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Postado em 5 July 2004 Escrito por Izzy Nobre 0 Comentários

Essa edição será mais legal. É de alguém que afirma ser um ex-amigo meu. Só há uma coisa melhor que fazer inimigos: fazer com que seus próprios amigos tomem esse caminho.

Se bem que eu duvido muito que esse fulaninho realmente fosse um de meus amigos. Tendo em mente que eu desconfio quem seja o comentador anônimo covarde de bosta, posso dizer que ele era apenas um colega, um conhecido que se achava meu amigo.

Patético, eu sei. Vamos lá.

Bom, acho que por ter convivido 5 anos em contato com o evangelho, vc deveria ter um pouquinho de sensatez ao falar de coisas que vc não conhece.

Porra, olha a contradição gritante com a qual o mané abre o comentário. Ele reitera que eu tive contato o evangelho por 5 anos, mas em seguida diz que eu não o conheço. Esse deslize fatal de argumentação do meu ex-amigo custou-lhe a última lasquinha de respeito que eu um dia pudesse ter por ele.

Eu não convivi 5 anos em contato com o evangelho. Eu convivi DURANTE TODA A MIHA VIDA em contato com essa porra. Já parou pra pensar por que meu nome é bíblico, seu formidável jumento?

Meu pai foi pastor por 5 anos, mas antes disso ele já frequentava a igreja periodicamente. Não sei se você não sabe, mas eles não dão um cargo de pastor ao primeiro que chega.

Uma coisa que você também não sabe é que meu pai é amigo pessoal do Pr. Ricardo Gondim, o presidente da Assembléia de Deus Bestesda no Brasil. E não apenas dele, mas de muitos outros líderes da mesma turminha. Desde muito pequeno me acostumei a estar no meio dos grandes nomes da liderança evangélica.

E não foi apenas convívio, foi estudo. Diferente de você, eu tenho profundo conhecimento bíblico. Eu sei do que eu estou falando. Eu sei o que tou criticando. Não apenas conheço a Palavra, mas a instituição formada ao redor dela.

E te desafio a provar que eu estou errado.

“Não me venha com essa de intelectualismo, pq esse texto e merda dão no mesmo.”

Considerando que você LEU meu texto – embora acha-lo similar a merda – o que isso me diz sobre seu gosto pessoal? Assim, desconsiderarei sua opinião.

Colocações sem sentido que deveriam ser evitadas para poupar a paciencia de seus leitores (como eu).”

“Colocações sem sentido”? Isso se chama “non-sense”, amigo. Deixa eu explicar, é bem simples: se trata de uma vertente humorística. Falar coisas sem sentido no meio de um texto é uma forma de levar o leitor a pensar em algo ridículo, inusitado. Por exemplo, lembra da citação de fogos de artifício no post sobre a morte de Tiradentes? ISSO é non-sense.

Assim, o leitor acaba rindo. É apenas uma piada, uma zoeira, uma anedota, um gracejo, um chiste, uma brincadeirinha. Caso todos esses sinônimos de “situação humorística” não sejam suficientes para você entender do que se tratam meus textos, se mate.

Será mesmo que tou explicando piadas pra alguém mais uma vez? Não, não é possível.

“Realmente esa viagem modificou muito você. Uma prova de sua fraqueza mental e objetiva. Mudou de caráter como quem muda de roupa, só por causa de uma PUTA mudança de país? Faça-me um favor Kid.

Em primeiro lugar, você não me conhece. Até que você decida dar uma de homem e mostrar a cara, nada me convence de que você é apenas algum mané que pensa que é meu amiguinho. Assim sendo, você não tem moral de PORRA NENHUMA, repito, de PORRA NENHUMA para achar que sabe alguma coisa sobre minha personalidade. Coloque-se no seu lugar.

E pera lá: o que é “fraqueza objetiva“? Essa expressão não faz sentido algum, meu chapa. Faça o favor de seguir o próprio conselho e evitar colocações como essa, sim?

Eu “mudei de caráter”? Negativo, seu imbecil. Eu nunca mudei. Continuo da mesma forma que era quando saí do Brasil, o problema é que você não me conhecia mesmo.

Tenho tanto caráter que, diferente de você, dou minhas críticas às claras. Não preciso esconder minha cara atrás de um comentário anônimo como você fez, seu covarde de merda. Diferente de você, não tenho medo de expôr minhas opiniões. O que um merda como você, que tem medo de criticar pela internet, pode dizer sobre o caráter de alguém?!

“Menosprezo aos brasileiros por questões salariais e étnicas?”

Opa, opa, opa… Pessoal, quando foi que eu fiz isso?

“É o cúmulo… Só pq aí no Canadá vc conseguiu comprar coisas como um XBox novo?”

Eu sequer tenho videogame. Isso mostra o quanto você conhece sobre minha vida.

“Se vc só conseguiu o fracasso aki no Brasil, o problema é seu!”

Eu só consegui fracasso no Brasil, fio? Mais uma prova de que você nada sabia a meu respeito além do meu nome. Pro seu governo, eu tinha uma boa vaga numa faculdade FEDERAL no Brasil – lembrando que passei em nono lugar no vestibular para o meu curso -, e o curso técnico no CEFET – me qualifiquei para a vaga em oitavo lugar.

Isso é apenas para citar certas coisas que nenhum papai poderia pagar para mim. Consegui com meus próprios esforços, o que prova que eu não só “consegui fracasso” como você insinua.

A propósito, o que você tem aí no Brasil? Um cursinho pré-vestibular, uma faculdade particular?

É impressão minha ou essa sua atitude (de me chamar de fracassado) soou com uma pontinha de, quem sabe, despeito e inveja?

“Agora poupe nossa nação, que segundo o NedStatBasic representa 75% das suas visitas por aqui, de texto levianos como este.”

E porra mermão, seja um pouco inteligente e ao menos tire uma conclusão menos imbecil. Brasileiros não são responsáveis por 75% de leitores do meu blog, e sim de 100%. Se você parar pra pensar que os textos aqui são em português, essa dedução se torna um pouco óbvia. Apenas brasileiros lêem isso aqui.

E eu não devo mudar meus textos só porque você me “informou” de algo que eu sempre soube. Se eu não quisesse direcionar meu blog a brasileiros, escreveria em inglês.

E só um detalhe: meu texto em questão falava sobre religião. De onde vieram as suas críticas patrióticas ufanistas? Quando foi que eu falei mal do Brasil nesse texto, ou em outro qualquer? Pelo contrário. Já cheguei a dizer que sim, me orgulho de ser brasileiro – apesar de ressaltar (e explicar) que não tenho motivos para isso.

Mas infelizmente, você é burro demais para entender o conceito de ironia. TUDO que eu já falei sobre brasileiros neste blog se aplica A MIM MESMO. Não se trata de uma crítica, e sim de uma auto-crítica. Eu vejo certos defeitos do nosso povo e os critico, como brasileiro, e tentando fazer outros brasileiros rirem. O fato de que há pessoas que gostam dos meus textos prova que você é o único que não entendeu a piada.

Patriotas imbecis como você não querem ver a realidade inegável e se ofendem ao serem confrontados com a verdade. São os hipócritas que preferem ter a mãe xingada que o país criticado, embora não façam qualquer esforço para mudar o Brasil e são tão acomodados com a realidade quanto todos os outros.

Eu nunca desrespeitei brasileiros por questões “salariais ou étnicas“. Primeiro, porque creio nunca ter usado meu blog pra ficar discutindo salários. Ainda que eu tenha feito isso (e alguém me lembre se eu fiz, porque tenho certeza que não), foi com mero propósito de comparação. Segundo, porque não há uma etnia específica no Brasil – coisa que você saberia se não fosse tão obtuso. Logo, é impossível criticar brasileiros por etnia.

Porra, esqueci que você queria apenas usar uma palavrinha bonitinha. Vou fazer de conta que não percebi que você não sabe o que ela significa. Mais sorte com essas suas “colocações sem sentido”.

Engraçado que ele ainda insinua que eu seja um “metido a intelectual”. Metido a intelectual é vossa senhoria, que tenta me criticar usando um vocabulário rebuscado mal empregado e falando merda atrás de merda, pensando – sei lá porque – que tá falando algo inteligente.

Eu me canso com essa laia.

Agora, me prova que você tem algum caráter. Mostra a tua cara, seu covardezinho de bosta.

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Categorias: Geral

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)