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Cloverfield – Resenha

Postado em 28 February 2008 Escrito por Izzy Nobre 68 Comentários

Após muita encheção de saco dos meus amigos, decidi acompanhá-los a uma sessão de Cloverfield. Assistir filmes é um dos meus passatempos favoritos, ganhando até mesmo dos meus outros hobbies prediletos, como “utilizar a internet para provar às pessoas que suas opiniões e convicções são idiotas” ou até mesmo “assistir a namorada arrumar a casa só de calcinha e sutiã enquanto jogo Pokemon”. Pra você ter uma idéia do meu amor por ambos discussões internéticas E observar a namorada trajando artigos femininos rendados, se eu não tivesse contas pra pagar minhas atividades diárias se resumiriam a arrumar confusão no orkut enquanto treino um Bulbassauro level 15 observando a namorada semi-nua passando o aspirador de pó no quarto. Ao invés disso preciso fazer coisas não tão aprazíveis, como lavar minhas roupas, fazer declaração de imposto de renda e tomar banhos.

Ou seja, ao dizer que assistir filmes é meu hobby número um, estou dizendo bastante. E entretanto, foi preciso muita insistência da minha patotinha de amigos pra que eu finalmente resolvesse trocar meus dez dólares por um ingresso pra ver Cloverfield com eles. E por que seria isso?

Porque cinematografistas odeiam os espectadores dos seus filmes.

Lembra de Transformers? Lembra daquelas cenas de acão em que a câmera chacoalha pra todo lado? Lembra quando essas cenas eram as partes mais legais do filme?

Não, você não lembra dessa última. Por que, ao contrário do que cineastas acreditam, dar a câmera pra um portador de mal de Parkinson não é uma técnica cinematográfica indispensável. Como se uma cena de porradaria entre robôs de trinta metros de altura sendo filmada a dois centímetros de distância já não fosse complicado o bastante de acompanhar,  Michael Bay decidiu que apreciaríamos o filme mais ainda se ele empregasse epiléticos pra filmar essas cenas. O resultado é que assistir tais trechos dofilme te dá a mesma sensação de ver aqueles vídeos caseiros das férias dos seus primos na Disney – a insuportável tremeliqueira do infeliz operando a câmera torna impossível fixar a vista em um ponto qualquer por mais de um segundo.

Num filme como Transformers isso é levemente suportável porque elas são cenas de trinta segundos num filme de uma hora e meia. Já pensou como seria aturar um filme inteiro nessa tremedeira sem fim?

Basicamente, é isso que Cloverfield é. Pra você ter uma noção da gravidade do negócio, a CNN reportou na época do lançamento do filme que diversas pessoas passaram mal durante a exibição da parada. Nego decidiu que seria melhor sair correndo do cinema pra vomitar na privacidade do banheiro do estabelecimento que aguentar mais um segundo do filme. E na nota mais não-intencionalmente humorística que eu já li em qualquer publicação noticiosa, o redator aconselhou que os potenciais espectadores se preparem tomando anti-nauseantes antes de ir pro cinema.

Sim, você leu isso direito. A CNN, uma das mais prestigiosas organizações noticiosas do planeta, falou explicitamente que a única forma de você resistir ao filme inteiro sem vomitar é se você for pro cinema sob efeito de medicamentos.

Ou seja, resenhar o filme se torna essencialmente um exercício em futilidade. Eu poderia escrever uma tese de doutorado de cinquenta páginas sobre o filme e/ou J. J. Abrams poderia ganhar um Oscar de direção graças ao seu trabalho (que se resumia, imagino, a pegar o megafone e instruir atores a expressar espanto e terror diante do monstro imaginário que a equipe de pós-produção adicionaria meses após as filmagens da película), mas no fim do dia, nada disso muda o fato de que a CNN aconselhou as pessoas intencionadas a ver o filme de tomar remédios contra vômito antes de comprar o ingresso.

Não me culpe por ter ido assistir o filme já com má vontade.

Por isso, antes mesmo de começar minha resenha, estou preemptivamente declarando Cloverfield como o PIOR filme de toda a história da cinematografia. Sempre que resenho um filme aqui no HBD exagero bastante pra causar risadas e provocar ódio em fanboys, mas no caso de Cloverfield nenhum exagero é necessário. Este filme fará você vomitar.

Agora você já sabe o que esperar deste post. Já tratamos dos pormenores, vamos à resenha propriamente dita.

Cloverfield, pra quem esteve totalmente alheio ao insuportável hype internérdico relacionado ao filme, é a clássica história de um monstro destruindo New York vista através dos olhos do observador comum. Todo mundo estava perfeitamente ciente de que a idéia do filme estrelando uma Catástrofe Genérica  #89 devastando New York é extremamente batida, então por isso o foco do filme é contar a história de um grupo de jovens perambulando pela cidade durante o ataque. O que eles esperavam se tratar de uma abordagem mais criativa, mas pra deixar no esquema mesmo foi decidido que a melhor forma que eles tinham de passar a idéia do filme era dando uma câmera pra um dos atores que passa boa parte do filme correndo de um lado pro outro.

Em outras palavras, Cloverfield é uma mistura de Independence Day (ameaça alienígena destruindo a Big Apple) com Blair Witch Project (grupo de retardados que ao invés de largar a câmera e se ocupar com algo mais importante, como por exemplo a própria sobrevivência, decide documentar cuidadosamente os eventos que inevitavelmente culminarão na morte de todos).

Oops, spoiler.

Vou dar um ponto pro filme – os efeitos especiais são muito bacanas. O problema é que hoje em dia, dizer que os efeitos especiais de um filme são bons carrega a mesma significância de dizer que o filme está passando num cinema. Em pleno século XXI, você não está me fazendo nenhum favor ao fazer efeitos especiais convincentes ao invés de um ator usando uma roupa de monstro com zíper prontamente visível.

Acontece que minha boa vontade com o filme acaba aí mesmo. Pra começo de conversa, não há uma história propriamente dita. O filme abre com uma turminha de jovens descolados num apartamento em NYC dando uma festa pra um sujeito que está prestes a se mudar a trabalho pro Japão, quando o monstro começa a atacar a cidade. Momentos antes o filme apresenta um conflito amoroso mal resolvido que, previsivelmente, será resolvido pelos protagonistas justamente quando a cidade inteira está indo pro inferno. Não entendo por que personagens em blockbusters decidem resolver seus problemas sentimentais justamente no dia que poderosas entidades espaciais decidem transformar a cidade em seu playground particular. É o dia mais romântico do ano após Valentine’s Day.

E pronto. Essa é a história. Não há muito background dos personagens, não há explicações de onde o monstro surgiu, não há nem um fechamento satisfatório pro filme (todos morrem). O monstro aparece, destrói algumas coisas, e a galera toca a correr desesperadamente pelos próximos 90 minutos, parando ocasionalmente pra recuperar o fôlego e/ou dizer coisas como “HOLY SHIT DID YOU SEE THAT”, ou “SHIT SHIT WHY ARE WE STOPPING KEEP RUNNING WE’RE ALL GOING TO DIE WHERE IS YOUR GOD NOW”.

Numa previsível convenção cinematográfica, os personagens principais arrumam motivos dúbios pra adentrar mais e mais a cidade, ao invés de se locomover na máxima velocidade permitida pela sua capacidade física na direção contrária do monstro. Aí batem de cara com o bichão, subitamente se lembram que eles apreciam coisas como respirar, e saem correndo. Cinco minutos e um caso de amnésia seletiva depois, eles voltam a penetrar a cidade.

O motivo aqui é que o Rob, o personagem principal que estava de viagem marcada pra Tokio, decidiu ir salvar a menininha de quem ele é afim. A pobre infeliz se encontra presa num prédio que caiu diagonalmente em cima do prédio vizinho e ficou lá, apoiado no outro prédio. Um fenômeno que prova que além de tudo os roteiristas não entendem a forma como a gravidade funciona.

Eu MEIO que consigo entender que o rapaz ia realmente arriscar a própria vida pra salvar uma desgraçada que ousou aparecer na festa de despedida dele de braços dados com outro sujeito. Entretanto, o filme me dá um tapa na cara quando revela que o desejo do cara de encontrar a menina toda fodida não é pra dançar sarcasticamente na frente dela e dizer “haha, se fodeu. Ok, tou indo agora”, e sim pra realmente salva-la. Tudo bem, eu consigo aturar o sentimentalismo barato.

Mas e os caras seguindo ele? J. J. Abrams espera que eu acredite que esse cara convenceu diversas outras pessoas a acompanha-lo na missão suicida?

Alguém aí já tentou convencer algum amigo a ajudar numa mudança? A assistir sua peça de teatro? Se você já precisou da ajuda de um amigo pra alguma coisa, você sabe que amigos só se dispoem a executar favores que signifiquem o menor esforço possível.

Sim, eu sei que o filme não precisa ser explicitamente verossímil, e que alguma suspensão de descrença ainda é recomendada. Acontece que me venderam esse filme usando a idéia de que ele é um retrato realista do que aconteceria quando pessoas comuns se vissem às voltas com um monstro de cem metros de altura. Se a idéia da película era realismo, façam-me o favor de manter a temática. Se qualquer um de nós recrutasse a ajuda de amigos pra ir salvar uma menina numa situação em que um monstro alienígena se encontra exatamente entre você e a donzela em perigo, nem seu melhor amigo nesse mundo teria ajuda a oferecer a não ser a promessa de que ele não revelará nenhum fato constrangedor no seu funeral.

Eu consigo acreditar num monstro qualquer detonando New York (e por que não, a essa altura do campeonato? Hollywood já me convenceu que pode acontecer a qualquer momento), mas não consigo engolir uma patotinha de amigos seguindo o rapaz apaixonado em direção ao bicho enquanto o exército americano mal consegue causar cócegas nele.

Isso foi o que finalmente causou aquela perturbação durante o filme pra mim. O tempo todo a idéia era transmitir idéia de realismo, tentando indiretamente fazer você pensar “nossa, imagina eu nessa situação”. Com esse disparate dos caras seguindo o maluco sem motivo nenhum a não ser o desejo de não viver mais, o filme se auto-sabotou e destruiu totalmente a idéia de realismo. 

Vejo muitas críticos dizendo que o filme foi chato porque a turminha passa o tempo inteiro ocupados com o contraditório exercício de simultaneamente fugir e correr pra onde o monstro está. “Filme chato”, eles dizem, porque os personagens principais em momento algum apanham uma bazuca ou aprendem a pilotar um caça a jato, enquanto aquele típico rock cinematográfico rola no fundo e eles andam em câmera lenta, um do lado do outro, em direção ao alien pra batalha final. 

Porra, vocês esqueceram que a idéia do filme era mostrar uma história mais realista no típico cenário do monstro-detonando-a-cidade? Se qualquer um de nós estivesse na situação dos protagonistas, você não se preocuparia em obter armamentos pra lutar contra o monstro no um-a-um. Isso se deve ao fato que você estaria muito ocupado correndo a altas velocidades na direção contrária, parando ocasionalmente pra rezar pra todas as divindades conhecidas e notar que cagou as próprias calças de tanto terror.

Acho que talvez eu esteja pegando muito pesado com o filme. A proposta de um testemunho em primeira pessoa da tragédia é convincente, a proposta é original apesar de não ser inédita, os efeitos são muito bem feitos, e dá quase pra se identificar com o protagonista principal (o único que não é completamente one-dimensional).

Mas no final das contas, Cloverfield ainda é um filme que vai fazer você vomitar.

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comments

Categorias: Cinema

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

68 Comentários \o/

  1. bownser says:

    uiuiui k-max

    quanto ódio dentro desse coraçãozinho, bofe

  2. Wolf says:

    Tbm achei esse filme uma bela merda ;(
    Mas é muito bom pra quem quer só um filme pra zuar com os amigos, porque mesmo quando eu fui com a minha namorada e meus amigos e os dela assistir lá, ninguém conseguiu ficar mais de dez minutos sem citar algo idiota (Porém cômico) sobre o filme.

    O final tbm foi uma bela merda, só entende quem (Assim como meu querido cunhado) foi procurar na internerds por mais informações.

    Ele descobriu que aquele monstrego era um bebê (Bem, eu não tava nem aí pra saber nada sobre o filme mais chato que já assisti).

  3. krain says:

    ‘não há nem um fechamento satisfatório pro filme (todos morrem).’

    achei engraçado tu contar o final do filme sem avisar, é bom pq quem não assistiu a essa bosta ainda se foda lendo o spoiler fina.

  4. Vovô Garoto says:

    AÊ, finalmente uma resenha de filme no Hbd!
    Você poderia voltar a fazer resenhas, todas são muito boas, essa é uma das melhores.
    Acho que as patricinhas intercambistas adoraram o filme.

  5. Kid says:

    @krain

    Eu pensei nisso, mas me diz que resenha eu fiz que não destrincha a história do filme inteiro. Quem lê minhas resenhas já devia estar acostumado haha

  6. ianwlad says:

    Aeee post novo huaha

    nem li ainda, vou ler amanha no trampo pra passar o tempo

    bjux

  7. Raid says:

    Opa Kid, só pra dizer que não é o J.J. Abrams o diretor do filme, ele foi o produtor…

  8. thiago says:

    top 10 pelo menos

  9. Jovas says:

    Assisti esse filme dia desses com minha namorada. Bom, só eu assisti, porque a patroa ficou tonta e deitou nas poltronas do cinema pra dormir. Teve que ficar lá comigo, porque eu que não ia sair da sessão antes do filme acabar e gastar sei lá quantos R$ à toa, né?

    O interessante é que ela deitada, com a cabeça no meu colo, parecia estar fazendo outra coisa em vez de descansar, e a galera da sala ficava de olho. =D

  10. Gam says:

    ADHGASDHgaskhdHasjkdhasjdh

    O interessante é que ela deitada, com a cabeça no meu colo, parecia estar fazendo outra coisa em vez de descansar, e a galera da sala ficava de olho. =D

    JASDHJKASGFJKAShDJKAShdf

  11. Kenshin Br says:

    Eu vi e achei um lixo tb. Pior filme que eu já vi num cinema. Me arrependi.

    O filme era pra ser, digamos, “realista”, mas acaba sendo o mais artificial possivel. Os atores são ruins, o roteiro é um LIXO, os dialogos são vergonhos, os clichês são muitos, as cenas idiotas, mais ainda, e por aí…

    A pior é que o monstro simplesmente segue os malditos personagens durante o filme todo. E até quando eles “conseguem” fugir (SPOILER AGORA), o mostro os pega. É aquela parte do helicoptero: ao inves deles sairem de lá o mais rapido possivel, ficam andando em circulos em volta do monstro apenas esperando tomar uma patada (que é o que acontece). Isso foi uma das coisas mais retardadas que eu já vi em toda a minha vida.

    Simplesmente lixo.

  12. Nix says:

    Cloverfield não tem a melhor história do mundo, mas não deixa de ser muito bom. Eu gostei, muito.

    P.S.: Resenha Rambo 4 Kid.

    auehauheuae

  13. Anonymous says:

    As resenhas são sempre os melhores posts do HBD.

  14. K-Max says:

    quem comenta depois do primeiro é sempre viado

  15. K-Max says:

    então, boa resenha, kid

    Eu não vomito faz tempo, acho que vou ver o filme bêbado, pra vomitar duplamente e dar risadas maléficas e debochadas quando os protagonistas idiotas finalmente morrerem no final.

    bye.

  16. K-Max says:

    @krain, bem lembrado!

    fiz até spamzinho via twitter pra mais patos descobrirem que esse filme é uma bosta (e de brinde, saberem o final)

  17. K-Max says:

    Discordo, caro Anonymous.
    As resenhas perdem feio para os posts que narram as brigas do kid com forum/orkut/fotolog users. :)))

  18. rcrd says:

    veja bem… o filme pode ser uma bosta, mas achei bom, afinal não tive um intervalo de 5 minutos sem rir… fora a gargalhada no final quando eles morrem.

    algo do gênero “fulana… eu te amo”
    “eu também” BUUUUUUUUUM AHUEAHEUAHEUHAEUAH

    clichê extremo

  19. M says:

    Já não tava com vontade mesmo de ver esse filme, agora então…

    Vou voltar pros filmes trash de terror, são mais engraçados e tem mulher pelada.

  20. Pedro says:

    Pô, não me fez vomitar. E eu gostei do filme, aliás. Achei coerente o cameramen seguir o sujeito, porque 1) ele é um imbecil completo (bem-intencionado, mas imbecil) 2) ele não é “um amigo” do cara, ele é o melhor amigo do cara, é uma relação diferente. Aquela neguinha lá que era cunhada do sujeito, tô crente que ela queria dar pra ele. Aposto que viu a oportunidade quando o irmão do cara morreu e a mina do cara (presumivelmente) também. Por isso que ela ficou por perto. Nada compele mais uma mulher a se dedicar a um homem do que o desejo de liberar o reimiscleives.

    Agora, aquela Marlena, ela só foi com eles pra poder ter seu crânio inexplicavemente explodido no terceiro ato. O que deu um efeito especial massa, mas, em termos de roteiro, foi muito furadaço.

  21. Kid says:

    @Pedro

    Ok, concedo. O melhor amigo do cara tem algum motivo pra segui-lo (bom, mais ou menos. Não sei se eu não arriscaria a minha vida por um amigo. Eu provavelmente tentaria é impedir o cara de embarcar na missão suicida). A tal neguinha, apesar do pressuposto de querer dar pro outro maluco, não tinha uma boa justificativa de acompanha-los. E a tal Marlena só seguiu os caras talvez por falta de algo melhor pra fazer.

  22. Thiago Neres says:

    Kid, não vi Cloverfield nem tenho vontade de ver. Mas vi 30 Dias de Noite, que achei uma merda gigantesca, e também tinha esse lance de câmera tremendo ou girando rápido demais. Eu fiquei muito enjoado, principalmente porque não é só a câmera, mas o filme é todo muito ruim.

  23. Alessandro says:

    Kid, concordo com toda a sua crítica, quando fui ver o filme com um amigo a gente falou justamente esse lance do cara ir buscar a mulher e levar os amigos. Lembramos até de Extermínio 2, quando o marido deixa a esposa pra lá e sai corredo pra salvar o pescoço dele dos Zumbis.

    Agora uma coisa eu tenho que falar…
    Vomitar vendo o filme só porque a câmera treme um pouco é puta coisa de viadinho e mulherzinha. É que nem um amigo meu que diz que passa mau toda vez que joga jogo de primeira pessoa, eu digo logo pra ele deixar de frecura e virar homem.

  24. Viper,:RR:. says:

    A, que bom que não assisti essa merda, Kid.

    Porra, Mas essa cena do Extermínio 2 que o cara da disband com a esposa >> ALL.

  25. oe says:

    eu acho o seu blog uma merda também.

  26. Abra Fanta says:

    Desculpe, Kid, mas tu não tens amigos. Porra, meus amigos são amigos mesmo. Agora me desconfiei, não vou mais pro Canadá, terra sem amigos. D:

    Mas sério agora. Eu achei o filme mó legal. E acho completamente possível esse negócio de ir salvar a mulherzinha lá. Eu salvaria (sem hipocrisia, hein), mas o negócio do grupinho acompanhar ele é furado, admito.

  27. Bruno Guedes says:

    So, não vi Cloverfield, já estava desanimado com a apendicite titológica de filmes que vêm para o Brasil(basicamente, o fato de que o maldito título do filme ganhou um subtítulo dispensável) e a idéia precia boa, mas se conheço produtores estado-unidenses, nenhuma idéia é boa demais pra ser completamente fodida por eles.

    E aí o Kid me anuncia que a profecia é real? Aleluias!

    Se esse filme sofrer do mesmo efeito do “Jogos Mortais” pra mim, agora não é suspresa…

  28. Niptuck says:

    Bulbassauro? Todo mundo que se considera jogador de Pokemon começa com Charmander 😐

  29. Luiz Felipe says:

    Bulbassauro? Todo mundo que se considera jogador de Pokemon começa com Charmander 😐

    —————--

    Sempre comecei com o Charmander tambem =/

  30. OgecroM says:

    Ow, na moral, tu é meio puto da vida certo? uhauhauha
    o filme não se propos em nenhum momento a ser uma obra de arte, foi colocado com entretenimento, e eu acho que cumpriu com o seu papel, eu fui no cinema com meus amigos ver essa parada, não vomitei e acho que isso é realmente bixisse de gringo, pq não conheço ninguem que tenha passado mal ou reclamado desse fato, achei interessante sim a camera ser dessa forma tosca, logico que não pode ser usado toda hora em todo filme, senão fica muito idiota msm, mas pro contexto eu gostei …

    eu gostei da maneira como vc escreve, ri bastante e tal, mas achei meio hostil e sim, exagerado, como vc disse msm ahuhauuha o humor não reside apenas em denegrir a imagem de algo, pense nisso 😉

    pra finalizar, um pensamento: Como vc acha que o filme deveria explicar de onde vem o monstro se o filme é a visão de adolescentes que nem sabem que porra é aquela? A proposito, haverá a continuação do filme, espero explicações xP

    A proposito dois: Uma coisa eu concordo, que puta imbecilidade o cara voltar pra salvar uma mina em uma cidade em processo de caos supremo! O.O
    e a mina ainda tava toda detonada auhauhuhauh fudido isso msm …

    vlw pela atenção! 😉
    desculpe se ofender, não é a intenção xP

  31. Cephiro says:

    @krain

    Spoiler?? Eles falam que todo mundo morre nos 30 segundos iniciais do filme.

    Eu gostei bastante do filme. Não fui pela história ou enredo, mas sim pela “oportunidade” de ver um filme de tragédia pela perspectiva de uma pessoa comum que é ownada bonitamente.
    A estorinha de salvar a menina lá foi só pra ter mais açaõ no filme. Acho que se o filme todo fosse sobre eles se escondendo debaixo da cama não ia ter muita graça.. =/

  32. Bob Espumone says:

    Bulbassauro? Todo mundo que se considera jogador de Pokemon começa com Charmander 😐 (2)

    EU gostei do filme… película interessante que desvirtua do já costumeiro herói americano. Vou soltar um imenso Spoiler: Acho que alguém acima já deve ter comentado, mas vou repetir pq tive preguiça de ler tudo, dizer que todos morrem é mentira. A moreninha, foge em outro helicóptero que não caiu, nos créditos do filme é possível ouvir o Rob dizendo “Help us” e “It’s still alive”… se ele morreu depois, não sei, mas os créditos fazem parte do filme.
    E suas bibas baitolas (??) parem de vomitar nos cinemas!

  33. max171 says:

    resenha o rambo IV!

  34. Abra Fanta says:

    “nao vomitei e acho que isso é realmente bixisse de gringo”

    Ratifico.

  35. karsh says:

    eu nao fiquei, nem vi ninguem ao cinama do brasil ficar tonto/vomitar/etcetera durante a exebição do fime, que por sinal foi muito bem feito, na minha opnião…

    esse filme foi somente uma entradinha para um provavel série… um teaser meio prolongado (XD)

  36. Anonymous says:

    Sempre comecei com o Bulbassauro.

  37. Rafael Lemos says:

    Ainda não vi, mas tô baixando só pra ver.

  38. Marco says:

    @Bob Espumone
    “Todo mundo que se considera jogador de Pokemon começa com Charmander”

    Ratifico.

  39. Ginko Bilobo says:

    Ei esse K-Max nao eh aquele otario que apareceu na folha de sp na materia “nerd avacalha encontro de blogueiros” quando ele zoou com orkut e youtube de todo mundo?

    e tempos antes mudou todas as comunidades do orkut para firefox brasil?

    nem sabia que um cara desse ia no cinema pensei que ficasse em casa sentado com um roteador linux enfiado no c* de diversao de final de semana huhauahuahuahua

  40. Droantjk says:

    “Se qualquer um de nós estivesse na situação dos protagonistas, você não se preocuparia em obter armamentos pra lutar contra o monstro no um-a-um.”

    discordo!

    “Todo mundo que se considera jogador de Pokemon começa com Charmander”

    concordo!

    conclusao: resenha RAMBO IV !!! aquilo sim eh uma MERDA FENOMENAL!

  41. Kid says:

    Ahahaaha você tem os MEIOS TÉCNICOS de adquirir ódio, eu preciso escrever textos 🙁

  42. K-Max says:

    AE AE AE
    Kid, sou mais odiado que você 😀

  43. Droantjk says:

    tem como vcs me ensinem a ser odiado tb?? @_@

  44. Marlon says:

    Eu sei que é meio fora do assunto más..>
    http://baixakijogos.ig.com.br/noticias/20080229/1504.html
    Lê as noticias e olha o comentario…

  45. Marlon says:

    E outra Guide…Quando você vai fazer um post mostrando como você deve estar feliz com o lançamento de GoW 2?

  46. Marlon says:

    Squirtle!
    O Blastoise é TANKER, e TANKER é FODA!
    Pronto cabô!

  47. Marlon says:

    e 4 posts seguidos meu!

  48. Droantjk says:

    tem como vcs me ensinem a ser odiado tb?? @_@

    forma culta da lingua -- owned..

    o que eu quiz dizer foi: “tem como vcs me ensinarem a ser odiado tb?? @_@”

    😀

  49. Trovalds says:

    A resenha… ah, foda-se a resenha.

    Vou me dedicar a comentar o “assistir a namorada arrumar a casa só de calcinha e sutiã enquanto jogo Pokemon”.

    Porra, a tua mulher semi-nua, pronta para ser agarrada para uma seção de sexo selvagem sem direito às preliminares e tu jogando “pokemon”?

    Ops, esqueci… tu é nerd. MAS não se preocupe. As coisas se resolvem sozinhas às vezes. E a cabeça começa a ficar mais pesada também.

  50. Eric Dutra says:

    Pedro:

    Pô, não me fez vomitar. E eu gostei do filme, aliás. Achei coerente o cameramen seguir o sujeito, porque 1) ele é um imbecil completo (bem-intencionado, mas imbecil) 2) ele não é “um amigo” do cara, ele é o melhor amigo do cara, é uma relação diferente. Aquela neguinha lá que era cunhada do sujeito, tô crente que ela queria dar pra ele. Aposto que viu a oportunidade quando o irmão do cara morreu e a mina do cara (presumivelmente) também. Por isso que ela ficou por perto. Nada compele mais uma mulher a se dedicar a um homem do que o desejo de liberar o reimiscleives.

    Agora, aquela Marlena, ela só foi com eles pra poder ter seu crânio inexplicavemente explodido no terceiro ato. O que deu um efeito especial massa, mas, em termos de roteiro, foi muito furadaço.
    February 29th, 2008 | 3:14 pm

    ~~~~
    Roteiro?

    Você esperava por roteiro no filme?

  51. ianwlad says:

    que Charmander o q, tem q começar com o Bulbassauro ou Squirtle mesmo, pra ter vantagem contra o Onix

  52. Cashew says:

    “Cloverfield como o PIOR filme de toda a história da cinematografia.”

    Discordo.

    É um filme bem clichê,mas porra teve motoqueiro fantasma para ocupar o posto de pior filme(isso sem levar em consideração a falta de senso/roteiro de Alien Vs Predador 2)

  53. Anonymous says:

    Merda, não saiu o comentário.

    Repetindo:

    -Me sentindo orgulhoso por nunca ter jogado Pokémon na vida-

  54. Lars says:

    Nem assisti, todos os filmes que digo eu irei assistir no cinema, nao vou porque prefiro ficar no msn, da menos trabalho.
    Ai me perguntam, porque leu a resenha ?
    Porque eu sei que o Kid não usa spoilers, ele conta o filme inteiro resumidamente de uma forma mais legal que assistir ao proprio filme. Resumindo de todas as resenhas que eu li e já havia assistido o filme, achei as resenhas mais legais do que os proprios filmes, pena que não teve uma resenha do labirinto do fauno, me arrependo até hoje de ter gasto R$ 2,50 com aquele filme na locadora =\\.

  55. maROCKosu says:

    rauuuuuulllll
    :sick:

  56. Julia says:

    é uma pena que eu tenha lido isso depois de ter assistido essa bosta… fui ao cinema assistir “meu nome não é johnny” e, como nao tinha mais ingresso, inocentemente gastei meus suados tostões nessa tragédia… até “guerra dos mundos” é melhor que isso (pelo menos a camera não treme, e o tom cruise de fato foge dos aliens)

  57. Lego! says:

    ianwlad:
    que Charmander o q, tem q começar com o Bulbassauro ou Squirtle mesmo, pra ter vantagem contra o Onix

    March 3rd, 2008 | 4:00 pm

    pega qualquer bicho que de Low Kick
    que mata ele brincando…

    Fora os mais de 15 tipos de jeitos que tem de matar ele…

  58. Vovô says:

    Se colocasse uma sacola com alguns milhões de dólares no lugar da donzela em perigo o roteiro seria muito mais coerente.

    Vou me candidatar a roteirista de hollywood.

  59. Koji says:

    a ideia do filme era boa… mas nao foi muito bem concretizada., podia ser melhor.

    ja qnt ao fato do cara seguir ele, fala a verdade: qm quer ficar sozinho enqnt um monstro de 100m ataca a cidade ? u.u

  60. Murilo says:

    “que Charmander o q, tem q começar com o Bulbassauro ou Squirtle mesmo, pra ter vantagem contra o Onix”

    tem vantagem no inicio, mas Charizard > All

  61. Felipe says:

    Bom, eu rachei de rir da resenha. O kid escreve bem. Eu estava na expectativa do filme e quase desisti de assistir, graças a resenha, mas acabei assistindo.
    Bom, pra quem acompanhou as notícias sobre o filme desde o trailer em transformers sabe que o monstro não era enfoque no filme, era mais a história dos jovens. Mas o filme ficou aquém das expectativas, isso sim. Mas dá para se divertir e assustar com o filme.

    E que frescura… vomitar ao assistir o filme? se andar em um carossel é perigoso morrer. 😛

    Mas eu só penso em uma coisa. Será que vai rolar uma guerra se os fans do filme lerem a resenha??? hehehe como disse o k-max, o mais engraçado são essas brigas. ahahaha

  62. K-Max says:

    EXTRA! Spoiler HBD!: O Kid comprou novamente um iPod Touch.

    Graças a uma conversa interceptada stealthemente via Mensageiro Microsoft (aka MSN), o próximo post muito provavelmente será sobre mais esse feito hipócrita desse bloguero exilado no Canadá.

  63. Kid says:

    Ahahah k-max safado.

    Vou começar a escrever o post agora. O Cardoso vai tirar muita onda com a minha cara.

  64. estevan says:

    seis são tdo puta!reclamão tanto do filme,faz melhor então ou vai assistir power rangers!hmm!ja sei q tipo de pessoas são vcs são aqueles viadinhos q não tem nem coragens de arrumar as camas quando acordão seis são tudo criado tdo a leite com pera e esse filme foi a melhor releitura de filmes de monstros seus sem culturas!viados,putas,filhas da puta que não reconhecem uma obra de arte seus fan de teletubs!

  65. oscar aralho says:

  66. lucassimaoo says:

    eu gostei do filme s:

  67. luiz filipi baraun says:

    o filme é competente no que se propõe. um blockbuster com mt correria, sustos e ação.
    você não esperava um 21 gramas ou pulp fiction, né?