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Retro-resenha: Boogerman

Postado em 19 May 2009 Escrito por Izzy Nobre 65 Comentários

Fortaleza, março de 1997.
Pátio do Colégio Adventista, no centro da cidade. Hora do recreio.

— Cara, meu irmão chegou dos EUA ontem, e ele trouxe um jogo foda.
— Ah, é? Qual o nome do jogo?
— Porra Israel, o jogo é lançamento e tu é pobre, claro que não adianta eu falar o nome porque tu não conhece. Mas o jogo é foda.
— Hm, como é ele?
— Cara, tu não vai nem acreditar. Você pode peidar nos inimigos.
PODE PEIDAR NOS INIMIGOS??
— Pode. Pode peidar e arrotar, e eles morrem. Porque era tóxico e tal. Assim que você mata eles.
— Porra, mentira do caralho essa tua ein Norman.

(o nome do moleque era Leandro, mas a gente chamava ele de Norman. Nem lembro porquê.)

— Mentira o caralho. Tô te falando cara, o bonequinho do jogo peida e arrota. E tem umas privadas no fim das fases, e você entra nelas e tal.
— Porra, tu tá me iludindo com essa história, Norman. Num existe isso.
— Puta que pariu, moleque invejoso do cacete, claro que existe. Tô te falando, pode peidar, arrotar, entrar em privada, jogar meleca de nariz…
— Meleca de nariz, ôloco, inventou essa agora ein.
— Caralho moleque, tou te falando. Claro que…
— Me empresta o cartucho então, pra eu ver e tal.
— Num fode, ganhei ontem o jogo.


E assim foi. Norman jamais me emprestou o cartucho, e então Boogerman – o “jogo em que você arrota e tal” – permaneceu uma incógnita na minha vida. Embora eu tenha visto resenhas dele em sites e revistas na época e portanto finalmente aceitado sua existência, jamais pude experimentar a emoção de peidar num jogo.

“Porra, tinha o primeiro GTA!”, alguém diria nos comentários se eu não tivesse citado logo. O pessoal da Rockstar, não satisfeitos com toda a destruição e violência gratuita que enfiaram naquele CD, ainda deram ao seu personagem a capacidade de expelir gases, tanto via oral quanto anal. Mas esses peidos e arrotos eram inócuos e não matavam ninguém, qual a graça?

Como eu ia dizendo antes, além de não contar com a solidariedade do dono do jogo, as locadoras que eu frequentava diariamente não tinham uma cópia do título. Ou seja, jamais experimentei a emoção de jogar a parada.

É claro, até agora. A internet mais uma vez vem provando ser a melhor coisa já inventada desde o biscoito recheado de chocolate. Achei a ROM do jogo perdida num canto escuro e úmido de algum site russo de emulação, e então saquei meu gamepad USB, criei a pasta “Boogerman SS”, preparei o programa de screenshots e embarquei em mais uma viagem pelo mundo dos 16 bits.

E se você está lendo esta resenha e conhece meu estilo de resenhar jogos/filmes, já deve ter imaginado como foi a experiência.

Logo ao rodar a ROM, percebi que Norman não havia mentido. O Boogerman, que é aparentemente a última esperança da humanidade, aparece num curto vídeo de apresentação jogando uma meleca verde na tela. As confirmações das lendas não pararam por aí, não:

Percebi embasbacado que realmente há privadas no jogo. Esse foi o primeiro sinal de que Norman não era um mentiroso do caralho conforme as más línguas da escola (eu) espalhavam durante o recreio. Em menos de vinte segundos de jogo, eu já estava completamente estupefato e convencido de que este jogo deveria ser a melhor coisa já concebida pelo intelecto humano. Que mais surpresas esse excelente jogo guardava para mim?

Primeiro, veja que história do caralho:

Um cientista construiu uma máquina para livrar o mundo da poluição, enviando todo o lixo tóxico existente no planeta para a dimensão X-crement, e devo avisar neste momento que esse foi o primeiro de muitos trocadilhos escatológicos. O cientista jamais aparece no jogo, mas sei que ele é provavelmente maluco, visto isso é um pré-requisito nas academias científicas do mundo dos videogames. Se você é um personagem num universo de 16 bits e tiver qualquer coisa menos prejudicial que síndrome de Down, esqueça a carreira científica.

Há no meio do laboratório algum tipo de máquina que é aparentemente movida à base de um troço brilhante que flutua acima de um buraco (estou usando as notações científicas). A animação mostra em seguida um zelador entrando no laboratório para aspirar o pó ou passar Pinho Sol nas privadas ou qualquer outra coisa que zeladores fazem, quando DE REPENTE uma mão emerge do nada e rouba a paradinha que fornecia energia a sua máquina. O zelador corre pro banheiro e…

SURPRESA! É o Boogerman! Isso foi um choque incrível, já que ele era o único personagem que apareceu na apresentação e antes de se transformar em Boogerman já se parecia bastante com ele. Quem mais ele poderia ser?

E aí começa nossa aventura. Se logo de começo Boogerman não me inspirou muita confiança, já que ele deixou o aspirador de pó largado no meio do laboratório e obviamente não esvaziou as cestas de lixo, o que me aguardava na próxima tela era dava menos esperanças ainda. Essa tela de abertura da primeira fase dá o tom que permanece no resto do jogo.

Admirem a obra de arte dos programadores da Interplay (que até onde sei, faliu há anos para nos ensinar que karma é uma realidade)! Por onde começar? Há mais coisas horríveis nesse único screenshot do que eu já vi em toda minha vida de gamer nerd, e olhe que estou dizendo isso com um olho fechado. Sem dúvida você se inclinou mais perto do monitor para averiguar os detalhes do screenshot, e ao fazer isso relembro a você como é maravilhoso não sentir cheiros pela internet.

Mas falando sério, por onde começar? Os artistas que trabalharam em troca de comida no desenvolvimento desse jogo enfiaram tanta nojeira – e dessa vez no sentido literal – no jogo que eu nem sei sobre o que falo primeiro. Boogerman tem três “poderes”: jogar catotas de nariz, arrotar e peidar. Na área superior da tela do jogo, você tem os medidores das habilidades especiais do cara. Um nariz catarrento à esquerda, uma boca arrotante na direita. Há uma meleca verde espalhada em quase todos os milímetros quadrados da fase, então é melhor se acostumar. Bem no centro desse screenshot há uma pilha de lixo (há centenas de outras espalhadas ao longo dos mapas); Boogerman pode se abaixar e cavucar no lixo em busca de itens ou talvez sua dignidade perdida.

Apesar dos três fantásticos poderes diferentes e do fato que você morre se levar apenas dois golpes dos inimigos, Boogerman é um dos jogos mais fáceis que já tive o desprazer de gastar meu tempo jogando. Se você passar a fase inteira correndo sem parar e jogando catotas em qualquer coisa que apareça na sua frente que tenha um sprite animado, vai zerar o jogo em menos tempo que foi gasto pra gravar os sons de peido. Assim sendo, eu quase nunca precisei usar os gases do herói. As catotas serviam.

Acho que os programadores sabiam disso, e perceberam que seria inútil dar mais poderes pra ele. Por isso, Boogerman – A Pick and Flick Adventure é o único jogo que eu conheço que dispõe de um botão que não tem função nenhuma além de, quando ativado, fazer o personagem apontar o dedo pomposamento para os céus, sorrir expondo todos os dentes da frente e dizer “Boooooogerman!” Acho que colocaram essa habilidade aí porque já sabia-se de antemão que apenas pessoas com severos problemas mentais jogariam por muito tempo, e era necessário lembra-los de alguma forma qual era o jogo que eles estavam jogando.

Engoli o vômito e comecei a jogar a parada. Antes de mais nada, resolvi testar todos os poderes do personagem. O X o faz se apresentar, jogando o dedo pro alto e falando o próprio nome canastrissimamente. Os outros botões, não lembro quais, jogam meleca, peidos e arrotos na direção dos inimigos. Uma vez que eu já tinha dominado o complicado esquema de comandos, prossegui.

Imediatamente apareceu algum tipo de oponente na minha frente. Resolvi jogar meleca primeiro e fazer perguntas depois. Este “depois” acabou tornando-se um “nunca”, pois quando alvejado pelo projétil melecoso, o inimigo fez a única coisa lógica que alguém faz em situação semelhante: imediatamente desapareceu em uma nuvem de fumaça para nunca mais ser visto novamente. Foi tudo tão rápido que nem deu pra perceber direito o que era o inimigo. Não reclamei, pois enfrentar os inimigos com facilidade significaria jogar a ROM por pouco tempo.

Eu queria poder falar mais sobre esse jogo, mas simplesmente não há mais o que falar. Leia o que eu escrevi acima quatro vezes e você terá entendido o jogo inteiro. Boogerman é decepcionantemente raso e sem graça. Os peidos e arrotos são uma surpresa cômica na primeira vez que você os usa, mas perde a graça rápido – especialmente se você tem mais de sete anos e piadinhas escatológicas não são mais tão divertidas pra você. As fases são vazias e quase sem nenhum elemento interativo. Os inimigos não oferecem nenhum desafio. Se você passar durex no botão direcional direito e colocar um peso de papel em cima do Y (ou B, não lembro qual botão solta catarro) e for dar uma voltinha no shopping, quando voltar pra casa o jogo terá sido zerado quatro vezes.

Não chega a ser um jogo HORROROSO, entretanto; é simplesmente aquele tipo de fita que você alugava no fim de semana por indicação de alguém, e na segunda feira na escola espancava o moleque que o indicou por ter mau gosto e feito você gastar cinco reais num jogo chato.

O trocadilho é sem graça, mas é a pura verdade: Boogerman não fede nem cheira. E pra um jogo que tem nojeira como premissa, acho que isso é a pior das críticas.

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comments

Categorias: Games

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

65 Comentários \o/

  1. izzynobre says:

    HBD atualizado com resenha de Boogerman, um clássico do SNES http://bit.ly/2RmutO
    (RT, amigos)

  2. Oda says:

    RT @izzynobre: HBD atualizado com resenha de Boogerman, um clássico do SNES http://bit.ly/2RmutO (Jogava isso pra Mega Drive)

  3. Arnoldo says:

    Valeu kid!segue eu no twitter ó arnoldo1122

  4. smackpot says:

    se fosse feito hj em dia esse jogo, teria protestos, não venderia porra nenhuma. Nojeira num jogo tem limite. Uma coisa é uma fase que se passe no esgoto, outra coisa é o jogo todo ser no esgoto

  5. Geek Pobre says:

    haha, eu adorava esse jogo quando era menor e não entendia porra nenhuma do que estava acontecendo…
    Eram bons tempos
    (falei como se tivesse uns 30 anos agora, mas tudo bem)

  6. Vivianne says:

    O jogo mais nojento que já joguei foi Conker’s Bad Fur Day, que ele luta com um cocô e anda em esgotos, além de otras cositas más. Muito engraçado esse jogo!

  7. Zer0 says:

    Devo admitir…na época eu me divertia!

  8. osteictes says:

    voce ja tinha escrito isso há mais tempo?? acho que ja li essa resenha antes.!

  9. fabio says:

    nao tinha botao pra pular ???

    de fato, pra crianças de sete anos, o que mais vc pode querer fora peidar nos inimigos e ainda gritar “boooogerman?”
    eu gostava desse jogo e… não consegui zerar, lol.
    talvez o de megadrive fosse mais dificil, talvez eu não fosse tão bom quanto sou hj.

  10. Carolina says:

    se vc quer um jogo bom desses velhos, jogue toe jam e earl..dapra jogar com a noiva e ela tb ira curtir =)

  11. Eu says:

    Eu tenho que confessar que já me masturbei com o jogo de Atari do cara que tinha que meter na bruxa e fugir de chuva radioativa então esse jogo é bem soft para o meu gosto.

  12. CCCC says:

    Kid viado, vai morrer de tanto arroto, peido, meleca de nariz e piadinhas escatológicas no cu.

  13. Anderson says:

    Você pegou a pimentinha? Assim ele ganha poder de voo, o famoso peido de fogo. Lembro que na escola os chefes serviram de piadas para azucrinar a molecada.

  14. Rafael Ramos says:

    RT @izzynobre: HBD atualizado com resenha de Boogerman, um clássico do SNES http://bit.ly/2RmutO #nostalgia

  15. Rafael Guglielmi says:

    RT: @izzynobre: HBD atualizado com resenha de Boogerman, um clássico do SNES http://bit.ly/2RmutO (RT, amigos)

  16. AgaGê says:

    parece tosco e mal feito.
    exatamente do jeito que eu gosto =D

  17. osteictes says:

    voce ja tinha escrito essa resenha? ela nao é nova nao neh?

  18. Rafael says:

    Quando eu era bem moleque gostava de jogar essa tranqueira. Hoje em dia realmente pra mim não tem a mínima graça, mas você esqueceu de citar o peido de pimenta, era um barato sair voando com os própios gases.

  19. Thitok says:

    nunca joguei na vida! lembro de ter visto na super game power ou ação games, mas nunca joguei não! até tenho aqui em Rom, mas falta vontade!
    Seria legal fazer as reviews como do AVGN, video dá pra ter uma idéia beeem melhor, mas dá uma trabalhera do caralho!

  20. Higor says:

    Esse jogo me remete a um mais avançado que tinha quando era pequeno, em que um ETzinho peidava e dizia “Sorry”.
    Pesquisei no google o nome mas não consegui achar…

  21. CCC says:

    CCCC viado vai morrer de tanto plagio
    Kid viado vai morrer de tanta republicação no cu esse FDP

  22. Luís says:

    Flashback legal…

    …E o post das patricinhas? D:

  23. Arnoldo says:

    Kid Posta ai a historia do seu primeiro assalto

  24. ptr znt says:

    realmente, conker BFD é um clássico do gore.
    pena que nao teve uma continuação decente, apenas uma merdinha mal feita pro xbox.

  25. Danilo" says:

    Que nostolgia. Vou ter que baixar essa parada.

    “Sem dúvida você se inclinou mais perto do monitor para averiguar os detalhes do screenshot” -- acertou!

  26. Oda says:

    @Geek Pobre
    Mesmo caso. Ter uns 8 ou 9 anos e ver um personagem fazer essas merdas era tão legal. =D

  27. Muska says:

    Igual a Viviane falou: Coker’s and the Great Mighty Poo é uma das cenas mais bizarras..O boss cantando ” I AM THE GREAT MIGHTY POO AND I WILL THROW MY SHIT AT YOU ”
    Conker’s Bad Für Day para N64 e Xbox se não me engano.

  28. Guilherme says:

    da pra ver pela screenshot que é um jogo ridículo!

  29. Alexandre says:

    Respeitando a opinião do senhor seu quide, acho que foi feita uma confusão entre “jogo ruim” com “não destinado à sua faixa etária”. Afinal, a meu ver a maior parte dos moleques de 8-10 anos preferiria peidar e jogar melecas nos inimigos a descobrir os 73 finais de Chrono Trigger.

  30. ruskiii says:

    post repetido =/

  31. Felippe says:

    Kid ta falando mal porque não pode jogar na época hauhauha, hj em dia realmente é uma bela porcaria, mas qd pirralho era bem legal ^^

  32. Tayná says:

    hUAHUAHUAHUAHA eu tinha um amigo que tinha o Boogerman. E para a nossa felicidade, nessa época nossa faixa etária era por volta dos 6/7 anos e achávamos muita graça na idéia do jogo. Mas lembro que assim que passamos da primeira fase, o jogo perdeu a graça XD

  33. Puta vermelha says:

    Kid viado casou com americana, conseguiu green card e depois de velho quer ficar tacando meleca nos outros.

  34. Puta vermelha says:

    Interplay filha da puta vai morrer de tanto boogerman agora pra Wii no cu.

  35. Pablo says:

    God bless web q nos permite encontrar esse tipo de tranqueira que a gente só via em super game power. 😀
    10, 15 anos depois eh legal dar uma olhadas nessas tosqueiras =D
    Valeu pela resenha, kido!

  36. PotHix says:

    Æ!!

    Discordo um pouco da sua resenha cara.
    Acho esse jogo bem razoável para a época. ta certo que o jogo não é um super Metroid ( longe disso… ), mas é um joguinho divertido. A idéia da nojeira foi bem bizarra, ninguem esperava por isso realmente, o que faz você não poder levar a sério o que tem no jogo ( ficar com “nojinho” é foda… ).

    Realmente não tem muita dificuldade nos inimigos que morrem com uma “catarrada”, mas se for pensar assim, os inimigos do mario morrem com uma pisada na cabeça, e os do Earthworm jim morrem com uma chicotada da cabeça que ele tira do corpo!!

    Por isso acho exagerado o que você postou, mas cada um com sua opinião…Fica aí a minha.

    Há braços

  37. Adriano Lira says:

    HASUIHSAUIASHIAUSHSAIUHAS

    Eu fui um dos que perderam cinco reais alugando essa merda… joguei a primeira fase e vi, que tosco… e logo joguei o clássico DK2 hahaha

    Abraaaços.

  38. Raph4 says:

    Então kid, o jogo tem graça quando vc é piá mesmo.. teu amiguinho norton (nelson?) devia sentir o mesmo, se vc jogasse naquela época quem sabe…
    Ah e vários jogos tem algum botão ou meio de acionar a função “poha nenhuma”, onde ele faz uma gracinha e nada acontece =)

  39. CCCC says:

    CCC viado vai morrer de tanto mimimi no cuzinho apertado chorão de merda.

    Kid viado vai morrer de tanta direcional para direita no cu.

  40. Nick-kun342e says:

    Oh PotHix!Vc qr mesmo comparar Earthworm Jim com esse jogo, mesmo?Putz earthworm jim eh bem mais desafiador e tbm + legal tudo é questão de como organizar os recursos e “desafios” do jogo.

  41. Darox says:

    Joguei em emulador também, não achei graça e passei pro próximo jogo.Nem merecia um post.

  42. Z3hr0_C00l says:

    Repetido hein menino KIDE!

    Mas esse jogo eh podraço, mto chato!

  43. Candyman says:

    Hey Kid, cê já chegou a ver o Gourmet Sentai Bara Yaou ou o Cho-Aniki?

    no Gourmet Sentai tem um botão que não faz nada além de fazer o carinha fazer pose na tela

  44. Zer0 says:

    Olha o repost aí gente!!! xDDD

  45. Gupsiu says:

    é por isso que eu não me atrevo a jogar jogos antigos, na epoca eles eram a revolução, mas hoje em dia eses são decepcionantes… o unico jogo antigo que eu jogo e nunca me canso de jogar (antigo pelo menos para mim, um teenaer nascido em 93) é o jogo The legends of Zelda: Ocarina of time, simplesmente o melhor jogo do século XX, vale a pena, para quem n conhece, tem rom na internet e é para nintendo 64, aproveitem a dica

  46. davi says:

    Sobre as Patricinhas:
    “E eu tou escrevendo, porra. Mas, como diria a 3DRealms sobre o Duke Nukem Forever, “it’ll be ready when it’s ready“.”

    E a 3DRealms faliu este mês…

  47. fatmike says:

    É no mínimo.. estranho.. você fazer uma resenha de um jogo de 15 anos atrás, pra uma faixa etária de 15 anos menos que você, pra dizer que o jogo é ruim.

  48. Norimaro says:

    Em termos de peidar e arrotar com diversão e interatividade com cenários, sou mais Beavis & Butt-Head para Mega Drive! Sem falar que tem tacos de beisebol, bombinhas (jogá-las até em privadas da escola), zarabatana com bolinhas de papel mascado, e ir no hospital para pegar a maca com rodinhas a toda velocidade fugindo do segurança pra no final ele cair da escada… E outras coisas que não lembro… Tudo para recuperar os pedaços dos ingressos que foram rasgados pelo cortador de grama do vizinho zuado. LOL… Jogo foda, zerei esse jogo muitas vezes! Me fascinou quando era moleque… E de vez em quando (bem raro agora) jogo pra lembrar dos bons tempos… O jogo tem carisma por ser do B&B-H!!! Bem melhor que a versão do Super Nintendo, sinceramente…

  49. Norimaro says:

    Esqueci, são os ingressos do show de rock que foi anunciado na tv deles…

  50. Strelok says:

    Falando em jogos com coisas nojentas…

    http://www.teamfortress.com/sniper_vs_spy/

    Jarate, o mijadão!

  51. Kojiro says:

    Mais uma vez repetindo post kid, pq tenho certeza q já li resenha sobre esse jogo, talvez tenha tido uma edição ou outra, não sei bem.
    Mas tem posts melhores do q esse pra colocar no lugar.

  52. Claro, claro. Já li essa resenha aqui. E bem, é um jogo épico. Deu até vontade de jogar!

  53. Igor Augusto says:

    Cara… Eu locava esse jogo direto na locadora que tinha aqui perto e sempre devolvia e “bota na conta”. No final do mês era mais de R4100 só de locações.

    Eita época boa do SNES…

  54. Igor Augusto says:

    Corrigindo o valor… R$100

    xD

  55. Raphael says:

    só esqueceu de falar que se você segurar o botão de arroto ou peido, ele faz um super arroto ou um super peido.
    eu locava esse jogo quando era pequeno.
    hahaha
    xD

  56. ianwlad says:

    auheuaheuahe ri da parte q ele grita

  57. R. says:

    Nunca achei que veria isso denovo D:
    Acho que joguei isso quando tinha REALMENTE uns 7 ou 9 anos

    Os chefes de jogo são até dificeis, mas so lembro de ter enfrentado 3 deles (contando com o ultimo chefe)

    E se minha memoria ainda funciona, esse botão que fazia ele gritar podia abrir algumas portas ou fazer algo parecido em determinados pontos do estagio

  58. Filho da puta says:

    TODO POST É UM REPOST AD INFINITUM

  59. silvio feitosa says:

    Quase comprei este jogo quando tinha un 9/10 anos, lembro que tava eu e meu irmão, numa loja, querendo comprar um jogo de snes…quase comprei este jogo, mas, meu irmão apareceu com o cartucho do ultimate mortal kombate 3, jogo este que me fez quase reprovar na escola, de tanta aula que eu perdia para jogar auauhhusahusahusa…
    Quanto ao Boogerman, é um jogo até legal para a época, facil, e bem diferente. Zerei ele só pela curiosidade de ver que jogo é este, final bem sem graça, mas da para divertir um poco, dependendo de como estiver o dia.

  60. http://snurl.com/l8w95 totalmente excelente! ahaha boogerman!

  61. Po, então quer dizer que o Sr tb estudou em colégio adventista?…legal, fui expulso de 2, infelizmente…ou felizmente, sei lá.

  62. Caio says:

    Carai, esse jogo marcou minha infancia, jogava muito no meu megadrive, ainda tenho ele aqui

  63. Werneck says:

    Quando eu tinha uns 8 anos adorava esse jogo, até reunia os primos pra poder jogar no meu megadrive. Mas depois de um tempo enjoou 🙁

  64. MH says:

    Faliu pra ensinar que karma é realidade… Eu ri… xD
    Kid, o que você acha dos jogos da InterplayBlackIsle? Chegou a jogar Fallout1 e F2 na época do lançamento? Curtiu? Amo a série Fallout, bem que uma resenha de uma série tão escondida, por algum motivo, cairia bem, né não? =D