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A polêmica do “CURRÍCULO GAMER”: quando um manchild ataca

Postado em 5 October 2017 Escrito por Izzy Nobre 33 Comentários

Ok, estou de volta!

Não se acostumem.

Quem me conhece sabe que não sou exatamente fã do movimento feminista contemporâneo. Espero que isso não soe como uma rejeição das exigências femininas de igualdade — acredito que qualquer ser humano com um cérebro concorda que mulheres devem ter todos os mesmos direitos (legais e sociais) que qualquer outro ser humano. Minha ressalva é com as táticas estridentes, um crescente viés puritânico (“mimimi mulher tem que estar coberta nas revistinhas em quadrinhos senão me ofendo”) e um constante modus operandi de atribuir má vontade a literalmente tudo: o famoso “problematizar”.

Entretanto, eu preciso dar o braço a torcer em relação a algo que feministas alegam há bastante tempo e que é desgraçadamente impossível de negar — gamers são uma das comunidades mais tóxicas da internet.

Eu odeio ter que admitir isso. Embora não tenha aderido ao tal movimento GamerGate (por motivos de: tenho aluguel e carro pra pagar, e por isso “jornalismo de games” não é algo que acho digno de dedicar espaço entre minhas outras preocupações existenciais), eu concordo com alguns de seus pontos gerais, como por exemplo a inegável percepção de que há um esforço coordenado da mídia gamer de detonar seu próprio público.

Este aí é um de muitos artigos escritos por meados de 2014 que visavam “difamar” gamers. Como eu sou um homem com barba na cara que, como já acabei de mencionar, precisa pagar boletos e preencher formulários de restituição de imposto de renda, eu simplesmente não tenho a energia de me preocupar com “oh meu deus estão ofendendo os GAMERSSSSS!!!!!“.

Mesmo assim, é impossível não perceber que houve de fato um esforço coordenado de pintar pessoas fissuradas por videogames como o pior subgrupo de toda a internet.

O que é objetivamente uma mentira

Só que eu tenho que pouco a pouco admitir que sim, existem algumas facções dentro da comunidade gamer que realmente justificam as críticas.

Rolou ontem no Twitter uma treta por causa deste review do excelentíssimo Cuphead. De forma resumida, é o seguinte — a jornalista que resenhou o jogo criticou LEVEMENTE no que diz respeito ao modo multiplayer. De acordo com ela, o jogo tem um ritmo tão caótico que a presença de outro jogador na área (somado ao fato de que o jogo aumenta a dificuldade pra compensar a presença de um aliado) torna o gameplay uma zona visual.

Em outras palavras: uma análise perfeitamente honesta. Acontece que o jogo que ela criticou é exclusivo nos consoles pro Xbox One, e fanboys da Microsoft (tendo pouquíssimos bons jogos exclusivos pelos quais pedir pra mamãe comprar) são extremamente sensíveis a qualquer crítica, por mais leve que seja.

Então essa turminha, liderada por um tal de “Xbox Mil Grau” — o que já deixa plenamente claro o tipo de coisa que se pode esperar do indivíduo –, começou uma campanha pra desqualificar a moça. Incapazes de apontar um erro factual sequer na crítica, essa pivetada (que se continuarem se comportando dessa forma jamais conhecerão o sabor e textura de uma vagina humana) passou a apelar pro ad hominem de cobrar da garota que ela revele seus perfis em suas redes online dos consoles.

A propósito, o veredito que a garota deu ao jogo foi esse.

Sim. Essa treta toda é porque o jogo recebeu 9, e não 10.

Aparentemente ignorantes a respeito de como funciona a redação de análises em grandes sites1, a pirralhada imaginava que a pessoa responsável pela resenha leva o videogame da empresa pra casa e joga no seu tempo livre.

O que acontece na realidade é que grandes veículos como o IGN geralmente tem consoles na redação, com contas especiais para produzir as análises — contas que, por motivos operacionais, não faz sentido divulgar publicamente. A conta não é da moça, é da IGN, e não compete a ela ficar divulgando algo da empresa dessa forma. É que essa turminha que leva a indústria na maior seriedade não entende a indústria, e o faz por puro tribalismo.

Até porque não interessa, é irrelevante ao conteúdo da análise. Quando estou curioso sobre um filme, eu leio a porra da crítica, eu não cobro do crítico que me mostre uma foto com os ingressos de outros filmes que ele já assistiu.

Só apela pra esse pau-no-cuzismo infantil quem está se rasgando de raivinha porque alguém apontou um defeito no seu filme favorito.

Enquanto a pivetada fanboy berrava agressivamente nas mentions da menina com a típica estridência preadolescente que só um fanboy de videogame consegue atingir (tudo porque ela teve a TAMANHA OUSADIA de dar um 9/10 ao jogo em vez de 15/10, não esqueça), um dentre o exército dos virjões foi além e cunhou o vexame que entrou nos Trending Topics do Brasil:

CURRÍCULO GAMER.

Sabe quando o Boça fala com orgulho da Carteirinha de Sócio-Fundador do Clube dos Minigueimeiros?

Poisé. O tal “Xbox Mil Grau” (sério, a vergonha alheia é incomensurável) comprou a briga e passou a agir como ponta da lança da perseguição da garota pela IMPERDOÁVEL EMPÁFIA de resenhar seu amado joguinho exclusivo e não dar-lhe a nota máxima.

A parte mais curiosa é que ele sequer leu a resenha; bastou saber que a autora teve uma crítica em relação ao jogo e pronto, tinha sangue na água, e a honra do Xbox precisava ser defendida urgentemente. Ou seja, tal qual a criança revoltada sem causa, ele nem realmente sabe porque está dando chilique. O rapaz repetiu uma ladainha sobre “credibilidade”, porque se tem alguém que pode cobrar credibilidade das pessoas é alguém que atende por “XBOX MIL GRAU”. Um bastião de imparcialidade!

Ao perceber que toda a internet brasileira estava rindo de sua imbecilidade — o que eu sinceramente acho até crueldade, porque ser idiota a esse nível pode ser indicativo de problemas psicológicos e zoar os retardados entristece o Papai do Céu –, Xbox Mil Grau fez então (por cinco horas) uma live de damage control em que ele ria nervosamente tentando explicar seu ponto indefensável usando aquele típico parco vocabulário que só um manchild sustentado pelos pais e obcecado por conquistas virtuais insignificantes pode nos prover.

Como a live de 5 horas não foi o bastante, ele fez mais QUATRO vídeos se justificando

Nesse momento tive inveja de seu tempo livre, porque eu queria também poder passar cinco horas chorumizando em horário comercial, mas não tenho mais papai pra pagar meu aluguel.

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Um sujeito com barba na cara passou quase 7 horas initerruptas dando chilique porque uma menina deu “apenas” 9 pro seu precioso joguinho exclusivo.

Que negócio completamente lamentável.

Ah, e antes que essa pirralhada insista que não estão chilicando por que a autora da resenha é mulher:

Na IGN gringa, Cuphead recebeu nota mais baixa que a dada pela Bruna. O autor se chama Joe. Não vi chilique pra cima do cara.

No GameSpot, Cuphead recebeu nota mais baixa que a dada pela Bruna. O autor se chama Peter. Não vi chilique pra cima do cara.

Na PCGamer, Cuphead recebeu nota mais baixa que a dada pela Bruna. O autor se chama Chris. Não vi chilique pra cima do cara.

Na GameInformer, Cuphead recebeu nota mais baixa que a dada pela Bruna. O autor se chama Jeff. Não vi chilique pra cima do cara.

Na SixthAxis, Cuphead recebeu nota mais baixa que a dada pela Bruna. O autor se chama Dave. Não vi chilique pra cima do cara.

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comments

Categorias: Essa internerd...

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 32 anos, também sou conhecido como "Kid", e moro no Canadá há 13 anos. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas, e sobre notícias bizarras n'O MELHOR PODCAST DO BRASIL. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

33 Comentários \o/

  1. Angelo Moreira says:

    To até emocionado. Quanta saudade desse lugar aqui.

  2. Felipe says:

    É como alguém falou (acho que você mesmo, Izzy)… o problema é que talvez o único currículo que o sujeito tenha seja o currículo de gamer rsrsrs

  3. Bruno Guedes says:

    RAPAZ! Que emoção, um post novo que não é uma chamada do MPB! 😀

    Olha, estou feliz aqui que vossa senhoria se deu ao trabalho de escrever um post ao invés de fazer um vídeo dessa treta. Mas só por curiosidade: o que houve? 😛

  4. Mauricio says:

    Izzy Nobre, não vou com a cara do Xbox Mil Grau, não gosto dele, não gosto das atitudes dele… Teu artigo é muito bom, boa parte faz total sentido… Mas cara, acho que tu aumentou demais o problema… O cara só pediu a GamerTag da autora do artigo… De uns tempos pra cá tornou-se meio que padrão o pessoal divulgar isso para a comunidade gamer… É só pra achar a moça na rede social do Xbox e seguir ela… Igual no twiter…

  5. Matheus Rodrigues Ramos says:

    No seu caso mais famoso, você colocou a Bel Pesce entre as paredes por causa do currículo dela, a gamertag é a mesma coisa, apenas o currículo, histórico dos jogos que a pessoa jogou, como vc vai dar uma nota, avaliar um jogo sem jogar? So isso q o leitor quer saber, mesmo se a nota for 10/10 como que o leitor vai saber se o jornalista em questão jogou sem a gamertag?

    • Izzy Nobre says:

      A diferença é que eu provei por A mais B que a Bel Pesce mentiu, e mentiu para ganho próprio (vender aula, palestra e livro).

      Essa garota vocês tão acusando DO NADA.

      • Luca says:

        Por isso mesmo izzy, jornalista gamer não mostra a GT pra não ter prova contra eles.

      • Rogerio says:

        Cara, é a mesma coisa. A única diferença é que a autora da matéria não revelou a informação que os seguidores dela pediu.

        Na boa, izzy, curto muito seus vídeos, mas nessa matéria tu cagou pelos dedos. Viu o que você achava que era certo e escreveu sem nem se aprofundar no assunto e distorceu completamente os fatos.

        Se tivesse o mínimo de contato veria que entre os gamers pedir gamer tag ou ID é comum, saberia que o pedido não tem nada a ver com a nota e com o fato dela ser mulher saberia, inclusive, que a IGN já tem histórico de copiar matérias gringas e postar como se realmente estivesse jogado.

        • Eduardo says:

          Ninguém tá nem aí se ela jogou ou não Cuphead, porque é ÓBVIO que jogou, ela é contratada pela IGN para isso. O que as pessoas estão pedindo é a gamertag dela para saber se ela é uma gamer hardcore ou não, como se precisasse zerar Zelda, dark souls e ter 300h de CS pra fazer uma resenha de Cuphead (ou qualquer outro jogo)

          E o pior é que não é a primeira vez que o Xbox Mil Grau faz isso

    • Junior says:

      Eu vivi para ver o Izzy atacando o “Izzy” do mundo dos games… E nesse caso, você tá mais para Paula e Marina do que “Izzy”!

  6. Lucio Mendes says:

    A qualidade no texto compensa a falta de regularidade. Parabéns Izzy por cobrir mais uma treta para nós, réles pagadores de boletos.

  7. Herijr says:

    Ficar exigindo currículo gamer é patético, mas tem uns picaretas da mídia aí que recebem pra dar opinião sem ter nem 10 mins de jogo. Não é o caso da menina da IGN, só pra deixar claro.

  8. Leo B. says:

    Acho que vai demorar para surgir palhaçada maior que essa de “currículo gamer”. Se for seguir essa lógica, qualquer coisa que tenha se jogado antes da gamertag existir ou que não some na tal gamertag é automaticamente invalidado. Quer dizer, a pessoa não pode simplesmente gostar de se divertir com seus jogos e/ou escrever sua opinião a respeito, ela tem que provar -através de um sistema de pontuação que não prova nada- que ela está habilitada a poder jogar videogame e/ou fazer críticas a respeito…

    Ahhh mas vão sentir o peso de pagar as próprias contas ao invés de ficar tendo ataque de cu por conta de videogame. Ô molecada imbecil essa, viu?!

    • Hermann Delgado says:

      O problema é que a IGN já foi pega copiando matéria. Por isso existe um pessoal que cobra se ela realmente (não somente ela mas todo o “”jornalismo gamer””) jogou o jogo ou simplesmente copiou de algum outro site.

    • Luca says:

      Invalidado não,só incontestável opinião sobre os jogos são importantes sim mas a questão deles é sobre ANALISES que muitas vezes implicam no sucesso em vendas do mesmo.

    • Luca says:

      Mercado é mercado,pra alguns é só videogames pra outros é trabalho,GT não habilita a nada mas ajuda a saber o quanto do jogo ele jogou, saber a analise condiz com a experiencia dele ou se é só um amontoado de opiniões de terceiros.O izzy mesmo faz vários reviews de produtos que ele compra,você acharia ético da parte falar sobre produtos que ele nao tem/nao uso?

  9. Sam says:

    Longe de mim de defender o mil grau que é outro babaca, mas existe um motivo dos próprios gringos dizerem que não se pode soletrar “ignorant” sem “IGN”, e Izzy a IGN gringa foi altamente zoada lá fora pelo review dos remakes de Pokémon Ruby e Saphire também com a crítica “too much water”.

  10. Finalmente um texto novo! Que venham mais e mais artigos desse tipo (mas não necessariamente desse mesmo assunto, hehehe).

  11. Ed says:

    Cara, eu DETESTO a Xbox Mil Grau, mas vou ter que discordar aqui. O chilique do Xbox Mil Grau não foi pela nota, eles fazem esse chilique porque realmente acham que os reviewers não jogam os jogos e isso eles já fazem há eras, seja homem ou mulher.

    Enfim, acho tosquíssimo a parada do “currículo gamer” que eles pregam, mas querer falar que o chilique da mil grau foi porque a IGN deu 9 e não 10 ou porque a reviewer era mulher é enfraquecer o argumento, porque não é esse o ponto que eles levantam.

  12. Vinicius Baptista says:

    AH, MANO! Cê volta com um texto novo e ainda por cima um texto de qualidade! Que orgulho, Izzy

  13. Hermann Delgado says:

    Pior que isso só o Izzy falando sobre BitCoin.

  14. Gelson Vaz says:

    Um detalhe que ninguém se tocou e acredito que foi a faísca para o início dessa treta com a análise de Cuphead, foi que a Bruna, que geralmente faz análises de jogos PS4 (vide os 5 últimos), resolveu ou foi escalada para analisar um jogo de Xbox, sendo que na IGN Br o Gustavo Petró é o redator/editor que mais joga Xbox, simples assim. Nem é pelo fato do gênero dela, do jogo ser difícil e de esconder a gamertag, é só porque é estranho.

    Nada contra ela jogar um jogo de outra plataforma, mas acredito que muitos leitores acreditam que em todo portal de games tem ou deveria ter redatores específicos para cada plataforma e/ou gênero de jogos. Senão um redator vai analisar um jogo que ele nem manja direito e pode acabar rebaixando a nota por algum motivo.

    É mais ou menos como se o Pablo Miyazawa fosse analisar um jogo de esporte, um FIFA/PES por exemplo, ele que é o que mais joga Nintendo. É bem estranho não acham?

  15. Alenonimo says:

    Tentei conversar com um desses x-boxers que tavam na thread do Twitter, mas o que eu descobri é que o cara tava mais disposto a fazer uma análise forense na gamertag da mina do que ler o review.

    Acho que eu vou parar de dizer pros outros que eu jogo video game. Não quero passar vergonha não.

  16. Izzy, vou ser sincero, um dos melhores textos que eu já li sobre! São dois retardados, tanto o xbox quando a galera ps mil grau. Eu não entendo como pode um monte de marmanjo ter esse tipo de Fanatismo. O grande problema de hj dos gamers em si é que se pensa mais em assistir gameplays e afins do que jogar em si. É melhor dar um opnião sem LER nada e ainda defender do que se informar. Hj se passa mais tempo do Twitch que jogando, infelizmente. Ou pior, estamos virando uma massa de “é o tchan” pq estamos consumindo tudo que aparece no mundo dos games pq a grande maioria “acha boa”… e ae tem jogos que são bons, mas viram “lixo” pq um youtuber bosta fala que não gostou.. o que o cara que viu o gameplay não entende é que se o jogo pode ser ruim pro youtuber,mas que pra ele que assiste pode ser OTIMO e ele gostar

  17. IlaRuiz says:

    Sem BloguerTag no final? não vou nem ler a matéria então, como vou saber se você jogou essa matéria???

  18. Marcus Fabiano says:

    Cara, você está “surfando” nessa questão aí. A treta começou quando um leitor da IGN pediu a gamertag/id da referida jornalista. Ele/ela marcou o XMG na postagem e a referida jornalista chamou seus amiguinhos para defendê-la, dos cruéis tweets que ela começou a receber… Nada haver com notas. Quem produz esse tipo de conteúdo, tem sim, que mostrar a ID. Primeiro, para ter respaldo e segundo para se isentar das merdas feitas pelo próprio veículo de comunicação o IGN, que tem fama confirmada de “roubar” conteúdo alheio. É fácil ter um rostinho bonito e pagar de gamer dizendo que fez e aconteceu, sem ter jogado. Inclusive, isso de pedir a gt/id de quem produz conteúdo é mais que natural, ainda mais hoje em dia, que na Internet você pode ser quem você quiser. Eu também sou redator de games e minha GT/ID é MFABIANO2311.

  19. NIKORASU says:

    Finalmente um texto novo no blog, haha. Esse assunto não é tão novo Izzy. Ultimamente tem um pessoal que joga jogos que não gosta só para inflar gamertag e aumentar o ego virtual, é muito patético. Enquanto isso eu simplesmente me divirto de vdd com os meus emuladores e faço oq esse hobby realmente deveria fazer que é me entreter.

  20. Vini says:

    Izzu voltou, que emissão :’)

  21. Eugênio says:

    AÊÊÊÊÊÊÊÊ carai! Nem li ainda mais queria comemorar! Demorô para uma porra meu fí! Atualize mais vezes!

  22. Lavino says:

    Esqueceu de mencionar que ele teve que sair da live porque a mãe chegou. lol

  23. Rômulo Filho says:

    Olha só, mas quem diria! Kid de volta no mundo dos Blogs! Cara, acompanhei a treta ao vivo e na moral, que falta do que fazer desse Xbox Mil Grau e a patota dele. A resenha da mina é bem completa, ela mostra claramente ter conhecimento do jogo. Não há necessidade dessa invenção de “currículo gamer”. No mais, parabéns pelo texto man, espero que esse post não seja uma exceção…