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A história por trás de 11 clássicos joguinhos de DOS (e onde baixa-los)

Postado em 7 February 2011 Escrito por Izzy Nobre 83 Comentários

Há alguns anos eu abandonei a cena PC gamer.

Apesar de ter a plena consciência de que certos gêneros só funcionam nessa plataforma (real time strategy games, por exemplo, que sempre foram meus favoritos), não consigo justificar pra mim mesmo o fato de que a cada sete ou oito meses eu preciso fazer uma longa e tediosa manutenção de software (formatação/atualização de drivers/etc) ou, pior, gastar algumas centenas de dólares em upgrades pra deixar o hardware no nível necessário pra rodar os jogos mais recentes.

Ser um PC gamer era mais fácil há alguns anos, quando eu morava com a minha família e só havia um computador na casa — o do meu pai, que todos compartilhávamos. Meu pai sempre foi e sempre será um extreme PC nerd, então volta e meia ele upgradeava o computador dele até o talo, mantendo a máquina nas condições de hardware necessárias pra rodar os jogos que ele gostava.

Por causa desse hábito dele eu tinha acesso constante a um computador que era sempre mantido no limite da capacidade dos computadores pessoais daquela época. Pra você ter uma noção (e só a turma realmente nerd vai poder apreciar esse pequeno fato), em 1996 meu pai comprou um Pentium 133mhz com SESSENTA E QUATRO megabytes de RAM. Eu lembro que quando os outros amigos nerds dele iam lá em casa e ele “apresentava” a máquina pros caras, ninguém conseguia acreditar que meu pai comprou 64mb de memória pro negócio.

Antes disso eu já havia me familiarizado com os joguinhos clássicos que marcaram nossas infâncias. O Pentium 133 serviu como um divisor de águas, no entanto — minha era PC gamer teve duas fases distintas: AP (Antes do Pentium) e DP (Depois do Pentium).

Nosso computador antigo era um notebook imenso que meu pai usava pro trabalho, mas que eu e meu irmão frequentemente tínhamos acesso quando ele não estava em casa. E nesse computador — que minha irmã, que na época tinha uns 4 ou 5 anos, se referia como “computazinho”, que na cabeça dela era como se chamavam computadores portáteis — tive contato com alguns jogos cujas screenshots trarão lágrimas aos seus olhos.

Se você tem amigos nerds que viveram nessa época, sinta-se à vontade pra copiar a URL do texto e espalhar as boas novas. Boa parte de vocês provavelmente se lembrava destes jogos muito superficialmente, talvez nunca chegaram a conhecer os nomes verdadeiros dos jogos até (como já já vou explicar um bom exemplo desse fenômeno), então eu imagino que muitos de vocês apreciarão ler este post tanto quanto eu apreciarei escreve-lo.

(A maioria destes joguinhos requerirá que você use o DosBox, que é um emulador do DOS. Imagino que boa parte de vocês já têm experiência com o programa. E se nao tiverem, o Google está a um clique de distância)

Settlers ou Serf City

Poucos jogos que geraram em mim admiração quase equivalente a religiosidade. São aqueles poucos clássicos que, não importa há quanto tempo foram lançados, continuam tão divertidos como eram antes.

Super Mario World foi um deles e é o exemplo mais óbvio. A série Command and Conquer foi outra que eu joguei obsessivamente. E Settlers foi O meu jogo mais favorito de todos os tempos, é possivelmente o jogo com o qual mais gastei tempo em toda a minha vida. O únivo motivo pelo qual não uso sprites de Settlers no HBD é que ele é obscuro demais pra ser reconhecido pela maioria das pessoas.

O jogo é baseado em Die Siedler, um jogo de tabuleiro alemão. Lançado em 1993 pela Blue Byte pra computadores Amiga, Settlers praticamente definiu o gênero simulação/RTS. Por motivos que não consigo entender, ele continua sendo relativamente desconhecido.

Em Settlers você precisa estabelecer uma colônia medieval, e o foco do jogo é estabelecer um sistema econômico dinâmico e auto-suficiente. Não vou me estender muito a respeito do gameplay, porque senão o post ficaria grande demais.

Preciso falar mais alguma coisa? Ah, faltou mencionar que Settlers é o único RTS ever que permite hotseat gameplay, ou seja, dois gamers jogando no mesmo computador. Um jogador no mouse, outro num joystick. Era muitíssimo divertido Settlers jogar com amigos.

Download da Pérola: AQUI!

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Worms

Worms foi mais um desses joguinhos da velha guarda que eram feitos inteiramente por um nerd sozinho. Andy Davidson programou o jogo inteiro (que na época se chamava Total Wormage) pra uma competição da revista americana Amiga Format. Andy não ganhou a competição. Um ano depois, ele levou o jogo ao European Computer Trade Show, uma expo de empresas de informática. Ele mostrou o jogo a softhouse Team17 e conseguiu a atenção dos caras.

A empresa desenvolveu e publicou o jogo pro Amiga e o resto é história, como dizem os gringos. Worms se tornou um sucesso comercial e de crítica, e que se expandiu a várias plataformas. Mais recentemente, temos Worms Open Warfare 2 pro PSP e DS, que permite até mesmo jogatina online via Wifi. E tem pro iPhone também.

Worms é um jogo de artilharia baseado em turnos. Os jogadores se revezam atirando contra os bonequinhos do inimigo com uma variedade de armas, levando em consideração a direção do vento, a força do disparo, etc. O jogo é mais um daqueles conceitos bem criativos que não se vê tanto hoje em dia.

Download da Pérola: AQUI!

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Digger

Aproximadamente mil anos antes da magia contagiante do Wii e seus jogos que requerem apenas destreza suficiente pra operar um controle remoto, Digger atingiu o público gamer impossível — minha mãe e minha tia.

Ambas disputavam arduamente a tela de High Scores do jogo, e se tornaram profissionais de facto no jogo. Minha mãe passava de fase em fase com a mesma facilidade com a qual hoje eu pego a minha guitarrinha de plástico de Guitar Hero e faço cinco estrelas em Freebird no Expert enquanto resolvendo um Rubiks Cube com pé. Mencionei que eu faço isso estando calçado, e de olhos fechados, e apenas com o poder da minha mente? Então.

Digger (ou Come Come, como elas o chamavam) é um jogo canadense produzido pela Windmill Software em 1983, pros populares PCs IBMs que começavam a se tornar um eletrodoméstico como qualquer outro — na América do Norte, e no Brasil pra filhos de técnicos de informática como foi o meu caso.

O jogo era bem simples – você é uma maquininha escavadora que sai abrindo buracos no cenário em busca de esmeraldas e sacos de dinheiro. Há monstros chamados Nobbins te perseguindo pelo jogo, mas eles não têm a mesma habilidade de fazer novos caminhos, apenas trilhar os já existentes. Bom, os primeiros monstros não tem essa habilidade. Se eles cruzam o mesmo caminho um certo número de vezes, eles se tornam Hobbins (por tempo limitado) e podem cavar buracos em sua direção.

Curiosamente, eu estava num bar uma vez e vi um arcade chamado Mr Do, que tem gameplay e gráficos bastante parecidos com dos de Digger. Tirei até uma foto, que por algum motivo parece ter sido renderizada pelo filtro “Estou Bêbado e Minhas Retinas Descolaram”:

Entretanto, Mr Dofoi lançado um ano antes de Digger, por uma softhouse chamada Universal. A turminha da Windmill simplesmente fez um port caseiro que fosse diferente o bastante pra não ser alvo de um processo por quebra de direitos autorais.

No entanto, levando em consideração que esses joguinhos eram programados num fim de semana por dois nerds ociosos e custavam mais ou menos cinquenta centavos pra produzir, é provável que a viagem de taxi pro tribunal custasse à Universal muito mais que ela poderia pedir ao juíz como indenização pelo roubo do jogo.

Ah, e a trilha sonora do jogo era a super contagiante Popcorn, que você pode relembrar clicando target=”_blank”>aqui.

Download da pérola: AQUI!

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Alley Cat

Esse aqui é muito old school. Por muito tempo, “usar o computador” pra mim era sinônimo de “jogar Alley Cat por sete horas seguidas até o ponto em que minha mãe tinha que me remover do computador à força e/ou usando ameaça de violência doméstica”.

Alley Cat (ou JOGODUGATO como eu e todos os meus vizinhos o chamava) foi uma dessas pérolas do período áureo da produção de joguinhos computadorísticos. O troço foi lançado pela Synapse Software, mas foi programado por apenas um sujeito. Isso mesmo, um só cara foi responsável pela parte gráfica, efeitos de som, programação e tudo. Tá, nada disso era grande coisa no jogo, mas mesmo assim.

E não apenas isso, mas o joguinho tinha apenas 32kb. Eu já escrevi listas de compras com mais linhas que esse jogo. Aliás, se eu gravasse o som de minha própria flatulência, ainda que convertesse-o pra mp3 o arquivo seria maior que Alley Cat, tornando-o literalmente o único jogo do mundo mais leve que um peido.

O jogo era o seguinte — tu controlava um gatinho que entrava em janelas abertas do prédio mais lilás jamais produzido pra um jogo eletrônico. Cada uma dessas janelas dava entrada a um quarto que oferecia algum tipo de gameplay diferente. Em uma delas você precisava comer toda a comida de cachorros que dormiam espalhados pela sala; se você passasse muito tempo perto de um deles, o cachorro acordava e comia a sua bunda. Em outra, você precisa derrubar uma gaiola no chão e em segiuda apanhar o passarinho que escapará graças a isso. uma olhada no gameplay do negócio neste videozinho do youtube.

Não está convencido do nível de oldschoolidade desse jogo? Que tal isso — os sons do jogo eram produzidos pelo auto-falante da placa mãe do computador. Simplesmente fenomenal.

Download da pérola: AQUI!

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Burgertime

Burgertime é mais uma pérola dos arcades dos anos 80 (1983, mais especificamente) produzida pela Data East Corporation, os responsáveis pelo sensacional Joe and Mac. Burgertime foi portado pro NES (além de mil outras plataformas), e eventualmente pro PC. Ou talvez foi o contrário, não sei que plataforma recebeu o jogo primeiro. Enfim.

O jogo era um labirinto/puzzle/action. Você tinha que montar sanduíches pisando em cima dos componentes deles (alface, cebola, pão, etc), fazendo-os cair até o prato do cliente. Monte todos os sanduíches e você passa pra próxima fase. Minha longa experiência trabalhando em restaurantes fast food me permite dizer que tal técnica é levemente imprecisa, porque há poucas ocasiões em que pisar no sanduíche durante a preparação é algo a ser recompensado.

Obviamente, o serviço era dificultado por comidas antropomórficas que te perseguem pelo cenário. Se eles te pegam — por ser Burgertime um jogo de arcade, não é uma questão de SE e sim de QUANDO –, você morre e começa tudo de novo.

Download da Pérola: AQUI!

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Lander

Lander (ou Lunar Lander como é chamado em alguma versões) era um arcade produzido pela Atari em 1979. No jogo, você tem que aterrissar (ou seria alunizar?) um módulo espacial na superfície lunar. Há três propulsores: um de cada lado da nave, e um jato central embaixo dela. Ativar esses propulsores resulta num empuxo vetorial no sentido oposto, com força diretamente proporcional à duração do jato.

A manha do jogo é saber quanto empuxo dar em cada direção, executando a força necessária pra mover ou parar o módulo, e anular a força da gravidade e manter o módulo descendo lentamente. E você também pode girar a nave pra se movimentar de forma mais eficiente. O objetivo é usar esses controles pra trazer o módulo ao chão com segurança.

Pra complicar a missão, você tem uma quantia finita de combustível. Cada ativação dos propulsores consume uma quantia de combustível. Por isso, se sua aterrissagem não for eficiente — ou seja, se você demorar demais pra atingir um bom ângulo de aproximação –, você poderá acabar sem combustível, sua nave se tornando um bólido cadente em direção à Lua.

Você tem que admitir que, no contexto dos anos 70, um jogo baseado em física vetorial e consumo equivalente de combustível era bastante realista.

E como muitos arcades daquela época, o jogo acabou sendo portado pra PCs. Em 1981 a Adventure International lançou um port virtualmente idêntico pro PC, e foi assim que o conheci. E atualmente jogo no Nintendo DS, no pacote Atari’s Classic Games.

Download da Pérola: AQUI!

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Tom & Jerry: Yankee Doodle’s CAT-astrophe

Tudo bem que Tom and Jerry perderam sua relevância cultural há uns dez anos, mas este clássico permanecerá pra sempre nas nossas memórias. Na minha, pelo menos.

Tom & Jerry: Cat-astrophe foi, até onde sei, o primeiro jogo a dispor do open-world gameplay que se tornaria o símbolo da série GTA. Produzido pela HiTech Expressions em 1990 (e baseado num episódio de mesmo nome), no jogo não havia fases, chefões, nem uma missão específica pra cumprir. Por ser um conceito bastante diferente, demorou um tempo pra entender que não havia um castelinho pra eu chegar nem uma bandeirinha pra abaixar no final do mapa.

O jogo te colocava no papel do Jerry, num porão junto com o Tom, e a premissa do negócio era simplesmente encher o saco do gato com os objetos que você podia encontrar lá. Havia um aviãozinho do qual você podia jogar lâmpadas no Tom, um carrinho no formato de um pedaço de queijo que você usava pra atropelar o gato, entre outras coisas. E o gato também tem um arsenal pra usar contra você — marretas gigantes, dinamite e outras coisas que se encaixam nesse perfil de violência cartunesca.

A idéia de um jogo que não te obriga a trilhar um caminho determinado e ao invés disso te incentiva a apenas aloprar com os NPCs (neste caso, apenas um) era bastante original na época, e por isso Cat-astrophe foi um dos meus jogos favoritos por muito tempo.

Download da Pérola: AQUI!

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The Incredible Machine

Esse aqui é um jogo de originalidade incomparável. Produzido pela Jeff Tunnell Productions e distribuído pela Dynamix em 1990, em TIM você usa diversos objetos (alguns mais incomuns que outros) pra criar máquinas Rude Goldberg e atingir certos objetivos. Pra moleques cuja nerdice despertou cedo e sempre gostaram de entender como certas máquinas e bugingangas funcionam, e além disso tinham a vontade de criar seus próprios mecanismos movidos por hamsters, TIM era um prato cheio.

Essencialmente, The Incredible Machine veio pra preencher o vazio nos corações de todas as criança que assistiram Esqueceram de Mim sabendo que jamais teriam a oportunidade de espalhar pela armadilhas automáticas tão bem elaboradas quanto as do filme.

Não que isso nos impediu de tentar, às vezes com resultados bastante diferentes daqueles que vimos no filme. RIP Totó, 1989-1991. Eu não sabia que aquele ferro de passar ainda está ligado, me perdoe.

Eu nunca fui um gamer muito movido por objetivos. Em Gears of War/GTA4 só jogo online. Em jogos de estratégia, nunca jogo as missões, sempre o modo multiplayer/skirmish sem conexão com a história. Em qualquer jogo que há uma forma de jogar sem cumprir as missões propriamente ditas, é geralmente esse modo que eu passarei mais tempo jogando.

The Incredible Machine foi o único jogo em que o desafio do avanço pra próxima fase realmente me motivou.

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Sokoban

Sokoban é aquele tipo de jogo clássico que é portado pra duas mil plataformas diferentes, em vários clones diferentes, porque o conceito nunca realmente morre. Sokoban foi criado em 1980 por um sujeito chamado Hiroyuki Imabayashi, e publicado dois anos depois pela Thinking Rabbit, uma softhouse japonesa. Ao menos isso é o que a Wikipedia diz; segundo o Abandonia, o jogo foi criado em 1984 pela igualmente japonesa Spectrum Holobyte. Quem está certo?

Who the fuck cares?

Em Sokoban, você é um sujeitinho que precisa empurrar caixas pra certos pontos em cada mapa. Você só pode empurrar uma caixa de cada vez, e não puxa-las. O design das fases é sempre de tal forma que faz com que você tenho que jogar cada mapa cinquenta vezes até finalmente entender a manha requerida.

Os primeiros mapas são bastante fáceis, e vão ficando progressivamente difíceis até você abrir fases que te fazem expelir um “taquepariu, nem Jesus Cristo poderia vencer essa fase”. Havia até um editorzinho de mapas e, se você fosse particularmente talentoso E filho da puta, podia fazer como eu e criar várias fases impossíveis de serem completadas pra rir da cara dos seus amiguinhos, que só descobririam isso cinco horas depois.

Download da Pérola: AQUI!

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Cannon Fodder

Ahh, Cannon Fodder… quantas piadinhas juvenis a gente não fazia com o nome desse jogo (que significa, literalmente, “bucha de canhão”)?

Esse aqui é um clássico da estratégia em tempo real. Em 1996 a Sensible Software lançou Cannon Fodder pro Amiga, e em seguida portou pra praticamente tudo que era console disponível na época – 3DO, Jaguar, Game Boy Color, Mega Drive, SNES e outros.

Cannon Fodder é um jogo de estratégia bem simples. Não há coleta de recursos, construção de bases nem nada disso – você simplesmente controle quatro soldadinhos com o mouse, usando o botão esquerdo pra envia-los a um determinado ponto, e o direito pra atirar. Em Cannon Fodder 2 eles até colocaram um jipezinho e tanques que você pilota em algumas fases.

Cannon Fodder causou polêmica porque a caixa do jogo trazia a imagem de uma flor que era usada pela Legião Real Britânica como símbolo dos veteranos da Primeira Guerra Mundial. Aparentemente os velhinhos lá não tinham mais sobre o que reclamar, e resolveram encher o saco de programadores. Depois de muita confusão a arte da caixa foi alterada, mas a loading screen do jogo ainda exibia a flor.

Mas a polêmica não acaba por aí. No jogo, sempre que você perde um soldadinho, você é mostrado uma tela em que vários outros soldados se enfileiram, prontinhos pra serem recrutados pra próxima missão. Isso, aliado ao fato que o termo “cannon fodder” significa justamente “bucha de canhão” (o que faz insinuação de “soldados descartáveis”), provocou ainda mais controvérsia. O jogo foi até banido na Alemanha, veja você.

O que a turma não entendeu é que o jogo era um discurso sarcástico meio hippie sobre a futilidade da guerra e essas coisas; eles não estavam glorificando guerras e sim satirizando. Ao menos foi a desculpa que os caras deram.

Em 2006 a IGN reportou que um remake pro PSP estava a caminho, tinha até screenshots. Eventualmente a Codemasters — responsável pelo port — cancelou o projeto. É uma pena, mas de qualquer forma ainda posso jogar a ROM do Cannon Fodder pra SNES no PSP.

Download da Pérola: AQUI!

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Prince of Persia

Prince of Persia foi o precursor de um estilo de gameplay meio falecido hoje em dia — o sidescrolling adventure. Ou seja, aqueles joguinhos de aventura em que você tem apenas uma parte da fase na tela, e quatro saídas em cada lado. Passe por uma dessas saídas, e você verá outro pedaço da fase. Jogos clásicos que participam do mesmo gênero incluem Out of This World, o Metroid original e o (excelentíssimo) Blackthorne.

A história era simples — alguém sequestrou a sua princesa, e você tem que salva-la. O interessante é que você tinha um tempo determinado pra salva-la. Se demorasse demais, já era.

A primeira versão do jogo foi desenvolvida em 1989 por um sujeito chamado Jordan Mechner — que fotografou seu irmão em diversas ações diferentes e depois usou os frames fotográficos como referência pra desenhar o bonequinho do jogo por cima, um processo chamado rotoscopia.

Prince of Persia foi provavelmente o primeiro jogo de PC que 99% dos nerds viram na vida. Por isso tive que voltar ao post pra que adiciona-lo a lista, já que sua ausência aqui é quase que negligentemente criminosa.

Download da Pérola: AQUI!

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comments

Categorias: Games, Minha infância, Top X

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

83 Comentários \o/

  1. PG says:

    Hã… TIM parece ser for Windows.

  2. Trovalds says:

    Esqueceu de Flash Back (http://en.wikipedia.org/wiki/Flashback_(video_game))e como cometeu o crime de APENAS citar Blackthorne?

    Ok, Flash Back não é tão antigo assim (1992), mas era um jogo FODA.

  3. Caraca!
    Joguei MUITO Alley Cat e chorei uma lágrima de plancton vendo o vídeo no youtube.

    Joguei tb o port do Burger Time pro Intellivision (fucking google it), ou seja, ele é mais antigo nesse console do que no NES.

    Digger e PoP completam a trilogia do “putz, como eu sinto saudade do meu PC com 4Hz, sem ‘winchester’ e com monitor de fósforo verde”.

    Ótimo post!

  4. Felipe says:

    Kid, já jogou um jogo chamado Twinsen Odyssey?

  5. Emanuel says:

    Cara, joguei muitos desses nos PCs da escola, no Ensino Fundamental…
    (Ah, a instrutora Michelle…)
    Me deu saudade dos tempos de moleque, mesmo.

  6. Wilerson says:

    +1 que jogou Alley Cat (gato.exe) num 286 Itautec de monitor verde sem winchester, um disquete pro DOS e um disquete com jogos.

    • Alley Cat fazia companhia para o jogo JET.com (não era nem exe o executável)

      Esse era um joguinho de nave, onde a LUA (quando se pilotava a noite) era um polígono de não mais do de 5 vértices. Depois esse passaria a ser substituido pelo F15!

  7. @crscampos says:

    Burgertime .. saudosismo LEVEL 10 aqui .. jogava esse no Odissey .. esse post merece uma part II

  8. Bruno says:

    Putz… Peguei o Prince ainda mais antigão… Um monitor toscamente amarelado, com sons produzidos pelo falante da placa-mãe… Muito tosco.

    E o Tom & Jerry Cat-astrophe… Caralho… Lembro da gente jogando isso lá na tua casa. Perturbei meu pai pra conseguir esse jogo pra mim, mas ele nunca conseguiu.

    Tenho certeza que seria um cara bem mais nerdicamente realizado hoje em dia se eu o tivesse conseguido ainda moleque.

    Mas manda pra gente ae umas resenhas de jogos antigões da Lucas Arts, tipo Loom, The Dig, e outros que rolavam naquelas revistas CD-ROM.

  9. Carol says:

    Joguei alguns desses.. e gosto do estilo Prince of Persia..
    Lembro que jogava um que eu chamava de keen mas se nao me engano o nome era ou é commander keen.. passava horas do meu dia jogando…

  10. Vincenzo says:

    Stunts? SR?

    • Fábio says:

      Stunts! o/
      Fantástico editor de pistas. Descobri até um bug que fazia você pegar trocentos por hora com o carro de fórmula Indy, dava rampadas que iam até o teto invisível do mundo da pista!

      • Stunts era LENDÁRIO!

        Acho que nunca mais lançarão um jogo de corrida tão divertido como ele!!!

        Adorava montar pistas cheia de rampas para jogar nelas depois… E o maior barato era arrebentar o carro da forma mais violenta possível, e salvar depois o replay ;D

    • Vincenzo says:

      SR = Street Rod

  11. Blyter says:

    atualizou os links, ao menos? XD

    eh, eu tava tentando pegar o incredible machine XD valeu

  12. Fábio says:

    Outro dos tempos do som de speaker da placa-mãe é um chamado Dangerous Dave, que inclusive com ele catequizei as duas secretárias de onde eu estagiava para o mundo dos games.
    PS: cara, nem lembrava isso, googleando o bixo re-descobri que quem fez ele foi o JOHN ROMERO!

  13. Knux says:

    cadê commander keen?!

  14. Grandeirmao says:

    Poxa Kid, esqueceu do Civilization! É um pouco complicado pra iniciantes, mas altamente viciante e até hoje jogável. Bom, depende da paciência de cada um também, né…

    E o processo de descer na Lua se chama alunissagem. 🙂

  15. charles says:

    acho que era o único que passava tarde no battlechess…

  16. Morroida says:

    Só vou deixar aqui dois screenshots da minha tela que comprovam vosso amadorismo antigo-gamístico

    http://img.skitch.com/20091005-k5tx9ht4t24majjjktdg4f6s1s.jpg

    http://img.skitch.com/20110208-x5q6pyyjdfei2ib1set16j5kxj.jpg

    Grato.

  17. Marcelo Eiras says:

    O primeiro jogo open world foi Elite de 1984

  18. Raoni says:

    *alunissar

  19. Marília says:

    Nossa! Há muito tempo queria lembrar o nome do joguinho do gato, o tal alley cat, que jogava quando tinha uns 5 ou 6 anos, e até brigava com meu irmão depois da escola pra ver quem ia jogar primeiro! Valeu, Kid!

  20. Rukasu says:

    Senti falta de Carmen Sandiego, mas não sei se é clássico o suficiente p/ entrar na lista. Sou novo e só tive contato com o Prince of Persia, na década de 90.

    • Blyter says:

      carmen sandiego? pra mim eh clássico, sim. merecia estar na lista mesmoXD e naquela época (a qual, embora tenha vivido, não usufrui)os jogos de PC pareciam bem mais criativos para suprir o fato de que os gráficos apanhavam até mesmo para um video game da mesma geração

  21. TheOverlord says:

    Perdi muito tempo de vida jogando The Settlers II e Worms Armageddon (não tão velho assim, mas ainda era Worms), e confesso que tinha me esquecido do Cat-astrophe, que joguei muito nos computadores da escola. Se não me engano o jogo continha várias referências a um episódio específico de Tom & Jerry que se passa naquele porão.

  22. Lana says:

    Caramba, Prince of Persia, a nostalgia bateu forte aqui. Acho que não tinha nem 6 anos quando descobri que tinha esse joguinho no laboratório de informática do colégio. Worms só fui jogar o segundo e se bobear ainda tenho ele aqui no notebook, puta jogo genial.

  23. Kallebe says:

    Cannon Fodder foi o único que joguei. Só tive um PC em 2003. Joguei no emuldor de Mega Drive (Gens). Muito bom.

  24. @renanferrari2 says:

    Cadê Zork? (clássico dos clássicos) LOL

  25. Tito says:

    E hoje em dia a gurizada pensa que “Prince of Persia” é esses novos que parecem god of war

  26. Nossa, alguns nunca ouvi falar. Mas deu pra fazer um efeito de nostalgia.

  27. armstrong says:

    jogos de dos que eu lembro que jogava: carmen sandiego, elifoot 98, full throttle e um do beavis and butthead que nao lembro o nome ao certo

  28. Carol says:

    Nossa, muitíssimo obrigada por compartilhar!
    Já jogou Maniac Mansion, o primeirão? Provavelmente sim. Eu adorei.

  29. Skooter says:

    Daí joguei Alley Cat, TIM e Sokoban. Prince of Persia eu tinha mas achava um saco.

    Dos que eu gostava faltou na lista:
    -- Street Rod
    -- Kings of the Beach
    -- Pinball Fantasies
    -- Indianapolis 500
    -- World Circuit

    E os clássicos da Lucas Arts (e que rodam no ScummVM):
    -- Day of the Tentacle
    -- Full Throttle

  30. says:

    Putz, Alley Cat!! Regredi algumas décadas…

  31. Nicholas says:

    Quando meu pai comprou um 486 DX 66 Mhz foi uma revolução. Sem mais slowdown quando dávamos ‘dir’ num diretório com muitos arquivos.

    Sem mais.

  32. Fábio says:

    Lembrei de outro: quem já jogou Tyrian? Ele é prá DOS, e é simplesmente o melhor “jogo de navinha” que já joguei. Altamente recomendável.

    • Diego Marques says:

      Com certeza! Um dos melhores jogos de “navinha”! dava pra jogar multiplayer, um no teclado e outro no mouse! mto bom!

  33. molotov says:

    Full Throttle, Wolf/Lion (jogos onde você era um lobo/leão, respectivamente, e tinha de sobreviver na natureza -- caçar, cagar, dormir, trepar; era mágico pra época), The Dig, Constructor (eu ainda jogo o Street Wars), Carmen Sandiego, Arknoid…

    Mais pro fim da infância, Pokemon Blue no emulador NoCashForAGameBoy.

    Bons tempos.

  34. @Lucas_lol says:

    Porra Kide, esqueceu de Dangerous Dave!! Ótimo post cara! Altas lagrimadas aqui. Meu pai tinha um K6-2 550, com 32 de ram e 512 de HD! Não é de DOS, mas, esses dias eu achei Twinsens Odyssey, que eu jogava compulsivamente quando era pequeno, e, acho que era um dos melhores jogos da epoca também.

  35. Anonimous says:

    eeeh saudade de jogar The Incredible Machine a tarde inteira de domingo num IBM486…

  36. MisterK2 says:

    Buggertime, acho que foi um dos jogos mais portados pra tudo quanto era plataforma… talvez perca só pro PacMan…
    http://strategywiki.org/wiki/BurgerTime/Versions

    No MSX ele tinha o interessante nome MacAttack!

    Stunts era da mesma produtora do Prince of Persia… a Broderbund.. o que me fez lembrar de um jogo muito maneiro da época do meu 286 que também era da mesma empresa: “Where in the World Is Carmen Sandiego?”

  37. André Lacerda says:

    Oldschool gamer = certamente jogava jogos no DOS com sons produzidos pela placa mãe. Eu me lembro que Prince of Persia também usava esse recurso.
    O tópico me fez lembrar e ter saudade do meu CD-ROM com 150 jogos pra DOS que ocupou boa parte da minha infância, com jogos como Stunt, aquele da Ford, Zool, Abuse (VÍCIO!) e outros que, de fato, nem sei o nome.

  38. kdu says:

    Eu lendo esse bloguinho q não lia faz tempo e lembrei. E o seu amigo Eduardo do fazsentido?? Hahahaha!!! Cadê ele??

  39. Darox says:

    Muito bom, com link ficou melhor ainda hehehe.

  40. Richard says:

    Muitos dos que eu joguei faltara ae … Os primeiros Nascar rodavam no DOS, e tenho boas memórias de andar na contra mão das corridas como um débil mental só pra ver os resultados dos estragos …

  41. Piero says:

    Gorilla era um visual basic script que acompanhava o qbasic da Microsoft no MS-DOS 5.x. Joguei muito, seria este o antecessor de worms! Você determinava o ângulo e a velocidade e ele atirava uma banana que atravessava a cidade para destruir o oponente. Também era preciso corrigir o vento, e por vezes prédios dificultavam a mira ao alvo. Eu jogava num 386, mas já vi rodar num XT.

    E aposto que meu Pentium 166 com overclock para 233 em 1996 chutava longe o 133 do seu pai, mesmo com apenas 32MB de RAM.. heheh 😛

    • Marcel says:

      O gorilla era distribuido com código fonte junto com o QBasic do DOS da microsoft. Junto dele tinha o nibbles.bas, o famoso jogo da cobrinha…

  42. Mésclos says:

    Sugestões para a próxima lista:

    Abuse
    Age of Empires
    Alien Carnage
    Alladin
    Alone in the Dark I, II, III
    Battle Bugs
    Battle Chess
    Black Thorne
    Blood
    Budokan
    California Games II
    Cannon Fodder, II
    Carmageddon, II
    Carmen San Diego
    Command Conquer
    Commandos
    Constructor
    Dangerous Dave
    Descent, II
    Desert Strike
    Dogs
    Doom, II
    Dude
    Duke Nukem
    Epic Pinball
    Flashback
    Frankstein: Through Monster’s Eye
    Full Throttle
    Gabriel Knight, 2
    Golden Axe
    Grim Fandango
    GTA, II, III, Vice City
    Hocus Pocus
    Ironman Super Offroad
    Jazz Jackrabbit
    Kings Quest
    Lemmings, II
    Loom
    MDK
    Megarace, II
    Micro Machines
    Monkey Island
    Mortal Kombat, II
    Oddworld: Abe’s Oddysee
    One Must Fall 2097
    One Must Fall 2097
    Out of this World
    Pinball Fantasies
    Prince of Persia, II
    Rayman
    Sam and Max
    Sim City, 2000
    SimAnt
    SimFarm
    Spear of Destiny
    Starcraft
    Stunts
    Super Frog
    The Dig
    The Incredible Machine, II
    The Lion King
    The Lost Vikings
    The Need for Speed
    Theme Hospital
    Tomb Raider
    Total Annihilation
    Transport Tycoon
    Twinsen’s Odyssey, II
    Unreal Tournament
    Wacky Wheels
    Warcraft, II, III
    Wolfeinstein 3D
    Worms
    X-COM Ufo Enemy Unknown, II

  43. @mosblenarufa says:

    repost?

  44. André says:

    “não consigo justificar pra mim mesmo o fato de que a cada sete ou oito meses eu preciso fazer uma longa e tediosa manutenção de software” -- Mas a cada 5 anos vc precisa comprar um novo console tb, então dá no mesmo.

    Sem falar que a cada 7 ou 8 anos você VAI trocar o PC de QUALQUER JEITO, pq apos esse periodo de tempo ele vai começar a engastar até mesmo pra realizar as tarefas do proprio Windows.

  45. Amanda says:

    Caraaaacolis!!! Eu joguei The Incredible Machine no meu velho lentium 100!!! Nem sabia o nome do jogo, achei que nunca mais fosse ver!!! =P

  46. João Ricardo says:

    “você é mostrado uma tela ”

    o português manda lembrança em Kid!

  47. pertubado - bairro do salgado says:

    nem li ainda mas tem worms
    ficou um post do beretta

    esse fdp nem responde

  48. @brunogdb says:

    Caralho, estava com saudade da maioria! Agora quando puder eu vou baixar! Faltou o Constructor! Eu tinha3 o CD dele aqui em casa…

  49. Moises Freire says:

    TIM e SOKOBAN!!! quando os dois até hoje quando bate a saudade.

  50. sebastiao neto says:

    Esse Mr.Do era uma copia do Dig Dug da Namco http://en.wikipedia.org/wiki/Dig_Dug .

  51. Leonardo Carvalho says:

    Só o Alley Cat já valeu a visita… heheheh

    Isso que eu jogava ele “verde”…

    Outro jogo das antigas que eu tenho procurado é Black Thorne… ainda hei de conseguir uma copia que funcione.

  52. Essa listagem é boa mas são jogos coloridos, “evoluídos”. Eu comecei em um TK-82C de apenas 2Kb de RAM (compatível c/ o ZX-81 inglês) com jogos em fita K7. Pois é… Vou completa 40 anos 🙂

  53. Hawk says:

    Nostalgia pura…

    Os únicos que me lembrei foram o de pousar a nave e o do Tom e Jerry.

    Bons tempos que não voltam mais.

  54. Muito bom o post Kid, valeu mesmo!
    Mas você não é old school, senão teria citado o Dangerous Dave!!!

  55. Renato Rios says:

    Espinho pretooooooooooo! =D

  56. crscampos says:

    excelente post .. cara, burgertime jogava no odissey lá nos idos de 1986 .. settlers joguei em 2001 na febre do age of empires, mas acabei preferindo este último .. e tb acertou no termo ALUNISSAGEM no tópico do lander .. abraço

  57. @ericksonleon says:

    Alley cat! saudades deste joguinho. Quando via a imagem a musiquinha comecou a tocar na minha mente. Muitas horas na frente de um XT com monitor CGA cuja imensa placa de video possuia 64kB de memoria…

  58. Gary says:

    Eu não joguei exatamente prince of persia, mas quando eu tinha um SEGA (daqueles com um milhão de jogos na memória e que vc podia botar cartucho) eu já joguei um aladin, baseado na mesma história.

    O Lunar Lander tem pra baixar na Chrome Web Store. Quando eu achei passei um fim de semana inteiro jogando.

  59. Danilo Silva says:

    Belo Post Izzy!! Lembro-me muito bem destes jogos pois quando ganhei meu primeiro PC só havia internet discada na minha cidade, então eu tinha que instalar os jogos menores e de graficos menos definidos, que era o que meu Pentium 100 jogado pra 133 e minha placa de vídeo SIS de 4MB conseguiam rodar. Lembro-me também da dificuldade de consegui-los já que eu só conseguia os jogos do meu amigo nerd que sabia dividir o arquivo em vários disquetes pelo Winzip.
    Parabéns pelo Blog Izzy, mandarei mais feedbacks com certeza. Até!

  60. Manu says:

    Só faltou Carmen Sandiego. :~~~

  61. Fernando Fragueiro Almofrey says:

    Meus caros, bom dia!

    Algum de vocês lembra de um joguinho de pc, do tempo do 386, que rodava num disquete 3/4, era de luta, com robôs, so consigo lembrar disso, e que os robôs pareciam bichos, tipo uma águia, umas coisas assim. Bem simples mas muito divertido esse joguinho, eu nunca o encontrei, devo ter jogado em 92/94… por aí.

  62. Diego Marques says:

    só não joguei o primeiro, os outros são sensacionais, minha infância em pixels e cores cga.

  63. Mônica says:

    Olá!
    Kid ou leitores, por acaso alguém lembra do jogo, parecido com o Digger,só que ao invés da maquina é um homem com uma picareta?Mesmo esquema, coleta dimantes e tem as fases.Por favor, estou louca por esse jogo!rs