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Postado em 5 August 2004 Escrito por Izzy Nobre 0 Comentários

Outro dia algo tão peculiar aconteceu que serei obrigado a transcrever fielmente no meu querido diarinho virtual. É o registro fiel de uma putaria muito sem noção que me deixou incrivelmente revoltado, e essas coisas sempre acabam virando posts.

Sim, é um post “meu querido diário adolescente”. Falta de criatividade? Pode apostar. Fodam-se, vocês não me pagam pra escrever.

Será uma mini-série divida em três (ou quatro) capítulos, que será depois vendida à Globo para a produção de uma novela de mesmo nome. Comecemos.

Quando eu matar um canadense e aparecer no Fantástico, vocês já sabem porque foi

Num desses belos dias do verão canadenses, eu estava aqui no PC quando vi, pela janela do meu quarto, uma velha coroca se aproximando da minha porta da frente. Ela ficou à porta por alguns instantes e se mandou, sem me dar uma chance de averiguar o que ela desejava ou de jogar um balde d’água. Voltei para o computador para discutir com alguém na internet.

Minutos depois a miserável estava de volta, e trazendo uma amiga (outra múmia) à tira-colo. Desta vez, ela me chamou pela porta dos fundos, a que dá no quintal. A missão das duas velhuscas:

Encher meu saco.

Isso foi num daqueles dias em que eu estava com uma puta dor de cabeça. Logo, minha cara não era das melhores. Eu estava muito mal-humorado. Isso contribuiu para o desenrolar do episódio, desencadeando eventos irreversíveis e fodendo tudo bonitamente no final.

Saí ao quintal para ir de encontro as velhuscas. As caras delas também não eram das melhores, embora eu não esteja certo se era por causa da birra delas, ou se a feiúra era um atributo natural.

Logo de pronto, descobri do que se tratava: as matusaléns estavam reclamando do meu cachorro. O motivo em particular?

Elas vieram reclamar que eu o deixo preso tempo demais.

Eu não soube exatamente o que responder na hora. Porra, as mulés tavam BRIGANDO comigo porque eu deixo o Bud muito tempo preso no quintal. O “muito tempo” em questão era o finzinho da tarde, o momento preferido dele para se aliviar. Ele que cague no quintal, porra. Cê tem idéia do trabalho que dá pra tirar cheiro de merda canina do carpete?

A antipatia pelas putas velhas crescia exponencialmente a cada segundo. A (pouca) boa vontade que eu poderia ter exauriu-se tão logo a segunda velha começou a dizer que eu estava sendo “cruel” com o cachorro. Eu tinha uma gama de argumentos que iam do ponderado “mas o cachorro é meu” até o radical “foda-se, minha senhora“. Porém, a dor de cabeça me impedia de querer prolongar o debate. Pedindo desculpas e dizendo que isso não aconteceria novamente, coloquei o cachorro para dentro.

Continua…

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Categorias: Geral

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)