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You nostalgia, you lose

Postado em 4 January 2011 Escrito por Izzy Nobre 118 Comentários

Vamos brincar de You Nostalgia, You Lose? A premissa é simples: se durante a leitura do post uma única e máscula lágrima saudosista descer pela sua bochecha, você perdeu o jogo.

O modo de dificuldade escolhido hoje é “Hard”. Preparados? Vamos lá. Você vai perder.

Este é o grande e clássico Aquaplay. Pros noobs, o negócio era o seguinte: havia água dentro dessa cápsula plástica do brinquedo (no shit, Sherlock) e os botões ali embaixo pressionavam bolsas plásticas que criavam jatos dágua dentro da parada. Haviam várias temáticas esportivas; esse aí por exemplo é o de futebol. Você deveria, usando os tais botões, impulsionar a bola pra dentro do gol do adversário. Tinham Aquaplays single player, também, pra filhos únicos e/ou gente sem amigos.

Havia pouquíssimo gameplay real envolvido no negócio, pra era um misto de paciência + sorte. E note o placarzim analógico, hahahaha. E tinha também os Mini-Aquaplays, vendidos em camelôs por todo o Brasil. Tive diversos desses.

“Bebeu água do Aquaplay” era na época sinônimo de “moleque maluco” ou “porra louca lifestyle”. Praticamente TODO dono de Aquaplay fantasiava em encher o brinquedo com guaraná, mas até one sei ninguém jamais realizou esse sonho.

O Jogo da Vida foi pra muitos de nós um verdadeiro treinamento pra vida adulta. Antes do advento deste clássico, não tínhamos idéia das milhares de coisas que podem dar errado na nossa vida. Como era boa aquela vidinha fácil e sem preocupações…

Jogo da Vida era um jogo de tabuleiro em que cada casinha te dava ou tirava dinheiro baseando-se em paródias de acontecimentos reais que a essa altura já nos acostumamos — “você bateu o carro, pague X pra conserta-lo”, “seu primo precisa de um empréstimo, mande Y pro vagabundo”, esse tipo de coisa. Não havia nenhum skill envolvido no jogo (como a maioria dos jogos de tabuleiro), era tudo na pura sorte.

O engraçado é que no começo do jogo, você tinha duas escolhas a fazer — meter a cara trabalhando imediatamente, ou ir pelo caminho “acadêmico”: dependendo de que casa tu caia nesse caminho, tu se formava como jornalista, ou médico, ou advogado, ou etc. Havia alguns benefícios pra ambas escolhas, mas lembro que todo mundo escolhia o caminho acadêmico. Se não me engano, os salários eram maiores.

“Por que diabos alguém escolheria NÃO ir pra faculdade?!” a gente pensava na época. Hoje, temos várias respostas.

O jogo acabava com aposentadoria. Sempre me perguntei porque não terminava com a morte imaginária do jogador. Eu era um moleque meio macabro mesmo.

E eu sempre me perguntava quem deveria ser aquela família na imagem da caixa do jogo.

Eu tinha dois Ferroramas — este da foto acima (a única diferença é que a locomotiva era vermelha, igual a que aparece no começo target=”_blank”>desse vídeo aqui) e o modelo anterior, no qual a locomotiva era uma clássica maria-fumaça. Ela também aparece naquele vídeo, alias.

A criançada mais nova deve até pensar que o Ferrorama não tinha gameplay nenhum e que o negócio era apenas ver os trens zunindo de lá pra cá (e faziam um barulhão, lembram? Isso é, pro tamanho deles, anyway), mas isso não é completamente verdade. Haviam trilhos especiais com chavinhas que mudavam a direção ou o trilho que o trem percorriam; se você tinha vários deles e duas ou mais locomotivas, o legal era gerenciar o fluxo dos trens sem causar uma colisão entre eles.

A locomotiva vermelha era consideravelmente mais potente que a maria-fumaça, e ela tinha mais luzinhas também. Por causa disso, quando eu ia brincar com meu irmão, sempre a escolhia — o que era insignificante, visto que não controlávamos as locomotivas diretamente e reclamar posse de qualquer uma delas não fazia sentido prático.

Meus pais compravam MUITOS jogos de tabuleiro, mas sem duvida o favorito entre eles e seus amigos era Imagem e Ação. Aliás, me veio agora a lembrança de meus pais e seus amigos na mesa de jantar, berrando feito loucos ao redor do tabuleiro de Imagem e Ação. A imagem de um monte de jovem adultos curtindo um joguinho me faz me sentir próximo dos meus pais, psicologicamente e culturalmente falando. Esse é o tipo de coisa que eu faço.

Imagem e Ação era um jogo, como o nome insinua, de desenho e mímica. Tu rodava o dado, caia numa categoria qualquer, e puxava uma carta do monte. O item equivalente à categoria da casa em que você parou era o selecionado na carta (ação/objeto/lugar, era algo assim), e você deveria representa-lo com ilustrações ou pantomima. Se seu time acertasse a imagem ou a ação em 30 segundos — acho que esse era o tempo limite –, você avançava no jogo.

Meu irmão sempre teve vocação pra arte, e quando eu surrupiava o jogo do armário dos meus pais pra jogar com a molecada — algo que meus pais vetavam quando eu era mais novo, sem dúvida por medo de que eu perderia peças do jogo, mas aquiesceram quando eu me tornei mais velho –, meu irmão era sempre disputado aos tapas pelos times. E os desenhos dele eram sempre cheio de firulas, sombras, etc.

Duas coisas marcaram todo mundo que jogou Imagem e Ação — o primeiro contato com uma ampulheta, esse instrumento medieval de medição de tempo, e os jogadores que INSISTIAM em “adivinhar” o desenho/mímica com uma palavra que eles já usaram e já foi rejeitada. target=”_blank”>Esse sketch do Family Guy explica o fenômeno perfeitamente.

Caso você esteja curioso, o equivalente gringo se chama Pictionary.

Tinha também aquela clássica lenda urbana de que um primo do vizinho do tio do irmão dum colega de escola,  curioso sobre a procedência daquela bonita areia azul da ampulheta, quebrou-a e descobriu que se tratava de SABÃO OMO.

Procurei até cansar, mas não achei foto do carrinho de pedalar que eu tinha quando moleque. Era bastante parecido com o acima, porém vermelho e branco. Não lembro mais, mas suspeito que ele era modelado na Williams McLaren do Ayrton Senna. Vai ver era até licenciado oficialmente.

O carro de pedalar é essencialmente uma bicicleta com quatro rodas e volante. Como só tinha uma “marcha” e o carro é relativamente pesado, era um esforço pedalar aquela merda. Mas puta que pariu, COMO ESSA MERDA ERA DIVERTIDA! O ciúme do meu carrinho de pedalar era tamanho que, estando eu na rua brincando com ele entre a pivetada, eu não levantava do banco nem pra mijar. Eu acho que jamais permiti ninguém a dar voltas no meu carrinho.

Quando eu tiver um filho, ele terá um carrinho de pedalar. É uma das coisas que farei questão de dar a ele, tal como comida, teto, e uma profunda doutrinação em Star Wars.

“Mais que um  brinquedo, quase um computador”. Lembra desse slogan do target=”_blank”>comercial do Pense Bem?

(Hahaaha, reassistindo esse vídeo, imagino que os leitores mais jovens do HBD devem estar pensando “wow ISSO era o brinquedo foda na sua época? Que deprimente“)

Eu certamente lembro, porque foi ele que me levou a atormentar meus pais diariamente por três ou quatro meses até que eles decidissem que a única forma de me silenciar seria comprar essa merda pra mim no próximo Natal. Ahhh, 1992, você foi um ano do caralho.

O que era o Pense Bem? Apesar da propaganda evidentemente enganosa, o Pense Bem era exatamente o que alegava não ser (um brinquedo), e estava muitíssimo longe de ser o que alegava ser (um computador). O Pense Bem era um computador na mesma proporção que um relógio de pulso é um computador. As únicas coisas que o Pense Bem tinha em semelhança com um computador é o formato, e o fato de que ambos são escritos com auxílio da letra M.

Além de primitivas funções musicais que me permitiam reproduzir 20% da música tema de Jurassic Park, o “computador” tinha algumas atividades matemáticas (o aparelho jogava uma adição/soma/divisão/subtração com um dos fatores como incógnita, e você tinha que descobrir a resposta.

Tinha um outro joguinho que era essencialmente um “descubra a média aritmética entre estes dois números!” (sério, não tou inventando, assista o comercial de novo), tinha um joguinho de memória no estilo Genius/Simon Says, e alguns outros badulaques que se perderam na minha memória.

Um das brincadeiras mais interessantes do troço eram os livros de atividades. Livrarias e lojas de brinquedos na época vendiam livros com perguntas sobre os mais variados assuntos, e você usava o Pense Bem pra selecionar as respostas entre as múltiplas escolhas. Eu tinha vários livros com personagens da Disney, livros sobre Astronomia, Biologia, e um bizarríssimo “Livro Pense Bem Plebiscito”, talvez produzido na esperança de educar a molecada sobre aquele plebiscito de 1993.

O grande lance do Pense Bem eram realmente os livros de atividade. Como moleque muito curioso,  eu me vi numa tarde tentando imaginar como é que o Pense Bem “sabia” as respostas dos livros que eu tinha acabado de ganhar. Conclui que as respostas de todos os  livros já deveriam estar programadas no brinquedo, e que o código de 4 dígitos no começo do livro simplesmente acessava um banco de dados específico cujas respostas coincidiam com as perguntas do livro.

OU SEJA — eu poderia escrever meus próprios livros. Bastava bolar um número de 4 dígitos qualquer e ir respondendo as perguntas às cegas, anotando as respostas certas, e inventando perguntas em que as opções de respostas coincidissem. Feito isso, eu roubavas folhas da impressora matricial do meu pai, desenhava uma capa estilosona e escrevia as perguntas com as opções de resposta que batiam com o gabarito que eu escrevi no começo.

Escrevi vários livros, mas os que me lembro mais claramente eram o de Jurassic Park e Back to the Future. Levei os livros pra escola, emprestei pros amigos, e me tornei uma divindade na sala: “O garoto que escreve os próprios livros de Pense Bem”.

Meus amigos eram burrinhos.

Acabo de perceber que eu não tenho motivos pra reclamar dos meus pais. Eu só tinha brinquedo foda. O Armatron estava entre um dos mais fodas.

O Armatron era um briquedo distribuído nos EUA pela extinta Radio Shack, e aqui no Brasil pela Tec Toy ou Gradiente, não consigo lembrar. Ele era um braço robótico articulado que tu podia manobrar com aqueles dois joysticks ali.

Era barulhento pra cacete, levava pilhas IMENSAS cujo nome/formato eu nem sei se ainda existe porque nunca mais vi,  e era uma pequena maravilha da engenharia. Só havia UM motor no Armatron, todas as articulações eram movidas por engrenagens conectadas àquele único motor na base do brinquedo. Realmente impressionante.

O brinquedo era na real um joguinho — havia um timer ajustável no Armatron, e você deveria colocar aquelas bolinhas dentro de uma caixa de plástico e fechar a caixa, nem lembro mais. Eu nunca usava o robô daquele jeito, ao invés disso enfileirava meus bonequinhos e tentava leva-los de um ponto a outro na fila usando o Armatron sem derrubar os outros. Os controles eram relativamente complexos pra crianças mais novas — eu tinha 8 ou 9 anos — mas eu manobrava o robô com maestria.

O meu Armatron ainda existe — está na casa do meu primo Matheus, em Fortaleza. Muitos dos meus brinquedos de infância foram parar no quarto dele, o que é algo que eu aprovo 150%, porque o moleque é extremamente cuidadoso com os brinquedos. Vi vários ex-brinquedos meus nas prateleiras do quarto dele, todos em perfeito estado de conservação, sem poeira nem nada. Deu gosto de ver.

O Armatron sugava pilhas que era uma beleza, então meu pai — que tem formação em eletrônica — fez um mod que permitia uso de uma fonte AC externa pra brincar com o bicho, dispensando as pilhas.

E não era mod porco de atar fios nos contatos da pilha, não: ele desmontou o bicho, soldou uns trecos no motor, fez um buraco do lado da carcaça do brinquedo e implatou um plugzinho lá. A fonte podia ser removida caso não fosse requerida no momento e tudo, parecia uma solução oficial do fabricante, tamanho foi o esmero do meu pai no acabamento da parada.

Passei a ver meu pai como um super herói, dotado de habilidades muito cima de mortais comum, a partir desse dia.

Combate era mais um de uma longa lista de jogos de tabuleiro cujo gameplay era quase inteiramente dependente de sorte, mas que a gente adorava mesmo assim. Sério, havia mais skill numa partida de jogo da velha do que de Combate.

Cada lado tinha 40 bonequinhos como os que você vê acima, de variadas patentes militares. O que tu fazia era avançar no campo do inimigo, sem ver que soldados ocupavam as casinhas do lado inimigo. Se você chegar num boneco inimigo com um seu de ranking maior, ele morria e tu avançava. E havia bombas, que não podiam se mover e explodiam a pecinha infeliz que as encontrou. Quando um lado captura a bandeira do outro, o jogo acaba.

Havia uma certa estratégia no posicionamento dos bonequinhos, mas uma vez que o jogo começava, era simplesmente avançar com os bonecos e torcer pra chegar em pecinhas inferiores às suas. Tinha um certo blefe também — haviam os marotos que colocavam suas bombas beeem longe de onde a bandeira se encontrava, pra despistar os oponentes.

Tinha também a manha de mover TODOS os soldados exceto quatro pecinhas arbitrárias na linha de frente do seu campo. Como as bombas não podem se mover, o oponente interpretava suas manobragens em volta desses quatro soldados como se eles fossem as próprias bombas — e com isso, passavam longe deles. Imagina a surpresa do cara quando as “bombas” começavam a avançar pra cima do campo oponente — e sem que ele estivesse preparado pra intercepta-los.

Ok, falei merda: tinha uma estratégia, sim! Preciso comprar um novo.  Aqui ele se chama “Stratego”, mas tem temática medieval. Não curto.

É engraçado ver que os anos se passaram e eu continuo tão fissurado por brinquedos quanto era quando moleque. Tenho plena certeza de que não sou o único.

Ihh, faltou falar do Autorama. E dos Lango-Langos. E do Udi Grudi. E de Detetive. E do Detetive Low Budget. E da Coleção Vagalume, que não era brinquedo mas fez parte também.

Ahhh, fuck it, esse texto terá continuação.

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comments

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

118 Comentários \o/

  1. shaolinmaru says:

    hauhauha já perdi na primeira imagem, depois seguiu-se o combo de #fails nostalgia pura

  2. Igor says:

    hahaha!
    Ganhei!

    Combate era foda d+, joguei muito com meu irmão.
    Não vou ficar falando que faltaram milhares de coisas pra não encher o saco..

    Aguardo a continuação!

  3. Ana Carolina says:

    Ahhhh, Izzy! Cara que FANTÁSTICO esse post!!! Eu tinha Pense Bem, Jogo da Vida, Aquaplay… Imagem e Ação eu jogo até hoje, mas ao invés de desenho, a galera aqui só faz mímica! huauhaauhauh É bem divertido… Realmente… nostalgia total. Adorei.
    Inté!

  4. @King_Matheus says:

    Nasci em 96. Sem infância.

  5. Rodrigo Oliveira says:

    Foda-se, chorei! hahahahaha

  6. Trovalds says:

    Nostalgia FODA is foda… esqueceu de falar do War, Master, Banco Imobiliário, Detetive, Leilão de Arte… tabuleiro NUNCA vai ficar old school, uma noite com os amigos em volta de um tabuleiro substitui qualquer balada.

  7. André says:

    Única coisa que já me fez perder um desses foi Yu Yu Hakusho, o qual me obriguei a re-assistir logo depois de lembrar da existência :P.

  8. Guilherme says:

    ferrorama !!!!!!!!!
    blog ta foda cara
    ps: nao esquece agora de se dedicar a guitarra ein!

  9. Diogo says:

    De todos esses, só não tive o Armatron. Faltou citar Pula-macaco, Garçom Equilibrista, Pula-Pirata, Tubarão, Pogobol, Vai-Vem… Bons tempos que não voltam mais!

  10. Eu perdi. É impossível não chorar vendo essas coisas, cara. Sério.
    Eu tinha todas essas porras aí. Ou quase todas, não me lembro.
    Eu tinha tanta besteira, que nem lembro mais o que tinha, o que não tinha, e o que prestava.
    Combate -- Clássico.
    Jogo da Vida -- Clássico.
    Ferrorama -- Clássico.
    Aquaplay -- Clássico.
    Sem palavras.

  11. Abisnobaldo says:

    Ferrorama era legal pra brincar de Velho Oeste, salvando a mocinha amarrada nos trilhos (o que nem sempre acontecia). Ficar vendo os trenzinhos andando sozinhos era chato.

    Jogos como combate e batalha naval sempre me deram nos nervos, nunca gostei de jogos desse tipo justamente pelo oponente jogar nas escuras.

    Desse o único que não tive foi esse braço mecânico aí. Uma pena pq ele parece foda pra caramba.

  12. davi says:

    E quando os aquaplays eram distribuídos de presente de dia das crianças nos colégios? 🙂

    BONS tempos…

  13. Alenônimo says:

    Nossa, como eu passava vontade. Acho que de todos esses brinquedos que você citou, apesar de ter ouvido falar de todos, eu só tive o ferrorama da maria fumaça.

    Bom, eu tive o Ponte-Car, o Pula-Pirata, um Bate-car que um moleque fez o favor de quebrar para eu quebrar a cara dele — minha mãe parou de falar com a mãe dele por causa da briga. Tinha um que era um navio pirata que você tinha que ir jogando piratas no barco adversário e tombá-lo e às vezes o bicho simplesmente não tombava mesmo jogando todos os bonequinhos.

    Eu lembro quando o Milkbar era chamado Lolo! LOL

  14. PCN says:

    Você esqueceu do “Detetive”. Jogava essa bosta viciadamente 😀

  15. Rodrigo says:

    Dude, só uma leve correção, se o carro era vermelho e branco provavelmente era baseado na McLaren do Senna, a Williams era azul e branca

  16. Vitorsemc says:

    Perdi na capa do jogo da vida…

  17. Rodrigo says:

    Quide, parabéns pela seleção.

    Genial a propaganda do Pense Bem, no melhor estilo Quico:
    “Você quer? Então vai comprar” ahaha

  18. Fabio Bracht says:

    Tu podia até escrever os teus livros de Pense Bem, mas eu tinha o supremo livro de perguntas do SONIC, que explicava por A+B que o Robotnik se chamava Ivo Kintobor antes de sofrer os efeitos de uma experiência frustrada envolvendo um ovo.

    No shit.

  19. Francisco_S says:

    tenho 16 anos e já joguei um monte disso… tive até um Pense Bem AHUSDHASUDAU e tive depois um do sonic também.

  20. Beicom says:

    Minha nostalgia foi nunca ter ganhado nenhum destes 🙁

  21. Amanda says:

    Se vc nasceu antes de 1990, não tem como não perder.

    Concordo com o Rodrigo! E por isso mesmo Luderia is the reason!

  22. Carol says:

    Ahhhh, esses citados no texto são mto bons! Mas certamente tem vááááários outros tão nostálgicos quanto. Quem não era apaixonado pelo “Tamagotchi”, por exemplo? hahaha
    Eu adoraaaava o “Cara Maluca” tbm!!
    Nossa infância foi a melhoooooor! lol

    O melhor de todos aí foi mesmo o Pense Bem! Cara, eu AMAVA isso! HUAHAUH

    =)

  23. Sanro says:

    Destes que você citou joguei todos, mas só tive o Pense-Bem e o Combate.

    Em tempo, vários jogos de tabuleiros tem o fator sorte, mas desde a década de 90 estão surgindo jogos de tabuleiros que precisam mais de skill do que qualquer outra coisa.

    Dá uma pesquisada em Catan, que é um jogo de tabuleiro moderno. Se tiver interesse eu fiz uma análise prá ele no meu blog. http://www.sanrojoga.com/2010/02/15/the-settlers-of-catan/

    Abraços.

  24. Diego Marwell says:

    PQP!! Chorei!
    Destes brinquedos só não tive o Armatron e o carrinho de pedalar…
    E ainda guardo meu Pense Bem e o Ferrorama(o meu era o Xp400), ambos funcionando.
    De vez em qdo junto minhas irmãs e amigos pra jogar Imagem e Ação, Master, war e outros jogos de tabuleiro..

    =~~~~~

  25. Alberto Lage says:

    Já enchi meu AquaPlay de água com sabão. E já coloquei um peixe dentro dele. Bem mais divertido que a bolinha. Depois do peixe, perdi a vontade de beber a água dele, claramente.

  26. Catu says:

    Como eu nasci em 1977, acho que curti razoavelmente os anos 80 e o auge da Estrela (que hoje só faz brinquedo de papelão… até o Cara a Cara é de papelão)
    Enfim, fora o bem lembrado Pontecar (o meu quebrou!) eu tive o Pé-na-tábua, Maximus, e aquele carrinho que batia, amassava, e quando você fechava a porta o carro voltava ao normal!
    De jogos eu lembro que gostava daquele do Dentista, em que você tinha que arrancar os dentes e se errasse o paciente berrava de dor (mesmo sistema do Operation).
    Tinha um jogo do Jegue em que você tinha que ir colocando ferramentas no balaio em cima dele e do nada o bicho dava um coice… era susto na hora!
    -- Faltou a brincadeira de isento: pega-varetas!

  27. Gutenberg says:

    Eu aguentei até o Ferrorama. Toda vez que eu montava, não durava três horas até minha mãe reencaixotá-lo por obstruir a pasagem na sala de estar/quarto/escritório; moleque teimoso que era, montava tudo de novo, e o ciclo se reiniciava, indefinidamente.

    Imagem e Ação, esse eu jogo até hoje. Juntar o meu sexto de dúzia de amigos nerds para jogar IeA e Monty Python Fluxx é obrigatório para mim, ao menos uma vez por mês.

    Joguei bastante combate, mas nada que deixasse um sentimento sensível de nostalgia.

  28. Gutenberg says:

    Sobre meu outro comentário: Monty Python Fluxx não é nostálgico, apenas um jogo de cartas que faz aflorar o pior (ou seria o melhor) da nerdice do meu grupo de amigos.

  29. João Marcos says:

    TEXTO FODA! Alguns ali nunca tive, mas outros sim.

    Ps. No combate, não sei se você esqueceu, mas também tem o cabo armeiro, que desarma bomba!

  30. Rusley says:

    Muito bom o post. Lembrei-me da minha infancia sofrida, mas ao mesmo tempo feliz pois sempre haviam amigos que possuíam estes brinquedos, daí eu brincava com eles. De todos estes brinquedos, acho que só tive o COMBATE.

  31. pedro ferro says:

    izzy, realmente você está de parabéns! seu blog fica mais legal e inusitado a cada dia.
    eu ‘quase’não perdi, se não fosse pelo combate. eu lembro que ganhei da minha avó, que não tinha muito dinheiro, e gastou sua grana para minha felicidade. passei uma grande parte da minha infancia/adolescencia jogando isso. provavélmente minha mãe tem esse jogo guardado no baú dela (kkk). quando for para o brasil , vou procurar.
    obrigado por me fazer lembrar do meu passado. e mais uma vez , parabens pelo seus posts diarios.

  32. Dr. X says:

    Israel Nobre, seu desafortunado. Perdi feio. Eu tenho EXATAMENTE este mesmíssimo modelo de ferrorama da foto, ênfase no pleonasmo. Lembro que era mais chato achar pilha de tamanho C, então eu pegavas as AA mesmo e enrolava n voltas de tiras de jornal para transmutá-las em C, assim não soltavam dentro da locomotiva =3

  33. Samuel says:

    Nossa, não tive todos, mas brinquei com cada um, e muito!

  34. cariltus says:

    Kid, seu viado! To quase chorando aqui…

    Caralhos, como eu era feliz e não sabia! 😀

    Mal posso esperar pela continuação.

  35. Marcelo says:

    coleção vagalume era o que de melhor havia em termos literatura escolar. Foi a minha base.

  36. Murdock says:

    Passei fácil. Disso tudo só tive o Combate e ainda tenho o Imagem & Ação. Era pobre e não tinha como ter brinquedos eletrônicos. Nem Aquaplay eu tive.

  37. Silvano says:

    E os comandos em ação? Nunca teve nenhum? Sempre sonhei em ter um Maximus, mas era caro pacaraio! Tive todos jogos da grow possíveis, ate um pouco conhecido, mil vezes melhor que war: Supremacia.
    Jogo foda pacaraio.

  38. Alessandra says:

    ainda tenho meu Aquaplay versão basketball ali, bem visível na minha prateleira como um troféu.

  39. Cynthia says:

    Eu comprei o Jogo da Vida dos Simpsons há uns 2 anos =D

  40. Wolfgang says:

    Da lista só joguei o combate, mas lembro de um jogo chamado Pensando Melhor, em que você tinha que descobrir os gostos dos personagens sobre música, comida, esportes, etc baseado em afirmações diretas e indiretas vindas das cartas que a galera pegava… acho que esse jogo deve estar empilhado em algum canto na casa da minha avó.

  41. O jogo Combate tinha o nome de “Front” nos anos 70, e é sensacional. Dos demais, só brinquei com Aquaplay e Ferrorama. Estou velho. 🙁

  42. Johnny says:

    Putz cara, apesar de ser novo ainda, tive varios desses brinquedos herdados do meu pai e do meu irmao, principalmente os de tabuleiros…

  43. Pedro says:

    Eu tenho meu PenseBem funcionando até hoje. E dentre vários livros, tenho o do Street Fighter…

  44. Diones Reis says:

    Cadê o Cremogena?

  45. André says:

    Adorei o texto! Acho que sou um pouco mais “antigo” que vc, pois o Combate é um relançamento de um jogo que eu tive (e adorava), chamado Front. Jogava muito.

    E tive também um Merlin, que foi o primeiro jogo eletrônico portátil da minha vida.

    Parabéns pelo texto! Muitas lembranças boas!

    Aliás, acabo de lembrar do Telejogo I e II da Philco! Tio avô do Atari!

  46. Yuri Utumi says:

    Definitivamente, você era muito playboy e mimado cara. O único que eu tinha desses aí foi o primeiro…

  47. Wesley says:

    Você conheceu o Ponte-Car?
    Aquele jipe incrivel que quando ele batia de frente passava uma ponte por cima dele e para que ele passase por um obstaculo? 😛

  48. Kojiro says:

    Tirando o Armatron ja joguei e tive tudo ai !!

  49. Maahri says:

    *_*

    Gente eu devo estar ficando velha mesmo!! Eu quase esqueci que após ficar expert no “velocipede/velotrol/whatever” eu ficava esperando a hora de poder andar no carrinho estranho de pedalar do meu irmão!

    Mas desses brinquedos todos o que mais me marcou pelo que eu lembro hoje, foi o Pense Bem, adorava brincar com aquilo, fazer aquelas continhas, ficar jogando aquele livrinho que vinha com o brinquedo milhões de vezes… (morava no meio do mato, não tinha onde comprar outros livros :/) Aí eu fazia que nem você, criava minhas próprias perguntas para poder continuar brincando! Só que eu não tinha a manha de escrever livros, escrevia uma coisa ou outra, decorava várias e me divertia litros, mesmo que sozinha 😀

    E até hoje meu sonho de criança ainda não realizado é: conseguir jogar o Jogo da Vida até o final! Nunca eu e meus amigos conseguimos chegar ao fim dele

    Nasci em 88, mas como ‘herdei’ os brinquedos do meu irmão mais velho já viu rs

    Por sinal o brinquedo que meu irmão mais queria ter era o Autorama que por sinal ele passava hoooooras brincando com o primo dele.

    Amei o post!!

  50. Carol says:

    Caraca, eu também guardo meus brinquedos até hoje, tenho um fraco com nostalgia.

    Mas esse “Pense Bem” aí, sei não.
    Só não é pior que um “Qual é a Música” que eu tenho aqui.

  51. Michele says:

    Puxa… eu só tive o Pense Bem, nunca joguei o Jogo da Vida. E caramba, hahaha, nunca pensei em fazer isso, criar meus próprios livros! Genial!
    Acho que é porque sou menina e meus brinquedos eram bem diferentes, você nunca vai fazer um post sobre cortar os cabelos da barbie até ela ficar careca ou fazer comida de mentirinha usando como matéria prima a flor super estimada da sua madrasta, haha. Sugestão: chame uma garota pra fazer um post desses.

  52. Eduardo says:

    perdi fortemente no Ferrorama e no carrinho de pedelar, eu brincava MUITO com esses dois.

  53. Frattari says:

    Putz, blefar no Combate era muito divertido. E tinha o “Cabo Armeiro” ou coisa parecida, que desativava as bombas. E o Espião, que perdia para todos mas era o único que ganhava do Marechal aheeiauhea. Demais. Quero jogar de novo!!!

  54. Ficamos essa madrugada inteira vendo os jogos, tenho q te mandar as fotos dos meus jogos, tenho todos esses…

  55. Kaybara says:

    Otimas escolhas! Tem um que ninguém comentou mas acho que todos já jogaram era o SUPER TRUNFO.
    Eita época boa essa viu!

  56. Darox says:

    Muito bom texto.

  57. Raphael Oliveira says:

    Mano a extinta RadioShack foi mtu boa.
    A RadioShack ainda existe, juntamente com as pilhas tamanho D.

  58. Fuzaro says:

    … pqp… pegou pesado viu… meu fraco… tive quase todas essas relíquias (fora as ´eletrônicas´)… e gostaria muito de ler vááááárias continuações desse tema… abração Kid !

  59. Ajax says:

    Uma coisa que eu me lembro bem, mas foi banida do mundo é o Forte Apache. Tinha uns muros com aparência de madeira, umas tendas de índio, cavalos e tal, e tinha as “expansões”, que eram saquinhos plásticos com mais tipos de índios e cowboys diferentes. Daí depois apareceu o Forte Apache do Lego, Playmobil ou sei la, mas o legal era o old school 😛

    War fez e faz parte da minha vida até hoje. Muito fera o post, Quide.

  60. leandrolopesp says:

    Ganhei, não derramei lágrima alguma por 2 motivos:
    1 -- vc só colocou brinquedo de playboy ai. Kd o forte apache? Monta-tudo? E os brinquedos que a gente criava, o que vc criou?

    2) Teve brinquedo ai que eu tive cedo DEMAIS, nem aproveitei, e quando cresci um pouco já estavam velhos e não funcionavam. O Ferrorama eu ganhei com 2 ou 3 meses.

    Meu carrinho de pedalar era um elegante DKV conversível. Só que ninguém me ensinou a pedalar aquela porcaria. Eu andava igual ao Flintstone, tomando cuidado pra não dar canelada nos pedais. Quando eu vi um menino pedalando e fui copiar era meio tarde, eu tava grande e quase não cabia mais no carrinho. Quem se divertiu foi meu irmão. Ai depois a gente viu o cirilo e o playboyzinho DA novela andando nesses carrinho, deu raiva. Hoje é tudo elétrico.

    Meu Aquaplay eu ganhei tipo com 12 anos. Era de basquete. Eu já não ligava pra ele pq tinha um master system e um pc de dar inveja a qualquer um.

    Velotrol sim eu me diverti mais. Até rolei a escada com ele por que eu vi o changeman descendo a escada com uma moto e achei que poderia fazer.

    De qualquer maneira, mano, arrebentou criando os próprios livros do pense bem hein! Eu não tinha um mas já tinha notado que eram respostas padrões por que a minha prima tinha alguns livros e calhou de eu pegar 2 cujos números eram idênticos.

    Sobre chorar… eu chorei no Toy Story 3 quando apareceu aquele telefone carrinho. Apareceu e eu disse “eu tinha um desses” e escorreu lágrima.

  61. Inhame says:

    Não sei se já falaram, mas: Forte apache

  62. Como diria o Zé Graça, Fandásssdigoo!

    Ótimo texto. E antes de qualquer coisa, não caiu nenhuma lágrima eheheh

    Mas falando do texto, posso dizer que também vivi essas felicidades da infância, exceto o Pense Bem e o Armatron.
    E falando em Aquaplay, dia 31 fiz uma limpa no meu quarto e o que encontro? Justo, meu aquaplay. E tenho um de basquete. E pra ti ver minha ingenuidade, nunca pensei em jogar a porcaria em duas pessoas. Sempre jogava sozinho.
    Que seja, quando menor, sempre achei o jogo da vida melhor que o banco imobiliário. Acho que por causa dos carrinhos euhuheuheu

    Ah, sobre o carrinho de pedal, eu tinha um “bugue” da Família Dinossauro. 😛

  63. wallacytigas says:

    Putz, esse post foi foda! Lembrei de uns jogos que eu tinha quando era criança e deu uma saudade danada! Lembro de um jogo das antigas chamado Não Acorde o Dragão.
    Demais.

  64. charles says:

    Trunfo, Tazo, COMANDOS EM AÇÃO, aqueles slides Guru do gugu, Melocoton, Boneco do Baby… nossa tem muita coisa pra nostalgiar… dá para fazer a festa olhando no mercado livre imagens.

    De tabuleiro eu lembro do detetive, um que nunca soube jogar hahah

  65. Gley Riviery says:

    Eu já enchi o meu aquaplay com guaraná uma vez, mas não fez quase nenhuma diferença. Já quando eu coloquei coca-cola, a coisa mudou de figura; depois de dez segundos você não conseguia ver mais nada por causa das bolhas de gás, e a tampinha de borracha pulou pra fora.

  66. Danilo says:

    Faltou falar do Explosão também. Não sei se esse jogo já teve outro nome, mas era um tabuleiro quadrado vermelho que tinha umas peças amarelas de encaixe que formavam uma ponte. Dependendo do que você tirava no dado, tu tinha que acionar o mecanismo no meio do tabuleiro pra explodir a ponte. Era muito bom.

  67. Thiago says:

    É, faltou o super trufo mesmo…
    Alguns eu tive o prazer de brincar, outros não… deve ser porque sou de 91, aí algumas paradas dessas já não eram mais populares… =P

  68. Cidraman says:

    I nostalgia, I lose… big time…

  69. Vinicius Brenny says:

    Cara, maior sequência de losing EVER.

    Muito bom, Izzy.
    E os tazos, não viveu essa época não? E as paradas gosmentas em forma de partes do corpo da Família Adams?
    Eu era viciado nessas coleções de brindes da Elma Chips..

  70. Felipe Tenor says:

    GANHEI no easy!!

    eu nao tive o armatron e isso foi responsavel por todos os meus problemas psicologicos hj em dia!

  71. Carlos Filho says:

    PQP!!!
    Chorei Izzy, de verdade. Obrigado por nos lembrar dessas paradas da infância.

  72. Z3hr0_C00l says:

    Mais massa do jogo da vida era que no final da vida você vendia seus filhos! >D Trafico de crianças descarado.

    Tinha um jogo chamado Cock-Pit que era de F1, que foi o jogo de tabuleiro mais sensacional que eu ja joguei. Outro muito bom era o Paris Dakar.

    Aquaplay eu tive varios. Mini games eu ainda tenho uns 5 e aquele famoso 1001 jogos de tetris.

    Combate era um xadrez moderno, comentei sobre ele ontem com minha namorada, muito sensacional!

    Hj em dia existe banco imobiliario sem dinheiro… negocio ta moderno, galera ta usando cartão de credito.

  73. @Dany235 says:

    afs, tbm já perdi na primeira… vi o Aquaplay e fiz um ‘ooooowwnn’ mental ¬¬
    shaUHSAUHSUAHSUAUSHaAHS

    nossa que saudade de TODAS essas paradas T-T
    só que eu nunca tive um Armatron… pq ‘menina não brinca com essas coisas, Danielly’, said mom ¬¬

    LOL

  74. Inês says:

    Simon Says é o nome de uma brincadeira infantil. O nome do Genius é apenas Simon.

  75. Caio says:

    Desses aí só não tive o Armatron. Não cheguei a chorar lendo o artigo mas dei boas risadas lembrando os bons tempos da infância.

    Outro épico artigo.

  76. Dan says:

    Sobre o Aquaplay, um dos malucos do MRG disse que, quando criança, colocou Coca-Cola dentro do brinquedo. Segundo ele, foi “pra simular noite no jogo”.

  77. Digos says:

    Pow, faltou alguns ainda…
    Detetive
    Banco Imobiliario
    Cara-a-Cara

    Faca a parte 2…. muito bom KID

  78. Você podia falir no Jogo da Vida. E era o fim da linha pra você.
    Se mais alguém já postou isso aí, malz.

  79. @rafaelsnunes says:

    Desses jogos ai eu só tive o Aquaplay. Mas tive vários de tabuleiro: os que eu lembro agora, que são os que eu jogava mais eram o Cara a Cara e o Explosão, além disso, tive vários outros joguinhos genéricos que não me lembro o nome.

    Joguei também muito Detetive e Banco Imobiliário na casa dos amigos.

  80. diogenes says:

    Cara, eu me lembro desse teu armatron e dos jogos de tabuleiro do teu pai!!! Sério mesmo, eu era louco pra ter um, inclusive teu pai tinha umas fitas VHS fudidas na época. Ah… teu pai tinha uma ampulheta grandona que ele colocava no parapeito do ap dele pra areia não grudar, e eu ficava feito retardado olhando, além de o “tio Júnior” ter umas das primeiras filmadoras que tinham que ter um auxiliar pra segurar a bateria que pesava horrores, pergunta se ele lembra do “baja” que ele teve uma época!!!!

  81. Felipe Bertucci says:

    Voltei uns 12 anos na vida com esse texto.
    Sem contar nos clássicos Tazos, e todas aquelas porras que apareceram e fizeram a cabeça da molecada na década de 90.

  82. Cher says:

    Eu tenho meu Combate até hoje, inteirinho. U jelly?

  83. hahaha Sou de 93 cara
    porém tive contato com mtas das vibes do pessoal oitentista.
    lembro q lá pelo meus 6 anos eu tinha um colega q tinha o tal ferrorama. eu pirava naquilo!
    sempre quis mts brinquedos q nunca cheguei a ter.
    inclusive um Snes! aí ganhei um Playstation. tinha todo um ar meio q de imponência, última geração… haha

  84. Skooter says:

    Tive 3 dos brinquedos mostrado aí: o Aquaplay, o Ferrorama e o Pense Bem.

    O Ferrorama que eu tinha também era igual ao da foto mas com a locomotiva vermelha que acende os faróis. Me lembro do modelo até hoje, esse da foto é o XP 500 e o da locomotiva vermelha é o XP 1500. E a graça era realmente colocar mais locomotivas e controlar os devios para evitar colisões.

    Quanto ao Pense Bem, nunca imaginei que iria achar outra pessoa no mundo que também quis fazer os próprios livros. Eu tinha dois livros, o que vem com o Pense Bem e o de Formula 1. Logo percebi que as questões com números iguais tinham respostas iguais, e vi que ambos os livros usavam o código 01 (se não me falha a memória eram apenas 3 dígitos, 2 para identificar o livro e 1 para identificar o programa -- cada programa correspondendo a um grupo de umas 30 questões do livro ou algo parecido, com o último programa selecionando questões aleatória do livro todo). Logo percebi que haviam 99 livros possíveis e que todas as respostas estavam na memória do Pense Bem e aí resolvi fazer meus próprios livros. Me lembro de ter feito uns dois com questões sobre videogames.
    Ambos foram escrito à mão em folha de papel almaço (não tinha computador nem máquina de escrever na época) e com as cores das alternativas pintadas com canetinha hidrocor. Me lembro de incluir algumas questões do tipo: “Qual o melhor jogo de plataforma” com opções como Sonic e Mario e a resposta correta sempre favorecia a Sega, apenas para zoar meu primo Nintendista quando ele fosse jogar com o meu livro. 🙂

  85. Fábio says:

    Cara, tenho 18 anos e TIVE VONTADE de ter metade desses brinquedos. Dos listados eu tive só dois (cópias) O Aquaplay e o Ferrorama.

    Cara, era triste quando eu via comercial da estrela na tv e ficava maluco querendo o brinquedo mais nunca ganhei nada.

    Acho que sou mais do tempo onde brincavámos de jogos “out door”, tipo pega-pega, esconde-esconde, sete-pedras e etc…

    A tecnologia é ótima, mas tirou de nossas crianças e adolescentes uma grande oportunidade de viver a sua idade.

  86. Carol says:

    @Michele

    LOL, verdade!

  87. nonono says:

    Poha faltou Detetive e Banco Imobiliário

  88. badware says:

    pta merda, so jgo ruim

    chorar… a coisa mais hermafrodita q ja vi

  89. leitor vouyer says:

    excelente post… nossa jogo da vida, pense bem, aquaplay… agora COMBATE, putz.. eu tinha esquecido totalmente desse jogo, se eu tenho um conhecimento (pífio é verdade) da hierarquia do exército é graças a ele ehehehehehehhehe

  90. Mallaco says:

    Faltou o melhor de todos, WAR.

  91. daher says:

    Voce não falou do brinquedo mais foda de todos: LEGO. Mesmo eu tendo nascido em 1996 e voce não ter falado do briquedo que mais me marcou, o post ficou bem legal 🙂

  92. Guilherme says:

    “o legal era gerenciar o fluxo dos trens sem causar uma colisão entre eles.”

    Comigo era o contrário, quanto maior o caos mais divertido era.

    E eu adorava combate justamente pela estratégia simples dele, assim como War. Perfeito para crianças desenvolverem o cérebro (ou não).

  93. Matheus says:

    Se pá nunca tive nenhum desses brinquedos, a não ser o Aquaplay. Nasci em 1994, trágico.

  94. Robson says:

    Cria Criaturas… 🙁

    Se existisse refil pros “tubos de cola”, ainda o manteria firme e forte ateh hoje :/

  95. Edu says:

    Rapaz, eu resisti bravamente até chegar no Pense Bem. Ali, eu perdi.

  96. Pedro Mendes says:

    caralho que foda!
    brinquei com quase todos esses…
    e olha que eu nem sou tão velho, tenho 18!
    esse post me fez lembrar muito da minha infância, brother….
    ja triquei muito aquaplay..ai tinha q ficar tombando ele pra nao sair a água toda. KKKKKK …devo ter tido uns 5 ou 6 desses quando era moleque!
    vlw izzy! so leitor antigo seu jah…o blog é foda! apesar de falar muito de coisas nerds que eu sou muito chegado.
    sucesso ae!

  97. Flavio says:

    Scotland Yard. Sem mais.

  98. Jonatan says:

    Faltou falar no rico Pé-na-tábua também!

  99. Juliana says:

    Citaram o Banco Imobiliário aí atrás e eu lembrei de comentar.. um sobrinho meu ganhou um no natal agora, a diferença é q não tem mais as notas e sim uma maquina de cartão de crédito!!! O.o deve ajudar a evitar roubos.. =]

  100. Só pra constar, ainda tenho meu Ferrorama. Meu sonho de pequeno era ter o Autorama do Senna ( e Lego’s). Ainda to esperando 🙁

    Aquela foto do jogo da vida parecia do detetive 😛

  101. Zuaquim says:

    Porra, seu burguezinho dos infernos! Sempre sonhei em ter esses brinquedos, hehehe. O pense bem só jogava qdo ia na casa da prima rica. Combate, jogo da vida e war (pqp, adoro war ate hoje) era na casa de outros primos. E pro ferrorama tinha que encher o saco dos vizinhos pra eles deixarem eu mexer. Imagem e ação joguei semana passada!

  102. Lana says:

    Pô, você só tinha brinquedo de rico. Dos que você citou acima, só tive o aquaplay de camelô (que sempre vinha de brinde nas pescarias de festa junina). O resto eu tive contato somente na casa de primos mais endinheirados e coleguinhas da escola.

  103. Camilo says:

    :'( …. ainda tenho meu jogo da vida, banco imobiliario, um amigo tinha o combate … e meus aquaplays jah eram … lembro de um muleque que bebeu a agua do aquaplay dele e os CHUBIRUBA pais deles tiveram que internalos imediatamente : /

  104. Daniele says:

    ainda hoje tenho o Pense Bem hahaha
    mas ele não funciona mais ;/

  105. João Luís says:

    Não consegui resistir ao pense bem, a nostalgia bateu tão forte que por durante 15 min eu procuerei um para comprar.

  106. Autopilot says:

    Ah, você me derrubou com o carrinho do Ayrton Senna…
    Eu tive um, e me lembro bem de quando 4 mulequinhos que davam 2 voltas do cadarço na canela desciam pela ladeira em cima dele…
    Os outros não me marcaram, não sou tão velho a ponto de ter tido um pense bem, mas sei como você se sente.

    Fiquei com vontade de ter um filho, só pra encher ele de brinquedo rustico (n essas tralhas hitech) e poder brincar com ele sem culpa ^^

  107. Richard says:

    Tenso … mas infelizmente eu ganhei … tive passagens marcantes na minha infância com o Banco Imobiliário (monopoly) e com quadrinhos …

  108. Cid says:

    Porra! Já me pegou na primeira parte. Eu tinha esse Aquaplay com temática de futebol. Eu adorava esse brinquedo, mas vivia jogando ele sozinho, AHAH. Meu pai me disse que era um brinquedo relativamente caro, poucas crianças o tinham. Tive dezenas de Mini-Aquaplays também, era fissurado nesses brinquedinhos.

    Quanto ao restante, nunca tive nenhum deles, mas um tio meu tem um Ferrorama desses até hoje, guardado do guarda-roupa, totalmente conservado. É algo lindo de se ver, me amarro em trenzinhos. O máximo que tive era um trem mais moderno, e você poderia pegar os veículos e os trilhos e demais peças e poderia formar um robô gigante, hehe. Acho foda são aquelas pessoas que montam verdadeiras maquetes com esses brinquedos.

    Belo posto, Kid.

  109. Cid says:

    Ah, lembrei que tive carrinho de pedalar também, mas não era esse que você comentou no post. O meu era um carrinho com design mais simples, totalmente verde musgo. E já tive também dois velocipedes, eu adorava especialmente o segundo que eu tinha ganho, todo de metal, vermelho. Era incrível. Tinha raiva de um primo meu que não queria largá-lo quando começava a pedalar nele. xD

  110. Kaio says:

    Porra, bicho. Teus amigos não eram burrinhos, tu que era nerd demais desde sempre. Escrever teus próprios livros do pense bem, QUE FODA!

  111. toromeister says:

    Consegui segurar no primeiro, mas o segundo me fez perder feiamente. Da lista, eu só não tive o Armatron e este modelo de carrinho de pedalar. O meu era um Jeep do exército, fodão. Haha
    O Pense Bem foi certamente um dos que mais me consumiu tempo, principalmente com a função de tocar músicas. Eu também tinha aquela caneta Questron, também da Tec Toy. Aquela sim me deixava intrigado, porque ela também SABIA RESPOSTAS. Google it e verão.
    Meu Aquaplay era de basquete.
    O Imagem & Ação tinha na casa da minha vó e era uma das brincadeiras de domingo.
    Enfim, chorei, amigo. Chorei.

  112. Mariano says:

    Só faltou o Atari,e as tardes mágicas de fim de semana jogando Enduro com meu tio Paulo e meu irmão…
    Touchê cara,chorei!

  113. Brunno says:

    Porra que foda ! . Tenho 12 anos e lemnro bastante desses brinquedos : aquaplay e jogo da vida , mas infelizmente nao encontro mais aquaplay nem em camelôs . Nostalgia on mesmo :/

  114. Briba Dantas says:

    Manly tears, please, dont fall.

  115. Caio Everton says:

    Como assim chorar, vei? Isso me trouxe um sorriso enorme de um canto a outro da boca. Principalmente no começo, já que o Pense Bem e Armatron eu nunca ouvi falar (sou da década de 90, deve ser isso).

    Lembro que o Ferrorama era chato pra cacete de montar, porque a ligação entre os trilhos tinha que ficar bem presas. O dedo ficava todo fodido no final, mas quem ligava? \o/ hahahaha

    Ah, duas correçõeszinhas: o tempo da ampulheta é de 1min10s (cronometrei porque sabia que ia quebrar como quebrou com todos os amigos que tinham) e o Jogo da Vida terminava com o Juízo Final, onde rolava um bônus por cada filho o que levava a gente a dizer que vendia os moleques. 😛

  116. Igor Kennedy says:

    Nossa quando eu fazia o 6º ano(5ªsérie) em 2009 nós liamos esses livros da coleção vagalume