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Coisas de infância

Postado em 9 March 2008 Escrito por Izzy Nobre 64 Comentários

Não sei se é por causa da recente chegada da adultice ou por saber que os textos com os quais vocês mais se identificam são os em que eu choramingo por causa da infância que ficou pra trás, mas eu ando muito nostalgico ultimamente. Volta e meia me surpreendo discutindo com meu irmao ou com amigos MSNísticos sobre os “bons tempos” que deixamos pra trás.

Tempos em que nao precisavamos pagar contas, ou impostos, ou aluguel, nem pílulas anticoncepcionais, nem tínhamos que ocupar nossa mente com a aflição de decidir uma carreira ou de se preparar pra comprar o primeiro carro ou de se preocupar patologicamente em se tornar bastante bem sucedido pra que bata aquela característico arrependimento sua ex-namorada cada vez que ela se atrever a visitar seu perfil no orkut.

Como sinto saudade daqueles tempo quando nossas únicas preocupações eram achar uma revista com cheat codes pra Duke Nukem 3D e chegar em casa a tempo de assistir o finzinho de Carrossel (pra quem estudava de tarde, como eu)! Minha mãe não mentiu pra mim – a infância realmente acaba quando menos se espera. Quando eu era mais novo minha mãe vivia me alertando a respeito de aproveitar bastante a infância. Assim como pilhas AAA, meias sociais e o telefone daquela garota da faculdade que você CERTEZA ABSOLUTA que chuparia sua piroca caso você pagasse um jantar, a sua infância desaparece quando você mais precisa dela. Eu não prestei muita atenção no que minha mãe dizia porque eu estava ocupado aproveitando a minha infância, mas a mensagem tem seu valor de qualquer forma.

Você aí, leitor de dezesseis anos de idade, sem dinheiro, possivelmente virgem, e absolutamente desesperado com a certeza de que não passará no vestibular numa faculdade federal e que apanhará em casa quando chegar no dia seguinte tentando convencer os pais que cursar uma faculdade particular é uma idéia melhor – estou falando contigo.

Olhe em sua volta. Essa casa confortável em que você mora? O dia chegará em que esse conforto te custará esforço e dinheiro, e o estado de conservação e organização dela ficará por sua conta. Sua comidinha sempre posta na mesa no momento que o relógio da sala bate o meio dia? Bem, espero que você goste de nissen miojo, porque é isso que você comerá por alguns meses quando sair de casa pra tocar a vida por conta própria. Essa internet que você se acostumou a usar com uma frequência diária que a “minha geração” (discadona 56kbps na veia) só podia sonhar a respeito? Ela não é grátis. Aliás, ela é substanciosamente cara. Aproveite enquanto dá, porque esse free ride vai acabar um dia. Confie em mim.

Ai meu deus do céu, eu tenho muita saudade de ser criança, puta que pariu.

Mas isso não significa que as lembranças dos tempos dourados estão eternamente relegadas ao pretérito perfeito. Pelo contrário – é justamente essa choradeira papo-de-velho que faz as experiências infantis parecerem muito mais gloriosas do que realmente eram. E por causa disso irei neste texto relembrar relíquias do passado que alguns de nós compartilhamos, e alguns de vocês jamais terão o excelentíssimo prazer de não apenas ganhar de Natal, mas de trazê-lo pra escola sob risco de confiscamento por professores fascistas pra provocar admiração e inveja nos amiguinhos escolares. Acompanhem-me por mais essa viagem pela minha incrivelmente desinteressante infância!

Pense Bem

A Promessa

Educar crianças na emergente “rodovia digital” que aparecia no horizonte e acostuma-las a lidar com esses tais de computadores.

A Realidade

Era essencialmente uma calculadora com botões coloridos, num formato que vagamente lembra um computador.

Mais que um brinquedo, quase um computador!” Quem não lembra desse safadíssimo slogan? Eu certamente lembro, porque foi ele que me levou a atormentar meus pais diariamente por três ou quatro meses até que eles decidissem que a única forma de me silenciar seria comprar essa merda pra mim no próximo Natal.

O que era o Pense Bem? Apesar da propaganda evidentemente enganosa, o Pense Bem era exatamente o que alegava não ser (um brinquedo), e estava muitíssimo longe de ser o que alegava ser (um computador). O Pense Bem era um computador na mesma proporção que um relógio de pulso é um computador. Talvez “Pense Bem, O COMPUTADOR DE BRINQUEDO” fosse uma chamada mais comercialmente honesta, mas perdia totalmente o apelo semi-tecnológico tão característico dos anos 90. Em outras palavras, a única coisa que o Pense Bem tinha em semelhança com um computador é que ambos são escritos com auxílio da letra M.

O Pense Bem era um brinquedo eletrônico fabricado pela Tec Toy no começo dos anos 90. Além de primitivas funções musicais que me permitiam reproduzir 20% da música tema de Jurassic Park para o fictício deleite de meus pais, o “computador” tinha algumas atividades matemáticas (o aparelho jogava uma adição/soma/divisão/subtração com um dos fatores como incógnita, e você tinha que descobrir a resposta. O outro joguinho era essencialmente um “descubra a média aritmética entre estes dois números!”), um joguinho de memória no estilo Simon Says, e alguns outros badulaques que se perderam na minha memória. Um das brincadeiras mais interessantes do troço eram os livros de atividades. Livrarias e lojas de brinquedos na época vendiam livros com perguntas sobre os mais variados assuntos, e você usava o Pense Bem pra selecionar as respostas entre as múltiplas escolhas. Eu tinha vários livros com personagens da Disney, livros sobre Astronomia, Biologia, e um bizarríssimo “Livro Pense Bem Plebiscito”, talvez produzido na esperança de educar a molecada sobre aquele plebiscito de 1993. Ganha três reais quem adivinhar qual era o meu livro menos favorito, que eu eventualmente acabei trocando na escola por algum boneco qualquer dos Comandos em Ação. Apesar de obviamente não atingir as expectativas criadas pelas propagandas enganosas, a posse do meu Pense Bem me proporcionou popularidade jamais antes vista na escola – até o momento que meus amiguinhos perceberam que a parada era simplesmente uma calculadora com botões coloridos e LCD vermelho, e deixaram de dar atenção ao meu brinquedo. Isso é o que devem chamar de “quinze minutos de fama”, apesar de que no meu caso ficaram faltando os outros catorze.

Que fim levou

Eu me lembro como se fosse ontem – eu havia passado o dia inteiro provocando meu irmão de maneiras juvenis e bastante engraçadas pra todo mundo exceto pra ele. O moleque se emputeceu de vez, catou o primeiro objeto que viu pela frente (um sapato) e arremessou-o e minhas direção com motivação homicida. Meus refletos apurados me permitiram desviar do projétil de uma forma que seria plagiada anos mais tarde no longa-metragem Matrix. Escapei do atentado, mas o objeto inanimado que estava bem atrás de mim não teve tanta sorte. O sapato acertou meu Pense Bem em cheio, destruindo a tela do aparelho. Chorei por três dias consecutivos e ainda não perdoeei meu irmão totalmente.

Xilitos

A Promessa

“É a mesma coisa que XÍTOS, meu filho. Só que é mais barato!” dizia minha querida vovó.

A Realidade

Ela estava certa. Chilitos tinha o mesmo sabor que Cheetos. Isso é, num mundo alternativo em que Cheetos era fabricado inteiramente com isopor e cola escolar.

Vocês devem aí estar coçando a cabeça. “Que demônios é Chilitos?”, você está perguntando a si mesmo retoricamente. Bem, meu amigo, eu compreendo sua ignorância. Duvido muito que alguém que tenha vivido fora do glorioso estado do Ceará durante toda sua vida tenha a menor chance de entrar em contato com CHILITOS. E você não sabe o que estava perdendo.

Chilitos era um salgadinho comumente vendido nas mercearias nos arredores do Montese, bairro fortalezense em que minha avó mora. Pra você ter uma idéia da natureza underground da parada, Chilitos era vendido em sacos plásticos transparentes selados com nada mais nada menos que ligas elásticas do tipo que alguém usa pra projetar um pedaço de papel contra a orelha de um amiguinho. Não havia nenhum tipo de informação na embalagem – não tinha nome, nem logotipo da empresa fabricante, peso, valor nutricional (AHAHAHAH até parece), absolutamente nada. Aliás, a própria alcunha do produto era essencialmente folclore regional, passado de boca a boca, já que não havia na embalagem nada que sequer sugerisse que a pessoa que o produziu se preocupou em dar um nome à criação. Tudo sugere que o tal do salgadinho era fabricado caseiramente em algum muquifo do bairro, utilizando todos os métodos clandestinos possíveis. E se o sabor da parada oferece alguma pista, é que os Chilitos eram fabricados por complexos processos alquimísticos que transformavam isopor, papelão e corante amarelo em um item alimentício que poucas pessoas nesse planeta tiveram a honra de experimentar.

Ainda não está convencido da undergroundzice da parada? Mencionei que o salgadinho custava DEZ CENTAVOS? Bom, agora mencionei. Ir à casa da minha vó e não comer Xilitos como lanche vespertino era como ir a Paris e não tirar uma foto na frente da Torre Eiffel usando uma camisa da seleção e em seguida uploadear no orkut com uma legenda que lê “EU EM PARIS, SOH PRA KEM PODE”.

Que fim levou

Assim como todos as outras porcarias alimentícias que eu ingeria impunemente quando moleque, os Chilitos que eu consumia avidamente enquanto assistia Chaves sentado na sala da casa da vovó se manifestaram na forma de um dos mais poderosos casos de caganeira em toda a história humana registrada. Se bem que, por dez centavos, até que valia a pena.

Sem contar no valor agregado da possibilidade de não dar descarga e surpreender o próximo visitante do banheiro com fezes amarelas.

Ferrorama

A promessa

Realize seu grande sonho – seja um engenheiro ferroviário! Baterias não incluídas.

A realidade

Nesse caso não houve decepção alguma – o Ferrorama era exatamente o que se propunha a ser, supondo que a palavra “propunha” exista na língua portuguesa, porque eu sinceramente não lembro dessa palavra e estou com uma ligeira sensação de que acabei de inventa-la.

O Ferrorama foi apenas um em uma longa série de brinquedos que meu pai queria muito obter, mas disfarçava como presente pra mim e pro meu irmão na esperança de não ouvir reclamações da minha mãe. Meu pai, que nunca vai deixar de ser uma criança no que diz respeito a brinquedos, nem mesmo esperava um evento de costumeira troca de presentes pra aparecer com algum pacote debaixo do braço. Nem meu aniversário era – eu chego em casa e lá estava ele sentado na sala, montando os trilhos do brinquedo e com um sorrisão na cara. “Pra você ó Israel”, disse ele enquanto mal tirava os olhos da parada, todo animado com o prospecto de sua ferroviária em miniatura. Quando ele finalmente cansava de brincar com a parada e ia fazer algo mais proveitoso, eu e meu irmão tomavam o lugar dele.

Livros viravam suporte pra pontes. Travesseiros viravam túneis. As grossas colunas de madeira que sustentavam a mesa de jantar da sala viraram enigmáticos cânions, perigosamente estreitos, do alto dos quais um solitário tusken raider caça droids pra revender pro mercado negro dos jawas. Não havia limites pra imaginação – lembro que um dia joguei um ônibus de brinquedo no meio dos trilhos e impiedosamente atropelei-o com a locomotiva, a fim de emular cena de O Fugitivo, que estava em cartaz na época e cuja cena de destruição ferroviária featuring Harrison Ford e um gordo aleatório atiçaram minha imaginação infantil.

Vou deixar uma coisa clara aqui – “brincar com Ferrorama” é uma expressão que não faz muito sentido. Você montava o trilho, ligava o trem, e pronto. Acabava aí a sua interação com o brinquedo. Você sentava e assistia o trenzinho atravessar o percurso dele por horas até as pilhas acabarem ou sua mãe descobrir que você não apenas não arrumou o quarto como era condição de brincar com o Ferrorama, mas ainda roubou pilhas de outros eletrodomésticos pra liga-lo. 

Apesar disso, a parada era inexplicavelmente viciante e divertida.

Que fim levou

Quem teve Ferrorama lembra que aquelas pecinhas nas extremidades de cada trilho que permitiam a conexão entre os mesmos quebravam com muita facilidade. Some isso ao fato de que graças às nossas inúmeras mudanças, a caixa do brinquedo foi perdida e tivemos que guardar os trilhos dentro de um imenso saco plástico que era frequentemente derrubado no chão ou pisoteado em momentos de desatenção. O resultado dessa infeliz mistura é que nossos trilhos não se conectavam mais com muita firmeza, impossibilitando que eu revisitasse outras cenas cinematográficas clássicas de desastres de trens.

Walkie talkies

A promessa

A mágica da telecomunicação a seu alcance! Agora você pode coordenar à distância suas estratégias de apertar campainhas dos vizinhos e sair correndo!

A realidade

Morei por três anos no Paraná, e como cumprimento de lei estadual meus pais iam anualmente ao Paraguai comprar nossos presentes de Natal. Em dezembro de 1993 havia uma única caixa embaixo da nossa árvore, e meus pais me avisaram que o presente “era pra nós dois”. Eu e meu irmão nos entreolhamos desconfiadamente. Essa estratégia de “o presente é pros dois” é um dos truques mais velhos do livro de truques de pais mãos-de-vaca. Dessa vez ao menos o presente podia ser razoavelmente dividido pros dois, já que se tratava de um par de walkie talkies.

Como manda o roteiro de brinquedos chineses vendidos no Paraguai, nossos comunicadores portáteis pessoais eram de baixíssima qualidade. O auto-falante tornava nossas vozes praticamente irreconhecíveis, e a péssima recepção só viabilizava a brincadeira se estivéssemos praticamente um ao lado do outro. Ou seja, era essencialmente o mesmo que usar duas latas e um pedaço de linha de costura, porém pior.

Mas isso não nos impediu de imitar as melhores cenas de nossos filmes infantis favoritos, em que os protagonistas juvenis utilizam walkie talkies pra desenrolar algum plano elaborado contra adultos ou coisas parecidas. Infelizmente a única coisa que sabíamos fazer na época em matéria de traquinagem em grupo era tocar campainhas e sair correndo. Adicionamos os inteiramente dispensáveis walkie talkies na brincadeira e tudo parecia mais legítimo e profissional.

Pior que eu não sabia nem utilizar a parada direito, a despeito da simplicidade do brinquedo. Como em todo walkie talkie, os nossos tinham botões pra se comunicar em código morse, o que é mais ou menos uma admissão do fabricante de que ninguém poderia usar o brinquedo de forma satisfatória usando a própria voz. Acontece que eu não tinha a menor idéia do que era código morse e achava que a função servia pra irritar o seu interlocutor, já que ele cortava a fala dele no meio. Só descobri o que era o código anos depois, após ler o Manual do Escoteiro Mirim de um primo. Mas aí já era tarde demais, porque…

E que fim levaram

…no ano seguinte, um vizinho de sexualidade questionável cuja mãe provavelmente se envolvia na atividade de baixo meretrício me fez o favor de destruir meu walkie talkie. Sem motivo aparenet, o viado girou o botão de volume até a última casa e além. Quando ouvi o característico “plec” que indica plástico quebrando e notei que o botão girava livremente na mão do moleque, sem a familiar resistência provocada por travas mecânicas dentro do aparelho. Só o libertei de uma firme chave de braço mediante à promessa de que ele explicaria a situação pra mãe dele e me presentearia com um novo walkie talkie, se possível dentro de 24 horas.

O moleque nunca mais falou comigo, e por muita infelicidade se mudou do bairro pouco tempo após esse incidente. Se seu nome é Marcelo e você morava na Rua Marília no bairro Jardim Veraliz e estudou no Colégio Adventista em Londrina, VOCÊ ME DEVE UM WALKIE TALKIE SEU VIADO. Dois aliás, porque a destruição de um tornou o outro inútil.

Isso porque eu tou sendo gente boa. Se eu fosse ajustar a inflação e os juros de todos esses anos, essencialmente você me deveria uma Ferrari.

Armatron

A promessa

Um braço robótico mais ou menos portátil operado manualmente por você mesmo. Essencialmente, o Santo Graal dos brinquedos nerd dos anos 80.

A realidade

O Armatron é essencialmente o motivo pelo qual eu sempre perdoarei meus pais por suas inúmeras falhas como progenitores. Tenho certeza absoluta que meu pai comprou o brinquedo pra si mesmo, mas já que isso resultou no privilégio de ser um dos poucos moleque sque sequer chegaram a ter contato com a parada, considerarei como se tivesse sido um presente pra mim mesmo assim.

Produzido pela americana (e extinta) Radio Shack, o Armatron era na verdade um jogo. Tá vendo aquela caixinha plástica ali, com as bolas azuis e tal? Então. O objetivo da parada era abrir a caixa, remover os itens de dentro dela, posiciona-los numa outra base plástica, e fechar a caixa. Tudo cronometrado pelo timer mecânico do braço robótico. Tá vendo aqueles quadradinhos alaranjados na frente dos controles analógicos que moviam o bicho? Então, usando um disquinho plástico você setava um número qualquer de quadradinhos, que funcionavam como um contador. A cada minuto um quadradinho ia embora, e quando o último quadradinho se passasse, o Armatron se desligava. Assim, você decidia o nível de dificuldade da brincadeira. O que era muito legal pra impressionar os amiguinhos que se matavam pra completar a tarefa no tempo máximo permitido, enquanto você os empurrava pro lado e completava tudo em menos de um minuto. Um precursor do que, anos mais tarde, veio a se tornar minha forma favorita de jogar Pump it Up/Guitar Hero/Rock Band – se exibindo pros amigos com menos coordenação motora.

Como regra obrigatória que rege brinquedos, gambiarras e badulaques em geral, as pequenas pecinhas adicionais que compunham o aspecto de jogo foram perdidas em pouco tempo. Não que isso fosse um grande problema, porque o simples ato de controlar o Armatron era divertidíssimo. Se você não teve a oportunidade de receber um Armatron de presente durante sua infância, isso significa que seus pais não te amam e/ou que você foi o resultado de uma gravidez acidental.

Essas foram algumas das coisas que marcaram meus anos juvenis. O que te causa mais saudade a respeito da sua infância perdida? Os comentários tão aí pra isso.

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comments

Categorias: Minha infância

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

64 Comentários \o/

  1. Kenshin Br says:

    Desses brinquedos aí eu só tive o ferrorama (e o do mais mais simples). Nem tinha muita graça.

    Meu brinquedos na epoca da infanciam foram: bonecos (Comandos em Ação, Cavaleiros do Zodiaco e Power Rangers), Kinder Ovos, LEGO e Playmobil. Mas o principal de todos era o Mega Drive. ;D

  2. Marcus Rocha says:

    Esse seu post é a segunda coisa relacionada a infância que tive contato recentemente. Depois disso, chego a conclusão que minha infância foi vã. A despeito do fato que minhas lembranças são restringidas por desenhos, filmes e seriados da época. Pouco sobre brinquedos, brincadeiras ou atividades construtivas.

    Mas creio que, apesar de ter nascido em uma família com boa condição financeira, meu melhor “brinquedo” foi meu cérebro e peças de Lego. Fiz MUITA coisa com Lego. Do tipo de inventar histórias, personagens, passando horas naquilo.

    De certa forma, isso me acompanha até hoje. Eu devia usar melhor essa criatividade toda que cultivei desde criança.

  3. Felippe says:

    Eu lembro do robô 2-XL da Playtronic, nele você colocava uma fita K7, assim ele fazia diversas perguntas e você tinha que responder “A B C D”, digamos que seria a evolução do “pense bem”.

    Além disso, nos meus brinquedos nerds, teve o tal do Pico, da SEGA, que prometia ser como um computador… até que era bem legal, mas só cheguei a ter 2 cartuchos. Por falar nisso, alguém teve o “Mario Paint” ou eu fui o único a perder horas com aquilo?

    Bom a lista é grande, melhor parar por aqui…

    @Kid: Ta com o português em dia =P
    Propunha, Pretérito Imperfeito do Indicativo.

  4. GuiFig says:

    Radio Shack acabou?!

  5. lenoir says:

    eu tive um pense bem e achava foda.
    acho tmb q ele consegue ser melhor que meu pc atual.
    o problema do pense bem é que ele usava umas 200 pilhas grandes pra acender aquele lcd que parecia um rádio relógio.

  6. Doug says:

    “propunha” existe sim.

  7. Victor says:

    Kid, você acabou de me lembrar que eu tive um Pense Bem !
    Ele tava meio acabado porque eu ainda babava em cima dele, mas nada que fizesse ele não ficar divertido..
    Bom post 🙂

  8. Luiz Felipe says:

    Porra, tenho 17 anos e me enquadro no que você falou no começo (menos de ser virgem ¬¬’).
    E o mais engraçado é que memso vivendo nos anos 90 e tive a oportunidade de ter quase todos esses brinquedos que você citou (menos o ultimo) e esse post me deixou numa incrivel sensação de nostalgia.

  9. Luiz Felipe says:

    Eu tive uma infancia tipica de criança de classe media.
    Mas realmente as melhores coisas eram as brincadeiras “comuns”, futebol com meia e etc…

  10. Felippe says:

    @Yoshio
    puts, realizou meu sonho de infância (e de hj em dia tb), acho que todo nerd sonha em poder comprar todas a “bugigangas” do japão que nós nunca vamos ver por aqui, ou vamos ver depois de uma década =(

    sobre classe média, eu mesmo tendo esses brinquedos “nerdísticos”, sempre brinquei de bola-de-gude, polícia e ladrão, pique-cola, pique-esconde, adedanha, aeromodelismo de papel e por ai vai…

  11. clow says:

    eu tinha o pense bem, os walkie talkies também
    mas eu tinha uma versão de carros de corrida do ferrorama.

    agora..
    como diabos vc nao mencionou lego?!
    eu fazia milhões de histórias diferentes com meu primo, brincando de lego
    de a mascara do zorro até a admnistração genérica de um shopping center. ou qualquer coisa que te desse a leve sensação de que vc ja entendia algo sobre vida de gente grande, a qual iria se odiar logo após de conhecer
    aah, a nostalgia

  12. K-Max says:

    Este comment primeirão é via bot-camper do K-Max

  13. Yoshio says:

    Isso são brinquedos de classe média. A molecada mesmo (que nem eu na minha época de pivete) usava uma bola qualquer e 1 par de havaianas pra fazer as traves do gol na rua. No máximo os caras compravam um pirulito que vinham com hélices pra colocar no palito (pirocóptero ou algo assim).
    Hoje eu virei nerd programador e to morando no Japão. Agora que eu to comprando os meus brinquedos se é que vocês me entendem… Digamos que minha infância começou agora. Claro que tem as responsabilidades, mas isso não me atrapalha muito.

  14. Dablio says:

    “Se você não teve a oportunidade de receber um Armatron de presente durante sua infância, isso significa que seus pais não te amam e/ou que você foi o resultado de uma gravidez acidental.”

    LOL

  15. Cephiro says:

    Haha, sempre comento com crianças/adolescentes que a vida de adulto é uma merda. Eles sempre me mandam tomar naquele lugar, mas bem, eles vão ver como é em alguns anos. XD

    Alguém lembra de Alquimia?
    Minha infância era com video-game (Master System, depois Mega Drive), Comandos em Ação, Lego e Cavaleiros do Zodíaco. Nerd desde pequeno. =/

  16. Lee says:

    Não tive nenhum desses brinquedos e nem tive a sorte de provar um “impossível comer um só e não precisar de um banheiro” Chilitos.
    Por aqui rola o Micão, que consiste em salgadinhos de isopor com sazon. Mas estes são fabricados no Goiás. xD

    Até que tive muitos brinquedos na infância, a maioria eram bonecos de Dinossauros[sou fissurado até hoje, seria paleontólogo se tivesse grana para estudar em Londres]. Eu também tinha um Mega Drive, o único da rua já que TODOS os outros tinham Super Nintendos e assim eu nem tinha com quem trocar cartuchos. Outra coisa que marcou minha infância foi o Le Cheval com luzinha no calcanhar que eu NÃO tive, haha. O resto da infância eram cidadelas, competições automobilísticas, reproduções de Indiana Jones, naves de Star Wars e ‘outras aventuras’ montadas de LEGO.

  17. luluzinho says:

    nao sei se eu comemoro um post bom desses ou se fico triste porque agora vao ser no minimo uns 10 com “querido diarinho hoje comprei xxxxx” antes de ter um bom igual esse de novo

  18. Lipe_ says:

    Ontem eu estava lembrando daqueles joguinhos imbecis que a gente jogava quando criança.. tipo aquele de só poder sentar se falar uma certa palavra (que eu não lembro mais) e, se não cunprir essa regra, seria espancado pelos amigos até falar uma outra palavra pré-determinada :p

    existiam várias regrinhas assim qunado éramos crianças.. alguém lembra de mais alguma coisa do tipo?

  19. Lipe_ says:

    cumprir*

    erro de digitação -__-

  20. Lans says:

    Falcon foi o que houve.

    Tive 4:

    -- O de macacão branco;

    -- Um provavelmente falsificado, já que apresentava a mesma cor do cabelo “máquina 2″/barba do de macacão branco, mas tinha o macacão preto (ah, e a mesma arma azul metálica);

    -- O Condor e

    -- O Torax (o mais foda de todos).

    Também tive o jipe do Falcon, que eu puxava pela vila onde morava e que sobreviveu bem mais tempo que os bonecos da coleção.

    O 1º que ganhei, depois de séculos, troquei (ou vendi, não lembro) com um vizinho que também era saudosista suficiente para trocar (ou comprar) um macação encardido com as partes do que um dia foi um Falcon soltas dentro. Hoje, me arrependo de ter negociado o Falcon.

    Não lembro que fim levou os outros.

    ___________

    Li alguns comentários e me senti um idoso de 31 anos 🙁

  21. Pedro Negro says:

    Ó só o Quide! Atualizando o blógue ona deili beisis!!! Impressionante!

    Belo post, Flat Head Canadian! Disso aí tudo, eu só tive um walkie-talkie, mas era um aparelho quase semi-profissa.

    De resto, eu nunca dei valor pro Pense Bem, sonhava com um ferrorama (depois este sonho foi substituído pela Angelina Jolie, mas isso é pra outro comentário) e até hoje eu ADORARIA ter um Armatron!

    Abraço

    Oscar, um Pedro Negro

  22. wilker says:

    @kid, depois dessa lista de brinquedos da sua infância seria legal você colocar um post sobre os JOGOS q marcaram a sua vida.
    o único brinquedo que teve algum valor sentimental pra mim foi um power ranger AMARELO ( isso porque eu não sabia que o amarelo era MULHER. . . )

  23. Fred says:

    Eu tinha um Pense Bem e agradeço todos os dias que ele passou comigo. :O

  24. Kid says:

    @Lipe

    Já escrevi um texto sobre isso:

    http://hbdia.com/wordpress/?s=castanha

  25. Cashew says:

    Lans
    “Li alguns comentários e me senti um idoso de 31 anos :(”

    Esquenta não eu senti a mesma coisa(tenho 27 anos)

    Armatron sempre foi meu sonho de consumo, mas o máximo que cheguei a ter foi aquela “guarra” em bastão da estrela.

    Mas sinceramente a coisa mais inútil que eu tive na minha infância foi um boneco Murphy Boxeador(que era um macaco que era inútil).

  26. Lennon says:

    “se propunha” é uma variação da frase do filho do capeta no episodio de hermes e renato “Padre Quemedo e o Filho do Capeta”

  27. Rafael Lemos says:

    AABHAHAHHAHHA, Chilitos mito.

    Não tinha lido a brincadeira da Castanha, muito foda também.

  28. polly says:

    é…
    eu sou uma nerd de 16 anos virgem(na verdade, isso não é ruim o.o), com os pais enxendo o saco por causa de federal…

  29. Carise says:

    Putz! Meu sonho era ter um Pense Bem! Eu atazanei os meus pais todos os dias até o Natal, mas não deu certo… O máximo da pseudo-tecnologia para crianças que eu tive foi o Meu Primeiro Gradiente, que incluía uma fita com os clássicos Vou de Táxi e Blue Jeans, da Angélica. =/

    Fora o Atari do meu tio, é claro! Ficava horas jogando Enduro ou Arkanóid (não faço a mínima idéia de como se escreve isso, vai assim mesmo, estou com preguiça de pesquisar).

    Logo depois substitui pelo primeiro computador, também do meu tio, um dinossauro de tela preta e letras verdes, onde eu jogava Prince of Persia a tarde toda quando voltava da escola e que fez o meu sucesso na escola (ao menos com os professores) por ser uma das únicas pessoas que tinha acesso a um computador com impressora matricial e não entregava os trabalhos datilografados…

  30. Teoc says:

    Lego > todos os brinquedos juvenis…acho que nem o meu master system III recebeu tantas horas de atenção quanto as minhas infinitas peças de lego..eu ainda acho peças de lego perddas nos cantos do meu quarto até hoje.

    E kid, tem algumas ou várias letras trocadas e afins no post..esquecendo o portugues ?

  31. ulaboy says:

    mermao…. eu so naum tive a PORCARIA DO BRACO mecanico…que era por sinal meu sonho pra compensar tive um MSX (quase-computador sem HD e com 2mb de RAM)
    esse pagou minha infancia nerd inteira

  32. ianwlad says:

    “se propunha” é uma variação da frase do filho do capeta no episodio de hermes e renato “Padre Quemedo e o Filho do Capeta”

    huahuahah pensei nisso tb

    “Mas sinceramente a coisa mais inútil que eu tive na minha infância foi um boneco Murphy Boxeador(que era um macaco que era inútil).”

    hauhaua porra, eu sempre quis ter um desses, mas era realmente totalmente inutil

  33. Diones says:

    Ler este post me fez lembrar dos longíquos anos 80, e os brinquedos daquela época.
    O que eu tinha era um caminhão Gigantoes, que só quem tem mais de 30 vai lembrar, Moto Pista do Chips, e um trenzinho que era um genérico do ferrorama, bons brinquedos que me deram muitos momentos de alegria. e o meu sonho de consumo era um video-game Odissey e uma calculadora Prof. Corujinha, ancestral do Pense Bem.

  34. Dotô says:

    Esse foi um dos melhores post das história!

  35. Thiago Neres says:

    O que eu mais sinto falta são brincadeiras como esconde-esconde, pega-pega, cabra-cega…

    De “brinquedos” mesmo a única coisa que realmente sinto falta é do Mega Drive e todos aqueles cartuchos do Sonic *_*

  36. Thiago says:

    Humm…
    Não tive nenhum desses items listados (um walkie talkie, talvez).
    Pela diferença de 4 anos de idade que nós temos, kid, mas isso não parece ser um agravante. Na minha infância eu me divertia simplesmente com bonecos (CDZ, thundercats e aquelas centenas de tokusatsus)que eu simplesmente ADORAVA desmontar logo após comprar, o que causada uma raiva feladaputa a quem comprava o boneco pra mim (geralmente eu tinha que colar tudo de novo, mas nem adiatava). Eu lembro que criava verdadeiras sagas onde os bonecos participavam, verdadeiros épicos, ”tentando emular” o que eu via na TV. Era divertido pra cacete…hoje em dia não tenho mais nenhum boneco, e já tenho planos futuros de colecionar de novo.
    Chilitos, lol. Eu comia um salgadinho parecido (não tanto pela descrição TOSCA que tu fez) que tinha embalagem vermelha e um jacaré. Comi 3 em um dia e tive o meu único caso de infecção intestinal, altas injeções na bunda.
    Tempos que não voltam mais.

  37. Ryan says:

    “Se seu nome é Marcelo e você morava na Rua Marília no bairro Jardim Veraliz e estudou no Colégio Adventista em Londrina, VOCÊ ME DEVE UM WALKIE TALKIE SEU VIADO. Dois aliás, porque a destruição de um tornou o outro inútil.”

    CLVMASDKFPOGASMPAOKFNADSPOJKANPDSOJKNOSAKDMFPFKDSAPFNFPASDOKJFNFOKJASDM

    _O MELHOR_ PARÁGRAFO DO BLOG. NUNCA RI TANTO.

  38. K-Max says:

    então, eu amava meu Pense Bem…

  39. M says:

    Uns vinte muleques perebentos, cada um com o seus Comando em Ação (bonequinhos e veículos) brincando de base em um barranco sanitariamente duvidoso, próximo a minha casa… Eu era feliz e não sabia…

  40. Daniel says:

    Minha depressão é ter 26 anos e não conseguir lembrar de nenhum brinquedo bom que gostaria de ter ganhado e ganhei. Pense bem, armatron, lego, comandos em ação. Tudo isso eu precisava ter alguma amigo que tivesse. Mas meu pior trauma são os videogames. Meu primeiro Atari foi quando todos já tinham um mega drive ou um snes. Depois, quando a moda já era o N64 e o Playstation, um tio me deu um master system 3 com sonic na memória (e eu nunca tive outro jogo). Só depois de adulto, aos meus 22 anos + ou -, tive din din pra comprar meu Playstation 2.
    Pra você ver Kid, se vc culpa o seu pai por ter te incentivado a gostar de tudo isso, eu culpo os meus por ter feito o mesmo fazendo o contrário do que o seu fez. Hehehe.
    Algum dia, quando esse post já estiver mais ou menos esquecido, eu posso postar um que seja adequado a infância de garotos como eu no meu blog. Até lá, vou elaborando o texto sem poupar nenhum parágrafo. (Faço questão de esperar por que em muitos sentidos muita gente já vai achar que meu blog é uma imitação do seu, ou pelo menos é o que alguns amigos me falaram)
    Abraços.
    PS: Quando vc disse que estava se interessando por hq’s, eu te indiquei Watchmen. Você leu? Procure ler, pois parece que estão fazendo uma adaptação pras telinhas e divulgaram as fotos dos personagens (o que me animou). O filme vai ser dirigido pelo diretor de 300 (o que me dá medo).

  41. Lars says:

    Haeuiheaiueahiu (risada que segundo o kid prova que sou um debil mental ou coisa do genero) dei muita risada do tal de xilitos, que bizarro cara.

    Dessas coisinhas o que eu mais gostava era um ferrorama que meu pai trouxe da Alemanha, o negócio era miniaturas metalicas de trens de uma perfeição incrivel, os modelos de trens eram europeus,e basicamente era que nem o seu pai, meu pai que montava e ficava brincando com o negócio.
    E outra coisa foi o master system, esse revolucionou minha vida, parei de estudar, parei de tirar notas boas, parei de sair de casa, entao veio o 486 e hoje estou eu aqui viciado em internet lendo o blog do kid.

  42. Lars says:

    Putz lembrei de coisas de infancia aqui comentando sobre o “xilitos” com uma amiga minha, na area alimenticia eu nunca tive infancia.
    Meus pais nunca deixaram eu comer uma maça do amor, morango do amor, algodão doce, cachorro quente de carrinho, lanche de pernil de festa de agosto, aqueles frangos assados que ficam girando dentro do forno na frente de açougue, frango de leilão de quermesse, suco da arminha de plastico, doce de banana na casquinha com uma bexiga dentro… e essas coisas ae.

  43. Marcos Lima says:

    Na minha infância o que me veio na cabeça depois ler este post foi as horas que passei levando sermão do meu pai quando, brincando com o ferrorama, não me contive e coloquei os trilhos entre o canteiro no quintal, um pouco de areia, e lá estava ele, andando entre plantas e bosques minúsculos, nunca vou me esquecer disto, até porque quando entrou areia na locomotiva, ele nunca mais foi o mesmo!!!! Mas me diverti muito mesmo.

  44. Droantjk says:

    porra e os bonecos e veiculos mega fodoes dos comandos em açao??!

    G.I.Joe! 😀

  45. Guilherme says:

    Puts, ainda tenho minhas peças de LEGO aqui. Eu tenho dois kits daqueles que tinham engrenagens, eixos e peças perfuradas (LEGO Technic).

    Uma vez juntei as engrenagens do LEGO com um motor que arranquei de uma impressora para tentar montar um braço robótico. Na minha cabeça o resultado seria parecido com o tal Armatron, mas acabou saindo um negócio com um movimento só, que não servia para muita coisa além de arremessar pequenos objetos. Bons tempos.

  46. Jão says:

    Post muito bom!
    Ótimas lembranças, principalmente a parte do Walkie Talkie!
    Ganhou um leitor!
    Abraço!

  47. The erd says:

    Eu tenho um pensebem super funcional aqui.

  48. Poisony says:

    Uma das coisas mais remotas e aleatórias que lembro agora foi meu Pense Bem ligado numa extensão (já que o negócio tinha a proeza de consumir umas 12 ou 13 pilhas AA)e meu primeiro livrinho, que era da TV Colosso.

    Putaquepariu, TV Colosso.
    É bom eu parar por aqui…

  49. M says:

    @Poisony

    Porra, TV Colosso foi longe hein!

  50. Astrix says:

    Haha, nesse verão eu trampei num Hotel, e agente usava walkie-talkies pra se comunicar entre os andares… nossa, quanta merda dava naquilo, as vozes eram irreconheciveis e tinham umas 10 pessoas ligadas, isso quando não pegava nego falando nas proximidades.

    E os brinquedos que mais me marcaram foram bonequinhos do CDZ que se montava a armadura, o carro que amassava e desamassava e um autorama.

  51. wilker says:

    ai, Kid, vc não atualizar o blog todo dia é uma coisa, mas já tá fazendo quase uma semana que vc não escreve um novo.

    muita preguiça?

  52. Machado says:

    Kid,

    Faz favor, o post do Mórmons tem que estar na seção dos artigos clássicos, aliás, os posts sobre os Mórmons. Todos eles.

    Valeu!

  53. Lars says:

    Alguem ae lembrou de comandos em ação, eu viajava horas com isso, eu sempre quis ter o blackbird, vinha com um outro aviao menor que voce acoplava nele.. muito legal, tive o caça mais normal com os dentes de tubarão na frente e o hovercraft, esse era muito animal tmb, ficavamos horas simulando batalhas naquelas piscinas de plastico eu meu irmão e um amigo, meu irmao tinha uma lancha maluca dos caras do mal aiuhaieuh (de novo a risada de debil mental).

  54. Kid says:

    EU TINHA O BLACKBIRD!!!!111oneone

    Nem lembrava que esse era o nome dele! Google Images, go go go!

  55. bruN0 says:

    Só para lembrar, Kid… xilito vende até hoje (e em quantidade bem razoável, porque dia desses ainda vi aquelas lendárias Kombis ABARROTADAS do negócio amarelo perto de casa, emoção instantânea) aqui na Barra do Ceará… e em qualquer bairro periférico aqui de Fortaleza.

    E bons tempos de Pense Bem… tinha até o jogo de adivinhação (?!) de números, em que eu vivia jogando com minha irmã e minha mãe há uns… 7 anos? A parada era até bem feita, com o pessoal aqui fazendo maior pontuação para quem tivesse a cagada de acertar o número o quanto antes . E sim, eu usava o Pense Bem há menos de 10 anos. Shame on me.

    Belo post.

  56. Ajax says:

    HEhehehehe, há séculos que eu não vinha aqui e me deparo com esse post sensacional.

    Me lembro perfeitamente do Pense Bem (Eu tinha um livro do Ayrton Senna) e dos Walkie-Talkies. Mas o que mais marcou minha infância era um boneco do Macgyver acompanhado por uma Ferrari vermelha. Era bom demais.

    Também gostaria de rever o post dos Mórmons, pois lembro-me que nunca ri tanto com um post do hbd com aquele (talvez o post relatando as brincadeiras na rua e a caça às pipas)

    Abraços.

  57. Grush says:

    Depois de ler tudo isso acredito que fui achado no lixo, pois não tive Pense Bem, não tive Ferrorama, walkie talkie, Armatron, Pogobol… shit!

  58. Pati says:

    Sempre desejei um Pense Bem… achava o máximo!
    Mt legal o post! Fez voltar no tempo…

  59. […] computador de brinquedo na casa da minha prima. Não vou explicar ele porque já foi bem explicado aqui. Mas posso dizer que foi ele (e seus livros de atividades) um dos grandes responsáveis pelo meu […]

  60. Danilo says:

    Cara, mesmo eu tendo alguns anos a menos que você pude ver como essas pequenas coisas que na época eram tecnológicas foram necessárias pra formação nerd.
    Achei um brinquedo que eu tinha, não lembro o nome, quem sober diga-me, por favor.
    era simplesmente um volante e um câmbio, a pequena tela ilustrava um carro em movimento e a única função era dirigir em linha reta. Não haviam fases, nem obstáculos na pista, só árvores ao lado da pista, mas mesmo assim podia passar por ‘cima’ delas.

    esta é a foto do brinquedo: http://img.4chan.org/b/src/1238361254047.jpg

  61. Lorena Sessa says:

    Não tive.. nem conheci nenhuma dessas bugigangas…. mas o texto é sensacional!!!!!!..rs

  62. Ricardo says:

    Decepção! É o que posso expressar! Ia comprar um para meu sobrinho, para que ele sentisse a mesma magia que senti quando era criança. Fui a uma Hi-happy dentro de um shopping, que sabia, estava vendendo esse brinquedo. Perguntei à vendedora onde encontrar e ela toda empolgada com a comissãozinha dela me levou até o corredor e prateleira aonde estava o dito cujo. Para minha frustração, vi um trenzinho desproporcional e com características infantilizadas (o original era uma réplica dos trens de verdade), onde nem o trilho se salvava! Só percebi que era Ferrorama pelo nome, mas aquilo pra mim era um trenzinho genérico chinês e até o material plástico parecia inferior. A porcaria custava R$ 199,00. Até pagaria R$ 300,00 se lembrasse um XP-300 que tive. Para decepção da vendedora, virei as costas e fui embora.

    Read more: RIOBLOG: NOVO FERRORAMA ESTRELA: Como uma idéia genial pode naufragar quando não se respeita a consumidor http://the-rioblog.blogspot.com/2010/10/novo-ferrorama-estrela-como-uma-ideia.html#ixzz1AIdkiwa6

  63. David says:

    Encontrei o site enqto buscava imagens ou a peça publicitária dos Xilitos, q originalmente era uma marca real, com embalagem impressa, apesar de transparente. Acabei ficando pra ler o resto do texto; muito hilário! Virei freguês.