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><channel><title>Hoje é um Bom Dia &#187; Games</title> <atom:link href="http://hbdia.com/game/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://hbdia.com</link> <description></description> <lastBuildDate>Wed, 23 May 2012 14:19:12 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.2</generator> <item><title>Assim fica difícil se empolgar pra comprar um PS Vita</title><link>http://hbdia.com/game/assim-fica-dificil-se-empolgar-pra-comprar-um-ps-vita/</link> <comments>http://hbdia.com/game/assim-fica-dificil-se-empolgar-pra-comprar-um-ps-vita/#comments</comments> <pubDate>Thu, 03 May 2012 17:21:11 +0000</pubDate> <dc:creator>Izzy Nobre</dc:creator> <category><![CDATA[Games]]></category><guid
isPermaLink="false">http://hbdia.com/?p=7223</guid> <description><![CDATA[Eu sempre fui fanzaço de consoles portáteis. Aliás, tenho uma pequena coleção deles aqui no meu santuário da Nintendo: Falta o DS Lite e o PSP, que eu deixo na gaveta do escritório porque realmente como você pode bem ver, simplesmente não cabe mais nada nessa vitrine. Então. O PS Vita foi lançado esse ano...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Eu sempre fui fanzaço de consoles portáteis. Aliás, tenho uma pequena coleção deles aqui no meu santuário da Nintendo:</p><p><a
href="http://img.hbdia.com/2012/05/dss.jpg"><img
class="aligncenter  wp-image-7224" style="border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid;" title=":~" src="http://img.hbdia.com/2012/05/dss.jpg" alt="" width="491" height="366" /></a></p><p>Falta o DS Lite e o PSP, que eu deixo na gaveta do escritório porque realmente como você pode bem ver, simplesmente não cabe mais nada nessa vitrine.</p><p>Então. O PS Vita foi lançado esse ano (por um preço que rivaliza o de um console &#8220;de mesa&#8221;, o que é meio absurdo) e <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/PlayStation_Vita#Sales" target="_blank">não vem vendendo muito bem</a>. Não há nenhum jogaço imperdível ainda (talvez o Uncharted e olhe lá), a bateria dura pouco, não posso rodar meus jogos de PSP nele&#8230; enfim, não estou lá super interessado em comprar o bicho.</p><p>E um dos motivos é que eu já tenho no meu bolso um aparelho perfeitamente capaz de não apenas me prover a jogatina mobile simples necessária pra não morrer de tédio em algumas situações chatas dessa vida maldita (os Angry Birds da vida), mas o iPhone é capaz disso aqui também:</p><p
style="text-align: center;"><p><a
href="http://www.youtube.com/watch?v=UZIcFNBiadc">http://www.youtube.com/watch?v=UZIcFNBiadc</a></p></p><p><strong>OLHA ISSO MANO</strong>. Olha essa porra. É um FPS <em>com multiplayer online</em> com veículos e gráfico de console de verdade, caralho. Você lembra que nem faz tanto tempo assim quando nossos jogos de celulares eram isso aqui?</p><p><a
href="http://img.hbdia.com/2012/05/joguinho.jpg"><img
class="aligncenter size-full wp-image-7225" style="border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid;" title="E ERA LEGAL PRA CARALHO" src="http://img.hbdia.com/2012/05/joguinho.jpg" alt="" width="268" height="455" /></a></p><p>Sim, eu já sei o que você está pensando. &#8220;<em>Mas Quide mimimi bububu iPhone não tem controles de verdade como vou jogar um FPS assim</em>&#8220;. Sabe o que também não tinha um controle &#8220;de verdade&#8221; pra FPSs?</p><p><a
href="http://img.hbdia.com/2012/05/nintendo64.jpg"><img
class="aligncenter size-full wp-image-7226" title="CHECKMATE" src="http://img.hbdia.com/2012/05/nintendo64.jpg" alt="" width="300" height="273" /></a></p><p>Olha esse controle do Nintendo 64. <strong>OLHE PARA ELE</strong>. Absorva todo o absurdo que era aquela merda aparentemente desenvolvida para uma raça mutante com 3 mãos.</p><p>E aquele analógico absurdamente tosco e mal posicionado? Aliás, aquele trocinho do controle do N64 não era nem um analógico &#8220;de verdade&#8221;, era um joystick mesmo. Negócio meio retrô.</p><p>E sabe o que era legal pra caralho jogar nele?</p><p
style="text-align: center;"> <a
href="http://img.hbdia.com/2012/05/goldeneye.jpg"><img
class="aligncenter  wp-image-7227" style="border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid;" title="AHHH MOLEQUE SEGUNDO CHECKMATE NESSA PORRA" src="http://img.hbdia.com/2012/05/goldeneye.jpg" alt="" width="432" height="296" /></a></p><p
style="text-align: left;">Poisé. Naquela época o que a gente compreendia de controle de FPS era teclado e mouse; a idéia de usar um controle de videogame pra um jogo de tiro em primeira pessoa (&#8220;jogo estilo Doom&#8221; era a nomenclatura da época) era absurda. Não dá. Não é a mesma coisa. É uma porcaria!</p><p
style="text-align: left;">Quinze anos depois há uma geração inteira que só sabe jogar jogo de tiro no controle do Xbox 360 ou do PS3. E aí?</p><p
style="text-align: left;">Voltemos no tempo um pouco mais e podemos presenciar uma outra mudança de paradigma. Na época de Doom e Duke Nukem, o controle usado por FPSs ainda era o teclado.</p><p
style="text-align: left;">Lembro que até tinha uma opção pra mover a mira com o mouse, mas ela era usada apenas por malucos ou quando você queria zoar as configurações do jogo de um amigo. Por via de regra, jogo de tiro era nas setinhas do teclado, atirando com o Ctrl e abrindo portas com a barra de espaço.</p><p
style="text-align: left;">Aí surgiu este joguinho aí:</p><p
style="text-align: center;"><p><a
href="http://www.youtube.com/watch?v=uoymvB10qbs">http://www.youtube.com/watch?v=uoymvB10qbs</a></p></p><p
style="text-align: left;">O nome do joguinho é <a
href="http://tvtropes.org/pmwiki/pmwiki.php/Main/Abuse" target="_blank">Abuse</a> (yep, é um link do TVTropes. Diga adeus à sua produtividade hoje), e está até disponível pra iPhone (com o nome &#8220;<a
href="http://www.google.ca/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=4&amp;ved=0CEUQFjAD&amp;url=http%3A%2F%2Fitunes.apple.com%2Fus%2Fapp%2Fabuse-classic%2Fid326397227%3Fmt%3D8&amp;ei=bruiT9S2LOXkiALiq5DBBw&amp;usg=AFQjCNHbwngR34FhnMgYvVn5mU0ybRUYcA" target="_blank">Abuse Classic</a>&#8220;). O jogo foi um dos pioneiros em dividir o controle entre o teclado e o mouse.</p><p
style="text-align: left;">E na época, essa era a <strong>MAIOR</strong> crítica ao jogo. &#8220;É muito difícil operar teclado e mouse ao mesmo tempo&#8221;. &#8220;É um sistema muito esquisito&#8221;. &#8220;Pra que criar moda? Seria melhor se fosse só no teclado&#8221;. Alguns anos mais tarde, não consegue se imaginar um esquema de controle diferente pra jogos de tiro. Qualquer tentativa de modificar isso é anátema.</p><p
style="text-align: left;">Acho que alguns de vocês são meio novinhos e por isso só conhecem o microcosmo gamer pelo cenário atual. O paradigma de controle já mudou diversas vezes, você que não presenciou isso, ou talvez não lembra.</p><p
style="text-align: left;">Por isso nao tenho essa ojeriza que vocês têm por controles de toque. Eu já me adaptei perfeitamente e digo sem exagero: meu desempenho num FPS online de iOS é <em>melhor</em> que num do Xbox 360, acredite se quiser. Aliás, não precisa acreditar em mim não: quem jogava Modern Combat 2 online comigo sabe que, modéstia a parte, eu <strong>ESTUPRAVA</strong> naquele game.</p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://img.hbdia.com/2012/05/toma-infeliz.jpg"><img
class="aligncenter  wp-image-7228" style="border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid;" title="Toma, infeliz" src="http://img.hbdia.com/2012/05/toma-infeliz.jpg" alt="" width="630" height="420" /></a></p><p
style="text-align: left;">Parem com essa frescura de &#8220;<em>mimimi não tem controle</em>&#8221; em relação a jogos de plataformas como o iPhone ou o iPad. Tem controle sim, você que é cabeça dura demais pra acompanhar mais uma mudança.</p><p
style="text-align: left;">Se o PS Vita quer me convencer, ele terá que fazer mais que apenas ter botões.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://hbdia.com/game/assim-fica-dificil-se-empolgar-pra-comprar-um-ps-vita/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>26</slash:comments> </item> <item><title>[ Joguinho Viciante da Semana ] Ballmaster</title><link>http://hbdia.com/game/joguinho-viciante-da-semana-ballmaster/</link> <comments>http://hbdia.com/game/joguinho-viciante-da-semana-ballmaster/#comments</comments> <pubDate>Tue, 01 May 2012 19:45:12 +0000</pubDate> <dc:creator>Izzy Nobre</dc:creator> <category><![CDATA[Games]]></category><guid
isPermaLink="false">http://hbdia.com/?p=7195</guid> <description><![CDATA[Tá de saco cheio de Angry Birds? Tenho algo melhor aqui pra você. CLICA NESSA MERDA RÁPIDO PRA VER O QUE É.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Pela primeira vez, um jogo nacional aqui no JVdS !</p><p>Nossa, que sigla horrorosa. Não se preocupe, tal qual o Doutor Frankenstein eu já me arrependo de minha criação e prometo que não acontecerá novamente.</p><p>Então, o jogo da vez aqui no <strong>JVdS</strong> é o Ballmaster!</p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://img.hbdia.com/2012/05/ingame1.jpg"><img
class="wp-image-7196 aligncenter" style="border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid;" title="Ballmaster!" src="http://img.hbdia.com/2012/05/ingame1.jpg" alt="" width="491" height="369" /></a></p><p>O Ballmaster é um desses joguinhos de premissa super simples mas com um maldito placar que te compele a joga-lo duzentas vezes pra tentar quebrar os próprios recordes.</p><p>É o seguinte: um timer de 30 segundos começa, e você tem que encestar o máximo de bolas possíveis. Desenhando uma trajetória com o dedo na tela você materializa uma bola que voa em direção da cesta; tem que ter a manha de aplicar a força certa e o ângulo certo pra bola entrar.</p><p>Nossa, e eu achando que o comentário sobre o nome do jogo seria a única coisa homoerótica desta resenha.</p><p>Como no basquete de verdade, a distância do arremesso influencia a pontuação — cestas de pertinho valem apenas 2 pontos, enquanto encestadas “de longe” contabilizam 3. Há bônus caso você consiga “combos”, ou seja, acertar várias cestas sem errar.</p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://img.hbdia.com/2012/05/treino3.jpg"><img
class="wp-image-7197 aligncenter" style="border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid;" title="treino3" src="http://img.hbdia.com/2012/05/treino3.jpg" alt="" width="491" height="369" /></a></p><p>Todos os sonzinhos característicos do basquete estão lá, do som das bolas quicando na quadra ao satisfatório “swish” de uma bola sendo expertmente encestada.</p><p>Esse é o tipo de jogo perfeito pra uma fila de banco ou outras situações entediantes em que você quer se distrair, mas não tá afim de jogar um game mais “profundo”. Ah, e tem o esquema do placar.</p><p
style="text-align: center;"> <img
class="aligncenter" style="border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid;" title="Ballmaster!" src="http://i.imgur.com/eyUMZ.jpg" alt="" width="491" height="369" /></p><p>Não sei quem é este AONOFRIO mas odeio-o.</p><p>Como todo jogo de placar online, existe a motivação para, como dizia o Ash Ketchum na abertura em inglês de Pokemon , &#8220;<em>be the very best like no one ever was</em>&#8220;. Evidentemente não sou <em>the very best like no one ever was</em>, porque meus 130 pontos da minha melhor partida ficaram <strong>MUITO</strong> abaixo dos setecentos e cacetada que este tal de AONOFRIO fez.</p><p>Se alguém me fazer o favor de destronar este desgraçado, me mande screenshot disto. Eu sei que vocês são capazes.</p><p>Desgraçado.</p><p>Vou ter que gastar um tempinho no modo de treino do jogo — onde não há tempo e você pode ficar atirando bolas contra a tabela até o cu fazer bico, pra AFIAR o skill.</p><p>Mas é isso aí. <strong><a
href="http://itunes.apple.com/us/app/ballmaster/id355689042?mt=8" target="_blank">Baixe este jogo, rapaz</a></strong>!</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://hbdia.com/game/joguinho-viciante-da-semana-ballmaster/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>5</slash:comments> </item> <item><title>Venha se viciar em Shadow Era com a gente, rapaz!</title><link>http://hbdia.com/game/venha-se-viciar-em-shadow-era-com-a-gente-rapaz/</link> <comments>http://hbdia.com/game/venha-se-viciar-em-shadow-era-com-a-gente-rapaz/#comments</comments> <pubDate>Tue, 03 Jan 2012 00:00:00 +0000</pubDate> <dc:creator>Izzy Nobre</dc:creator> <category><![CDATA[Games]]></category><guid
isPermaLink="false">http://tambotech.com.br/hbdia/?p=4614</guid> <description><![CDATA[Opa, primeiro post de 2012! Já caguei a promessa de postar todo dia neste ano, então foda-se. No ano passado falei de Shadow Era, um jogo de estratégia de cartas (conhecido também como &#8220;TCG&#8221; ou &#8220;CCG&#8221; caso você seja uber nerd que abriga restos de Cheetos entre as tetinhas). O nome disso é &#8220;ginecomastia&#8221; aliás,<a
href="http://hbdia.com/wordpress/game/venha-se-viciar-em-shadow-era-com-a-gente-rapaz/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Opa, primeiro post de 2012! Já caguei a promessa de postar todo dia neste ano, então foda-se.</p><p>No ano passado falei de <a
href="http://hbdia.com/wordpress/game/joguinho-ios-da-semana-shadow-era/" target="-blank">Shadow Era</a>, um jogo de estratégia de cartas (conhecido também como &#8220;TCG&#8221; ou &#8220;CCG&#8221; caso você seja uber nerd que abriga restos de Cheetos entre as tetinhas).</p><p>O nome disso é &#8220;ginecomastia&#8221; aliás, tá bom? Eu queria fazer uma piadinha com a palavra mas deu preguiça. Faça de conta que tem uma piadinha com ginecomastia &#8212; tanto sobre a semântica da palavra em si quanto o conceito &#8212; aqui.</p><p>Aliás cabe aqui uma elucubração: se ginecomastia é quando o homem desenvolve amplas tetinhas, o que seria VAGINECOMASTIA? Pense nisso, já que a ciência moderna provavelmente não está pensando.</p><p>Caso você seja não tenha lido aquele excelente post, eu resumo aqui &#8212; Shadow Era é um card game eletrônico, meio que na veia de Magic ou Yu Gi Oh. O jogo tem três belezas: a primeira é que é zero-oitocentosmente digrátis. A segunda é que o jogo roda em qualquer coisa que tenha uma tela. E a terceira é que ele tem um robusto modo online que, sejamos sinceros, é o único motivo pra se jogar um TCG eletrônico.</p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://img.hbdia.com/2012/01/Photo-2011-12-30-2-42-58-PM.png" class="broken_link"><img
class="aligncenter size-full wp-image-4617" style="border: 1px solid black;" title="Shadow Era" src="http://img.hbdia.com/2012/01/Photo-2011-12-30-2-42-58-PM.png" alt="" width="538" height="358" /></a></p><p>No screenshot acima, eu estava jogando no iPhone, via 3G, no ônibus enquanto me deslocava ao meu trabalho. Quando estou em casa, jogo mais no iPad ou no computador. Ele roda até <a
href="http://importando.net/tablet-android-dropad-a8-dealextreme/" target="-blank">naquele tablet Android que eu resenhei lá</a> &#8212; e pasmem, roda muito bem. Melhor do que no iPad, eu sou obrigado a admitir com tristeza.</p><div
id="attachment-4618" class="wp-caption aligncenter" style="width: 563px"><a
href="http://img.hbdia.com/2012/01/Photo-2012-01-02-2-03-51-PM-HDR.jpg" class="broken_link"><img
class="size-large wp-image-4618" style="border: 1px solid black;" title="Até presidiários donos de Android poderão jogar" src="http://img.hbdia.com/2012/01/Photo-2012-01-02-2-03-51-PM-HDR-1024x764.jpg" alt="" width="553" height="412" /></a><p
class="wp-caption-text">Olha o Gravz ali atrás, esse viado. Pode ir lá no tuiter me caguetar e dizer que chamei ele de viado.</p></div><p
style="text-align: left;">Caso tu não tenha iPhone, iPod touch, iPad e nem mesmo um aparelhim Android por aí, o jogo tem inúmeras <a
href="http://www.shadowera.com/download.php" target="-blank">outras versões</a>: PC,  Mac, web e até mesmo <a
href="http://apps.facebook.com/shadowera/?ref=ts" target="-blank">app de Facebook</a>. Isso mesmo, essa porra roda até no seu navegador e na filial do 9gag.</p><p
style="text-align: left;">O jogo é simples &#8212; tu se cadastra, escolhe um &#8220;herói&#8221; e sai comprando cartinhas com o dinheirinho virtual do game, &#8220;gold&#8221;. É possível comprar um deck pre-construído ou boosters com dinheirinho de verdade, embora não seja estritamente necessário, e seja muito em conta. Com a grana que você compra 5 decks de Shadow Era (US$5), tu mal compra dois boosters de Magic.</p><p
style="text-align: left;">Sem contar que o ingresso em Shadow Era garante algo que a compra de boosters de Magic não: a presença de uma comunidade com a qual você pode jogar imediatamente. Carência de um grupo com quem jogar um CCG é o principal motivo por qual jogadores abandonam o game.</p><p
style="text-align: left;">Sim, eu sei que você que é Magicfag doente e preconceituoso vai falar, com voz afetada e nasal, &#8220;aaaain Quide você mas você você não pode ai ai ai você não pode comparar esse Shadow Age com Magic né&#8221;, e eu mandarei você sentar numa jetrobenga eriçada.</p><p
style="text-align: left;">Claro que não se compara os dois games, um deles tem a bagagem de mais de uma década de existência e uma mega empresa por trás da parada. O Shadow Era existe a menos de um ano e não tem a complexidade ou a profundidade de Magic.</p><p
style="text-align: left;">Mas aí que está: se eu quiser jogar Magic, eu jogo Magic ué. Ou melhor: se eu quiser jogar Magic eu fico querendo, porque meus amigos que jogam Magic têm (ainda se acentua plural de &#8220;tem&#8221;?) agendas completamente conflitantes. Já Shadow Era eu jogo literalmente a qualquer momento, em qualquer lugar. Já joguei essa porra enquanto minha mulher experimentava vestidos no shopping.</p><p
style="text-align: left;">Acho que é por isso que entrei de cabeça no joguinho. Sempre gostei demais de jogar Magic &#8212; parece baitolagem, mas esse hobby me fez conhecer meus melhores amigos e me deu o tão necessitado escapismo que eu precisei em momentos dificílimos &#8211;, mas a vida adulta complica pra caralho a coisa. Você sabe quão complicado é sincronizar a agenda de 4 pessoas com trabalhos, estudos e mulheres a quem devem satisfação? É foda.</p><p
style="text-align: left;"><strong>AIN QUIDE MAS MAS MAIS MAS TEM MAGIC ONLINE NÉ</strong></p><p
style="text-align: left;">Meu amigo, eu instalei Magic Online, gastei uns 30 conto comprando boosters, e em seguida abandonei TUDO de tanto desconto diante daquele aborto de design e user experience que eles chamam de interface. Eu prefiro fechar a porta do carro com força na minha própria piroca que passar perto de um computador que tenha Magic Online instalado.</p><p
style="text-align: left;">Então, eu sentia saudade dos papos de estratégias, de caçar as cartas que eu preciso pro meu deck, de economizar pra arrumar playsets disso e daquilo e descobrir em seguida que tais cartas são uma merda no seu deck.</p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://img.hbdia.com/2012/01/Photo-2012-01-02-6-39-35-PM.jpg" class="broken_link"><img
class="aligncenter size-large wp-image-4619" style="border: 1px solid black;" title="Listinha" src="http://img.hbdia.com/2012/01/Photo-2012-01-02-6-39-35-PM-1024x764.jpg" alt="" width="553" height="412" /></a></p><p
style="text-align: left;">Olhaí um exemplo disso. Vi um deck interessante no <a
href="http://www.shadowera.com/forum.php" target="-blank">fórum do Shadow Era</a> (que já tem uma robusta comunidade), decidi emula-lo com umas modificações minhas. Faltavam muitas cartas, então saí vendendo tudo que eu não uso pra obter gold no jogo e comprar as cartinhas.</p><p
style="text-align: left;">Só que faltou gold. Nisso, comprei um booster (com dinheiro de verdade, um mísero dólar. Nem era preciso, dá pra ganhar gold jogando, só fiz isso porque sou afobado), vendi as cartas raras, e completei a lista do deck.</p><p
style="text-align: left;"><strong>VEJA QUE BELEZA</strong>: as cartas tão cobiçadas acabaram sendo uma merda no deck. Levei mil surras onlines até suspirar resignado e coloca-las de volta no fichário virtual do jogo.</p><p
style="text-align: left;">Isso faz tanto parte de um CCG que torna a experiência do jogo ainda mais fidedigna. E ressalto: não é necessário gastar dinheiro no jogo. Você ganha dinheirinho lutando contra o PC e quando sobe de nível; um jogador paciente pode tranquilamente obter tudo que precisa apenas na marra.</p><div
id="attachment-4620" class="wp-caption aligncenter" style="width: 624px"><a
href="http://img.hbdia.com/2012/01/Photo-2012-01-02-4-28-06-PM.jpg" class="broken_link"><img
class="size-large wp-image-4620" style="border: 1px solid black;" title="Nem comece. Elas são confortáveis." src="http://img.hbdia.com/2012/01/Photo-2012-01-02-4-28-06-PM-1024x764.jpg" alt="" width="614" height="458" /></a><p
class="wp-caption-text">Até minha mulher viciou no troço!</p></div><p
style="text-align: left;">Eu joguei Shadow Era pra caralho quando o jogo havia sido lançado, mas tinha abandonado o joguete. Na época o jogo ainda era meio carente de um balanço delicado que é prerrogativa máxima de um CCG, o número de cartas não era lá tão alto, não dava pra jogar com amigos (só gringos randoms).</p><p
style="text-align: left;">Mas agora tem mais cartas, eles <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Nerf-(video-gaming)" target="-blank" class="broken_link">nerfaram</a> algumas que eram desequilibradas, desenvolveram um sistema de salas pra que você jogue contra os amigos e não apenas contra randoms (é até possível assistir partidas e conversar com os participantes), o jogo roda em mil plataformas diferentes e <strong>SIM</strong>, quem joga na plataforma X pode duelar contra os usuários da plataforma Y. Frequentemente eu jogo no iPhone contra oponentes que estão na frente de um computador.</p><p
style="text-align: left;">Além de tudo o jogo é grátis. <a
href="http://www.shadowera.com/download.php" target="-blank">Literalmente não existe motivo pra você não jogar com a gente</a>.</p><p
style="text-align: left;">Não, não fui pago pra falar desse jogo. Apenas quero ver a comunidade crescendo, e quero mais broders pra destruir humilhantemente no jogo.</p><div
id="attachment-4621" class="wp-caption aligncenter" style="width: 586px"><a
href="http://img.hbdia.com/2012/01/Photo-2011-12-30-11-41-32-PM.png" class="broken_link"><img
class="size-full wp-image-4621 " style="border: 1px solid black;" title="Vixi maria, foi uma intensa lapada" src="http://img.hbdia.com/2012/01/Photo-2011-12-30-11-41-32-PM.png" alt="" width="576" height="384" /></a><p
class="wp-caption-text">Tipo esse pobre coitado aí.</p></div><p
style="text-align: left;">Meu nick lá é <strong>Izzy</strong>. Fale comigo no Tuíter que a gente joga junto e tal. Aliás, dá pra você até ver replays dos meus jogos, basta dar um Search pelo meu nome e clicar numa partida já encerrada.</p><p
style="text-align: left;">E vamo lá.</p><div
class="linkwithin-hook" id="http://hbdia.com/wordpress/game/venha-se-viciar-em-shadow-era-com-a-gente-rapaz/"></div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://hbdia.com/game/venha-se-viciar-em-shadow-era-com-a-gente-rapaz/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Como o visual do Mario mudou ao longo dos anos</title><link>http://hbdia.com/game/como-o-visual-do-mario-mudou-ao-longo-dos-anos/</link> <comments>http://hbdia.com/game/como-o-visual-do-mario-mudou-ao-longo-dos-anos/#comments</comments> <pubDate>Fri, 16 Dec 2011 00:00:00 +0000</pubDate> <dc:creator>Izzy Nobre</dc:creator> <category><![CDATA[Games]]></category><guid
isPermaLink="false">http://tambotech.com.br/hbdia/?p=4533</guid> <description><![CDATA[Todos temos hobbies. Alguns de vocês dão nomes a nuvens ou colecionam carrapatos; enquanto vocês fazem isso, eu jogo Super Mario World. Como os senhores devem saber, eu já zerei Super Mario World umas 10 vezes só esse ano. Fechar o jogo é uma tradição quase mensal pra mim; volta e meia apanho o PSP,<a
href="http://hbdia.com/wordpress/game/como-o-visual-do-mario-mudou-ao-longo-dos-anos/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Todos temos hobbies. Alguns de vocês dão nomes a nuvens ou colecionam carrapatos; enquanto vocês fazem isso, eu jogo <a
href="http://osjogosdomario.com/" target="-blank">Super Mario World</a>.</p><div
id="attachment-4534" class="wp-caption aligncenter" style="width: 260px"><a
href="http://img.hbdia.com/2011/12/cartucho.png" class="broken_link"><img
class="size-full wp-image-4534 " style="border: 1px solid black;" title="Capa do game" src="http://img.hbdia.com/2011/12/cartucho.png" alt="" width="250" height="184" /></a><p
class="wp-caption-text">Nunca notei isso antes, mas ou o Yoshi fumou ervas ou tá gostando demais de ser montado</p></div><p
style="text-align: left;">Como os senhores devem saber, eu já zerei Super Mario World umas 10 vezes só esse ano. Fechar o jogo é uma tradição quase mensal pra mim; volta e meia apanho o PSP, ou o Dingoo, ou o emulador no PC mesmo e termino o jogo de cabo a rabo. É quase um ritual religioso.</p><p
style="text-align: left;">Aliás, caso você seja um mendigo que não tenha acesso a nenhum desses maravilhosos artefatos e está lendo o HBD na lanhouse em que você passa as noites após descobrir que a porta dos fundos pode ser facilmente destrancada pelo lado de fora com um graveto, em primeiro lugar saia do meu site pois ele é exclusivo para não-torcedores do Coríntians.</p><p
style="text-align: left;">Mas em segundo lugar, <a
href="http://hbdia.com/wordpress/bobagem-internetica-do-dia/puta-que-pariu-achei-o-melhor-site-do-mundo/" target="-blank">clique aqui</a> e até você poderá jogar Super Mario World diretamente do seu navegador sem ter que instalar nada. Aproveite rápido, porque o menino que cuida da lanhouse tá chegando aí pra abrir a loja!</p><p
style="text-align: left;">Mas então. Caso os senhores não saibam, o Mario não tinha sempre essa aparência pela qual o conhecemos, não. Veja como o italiano mudou ao longo dos anos:</p><p
style="text-align: left;"><strong>Donkey Kong</strong></p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://img.hbdia.com/2011/12/mario1.jpg" class="broken_link"><img
class="aligncenter size-full wp-image-4535" title="Hoje não tem alt text" src="http://img.hbdia.com/2011/12/mario1.jpg" alt="" width="182" height="156" /></a></p><p
style="text-align: left;">Em 1981, quando Mario fez sua estréia, ele não era o personagem titular do game, e seu nome nem era &#8220;Mario&#8221; ainda. A estrela do jogo era do Donkey Kong, iniciando uma tradição que o Bowser iria continuar por décadas mais tarde &#8212; sequestrar a herdeira da monarquia Cogumelo. E cabia a &#8220;Jumpman&#8221; salva-la.</p><p
style="text-align: left;">Sim, esse era o nome do Mario. &#8220;Jumpman&#8221;. Curiosamente, ele começou sua carreira como carpinteiro (essa era a explicação do martelinho com o qual ele destruia os barris lançados pelo gorila. Mais tarde Mario se tornaria encanador (novamente, sua profissão sendo usada como justificativa pros elementos nonsense de um determinado jogo, dessa vez os canos espalhados em Super Mario Bros), mas sua profissão full time sempre foi e sempre será salvar a Princesa Peach.</p><p
style="text-align: left;"><strong>Donkey Kong Jr</strong></p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://img.hbdia.com/2011/12/mario2.jpg" class="broken_link"><img
class="aligncenter size-full wp-image-4536" style="border: 1px solid black;" title="Mentira, tem sim" src="http://img.hbdia.com/2011/12/mario2.jpg" alt="" width="93" height="81" /></a></p><p
style="text-align: left;">No ano seguinte, Mario retorna a brigar com a família Kong, mas dessa vez como o vilão da história. No final do primeiro jogo, o italiano deteu o Donkey Kong num cárcere privado, e cabe ao seu filho libertar o macacão.</p><p
style="text-align: left;">Não entendo porque isso consta nos anais da história como uma aparição como vilão. O Donkey Kong sequestrou a mulher do Mario porra, ele tem é que dar graças a seja lá que divindade os macacos idolatram. Mario estava no direito de passar por cima dele com um caminhão daqueles de misturar cimento. Acho que o nome disso é &#8220;betoneira&#8221; mas estou com preguiça de abrir outra aba no Opera (o melhor navegador do mundo) pra confirmar.</p><p
style="text-align: left;">Aliás, a arte do Donkey Kong Jr era sensacional:</p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://img.hbdia.com/2011/12/mario3.jpg" class="broken_link"><img
class="aligncenter size-full wp-image-4537" style="border: 1px solid black;" title="Mas vocês sequer lêem os alt texts?" src="http://img.hbdia.com/2011/12/mario3.jpg" alt="" width="231" height="198" /></a></p><p
style="text-align: left;">Com direito a bigodinho de vilão vaudevilleano (o visual clássico do vilão do cinema mudo que amarrava a mocinha no trilho do trem e tal) e tudo.</p><p
style="text-align: left;"><strong>Super Mario Bros </strong></p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://img.hbdia.com/2011/12/mariobros.jpg" class="broken_link"><img
class="aligncenter size-full wp-image-4538" style="border: 1px solid black;" title="Às vezes acho que não!" src="http://img.hbdia.com/2011/12/mariobros.jpg" alt="" width="107" height="88" /></a></p><p
style="text-align: left;">Eis o visual clássico. Dessa vez com o nome na marquise do evento, Mario se tornou o personagem central da &#8220;história&#8221; &#8212; se é que um jogo como SMB tem algo que se assemelhe a uma trama. Você vai da esquerda pra direita e pula em tartarugas. É essencialmente só isso.</p><p
style="text-align: left;"><strong>Super Mario Bros 2</strong></p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://img.hbdia.com/2011/12/smb2.jpg" class="broken_link"><img
class="aligncenter size-full wp-image-4540" style="border: 1px solid black;" title="Só o Lucas lê isso aqui." src="http://img.hbdia.com/2011/12/smb2.jpg" alt="" width="140" height="117" /></a></p><p
style="text-align: left;">SMB2 se destaca na estranheza. Não que o jogo seja mais bizarro que os anteriores (o mundo do Mario é um universo paralelo que deixaria até os personagens do <em>Alice no País das Maravilhas</em> confusos), é que SMB2 não era realmente um jago do Mario. Num arroubo de preguiça que não é costumeiramente a marca registrada da Nintendo quando lidando com seu mascote principal, a empresa simplesmente pegou outro game e jogou uma skin de Mario por cima.</p><p
style="text-align: left;">Olha a capa de Doki Doki Panic, o jogo sobre o qual SMB2 foi baseado:</p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://img.hbdia.com/2011/12/panic.jpg" class="broken_link"><img
class="aligncenter size-full wp-image-4541" style="border: 1px solid black;" title="Aliás, acho que nem ele lê mais os alt texts do HBD" src="http://img.hbdia.com/2011/12/panic.jpg" alt="" width="261" height="300" /></a></p><p
style="text-align: left;">Reconheceu alguns elementos ali? Poisé. A única contribuição de SMB2 pro cânon da Mitologia Mario foi a introdução dos Shy Guy (tá vendo aquele bonequinho tomando uma pedrada no meio das idéias daquele Aladin japa? Aquilo ali é um Shy Guy).</p><p
style="text-align: left;"><strong>Super Mario Bros 3</strong></p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://img.hbdia.com/2011/12/mariobros3.jpg" class="broken_link"><img
class="aligncenter size-full wp-image-4543" style="border: 1px solid black;" title="Eu deveria esconder algo sensacional aqui na alt text, já que ninguém ia achar mesmo" src="http://img.hbdia.com/2011/12/mariobros3.jpg" alt="" width="272" height="193" /></a></p><p
style="text-align: left;">Considerado o melhor jogo da franquia por diversas pessoas que estão obviamente erradas, Super Mario Bros 3 voltou às raízes do personagem além de trazer diversos elementos que se tornaram parte intrínseca do personagem, como o mapa pra navegar entre fases e a habilidade de voar.</p><p
style="text-align: left;">Além disso, Super Mario Bros 3 deu origem a este INCRIVEL PROGRAMA DE TV que eu tive a sorte de assistir na TV Colosso porque ao contrário de você, eu nasci na época certa.</p><p
style="text-align: center;"><iframe
width="500" height="375" src="http://www.youtube.com/embed/kj3aArNUADk?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p><p
style="text-align: left;">&nbsp;</p><p
style="text-align: left;"><strong>Super Mario Land</strong></p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://img.hbdia.com/2011/12/mario-land.jpg" class="broken_link"><img
class="aligncenter size-full wp-image-4542" style="border: 1px solid black;" title="Já sei. Vou esconder um presentinho nas alt texts." src="http://img.hbdia.com/2011/12/mario-land.jpg" alt="" width="122" height="112" /></a></p><p
style="text-align: left;">Segundo a lenda que não é lenda, o icônico design do encanador italiano (que não era encanador no começo e tecnicamente ele &#8220;nasceu&#8221; no Japão, então&#8230;) foi fruto de limitações técnicas.</p><p
style="text-align: left;">O nariz grande e o bigode vieram da necessidade de enfatizar o rosto com elementos simples (não dá pra colocar muitas feições faciais em 8 pixels), o chapéu foi pra não ter que animar o cabelo esvoaçando a cada pulo &#8212; como se a gente esperasse isso de um jogo de Nintendinho &#8211;, e o vermelho e o azul da indumentária clássica foram escolhidos por causa do contraste entre as duas cores.</p><p
style="text-align: left;">Quando Super Mario Land veio em 1989, eles pegaram um personagem que já nasceu com um visual bem simples e simplificaram ainda mais a coisa, roubando os poucos pixels e cores que o Mario já tinha.</p><p
style="text-align: left;">Não que isso fizesse muita diferença; àquela altura Mario já era um patrimônio intelectual celebrado, e mesmo monocromático conseguiu vender 18 milhões de cópias do seu jogo.</p><p
style="text-align: left;"><strong>Super Mario World</strong></p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://img.hbdia.com/2011/12/mario-world.jpg" class="broken_link"><img
class="aligncenter size-full wp-image-4545" style="border: 1px solid black;" title="Deixa eu escolher algo legal pra vocês..." src="http://img.hbdia.com/2011/12/mario-world.jpg" alt="" width="137" height="108" /></a></p><p
style="text-align: left;">Mario chutou a porta da geração 16 bits, colocou sua piroca pixelizada na mesa e falou &#8220;ABS&#8221;.</p><p
style="text-align: left;">Não há muito que eu precise falar aqui, já que Super Mario World é objetivamente e indiscutivelmente a maior contribuição artística da raça humana em seus seis mil anos de história registrada. Expresso nada senão tristeza pelos habitantes de um universo paralelo em que Shigeru Miyamoto morreu atropelado por um caminhão de misturar cimento (eu googleei, era &#8220;betoneira&#8221; mesmo) aos 5 anos e portanto vivem num mundo distópico em que esta obra prima jamais existiu.</p><p
style="text-align: left;">Será que tem betoneiras no Japão? Acho que não. <strong>Ainda bem </strong>que não.</p><p
style="text-align: left;">Ah, e Super Mario World <a
href="http://www.youtube.com/watch?v=SOcq-NnsNFo" target="-blank">deu luz a um desenho animado, também</a>.</p><p
style="text-align: left;"><strong>Super Mario 64</strong></p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://img.hbdia.com/2011/12/mario-64.jpg" class="broken_link"><img
class="aligncenter size-full wp-image-4546" style="border: 1px solid black;" title="Taí, ó: http://bit.ly/uMhN3X" src="http://img.hbdia.com/2011/12/mario-64.jpg" alt="" width="237" height="301" /></a></p><p
style="text-align: left;">Ok, eu sei que hoje a baixa contagem de polígonos da imagem acima é capaz de provocar úlceras e talvez até divórcios. Entretanto, em 1996 quando Super Mario 64 foi lançado, o Mario voltou àquela sala hipotética que eu mencionei lá em cima, pôs a piroca na mesa de novo (dessa vez tridimensional) e falou &#8220;podem chupar aí, porque de agora em diante os games serão assim e acabou&#8221;.</p><p
style="text-align: left;">Dito e feito. Super Mario  64 (e o próprio personagem titular, por extensão) virou sinônimo da evolução 3D dos joguinhos que a gente curtia tanto. <a
href="http://hbdia.com/wordpress/game/6-piores-conversoes-de-2d-pra-3d/" target="-blank">Claro que nem todas as conversões de 2D pra 3D foram excelentes</a>, e talvez por isso mesmo o passo do Mario rumo à terceira dimensão parece mais ainda um testamento de perfeição.</p><p
style="text-align: left;">&nbsp;</p><div
class="linkwithin-hook" id="http://hbdia.com/wordpress/game/como-o-visual-do-mario-mudou-ao-longo-dos-anos/"></div> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://hbdia.com/game/como-o-visual-do-mario-mudou-ao-longo-dos-anos/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>Joguinho iOS viciante da semana: iBlast Moki 2</title><link>http://hbdia.com/game/joguinho-ios-viciante-da-semana-iblast-moki-2/</link> <comments>http://hbdia.com/game/joguinho-ios-viciante-da-semana-iblast-moki-2/#comments</comments> <pubDate>Mon, 29 Aug 2011 21:38:44 +0000</pubDate> <dc:creator>Izzy Nobre</dc:creator> <category><![CDATA[Games]]></category><guid
isPermaLink="false">http://hbdia.com/wordpress/?p=3823</guid> <description><![CDATA[Em 2009, quando a AppStore ainda estava em sua adolescência e os produtores de games ainda não sabiam a que vinham, era hábito pôr &#8220;i&#8221; na frente do nome de todos os joguinhos. iDracula, iDefense, iShooter&#8230; era um costume meio irritante, mas fazia parte do momento. Dá pra entender. Era uma plataforma nova, e os...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Em 2009, quando a AppStore ainda estava em sua adolescência e os produtores de games ainda não sabiam a que vinham, era hábito pôr &#8220;i&#8221; na frente do nome de todos os joguinhos. iDracula, iDefense, iShooter&#8230; era um costume meio irritante, mas fazia parte do momento.</p><p>Dá pra entender. Era uma plataforma nova, e os jogos tinham que de alguma forma se &#8220;afiliar&#8221; ao console em que rodavam, nem que fosse só adotando parte do nome. Me lembra um pouco da época em que todo jogo do Nintendo DS tinha um subtítulo cuja sigla era sinônima com o nome do console. Castlevania Dawn of Sorrow, Advance Wars Dual Strike, Resident Evil Deadly Silence, Ninja Gaiden: Dragon Sword, e por aí vai.</p><p>Então. Nessa época saiu o primeiro <strong>iBlast Moki</strong> (<del>que aliás agora é free</del> ops não tá mais). Era um joguinho de puzzle baseado em física bem interessante, mas que nunca recebeu grande atenção. Aposto que você nunca tinha sequer ouvido falar do game.</p><p>Pois bem, nesse mês saiu a continuação <strong>iBlast Moki 2</strong>. Uma pena que tenham mantido essa nomenclatura oriunda dos primórdios da AppStore; por outro lado, essa é essencialmente a ÚNICA reclamação que tenho do game.</p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://img.hbdia.com/2011/08/blast.jpg"><img
class="aligncenter size-full wp-image-3824" style="border: 1px solid black;" title="Óia como é bunitim!" src="http://img.hbdia.com/2011/08/blast.jpg" alt="" width="486" height="324" /></a></p><p>iBlast Moki 2 é o seguinte: há vários bichinhos em cada fase, e você precisa leva-los até um portal do outro lado do ambiente. Pra isso você usará bombas-relógio com timers que você pode ajustar, porque o timing de cada explosão é grande parte dos puzzles.</p><p>Além das bombinhas, há cordas para atar objetos, balões para erguer tralhas do meio do caminho, uma bomba que espalha cola no cenário (grudando qualquer objeto que encoste nela) e uma bomba com lubrificante, que faz com que qualquer objeto que passe por cima saia deslizando loucamente.</p><p>O mote do jogo é justamente usar todos esses elementos, num esquema meio The Incredible Machines/LocoRoco, pra colocar os bichinhos no portal. Às vezes é necessário construir máquinas, às vezes é preciso colocar os bichinhos no caminho das máquinas já existentes.</p><p
style="text-align: center;">[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=Jsqbl-RNq00&amp;feature=player_embedded[/youtube]</p><p>Ainda há um componente social no jogo &#8212; tu pode criar mapas e compartilhar com a moçada, e se estiver preso em um level, pode ver as soluções que a galera uploadeou pro servidor do jogo. Tem achievement, tem leaderboards, tem editor de fases, tem tudo essa porra.</p><p>Esse esquema de mapas feitos pela comunidade de jogadores estende a longevidade do game ao infinito, porque pode ter certeza que nego não cansará de fazer fase no formato de piroca e tal.</p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://i.imgur.com/nicXV.jpg"><img
class="aligncenter" style="border: 1px solid black;" title="Nenhuma piroca ainda, mas é uma mera questão de tempo." src="http://i.imgur.com/nicXV.jpg" alt="" width="518" height="346" /></a></p><p>iBlast Moki 2 é um jogo divertido, com uma arte simpática e cheio de features. Se você curte The Incredible Machines, LittleBigPlanet ou LocoRoco, o jogo com certeza vai te agradar.</p><p>E por apenas US$0.99 é um jogo imperdível. <a
href="http://phobos.apple.com/WebObjects/MZStore.woa/wa/viewSoftware?id=437400857&amp;mt=8" target="_blank">Compre aí essa porra</a>.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://hbdia.com/game/joguinho-ios-viciante-da-semana-iblast-moki-2/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>9</slash:comments> </item> <item><title>Joguinho iOS da semana: Orions 2</title><link>http://hbdia.com/game/joguinho-ios-da-semana-orions-2/</link> <comments>http://hbdia.com/game/joguinho-ios-da-semana-orions-2/#comments</comments> <pubDate>Thu, 19 May 2011 19:20:43 +0000</pubDate> <dc:creator>Izzy Nobre</dc:creator> <category><![CDATA[Games]]></category><guid
isPermaLink="false">http://hbdia.com/wordpress/?p=3291</guid> <description><![CDATA[Calma, seus baitolas! A conclusão da saga da suspensão sai hoje ainda. Mas antes, preciso falar sobre este jogo. O primeiro Orions foi um jogo que eu curti MUITO (ó a resenha aqui). Pros preguiçosos, trata-se de um jogo de cartas &#8212; estilo Magic ou Yu Gi Oh &#8212; pra iPhone ou iPod touch. O...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Calma, seus baitolas! A conclusão da saga da suspensão sai hoje ainda. Mas antes, preciso falar sobre este jogo.</p><p
style="text-align: center;"><img
class="aligncenter" style="border: 1px solid #000000;" title="Orions 2" src="http://i.imgur.com/QNOL1.jpg" alt="" width="480" height="320" /></p><p>O primeiro Orions foi um jogo que eu curti MUITO (<a
href="http://hbdia.com/wordpress/game/orions-legend-of-the-wizards" target="_blank">ó a resenha aqui</a>). Pros preguiçosos, trata-se de um jogo de cartas &#8212; estilo Magic ou Yu Gi Oh &#8212; pra iPhone ou iPod touch. O jogo é extremamente bacana e bem balanceado, os gráficos tem um charme único, e a variedade de cartas e de características/habilidades delas permite um gameplay bastante variado em cada partida.</p><p>E ele é bem fácil de aprender, mas tem nuances o bastante pra ser complexo de dominar. Caso você seja jogador profissional de Magic ou nunca tenha jogado um card game mas tá afinzão de aprender, Orions é o jogo perfeito.</p><p>Acho-o inclusive mais intuitivo e fácil de aprender do que <a
href="http://hbdia.com/wordpress/game/joguinho-ios-da-semana-shadow-era" target="_blank">Shadow Era</a>, outro excelente jogo de cards online.</p><p>O primeiro jogo fracassou em vendas por causa do descaso dos developers em adicionar algumas funções pelas quais os fãs imploravam &#8212; especialmente, multiplayer online e a habilidade de criar seus próprios decks. E a continuação Orions 2 trouxe tudo que os fãs do primeiro jogo pediam, e muito mais.</p><p><a
href="http://itunes.apple.com/ca/app/orions-2/id424187669?mt=8 " target="_blank">Compre essa merda aí</a>. Se quiser jogar comigo é só me adicionar no game Center, sou o IzzyNobre lá!</p><p>(Tou tendo uma dificuldade FDP de uploadear imagens pro HBD. As imagens não vão de jeito nenhum no browser uploader, e no Flash uploader elas travam durante o processo &#8220;crunching&#8221;. Não há padrão algum, tem imagem grande que upa normal, e imagem pequena que não vai nem com reza. Que porra é essa? Ah, e as vezes o upload diz &#8220;HTTP error&#8221;. E curiosamente ele SEMPRE upa as fotos que tento upar como teste, mas nao as q eu preciso MESMO upar! Não faço idéia de como consertar essa porra e agradeço qualquer ajuda.)</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://hbdia.com/game/joguinho-ios-da-semana-orions-2/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>27</slash:comments> </item> <item><title>Joguinho iOS da semana: Shadow Era</title><link>http://hbdia.com/game/joguinho-ios-da-semana-shadow-era/</link> <comments>http://hbdia.com/game/joguinho-ios-da-semana-shadow-era/#comments</comments> <pubDate>Fri, 25 Feb 2011 17:07:03 +0000</pubDate> <dc:creator>Izzy Nobre</dc:creator> <category><![CDATA[Games]]></category><guid
isPermaLink="false">http://hbdia.com/wordpress/?p=2920</guid> <description><![CDATA[Há mais de um ano, um sujeito chamado Kyle Poole apareceu do nada no fórum do site Touch Arcade pra anunciar o TCG (trading card game, ou seja, Magic, Yu Gi Oh, etc) que ele estava lançado. O gênero sempre foi meio mal representado na AppStore (o único título de expressão era Orions), e por...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Há mais de um ano, um sujeito chamado Kyle Poole apareceu do nada no fórum do site <a
href="http://www.toucharcade.com">Touch Arcade</a> pra anunciar o TCG (<em>trading card game</em>, ou seja, Magic, Yu Gi Oh, etc) que ele estava lançado. O gênero sempre foi meio mal representado na AppStore (o único título de expressão era <a
href="http://hbdia.com/wordpress/game/orions-legend-of-the-wizards" target="_blank">Orions</a>), e por isso as promessas do desenvolvedor pareceram ainda mais impressionantes.</p><p>Boas demais pra ser verdade até, eu diria:</p><ul><li>Mais de 200 cartas no lançamento, com updates e adições frequentes ;</li><li>Seria possível criar e editar seus próprios decks;</li><li>É possível comprar boosters e decks (com dinheiro de verdade) ou cartas avulsas (com dinheiro virtual conquistado no jogo);</li><li>O jogo terá multiplayer online crossplataform (ou seja, donos de aparelhos diferentes podem se encontra no jogo) e, talvez mais importante;</li><li>O jogo seria gratuito.</li></ul><p>O tal Kyle aparecia de vez em quando pra soltar screenshots, e eventualmente convidou alguns de nós para o beta. Eu fui um desses, e inicialmente não gostei do jogo. Me desinteressei e esqueci do projeto.</p><p>Essa semana Shadow Era, o TCG do tal Kyle Poole, saiu na AppStore. E meu irmão, o cara cumpriu todas as promessas que fez, e isso resultou num jogo sensacional. Algumas melhorias podem ser feitas (especialmente na interface), mas caralho. Se você tava esperando um TCG decente pra AppStore, é esse aqui mesmo que tu quer.</p><div
id="attachment_2922" class="wp-caption aligncenter" style="width: 586px"><a
href="http://img.hbdia.com/2011/02/IMG_5372.png"><img
class="size-full wp-image-2922 " style="border: 1px solid #000000;" title="IMG_5372" src="http://img.hbdia.com/2011/02/IMG_5372.png" alt="" width="576" height="384" /></a><p
class="wp-caption-text">Uma partida online contra um tal de Eney527</p></div><p
style="text-align: center;"><p>Se você já jogou Magic, vai dominar a mecânica de Shadow Era em minutos (apesar de haver diferenças notáveis, especialmente no que diz respeito a manutenção de recursos). Se você nunca jogou Magic, felizmente o gameplay de Shadow Era é simples o bastante ao ponto de não exigir experiência com o card game da Wizards of the Coast.</p><p>Seguinte: você começa o jogo com seis cartas na mão. A primeira etapa é a de sacrifício &#8212; você deverá eleger uma carta de sua mão pra virar &#8220;recurso&#8221;, a energia mágica requeria pra usar as cartinhas. Em cada turno, tu só pode &#8220;sacrificar&#8221; uma carta de cada vez, e às vezes é bastante difícil decidir de qual carta abrir mão.</p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://img.hbdia.com/2011/02/IMG_5332.png"><img
class="aligncenter size-full wp-image-2923" style="border: 1px solid #000000;" title="IMG_5332" src="http://img.hbdia.com/2011/02/IMG_5332.png" alt="" width="576" height="384" /></a></p><p>Tá vendo aquele 4 no canto superior esquerdo da carta? Então, este é o custo da carta. Você só pode joga-la quando tiver 4 recursos disponíveis (ou seja, só poderia jogar a Belladonna a partir do quarto turno).</p><p>Se você baixar a Belladonna (pra usar terminologia de Magic) quando alcancasse os 4 recursos, isso zeraria sua cota. No próximo turno, você tem os 4 recursos de volta, e poderá sacrificar outra carta, aumentando-os para 5. Entendeu?</p><p>Magic players, pensem nos recursos como terrenos, exceto que você pode usar QUALQUER carta na sua mão como terreno. O truque é escolher sabiamente que carta sacrificar.</p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://img.hbdia.com/2011/02/IMG_5357.png"><img
class="aligncenter size-full wp-image-2924" style="border: 1px solid #000000;" title="IMG_5357" src="http://img.hbdia.com/2011/02/IMG_5357.png" alt="" width="576" height="384" /></a></p><p>Esta carta aí é um &#8220;Hero&#8221;, ou seja, a carta principal do seu deck. O 22 ali no cantinho são os pontos de vida do teu herói &#8212; o jogo acaba quando ele chega ao zero. O 3 do lado oposto é a mana do herói, que se recarrega um ponto por turno. O texto na caixa que diz &#8220;<em>Ice Shard deals 4 damage to target ally</em>&#8221; é a habilidade ativada &#8212; novamente usando termos de Magic &#8212; do herói.</p><p>Existem diversos heróis diferentes, com habilidades e características diferentes. Tu escolhe um e monta um deck ao redor dele, e o esquema é que tu só pode usar cartas que sigam o mesmo tema. Esse herói aí de cima é humano, então tu só pode usar outros humanos com ele. Sacou?</p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://img.hbdia.com/2011/02/IMG_5346.png"><img
class="aligncenter size-full wp-image-2925" style="border: 1px solid #000000;" title="IMG_5346" src="http://img.hbdia.com/2011/02/IMG_5346.png" alt="" width="576" height="384" /></a></p><p>Esse Infernal Gargoyle é um ally (assim como a Belladonna lá de cima). Ele tem um custo (3), um poder de ataque (2) e health (4). Ou seja, você precisará de três recursos pra baixa-lo, ele causa dois pontos de dano quando ataca, e precisa receber quatro pra morrer. Ah, e uma criatura recém-baixada não pode atacar de cara, tem que esperar o próximo turno. Bem simples, né?</p><p>Agora, o combate.</p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://img.hbdia.com/2011/02/IMG_5326.png"><img
class="aligncenter size-full wp-image-2926" style="border: 1px solid #000000;" title="IMG_5326" src="http://img.hbdia.com/2011/02/IMG_5326.png" alt="" width="576" height="384" /></a></p><p>Combate é simples &#8212; escolha um aliado seu, aponte pra carta que tu quer atacar (seja o herói inimigo, ou apenas os outros aliados dele), e eles vão pro pau. Sua carta causará dano no oponente igual ao seu poder de ataque. Se o aliado atacado ainda estiver vivo, ele ataca o seu cara de volta, causando dano igual ao poder de ataque dele. E o herói não ataca de volta, só apanha.</p><p>E além dos heróis e dos aliados, existem os itens (cartas que tu põe na mesa e causam efeitos contínuos) e as habilidades (magias que causam efeitos imediatos por um turno e depois vão embora).</p><p>E é isso. O jogo é estupidamente simples de entender, mas as nuances estão nas formas variadas como as cartas interagem umas com as outras. Vou dar um exemplo BEM simples aqui, ó:</p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://img.hbdia.com/2011/02/IMG_5356.png"><img
class="aligncenter size-full wp-image-2927" style="border: 1px solid #000000;" title="IMG_5356" src="http://img.hbdia.com/2011/02/IMG_5356.png" alt="" width="576" height="384" /></a></p><p>Portal é um item da classe Mage (e eu montei um deck de Mage só por causa dele, quando vi um oponente online usar a carta). Pros Magicfags é bastante óbvio que ela é uma análoga ao <a
href="http://www.mtgvault.com/images/cards/INV/Fires_of_Yavimaya.jpg" target="_blank">Fires of Yavimaya</a>, porque permite suas criaturas a entrar no jogo e já sair atacando.</p><p>Essa carta põe uma pressão desgraçada no oponente, porque o fato de que toda criatura tem que esperar um turno pra começar a atacar te dá ao menos um tempinho pra se preparar pra porrada. Se o oponente tem só uma criatura/aliado na mesa, você sabe que só precisa esperar dano desta. Já com um Portal, todo turno é uma incognita &#8212; o cara pode baixar duas criaturas e sair atacando de forma que você não poderia ter antecipado um turno antes.</p><p>Montei um deck Mage com Portais e cartas que me fazem comprar cartas extras todo turno. Ou seja &#8212; as chances de que eu poderei baixar bichos TODO TURNO e pressionar o oponente são ainda maiores.</p><p>E aí entra a lindeza de Shadow Era. Tu pode comprar decks, boosters (com dinheiro de verdade) e cartas avulsas (com dinheiro virtual adquirido no jogo).</p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://img.hbdia.com/2011/02/IMG_5334.png"><img
class="aligncenter size-full wp-image-2928" style="border: 1px solid #000000;" title="IMG_5334" src="http://img.hbdia.com/2011/02/IMG_5334.png" alt="" width="576" height="384" /></a></p><p>Boosters e decks custam 100 &#8220;shadow crystals&#8221;. Dois dólares te dão 200 cristais (e mais 20 de bônus, uma prática interessante do jogo), ou seja, com dois contos tu compra dois decks prontos, ou dois boosters, ou um deck e um booster.</p><div
id="attachment_2929" class="wp-caption aligncenter" style="width: 586px"><a
href="http://img.hbdia.com/2011/02/IMG_5367.jpg"><img
class="size-full wp-image-2929 " style="border: 1px solid #000000;" title="IMG_5367" src="http://img.hbdia.com/2011/02/IMG_5367.jpg" alt="" width="576" height="383" /></a><p
class="wp-caption-text">Irei à falência. Mas ao menos eles dão esse bonuzinho.</p></div><p
style="text-align: center;"><p>Pra comprar cartas avulsas, você pode usar gold (que tu ganha vencendo partidas ou vendendo cartas que você já tem). Ou seja, tu pode comprar boosters com grana de verdade, odiar as cartas, e aí vende-las pra comprar as cartas que tu <strong>REALMENTE</strong> quer.</p><p>Ou, você pode jogar o jogo inteiramente de graça e comprar cartas usando só gold.</p><p>E como se o jogo ainda não fosse sensacional o bastante, tu pode joga-lo <a
href="http://www.shadowera.com/" target="_blank">no browser</a>. Sua conta é consistente não importa o aparelho em que você jogue, ou seja, se seu iPod touch morrer e tu ainda quiser jogar, basta logar no site e continuar exatamente onde você parou.</p><p>A única real desvantagem de Shadow Era, como mencionei, é a interface. Há um botão microscópico que revela um menu drop down no topo da tela, onde você navega pelas opções do jogo. Eu descobri esse botão totalmente por acaso, de tão escondido que é. O desenvolvedor já falou que corrigirá isso no próximo update (que também trará dezenas de cartas novas).</p><p>A outra desvantagem é que o multiplayer é totalmente aleatório por enquanto. Não há lista de amigos ainda, então até atualizarem isso, multiplayer online só com desconhecidos.</p><div
id="attachment_2930" class="wp-caption aligncenter" style="width: 586px"><a
href="http://img.hbdia.com/2011/02/IMG_5368.png"><img
class="size-full wp-image-2930" style="border: 1px solid #000000;" title="IMG_5368" src="http://img.hbdia.com/2011/02/IMG_5368.png" alt="" width="576" height="384" /></a><p
class="wp-caption-text">Preciso parar de comprar decks.</p></div><p
style="text-align: center;"><p>E é isso. Shadow Era é uma excelente tentativa de trazer aos aparelhos iOS (e em breve Android também!) a experiência que nós cardgame maníacos conhecemos e amamos. Boa parte da graça do Magic é caçar cartas que faltam pro seu deck, e o jogo reproduziu isso muito bem (tive que vencer muitas partidas e vender uma porrada de carta pra comprar meus dois Portals, por exemplo, que custam 300 gold cada). Isso é muito bacana.</p><p>E graças a um sistema de câmera interessante (um toque no botão entitulado &#8220;Camera&#8221; te circula pelas áreas de relevância na mesa), a coisa toda funciona de forma prática mesmo num aparelho de tela diminuta como o iPhone. Eu sinceramente duvidava que um TCG complexo funcionasse num celular, mas Kyle Poole me provou que eu estava errado.</p><p>Shadow Free é excelente e a AppStore tava precisando de um TCG bem feito e de peso. E como é free, <a
href="http://appshopper.com/link/shadow-era" target="_blank">não tem por que você não baixar</a>.</p><p
style="text-align: center;"><strong>E SE EU NÃO TENHO UM IPHONE/IPOD TOUCH/IPAD?</strong></p><p>Não tem problema: <a
href="http://www.shadowera.com" target="_blank">o jogo pode ser jogado no seu navegador</a>. E os jogadores de browser podem jogar contra nós, ricos, no multiplayer online.</p><p><strong>[ Edit ] </strong>Já ouvi, de mais de uma pessoa, que Shadow Era se assemelha <em>muito </em>com o TCG de World of Warcraft &#8212; o suficiente pra resultar em possível ação legal da Blizzard. Cruzem os dedos até do pé pra que isso não aconteça. Será uma perda inestimável pra comunidade iOS.</p><p><strong>[ Edit 2 ] </strong>O<strong> </strong>desenvolvedor já falou que cobriu todas as suas bases legais e que não dá nada. Ótimo!</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://hbdia.com/game/joguinho-ios-da-semana-shadow-era/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>35</slash:comments> </item> <item><title>Joguinho iOS da semana: Battleheart</title><link>http://hbdia.com/game/joguinho-ios-da-semana-battleheart/</link> <comments>http://hbdia.com/game/joguinho-ios-da-semana-battleheart/#comments</comments> <pubDate>Sat, 12 Feb 2011 18:30:30 +0000</pubDate> <dc:creator>Izzy Nobre</dc:creator> <category><![CDATA[Games]]></category><guid
isPermaLink="false">http://hbdia.com/wordpress/?p=2851</guid> <description><![CDATA[Acho que já mencionei aqui uma vez, mas eu geralmente não tenho o menor saco pra RPG (muito menos pra MMORPG, mas essa é outra história). Minha mulher é perdidamente viciada em RPGs/action RPGs &#8212; ela tem, em Fable e Zelda juntos, umas 150 horas de gameplay, e não tou exagerando &#8211;, enquanto isso eu...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Acho que já mencionei aqui uma vez, mas eu geralmente não tenho o menor saco pra RPG (muito menos pra MMORPG, mas essa é outra história). Minha mulher é perdidamente viciada em RPGs/action RPGs &#8212; ela tem, em Fable e Zelda juntos, umas 150 horas de gameplay, e não tou exagerando &#8211;, enquanto isso eu não tenho paciência nem pra assistir ela jogando.</p><p>O RPG clássico, moleque, de raiz, de várzea, de papel e lápis, eram outros 500. Nesse eu me amarrava &#8212; aliás, ainda tenho alguns livros de GURPS e Vampiro aqui em casa. Já os dados devem ter sido aspirados em alguma das faxinas de sábado. Enfim.</p><p>Tou te contando isso pra que você entenda que eu geralmente não curto RPG. Então, pra eu estar recomendando um, é porque é <strong>BOM MERMO</strong>.</p><p><span
id="more-2851"></span></p><div
id="attachment_2852" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a
href="http://img.hbdia.com/2011/02/bh1.jpg"><img
class="size-full wp-image-2852" style="border: 1px solid #000000;" title="bh1" src="http://img.hbdia.com/2011/02/bh1.jpg" alt="" width="480" height="320" /></a><p
class="wp-caption-text">Um dos primeiros chefões</p></div><p
style="text-align: center;"><p>Isso talvez se deva ao fato de que Battleheart não é <em>inteiramente </em>um RPG. Tem levelação, tem itens mágicos, tem as classes clássicas (lolwut) do gênero &#8212; mago, bruxa, curandeira, cavaleiro, ladrão, bárbaro, pirata (?), você conhece os tipos &#8211;, tem habilidades mágicas, tem mil armas que você pode upgradear, tem tudo isso. Entretanto, em seu cerne Battleheart é na realidade um RTS.</p><p>Tá vendo esse screenshot aí em cima? Então, tu controla os 4 personagens do seu grupo ao mesmo tempo (e cabe a você escolher a combinação dos quatro &#8212; meu time atual consiste em um monge porradeiro, um cavaleiro tanque, uma bruxa macumbeira e uma clériga que exerce ilegalmente a função de médica), como num Command and Conquer da vida. Mande-os daqui pra lá, ou mande-os atacar um inimigo e tal.</p><div
id="attachment_2853" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a
href="http://img.hbdia.com/2011/02/bh2.jpg"><img
class="size-full wp-image-2853" style="border: 1px solid #000000;" title="bh2" src="http://img.hbdia.com/2011/02/bh2.jpg" alt="" width="480" height="320" /></a><p
class="wp-caption-text">O meteoro sinistro do Wizard</p></div><p
style="text-align: center;"><p>O estilo visual é muito bacana, as habilidades mágicas dos personagens são bem variadas, e há uma infinidades de itens pra coletar e melhorar os stats dos seus bonequinhos.</p><p>As fases e inimigos também oferecem bastante diversidade, e as lutas com os chefões são apelativas <strong>PRA CARALHO</strong>. Frequentemente tu terás tua bunda agressivamente chutada por um chefão, apenas pra voltar algumas fases e levelar os bonequinhos um pouco mais antes de tentar novamente.</p><p>A grande manha do jogo é o gerenciamento das ações dos personagens &#8212; saber exatamente com que herói atacar qual inimigo, em que hora soltar as devastadoras habilidades especiais, quando e qual personagem curar com o seu curandeiro, quando sair correndo de ataques que vão eventualmente matar um dos seus bonequinhos.</p><p>A morte dos personagens, aliás, não é definitiva &#8212; eles voltam na próxima fase. Entretanto, com um time desfalcado se torna imensamente mais difícil de terminar a fase, e perder um dos caras significa na maioria das vezes que você perdeu todo aquele tempo a toa, e terá que reiniciar a fase.</p><p>O misto de RPG com RTS é muitíssimo viciante &#8212; já tenho 12 horas cravadas no jogo, de acordo com o meu save game, e ainda nem o terminei. E isso sem contar que, mesmo após derrotar o chefão com seus quatro personagens mais porradeiros, ainda há outros <strong>OITO</strong> personagens pra levelar &#8212; com habilidades legais e inéditas pra destravar e tal.</p><p>Se tu é do tipo que gosta de fechar jogos 100%, Battleheart vai te dar muitíssimas horas de diversão.</p><p>O joguim custa apenas US$2.99. <a
href="http://appshopper.com/link/battleheart" target="_blank">Compre Battleheart</a>. Recomendo fortemente.</p><p>Ah, e o jogo é universal, ou seja &#8212; roda nativo no iPad também. Isso é bacana.</p><p>Olha a parada em ação:</p><p>[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=qhZzrcrksY8[/youtube]</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://hbdia.com/game/joguinho-ios-da-semana-battleheart/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>27</slash:comments> </item> <item><title>A história por trás de 11 clássicos joguinhos de DOS (e onde baixa-los)</title><link>http://hbdia.com/game/a-historia-por-tras-de-11-classicos-joguinhos-de-dos-e-onde-baixa-los/</link> <comments>http://hbdia.com/game/a-historia-por-tras-de-11-classicos-joguinhos-de-dos-e-onde-baixa-los/#comments</comments> <pubDate>Mon, 07 Feb 2011 19:38:36 +0000</pubDate> <dc:creator>Izzy Nobre</dc:creator> <category><![CDATA[Games]]></category> <category><![CDATA[Minha infância]]></category> <category><![CDATA[Top X]]></category><guid
isPermaLink="false">http://hbdia.com/wordpress/?p=2823</guid> <description><![CDATA[Há alguns anos eu abandonei a cena PC gamer. Apesar de ter a plena consciência de que certos gêneros só funcionam nessa plataforma (real time strategy games, por exemplo, que sempre foram meus favoritos), não consigo justificar pra mim mesmo o fato de que a cada sete ou oito meses eu preciso fazer uma longa...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns anos eu abandonei a cena PC gamer.</p><p>Apesar de ter a plena consciência de que certos gêneros só funcionam nessa plataforma (real time strategy games, por exemplo, que sempre foram meus favoritos), não consigo justificar pra mim mesmo o fato de que a cada sete ou oito meses eu preciso fazer uma longa e tediosa manutenção de software (formatação/atualização de drivers/etc) ou, pior, gastar algumas centenas de dólares em upgrades pra deixar o hardware no nível necessário pra rodar os jogos mais recentes.</p><p>Ser um PC gamer era mais fácil há alguns anos, quando eu morava com a minha família e só havia um computador na casa &#8212; o do meu pai, que todos compartilhávamos. Meu pai sempre foi e sempre será um extreme PC nerd, então volta e meia ele upgradeava o computador dele até o talo, mantendo a máquina nas condições de hardware necessárias pra rodar os jogos que ele gostava.<br
/> <span
id="more-2823"></span><br
/> Por causa desse hábito dele eu tinha acesso constante a um computador que era sempre mantido no limite da capacidade dos computadores pessoais daquela época. Pra você ter uma noção (e só a turma realmente nerd vai poder apreciar esse pequeno fato), em 1996 meu pai comprou um Pentium 133mhz com <strong>SESSENTA E QUATRO</strong> megabytes de RAM. Eu lembro que quando os outros amigos nerds dele iam lá em casa e ele &#8220;apresentava&#8221; a máquina pros caras, ninguém conseguia acreditar que meu pai comprou 64mb de memória pro negócio.</p><p>Antes disso eu já havia me familiarizado com os joguinhos clássicos que marcaram nossas infâncias. O Pentium 133 serviu como um divisor de águas, no entanto &#8212; minha era PC gamer teve duas fases distintas: AP (Antes do Pentium) e DP (Depois do Pentium).</p><p>Nosso computador antigo era um notebook imenso que meu pai usava pro trabalho, mas que eu e meu irmão frequentemente tínhamos acesso quando ele não estava em casa. E nesse computador &#8212; que minha irmã, que na época tinha uns 4 ou 5 anos, se referia como &#8220;computazinho&#8221;, que na cabeça dela era como se chamavam computadores portáteis &#8212; tive contato com alguns jogos cujas screenshots trarão lágrimas aos seus olhos.</p><p>Se você tem amigos nerds que viveram nessa época, sinta-se à vontade pra copiar a URL do texto e espalhar as boas novas. Boa parte de vocês provavelmente se lembrava destes jogos muito superficialmente, talvez nunca chegaram a conhecer os nomes verdadeiros dos jogos até (como já já vou explicar um bom exemplo desse fenômeno), então eu imagino que muitos de vocês apreciarão ler este post tanto quanto eu apreciarei escreve-lo.<strong></strong></p><p>(A maioria destes joguinhos requerirá que você use o <a
href="http://www.dosbox.com/">DosBox</a>, que é um emulador do DOS. Imagino que boa parte de vocês já têm experiência com o programa. E se nao tiverem, o Google está a um clique de distância)</p><p><strong>Settlers ou Serf City</strong></p><p><a
href="http://img.hbdia.com/2008/05/serf.gif"><img
class="aligncenter size-full wp-image-2811" style="border: 1px solid #000000;" title="serf" src="http://img.hbdia.com/2008/05/serf.gif" alt="" width="480" height="320" /></a></p><p>Poucos jogos que geraram em mim admiração quase equivalente a religiosidade. São aqueles poucos clássicos que, não importa há quanto tempo foram lançados, continuam tão divertidos como eram antes.</p><p>Super Mario World foi um deles e é o exemplo mais óbvio. A série Command and Conquer foi outra que eu joguei obsessivamente. E Settlers foi <strong>O</strong> meu jogo mais favorito de todos os tempos, é possivelmente o jogo com o qual mais gastei tempo em toda a minha vida. O únivo motivo pelo qual não uso sprites de Settlers no HBD é que ele é obscuro demais pra ser reconhecido pela maioria das pessoas.</p><p>O jogo é baseado em Die Siedler, um jogo de tabuleiro alemão. Lançado em 1993 pela Blue Byte pra computadores Amiga, Settlers praticamente definiu o gênero simulação/RTS. Por motivos que não consigo entender, ele continua sendo relativamente desconhecido.</p><p>Em Settlers você precisa estabelecer uma colônia medieval, e o foco do jogo é estabelecer um sistema econômico dinâmico e auto-suficiente. Não vou me estender muito a respeito do gameplay, porque senão o post ficaria grande demais.</p><p>Preciso falar mais alguma coisa? Ah, faltou mencionar que Settlers é o único RTS ever que permite hotseat gameplay, ou seja, dois gamers jogando no mesmo computador. Um jogador no mouse, outro num joystick. Era muitíssimo divertido Settlers jogar com amigos.</p><p><strong>Download da Pérola</strong>: <a
href="http://www.abandonline.com/gameinfo.php?id=111" target="_blank">AQUI</a>!</p><p
style="text-align: center;"><strong>*****</strong><strong></strong></p><p><strong>Worms</strong></p><p><a
href="http://img.hbdia.com/2008/05/worms.jpg"><img
class="aligncenter size-full wp-image-2812" style="border: 1px solid #000000;" title="worms" src="http://img.hbdia.com/2008/05/worms.jpg" alt="" width="600" height="480" /></a></p><p>Worms foi mais um desses joguinhos da velha guarda que eram feitos inteiramente por um nerd sozinho. Andy Davidson programou o jogo inteiro (que na época se chamava Total Wormage) pra uma competição da revista americana <em>Amiga Format</em>. Andy não ganhou a competição. Um ano depois, ele levou o jogo ao European Computer Trade Show, uma expo de empresas de informática. Ele mostrou o jogo a softhouse Team17 e conseguiu a atenção dos caras.</p><p>A empresa desenvolveu e publicou o jogo pro Amiga e o resto é história, como dizem os gringos. Worms se tornou um sucesso comercial e de crítica, e que se expandiu a várias plataformas. Mais recentemente, temos Worms Open Warfare 2 pro PSP e DS, que permite até mesmo jogatina online via Wifi. E tem pro iPhone também.</p><p>Worms é um jogo de artilharia baseado em turnos. Os jogadores se revezam atirando contra os bonequinhos do inimigo com uma variedade de armas, levando em consideração a direção do vento, a força do disparo, etc. O jogo é mais um daqueles conceitos bem criativos que não se vê tanto hoje em dia.</p><p><strong>Download da Pérola</strong>: <a
href="http://www.gameswin.info/gameen.php?id=310" target="_blank">AQUI</a>!</p><p
style="text-align: center;"><strong>*****</strong><strong></strong></p><p><strong>Digger</strong></p><p><a
href="http://img.hbdia.com/2008/05/digger.jpg"><img
class="aligncenter size-full wp-image-2813" style="border: 1px solid #000000;" title="digger" src="http://img.hbdia.com/2008/05/digger.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p><p>Aproximadamente mil anos antes da magia contagiante do Wii e seus jogos que requerem apenas destreza suficiente pra operar um controle remoto, <strong>Digger</strong> atingiu o público gamer impossível &#8212; minha mãe e minha tia.</p><p>Ambas disputavam arduamente a tela de High Scores do jogo, e se tornaram profissionais <em>de facto</em> no jogo. Minha mãe passava de fase em fase com a mesma facilidade com a qual hoje eu pego a minha guitarrinha de plástico de Guitar Hero e faço cinco estrelas em Freebird no Expert enquanto resolvendo um Rubiks Cube com pé. Mencionei que eu faço isso estando calçado, e de olhos fechados, e apenas com o poder da minha mente? Então.</p><p>Digger (ou Come Come, como elas o chamavam) é um jogo canadense produzido pela Windmill Software em 1983, pros populares PCs IBMs que começavam a se tornar um eletrodoméstico como qualquer outro &#8212; na América do Norte, e no Brasil pra filhos de técnicos de informática como foi o meu caso.</p><p>O jogo era bem simples &#8211; você é uma maquininha escavadora que sai abrindo buracos no cenário em busca de esmeraldas e sacos de dinheiro. Há monstros chamados Nobbins te perseguindo pelo jogo, mas eles não têm a mesma habilidade de fazer novos caminhos, apenas trilhar os já existentes. Bom, os primeiros monstros não tem essa habilidade. Se eles cruzam o mesmo caminho um certo número de vezes, eles se tornam Hobbins (por tempo limitado) e podem cavar buracos em sua direção.</p><p>Curiosamente, eu estava num bar uma vez e vi um arcade chamado Mr Do, que tem gameplay e gráficos bastante parecidos com dos de Digger. Tirei até uma foto, que por algum motivo parece ter sido renderizada pelo filtro &#8220;Estou Bêbado e Minhas Retinas Descolaram&#8221;:</p><p
style="text-align: left;"><img
class="aligncenter" style="border: 1px solid #000000;" src="http://img359.imageshack.us/img359/7912/dsc01554nj0pg3.jpg" border="1" alt="" width="320" height="240" /></p><p
style="text-align: left;">Entretanto, Mr Dofoi lançado um ano antes de Digger, por uma softhouse chamada Universal. A turminha da Windmill simplesmente fez um port caseiro que fosse diferente o bastante pra não ser alvo de um processo por quebra de direitos autorais.</p><p>No entanto, levando em consideração que esses joguinhos eram programados num fim de semana por dois nerds ociosos e custavam mais ou menos cinquenta centavos pra produzir, é provável que a viagem de taxi pro tribunal custasse à Universal muito mais que ela poderia pedir ao juíz como indenização pelo roubo do jogo.</p><p>Ah, e a trilha sonora do jogo era a super contagiante <em>Popcorn</em>, que você pode relembrar clicando <a
href="http://www.youtube.com/watch?v=9N4ckFN96-k&amp;feature=related" target="_blank" class="broken_link">aqui</a>.</p><p><strong>Download da pérola:</strong> <a
href="http://www.digger.org/" target="_blank">AQUI</a>!</p><p
style="text-align: center;"><strong>*****</strong></p><p><strong>Alley Cat</strong></p><p><a
href="http://img.hbdia.com/2008/05/alleycat.png"><img
class="aligncenter size-full wp-image-2814" style="border: 1px solid #000000;" title="alleycat" src="http://img.hbdia.com/2008/05/alleycat.png" alt="" width="512" height="320" /></a></p><p>Esse aqui é <strong>muito</strong> old school. Por muito tempo, &#8220;usar o computador&#8221; pra mim era sinônimo de &#8220;jogar Alley Cat por sete horas seguidas até o ponto em que minha mãe tinha que me remover do computador à força e/ou usando ameaça de violência doméstica&#8221;.</p><p>Alley Cat (ou JOGODUGATO como eu e todos os meus vizinhos o chamava) foi uma dessas pérolas do período áureo da produção de joguinhos computadorísticos. O troço foi lançado pela Synapse Software, mas foi programado por apenas <strong>um</strong> sujeito. Isso mesmo, um só cara foi responsável pela parte gráfica, efeitos de som, programação e tudo. Tá, nada disso era grande coisa no jogo, mas mesmo assim.</p><p>E não apenas isso, mas o joguinho tinha apenas 32kb. Eu já escrevi listas de compras com mais linhas que esse jogo. Aliás, se eu gravasse o som de minha própria flatulência, ainda que convertesse-o pra mp3 o arquivo seria maior que Alley Cat, tornando-o literalmente o único jogo do mundo mais leve que um peido.</p><p>O jogo era o seguinte &#8212; tu controlava um gatinho que entrava em janelas abertas do prédio mais lilás jamais produzido pra um jogo eletrônico. Cada uma dessas janelas dava entrada a um quarto que oferecia algum tipo de gameplay diferente. Em uma delas você precisava comer toda a comida de cachorros que dormiam espalhados pela sala; se você passasse muito tempo perto de um deles, o cachorro acordava e comia a sua bunda. Em outra, você precisa derrubar uma gaiola no chão e em segiuda apanhar o passarinho que escapará graças a isso. <a
href="http://www.youtube.com/watch?v=OwKbXqc1_30">Dê uma olhada no gameplay do negócio neste videozinho do youtube</a>.</p><p>Não está convencido do nível de oldschoolidade desse jogo? Que tal isso &#8212; <em>os sons do jogo eram produzidos pelo auto-falante da placa mãe do computador.</em> Simplesmente fenomenal.</p><p>Download da pérola: <a
href="http://g1.acid-play.com/download/c6a239ee/alleycat.zip" target="_blank">AQUI</a>!</p><p
style="text-align: center;"><strong>*****</strong></p><p><strong>Burgertime</strong></p><p><a
href="http://img.hbdia.com/2008/05/burger-time.gif"><img
class="aligncenter size-full wp-image-2815" title="burger time" src="http://img.hbdia.com/2008/05/burger-time.gif" alt="" width="410" height="358" /></a></p><p>Burgertime é mais uma pérola dos arcades dos anos 80 (1983, mais especificamente) produzida pela Data East Corporation, os responsáveis pelo sensacional <a
href="http://hbdia.com/wordpress/?s=joe+mac+snes+resenha">Joe and Mac</a>. Burgertime foi portado pro NES (além de mil outras plataformas), e eventualmente pro PC. Ou talvez foi o contrário, não sei que plataforma recebeu o jogo primeiro. Enfim.</p><p>O jogo era um labirinto/puzzle/action. Você tinha que montar sanduíches pisando em cima dos componentes deles (alface, cebola, pão, etc), fazendo-os cair até o prato do cliente. Monte todos os sanduíches e você passa pra próxima fase. Minha longa experiência trabalhando em restaurantes fast food me permite dizer que tal técnica é levemente imprecisa, porque há poucas ocasiões em que pisar no sanduíche durante a preparação é algo a ser recompensado.</p><p>Obviamente, o serviço era dificultado por comidas antropomórficas que te perseguem pelo cenário. Se eles te pegam &#8212; por ser Burgertime um jogo de arcade, não é uma questão de SE e sim de QUANDO &#8211;, você morre e começa tudo de novo.</p><p><strong>Download da Pérola</strong>: <a
href="http://www.classic-retro-games.com/BurgerTime_104.html" target="_blank">AQUI</a>!</p><p
style="text-align: center;"><strong>*****</strong></p><p><strong>Lander</strong></p><p><a
href="http://img.hbdia.com/2008/05/lander.jpg"><img
class="aligncenter size-full wp-image-2816" style="border: 1px solid #000000;" title="lander" src="http://img.hbdia.com/2008/05/lander.jpg" alt="" width="560" height="424" /></a></p><p>Lander (ou Lunar Lander como é chamado em alguma versões) era um arcade produzido pela Atari em 1979. No jogo, você tem que aterrissar (ou seria alunizar?) um módulo espacial na superfície lunar. Há três propulsores: um de cada lado da nave, e um jato central embaixo dela. Ativar esses propulsores resulta num empuxo vetorial no sentido oposto, com força diretamente proporcional à duração do jato.</p><p>A manha do jogo é saber quanto empuxo dar em cada direção, executando a força necessária pra mover ou parar o módulo, e anular a força da gravidade e manter o módulo descendo lentamente. E você também pode girar a nave pra se movimentar de forma mais eficiente. O objetivo é usar esses controles pra trazer o módulo ao chão com segurança.</p><p>Pra complicar a missão, você tem uma quantia finita de combustível. Cada ativação dos propulsores consume uma quantia de combustível. Por isso, se sua aterrissagem não for eficiente &#8212; ou seja, se você demorar demais pra atingir um bom ângulo de aproximação &#8211;, você poderá acabar sem combustível, sua nave se tornando um bólido cadente em direção à Lua.</p><p>Você tem que admitir que, no contexto dos anos 70, um jogo baseado em física vetorial e consumo equivalente de combustível era bastante realista.</p><p>E como muitos arcades daquela época, o jogo acabou sendo portado pra PCs. Em 1981 a Adventure International lançou um port virtualmente idêntico pro PC, e foi assim que o conheci. E atualmente jogo no Nintendo DS, no pacote Atari&#8217;s Classic Games.</p><p><strong>Download da Pérola</strong>: <a
href="http://www.download.com/Lander/3000-2099_4-10403319.html" target="_blank">AQUI</a>!</p><p
style="text-align: center;"><strong>*****</strong></p><p><strong>Tom &amp; Jerry: Yankee Doodle&#8217;s CAT-astrophe</strong></p><p><a
href="http://img.hbdia.com/2008/05/tj.jpg"><img
class="aligncenter size-full wp-image-2817" style="border: 1px solid #000000;" title="tj" src="http://img.hbdia.com/2008/05/tj.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a></p><p>Tudo bem que Tom and Jerry perderam sua relevância cultural há uns dez anos, mas este clássico permanecerá pra sempre nas nossas memórias. Na minha, pelo menos.</p><p><em>Tom &amp; Jerry: Cat-astrophe</em> foi, até onde sei, o primeiro jogo a dispor do open-world gameplay que se tornaria o símbolo da série GTA. Produzido pela HiTech Expressions em 1990 (e baseado num episódio de mesmo nome), no jogo não havia fases, chefões, nem uma missão específica pra cumprir. Por ser um conceito bastante diferente, demorou um tempo pra entender que não havia um castelinho pra eu chegar nem uma bandeirinha pra abaixar no final do mapa.</p><p>O jogo te colocava no papel do Jerry, num porão junto com o Tom, e a premissa do negócio era simplesmente encher o saco do gato com os objetos que você podia encontrar lá. Havia um aviãozinho do qual você podia jogar lâmpadas no Tom, um carrinho no formato de um pedaço de queijo que você usava pra atropelar o gato, entre outras coisas. E o gato também tem um arsenal pra usar contra você &#8212; marretas gigantes, dinamite e outras coisas que se encaixam nesse perfil de violência cartunesca.</p><p>A idéia de um jogo que não te obriga a trilhar um caminho determinado e ao invés disso te incentiva a apenas aloprar com os NPCs (neste caso, apenas um) era bastante original na época, e por isso Cat-astrophe foi um dos meus jogos favoritos por muito tempo.</p><p><strong>Download da Pérola</strong>: <a
href="http://www.abandonia.com/en/downloadgame/667" target="_blank">AQUI</a>!</p><p
style="text-align: center;"><strong>*****</strong></p><p><strong>The Incredible Machine</strong></p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://img.hbdia.com/2011/02/timm.png"><img
class="aligncenter size-full wp-image-2832" style="border: 1px solid #000000;" title="timm" src="http://img.hbdia.com/2011/02/timm.png" alt="" width="512" height="358" /></a></p><p>Esse aqui é um jogo de originalidade incomparável. Produzido pela Jeff Tunnell Productions e distribuído pela Dynamix em 1990, em TIM você usa diversos objetos (alguns mais incomuns que outros) pra criar <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rube_Goldberg_machine">máquinas Rude Goldberg</a> e atingir certos objetivos. Pra moleques cuja nerdice despertou cedo e sempre gostaram de entender como certas máquinas e bugingangas funcionam, e além disso tinham a vontade de criar seus próprios mecanismos movidos por hamsters, TIM era um prato cheio.</p><p>Essencialmente, The Incredible Machine veio pra preencher o vazio nos corações de todas as criança que assistiram Esqueceram de Mim sabendo que jamais teriam a oportunidade de espalhar pela armadilhas automáticas tão bem elaboradas quanto as do filme.</p><p>Não que isso nos impediu de tentar, às vezes com resultados bastante diferentes daqueles que vimos no filme. RIP Totó, 1989-1991. Eu não sabia que aquele ferro de passar ainda está ligado, me perdoe.</p><p>Eu nunca fui um gamer muito movido por objetivos. Em Gears of War/GTA4 só jogo online. Em jogos de estratégia, nunca jogo as missões, sempre o modo multiplayer/skirmish sem conexão com a história. Em qualquer jogo que há uma forma de jogar sem cumprir as missões propriamente ditas, é geralmente esse modo que eu passarei mais tempo jogando.</p><p>The Incredible Machine foi o único jogo em que o desafio do avanço pra próxima fase realmente me motivou.</p><p><strong>Download da Pérola</strong>: <a
href="http://www.abandonia.com/games/25/Incredible+Machine,+The.html" target="_blank">AQUI</a>!</p><p
style="text-align: center;"><strong>*****</strong></p><p><strong>Sokoban</strong></p><p><a
href="http://img.hbdia.com/2008/05/soko.png"><img
class="aligncenter size-full wp-image-2819" style="border: 1px solid #000000;" title="soko" src="http://img.hbdia.com/2008/05/soko.png" alt="" width="443" height="300" /></a></p><p>Sokoban é aquele tipo de jogo clássico que é portado pra duas mil plataformas diferentes, em vários clones diferentes, porque o conceito nunca realmente morre. Sokoban foi criado em 1980 por um sujeito chamado Hiroyuki Imabayashi, e publicado dois anos depois pela Thinking Rabbit, uma softhouse japonesa. Ao menos isso é o que a Wikipedia diz; segundo o Abandonia, o jogo foi criado em 1984 pela igualmente japonesa Spectrum Holobyte. Quem está certo?</p><p><em>Who the fuck cares?</em></p><p>Em Sokoban, você é um sujeitinho que precisa empurrar caixas pra certos pontos em cada mapa. Você só pode empurrar uma caixa de cada vez, e não puxa-las. O design das fases é sempre de tal forma que faz com que você tenho que jogar cada mapa cinquenta vezes até finalmente entender a manha requerida.</p><p>Os primeiros mapas são bastante fáceis, e vão ficando progressivamente difíceis até você abrir fases que te fazem expelir um &#8220;taquepariu, nem Jesus Cristo poderia vencer essa fase&#8221;. Havia até um editorzinho de mapas e, se você fosse particularmente talentoso <strong>E</strong> filho da puta, podia fazer como eu e criar várias fases impossíveis de serem completadas pra rir da cara dos seus amiguinhos, que só descobririam isso cinco horas depois.</p><p><strong>Download da Pérola</strong>: <a
href="http://www.abandonia.com/en/downloadgame/231" target="_blank">AQUI</a>!</p><p
style="text-align: center;"><strong>*****</strong></p><p><strong>Cannon Fodder</strong></p><p><a
href="http://img.hbdia.com/2008/05/cf.gif"><img
class="aligncenter size-full wp-image-2820" title="cf" src="http://img.hbdia.com/2008/05/cf.gif" alt="" width="512" height="346" /></a></p><p>Ahh, Cannon Fodder&#8230; quantas piadinhas juvenis a gente não fazia com o nome desse jogo (que significa, literalmente, &#8220;bucha de canhão&#8221;)?</p><p>Esse aqui é um clássico da estratégia em tempo real. Em 1996 a Sensible Software lançou Cannon Fodder pro Amiga, e em seguida portou pra praticamente tudo que era console disponível na época &#8211; 3DO, Jaguar, Game Boy Color, Mega Drive, SNES e outros.</p><p>Cannon Fodder é um jogo de estratégia bem simples. Não há coleta de recursos, construção de bases nem nada disso &#8211; você simplesmente controle quatro soldadinhos com o mouse, usando o botão esquerdo pra envia-los a um determinado ponto, e o direito pra atirar. Em Cannon Fodder 2 eles até colocaram um jipezinho e tanques que você pilota em algumas fases.</p><p>Cannon Fodder causou polêmica porque a caixa do jogo trazia a imagem de uma flor que era usada pela Legião Real Britânica como símbolo dos veteranos da Primeira Guerra Mundial. Aparentemente os velhinhos lá não tinham mais sobre o que reclamar, e resolveram encher o saco de programadores. Depois de muita confusão a arte da caixa foi alterada, mas a loading screen do jogo ainda exibia a flor.</p><p>Mas a polêmica não acaba por aí. No jogo, sempre que você perde um soldadinho, você é mostrado uma tela em que vários outros soldados se enfileiram, prontinhos pra serem recrutados pra próxima missão. Isso, aliado ao fato que o termo &#8220;cannon fodder&#8221; significa justamente &#8220;bucha de canhão&#8221; (o que faz insinuação de &#8220;soldados descartáveis&#8221;), provocou ainda mais controvérsia. O jogo foi até banido na Alemanha, veja você.</p><p>O que a turma não entendeu é que o jogo era um discurso sarcástico meio hippie sobre a futilidade da guerra e essas coisas; eles não estavam glorificando guerras e sim satirizando. Ao menos foi a desculpa que os caras deram.</p><p>Em 2006 a IGN reportou que <a
href="http://psp.ign.com/objects/850/850551.html">um remake pro PSP estava a caminho</a>, tinha até screenshots. Eventualmente a Codemasters &#8212; responsável pelo port &#8212; cancelou o projeto. É uma pena, mas de qualquer forma ainda posso jogar a ROM do Cannon Fodder pra SNES no PSP.</p><p><strong>Download da Pérola</strong>: <a
href="http://www.abandonia.com/en/downloadgame/76" target="_blank">AQUI</a>!</p><p
style="text-align: center;"><strong>*****</strong></p><p><strong>Prince of Persia</strong></p><p><a
href="http://img.hbdia.com/2008/05/prince.png"><img
class="aligncenter size-full wp-image-2821" style="border: 1px solid #000000;" title="prince" src="http://img.hbdia.com/2008/05/prince.png" alt="" width="513" height="322" /></a></p><p>Prince of Persia foi o precursor de um estilo de gameplay meio falecido hoje em dia &#8212; o sidescrolling adventure. Ou seja, aqueles joguinhos de aventura em que você tem apenas uma parte da fase na tela, e quatro saídas em cada lado. Passe por uma dessas saídas, e você verá outro pedaço da fase. Jogos clásicos que participam do mesmo gênero incluem Out of This World, o Metroid original e o (excelentíssimo) Blackthorne.</p><p>A história era simples &#8212; alguém sequestrou a sua princesa, e você tem que salva-la. O interessante é que você tinha um tempo determinado pra salva-la. Se demorasse demais, já era.</p><p>A primeira versão do jogo foi desenvolvida em 1989 por um sujeito chamado Jordan Mechner &#8212; que fotografou seu irmão em diversas ações diferentes e depois usou os frames fotográficos como referência pra desenhar o bonequinho do jogo por cima, um processo chamado rotoscopia.</p><p>Prince of Persia foi provavelmente o primeiro jogo de PC que 99% dos nerds viram na vida. Por isso tive que voltar ao post pra que adiciona-lo a lista, já que sua ausência aqui é quase que negligentemente criminosa.</p><p><strong>Download da Pérola</strong>: <a
href="http://www.abandonia.com/en/downloadgame/10" target="_blank">AQUI</a>!</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://hbdia.com/game/a-historia-por-tras-de-11-classicos-joguinhos-de-dos-e-onde-baixa-los/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>75</slash:comments> </item> <item><title>3 coisas que você precisa saber sobre o PSP2</title><link>http://hbdia.com/game/3-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-o-psp2/</link> <comments>http://hbdia.com/game/3-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-o-psp2/#comments</comments> <pubDate>Fri, 28 Jan 2011 18:59:57 +0000</pubDate> <dc:creator>Izzy Nobre</dc:creator> <category><![CDATA[Games]]></category> <category><![CDATA[destravar]]></category> <category><![CDATA[download]]></category> <category><![CDATA[fotos]]></category> <category><![CDATA[jailbreak]]></category> <category><![CDATA[ngp]]></category> <category><![CDATA[psp]]></category> <category><![CDATA[psp2]]></category> <category><![CDATA[sony]]></category><guid
isPermaLink="false">http://hbdia.com/wordpress/?p=2585</guid> <description><![CDATA[E então a Sony finalmente revelou o sucessor do PlayStation Portable. Este é o NGP &#8212; atual codinome do aparelho &#8211;, que é a sigla pra Next Generation Portable. O NGP (que alguns teimosos certamente ainda chamarão de PSP2) faz jus ao nome. O portátil terá um violento processador quadcore ARM Cortex A9, uma tela...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p>E então a Sony <em>finalmente</em> revelou o sucessor do PlayStation Portable. Este é o NGP &#8212; atual codinome do aparelho &#8211;, que é a sigla pra Next Generation Portable.</p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://img.hbdia.com/2011/01/ngp.jpg"><img
class="aligncenter size-full wp-image-2589" title="ngp" src="http://img.hbdia.com/2011/01/ngp.jpg" alt="" width="360" height="198" /></a></p><p>O NGP (que alguns teimosos certamente ainda chamarão de PSP2) faz jus ao nome. O portátil terá um violento processador quadcore ARM Cortex A9, uma tela de toque OLED de 960 x 544, rádio 3G, dois analógicos, acelerômetro, giroscópio, duas câmeras, GPS e um <em>segundo </em>painel sensível ao toque na parte traseira. O troço será compatível com o PlayStation Suite, ou seja &#8212; será retrocompatível com jogos de PSP e PS1.</p><p>Como se não bastasse isso, a filosofia por trás desse novo PSP se baseia em &#8220;cinco conceitos chave&#8221;: Interface revolucionária, conectividade social, entretenimento baseado em localização geográfica, e combinar realidade &#8220;real&#8221; com virtual (ou seja, realidade aumentada). Sim, eu sei que na realidade isso são quatro e não cinco itens. <a
href="http://www.engadget.com/2011/01/27/the-sony-psp2/" target="_blank">Reclame com o Engadget</a>.</p><p>É um redesign completo no hardware do aparelho, e uma mudança absoluta na filosofia de uso do console. Na superfície parece incrível, mas há algumas coisinhas importantes que você precisa saber sobre ele.</p><p><span
id="more-2585"></span></p><p><strong>1) Rebranding &#8212; Por que &#8220;NGP&#8221;?</strong></p><p>NGP não é o nome definitivo do aparelho; é só um codinome (talvez acabe virando o nome oficial, quem sabe?). Entretanto, o simples fato de que a Sony rejeitou o óbvio PSP2 fala muito sobre a forma como a linha PSP é vista pelo público e pela própria Sony.</p><p>Apesar de ser hardwaremente mais parrudo que o seu <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Nintendo_DS" target="_blank">principal competidor</a>, o PSP vendeu <a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/PlayStation_Portable#Sales" target="_blank">menos da metade de unidades que o DS</a> (62 milhões contra 135 milhões). A seleção de software nunca disparou da maneira esperada, a pirataria galopante <a
href="http://www.techradar.com/news/gaming/god-of-war-developer-slams-psp-piracy-903714" target="_blank">desmotivou os developers</a> e a aquela tentativa patética de reformular o console que foi o PSPGo foi um fracasso retumbante, por dois motivos: preço, e seleção fraca de jogos pra download.</p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://img.hbdia.com/2011/01/pspgo.jpg"><img
class="aligncenter size-full wp-image-2590" style="border: 1px solid #000000;" title="pspgo" src="http://img.hbdia.com/2011/01/pspgo.jpg" alt="" width="360" height="323" /></a></p><p
style="text-align: center;">Mas é tão bonitinho&#8230;</p><p>A marca PSP tá marcada na consciência coletiva do público, assim como a Sega também estava quando lançou consoles e add-ons (o Sega Saturn, SegaCD e o 32X vem à mente) apenas pra mata-los pouco tempo mais tarde.</p><p>A melhor coisa que você pode fazer ao lançar um produto que se baseia em uma marca vista como fracasso pelo público e pela comunidade acionista é se distanciar do nome original. Isso se chama &#8220;<a
href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rebranding" target="_blank">rebranding</a>&#8220;.</p><p>Não se engane: ao inventar esse codinome NGP (que soa completamente monótono e coorporativo/burocrático), o que a Sony está dizendo nas entrelinhas é &#8220;a gente sabe que o PSP foi uma merda. <em>Mas isso aqui não é um PSP</em>&#8220;.</p><p><strong>2) Ele será caro</strong></p><p>Essa nova geração de consoles portáteis exibe hardware <em>state-of-the-art, </em>o que é algo que nunca aconteceu antes nesse mercado<em> &#8212; </em>o 3DS com sua tela autoestereoscópia que reproduz imagens 3D sem a necessidade de óculos, e o NGP com CPU e GPU quadcore. Compara isso com o GameBoy, que foi lançado com uma tela monocromática dot matrix (tecnologia da década de 70) em pleno 1989.</p><p>O resultado disso é uma etiqueta de preço salgada. O 3DS custará 250 pilas americanas (<a
href="http://www.bestbuy.ca/en-CA/product/microsoft-xbox-360-4gb-console-rkb-00002/10147903.aspx?path=5088d78c97a716395e6e559e6c2515bden02" target="_blank">mais caro que um Xbox 360</a>), e a Sony já deixou implícito que o NGP <a
href="http://www.engadget.com/2011/01/28/sony-says-ngp-will-be-affordable-wont-cost-599-wifi-only-v/" target="_blank">custará mais caro ainda</a>. Não é a toa: processadores quadcore e telas OLED de 5 polegadas e sensíveis ao toque não são exatamente componentes baratos.</p><p>Eu chuto que o NGP custará em volta de $300-350 dólares &#8212; por esse preço, <a
href="http://www.bestbuy.ca/en-CA/product/playstation-3-playstation-3-160gb-entertainment-system-98418/10151116.aspx?path=6f6fd268b53291689bc2ab4d56bd86d9en02" target="_blank">você poderia muito bem levar um PS3 pra casa</a>.</p><p>Consoles portáteis mais caros que consoles de mesa é algo que me deixa meio desnorteado. Os portáteis sempre foram, historicamente, a opção menos onerosa. Um &#8220;quase&#8221; console com uma etiqueta mais amigável.</p><p>O público vai aceitar essa mudança de paradigma&#8230;?</p><p><strong>3) Ele será, possivelmente, o último PSP</strong></p><p>O mercado não é o mesmo que era em 2005, quando o PSP nasceu. Naquele momento, a briga pela hegemonia portátil era apenas entre a Sony e a Nintendo. A Sony, crente no mantra &#8220;<em>more is better</em>&#8220;, dotou o PSP com hardware mais potente, uma tela maior, e algumas funções multimídia. Já sabemos no que deu essa aposta.</p><p>O que o NGP me diz é que a Sony decidiu que se &#8220;more is better&#8221; não deu certo no passado, a palavra de ordem agora é &#8220;<em>morer is betterer</em>&#8221; (sic). GPS, 3G, dois painéis de toque,  funções multimídia, funções de mídia social, processador quadcore, jogos de console no seu bolso&#8230;</p><p>Você entende o que eu quero dizer? Apesar dos esforços da Sony em nos dizer que o NGP não é um PSP, em seu âmago a filosofia do aparelho é a mesma. Hardware melhor que o da competição, múltiplas funções além de gaming. Já vimos esse filme antes, minha gente.</p><p>O problema é que, como eu falei no começo, o mercado atual em que o NGP nascerá não é o mesmo de 2005. Você sabe que outro aparelho tem tela de toque, acelerômetro, 3G, câmeras, GPS e tudo o mais? Um iPhone. O mesmo iPhone que em 2009 <a
href="http://technorati.com/technology/it/article/is-iphone-grabbing-game-market-share/" target="_blank">abocanhou uma fatia do público do moribundo PSP</a>.</p><p>Esse é o problema real do NGP. Chegamos a um período em que a posse de um smartphone não é limita a médicos e executivos, então pra uma grande parcela da população essa listinha de funções do NGP não é uma grande novidade de última geração &#8212; são funções que eles já carregam no bolso há mais de um ano.</p><p>E ao mesmo tempo, celulares têm se tornado cada vez mais capazes de prover seus donos com games que, enquanto talvez não batam de frente com seus competidores nos consoles dedicados, fazem um trabalho bom o suficiente para que você não considere gastar outros 200-300 dólares pra levar um outro aparelhinho de entretenimento no bolso oposto ao do seu celular.</p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://img.hbdia.com/2011/01/celular.jpg"><img
class="aligncenter size-full wp-image-2591" style="border: 1px solid #000000;" title="celular" src="http://img.hbdia.com/2011/01/celular.jpg" alt="" width="400" height="267" /></a></p><p
style="text-align: center;">Isso aí é um jogo de celular, acredite ou não</p><p>E a Sony está ciente da ameaça. Não é à toa que eles lançaram aquele <a
href="http://nexus404.com/Blog/2010/08/16/new-sony-psp-ad-takes-a-couple-of-hits-at-apple’s-iphone-gaming-sony-says-psp-gaming-way-better-sony-subliminally-threatens-apple-with-psp-go-gaming-phone/" target="_blank">comercial envergonhante tentando convencer a molecada a comprar PSPs e relegar seus celulares a mandar mensagens de textos e ligar pra sua avó</a>. Compreendendo a Sony que a Nintendo sempre dominará o pódio da corrida portátil, o que resta agora é brigar com o novo competidor.</p><p>E se o NGP fracassar, eu não acho que a Sony tentará sua sorte no mercado portátil uma terceira vez.</p><p>Tendo dito isso&#8230; tenho uma certa esperança. O PSP foi um dos meus consoles portáteis favoritos &#8212; por causa da emulação de SNES, mas enfim&#8230; &#8212; e se o preço do NGP não fosse tão salgado, eu consideraria comprar um.</p><p>Mas sei não. O tempo dirá.</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://hbdia.com/game/3-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-o-psp2/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>78</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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