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Arcades – Por que eles ainda existem?

Postado em 10 November 2008 Escrito por Izzy Nobre 102 Comentários

Caso estejam curiosos, meu aniversário foi uma merda. Você sabe que realmente virou adulto quando aquela que era a data mais esperada do ano, antecipada por meses, vem e vai sem você mal prestar atenção.

Mas vamos ao assunto de hoje.

Perdoe a imundice da imagem acima; como mencionei na minha resenha do iPhone, a menos que você esteja diretamente em cima da superfície solar a câmera desse celular é imprestável.

Então. Estava no cinema com a mulé no meu aniversário (Zack and Miri Make a Porno. Legalzinho, daria um sete e meio. Tem uma cena escatológica hilária, e olha que eu não costumo rir dessas coisas) e, tendo chegado no estabelecimento meia hora antes do começo da película, perambulamos pelo saguão do multiplex pra matar o tempo.

E os arcades no canto do lugar chamaram minha atenção, pela primeira vez em uns 6 ou 7 anos. Faz bastante tempo que passei a ver tais “videogames públicos” um objeto decorativo e nada mais. Acho que a última vez que paguei pra jogar num troço desses foi em 1999.

Cheguei perto do arcade visto na foto, fiz uma mariola no volante, apertei botões aleatoriamente e passei a mão no banco, tentando re-absorver memórias longínquas do tempo em que meus amigos e eu fazíamos fila pra jogar 4 minutos de Daytona USA.

Naquela época, arcades representavam o estado mais avançado da videogamice. Sim, os personagem de Virtua Fighter tinham mais polígonos que movimentos, mas lembre-se que nós vivíamos no contexto 16-bits. De Mario pra Pai Chan, havia um visível salto tecnológico.

Gráficos 3D eram um dos maiores atrativos dos arcades, mas nem era só isso. Gabinetes costumavam ser equipados com telas imensas pros padrões dos anos 90. Pra colocar a coisa em retrospecto pros newfags que circulam por este blog, permita-me dividir mais um pouco da minha infância com vocês – na Copa de 94, meu pai se imbuiu da responsabilidade de hospedar a família inteira pra assistir os jogos, porque ele tinha acabado de comprar o que se chamava carinhosamente de “telão” naquela época. O tamanho da televisão?

29 polegadas. E isso era considerado TELÃO pra época; a maioria dos meus coleguinhas menos abastados passaram a infância se familiarizando com personagens de 3 milímetros de altura nas suas microscópicas CCEs de 14 polegadas. Eu jamais imaginaria que um dia eu estaria insatisfeito com uma tv de colossais 42 polegadas, mas cá estou eu acariciando o cartão de crédito com uma mão e clicando aqui e ali no site da Best Buy com a outra, a despeito da TV de cristal líquido na minha sala que mal completou um ano de idade.

Isso constrata também com o fato de que aquele “telão” de 29 polegadas foi utilizado até a nossa vinda pro Canadá, em 2003. Ou seja, quase dez anos de uso sem sequer SONHAR em gastar dinheiro pra substitui-la. Enquanto a TV ainda pudesse exibir as três cores primárias que combinadas produziriam todo o espectro visível, meus pais nem sequer cogitariam comprar uma nova. Aliás, suspeito que mesmo que a TV começasse a dar uma distinta coloração verde à pele dos atores globais, continuaríamos usando aquele televisor por outros dois anos.

Então, quando você chegava no shopping e via Cruisin’ USA num monitor de 32 polegadas, era uma experiência completamente diferente. Havia tela até onde os olhos alcançavam (contanto que você limitasse o movimento do seu pescoço a dois graus em qualquer direção, mas enfim).

Além dos gráficos e da tela maior, arcades também traziam algo completamente inviável na nossa época – periféricos. Se a tela “imensa” e os gráficos “realistas” não eram suficientes pra te fazer sentir em Daytona, o gabinete modelado pra parecer um cockpit e o volante com force feedback resolveriam. O mesmo serve pras arminhas de Virtua Cop, que tornaram matar meliantes incrivelmente mais satisfatório que apenas apertar um botão em True Lies no seu SNES.

Sim, o NES tinha a Zapper e o SNES tinha o ridiculamente grande Super Scope, mas isso era fichinha perto do realismo oferecido pelos arcades. O slider de algumas pistolas de arcade até dava o característico coice após cada disparo, tornando o negócio ainda mais realista.

Acontece que isso tudo só era relevante em 1999. Hoje nós temos consoles que renderizam polígonos na casa dos milhões, em telas de pelo menos 32 polegadas (estou me referindo aos não-pobres que lêem o HBD), com periféricos que simulam até mesmo instrumentos musicais. Há pouco ou nenhum motivo pra gastar dinheiro com jogos que cinco atrás já seriam considerados velhos, em telas de metade do tamanho das nossas TVs. Se eu quisesse realmente me sentir como um piloto de corrida, eu montaria meu volante na mesinha de centro pra jogar Project Gotham Racing. Gastar dinheiro com Daytona USA em pleno século XXI está por último na minha lista de prioridades, logo abaixo de “cortar minha própria piroca com um alicate industrial” e “mergulhar num barril cheio de soda cáustica pra ver o que acontece com a minha carteira”.

Por que esses troços ainda existem, afinal? A idéia de se desprender de uma quantia irrisória pra jogar três minutos de entretenimento eletrônicos é pré-Atari, aliás. Afinal, o propósito daquele console era justamente levar os arcades pra casa, o que era logicamente o próximo passo pros videogames. A essa altura do campeonato era de se esperar que o hábito de gastar dinheiro em arcade tivesse sido extinto há bastante tempo.

A hipótese óbvia é que tais equipamentos custaram dezenas de milhares de dólares na época, e como já se pagaram há muitos anos, qualquer três dólares por dia que eles produzem é lucro de qualquer forma. Jogar tudo fora custaria tempo e dinheiro, e abriria espaço inútil no shopping/cinema.

Mas sei lá. A idéia de que em 2008 os caras esperam que eu gaste um dólar pra jogar Cruisin USA por três ou quatro minutos é quase ofensiva.

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comments

Categorias: Minha infância

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

102 Comentários \o/

  1. tiago says:

    ah, tem utilidade sim, entreter seu sobrinho de 6 anos enquanto a tia dele se entretem com vc 😀

  2. dr34dfu1 says:

    Mas e o pinball?
    Pinball é massa, o resto está de enfeite, mesmo.
    A não ser quando junta uma galera pra ver quem tira mais fichas no king of fighter (enfie um ano qualquer aqui).

  3. Kid says:

    @dr34dfu1

    Se não me engano li no Fark que o último fabricante de pinballs do mundo acabou de fechar as portas.

  4. Kid says:

    @Glacial

    Lembro sim, era esse: http://en.wikipedia.org/wiki/Time_Traveler_(video_game)

    Nunca cheguei a jogar, era caro na época, uns 3 reais se não estou enganado.

  5. dr34dfu1 says:

    É verdade, tinha um fliperama aqui num shopping com uma máquina onde você “entrava nela”, vestia um tipo de capacete (que na realidade era um televisor suspenso por braços hidraulicos) e você girava com a maquina toda, com isso tinha uma visão de 360°.
    Era muito divertido, mas os gráficos eram ruins, infelizmente.
    Toda aquela possibilidade de girar resumida a ser um robozinho feio, atirando em outros robozinhos feios e mancos.

  6. dr34dfu1 says:

    Ah, Kid.
    Quem precisa de novas máquinas?
    Queria muito é jogar “Cavaleiro Negro” novamente! AIUhioAHoUA
    Ainda terei uma máquina dessa na minha sala.

  7. Gilberto Prujansky says:

    Engraçado vc falar disso, pois passei pela mesma coisa ontem. Fui ver o Madagascar 2 com meu filho, e lá estava alguns arcades meio podres, e pra coincidencia ser maior, tambem tinha um Cruisin, alem de um dance revolution quebrado e um Virtua-something com arminhas. O guri fez questão de jogar o arcade so por causa da arma, já que nao temos uma dessa desde a epoca do PS2. A arma tava meio vesga mas 1 dollarzinho nao doeu enquanto esperavamos a mãe atrasilda não aparecia. Fiquei olhando pr’aquelas máquinas lembrando também da boa época de gastar fortunas no TMNT da konami.. bons tempos. Mas prefiro hoje heheeh
    Escrevi demais, acho que vou voltar a blogar hehehe
    abraço!

  8. Rodrigo says:

    Fui ao boliche ontem com amigos.

    Enquanto aguardamos a liberação de 2 pistas, perambulávamos pelos fliperamas.

    Pelo menos 500 máquinas, lotado de gente disputando uma jogadinha, e as fichas custavam 2,50!!!!

    Concordo que jogar em casa é uma coisa extremamente agradável e uma experiência 1000 vezes superior aos arcades, mas, vendo aquele monte de gente jogando em máquinas enormes, com gráficos, em suma, medíocres, bateu uma enorme saudade de jogar com fichas de 25 centavos do lado da escola.

    E confesso que fliperamas trazem uma lágrima no canto do olho esquerdo, sempre eu passo em um.

    Foi uma época tão boa na vida, que eu gostaria mesmo que os fliperamas durassem para sempre, nem que seja apenas para olhar e lembrar.

  9. Felipetenor says:

    acredite ou nao no japao isso ainda eh febre….nego ao invez de ir com a mina no cinema vai no flipper….foda…mas poooo a de realidade virtual e de holograma sao nostalgicas

  10. dr34dfu1 says:

    Era underground de Ghosts n’ Goblins, Yie Ar Kung Fu, Karate Champ, Rygar e derivados em bares (tudo escondido da mãe, com o troco do pão).
    Um pouco menos underground, já em fliperamas propriamente ditos, com TMNT 2, Double Dragon 2, Alienstorm, Golden Axe, SF 2, MK, SNKs. Ainda escondido da mãe…
    Depois a era playboy, tudo em shopping, socialmente aceito. Daytona, Sega Rally, SF Zero, Marvel.
    Agora o declínio, o esquecimento… ;(
    Com certeza esqueci de muita coisa, fliperama sempre foi muito presente na minha vida.

  11. Bakudan says:

    Estou juntando uns trocados para comprar duas máquinas de Pinball, que vão enfeitar meu hall.
    No mais, era legal perder umas tardes nos shoppings gastando fichas com os amigos.

    Abras,

  12. Dudu Maroja says:

    Sinto muita falta de acardes.. e lembro muito bem quando estava nos EUA que eu joguei Daytona com 16 pessoas! isso mesmo um montão de maquina ligada em um arcarde da SEGA!!! eu delirei por la!

  13. Diego Ferraz says:

    Séculos que não comento por aqui…
    Mas realmente esse post levou a tona minha “NN”, nostalgia nerd.

    Incrivel como eu torrava uma grana absurda com aquilo, mas na epoca, realmente era algo muito divertido. Mas realmente, é um Dead End a vida dos Fliperamas, até inventarem algo revolucionario que não dê para se ter em casa no meio da sala.
    Mas como o foco das industrias de jogos são os Home Users… creio que não haverá nada de novo tão cedo.

  14. rfmond says:

    ae Kid
    dá uma olhada nisso:
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  15. Glacial says:

    Fiz muitas amizades ao enfrentar desconhecidos em partidas de King Of Fighters no North Shopping hehehehe 🙂

  16. Farney says:

    ei kid, lembra q a gente `usava` esses games e o pump it up pra queixar as doidinhas q ficavam perambulando por la? pqp, heuheuheuheue, doido pra dar uma trepadinha…. e n comia ninguem

  17. Glacial says:

    Por falar nisso. Lembra daquele jogo holográfico que tinha no iguatemi? Taí que aquilo NUNCA vai chegar na tua sala de estar 😛

  18. rcrd says:

    Discordo um pouco, mas talvez por questão de gosto. Mesmo tendo qualquer console super-duper-ultimate-generation-ultra-plus-8.0, os arcades, por mais velhos e surrados que sejam, exercem uma certa magia sobre mim. Aquela coisa de nerd gordo dos ’90 que tem que mostrar ao mundo que consegue zerar KOF ’97 e todos os Marvel vs. alguma coisa só com uma ficha, e passar 3 horas no estabelecimento com 2 reais no bolso, deixando filas de criancinhas desesperadas pra jogar, num misto de fúria e admiração. Uma demonstração de habilidade em público, hahah

    Mas eu não sou gordo.

  19. alpha says:

    eu ainda tenho um atari funcionando perfeito. soh o controle ( me nego a segurar um “joy-stick” ) que tem que ser manipulado com uma bolda de tenis diretamento nos contatos, mas en-duro (afff, atari eh puro duplo sentido) tah garantido!

  20. Max171 says:

    The King of fighters no shopping rula. Realmente quado se adiciona a essa equação o fator você pagar uma quantia para vencer ou perder de um desconhecido, as coisas se ternam melhores,
    Pois você está apostando na sua habilidade.

  21. João Vitor says:

    “mergulhar num barril cheio de soda cáustica pra ver o que acontece com a minha carteira”. Melhor frase do HBD EVER.

  22. algust21 says:

    Como vc mesmo disse, elas existem para lucrar um pouquinho mais.. É engraçado que este tipo de máquina tenha se tornado doméstica, e muito provavelmente por isso, perdeu aquela magia toda!

    Quanto a seu aniversário, relaxa, cara!
    Se vc tivesse feito uma conecção webcam aqui no blog, aposto que ia bombar (brincadeirinha…kkkk) Tem mais é que curtir com as própria Mulé!

  23. Ibere says:

    Isso é se você for considerar esses arcades véião que tem nos EUA e no Canada… no Japão tem um monte de arcade que oferece experiências que não tem como serem oferecidas em um video game doméstico. Mas eu tô com preguiça de dar exemplos.

  24. Eduardo says:

    Mas afinal, tu jogou ou não?

    hehehe

    A última vez que joguei, foi no começo do ano. Eu estava na praia, e fui num cine 3D. Como ia ter que esperar bastanta, acabei gastando 50 conto, só pra conseguir os tickets pra trocar por prêmio. Sim, eu tava com dinheiro sobrando.

    Mas não tem nada melhor do que jogar Pinball e Daytona (ou Cruiser mesmo) e fazer as marchas manualmente dando aquelas “pauladas” no câmbio, como mostrando que “sabe”. E sempre diriginido com um mão. Câmbio automático era para iniciantes.

    kkkk

    Abraços

  25. Angelo says:

    Talvez seja legal pelo quesito “simualção”.
    Perdeu sentido nos jogos de corrida, pois agora é relativamente fácil voce comprar um volante para jogar algum jogo muito bem feito em seu xbox 360 ou ps3.

    Mas uma coisa que motivaria a gastar alguns trocadas ,seria nas maquinas de tiro, principalmente como o House of the Dead 3, na qual voce usa uma escopeta , que torno o jogo muito divertido.No mais só alguns poucos mesmo, da ultima vez que fui no barra shopping só fiquei jogando esse e um de corrida que voce deita no assento , o monitor fica em cima de voce (que é bem divertido por sinal).

    PS: Alguem ja jogou um jogo de nave da sega que voce entrava em um cockpit que relizava rotação em todos os eixos?Se eu não me engano quem é do rio e ja foi no shopping que tem em del castilho ja deve ter visto.

  26. rocknaveia says:

    Ontem estava na praça Silva Romero com minha namorada, fomos tomar um açai (morra de inveja nao deve ter açai ai no canada huehuadsuhas), ai vi que ainda existe o fliperama “Lords”, entrei la pra matar a saudade, acho que se juntasse toda grana que gastei em fliperama era rico hoje em dia, KOF97 e 98 eu era imbativel xD.

    Meu sonho é ter um pimball em casa, até tenho grana pra comprar a maquina que gosto, mas primeiro preciso comprar uma casa 🙁 hueuhehue

  27. Eurritimia says:

    o Nova América? Preciso passar por lá e reparar nesse detalhe…

    Quando mais novo, eu era fã do Sunset Riders, já fiz meus parentes gastarem horrores com ele. Mas fora de shopping hoje em dia, só se acha King of Fighters e aqueles caça-níqueis… :

  28. Equilibrium says:

    Tem um fliperama aqui perto de casa que de vez em quando eu passo lá só pra dar uma “taca” nos moleques no Street fighter, é impagável ver a cara deles perdendo sua única fichinha do dia…

  29. dr34dfu1 says:

    Chutar a bunda de alguém do seu lado, vendo-o perder dinheiro, é bem mais legal do que matar um “sei-la-quem” virtualmente.
    É tipo “mario party” com os amigos… (tá forcei)…

  30. Kayaphas says:

    arcades ainda existem simplesmente pq office/motoboys existem.

    =P

  31. Kid says:

    Por que vocês insistem em alegar que o derrotado no arcade “perdeu dinheiro”? Ambos gastaram a mesma quantia pra jogar, e nenhum dos dois receberá a grana de volta se vencer a partida.

  32. Daniel says:

    tem algum joguinhos com periféricos que custariam muito caro para se comprar que eu até curto jogar no arcade, ou então pinballs….
    Mas entendo que realmente a maior parte do brilho se foi… Será que não somos nós que estamos velhos demais???

  33. respider says:

    Realmente não sei explicar… mas confesso que gosto de jogar um marvel versus capcom no arcade contra os amigos…

  34. Daniel says:

    Ah!!
    Falando em caro, um dólar!??!!?!?
    Fliperama não teve sua época de 25c por aí!?!?
    já passou?

  35. Diones Reis says:

    Me corrija se eu estiver errado, mas acredito que os arcades ainda chamam a atenção, devido ao fato de ser um ambiente de socialização, vamos assim dizer.
    Sair com amigos, entre uma balada e outra, e jogar um pouco para se divertir?
    E por que não dizer, conhecer novos amigos, entre uma disputa ou outra no arcade?
    Entendo que atualmente, os videogames poderosos como estão, fazem as vezes de arcade. Mas o bicho homem é e ainda será um animal sociável, e num ambiente descontraído e sociável como os flipers, creio que os arcades ainda terão muitos e muitos anos de serviços prestados.

  36. PF says:

    Achei que no fim das contas vc ia falar que jogou. hehe.

    Sou um cara nostálgico… acho que hoje ainda seria legal ter mais 3 amigos disputando uma corrida no Daytona.

  37. Roberto says:

    Cara, eu acho que o propósito era uma democratização dos jogos, com uma certa dose de realismo e a interação entre os que jogavam. Quem não tinha grana para ter um N64 com Cruisin’ Usa, como eu, jogava uns trocos no arcade e end of story.
    Lembro que houve um movimento de popularização dos video games, que se deu principalmente com nego colocando dentro de uma garagem umas 5 TV’s com vários consoles. As locadoras, também, e finalmente as Lan Houses, que praticamente sepultaram os arcades no que diz respeito à interação entre os jogadores. A questão do realismo foi sepultada com a evolução dos consoles.
    Resumo da ópera: todo mundo tem acesso a video games. Os Arcades viraram, realmente, elementos de decoração.

  38. rocknaveia says:

    Com 1 ficha ja cheguei a fazer mais de 60 vitórias seguidas na kof98 xD

    Aqui no bairro teve uma epoca que a ficha custava R$0,10, só iamos no fliper pra tirar contra, passava o dia jogando contra, por isso era imbativel heuehue adorava ir em fliper la na paulista socar boyzinho xD

    Kid:

    “Por que vocês insistem em alegar que o derrotado no arcade “perdeu dinheiro”? Ambos gastaram a mesma quantia pra jogar, e nenhum dos dois receberá a grana de volta se vencer a partida.”

  39. Renan says:

    rá. KoF é eterno, infiel.

    vida longa ao boteco do seu chico aqui da esquina, KoF 98 a 50 centavos. corra atrás!

  40. R_the_alien says:

    Sempre achei muito caro jogar em arcades, salvo em casos onde o tempo de jogo depende de sua habilidade. Agora existem arcades limitados realmente por tempo, o que sempre foi absurdo… agora hoje em dia realmente não faz muito sentido a existência de nenhum tipo dessas maquinas

  41. chaos says:

    Heh, engraçado pensar nisso. Eu tenho muita saudade do tempo dos arcades.
    Outro dia li o artigo da desciclopédia e quase morri de rir (http://desciclo.pedia.ws/wiki/Pivetinhos_de_Fliperama).

    Enfim, no shopping da minha cidade tem uma máquina de pump it up e outra de rock band (com guitarra e bateria). E é impressionante o número de pessoas a que fica treinando (pelo jeito uma única música) na mais alta dificuldade em casa para poder gastar 2 reais no arcade e colocar seu nome no rank dos mais bem pontuados. Além dos que treinam manobras inúteis como tocar de costas ou pulando e girando com o intuito de impressionar as pessoas ao redor. Dá até pra perceber que esses players ficam esperando essa área de shopping ficar lotada para poder expressar seus ‘dotes videogamísticos’ ao seu suposto ‘público’.

    Se funcionasse pra pegar garotas ao menos, talvez eu nem os criticasse =)

  42. Manolo says:

    “Me corrija se eu estiver errado, mas acredito que os arcades ainda chamam a atenção, devido ao fato de ser um ambiente de socialização, vamos assim dizer.
    Sair com amigos, entre uma balada e outra, e jogar um pouco para se divertir?
    E por que não dizer, conhecer novos amigos, entre uma disputa ou outra no arcade?
    Entendo que atualmente, os videogames poderosos como estão, fazem as vezes de arcade. Mas o bicho homem é e ainda será um animal sociável, e num ambiente descontraído e sociável como os flipers, creio que os arcades ainda terão muitos e muitos anos de serviços prestados.”

    Luis Boça detected ¬¬

  43. Knux says:

    alguns estilos de jogos só existem no arcade… ironicamente você citou um, mas não apontou sua contrapartida no video-game…

    eu quaaase comprei a pistola de time crisis para ps3, mas resolvi me segurar e ver as reviews… ainda bem que não comprei… uma pistola com taxa de erro de 15% é piada de mal gosto. vai jogar esses jogos onde, senão no fliperama?

    até mesmo jogos de luta são melhores no arcade, por causa do controle, por causa dos jogos em si… enfim… ainda acho arcade legal porque o console não tem algumas alternativas… o dia que tiver, eu concordo com você.

    ps. uma loja de antiguidade perto de casa está vendendo 2 pinballs, um mecânico da década de 70 e um eletrônico da década de 80, lindos, ficariam bem legais no canto da sala hehehe. fui lá de alegre perguntar o preço e sai decepcionado: 5 a 6 mil reais cada 🙁

  44. Fivio says:

    Certos jogos eu te dou toda a razão…

    Mas jogar Marvel vs Capcom em qualquer tipo de controle que nao seja a manete do arcade é FAIL total

  45. phpones says:

    É como o rcrd falou. O bom do fliperama é a audiência e os desafiantes desconhecidos.
    Aqui na minha cidade nunca teve flippers chiques desses de holograma ai não, só os básicos Street Fighter, KoF, Tartarugas ninja, Simpsons e pinballs.
    Aliás sempre que eu ia no Bar do Capeta, eu perdia umas fichas no pinball

  46. phpones says:

    Ah, esqueci também. Minha turma de amigos tem de 25 a 28 anos, e sempre que saímos para tomar uma e comer um espetinho, se os caras vêem uma máquina de KoF, eles sempre vão lá e ficam uma meia hora jogando. Sempre mesmo! KoF no flipper é sagrado!

  47. phpones says:

    Na minha época sempre tinha esses nerds como vocês que me faziam perder dinheiro. Pegava aquela fila de 15 negos pra jogar Street Fighter e tomava um Perfect na cara 🙁

  48. Paulo says:

    eu já fui um puta de um fã de arcades, mas logo a vontade de jogar acabou, mas sempre que estou com amigos e dou uma passada no Shopping, é legal sentar em uma moto e ficar encarando uma tela e se inclinando para um lado, com uma das pernas ao chão para não cair de nariz no chão do Shopping e pagar um mico desgraçado na frente de uma loirinha peituda.

  49. eu says:

    kid mongo nao teve infancia (Street Fighter 2 juntava toda a negada do bairro lembram?) e nem tem presente pelo jeito.

    Me diga um jogo do seu gaystation melhor que:

    Mad Dog -- Por acaso os gráficos do seu videogame são realistas igual ao de um DVD?

    Rad Mobile -- Por acaso o chão debaixo de seus pés treme quando você faz uma curva no videogame?

    Karate sei la -- Por acaso o seu videogame tem 2 direcionais com 8 posições cada, que dão um total de 64 golpes diferentes para o personagem sem precisar de combos tipo 18 cima + a + b + j = solta magia?

    r360 -- você vira de cabeça para baixo na sua casa também quando a nave vira? ou planta baneneira enquanto continua com o pau de prazer (joy stick) na mão?

    E aquele simulador de avião que tem os botões no mesmo lugar do original… Você tem um simulador de 747 na sua casa?

    E o da Ferrari, com o cambio igualzinho de 6 marchas com a manopla de aluminio oficial, voce tem esse? Ou tem um de plastico tosco comprado por 1.99 no camelo chines?

    E os Drums games? Com bateria DE VERDADE, com chimbal e tudo, nao 4 porrinhas de borracha que nao tem nada a ver com uma bateria de verdade desses rock bund da vida.

    Va para um fliper decente e depois volte aqui atualizar esse post. De preferencia riscando tudo o que ja digitou e substituindo com um Top 10 Arcadez (as dicas ja estão ai acima)

    Obrigado, voltem sempre.

  50. eu says:

    ah e leia o artigo que o cara mandou ai em cima que explica TUDO que voce nao entendeu dos fliperes

    http://insomnia.ac/commentary/arcade_culture/

  51. dr34dfu1 says:

    Quando duas pessoas se enfrentam num jogo de luta o ganhador não precisa colocar outra ficha, como num jogo de corrida. Vai outro mané lá e coloca outra ficha, então ganhador fica jogando infinitamente até perder.
    Se não houverem competidores o ganhador ainda pode enfrentar a máquina até o final do jogo (e ganhar alguns cartõeszinhos legais).

  52. NaiyanHCL says:

    ah, kid, pena c num curtir tirar versus com o povo nos arcades de porrada.

    Eu jogo num arcade onde tem KoF 2002 por R$ 0,60. Até curto jogar sozinho de vez em quando, mas jogo de luta com a galera é muito mais divertido.

  53. PhiO says:

    Se aqui no Brasil fosse mais barato ou então maior o salário mínimo. Eu continuaria a utilizar essas “máquinas” a diversão na minha opinião continua a mesma.

    Os jogos de computador e de super consoles estão se tornando muito perto do real. Mas a emoção de jogar em um fliper desses é imensa! 😀

    Me deu até vontade de jogar Cruis’n USA o

  54. opivm says:

    Eu gastava muita grana com o Time Crisis… era demais.

  55. Rafael says:

    Concordando com oque muitos aqui disseram: não há console de última geração que substitua a diversão de se jogar um game de porrada contra um aleatório no arcade.

    Aliás, acho que é esse o grande barato. Jogar com e contra estranhos.

  56. Kenshin Br says:

    Sempre jogou pouco em arcades. Eram muitos caros e ofereciam diversos por pouco tempo.

    Bom eram aquelas locadoras que tinha consoles pra jogar: 1 real era 1 hora de SNES.

    Se fosse PS1, SS ou N64, era 1,50 reais.

    Aí era foda.

  57. Luciano says:

    Eu fico imaginando pegar uma parada dessa (o periférico) pra rodar need for speed carbon, jogos de corrida fodoes… deve ser massa…

  58. Zer0 says:

    Muito bom também é o arcade do Silent Scope, que você joga como um franco-atirador.

    O rifle sniper que você usa pra jogar é show de bola! ^^

  59. henriquephil says:

    “Mas vamos ao assunto de hoje.”
    acredito que se encaixaria melhor: “Mas vamos ao assunto desta semana.”

    @post sei lah a unica vez q eu gastei R$1 numa joça dessas foi na praia, quando eu tinha eskecido meu SNES em casa e tava mutcho loko pa jogar o TopGear 2 q eu acabara de comprar *.*
    faz tempo…
    felizmente no outro dia meu tio trouxe meu SNES, foram longos 3 meses com de topgear, mario e donkey kong

  60. Lond says:

    Concordo com o argumento, mas pra mim, Pump foi a única máquina que não saiu decentemente dos arcades pros consoles. Até DDR fez isso. Mas pump ainda precisa de um arcade de verdade.
    De resto, todos os jogos de arcade que me recordo ganharam versões melhores nos consoles e/ou pcs.

  61. Motta says:

    porra, quando eu era moleque eu GOSAVA soh de saber q ia rolar um aniversário numa game station da vida xD

  62. DeKo says:

    OMG! 10 anos sem ve essas merda??!!
    Eu vejo isso todos os dias, tem uns 3 pontos aki na minha cidade abertos de segunda a sabado que tem esses jogos de corrida de moto e carro, tem pinball, air hockey, esses de tiros, e otros de luta, dança e etc… ficam cheio o dia todo e com fila… Custa de 50 centavos até 1 real cada FICHA!(sim! em 2008 usando fichas telefônicas em maquinas que ja tão, literalmente, a 10 anos no mesmo lugar! Pelomenos de Porto Alegre pra cima ja tem cartão magnético nesses lugares…)
    Não vo num desses a 5 anos… E NEM PRETENDO!

  63. ruskiii says:

    pára Quide, arcade eh mto loko, eh sem graça soh se for aí em shoppings do Canadá. Aqui nego faz FILA pra tentar tirar outro do the king of fighters 98 campenatos sao feitos inclusive…
    sem contar que tem um em cada esquina custando miseros 25 centavos. Kof, Metal Slug, Cadilac…

    arcade = diversao extrema (ou ateh acabarem suas moedas e notas de 1 real)

  64. DeKo says:

    Eeeeeei…… Eu uso uma CCE 14 polegadas no meu quarto! algum problema?! (af maldito iPod que insist em troca as palavras… --“)

  65. Alone_ says:

    Na verdade, a resposta é bem simples; Competitividade com valorização.

    Sim, eu penso que arcades só existem pelo simples fato de que se você gastou dinheiro com uma ficha pra jogar Street Fighter, você VAI querer guardar essa ficha. Mas o único jeito de guardar ela é GANHANDO. Te estimula a competir, te leva a buscar melhores resultados, e papapa.

    E o melhor, às vezes te leva a amigos. Agora, pra jogar jogo de corrida, é simples ué;

    Nem todo mundo pode se dispôr de 300 reais pra comprar um volante, sabendo que não jogará com frequência. Portanto, sai mais barato jogar por 50 cents ~ 1 real 4-10 minutos de um jogo de corrida por semana do que comprar o volante. Você nunca sabe quando enjoará.

    E isso leva a outro ponto positivo do Arcade; GERALMENTE não gera arrependimentos. Porra, tu vai se arrepender mais de ter comprado um kit de instrumentos de quase 1000 reais e enjoado de jogar ou de gastar 50 cents por semana pra jogar street fighter a vida toda?

  66. Turcão says:

    Cara, já joguei tanto Daytona USA que devo ter gasto facilmente mais de 200 reais em fichas só nesse jogo. Tinha um outro legal da sega chamado Scud race (algo assim).

  67. Max171 says:

    Na live ou na psNetwork você pode olhar para o seu inimigo derrotado com um olhar de maioral, balançar a cabeça negativamente e olhar pro próximo oponente na fila que se formou no outro controle? e então apontar para o número de vitórias no canto da tela e estralar o pescoço?(isso é foda!)

  68. Rafael R says:

    Rapaz, vou te mostrar qualquer dia a evolução do arcade, uma máquina que tem num buteco perto de casa com mais de 500 jogos clássicos, street fighter, mortal kombat e alguns até mais antigos, tipo after burner do master system.

  69. dr34dfu1 says:

    Um bom volantem, como os de arcade, custa a partir de 600 reais.

  70. Dan says:

    Eai Izzy ..cara, espero que vc não leve a mal, mas teu blog ta ficando meio caído ..desleixado ..os posts estão ficando chatos :/

  71. Equilibrium says:

    Eu ainda coloco uma Street Fighter II -- Champion Edition arcade aqui em casa…

  72. Darox says:

    joguei muito moonwalker , final fight, cadillac dino e capt. commando.Tenho um projeto em andamento de fazer o gabinete do arcade com 3 manches ou manetes com 8 botões cada, ou seja um flipper para 3 jogadores, mas nas entranhas do gabinete tera um pc com M.A.M.E. e todas as roms que eu gosto, pelo simples fato da nostalgia da jogatina.

  73. Darox says:

    ah eu era muito mais Rad Mobile do que Daytona,esse que eu disse era aquele que ficava o bonequinho do sonic balançando no retrovisor

  74. Natham says:

    Po Kid, justo vc que fez posts sobre saudosismo. Tá certo que depois de vários outros consoles que vc tem e já jogou, um arcade acaba se tornando uma velharia se utilidade. Eu tb não jogo faz tempo por falta de tempo e tal. Mas sinto mta saudade do tempo que eu e a galera ficava a tarde toda no shopping jogando no fliperama (huahuahuauh). Po acho que vou instalar um emulador aqui 😛

  75. Nick says:

    Esse seu post me deixou nostálgico. Deixa eu jogar um Missile Command Classic ou um Frogger no iPhone para passar! 😛

  76. Keidek says:

    Caramba, nostalgia anda em alta aqui no HBD, qualquer dia desses vai ter gente chorando lendo isso.

  77. Bernardo Coimbra says:

    Ofensiva? Eu diria nostálgica.

  78. Fivio says:

    Aliás

    HBDtv e HbdCast foram pro caralho pelo visto

  79. Edmmed says:

    Engraçado, mas penso exatamente dessa forma!! Antigamente tinha-se algo diferente no arcade, hj em dia não mais! E como isso custa caro, não vale a pena renovar o arsenal, nem se desfazer das máquinas que já se pagaram há 10 anos atrá. No Shopping daqui (Campo Grande-MS) depois de uns 15 anos, fizeram uma reforma no playland e por incrível que pareça, apareceram somente com um GH3 adaptado de ps2 bem meia boca e um arcade com cockpit de 3 telas de Ferrari F-355, porra joguei isso no dreamcast há uns 8 anos atrás, vsf!! O resto, continua com Simpsons, TMNT e mais alguns clássicos para se jogar a 2,50 o crédito, pfff!! 🙁

  80. Urmom says:

    Com esse post só posso concluir que o Kid é um FRACASSADO em jogos de arcade.

    Simplesmente não existe nada online que se compare a vencer cara-a-cara seu desconhecido adversário. E isso dura até os dias de hoje.

    No bar na frente da facul tem 3 máquinas, KoF, Street Fighter e MK, e aquilo tá sempre CHEIO, a fila é sempre enorme. Sempre que posso dou um pulo lá e a diversão é garantida. Muito mais divertido que jogar sozinho em casa num telão de 90 polegadas.

  81. Braulhio says:

    To jogando Sunset Riders no emulador de supernintendo ao invés de jogar fifa 2009. Devo tá ficando doido, mas to achando muito mais divertido jogar essas coisinhas que eu não conseguia zerar na minha adolescência.
    ahaiuhaiuhaiuha

  82. Lans says:

    Os “fliper”, hoje em dia, são peças decorativas, seja aqui ou aí.

    Até porque se algum doente ficar com o cu coçando em jogar Cruisin USA -- depois de cortar o próprio pau e tomar um banho de soda cáustica -, pode baixar da net um emulador zilhares de vezes mais interessante a 0800.

    Por que tu não faz um texto contando algumas aventuras em “flipers” na Banânia, -- claro! -- onde você se fode no fim?

  83. eu says:

    viu que a tektoy enventou um videogame novo e vai vender em todos os paises?

    http://portalexame.abril.com.br/agencias/reuters/reuters-tecnologia/detail/tectoy-lanca-console-videogame-zeebo-foco-emergentes-177908.shtml

    quantos videogames o seu país mongo ai enventou? huhauahuahauha

  84. Leitor Voyeur says:

    Nem li só queria dizer pro Kid comentar o novo console que vai ser lançado pela tectoy, o Zeebo. Só se fala nisso nos fórums de games haha

  85. Keidek says:

    HBDtv e HbdCast foram pro caralho pelo visto[2]

  86. Paulo says:

    o Izzy é um cara ocupado, tão ocupado que toma banho de roupa com a Becca gritando “What the Hell it’s Going On?!”

  87. opivm says:

    “quantos videogames o seu país mongo ai enventou? huhauahuahauha”

    Pode ter sido ofensivo, mas foi engraçado… hehehe…

    Aliás, pelo visto acabou o HBDtv, né? É uma pena, tava engrenando…

  88. dr34dfu1 says:

    Não sei se entendi bem o que falaram, mas o canada é o berço da ati.

  89. Maximus says:

    Não terminou não. esses dias ele tava gravando o HBDtv 8 o/

  90. Lars says:

    Disso tudo aí o que eu lembro é que minha mãe sempre falava que fliperama era coisa de marginal e que se eu entrasse em bar pra jogar eu iria apanhar. Quando voltava da escola e as más companhias me seduziam a entrar no universo sombrio do buteco mais popular do centro, eu entrava com aquele medo de que estava infringindo 20 leis e um dia seria preso por isso, entrava com adrenalina em alta, com a sensação de que a qualquer hora eu poderia ser raptado por um mendigo, ou pagar cigarro pra algum marginal em troca da minha vida, mas ainda assim enfrentava o submundo para ver algum engraxate com o nariz escorrendo chegar até o bison e perder a ficha.
    Me lembro de uma vez chegar em casa, em um dia que eu não entrei no buteco e minha mãe me dizer, que alguém tocou o “interfone” e disse que eu estava pagando ficha para todo mundo no buteco do centro da cidade, mas o pequeno infeliz perdeu toda sua credibilidade ao provavelmente sai correndo quando minha mãe pediu para ele esperar que ela iria até o portão conversar com ele, até hoje eu não sei quem foi, apenas tenho idéia quem tentou fazer com que eu levasse uma coça por coisa que eu nunca faria.
    Pagar ficha pra todo mundo ? Com 14 anos de idade ? Dinheiro pra mim era mais do que sagrado, eu não pagava nada pra ninguém, só pra mim claro.

  91. Lars says:

    Observações:
    1 -- Coça ou cossa ?
    2 -- Ignorem vírgulas e pontuações
    3 e o mais importante -- Dinheiro continua sendo mais do que sagrado pra mim e continuo evitando gastá-lo com outras pessoas sem que isso me traga algum benefício.

  92. Esses jogos de corrida não…mas pinball eu jogo até hoje! ^^

  93. Cossadinha says:

    “”Manolo:

    “Me corrija se eu estiver errado, mas acredito que os arcades ainda chamam a atenção, devido ao fato de ser um ambiente de socialização, vamos assim dizer.
    Sair com amigos, entre uma balada e outra, e jogar um pouco para se divertir?
    E por que não dizer, conhecer novos amigos, entre uma disputa ou outra no arcade?
    Entendo que atualmente, os videogames poderosos como estão, fazem as vezes de arcade. Mas o bicho homem é e ainda será um animal sociável, e num ambiente descontraído e sociável como os flipers, creio que os arcades ainda terão muitos e muitos anos de serviços prestados.”

    Luis Boça detected ¬¬””

    Excelente!!! Imaginei igualzinho

  94. jaimmerma says:

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    Thank you for your website 😉 xoxoxo

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  96. Leonan Claro says:

    Ah, por mais que existam muitos arcades obsoletos por aí, eu acho que existe ainda alguma razão pra poder se jogar num desses. Muitos falaram da questão do exibicionismo, da interação com as outras pessoas, as competições, sei lá… gosto de arcades porque ele te dá uma experiência de jogo diferente, mesmo com todo o aparato moderno que existe hoje em dia. Só pra efeito de comparação: Em casa, tenho um bom computador onde consigo rodar jogos com bons gráficos sem problemas. Costumo jogar GTR 2 nele, que é um puta jogo de simulação de corridas de carros de turismo, chega a ser chato de tão real que é. E eu jogo com uum kit de volante, acelerador, essas paradas aí. Não é o melhor do mundo, mas é bem legal. Mas quem disse que eu abandonei o velho Crusin’ World que tem aqui na minha cidade? Nunca que eu abandono. Com alguém ou sozinho mesmo, sempre que dá eu vou lá pra dar uma jogadinha. É bom, é diferente… e claro, tem a nostalgia também. Jogo desde criança. E não jogava mal não, me lembro de uma vez que numa dessas quando eu era criança ainda, eu estava jogando o modo de campeonato (ou sei lá como se chama isso, hehe), eu estava a várias corridas usando a mesma ficha, chegou um desafiante, bem mais velho do que eu. Eu ganhei dele e ainda continuei por algumas corridas, e quando minha mãe me chamou pra ir embora, tive que abandonar o jogo. Mas saí dali me sentindo “o cara”, sabe? É legal, uma sensação gostosa. E hoje eu resgato toda essa memória, do meu tempo de Megadrive, dos PCs 386 / 486 rodando a algumas dezenas de MHz… e por mais que tenha PS3, X Box 360, Wii, eu não largo os games “velhinhos”, e isso se aplica ao arcades também. São experiências diferentes. Me divirto com os jogos modernos e com os antigos. É questão de ponderação. Não dá pra fazer comparações entre eles, porque cada um te dá uma experiência diferente de jogo. Agora, quanto a essa nova geração (crianças, pré-adolescentes, adolescentes), eu não sei. Torço para que os arcades não sejam abandonados. Acho que isso tudo seja uma questão cultural, sabe? Eu, quando tiver meus filhos, vou ensinar tudo isso pra eles. O prazer dos jogos, onde quer que eles sejam jogados, seja num arcade, num videogame oldschool ou num console ultramoderno. Tomara que eles também gostem e passem isso adiante.

  97. Vítor says:

    eu acho que tem 2 propósitos:

    Enfeitar o shopping e ensinar um pouco a história dos games pras crianças mais novas.

  98. jeanmorry says:

    onde enocntro um site com uma lista dos jogos arcades dos anos 90 perdi a memoria to lembrado pouco jogos mais tinha varios bons me ajuda ai pessoal um abraço a todos

  99. Expedito Paz says:

    Eu moro num bairro de subúrbio, então ainda tem muita lojinha com umas máquinas, especialmente de luta, perto aqui de casa. É sempre bacana quando junta uma galera pra jogar KoF ou Street Fighter. E nos shoppings daqui (Recife) ainda tem muito Cruisin’, Daytona USA e similares nos Gamestations da vida. Enquanto as crianças brincam nas coisas pra elas, a gente mata saudade dos arcades clássicos:)

  100. SonGohan says:

    Eu ainda jogo Cruisin USA no cinema, e Dance Dance Evolution clássico =D