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You nostalgia, you lose

Postado em 4 janeiro 2011 Escrito por Izzy Nobre 115 Comentários

Vamos brincar de You Nostalgia, You Lose? A premissa é simples: se durante a leitura do post uma única e máscula lágrima saudosista descer pela sua bochecha, você perdeu o jogo.

O modo de dificuldade escolhido hoje é “Hard”. Preparados? Vamos lá. Você vai perder.

Este é o grande e clássico Aquaplay. Pros noobs, o negócio era o seguinte: havia água dentro dessa cápsula plástica do brinquedo (no shit, Sherlock) e os botões ali embaixo pressionavam bolsas plásticas que criavam jatos dágua dentro da parada. Haviam várias temáticas esportivas; esse aí por exemplo é o de futebol. Você deveria, usando os tais botões, impulsionar a bola pra dentro do gol do adversário. Tinham Aquaplays single player, também, pra filhos únicos e/ou gente sem amigos.

Havia pouquíssimo gameplay real envolvido no negócio, pra era um misto de paciência + sorte. E note o placarzim analógico, hahahaha. E tinha também os Mini-Aquaplays, vendidos em camelôs por todo o Brasil. Tive diversos desses.

“Bebeu água do Aquaplay” era na época sinônimo de “moleque maluco” ou “porra louca lifestyle”. Praticamente TODO dono de Aquaplay fantasiava em encher o brinquedo com guaraná, mas até one sei ninguém jamais realizou esse sonho.

O Jogo da Vida foi pra muitos de nós um verdadeiro treinamento pra vida adulta. Antes do advento deste clássico, não tínhamos idéia das milhares de coisas que podem dar errado na nossa vida. Como era boa aquela vidinha fácil e sem preocupações…

Jogo da Vida era um jogo de tabuleiro em que cada casinha te dava ou tirava dinheiro baseando-se em paródias de acontecimentos reais que a essa altura já nos acostumamos — “você bateu o carro, pague X pra conserta-lo”, “seu primo precisa de um empréstimo, mande Y pro vagabundo”, esse tipo de coisa. Não havia nenhum skill envolvido no jogo (como a maioria dos jogos de tabuleiro), era tudo na pura sorte.

O engraçado é que no começo do jogo, você tinha duas escolhas a fazer — meter a cara trabalhando imediatamente, ou ir pelo caminho “acadêmico”: dependendo de que casa tu caia nesse caminho, tu se formava como jornalista, ou médico, ou advogado, ou etc. Havia alguns benefícios pra ambas escolhas, mas lembro que todo mundo escolhia o caminho acadêmico. Se não me engano, os salários eram maiores.

“Por que diabos alguém escolheria NÃO ir pra faculdade?!” a gente pensava na época. Hoje, temos várias respostas.

O jogo acabava com aposentadoria. Sempre me perguntei porque não terminava com a morte imaginária do jogador. Eu era um moleque meio macabro mesmo.

E eu sempre me perguntava quem deveria ser aquela família na imagem da caixa do jogo.

Eu tinha dois Ferroramas — este da foto acima (a única diferença é que a locomotiva era vermelha, igual a que aparece no começo desse vídeo aqui) e o modelo anterior, no qual a locomotiva era uma clássica maria-fumaça. Ela também aparece naquele vídeo, alias.

A criançada mais nova deve até pensar que o Ferrorama não tinha gameplay nenhum e que o negócio era apenas ver os trens zunindo de lá pra cá (e faziam um barulhão, lembram? Isso é, pro tamanho deles, anyway), mas isso não é completamente verdade. Haviam trilhos especiais com chavinhas que mudavam a direção ou o trilho que o trem percorriam; se você tinha vários deles e duas ou mais locomotivas, o legal era gerenciar o fluxo dos trens sem causar uma colisão entre eles.

A locomotiva vermelha era consideravelmente mais potente que a maria-fumaça, e ela tinha mais luzinhas também. Por causa disso, quando eu ia brincar com meu irmão, sempre a escolhia — o que era insignificante, visto que não controlávamos as locomotivas diretamente e reclamar posse de qualquer uma delas não fazia sentido prático.

Meus pais compravam MUITOS jogos de tabuleiro, mas sem duvida o favorito entre eles e seus amigos era Imagem e Ação. Aliás, me veio agora a lembrança de meus pais e seus amigos na mesa de jantar, berrando feito loucos ao redor do tabuleiro de Imagem e Ação. A imagem de um monte de jovem adultos curtindo um joguinho me faz me sentir próximo dos meus pais, psicologicamente e culturalmente falando. Esse é o tipo de coisa que eu faço.

Imagem e Ação era um jogo, como o nome insinua, de desenho e mímica. Tu rodava o dado, caia numa categoria qualquer, e puxava uma carta do monte. O item equivalente à categoria da casa em que você parou era o selecionado na carta (ação/objeto/lugar, era algo assim), e você deveria representa-lo com ilustrações ou pantomima. Se seu time acertasse a imagem ou a ação em 30 segundos — acho que esse era o tempo limite –, você avançava no jogo.

Meu irmão sempre teve vocação pra arte, e quando eu surrupiava o jogo do armário dos meus pais pra jogar com a molecada — algo que meus pais vetavam quando eu era mais novo, sem dúvida por medo de que eu perderia peças do jogo, mas aquiesceram quando eu me tornei mais velho –, meu irmão era sempre disputado aos tapas pelos times. E os desenhos dele eram sempre cheio de firulas, sombras, etc.

Duas coisas marcaram todo mundo que jogou Imagem e Ação — o primeiro contato com uma ampulheta, esse instrumento medieval de medição de tempo, e os jogadores que INSISTIAM em “adivinhar” o desenho/mímica com uma palavra que eles já usaram e já foi rejeitada. Esse sketch do Family Guy explica o fenômeno perfeitamente.

Caso você esteja curioso, o equivalente gringo se chama Pictionary.

Tinha também aquela clássica lenda urbana de que um primo do vizinho do tio do irmão dum colega de escola,  curioso sobre a procedência daquela bonita areia azul da ampulheta, quebrou-a e descobriu que se tratava de SABÃO OMO.

Procurei até cansar, mas não achei foto do carrinho de pedalar que eu tinha quando moleque. Era bastante parecido com o acima, porém vermelho e branco. Não lembro mais, mas suspeito que ele era modelado na Williams McLaren do Ayrton Senna. Vai ver era até licenciado oficialmente.

O carro de pedalar é essencialmente uma bicicleta com quatro rodas e volante. Como só tinha uma “marcha” e o carro é relativamente pesado, era um esforço pedalar aquela merda. Mas puta que pariu, COMO ESSA MERDA ERA DIVERTIDA! O ciúme do meu carrinho de pedalar era tamanho que, estando eu na rua brincando com ele entre a pivetada, eu não levantava do banco nem pra mijar. Eu acho que jamais permiti ninguém a dar voltas no meu carrinho.

Quando eu tiver um filho, ele terá um carrinho de pedalar. É uma das coisas que farei questão de dar a ele, tal como comida, teto, e uma profunda doutrinação em Star Wars.

“Mais que um  brinquedo, quase um computador”. Lembra desse slogan do comercial do Pense Bem?

(Hahaaha, reassistindo esse vídeo, imagino que os leitores mais jovens do HBD devem estar pensando “wow ISSO era o brinquedo foda na sua época? Que deprimente“)

Eu certamente lembro, porque foi ele que me levou a atormentar meus pais diariamente por três ou quatro meses até que eles decidissem que a única forma de me silenciar seria comprar essa merda pra mim no próximo Natal. Ahhh, 1992, você foi um ano do caralho.

O que era o Pense Bem? Apesar da propaganda evidentemente enganosa, o Pense Bem era exatamente o que alegava não ser (um brinquedo), e estava muitíssimo longe de ser o que alegava ser (um computador). O Pense Bem era um computador na mesma proporção que um relógio de pulso é um computador. As únicas coisas que o Pense Bem tinha em semelhança com um computador é o formato, e o fato de que ambos são escritos com auxílio da letra M.

Além de primitivas funções musicais que me permitiam reproduzir 20% da música tema de Jurassic Park, o “computador” tinha algumas atividades matemáticas (o aparelho jogava uma adição/soma/divisão/subtração com um dos fatores como incógnita, e você tinha que descobrir a resposta.

Tinha um outro joguinho que era essencialmente um “descubra a média aritmética entre estes dois números!” (sério, não tou inventando, assista o comercial de novo), tinha um joguinho de memória no estilo Genius/Simon Says, e alguns outros badulaques que se perderam na minha memória.

Um das brincadeiras mais interessantes do troço eram os livros de atividades. Livrarias e lojas de brinquedos na época vendiam livros com perguntas sobre os mais variados assuntos, e você usava o Pense Bem pra selecionar as respostas entre as múltiplas escolhas. Eu tinha vários livros com personagens da Disney, livros sobre Astronomia, Biologia, e um bizarríssimo “Livro Pense Bem Plebiscito”, talvez produzido na esperança de educar a molecada sobre aquele plebiscito de 1993.

O grande lance do Pense Bem eram realmente os livros de atividade. Como moleque muito curioso,  eu me vi numa tarde tentando imaginar como é que o Pense Bem “sabia” as respostas dos livros que eu tinha acabado de ganhar. Conclui que as respostas de todos os  livros já deveriam estar programadas no brinquedo, e que o código de 4 dígitos no começo do livro simplesmente acessava um banco de dados específico cujas respostas coincidiam com as perguntas do livro.

OU SEJA — eu poderia escrever meus próprios livros. Bastava bolar um número de 4 dígitos qualquer e ir respondendo as perguntas às cegas, anotando as respostas certas, e inventando perguntas em que as opções de respostas coincidissem. Feito isso, eu roubavas folhas da impressora matricial do meu pai, desenhava uma capa estilosona e escrevia as perguntas com as opções de resposta que batiam com o gabarito que eu escrevi no começo.

Escrevi vários livros, mas os que me lembro mais claramente eram o de Jurassic Park e Back to the Future. Levei os livros pra escola, emprestei pros amigos, e me tornei uma divindade na sala: “O garoto que escreve os próprios livros de Pense Bem”.

Meus amigos eram burrinhos.

Acabo de perceber que eu não tenho motivos pra reclamar dos meus pais. Eu só tinha brinquedo foda. O Armatron estava entre um dos mais fodas.

O Armatron era um briquedo distribuído nos EUA pela extinta Radio Shack, e aqui no Brasil pela Tec Toy ou Gradiente, não consigo lembrar. Ele era um braço robótico articulado que tu podia manobrar com aqueles dois joysticks ali.

Era barulhento pra cacete, levava pilhas IMENSAS cujo nome/formato eu nem sei se ainda existe porque nunca mais vi,  e era uma pequena maravilha da engenharia. Só havia UM motor no Armatron, todas as articulações eram movidas por engrenagens conectadas àquele único motor na base do brinquedo. Realmente impressionante.

O brinquedo era na real um joguinho — havia um timer ajustável no Armatron, e você deveria colocar aquelas bolinhas dentro de uma caixa de plástico e fechar a caixa, nem lembro mais. Eu nunca usava o robô daquele jeito, ao invés disso enfileirava meus bonequinhos e tentava leva-los de um ponto a outro na fila usando o Armatron sem derrubar os outros. Os controles eram relativamente complexos pra crianças mais novas — eu tinha 8 ou 9 anos — mas eu manobrava o robô com maestria.

O meu Armatron ainda existe — está na casa do meu primo Matheus, em Fortaleza. Muitos dos meus brinquedos de infância foram parar no quarto dele, o que é algo que eu aprovo 150%, porque o moleque é extremamente cuidadoso com os brinquedos. Vi vários ex-brinquedos meus nas prateleiras do quarto dele, todos em perfeito estado de conservação, sem poeira nem nada. Deu gosto de ver.

O Armatron sugava pilhas que era uma beleza, então meu pai — que tem formação em eletrônica — fez um mod que permitia uso de uma fonte AC externa pra brincar com o bicho, dispensando as pilhas.

E não era mod porco de atar fios nos contatos da pilha, não: ele desmontou o bicho, soldou uns trecos no motor, fez um buraco do lado da carcaça do brinquedo e implatou um plugzinho lá. A fonte podia ser removida caso não fosse requerida no momento e tudo, parecia uma solução oficial do fabricante, tamanho foi o esmero do meu pai no acabamento da parada.

Passei a ver meu pai como um super herói, dotado de habilidades muito cima de mortais comum, a partir desse dia.

Combate era mais um de uma longa lista de jogos de tabuleiro cujo gameplay era quase inteiramente dependente de sorte, mas que a gente adorava mesmo assim. Sério, havia mais skill numa partida de jogo da velha do que de Combate.

Cada lado tinha 40 bonequinhos como os que você vê acima, de variadas patentes militares. O que tu fazia era avançar no campo do inimigo, sem ver que soldados ocupavam as casinhas do lado inimigo. Se você chegar num boneco inimigo com um seu de ranking maior, ele morria e tu avançava. E havia bombas, que não podiam se mover e explodiam a pecinha infeliz que as encontrou. Quando um lado captura a bandeira do outro, o jogo acaba.

Havia uma certa estratégia no posicionamento dos bonequinhos, mas uma vez que o jogo começava, era simplesmente avançar com os bonecos e torcer pra chegar em pecinhas inferiores às suas. Tinha um certo blefe também — haviam os marotos que colocavam suas bombas beeem longe de onde a bandeira se encontrava, pra despistar os oponentes.

Tinha também a manha de mover TODOS os soldados exceto quatro pecinhas arbitrárias na linha de frente do seu campo. Como as bombas não podem se mover, o oponente interpretava suas manobragens em volta desses quatro soldados como se eles fossem as próprias bombas — e com isso, passavam longe deles. Imagina a surpresa do cara quando as “bombas” começavam a avançar pra cima do campo oponente — e sem que ele estivesse preparado pra intercepta-los.

Ok, falei merda: tinha uma estratégia, sim! Preciso comprar um novo.  Aqui ele se chama “Stratego”, mas tem temática medieval. Não curto.

É engraçado ver que os anos se passaram e eu continuo tão fissurado por brinquedos quanto era quando moleque. Tenho plena certeza de que não sou o único.

Ihh, faltou falar do Autorama. E dos Lango-Langos. E do Udi Grudi. E de Detetive. E do Detetive Low Budget. E da Coleção Vagalume, que não era brinquedo mas fez parte também.

Ahhh, fuck it, esse texto terá continuação.

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115 Comentários \o/

  1. Juliana disse:

    Citaram o Banco Imobiliário aí atrás e eu lembrei de comentar.. um sobrinho meu ganhou um no natal agora, a diferença é q não tem mais as notas e sim uma maquina de cartão de crédito!!! O.o deve ajudar a evitar roubos.. =]

  2. Só pra constar, ainda tenho meu Ferrorama. Meu sonho de pequeno era ter o Autorama do Senna ( e Lego’s). Ainda to esperando :(

    Aquela foto do jogo da vida parecia do detetive :P

  3. Zuaquim disse:

    Porra, seu burguezinho dos infernos! Sempre sonhei em ter esses brinquedos, hehehe. O pense bem só jogava qdo ia na casa da prima rica. Combate, jogo da vida e war (pqp, adoro war ate hoje) era na casa de outros primos. E pro ferrorama tinha que encher o saco dos vizinhos pra eles deixarem eu mexer. Imagem e ação joguei semana passada!

  4. Lana disse:

    Pô, você só tinha brinquedo de rico. Dos que você citou acima, só tive o aquaplay de camelô (que sempre vinha de brinde nas pescarias de festa junina). O resto eu tive contato somente na casa de primos mais endinheirados e coleguinhas da escola.

  5. Camilo disse:

    :’( …. ainda tenho meu jogo da vida, banco imobiliario, um amigo tinha o combate … e meus aquaplays jah eram … lembro de um muleque que bebeu a agua do aquaplay dele e os CHUBIRUBA pais deles tiveram que internalos imediatamente : /

  6. Daniele disse:

    ainda hoje tenho o Pense Bem hahaha
    mas ele não funciona mais ;/

  7. João Luís disse:

    Não consegui resistir ao pense bem, a nostalgia bateu tão forte que por durante 15 min eu procuerei um para comprar.

  8. Autopilot disse:

    Ah, você me derrubou com o carrinho do Ayrton Senna…
    Eu tive um, e me lembro bem de quando 4 mulequinhos que davam 2 voltas do cadarço na canela desciam pela ladeira em cima dele…
    Os outros não me marcaram, não sou tão velho a ponto de ter tido um pense bem, mas sei como você se sente.

    Fiquei com vontade de ter um filho, só pra encher ele de brinquedo rustico (n essas tralhas hitech) e poder brincar com ele sem culpa ^^

  9. Richard disse:

    Tenso … mas infelizmente eu ganhei … tive passagens marcantes na minha infância com o Banco Imobiliário (monopoly) e com quadrinhos …

  10. Cid disse:

    Porra! Já me pegou na primeira parte. Eu tinha esse Aquaplay com temática de futebol. Eu adorava esse brinquedo, mas vivia jogando ele sozinho, AHAH. Meu pai me disse que era um brinquedo relativamente caro, poucas crianças o tinham. Tive dezenas de Mini-Aquaplays também, era fissurado nesses brinquedinhos.

    Quanto ao restante, nunca tive nenhum deles, mas um tio meu tem um Ferrorama desses até hoje, guardado do guarda-roupa, totalmente conservado. É algo lindo de se ver, me amarro em trenzinhos. O máximo que tive era um trem mais moderno, e você poderia pegar os veículos e os trilhos e demais peças e poderia formar um robô gigante, hehe. Acho foda são aquelas pessoas que montam verdadeiras maquetes com esses brinquedos.

    Belo posto, Kid.

  11. Cid disse:

    Ah, lembrei que tive carrinho de pedalar também, mas não era esse que você comentou no post. O meu era um carrinho com design mais simples, totalmente verde musgo. E já tive também dois velocipedes, eu adorava especialmente o segundo que eu tinha ganho, todo de metal, vermelho. Era incrível. Tinha raiva de um primo meu que não queria largá-lo quando começava a pedalar nele. xD

  12. Kaio disse:

    Porra, bicho. Teus amigos não eram burrinhos, tu que era nerd demais desde sempre. Escrever teus próprios livros do pense bem, QUE FODA!

  13. toromeister disse:

    Consegui segurar no primeiro, mas o segundo me fez perder feiamente. Da lista, eu só não tive o Armatron e este modelo de carrinho de pedalar. O meu era um Jeep do exército, fodão. Haha
    O Pense Bem foi certamente um dos que mais me consumiu tempo, principalmente com a função de tocar músicas. Eu também tinha aquela caneta Questron, também da Tec Toy. Aquela sim me deixava intrigado, porque ela também SABIA RESPOSTAS. Google it e verão.
    Meu Aquaplay era de basquete.
    O Imagem & Ação tinha na casa da minha vó e era uma das brincadeiras de domingo.
    Enfim, chorei, amigo. Chorei.

  14. Mariano disse:

    Só faltou o Atari,e as tardes mágicas de fim de semana jogando Enduro com meu tio Paulo e meu irmão…
    Touchê cara,chorei!

  15. Brunno disse:

    Porra que foda ! . Tenho 12 anos e lemnro bastante desses brinquedos : aquaplay e jogo da vida , mas infelizmente nao encontro mais aquaplay nem em camelôs . Nostalgia on mesmo :/