certo mesmo seria crowdsourcear, outsource implica contratação de pessoa em específico. Crowdsource é mais orgânico, acontece porque as pessoas tem vontade de ajudar.

    E engrosso o coro de que você deve digitalizar o livro.

  24. nonono says:

    Izzy… quando bater a saudade e quiser comprar baratinho e em bom estado: http://www.estantevirtual.com.br

  25. Zé Coxinha says:

    Ensinar PORTUGUÊS pro filho, Quide?? ai ai ai

    • Rômulo says:

      Nussa, o ódio internetico q os brasileiros tem é tanto q até o nosso lindo português esta sendo ofendido… Izzi o q vc esta fazendo com os meninos(influenciáveis) do BRASIL!!!

      • Nat says:

        Meu, o cara acabou de dizer que vai ensinar português pro filho, sendo que provavelmente essa criança não vai ter quase nenhum vínculo com o Brasil, e você me diz que ele está influenciando negativamente as crianças brasileiras? Se o Zé Coxinha ali acha que falar uma segunda lingua é uma coisa ruim só por que essa segunda lingua seria português, ELE tem problemas, não o Izzy. Se você prestar bastante atenção, o Izzy SEMPRE demonstra o orgulho de ser brasileiro nos textos, mesmo que ele aponte as bizarrices do nosso país. Por isso eu concordo com a maioria das coisas que ele escreve aqui.

        PLUS, se você quer defender a lingua portuguesa e o Brasil, no mínimo aprenda a usar pontuação direito.

  26. Pedro says:

    Ficamos felizes por saber disso, Kid. Pode ter certeza. Afinal: muitas vezes as pessoas acham que você é ignorante e “estrelinha” e esse texto mostra o quão você é grato à galera da internet e o quanto você se sente bem na internet perdendo o seu tempo com a gente.

    Muito bom o post, Kid. E parabéns sempre pelo blog e pelos vídeos. 😀

  27. Diogo Assis says:

    Que coisa maravilhosa. Mostrei o post para todo minha familia. Emocionante. Vou tentar conseguir o livro pra minha filhinha

    Parabens Kid e amigo que propiciou isto.

    Este é o significado de humanos existirem.

  28. Doug says:

    OOOOOHHHHHH, que meigo… Apesar do nosso amigo Kid descrever isso de uma forma um tanto quanto boiola, a internet realmente nos ajuda em relembrar nosso passado, e é aí que começa essa tendência dos relacionamentos na internet deixarem de ser simplesmente virtual e transmigrar para o mundo real.

  29. Marcelo says:

    E como ele sabia o seu endereço, e como você sabia que ele não era um stalker serial killer??? heim heim ??? 😉 ???

  30. Rubbaum says:

    Essas lembranças da infância fazem toda a diferença mesmo. Eu passei por muitas mudanças como vc. Nasci no Perú em uma cidade chamada Cusco. Aos 8 anos fui parar no Acre sem saber uma palavra em português. Depois veio Roraima e as diversas cidades neste distante pedaço do Brasil. Muitas casas passadas, muitas reliquias e amizades da infância perdidas. Receber um presente assim é uma das melhores coisas da vida.

  31. Luis Felipe says:

    Meio que me emocionei com o texto. =)

  32. ze says:

    “Cheirando as páginas” Oo

  33. Bacana demais esse texto, é sempre bom relembrara a infância, tenho 15 anos, sou novo, mas quando eu lembro do meu mega drive que eu dei para um garotinho de renda inferior a minha fico muito triste. Mas foi para uma boa causa. Mesmo ele nem tendo ele agora, SEI LA!

  34. grama says:

    Caralho hein kid, que reviravolta em relação ao post anterior… Onde a internet destruía vidas hehehe…
    Parabéns pelo livro e pelo post, é muito melhor ter esse tipo de visão sobre as coisas da vida, enxergar o lado positivo sempre ajuda.
    Mesmo sabendo que parte do humor do seu site vem das tragédias e experiências ruins que acontecem e aconteceram com vc na infância (com as quais eu me cago de rir).

    Keep up the good work!

  35. Agnaldo says:

    Bem legal, heim Kid!

    Gostaria de ter minhas mangas com pernas de pau
    (boizinhos) no porão.

  36. Eu Mesmo says:

    Em vez de fazer um post pra agradecer o cara que te mandou o livro você faz um post pra falar de internet? Vai tomar no seu cu Kid!
    Se fosse eu que tivesse te enviado o livro ficaria bastante arrependido.

  37. modafocka says:

    cara, vc eh gay…

  38. Lyncool says:

    Pois éh,mas só não deixa seu filho trocar o livro pelas PLAYBOYS alguns anos depois.
    =D

  39. elbuttman says:

    Cara, tu não vê sua mãe há anos? Que tenso, dá uma ligada pra ela…
    abraço.

  40. luiz says:

    o fila da puta, pork vc apagou akele post sobre a net hein?????

    achou ke ninguem ia notar!!!!

    EU NOTEI PORRAAAAA

  41. Ju says:

    Aaah, que amor XDD Eu entendo mais ou menos esse sentimento. Meus pais sempre tiveram o hábito de guardar livros, mas alguns de quando eu era muito pequena foram passados adiante. Esses dias tive que arrumar um pouco as estantes de livro aqui de casa e encontrei um livro de quando eu era pequena e imediatamente deu vontade de ler e me sentir criança de novo.

  42. Conrado says:

    rapaz, esse livrinho aí eh um q tem umas imagens holográficas e tal? O.o

  43. nosceteipsum says:

    monteiro lobato traduziu alguns livros infantis, não sei se este está listado.

  44. RFC says:

    É bem estranho olhar para o passado e ver que perdeu toda e qualquer ligação com ele.

    As vezes penso que se tiver filhos seria melhor não fazer nenhuma mudança, seja cidade, escola, bairro, etc.

  45. OgFux69 says:

    Que gesto!
    Seja eternamente grato a esse bom moço internético, Kid.

  46. Vitor says:

    Tá agora retribui o gesto e manda um ipad pro cara.

    Se bobear, as coisas no brasil são tão caras e superfaturadas que o ipad aí vai sair no mesmo preço que o livro aqui.

  47. Raph4 says:

    Que fofo <3

  48. Fenster says:

    caraca, morou em londrina?sou de arapongas!hauhauha mundo pequeno

  49. Luccas says:

    Q dahora cara! Hoje moro no interior de SP, mas morei 7 anos no Canada, 2 dos quais passei em Oshawa….q saudade de la!

  50. Emiliana says:

    Que gracinha! =)

  51. Mary says:

    Tem como postar uma página com as ilustrações do livro? Se for o que eu estou pensando tem contos africanos e gostaria muito de relê-lo.

    Obrigada!

  52. Maria says:

    Oi, sua história é idêntica a minha, passei muito tempo procurando, usei milhares de termos até consegui encontrá-lo em sebo mesmo.
    Custou cerca R$ 8,00 mas se fosse R$ 1.000 pagaria com a mesma alegria. Afinal fez parte da minha infância.

  53. André says:

    Um bom texto com uma história melhor ainda