Hbdia
  • Feed do Hbdia
  • Twitter
  • Youtube

Meu primeiro emprego

Postado em 16 January 2011 Escrito por Izzy Nobre 72 Comentários

Nem toda a minha infância/adolescência consistiu de vagabundagem na rua com os amigos e madrugadas em claro batendo papo no IRC.

Houve uma época na minha vida em que eu acordava cedinho de manhã, tomava um banho (ok, essa parte nem sempre), caminhava sonolento até a parada de ônibus – inevitavelmente lotado – e batia ponto numa empresa. Trabalhei quase um ano como operador do CPD de uma grande empresa de metalurgia do Maranhão.

O dono da empresa, um cara tão gente boa quanto era rico (o que é raro) era amigo de igreja da minha mãe e praticamente me empurrou pro emprego.

Pra fins práticos, chamarei este de meu primeiro emprego “oficial” — na verdade, a primeira função que eu exerci na vida pra ganhar dinheiro tratava-se de digitar trabalhos pra estudantes universitários. Contarei essa história outro dia.


O lugar onde eu “trabalhava” era parecido com esse aí, porém um pouco mais espaçoso. Digo “trabalhava” porque na verdade eu não trabalhava, eu ESFORÇAVA-ME AO MÁXIMO PARA NÃO FODER MUITO COM A EMPRESA.

Mas esse esforço era em vão. Bom, na verdade eu nem lembro de me esforçar muito – esse era o problema.

Enfim, independente das minhas tentativas contrárias, eu fazia merdas que fariam até mesmo o cara mais atrapalhado e inútil do mundo olhar pra mim revoltado e dizer “Caralho mermão, sai daí, deixa que eu faço!” Se chefe tivesse idéia das merdas que eu fazia quase todo dia, eu teria ido pra rua muito antes.

Existem seis níveis de cagada no emprego, que listei abaixo em ordem crescente de magnitude destrutiva:

1) Aquele vacilo pequeno, que pode ser escondido facilmente;

2) O errinho que é percebido por alguns, mas pode ser consertado antes que o chefe volte;

3) A pisada de bola estrondosa que todos percebem mas que, com sorte e ajuda dos astros, ainda pode ser remediada;

4) A merda astronômica que causa prejuízos irreparáveis e demissões;

5) A catástrofe apocalíptica que destrói a empresa além de provocar queimaduras de terceiro grau, litígio jurídico e mortes;

6) As coisas que eu fazia quando trabalhava – também conhecido como Fator Quide(sgraça).

Meu trabalho não era muito complicado, mas ainda assim eu conseguia foder tudo e todos em minha volta. Parecia que um campo de energia negativa provocada por Vênus rodeava minha aura mística transcendental, provocando um sem-número de contratempos e putarias. Não era culpa minha não.

Uma de minhas funções era operar o sistema de controle de distribuição de material, designando rotas para os caminhões que entregavam ferro e aço aos pontos de construção ao redor da cidade. No programa, os bairros eram representados por números de 001 até 023, se não me falha a memória. Quando eu ia cadastrar uma nova entrega, digitava um desses números. O nome do bairro que seria o destino do material saía impresso numa folha, junto com a relação do inventário.

Pra começo de conversa, como eles atribuem uma tarefa dessas A MIM!? Qualquer pessoa que leia este diário virtual dificilmente me deixaria a cargo de sequer fritar um ovo, e nos os culpo. Se o chefe lesse o HBD (que já existia na época, aliás) nada disso teria acontecido.

Entretanto, vejam que a tarefa em questão era bastante simples, bastava prestar um pouco de atenção. Infelizmente, tal faculdade mental é uma desconhecida para mim.

Então eu de vez em quando (leia-se COM FREQUÊNCIA ASSUSTADORA) errava o número dos bairros e ocasionava a entrega de material em endereços errados ou inexistentes. Uma vez mandei um caminhão cheio de barras de aço pra um bairro que ficava praticamente numa cidade vizinha. Os caras chegam lá só pra descobrir que, onde deveria estar a construção de uma escola, funcionava uma padaria.

Minha outra função era ainda simples: eu deveria pegar as segundas-vias das compras efetuadas pela empresa e grampear nelas os canhotos das terceiras-vias. Aquilo tudo ia pro contador, para que ele controlasse o fluxo de grana dentro da compania.

Um serviço SIMPLES. Ninguém seria capaz de foder algo tão trivial. Quer dizer, ninguém além deste que vos escreve. Um serviço simples não significa que eu não vou descobrir uma forma de faze-lo de maneira errada.

Uma vez, no fim do dia, após ter grampeado mais de DUZENTOS canhotos, percebi que havia anexado-os à PRIMEIRA VIA, ao invés da segunda. Eu teria que tirar todos os grampos, descer ao almoxarifado, procurar as segundas-vias do dia e regrampear tudo. Mas era minha hora de ir embora, porra. Sem consternação, passei uma liga elástica em volta dos papéis e entreguei na mesa do meu supervisor.

- Aê chefia, tudo beleza.

Outra vez, fui pedido para destruir as duplicatas antigas (as que tinham mais de um ano). O supervisor deixou bem claro que eu devia prestar muita atenção na data das duplicatas antes de rasga-las. Eles precisavam arquivar as mais recentes, a perda de uma delas não podia ser cogitada.

Os documentos estavam todos dentro de um grande saco de lixo. Era duplicata pra caralho, eu calculo que havia ali uns 15 quilos de papel. Fui pegando, olhando a data e, dependendo dos números, rasgando ou colocando na caixa ao lado. Aí as influências satânicas se mobilizaram pra foder comigo mais uma vez.

Havia muito mais duplicatas antigas que recentes, então quase todas que eu pegava, rasgava. Era o seguinte: Meter a mão no saco, pegar um papel, olhar a data, coçar o saco, rasgar. Não o saco, o papel.

Acontece que, quando se começa a fazer uma coisa repetidamente, o cérebro liga o piloto automático e desliga a atenção.

Assim, a etapa “olhar a data” acabou sendo eliminada do procedimento.

Quando me dei conta, havia rasgado TODOS os papéis dentro do saco, com exceção de duas que ainda sobraram no fundo. Peguei os papéis consternado: nenhum deles era uma duplicata recente, o que significava que eu havia rasgado TODAS as outras.

Sem exasperação, fui até o armário de material de escritório, apanhei um monte de papel de duplicata e joguei no meio das que ainda não estavam rasgadas. Nunca fiquei sabendo qual foi a surpresa do meu supervisor ao descobrir que, onde deveriam estar as duplicatas recentes, nada havia além de duas antigas e papéis em branco. Aquela era minha última semana no trampo, e eu não vi o cara até meu último dia porque ele tava viajando.

Isso sem mencionar as incontáveis vezes que eu ia lanchar numa padaria próxima e, quando voltava ao prédio, dava DE CARA com o chefe, com as mãos cheias de quitutes e guloseimas.

Isso me irritava demais. TODO MUNDO ia lanchar numa boa e nunca era pego no flagra. Bastava eu pôr o pé na rua e a porra do chefe por algum motivo tinha que sair da sua sala e dar uma volta pelo complexo. As salas ficavam acima do depósito de material, e volta e meia (leia-se SEMPRE QUE EU RESOLVIA SAIR PRA FAZER UMA BOQUINHA), ele ficava dando voltas lá por baixo. E era batata, sempre esbarrava com ele na entrada, trazendo pastéis e refrigerante nas mãos.

Havia muito mais merda, por exemplo, a bagunça que eu fazia com os cobradores. No sistema de cobrança, eu deveria atribuir certas duplicatas a certos cobradores. Eu sempre errava, designando as cobranças erradas para os cobradores errados. O que acontecia era que, como o cara não estava designado para efetuar aquela cobrança que eu registrei com o nome dele na máquina, ele não ia. E o devedor não pagava.

Falando em não pagar, o erro mais aloprante era sem dúvida o que eu fazia na hora de registrar pagantes e devedores. Na lista de devedores, um Enter em cima de um nome significava que o indivíduo já havia pago seus débitos, e seu nome era removido da lista. Como eu fazia sempre com pressa pra acabar logo, acabava dando Enter em nomes errados. Esse vacilo causava prejuízo à empresa (pois o sistema entendia que o fulano já havia pago algo que na verdade não pagou), e deixava puto o cliente que havia pago sua dívida, mas cujo nome não havia sido “Enterizado” por mim. Um formidável erro duplo.

Meu Deus, agora que escrevo essas memórias, percebo que não produzi nada naquele lugar – pelo contrário, só avacalhei. Seria melhor para a empresa se eles me pagassem para NÃO ir trabalhar.

É de se admirar que eu eu tenha passado quase um ano lá, tempo mais do que suficiente para destrui-la. Mais admirável ainda é que isso não aconteceu.

Googleei o nome da empresa e achei o site deles. Pra minha surpresa, boa parte dos vendedores ainda trabalha lá, e o administrador do site é o meu supervisor da época. Que curioso.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Deixe sua opinião aí. Você não tá fazendo nada mesmo!

comments

Categorias: Minha infância

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

72 Comentários \o/

  1. Filipe Kiss says:

    Acho que você deveria colocar o link do tal site aí, amigo.

  2. Hugo says:

    Se a tal empresa não faliu com estes erros, pode relaxar que não vai falir nunca mais.

  3. Caio says:

    Você demitido ou pediu pra sair?

  4. Catu says:

    Meu primeiro emprego foi digitar um livro que era ditado por um dos grandes entusiastas da informática no Brasil… Brigadeiro Tércio Pacitti. Ele foi autor do livro do Fortran (linguagem mais útil que o PhP) e utilizado em massa pelos estudantes de engenharia da década de 70 e 80.
    O livro contava os causos e bastidores da informática, desde os primórdios (quando o Caralho já estava aí…) até o despontar da internet (o livro foi escrito em 1994)

    No final das contas, faltando pouco mais de 100 páginas pra terminar, eu fui trabalhar na administração da Rede Novell do colégio onde estudava, e no meu lugar entrou uma outra menina.
    Eis que no lançamento do livro (qual eu nem fui convidado) comprei amarradão, afinal de certa forma fiz parte daquilo. E pra minha surpresa tinha uma página de agradecimentos! Tinha lá o nome completo de todo mundo, até da menina que entrou aos 42 do segundo tempo, e o meu estava escrito apenas CARLOS… ou seja… podia ser QUALQUER Carlos… hehehe na época fiquei puto. Mas que bobagem. O livro é show de bola e o velhinho deve estar aí na atividade até hoje! Grande abraço pra ele! :)

  5. Trovalds says:

    Milagrosamente vc ainda não faliu a sex shop. Curioso isso…

  6. Caio Everton says:

    Vendo essas cagadas, acho que ficarei mais tranquilo quando fizer merda no meu primeiro emprego (torço muito para que seja esse ano!).

    Mas de boa, é o tipo de erro que acho que todos cometeriam. Trabalhos repitivos ou funções importantes demais para serem designadas a apenas uma pessoal uma hora tinha que feder.

    Ah, e empresa era a Alumar? :P

  7. @King_Matheus says:

    Pobre empresa…

  8. Daniel Ramires says:

    Fator Kid(sgraça)!

    História de Kid não é história de Kid se não chubiduba no final…

    Meu primeiro emprego EVER foi numa eletrônica: fazia café, limpava os balcões, anotava as fichas, carregava os aparelhos, testava as TVs (leia-se: assistia 5 ou 6 TVs ao mesmo tempo) pra ver se não voltava o defeito…

    Num daqueles dias eu derrubei o pote cheio de café (não o pó, o líquido preto fervente) voou pra tudo quanto era lado!

  9. Lnk says:

    Nos termos atuais você seria chamado de estagiario.

  10. Raí Faustino says:

    E eu que achava que fazia besteira no meu primeiro estágio. Você caprichava nos vacilos, hein Kid?

  11. Sabemos quem foi um dos culpados do atraso de infraestrutura no Brasil

  12. Renan says:

    Seu PORÍFERO.

  13. SandroCeara says:

    Sei, e tu acredita até hoje que o cara ficou um ano amargando prejuizo por que era “Amigo de igreja da minha mãe”?
    Haham, Cláudia, senta lá!

  14. Cara, você é maluco… ASHDUAHUAHUASHDUADHAUhUDSHSAUDHAUHSUDHAS
    Nunca deixaria trabalhar numa empresa minha, nem pra colar selo de carta…

  15. Que sorte heim rapaz? Espero não foder tudo no meu emprego hahahaha

  16. Rackor says:

    PQP parece crônica do Verissímo… Menos a parte que ACONTECEU XD

  17. Wallacy says:

    Putz, lembrei do meu primeiro emprego no IBOPE, acho q naquele ano, as pesquisas devem ter saido tudo errada.

  18. Eduardo says:

    Kid inda vai pegar fogo á sexshop kkkkkkkkkkkkkkkkk

  19. Renata says:

    Vc deve ser lenda na empresa até hoje, deve ser usado como exemplo em palestras para funcionarios! com o tema: tudo q esse funcionario fez faça ao contrário!

  20. […] This post was mentioned on Twitter by izzynobre. izzynobre said: TEXTO NOVO: Meu primeiro emprego -- http://t.co/NHcyCOP (é isso aí, postei num domingo mesmo) […]

  21. Izzy Pobre, Izzy Pobre, não imaginei que você fosse TÃO atrapalhado, AUEHUEUAHEUAH

  22. VCR says:

    Pela sua tabela de níveis de cagada no emprego o máximo que atingi foi um meio termo entre o 2º e 3º níveis. Como era meio inexperiente achei que a cagada fosse muito maior do que realmente era e me borrei de medo, mas em parte a culpa não foi só minha. Fácil de resolver e os outros envolvidos nem devem se lembrar mais.

    E sério que vai deixar a parte do 1º trabalho não oficial para outro texto? Não consigo imaginar nada interessante sobre digitar trabalhos dos outros, a não ser que tenha pegado algum extremamente bizarro e/ou tosco.

  23. Hawkalpin says:

    Caralho mermão, sai daí, deixa que eu faço!

    Essa foi a prova dos nove da empresa, depois dessa ela não vai falir nunca mais!

  24. Hugo Bessa says:

    É por isso que velinhos voltam reclamando dos vibradores quebrados.

  25. Imagina se tivesse serviço de entrega na sex shop do Kid, o que não ia ter de carregamento de dildo indo pra escola infantil, pra convento. Aposto que os clientes da fast food que você trabalhava ficaram muito felizes com a sua demissão. HAHAHAHA

  26. Thallis says:

    Noss Izzy vc era zuado demais ein.. kkkkkkkk

  27. Lucas Gabriel says:

    HSUAHSUAH Primeiro emprego é assim mesmo. Tenho 16 anos e trabalho com T.I. e mês passado, eu, serquerermente (a lá Chaves), derrubei um copo de água, no SERVIDOR SQL NOVINHO (R$ 8.000,00) da empresa, que tinha acabado de ser posto em funcionamento. Imagine a cara do meu chefe. Depois dessa eu praticamente virei uma lenda. E o mais lolleante: o servidor não parou. Só pude ter uma conclusão: EU SOU JESUS.
    Ou um ninja.

  28. Bruno says:

    Auditar o departamento do quide à época devia ser uma missão quase impossível, ou geraria um relatório tão grande que teriam que cobrar horas extras :~~

  29. Tiago Sá says:

    To me sentindo um leitor MUITO antigo agora. Ou eu vi o futuro e li esse texto.

  30. Ghost says:

    Ééé, rapaz… é uma CHUBIRUBA que só vendo!

  31. Pedro says:

    Bahh Kid, todas tuas cagadas foram por conta de vagabundagem. E tu ainda quer trabalhar com sistema jurídico??? (leia-se: sistema indutor de sono)

  32. Victor says:

    Alopração a parte, pelo pouco tempo que acompanho seus textos percebo que é um bom funcionário no Canadá. No entanto quando trabalhava no Brasil… Isso só reforça aquela velha teoria que o problema do nosso querido pais é realmente o clima. Pois este deixaria as pessoas ,digamos, mais despreocupadas a respeito de suas responsabilidades. Lulz.
    Excelente texto Israel! Obrigado pelo tempo e disposição empenhados.

  33. formiga says:

    Só eu vejo similaridades entre as formas de contar estórias do Kid com a de Barney Stinson? o.O

  34. Pedro says:

    Nossa, que mal trabalhador chubiruba

  35. sol says:

    KKKKKKKKKK As empresas deveriam te contratar como ‘teste de resistência’, trabalha 1 ano na empresa, se ela não falir, recebe o selo “Quide aprova” KKKKKKKKKK

  36. Não se você era um poca voia, desatento, ou não sabia as coisas mesmo. Acho que tu não queria trabalhar mesmo. euheuheuhe :P

  37. badware says:

    qndo eu to jogando xbosta 360 horas de jogo

    to zerando um jogo, dou o controle pra minha irma o bagulho da game over na hora

    igual esse gordofresdo

  38. Sam says:

    haha eu também concordo que trabalho repetitivo é obra do demônio, meu primeiro emprego foi num escritório de contabilidade como ‘jovem aprendiz’ ashahshh uma das minhas tarefas era preencher uns boletos, eu me lembro que quando virou o ano eu imprimi a desgraça com o ano errado ATÉ MAIO quando minha familia mudou da cidade e EU PEDI DEMISSÃO hashahsahsashs eu preenchia e imprimia o negocio, ia no banco, a unica atendente da agencia(cidade pequena) me mostrava que tava com o ano errado(cada mês com menas paciência ashahshah) eu então voltava reimprimia e talz, e isso era só uma vez por mês, eu imagino que tenha cagadas fenomenais naquele arquivo que não teve ninguém pra me xingar por ter feito ashahshashh

  39. Peitinho Face says:

    “Contarei essa história outro dia.”

    Mais uma das histórias que o Kid promete e nunca conta. Que tal pegarmos essas promessas milenares e fazermos uma lista de sugestão pras horas que o Kid estiver sem ideia pros textos?

    Fora essa eu lembro da do post das patricinhas

  40. […] tava lendo esse texto aqui, e tive a idéia (ou ideia, maldita reforma ortográfica) de contar a minha primeira experiência […]

  41. Guilherme says:

    Curti demais a tabela de erros que se pode cometer na empresa
    quem trabalha sabe que todo mundo ta sujeito a uma cagada ou outra
    foda é quando chega o fator quide pra foder com tudo

  42. Ian Niemeyer says:

    e ainda reclamava da funcionária nova da sex shop que fodia tudo. kid seu hipócrita AHAHA

  43. Hawk says:

    Parece até que estou lendo um texto do @morroida

    Desgraça pouca é bobagem hein Quide(sgraça)?! hahahahaha

  44. @Johnnyzk says:

    “Aí as influências satânicas…”
    UASHUHASUHASUHUHASHAUSH

    Ainda bem que agora você trabalha com vendas de DILDOS e isso com certeza é do agrado das forças satânicas e tal.

  45. diego says:

    Me parece que você agora é o oposto no sex shop. Seria por ter mais obrigações morando no exterior?

  46. Ygor says:

    Me pergunto como foi a cena da sua demissão.

  47. Badware says:

    Ei m dsblokeia aí, vou aloprar mais n. eh pra comentar em outro site churumbirazal. Deixe d ser bizonho

  48. Z3hr0_C00l says:

    Ainda bem que você trabalha em um lugar que quanto mais fodelança melhor.

  49. Artur says:

    tratava-se de digitar trabalhos pra estudantes universitários. Contarei essa história outro dia.

    Outro dia = Dois anos, no minimo

    E de um sujeito que só fazia merda, você virou o queridinho da chefia no emprego atual. Uma baita evolução.

  50. PR says:

    A pergunta que nao quer calar é: como diabos vc conseguiu passar um ano nessa empresa sem ser demitido? xD

  51. Rukasu says:

    Chorei de rir aqui, o melhor post que já li aqui no blog! Parabéns, apesar de ter sido uma grande merda XD

  52. Meitos says:

    viadinho, aceita meu coments ai! XD

  53. Peitinho Face says:

    daew ontem não teve post

  54. Conrado says:

    ae Kid, 15:38 e ainda nada do post de hoje

    tsc tsc

    see what I did there?

  55. nosceteipsum says:

    esse foi o primeiro texto seu que eu li.
    caramba, me senti um ancião, faz muito tempo…

  56. Danilo says:

    texto que é bom nada

  57. O post das patricinhas não foi feito não?

  58. @brunogdb says:

    PAKSOPKASOPAKSP, mermão, tu fez muita merda! Eu ainda posso passar por isso D:

  59. Cid says:

    E eu achava que fazia várias besteiras no meu primeiro estágio num órgão público aos 16, 17 anos. Fui ler este texto IM-PA-GÁ-VEL e percebi o quanto estava redondamente enganado. xD

  60. badware says:

    Outro dia = Dois anos, no minimo

    realidade

  61. “Se a tal empresa não faliu com estes erros, pode relaxar que não vai falir nunca mais.”

    E me passa o nome, vou ver se dá pra comprar ações dela. Empresa que faz milagre deve ser uma mina de ouro!

  62. Davi says:

    Por essas coisas (e pela família Sarney) que o Maranhão é um lugar esquecido por Deus. meu irmão mora lá e tudo é atrasado, é apavorante!

  63. Henrique says:

    Cara, tenho 16 anos e to no meu primeiro emprego, e é na CPD de um Supermercado.
    Pensei que só eu fazia merdas astronomicas nesse setor, mas agora me sinto melhor por saber que tem alguem pior q eu suhduahdusadas

  64. thiago henrique de souza says:

    gostaria muito de trabalhar ,faço imformatica e preciso de um trabalho

  65. thiago henrique de souza says:

    gostaria muito de trabalhar ,faço imformatica e preciso de um trabalho.sera meu primeiro emprego ,tenho 16 anos .agradeço pela oportunidade

  66. Moochi says:

    Nossa muito bom ler esse blog…sinto-me estranhamente melhor e não tão miserável por ter feito algumas besteiras no meu primeiro estágio…O.o
    Serio, vc não fica nem com peso na consciência? LOL

  67. Oi ! meu nome é camila eu tenho 14 anos eu to cursando o ensino fundamental ,eu não vejo a hora de eu trabalha ajuda a minha mãe em casa com as coisas e também ter as minhas próorias coisas meu dinheiro…
    gostaria muito da oporunidade de vocês …

    Obrigadooo

  68. Oi ! meu nome é camila eu tenho 14 anos eu to cursando o ensino fundamental ,eu não vejo a hora de eu trabalha ajuda a minha mãe em casa com as coisas e também ter as minhas próorias coisas meu dinheiro…
    gostaria muito da oportunidade de vocês …

    Obrigadooo ….

  69. jessica says:

    eu quero um emprego nunca trabalhei…

  70. bruno da silva moraes de souza says:

    presciso trabalhar para ajudar minha mae

  71. eu queria pode trabalha para da o convorto da minha filha que apelas tem quinze anos mais no meu primeiro emprego eu posso de oportunidade de trabalha para que não possa falta nada para ela

  72. deusivando braga de araujo says:

    queria trabalhar para ajuda minha mae e tambem compra minhas coisa e pode ter minha responsabilidade