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Punhetas pré-internet

Postado em 4 January 2008 Escrito por Izzy Nobre 66 Comentários

Sabe, essa turminha da geração atual (pra contextualizar, “turminha da geração atual” se refere a qualquer pessoa nascida após o auge dos sentais, aquele gênero de seriado japonês que nos trouxe Jaspion, Jiban, e aquele lá que tinha um ninja com uma máscara de leão) definitivamente tem uma vida muito mais fácil e confortável que a nossa.

Sim, sim, eu sei que esse papo de dizer que a galera mais nova se dá melhor é clichê normalmente exclusivo a membros daquele segmento da sociedade a quem comerciais de adesivo pra dentadura são direcionados. Apesar de ter quarenta anos a menos do que seria necessário pra me incluir nesse grupo, eu compartilho esse sentimento nostálgico e ao mesmo tempo invejoso em relação aos mais novos. Em meus breves 23 anos de existência, eu já presenciei pequenas revoluções que me dão autoridade de levantar o dedo e pretensiosamente afirmar que “NO MEU TEMPO ISSO NÃO EXISTIA”. Isso se deve ao fato que minha área de interesse pessoal (gadgets, videogames, nerdices em geral) é extremamente volátil e está em constante mudança. Alguém nascido no meio dos anos 80 como é o meu caso mal começou a viver propriamente dito, mas já pôde presenciar consideráveis revoluções.

Vejam os videogames, por exemplo. Videogames mudaram bastante nos últimos dez anos, ao ponto de que algo como o Megaman de NES (que tem algo em torno de méseros 15 anos de existência) carregue automaticamente o contexto de extrema velhice, de objeto antiquadamente paleolítico.

A própria internet, e os computadores por tabela, mudaram pra cacete em pouquíssimo tempo. É essa mudança rápida que me permite confabular nostalgicamente sobre os “bons tempos” com outros sujeitos de meros vinte e poucos anos de idade como se fôssemos veteranos da Segunda Guerra Mundial.

E uma das coisas que mudou dramaticamente nos últimos dez anos é a forma como os jovens entram em contato com a pornografia.  

No contexto da minha infância, a posse exclusiva de uma revista pornográfica era praticamente um Santo Graal da putaria, a Ferrari da auto-gratificação, o símbolo máximo que simbolizava uma realização incomparável. Os moleques que as tinham eram invejados pelo item e admirados pela sua porra-louquice. Eu, previsivelmente, nunca tive uma. Não sei se isso se devia ao terror da possibilidade da revista ser descoberta pelos meus pais, ou pelo terror da possibilidade que a posse do material incluia uma passagem só de ida pros quintos dos infernos. E eu só fui acessar a internet em 1996, então dos meus 9 aos 12 anos – que é geralmente a época em que o interesse no sexo oposto começa a surgir – eu não consigo lembrar de ter visto o corpo feminino desnudo uma vez sequer. Se eu falar que eu achava que a vagina ficava um pouco abaixo do umbigo (tipo, bem na frente da virilha, ao invés de mais abaixo, entre as pernas), vocês acreditam?

Nem a chegada da internet facilitou tanto assim as coisas, ao menos não no começo. Não por falta de conteúdo online ou de desenvoltura pra acha-lo – em um dos maiores momentos “EUREKA” de toda a minha vida, eu percebi que marcas comerciais famosas já estavam representadas digitalmente na internerd. Bastava digitar o nome da empresa na barra de endereço, adicionar .com.br, e lá estava seu website. Resolvi experimentar a tática com “Playboy” e meus olhos brilharam quando a página carregou lentamente a 56kbps, oferecendo pouquíssimas imagens em baixa resolução que não traziam nudez alguma, organizadas naquele tipo de design que tornou os websites dos anos 90 tão icônicos.

Acontece que no dia seguinte meu pai notou a pecaminosa URL no histórico do navegador, e (por motivos que eu jamais compreenderei ou perdoarei), resolveu contar pra minha mãe. E lá estamos os três, na frente do PC, com a página aberta, os peitos siliconados da Tiazinha em formato jpg ocupando uma generosa porção dos 800 x 600 da tela do computador , e os dois me perguntando SE EU TINHA ACESSADO O SITE.

Até hoje não entendo qual seria o objetivo de um inquérito tão humilhante e desnecessário. Se a memória me serve bem, culpei meu irmão menor. A parte engraçada da história é que ele admitiu o crime, e por dois nanossegundos eu acreditei que ele estava se fazendo de mártir pra me salvar. Só depois é que entendi que não havia altruísmo algum da parte dele; ele também havia acessado o site e resolveu confessar logo na esperança de que a honestidade rendesse uma pena reduzida.

Porra pai, porra mãe. Um moleque de 13 anos usa a internet, e de repente a URL da Playboy aparece no histórico do navegador. Isso é realmente algo tão incrível que requer uma investigação? Os previews gratuitos no site se limitavam a meninas de bikini, nem peito descoberto aparecia. Certamente tamanha confusão não era necessária, né?

Ou seja, por causa do uso compartilhado do computador, a pornografia internética era disponível mas não aconselhável. Isso é, até eu descobrir formas de ocultar o conteúdo acessado previamente. Mas isso demorou algum tempo também. A solução era pedir que amigos mandassem as imagens pelo ICQ, imprimi-las (e esconde-las na carteira, o único lugar insondável em toda a minha casa) e apagar os arquivos logo em seguida. Ou seja meus queridos pais, se vocês nunca entenderam porque a tinta da impressora lá de casa estava sempre em nível inexplicavelmente baixo, aí está a razão.

VOLTANDO AO ASSUNTO: 

Nós da geração pré-internet não estávamos totalmente desprovidos de material masturbatório. Graças ao abençoado hábito de venda casada Roliudiana (misturar ação/comédia/terror/desenho animado/ficção científica com alguns peitinhos pra garantir melhor aceitação da película), a TV entregava diariamente na minha casa programação semi-pornográfica com um eficiente disfarce embutido. O efeito colateral é que tal conteúdo televisivo costumava provocar um notável constrangimento quando assistíamos em família, mas isso é um preço pequeno a pagar pelo contato – ainda que superficial – com a anatomia do ser feminino.

E nessa singela listinha, honrarei aqueles momentos cinematográficos que chegaram às nossas telinhas como uma prece respondida pelo deus do onanismo.

Mulher Nota Mil (Weird Science)

O que era: Weird Science (inexplicavelmente nomeado “Mulher Nota Mil” na terra tupiniquim), é uma verdadeira obra de arte do famosíssimo John Hughes, o Steven Spielberg das comédias românticas adolescentes dos anos 80. O cineasta é responsável por três coisas – dar o pontapé inicial que inundaria a cena com os romances juvenis de roteiro previsível, catapultar a insípida Molly Ringwald a um estrelato incompreensível, e apressar minha puberdade em pelo menos três anos.

Hughes, após fazer aproximadamente oitocentos trilhões de dólares aperfeiçoando o clichezíssimo tema das comédias adolescentes que viria a se tornar um padrão mais xerocado que aquele livro de Cálculo Diferencial que ninguém mais lembra quem era o dono original e está lá no D.A. do seu curso há aproximadamente 900 anos, resolveu inalar mais cocaína do que de costume e criou a história de dois nerds que sem mais essa nem aquela criam uma mulher virtual, numa sequência cinematográfica que envolve escanear páginas de uma revista masculina e decidir que tamanho de peitos seria mais aproveitável.

A representação hollywoodiana das artes nerds SEMPRE dá motivo pra humor não intencional. Parece que existe um acordo entre cineastas que computadores e as práticas da informáticas devem permanecer para sempre sendo mal representados na tela dos cinemas. Mesmo que você leve em consideração que na época que o filme foi lançado, 90% da população mundial não sabia o que era um computador, a cena ainda é dolorosamente ridícula e surrealmente cartunesca. Eu sei que o filme é uma comédia, mas porra, há uma diferença entre “comédia adolescente” e “episódio do Pernalonga”, e esse filme passa a 80 quilômetros de distância da linha que separa os dois estilos. Abaixo, pra sua conveniência, a sequência supracitada.

[youtube]

Na época que eu assisti o filme, eu não havia me formado ainda na Faculdade Internética de Nerdice Aplicada, então eu estava pouco me lixando se sistemas operacionais como os exibidos no filme não existem, ou que escanear uma fotografia de Einstein não permitiria que você imbuísse alguém com a inteligência do famoso cientista. O que importa é que Kelly LeBrock, “atriz” que está pro papel de Mulher Gostosa Aleatória assim como Xuaznéguer está pro papel de Brutamontes Com Sotaque Engraçado Apesar de Morar Nos EUA a Quarenta Anos, fazia neste filme sua aparição mais célebre na frente de uma câmera.

Efeitos a longo prazo: Eu assisto um filme em que dois moleques usam um computador pra “programar” uma mulher deliciosíssima, e acabo passando o resto da minha vida encurvado diante um monitor, adotando nerdice como uma religião quase. Coincidência? Eu acho que não. Culpo John Hughes como responsável direto pelo meu atual estilo de vida, e sentenço-o a usar seus bilhões de dólares pra me financiar uma noite com a Kelly LeBrock de vinte anos atrás.

Jessica Rabbit

O que era: Uma Cilada Para Roger Rabbit foi um filme revolucionário. Foi um dos primeiros usos convincentes de mesclagem entre filmagem convencional e inserção digital de personagens animados, nele mascotes de empresas de entretenimento rivais (especificamente, Disney e Warner Brothers) dividiram a tela pela primeira vez, e foi o momento crucial na história da humanidade em que um desenho animado provocou uma inesperada ereção.

Jessica Rabbit era basicamente o motivo pelo qual qualquer homem com idade acima do recomendado por uma embalagem de caixa de LEGO assistiu aquele filme. A inclusão dela foi o resultado de um debate entre os produtores do filme, que perceberam que salpicar um trama policial ao redor de um desenho animado estrelando um Pernalonga-wannabe não seria o suficiente pra atrair adultos pro cinema.

Nem lembro qual era a relevância da voluptuosa personagem na trama do filme, além de se comunicar exclusivamente na voz lânguida mais “ME COMA AGORA PLZ” já utilizada por um personagem de desenho animado. Lembro vagamente que ela chifrava o personagem principal do filme com o produtor dela, que foi assassinado com todas as provas apontando pro infeliz marido traído. Ou algo assim, no momento que Jessica Rabbit aparece na tela pela primeira vez, eu estranhamente perdi o interesse na trama e nos outros personagens infantis. Eu estava muito ocupado tentando salvar mentalmente a imagem da Jessica pra seguir o roteiro do filme.

Aí vai uma palhinha da primeira aparição da Jessica, exatamente como eu me lembrava dela (com adição de artefatos de compressão do YouTube).

[youtube]

Efeitos a longo prazo: Historiadores ambos do cinema como da punhetagem concordam que Jessica Rabbit foi o catalizador que levou incontáveis jovens à prática de bater punheta assistindo desenho animado.

Elvira, a Rainha das Trevas

O que era: Uma blasfêmia dupla. Como se não bastasse que o filme fosse apenas um descupla pra espremer os seios mais redondos do mundo em decotes impossíveis sem o auxílio de supercola, ele ainda trazia no nome a combinação de palavras que insinuava relação com a Realeza do Inferno. Ou seja, no caso de Elvira, a Rainha das Trevas, o filme que eles embalaram junto com a putaria era igualmente inaceitável no meu lar cristão.

Não que isso me impedisse que apreciar uma das mais icônicas comédias sexualmente escrachadas dos anos 80, afinal de contas, casa dos primos é justamente pra assistir material duvidoso cuja presença você não arriscaria trazer pra sua própria casa.

Eu não lembro de PORRA nenhuma daquele filme. Bom, eu lembro que havia uma sequência de dança interpretativa parodiando Flashdance. Aliás, Flashdance também mereceria uma menção nessa lista, mas ter que pesquisar vídeos pra esse texto já tá dificultando muito minha concentração e eu preciso terminar logo essa porra. Pesquisar mais imagens de filmes levemente eróticos dos anos 80 vai atrasar ainda mais a produção desse post, porque por motivos puramente científicos eu começo a googlear as imagens dos filmes e nunca me satisfaço com uma só, acabou assistindo o filme inteiro só vendo as screenshots.

Sobre a trama, eu sei que ela se mudava pra um interior americano qualquer e recebia olhares reprovadores da turminha provinciana que aparentemente não considerava esse “vestido” dela apropriado pro uso público. E eu sinceramente acho que não perdi absolutamente nada da história. Pra provar meu ponto, aí vai um vídeo totalmente não-relacionado à história do filme, e aposto que você vai acha-lo bacana mesmo assim.

[youtube]

A única coisa que eu me lembro sobre o filme é que a Elvira não era apenas gostosa, mas ela tinha uma personalidade divertida que a tornava aquela vizinha imaginária que você pedia a deus toda noite quando deveria estar rezando pelo seu pai que está com hemorróidas ou por paz mundial ou algo assim.

Efeitos a longo prazo: Mais de vinte anos após a criação da personagem e do lançamento do filme e aqui estamos nós, googleando screenshots e assistindo clipes no YouTube. Se isso não é uma prova da marca permanente que Elvira deixou em nossas psiquês, não sei mais o que é.

Obviamente, o filme deixou várias outras marcas mais tangíveis, mas vocês já devem ter jogado aqueles shorts no lixo há muito tempo.

Lagoa Azul

O que era: Quando o assunto é putaria levemente disfarçada de filme mainstream, uma das maneiras que o filme é apresentado é através da abordagem da “putaria inocente” – a história fala de personagens pueris que passam pelas primeiras experiências e descobertas com o sexo oposto. Espera-se assim que o filme adquira um teor mais artístico e filosófico do que putanesco e onanístico, o que automaticamente o categorizará com “bom gosto”, que é o separador de águas que distanciará o tema do filme dos geralmente abordados em produções de quintal envolvendo sexo com múltiplos parceiros. Apesar disso, o diretor não estará livre de suspeitas de pedofilia latente. Caso você não saiba, Brooke Shields tinha CATORZE, isso mesmo camarada, CATORZE anos quando participou do filme. Em outras palavras, você está invariavelmente destinado as profundezas do reino de Satanás.

Apesar de toda essa papagaiada sobre inocência e sei lá mais o que eles estavam tentando realmente dizer, a única lição duradora aprendida através do filme é “senhor deus, por favor me permita ser vítima de um naufrágio que me confine a uma ilha deserta com a Brooke Shields”.

Nem vou procurar vídeos pra ilustrar esse item da lista, embora eu tenha certeza inabalável que metade dos que estão lendo este post já correram pra aba vizinha no Firefox pra procurar clipes do filme.

SEUS PEDÓFILOS.

Semi-legalidades do filme à parte, A Lagoa Azul se tornou um ícone das sessões de cinema no SBT, a ponto de que o filme passou a ser visto quase como uma espécie de ritual de passagem de virilidade. Todo moleque recém-chegado à puberdade irá em algum momento assistir A Lagoa Azul na esperança que a dublê de corpo da Brooke Shields se descuide com o vestuário ou mostre a bunda pra câmera num momento de distração. E aprendemos a dolorosa lição de que libido vem frequentemente acompanhada de uma insuportável frustração.

Efeitos a longo prazo: A Lagoa Azul tornou impossível que qualquer um de nós visse a Brooke Shield com respeito. A mulé já tava fazendo softcore porn (preguiçosamente disfarçado de sei lá qual era o disfarce proposto por esse filme) aos CATORZE anos, é verdadeiramente uma surpresa que ela não tenha se reduzido a oferecer favores sexuais em troca de chicletes na esquina.

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comments

Categorias: Minha infância

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

66 Comentários \o/

  1. hello says:

    ate que enfim post bom e nao videogame de criança e burro agora me lembrei por que venho neste blog obrigado muito bom!

  2. Argus says:

    Isso que é um post. Só faltou falar algo sobre um console virtual ou algo assim.

  3. Flavio Sabai says:

    só clássicos

  4. Droantjk says:

    o kid esqueceu de mencionar as revistas da demillus q colocam aquelas beldades em roupas intimas mais transparentes q n sei uq.. auheuheuheuhuehuehuhe.. esse eh o auge do improviso pró-prazer..

  5. Carol says:

    Catorze anos?! CATORZE ANOS???!!

    Ainda bem que (pasmem) eu não cheguei a ver “A Lagoa Azul”, então eu não estou “invariavelmente destinada às profundezas do reino de Satanás”. HÁ-HÁ, mortais. o_l_

  6. Fabio Bracht says:

    Eita, eu não lembrava que a senhorita nota 1000 era tão… edificante. Mesmo pros padrões de hoje.

    E este post me pôs a imaginar: onde (e COMO) estará atualmente a Elvira? Se é que já não come grama pela raiz…

  7. Apok says:

    auehuaehuea
    mto bom o post Kido
    (Y)

  8. K-Max says:

    primeiróvisky?

  9. K-Max says:

    quem ai me ajuda a procurar um[a] tirinha/filme porno qualquer envolvendo a Jessica Rabbits?

  10. Nath says:

    A própria internet, e os computadores por tabela, mudaram pra cacete em pouquíssimo tempo. É essa mudança rápida que me permite confabular nostalgicamente sobre os “bons tempos” com outros sujeitos de meros vinte e poucos anos de idade como se fôssemos veteranos da Segunda Guerra Mundial.
    ___
    E permite também rombos maiores em nossos bolsos de tempo em tempo
    Aliás, achei esse post extreeeeeeeemamente interessante (:

    ___
    An Error Has Occurred!
    Sorry, registration is currently disabled.

    Oh!

  11. Dudu Maroja says:

    Kid seu tarado!!! No meu tempo isso resultava em porrada!!!

  12. mathx says:

    Pô Kid, acessar site da playboy à 56Kbps em 96/97? A minha experiência mais marcante dessa época foi baixar o Duke Nukem 3d (durante uma noite inteira, com meu pai) via FTP em um modem de 14.4.

    Ah, e era o demo, nem mesmo o jogo completo. De bônus vinha o demo do Terminal Velocity. Ô saudade… 🙁

  13. Jean Patrick Cima says:

    rsrs faltaram as menininhas dos Goonies.
    __
    An Error Has Occurred!

    ———————————
    Sorry, registration is currently disabled.
    ———————————

    Dá um jeito nesse fórum..

  14. Catito says:

    Tocar bronha pra mulheres virtuais, como Kasumi de Dead Or Alive ou a Mai Shiranui de The King Of Fighters é um caso a se pensar também.

  15. Nerd detected says:

    Megaman tem 20 anos.. completou ano passado 🙂

  16. marcus says:

    Até hoje devo a Mulher Nota 1000 minha definição de tamanho perfeito de seios: são aqueles que cabem direitinho na palma da mão.

  17. marcus says:

    Hahaha. A primeira observação para os comentários no teu blog foi escrita diretamente para a Tina =P

  18. Lucas says:

    Hahahaha, muito bom o post.

  19. Kid Ota says:

    Como ousa deixar de fora da lista um clássico como Porkys?

  20. Kid says:

    Eu pensei em Porky’s cara, mas NUNCA assisti mais que 10 minutos consecutivos do filme, de forma que eu nem lembro suficientemente das cenas de putaria pra descrever no post.

    Mas sem dúvida era um clássico da sacanagem softcore adolescente.

  21. M says:

    Quero um pc igual a daqueles muleques, iria clonar a Juliana Paes, vender as cópias e ficar rico…

    … isso sem contar que meu produto seria melhor do que a original, já que as páginas da playboy são melhoradas com Photoshop…

  22. raver_br says:

    Cara, lembro até hj da cena em que uma das salsichas escorregam entre as tetas da Elvira, eqto ela está dirigindo, de de modo que é dado um puta close nas tetas…Aquilo já era suficiente pra bater uma!

  23. raver_br says:

    Lendo agora os comentários: Eu tenho os dois Porkys, parece que existe um terceiro…Lembro que no dia que iria passar na globo, coincidia com a chegada do meu avô em casa, dae minha mãe ficou me enchendo, tipo ” vai assistir essa porcaria com seu avô aqui?”

  24. Nix says:

    Porra Kid, porque você não usa o embed do YouTube? Em todo post eu tenho que ir no código fonte pra poder assistir o vídeo, já que ele não abre…

    Já é um saco ter que vir aqui pra ler, porque no feed não tem os posts completos. -.-

  25. Shadow Fighter says:

    Ótimo post.
    Agora só falta o post das patricinhas intercambistas.

  26. HP says:

    LOL quem quer ver a lagoa azul é soh ligar a tv globo q a cada 2 meses passa dnovo!!
    aouidhsoiuadhiuashdiouhd
    bom post!

  27. Kid says:

    O feed está com posts completos desde ontem, e o embed do youtube não funciona comigo por algum motivo misterioso.

    De agora em diante incluirei o link junto.

  28. Nath says:

    Oh! Pobre Elvira (?).

    __
    Aliás, eu realmente gostaria de me registrar no fórum.
    Ele que não deixa.

  29. Nath says:

    Ah, consegui.

    Cool.

  30. Fabio says:

    Tudo bem que essas películas foram clássicos inspiradores em nossa pré-adolescencia, mas quem me mandava ir tomar um banho demorado mais cedo mesmo era a mulata Globeleza aparecendo todo dia e os desfiles das escolas de samba.
    Mas me arrependo até hoje de não ter visto aquela mulé que desfilou só com o corpo pintado de bandeira do Brasil (nem tapa sexo tinha). Me contaram que até tiraram ela do carro alegórico tamanha a sem-vergonhice da dita cuja.
    Caramba… peraí que vou tomar um banho.

  31. Fabrício says:

    puta merda vai escrever bíblia assim lá pelas tantas….. veje bem 3 ou 4 anos você não pegou o lionman… jiban…. não acredito depois reprisou na novata record… tem 20 e poucos anos não precisa ter inveja dos saudosistas não… vc pegou muita coisa engraçada!

  32. Ph00k4 says:

    Lagoa Azul passa na Globo, não no SBT.

  33. Eric says:

    Eu pensei em Porky’s cara, mas NUNCA assisti mais que 10 minutos consecutivos do filme

    Batia uma e desligava?

  34. Eric says:

    E pra quem tá afim de ver como a Elvira ficou um bagaço dá uma olhada aqui

  35. Tonho Marreta says:

    Batia uma bronha juvenil anos 80, lendo anúncio de calcinha do carrefour, geralmente cagando.

    Tática muito comum nos anos 80 era a do video cassete, dali viria surgir as redes p2p, vc colocava um video ligado no outro, e os pornozão se multiplicavam, alegrando jovens de 10 a 14 anos.

  36. Kid says:

    A Carol tirou o dia hoje pra ler os arquivos do HBD.

  37. Poserboy says:

    CATORZE anos?

    Quer dizer que eu corria o risco de ser preso?

  38. Mito da caverna says:

    A cena mais foda do Elvira é no final, quando ela dança e roda um peio pra cada lado..

    Quando chegar em casa procuro no youtube…

  39. Mito da caverna says:

    ACHEI..

    Isso sim é filme

    rel="nofollow">

  40. krusk says:

    elvira eh roots /;o

    comi varias vezes

    en pensamento =D

  41. Yoshio says:

    No japão a ped#filia já é um pouco mais liberal O.O
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Enjo_kosai
    e
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Lolicon

  42. Kid Ota says:

    Durante um bom tempo, Elvira foi o apelido de uma prima minha…

  43. Magistral texto, embora pudesse incluir mais alguns filmes -- acredito que no meio, o autor se cansou, já que escreveu pra caramba.
    Mas acho que o primeiro Porky’s merecia um espaço nesta lista, bem como o próprio Flashdance, com a morena Jennifer Beals dançando, rebolando e sacudindo “the cheeks” ao som de “She’s a maniac”.
    De qualquer maneira, espetacular o texto.

  44. Kid says:

    Eu deixei de mencionar Flashdance por pura preguica e ate admiti, e agora me arrependo porque foi outro classico do mesmo calibre.

  45. Kenshin Br says:

    “Se eu falar que eu achava que a vagina ficava um pouco abaixo do umbigo (tipo, bem na frente da virilha, ao invés de mais abaixo, entre as pernas), vocês acreditam?”

    Eu tinha essa idéia também.

    “e esconde-las na carteira, o único lugar insondável em toda a minha casa”

    Cheguei a fazer isso; mas descobriram. LOL.

  46. Elias says:

    Gostei muito do post e da lembraça da revista da Demillus.

  47. Aqualung says:

    Porra, a Tiazinha não tem silicone.

  48. Vixe says:

    Na verdade Sentai se refere aos grupos tipo Changeman, Flashman e cia.
    No geral costuma-se usar termo como liveaction ou Tokusatsu.
    A idéia do post foi boa, mas achei bem curta, pensei que ia mencionar mais comédias adolescentes, abertura de novela com mulheres peladas, cine privê na Band ou Coquetel, com o Mielle no SBT.

  49. Panfletos says:

    Nossa veio, lembro q na epoca, qdo chegavam propaganda em caixa d correio de luquidacoes tipo da pernambucanas, logo arrancava as paginas do setor d lingerie e corria pro banheiro, o epoca boa, soh q pensar jah ficava doido…

  50. Raptor says:

    Ei kid
    Da uma olhada nessa história de um usuário do outerspace

    http://forum.outerspace.ig.com.br/showpost.php?p=2624961&postcount=12

    acho que vale a pena publicar…

  51. K-Max says:

    Patricinhas agora? -cade

  52. required says:

    Vsf… 56kbps em 1996???
    vc era milhonario?

  53. Thiago says:

    Parei de ler aqui:

    E lá estamos os três, na frente do PC, com a página aberta, os peitos siliconados da Tiazinha em formato jpg ocupando uma generosa porção dos 800 x 600 da tela do computador , e os dois me perguntando SE EU TINHA ACESSADO O SITE.

    Naquela época Tiazinha não tinha silicone ainda.

  54. Jessica Rabbit a gostosa dos desenhos agora é real! | Anderssauro.com says:

    […] Postado por Anderssauro em 26 de April de 2008 “Jessica Rabbit era basicamente o motivo pelo qual qualquer homem com idade acima do recomendado por uma embalagem de caixa de LEGO assistiu aquele filme.” kid […]

  55. Pri says:

    Estou enviando este e-mail para demosntrar a minha indignação com o novo comercial da Demillus. Numa época em que tantas campanhas estão sendo anunciadas contra a pornografia e exibição da mulher como instrumento sexual, uma empresa tão conceituada, com produtos direcionados para o público feminino, faz uma campanha de tão baixa qualidade e apelativa.

    Estou decepcionada e acho que faltou criatividade para o responsável do setor de marketing, quando não existe mais criativiodade apela-se para a pornografia ( pornografia é tudo que relacionada o corpo da mulher com o desejo sexual).

    Sou a favor da campanha: quem patrocina a baixaria é contra a cidadania.

    Nunca mais compro nenhuma peça de roupa da Demillus e faço questão de divulgar esta minha opinião para amigas. Espero que o público masculino comece a usar calcinha e soutien, pois esta propaganda foi direcionada a eles.

    Atenciosamente,
    Pri

  56. julios says:

    eu so queria ve desenhos transando 🙁 alguem me pase um linkin

  57. Darciso Lemos says:

    …”Se eu falar que eu achava que a vagina ficava um pouco abaixo do umbigo (tipo, bem na frente da virilha, ao invés de mais abaixo, entre as pernas), vocês acreditam?” Sim KID! Eu acredito!!! Pois também acreditava na mesma coisa! kkkkkkkkkkk

  58. cardoso says:

    ”Se eu falar que eu achava que a vagina ficava um pouco abaixo do umbigo (tipo, bem na frente da virilha, ao invés de mais abaixo, entre as pernas), vocês acreditam?”

    Depois que você traduziu isso aposto que a loura falou “that explains a lot…”

  59. Daniduc says:

    Catorze anos? A Brooke Shield tava fazendo softcore aos DOZE anos, num filme que faz papel de prostituta (com DOZE f***ing anos!) e sem dublê de corpo, amigo. Procura por Pretty Baby. Ta, pronto, esse: http://en.wikipedia.org/wiki/Pretty_Baby_(film) Pretty Baby owna a Lagoa Azul de longe em termos de mandar marmanjo pro inferno por pedofilia disfarçada.

  60. fernando says:

    parabens pelo conteudo do seu site ,muito bom mesmo, vista o meu
    ttp://manual.do.adolescente.zip.net/

  61. @gustavopereira says:

    kkkkk hoje em dia é tudo mais fácil. HAHAHAHA

  62. Felipe says:

    Minha cabeca EXPLODIU agora… Tem um comentario do @cardoso nesse post! Vcs ja foram amigos um dia?! kkkkkk

  63. Eduardo says:

    Rá, o último é um clássico kkkkkkkkk

  64. sol says:

    Lagoa azul ainda passa até hoje na sessão da tarde da globo! Uma vez por ano.