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Surra de Mangueira

Postado em 3 October 2009 Escrito por Izzy Nobre 194 Comentários

Eu estava passeando pelo Market Mall, o shopping favorito da minha patota graças a localização geográfica conveniente, quando vi uma cena pitoresca que me fez pensar duas – não, três – vezes antes de por uma criança neste mundo miserável.


Quanto mais eu olho pra essa foto, mais tenho vontade de enfiar o pé na cara desse moleque

Na frente de uma loja de videogames, uma mulher literalmente arrastava pelo chão uma criança (presumivelmente, sua prole) que estribuchava, berrava e tentava se apoiar em qualquer objeto que estivesse ao seu alcance, pra oferecer resistência contra o caminhar da mãe.

Já ouvi falar que filhos são um peso que você tem que carregar por anos, e com muito divertimento eu vi que naquele exato instante, essa expressão não era figurativa nem exagerada.

Jamais saberei a série de eventos que culminou naquela cena, mas ao menos fui abençoado o bastante pra estar lá e testemunhar a coisa. A mãe continuava a marcha inexorável, arrastando o moleque pelo braço com uma pegada tão severa que eu imaginei que a mão do infeliz estaria ficando roxa.

Me virei pra noiva e falei “vocês gringos inventaram essa história de ‘abuso contra menores’ e taí o resultado, a molecada cresce sem aquele saudável medo dos pais e toca o terror quando seus desejos mais imbecis não são prontamente atendidos”.

Minha querida canadense protestou e argumentou que ela, assim como suas irmãs, apanharam bastante quando mais novas – ou seja, certamente minha análise dos hábitos paternos canadenses era equivocada.

Lancei um olhar cético, e loirinha insistiu que em sua casa a chibata comia. Dei uma risadinha bem arrogante (como se o que eu estava prestes a falar fosse algo digno de orgulho) e falei em tom confiante que DUVIDAVA que ela tivesse experimentado a fúria paterna tanto quanto eu. “Meu amor”, eu disse em inglês com prepotência quase teatral, “em minha casa o cacete descia frequentemente, e em intensidade máxima, por mínima provocação. O calibre das surras que meu pai aplicava em mim é algo que sua delicada cutis canadense só conhece por fábulas”.

“Não exagera, vai! Era tão ruim assim?”

“Por algum acaso já te contei sobre o dia em que meu pai me bateu com uma mangueira de jardim?”

“LOLWUT? Estás de putaria, certamente”.

“Nope. Aconteceu mesmo. Foi o seguinte…”

Era o ano 2000. Eu tinha 15 anos, e estava prestes a terminar o ensino médio e embarcar numa jornada universitária que foi simultaneamente insatisfatória e fútil (eu acabei detestando meu curso, e dali a três anos eu estaria dando adeus ao solo nacional de qualquer forma. Entrar na faculdade foi puramente inútil, ainda bem que foi de graça).

Em algum momento da minha infância, meus pais decidiram adquirir uma cama dágua. Essa relíquia cafona dos anos 70 (pelo menos como camas dágua são vistas aqui fora) era considerado um item de luxo no Brasil.

Por causa do clima ártico aqui do extremo norte canadense, uma cama dágua implica num grande problema logístico – sem um poderoso sistema de aquecimento, dormir numa cama dágua durante o inverno não seria muito diferente de dormir em cima de um cubo de gelo.

Já no Brasil (especialmente, no Ceará) esse “problema” se tornava uma vantagem desejada, pois a cama dágua removia a necessidade de um ar-condicionado no quarto dos donos. E há a possível vantagem nas modalidades sexuais, que é algo que eu não quero especular já que estamos falando dos meus pais afinal de contas.

A grande desvantagem da cama dágua é a mão-de-obra requerida durante mudanças. Você tinha que drenar o colchão (o que demorava um bocado), desmontar a cama – que tinha uma estrutura bem diferenciada, especialmente projetada pra aguentar as centenas de quilos/litros do colchão -, montar tudo de novo na nova casa e encher o colchão novamente. Era uma chateação.

E a história que eu estou prestes a contar aconteceu durante uma dessas operações.

Então, era o ano 2000, e nós tínhamos nos mudado pra São Luís, no Maranhão. Não consigo lembrar se o outro personagem na história era meu irmão ou um amigo, então vou supor que era meu irmão.

Meu pai, tendo provavelmente coisas mais importantes pra fazer, sempre delegava a mim a missão de monitorar o enchimento do colchão. E eu, aproveitando os últimos anos que eu ainda tinha algum tipo de controle sobre meus irmãos caçulas, ordenava ao meu irmão que me fizesse compania.

Após desafiar o moleque a beber a água do colchão (ele não bebeu), comecei a vadiar fingindo que ia me jogar na cama. O moleque se desesperava, sabendo que qualquer pressão aplicada no colchão naquele momento faria a água transbordar pelo buraquinho onde a mangueira havia sido precariamente encaixada. Eu ria e continuava a brincadeira.

Eis que no meio dessa traquinagem eu perdi o equilíbrio e acabei realmente caindo em cima da cama. A pressão ejetou a mangueira, além de ejacular uma torre de água do buraquinho lá. A água caiu por cima do colchão, encharcando a colcha da cama, o chão, as paredes, tudo. Na melhor das hipótesas eu tinha retardado o processo de enchimento do colchão em umas duas horas.

Eu mal havia me levantado do colchão, todo encharcado, quando vi que meu pai estava na porta do quarto, me olhando com a expressão mais WHAT THE FUCK que já vi no rosto dele.

Naquele momento eu sabia que iria apanhar. Me levantei da cama desajeitadamente, pensando na melhor forma como me desculpar, quando vi meu pai se inclinando pra apanhar a mangueira.

Pensei inicialmente que ele estava fazendo aquilo pra impedir que a água molhasse mais ainda o chão do quarto dele. Quando ele empunhou a mangueira na minha direção, vi que eu estava profundamente enganado.

Corri pro canto do quarto futilmente. Meu pai sentou-me uma porrada nas pernas com a mangueira, que simultaneamente castigava minha pele E molhada ainda mais o quarto do véio. Em sua fúria ele nem pensou em fechar a torneira antes.

Duas ou três porradas mais tarde ele notou que estava esmerdalhando a situação mais ainda ao me bater com a mangueira ligada – já devia ter água até no teto naquela altura do campeonato -, e a surra acabou.

Escrevi este texto inteiro com um grande sorriso no rosto. Quem diabos pode dizer que já apanhou de MANGUEIRA LIGADA?

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comments

Categorias: Minha infância

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

194 Comentários \o/

  1. Ricardo says:

    Eu já apanhei de diversos modelos de cintos e chinelos, mas não me lembro se mangueiras entram na lista…

  2. Haiiro says:

    PRIMEIRÃO?

    Esperava mais detalhes ou alguma coisa mais “OMGWTF” do texto, mas foi legal

  3. PF says:

    Meu véio é PM, portanto me batia como se eu fosse um meliante. Só voleio na nuca e soco no coração…

  4. /diego says:

    24 anos hein?!?

  5. tiophio says:

    Acontece.

  6. Dani says:

    Putz, só eu que nunca fui surrada desse jeito? Minha mãe só me batia com a mão, e mesmo assim muito raramente. Eu nunca apanhei de nenhuma dessas coisas loucas aí. E olha que eu era o capeta em forma de criança. Só pra ter noção, eu era uma menininha tão ruim que, quando meu irmão mais velho arrumava confusão, ele me chamava pra bater nos moleques pra ele.
    Hoje em dia minha mãe diz que nunca me deu surra porque só se bate em criança com a mão, que é pra castigar sem machucar. Coisas de pais modernos? Sei lá, minha mãe tem 51.
    Enfim, ótimo post, ri litros!

  7. Edu says:

    Mangueira ligada, nunca. Mas diz aí quem já apanhou da própria mãe COM UMA FACA? Eu tava pentelhando enquanto ela cortava carne pro almoço, ela só virou a faca de lado e me deu uma senhora porrada nas costas da mão. Fora as vassouradas, mordidas (yes, mordidas, geralmente na mão, quando eu quebrava alguma coisa) e os puxões de cabelo.

  8. Viata says:

    Já levei uma surra do meu pai que chegou a quebrar minha clavícula. Minha mãe já me deixo todo marcado de mordidas. Sem contar surras com varios objetos =)

  9. Tyara says:

    Levei surra uma vez de mangueira de máquina de lavar louça. Aquelas pretas, compridas de borracha. Isso tudo só por que eu agredi uma professora. Eu tinha 9 anos.

  10. Ellison says:

    Isso me lembrou dos episódios de Havaiana de PAU! haehahehae (NÃO FUI EU NÃO PAI!!)

  11. Everton says:

    Nada vence a surra de Galho de Goiabeira.

  12. Gabriel says:

    Post “troféu de merda”. Excelente. 😛

  13. Diogo Mendonça says:

    Cara, eu NUNCA apanhei do meu pai. Lembro de ter tomado umas duas ou três chineladas da minha mãe, mas nada que deixasse marcas. Sério, eu não acho que autoridade se ganha só com porrada. Mas, sem dúvidas, é uma das opções.

  14. Ta ai é um fato… a maioria dos meu amigos de hoje que considero gente boa apanhou quando era pequeno…
    Apanhar da a criança uma noção de fisica e matematica antes que ela saiba o que é isto, ela aprende:

    Causa e Efeito: Se você faz merda vai ouvir a cinta cantando pro seu lado.
    Propriedades de materiais: Apanhar de moleton é mais agradavel do que de sunga por exemplo.
    Proporção: A força aplicada contra seu lombo é proporcional a ao tamanho da merda que você fez ( a mangueirada deve ter sido de proporção épica)
    Razão: Ela tá sempre com quem tem o cinto na mão.

    e nada haver com matematica mas a criança aprende uma regra deste mundo o famoso DDD, Don’t Do Drugs.

  15. Googla says:

    Eu já apanhei de colher de pau da feijoada. E depois ainda tive que procurar a colher de pau que tinha sumido durante a surra.

  16. Carol says:

    Nunca levei surra de mangueira não. Até mesmo pq as mulheres tem comportamentos um pouco mais calmo que os homens ;).

    PS.: Ninguém LÊ os itens do “Antes de postar um comentário…”?

  17. Gley Riviery says:

    Diz aí, garotão: essa foi a melhor maneira que tu arrumou pra dizer que terminou o 2o. grau com 15 anos?

    Grande post, nunca apanhei, mas acompanhei o sofrimento dos meus primos, que apanhavam até com perna de mesa. Espancamento FTW.

    Ah, e muda lá no texto que o certo é “estrebuchou”.

  18. Ralf says:

    Ja apanhei de fio de televisão…

    eu lembro que eu apanhava todo dia, sempre que eu fazia uma merda, meu pai contava 1…ai eu fazia outra, ele contava 2… no fim do dia ja tinham umas 8 ou 9…e ele me dava a quantidade de cintadas.

    eu lembro também que uma vez eu sabia que eu ia apanhar e coloquei um monte de cueca por baixo das calças.

    meu pai chegou com o cinto pra me bater e eu achando que nao ia doer nada.

    mas como meu pai nao e burro nem nada, ele foi seco nas pernas…
    ai so dava o berreiro da criança!…

    auheuahe

  19. Renato Filho says:

    Porra, o pessoal aqui sofreu quando criança né.

    Eu não me lembro de ter tomado nenhuma surra feia, até porque quando fazia algo de errado já saia correndo como se não houvesse o amanhã e não tinha filho de Deus que me pegava.

    ABS

  20. Richarlysson says:

    Gente, nunca esqueco a surra que meu pai me deu uma vez.

    Ele nao gostou da amizade que fiz com um amiguinho de escola…

    Cheguei em casa ele me jogou no chao, e comecou a me bater com a cadeira da sala (aquelas da Kaiser, de boteco).
    O pior eh que comecei a gostar. E o velho foi ficando cada vez mais bravo.

    Pegou minha cabeca, colocou encostada no batente da porta e ficou abrindo e fechando a porta, batendo em minha cabeca durante uns 3 minutos.

    Como eu ainda estava rindo, meu pai me pendurou no lustre da sala e me usou de saco de areia (ele lutava boxe).

    Gracas a essa surra do meu pai, hoje me tornei o que sou. Um jogador de sucesso em um grande clube. E meu amigo ainda frequenta minha casa, dia sim, dia nao. (Oi Ronaldo!!!)

    Beijos, Richarlysson

  21. overcoked says:

    companhia

  22. edusp says:

    Já levei cada surra homérica. O clássico cinto de couro, chinelo, tamanco de madeira (esse dói). Ouvi falar de rabo de tatu mas nunca vi, acho que era só pra assustar as crianças na época, tipo lenda urbana.

    Nego que nunca apanhou dos pais, toma cada voadora da vida hihihi…

  23. @Renato Filho

    Quando fui tentar fazer isto descobri que os chinelos da minha mãe eram teleguiados e sempre acertavam minha cabeça…

  24. Cristianne says:

    Sinceramente? Surras não fazem bem mesmo, mas uma palmada bem dada na hora certa não tem preço. Corte de alguns prazeres infantis tb não têm preço.

    Mas hoje em dia não se pode corrigir os erros das crianças e está aí o resultado. Adultos quase marginais e burros, doutores semi analfabetos.

  25. xraul says:

    Peraí, tu terminou o 3o colegial com 15 anos?

    Bastante incomum.

  26. Mateus says:

    Alguém aí já levou soco na cara? o/
    Chute enquanto estava deitado na cama? o/

    Mas essa fase acabou rápido… de quatro filhos, só eu cheguei a apanhar. Por isso que meus irmãos são uns fudidos…

  27. Estéfano says:

    cara, esse post me fez lembrar muito das minha peripécias de infância, e das surras que eu tomei, haha, ótimo pra começar a semana =D

  28. Renato Filho says:

    @RicoCorreiaUP: LOL, e aí que entrava a técnica Bullet-time e me salvava das chineladas.

    @Richarlysson: Melhor comentário ever!

  29. Uma vez eu tomei um tapa, meu pai chorou na sequencia de arrependimento 😛

  30. Ja minha mae era de cabo de vassoura pra cima =|

  31. PF says:

    Lembrei de um amigo meu, cuja mãe mandava ele mesmo buscar um cipó pra ela bater nele!

    E se ele buscasse um cipó fraco, ela batia com este e mandava ele buscar outro!

  32. Ah essas crianças de hoje… Toda vez que vou no shopping/cinema/mercado/qualquer bosta eu vejo um ser diminuto dando escândalo, gritando, esperneando, se jogando no chão, arrancando os cabelos ou até mesmo batendo (sim, batendo) nos seus respectivos progenitores.

    A minha vontade é exatamente igual ao do Kid ao ver a foto do moleque acima.

    Sou filho único e minha mãe sempre me deu tudo que eu queria dentro das possibilidades dela. Eu era um garoto muito tranquilo, não fazia grandes bagunças e talz… mas sempre fui muito exigido nos estudos. Bastava algo não muito bom que a porrada comia.

    Minha mãe me conta uma história que quando eu tinha meus 2 anos de idade eu chutei o tornozelo de uma funcionária do trabalho dela (LOL). Segundo ela, foram umas 3 pancadas ali mesmo e depois mais várias na sala dela. Não me lembro desse ocorrido, claro, mas agradeço muito a ela por isso.

    E quando eu tiver meu filho, será tratado exatamente dessa forma. E se vier algum maldito me criticar, vou rir da cara do sujeito.

  33. Não fiz minha lista.

    -Espada de São Jorge (a planta.
    -Cinto com a parte de Couro.
    -Cinto com a Fivela.
    -Chinelo
    -Fio do radio
    -Meu próprios brinquedos (bonecos falcon são projeteis fantásticos

    Mas sinceramente acho que mereci a maioria…se meus filhos forem igua eu fui…eu to fodido!

  34. Edu says:

    Tinha aquela espadinha do He-Man, amarela, de plástico e tal. Instrumento favorito da minha mãe, que me batia com aquilo sempre nas pernas. Trauma feelings.

  35. PUTONA DE VERMELHO says:

    haha

    grande merda fi

    ja apanhei ate da pqp!
    ja apanhei de: havaiana, raiz de mato, borracha de carro, borracha de estilingue, vassoura, lateral do facao, mangueira

    e um monte de desgraça que nem eu me lembro. tanto é q qndo cresci, enfrentei ele e danei o cassete.

    • NOOO says:

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk eu ja apanhei de fio de cobre e cabo de aço de serve de consolo

  36. PUTONA DE VERMELHO says:

    PS: primeirao porra!

  37. Kayaphas says:

    então eu lembrei da vez que vi minha mãe lançando uma cadeira, de metal, dobravel, na minha direção…

  38. Tota says:

    Carái! De mangueira(ainda mais LIGADA) eu nunca apanhei, mas uma vez eu apanhei de cinta, logo depois de ter saído do banho, ainda molhado e com o “couro” quente. Doeu pra caralho. Ainda mais as que acertavam no peito e nos ombros. =P

  39. Rafael Ramos says:

    LOL
    Mas fala sério, tu curtiu a “mangueirada” né?

    asuhdusahd
    []’s

  40. Ivo Solano says:

    Já apanhei de mangueira (desligada) e de outros artefatos que meu pai improvisava na hora, como por exemplo o fio do ferro de passar roupa, que ele gentilmente arrancou como se estivesse tirando um canudo de um copo vazio. Em dias mais ensolarados e felizes eu apanhava de cinto (com o lado da fivela).
    E eu não condeno meu pai. Se ele não tivesse feito isso com certeza hoje eu era o pior meliante de Teresina. Pena que hoje as crianças são feitas de açúcar e tentem a morrer se a gente bater com algo mais rígido do que uma garrafa pet vazia.

  41. Samuel says:

    LOL eu nunca apanhei feio assim, no máximo uns tapinha, meus pais eram mais de por de castigo. Agora eu me lembro de um vizinho que eu tive que apanhava de tudo que vinha pela frente e recentemente eu fiquei sabendo que ele ta preso por retalhar um cara com um facão O.O

  42. RT: O dia em que tomei uma surra de MANGUEIRA http://bit.ly/9fnZU (via @izzynobre) // Mais um post do HBD =D

  43. Saggittarius @geison erdmann says:

    hahahahaha

    mereceu apanhar

    mas ae, concordo com o que vc falou, essa molecada de hoje (e nao só fora do BR) ta apanhando mto pouco…

    dizem que nao precisa ter medo, tem que ter respeito, mas ja que ser respeitado ta foda, então mete medo na peste

    pq falta de “repressão”, ou melhor dizendo, limites, é o que causa a marginalia no futuro, e nao a porra dos games que os dotô insiste em dizer que são os causadores do terrorismo nos cinemas, escolas e bla bla bla

    ferro neles 😛

  44. RT @izzynobre: O dia em que tomei uma surra de MANGUEIRA http://bit.ly/9fnZU (RT for the lulz)

  45. Bom, eu so´ apanhei 2 vezes na vida, 1 de meu pai, com um galho de goiabeira, e outra de minha mae, com bainha de facao (da medo so´ de lembrar).
    A meu ver, e´ melhor fazer uma puniçao restringindo algo ou obrigando a algo do que uma surra, pois surra nao educa nada.

  46. Victor says:

    Nunca apanhei nem nunca fiz ser necessário, bastava um berro do meu pai (e não me lembro de tantos assim) pra eu me borrar todo e não querer repetir mais o ocorrido.

  47. Filipetremere says:

    @PF:

    Meu véio é PM, portanto me batia como se eu fosse um meliante. Só voleio na nuca e soco no coração…

    /elri

    Cara, eu lembro de uma vez que eu levei UMA porrada com uma madeira de cama antiga, bem sólida, que chegou a fazer um barulho estranho no meu joelho.
    Outra vez foi quando apanhei de cinta porque um menino bateu em mim, eu sentei a mão no guri, e foi chamar a mãe, que reclamou com meu pai, que sentou a mão em mim. VDM

  48. Reinaldo says:

    meu pai já me tacou uma pedrada =/

  49. @pxds says:

    heiueahuihaeuha vão por um brinquedo novo no beach park: surra aquatica.

  50. Fenyang says:

    Só pra constar, colchão d’agua é até popular em países de clima frio, principalmente devido ao fato de se poder aquecer a agua desse colchão. Como agua demora a esfriar a idéia é aquecer durante o dia, quando o preco da eletricidade tende a ser mais baixo (só relevante para empresas que oferecem esse plano com smart meters) e a noite, além de aquecer quem esta dormindo, radia o calor pelo quarto, reduzindo também o custo de aquecimento do ambiente.
    No mais, o custo da cama é bem elevado mesmo.

  51. lucas says:

    Já levei cada surra homérica. O clássico cinto de couro, chinelo, tamanco de madeira (esse dói). Ouvi falar de rabo de tatu mas nunca vi, acho que era só
    pra assustar as crianças na época, tipo lenda urbana.

    isso existe sim, meu vizinho tinha. Já usei o tal rabo de tatu que ficava pindurado atrás da porta da cozinha dele para brigar com ele mesmo. Ou seja, ele já deve ter levado uma da mãe com aquele negócio e uma bordoada minha também 😛

  52. K2 says:

    Minha vizinha uma vez me bateu com um pano de prato. o_O

  53. m4kin says:

    ja apanhei de tudo que é coisa tb!

    inclusive de mangueira ligada quando eu na missao de lavar o carro acabei jogando agua na minha prima e qdo ela saiu da frente foi numa vizinha q passava na rua q prontamente falou para meus pais oq eu havia feito… e o resultado é isso…

  54. moonnight says:

    Finalmente os bons e velhos textos estão de volta. MUITO BOM KID.

  55. Keiju says:

    Aliás, tenho 15 anos e vou fazer supletivo ano que vem pra ir pro ensino médio(to na 7ª série porque reprovei, vou pular o ano perdido =D), e tu, vagabundo do jeito que é terminou o ensino médio com isso?

    vergonha

  56. monica says:

    Meu pai nunca me bateu..mas sempre que eu fazia uma traquinagem ele falava: “A sua batata esta assando, e o dia que eu ti pegar..”
    Ficava com tanto medo de ficar parecida com o Rocky Balboa q nunca perguntei como estava a situação da minha batata..

  57. Logan says:

    ROFL!
    Muito bom mesmo, deve ter quase morrido. Quando meu pai queria me bater eu me trancava no quarto até ele acalmar, ou não.

  58. Por que continuam escrevendo “primeirão”?

  59. HUAHAUHUAAUH, voleio na nuca foi foda, HAUHUAHUAHAUH.

  60. André says:

    terminou mesmo o 3º ano do E.M. com 15 anos?

  61. Werneck says:

    aaoshsao, eu apanhava muito quando era menor -- hoje não mais -, mas nunca de mangueira.

  62. @Cassiano says:

    Minha mãe já queboru um copo de liquidificador na minha cabeça e meu pai já deu 2 tiros na porta do meu quarto..

    É, eu era um garoto mau..

  63. NeO says:

    Antena de Rádio de carro é o canal, deixa cada vergão!

  64. Raph4 says:

    Mangueira ligada nunca apanhei, meu pai não era tão..[ofensa suprimida por broderagem :P]
    Não, mas sério, com a mangeira ligada deve doer bem menos..
    Mangueira que chega a ficar molinha, o dia todo largada no sol é que é bom hahaha
    Já apanhei um bocado 🙁

    Claro, não me arrependo das besteiras e muito menos culpo a minha mãe/pai (sim, lá em casa era revezamento) -- talvez eu até merecesse ter apanhado um pouco mais 😀

  65. Leone says:

    Essa de mangueira vai virar
    um clássico como a
    havaiana de pau

  66. Thay says:

    hahahaha…
    minha mãe tinha 2 chicotes, e me batia com aquilo. um deles tinha 3 tiras de couro com 1 metro cada, aquele doía. =/

  67. James says:

    @Fenyang:

    Chega de tentar fazer sentido. Para o dono desse blog tudo o que tem aqui e ele não viu lá fora é porque é um “lixo inferior de terceiro mundo”.

    Tirando ele próprio, claro.

  68. Xong Lee says:

    Então você é a maior prova que apanhar não adianta nada… continuou fazendo merda vida a fora… heheh

  69. Thito says:

    Havaianas, RIDER AQUELES de 3kg cada, vara de marmelo, cinto, mão , isso era constante, eu e meu irmão eramos uns capetas. Mas acho que o pior foi qdo eu e meu irmão resolvemos fazer um bolo pouco convencional.
    Ingredientes:
    meio rolo de Papel Higiênico
    1 pacote Café
    1/2 duzia de Ovos
    1 litro de Água
    Alguns Cuspes

    Modo de Preparo;
    Mistura tudo, e qdo cair no carpet do Quarto, junta e poe te novo na mistura.

    Qdo minha mãe Viu isso pqp, arrebentou eu e meu irmão juntos, e ainda insatisfeita resolveu fazer a gente BEBER aquilo.
    😀 Melhor castigo ever. Acha que aprontei dessas de novo? Nunca! isso que ta faltando pra essa criançada sem educação que existe por aí, umas boas Porradas não fazem mal algum, ao contrário faz bem!

  70. d_ab says:

    @PF =D Tow chorando de rir com teus comentários, só imaginando as cenas.

  71. Tatiana says:

    Diz a lenda que meus primos apanhavam de fio desencapado!!!

    Eu apanhei de chinelo (todos), cinto e a tradicional palmada. -- de ambos, pai e mãe. Acho que a última surra eu tinha uns 15 anos e levei uns tapas na cara da minha mãe.

    Mas sinceramente, não tem coisa pior no mundo que criança mimada e sem limites. E tem horas que conversar, com uma criança, simplesmente não resolve. Não sou a favor de destruir a criança na porrada, mas umas palmadas já dão conta do recado. ou não. :p

  72. henriquephil says:

    controle de SNES ftw!

  73. y!u says:

    HAHA! “COMPANIA”!

  74. Fivio says:

    Apanhar de sandalia Rider do PAI era a pior coisa que poderia me acontecer 🙁

  75. Guilherme Santos says:

    RT @izzynobre: O dia em que tomei uma surra de MANGUEIRA http://bit.ly/9fnZU (RT for the lulz)

  76. Leandro says:

    De acordo com fontes fidedignas as Patricinhas Intercambistas Escrotas já apanharam de mangueira ligada.
    Só que a água (segundo elas) estava um pouco ‘salgada’….

  77. Leandro Travaglia says:

    Auahuehauehaueh… muito boa !!! Apanhei menos q minha irmã e meu irmão, mais velhos, mas mesmo assim o couro comia…. pimenta na boca era uma opção bastante usada pela minha mãe tb…. hehehehe.

  78. Darox says:

    hahaha normal apanhei de:
    -fio de antena (por ter desrosqueado o fio da tv do laboratório de prótese do meu pai, por vingança de eu ter brigado com a minha irmã que comeu uma caixa inteira de bombom em minutos e não deixou pra mim)
    -chinelo de couro (por não permitir que minha irmã praticasse ginástica olímpica no apartamento, essas ocorriam umas 4 vezes por mês)
    -cinta (depois de 3 pancadas minha mãe percebeu que era a fivela me atingindo e mudou de lado, por eu gostar de infernizar minha irmã)
    -corrente nas pernas (por meu pai não estar num dia de bom humor)
    -ripa de estrado de cama (por ter quebrado a cama pulando nela)
    eu não era nenhum capeta e hoje sou um homem direito e nenhuma dessas surras contribuiu pra isso, apenas me deixaram exemplos do que nunca farei com meus filhos com o intuito de se obter respeito.

    • Isis says:

      Penso a mesma coisa. Tenho o corpo coberto de cicatrizes e marcas de surras que eu não tenho a minima idéia de porquê aconteceram. Bater em criança é simplesmente ridiculo e eu so consigo ficar triste pelos filhos dessas pessoas que pensam que isso é normal.

  79. Pedro says:

    Vocês se orgulham de terem apanhado.

    Foda

  80. Darox says:

    ah do meu avô e sua varinha de guiné quando tentei fazer barra com o suporte de acrílico do toalha, ele esperou eu sair do banho e deu umas 3 tipo o Zorro fazendo o Z e ficaram umas 2 lombadas de vergão nas pernas. Na época achei legal quando minha irmã levou uma surra de tênis até se urinar por ter chamado meu pai de burro.

  81. CCCC says:

    Kid viado vai morrer com uma mangueira aberta entalada no orifício anal.

  82. Quase nunca apanhei, sou uma baitolinha mesmo. Quase todas as minhas traquinagens meus pais nem ficaram sabendo.

  83. Rafa says:

    Lembro-me bem quando apanhava de cinta,Chinelo(aqueles pretos do bad boy), tamanco e vara(isso quando minha orelha não se deslocava por pouco), bons tempos.(???)

  84. Artur says:

    Ficou inspirado nesse FDS, Kid? Continue assim, vagabundo, pelo menos durante os fins de semana.

  85. Meu pai já bateu centenas de vezes com os os punhos, mas toda vez usava algum objeto, era frustrado pelo fato que eu já era calejado pelas surras normais, e acabava que os objetos quebravam antes de eu chorar. Uma vez a colher de pau que ele usou ficou grudada na minha cabeça. HAHAA!!!

  86. alpha says:

    hahahahahahahahaha. cara uma vez eu “tomei um rasante”. meu pai eh do sertão e esse povo naum tem lah uma educação suiça e teve uma vez que eu ia pra praia com um bodyboard que meu pai odiava pq isso era “coisa de vagabundo, maconheiro”. eu tava ajeitando a prancha e do nada ele pula em direção a mim puxa o cinto das calças, segura pela parte do couro e “ruma” a FIVELA que passuo a nanometros da ponta do meu nariz e eu estava taum adrenalizado que podeira jurar que estava ma matrix pq eu vi a cena emio lenta que chegou a ser ineskecivel. o que o medo naum faz?

  87. eNDh says:

    O senhor meu pai, me deu um soco no ombro certa vez, que o quebrou em varios lugares, me impossibilitando hj de carregar coisas pesadas. ou tirar uma bronha….

  88. xxxduxxx says:

    A varinha de marmelo tem +2 de intimidacao e causa +4 de dano agravado.
    e alem de tudo nao da pra por a mao na frente pra atenuar o efeito, como eu fazia quando era chinelada.

  89. xxxduxxx says:

    E nao tem coisa pior do que aquela “estralada” que a orelha produzia na sua cabeca quando torcida ao maximo…

  90. nicksomente says:

    ri alto, mas seus pais nunca te jogaram um circulador, então eu ainda posso me “vangloriar” e dizer quem mais tomou uma “circuladorada” do pai? xD

  91. Elis says:

    HUAHAUAHUAHUAHU, realmente eu nunca apanhei de mangueirra ligada, lolz

  92. Mariana says:

    Realmente, eu nunca apanhei de mangueira ligada. As surras que levei sempre foram oldschool, tipo chinelo, cinta e na mão mesmo. Meu pai era bizarramente forte e grande, por isso só usava a mão pra distribuir tapas. No único dia que ele usou a cinta, fui pra escola de calça comprida por uma semana. Eu mereci.

  93. DaredevilBR says:

    Eu só apanhei de Espada de São Jorge (planta)… doi nada huahuauh

  94. n00bz0rd says:

    Já apanhei com uma escova de cabelo e com o controle do meu SNES, mas graças à Deus, nunca com uma mangueira.

  95. lol says:

    Vou te falar que surra de pais geralmente doem muito mais do que pancadaria de adultos. Eu pelo menos acho que apanhar com objetos concussivos tipo taco de baseball e afins é beeeem menos dolorido do que tomar uma varada de marmelo/fio elétrico nas costas.

  96. Eurritimia says:

    Eu li o texto de um jeito tão lesado que eu achei que a namorada do Kid que tivesse levado porrada, não ele… Eu precisei ler “…já no Brasil” pra me dar conta de que não era ela a protagonista da história… 😮

  97. Renan says:

    hahaha ja ouviu falar na espada de são jorge? ESSA DÓI!

  98. Rafael says:

    Alguém aí ja apanhou com uma escova de sapato? O pior era a minha corôa pedia eu pra estirar a mão caso elas continuassem fechadas ela batia assim mesmo em cima do osso do dedo e tudo, dói pacas, CASSILDS!

  99. Rafael says:

    pedia eu foi foda ;P

  100. Lucas says:

    Por isso que a geração de hoje é toda errada, só tomaram porrada, caralho.

  101. Marcelo "J.J." Machado says:

    Ganhei da maioria daqui. Como eu tinha (tenho) bronquite era razoavelmente calmo, sem grandes surras. Mas quando virei adolescente e tive que lidar com a tríade Madrasta, Mãe da Madrasta e Irmãs do segundo casamento, a coisa mudou de figura.

    Uma vez levei um surra de punho fechado do meu pai que me arrancou sangue da boca. Nenhum dente quebrado, mas deu pra cuspir umas hemoglobinas.

  102. Séfora says:

    AHAHAHAHHA! Eu nunca apanhei de mangueira mas já bati um dia nas minhas coleguinhas com a mangueira ligada. Eu devia ter uns 6 anos e estávamos brincando com um joguinho de chá de plástico que eu havia acabado de ganhar, quando uma coleguinha quebrou uma xícara só de sacanagem (pelo menos foi o que eu pensei na hora). Eu fiquei muito irada e as outras coleguinhas começaram a rir.Não tive dúvidas, peguei a mangueira (com a qual estavamos enchendo as xicrinhas) e desci no lombo das menininhas que saíram gritando apavoradas e foram proibidas pelas mães durante dias de brincar “com aquela louca”.

  103. Markim says:

    Eu tenho a vaga lembrança de que já apanhei de mangueira, mas não tenho toda certeza.

    Muito bom o blog Kid parabéns ganhou um leitor.

    Abraços.

  104. Juan says:

    aposto q ninguém aki apanhou de lightsaber, é lightsaber force fx master replicas q quebrou com as surras … sinto falta dele

  105. rodrigo says:

    Nunca apanhei de mangueira ligada mas já de cinto de borracha. Foi foda. Uma vez também joguei um cortador de pizza (daqueles arrendondados) na mesa, estava puto com algo, e prontamente minha mãe jogou de volta na minha direção. O resultado foi um corte na àrea superior do pulso que só fechou com 7 pontos.

  106. Danilo Melo says:

    Meu pai nunca me bateu… em compensação mamãe quebrou um daqueles rolinhos de fechar pastel na minha cabeça, arremessando-o a uma distancia de 10 metros. No inicio da minha puberdade ela me deu uma chinelada no saco aonde eu fiquei uns 30 minutos chorando de dor no pé da cama. etc etc etc….

  107. Dee says:

    Nossa, apanhei tanto de tanta coisa por tantos motivos auehuahe Acho que a mais legal (?!) foi uma panela cheia de molho de tomate já frio que minha mãe arremessou na minha cabeça, não faço muita questão de lembrar o porquê. Já levei latada de cerveja empedrada na cabeça também, mas acho que mangueira molhada nunca rolou não =p

    Enfim, acho que não precisa chegar a extremos, mas uns cascudos bem aplicados podem sim fazer maravilhas! Abuso contra menores de cu é rola, criança que não apanha é que fica abusada até não mais poder.

    Toda vez que eu vejo guri se esgoelando na rua dou graças aos céus que camisinha é tão barato.

  108. Algust21 says:

    hahahaha =B

    droga, nuca apanhei de mangueira ligada :/

  109. Jean Franco says:

    Essa geração tem uma puta duma sorte… Quase tudo é Wireless agora. Já levei tanta “Wireada” que não é mole, porra… Meu MegaDrive se tornava um inimigo em potencial quando meu pai estava por perto. Já apanhei de mangueira desligada, mas ligada… Não, deve ser ligeiramente pior, pelo fato da água pesar dentro da mangueira.

  110. Guty says:

    Nunca apanhei… sempre que ia apanhar eu conseguia fugir e passava o resto do dia fora. xD

  111. lucas simao says:

    se eu te falar que ja apanhei de fio de enseradeira de chão (y)

  112. programador joomla says:

    ja apanhei de fio de rede wireless

  113. Hilário o texto cara, parabéns

  114. Guilherme says:

    apanhei de fio de radio relogio o0

  115. Diego says:

    Uma vez eu levei uma surra da minha mãe com um cinto, daqueles de cowboy, com a fivela maior que minha cabeça, em um movimento cheio de ódio e fúria que a minha amada mãe fez com o bracinho dela, a bendita fivela escapuliu e acertou em cheio a metade das minhas costas fazendo com que o desenho em alto relevo da bendita fivela (que era um cowboy em um cavalo derrubando um touro) me acertasse em cheio e ficasse em mim o desenho da fivela em baixo relevo.
    Acho que dá pra chegar ao menos próximo da surra de mangueira ligada.

  116. Motta says:

    eu apanhei bastante, mas sem mta criatividade: foi chinelo, no braço mesmo ou de toalha molhada… pior eh um amigo meu de família oriunda do interior da paraíba, q jah apanhou de tuppeware e de RODO

  117. d_ab says:

    Uma vez minha mãe me bateu com o lado de uma faca grande. Na hora ela se tocou e eu começei a gritar: A senhora me furou, vou contar pro papai (não tinha furado nada).
    e ela preocupada: deixa eu ver, mostra.
    eu não queria mostrar pq não tinha nada. Quando ela viu que não tinha nada continuo me batendo.
    Mas o que me deixava mais pirado era a confusão mental que ela fazia na minha mente: Quando ela ia me bater eu me trancava no banheiro. E ela: olha, é melhor vc sair agora e apanhar pouco do que sair depois e apanhar mais. E lá vinha eu abrindo a porta de cabeça baixa pra levar a mesma porrada que eu levaria dali a meia hora depois quem sabe (ou até não levaria porrada nenhuma).

    Velhos tempos… =D

  118. RodrigoACK says:

    E pra adicionar à lista de coisas bizarras com que alguém já apanhou, cito o meu caso:
    Uma frigideira!
    Minha mãe lavando a louça e eu “sapeando” em volta, enchendo o saco…
    Até que o saco encheu de vez, e ela pegou o que tinha mais próximo -uma frigideira que ela esfregava no momento- deu umas duas giradas nela e “PÃM” na minha bunda. Na hora, acho que foi até mais cômico do que trágico, mas ainda assim, deveras incomum. xD

  119. Apanhei mto, não de coisas inusitadas assim.

    Não li todos comentários, porem será que alguem apanhou de pinto mole?

  120. Rafael says:

    Que blog de merda.

  121. hueheueh ri a lot: http://bit.ly/2QHDlN ("Leia. Afinal, você não está fazendo nada mesmo") (tx @daniduc por eu descobrir este blog)

  122. Antonio says:

    Tenho algumas dúvidas sobre tanta violência pra educar.
    Mas q precisa dar umas chineladas e palmadas tensas precisa mesmo. Além de outras coisas.
    Já tem varios anos q a maioria ñ sabe educar seus filhos, se bate, bate sem razão e ñ pra educar. Foras q o mesmo é valido pra bandido, ñ pode encostar mais, te q passar a mão na cabeça e dizer “coitadinhos”. Falta muita porrada educativa nesse país!

  123. cwalewsky says:

    “Meu véio é PM, portanto me batia como se eu fosse um meliante. Só voleio na nuca e soco no coração…” essa foi foda!

    Eu era o CAPETA quando criança, já apanhei de cinto, fio, mangueira(desligada), chinelo, cabo de vassoura, terço de aço, cipó, corda,… Tinha dias que apanhei 5x. =/

    vlw!

  124. Maikel Neris says:

    Existe o clássico fio do controle de Playstation… não falha nunca! =P

  125. Nada disso aí acima se compara a mãozada de pedreiro do meu pai. Cês tem que ver o tamanho da mão do meu velho… =/

  126. Eduardo says:

    só apanhei uma vez na vida. posso ser canadense ?

  127. Expedito Paz says:

    Rapaz, eu já apanhei de vassoura, cinto, mas mangueira, ainda mais ligada, nunca. Deve ter doído horrores, fora o estado em que ficou o quarto. Minha mãe, se me desse uma dessas, ainda me fazia limpar o quarto depois.

    Mas comigo, dificilmente alguma supera ela me mandando limpar privada com água sanitária. Eu sou alérgico a esse treco, me senti por uma meia hora sufocando parecendo que ia morrer.

  128. Pedro says:

    Eu já apanhei de:
    -- chinelo
    -- teclado (sim um teclado)
    -- cinto
    -- fivela do cinto
    -- telefone
    -- grade de proteção do ventilador (essa doeu muito)

  129. L.G.B.Paiva says:

    Nah… aqui em casa a surra era somente com um único artefato sagrado para minha mãe. A palmatória que serviu para educá-la quando criança, serviu para me educar também.

    E putz, você e um joven Einstein mesmo, com 15 anos eu estava ENTRANDO no ensino médio, e nao SAINDO. Entrei na Universidade com 17 anos e era um dos mais jovens da turma.

  130. Wanderson says:

    Karaca!

    O relato das surras que todos vcs tiveram é digna de deixar qualquer Psicólogo revoltado.

    Eu nunca levei surra assim.Me lembro que levava muita surra moral,tipo,sermões épicos que só de pensar minha cabeça dói.Mas as vezes que apanhei mesmo foram poucas por que minha mãe não deixava o velho me bater,talvez por que o meu pai é um cara que fala pouco e que me gelava-não só eu como meus irmãos-só de olhar pra gente.
    Na verdade acho que fui sortudo por que meus irmãos me contaram as surras que levaram do meu coroa e olha,foram antológicas.

  131. Joao says:

    kid não sei pq tu tem esse nojo de criança. Se teu filho virar um retardado, vai ser por culpa sua de nao ter educado direito. (com porrada ou sem. eu fui sem.)

  132. Nailson says:

    cara, até hoje eu tenho uma cicatriz de uma surra q levei de cinto… só q a fivela batendo! o loco foi qdo o meu pai viu e ficou até meio assustado!

  133. Mamendes says:

    Surra FTW!

    Eu não economizo.

  134. Sly says:

    Por um ano ou menos minha vida foi feliz, minha mãe comprou uma sandália que foi provavelmente o objeto mais amado de minha infância. O bagulho fazia um barulho INFERNAL, mas não doia porra nenhuma.
    Eu teatralizava o bagulho todo, até que um dia eu não consegui e comecei a rir bem alto. Consequência: Surra de cinto.

  135. Rafael says:

    Oi Pessoal E Vo Me Ferrar Hj sábado 10 de outubro pois ocorreu um acontecido e meu kerido papai i´ra sentar o sarrafo em mim com um cinto, pode parecer poko so ki quando meu papai mi bate ele naum mi bate..
    ELE MI ESPANCA!!!!
    e kebra a lei da relatividade!!!
    Por exemplo o cinto e reto!!!
    Quando ele mi desceu o sarrafo pela ultima vez Em vez de fikar a marca…
    fiko um reondao de sangue machucado e pior ki ele não tem dó nenhuma!!!
    Bom Se eu ainda não tiver morrido dpois eu posto como foi!!!!U.U(Me desejem sorte mtaaa sorte vo precisar!!)

  136. Spyke says:

    hahahaha
    quando eu era menor apanhei com uma vara de marmelo da minha vó…doeu pakas hahahahahahaha !

  137. Ana says:

    hahaha! Nossa, momento piores surras!

    Minha irmã uma vez apanhou daquelas réguas de 30 cm transparentes e duras. Foi assustador, me escondi embaixo da mesa, mas tive que ver quando minha mãe quebrou a régua na perna dela. Sim, minha mãe é ogra…
    Eu apanhei de chicote, escova, sapatos, cintos, e outras coisas dependendo do humor da minha mãe (meu pai não batia na gente), mas o pior eram os beliscôes. Uma vez foi tão ruim que meu pai falou que ia chamar a polícia. Realmente, bater não adianta muito, eu só tentava esconder o que aprontava…

  138. Hélio says:

    Tenho filho de 3 anos. Realmente tem situações que dá vontade de dar uns tabefe no muleque, mas em público evito ao máximo para não dar trauma no menino, inclusive nem lembro se já dei uns safanão nele numa situações dessas. O certo é chegar em casa e dar uma de “capitão nascimento”.

  139. Raquel says:

    Putz isso não é nada.. é um carinho comparado ao que aconteceu na minha cidade. O pai pegou um pedaço de ferro velho e tacou na cabeça do filho. Resultado? ele entrou em coma com traumatismo craniano e ficou com sequelas. O pai obviamente foi preso e a familia se dividiu. Sim, há aqueles que apoiaram a atitude do pai. Mas o que garoto fez? pegou uma lata de leite condensado escondido.

    Não quero desmerecer nem insinuar nada mas a violência doméstica como forma de educar os filhos está longe de ser uma solução muito menos honra pra quem passa por isso.

  140. Rafael says:

    Naum Apanhei ‘-‘

  141. PUTONA DE VERMELHO says:

    atualiza loggo essa porra
    cacete

  142. André says:

    Eu não apanhava com essas coisas… eu tomava era uns puxões de orelha incriveis. Sério, várias vezes a orelha até estralava, parecia q ia rasgar.. Sei lá se era necessário, eu era um menino bão =)

  143. Mazinha says:

    PROLE:
    n substantivo feminino
    1 conjunto de pessoas que descendem de um indivíduo ou de um casal; descendência
    2 conjunto dos filhos e filhas de um indivíduo ou de um casal, humano ou não
    Exs.: nossos avós tiveram p. numerosas
    uma leoa com a sua p.
    os pássaros geralmente alimentam e protegem sua p.

  144. Feichon says:

    Ah tranquilo… fio de ferro ja apanhou ? mano vc sente o lance na sua pele uns 2 dias depois como se tivesse acabado de levar a sova… minha mae tb testou um cabo de vassora nas minhas costas uma vez, (detalhe tava cagando no banheiro e nao havia como reagir) , mas confesso que realmente não doeu e ainda a desavantagem dela foi que o cabo partiu em 2 ….

  145. Athos says:

    Eu nunca apanhei. Só se eu apanhei e estava bebado ou drogado demais pra lembrar agora.

  146. Jansen Junior says:

    Não sei se vc lembra, mas qnd éramos pequenos, eu batia muito em vc e no seu irmão, na hr do recreio. Batia pra valer, pra lascar msm. Nada pessoal, é q, sempre qnd eu chegava em casa, uma galha verde e descascada me esperava sorridente.Eu não podia correr o risco de apanhar duas vezes por dia, uma já tava de bom tamanho.
    E foi numa dessas q eu apanhei de cinto.
    Nas 3 primeiras chibatadas não doía tanto. Dava até pra esboçar uma risadinha cínica de quem inutilmente tenta resistir à dor.
    Ao ver o meu semblante de deboche, minha mãe foi aumentando a frequencia das chibatadas até q a fivela do cinto( quase uma mandala) me atingiu o rosto em cheio.
    Passei uns 3 dias servindo de banner ambulante para aquela marca de cintos ordinários com seu slogan nas minhas bochechas, desenhadas de vermelho.

  147. izzynobre says:

    O dia que levei uma surra de mangueira http://bit.ly/9fnZU o melhor são os comentários!

  148. PF says:

    Meu véio também desenvolveu uma técnica que eu apelidei de “Carrossel do Espanco”, que consistia em levantar a criança (no caso eu ou meus irmãos) por um dos braços e imprimir-lhe murros no cu, de forma que a mesma começasse a girar em torno do eixo do bracinho estendido. Sim, claro, o braço também se torcia.

    Meu véio é o gênio do espanco.

  149. Cara, nao liga nao…

    Quando criança tambem ja apanhei de mangueira, durante uma tentativa de fuga… obviamente, frustada.

  150. Jéss says:

    os comentários deixaram o post (que já é) muito mais engraçado.

    tá, eu já apanhei de fio de ferro de passar.
    IMAGINEM o meu desespero quando vi minha mãe com o ferro.
    achei que ia levar o eletrodoméstico em si na cabeça…
    eu diria que apanhar do fio, foi até… um alívio.

    e… uma vez, eu tava com a perna enfaixada… e achando que isso me livraria de qualquer surra, enxi os pacivás da minha mãe, até ela me atirar um xinelo. UFA! nao pegou. ela atirou o outro, abaixei… pegou na ORELHA da minha priminha! UFA, ou quase isso. mamãe sem pensar duas vezes, passou a mão na bengala que meu vô tava usando… e lançou. pegou na minha pena maxucada. chorei, em vão, pra ver se diminuia a raiva…

    resultado, deu tempo dela pegar os DOIS chinelos. fiquei com as duas nádegas doendo, fato.

  151. Eu já apanhei de uma corda de sisal, usada pra aumentar o comprimento de uma rede de dormir.

    Sim, doeu. Senão, não lembraria dessa arma diferenciada até hoje.

  152. Junior Baima says:

    Infelizmente fiquei sabendo disso, cheguei um pouco depois e você estava puto de raiva o Daniel quieto no sofá com a Priscila, e como de costume fui falar com o seu pai… ele também resmungava… ai você pelo que me lembro havia ficado de castigo, sem jogo, sem brincar na rua, foi a unica vez que olhei Seu Felipe puto da vida… Eu nem gostava de sentar naquele colchão mesmo… balançava d+ =P

  153. Felipe Melo says:

    Quem era danado na infância, que levante a mão! A galera dos comentários apanhou, hein.. http://migre.me/9IGE

  154. Célio Júnior says:

    Porra meu, eu ja apanhei num sei quantas vezes, seja de mangueira de lavar calçada, seja aquela de banheiro mesmo, até mangueira de gas de cozinha também. Nossa eu tinha a surra da hora certa, sempre que chegava da escola, eu apanhava, nada relacionado a escola, sempre fui um bom aluno. Mas é pq eu era um capeta, e atormentava a vida da minha prima e da minha irmã 7 anos mais nova. Por isso que eu digo toda criança deve apanhar pelo menos uma vez por ano, para não crescer mimada, chata e cheia de querer! ( College Student of Advertising and Publicity -- Campo Grande -- MS -- UNIDERP)

  155. Morph2008 says:

    Já levei uma surra de uma planta vulgarmente conhecida como coça-coça que êh do norte ou nordeste do Brasil deve conhecer essa bendita planta , o pior que ela libera uma espécie de toxina que arde e coça,dizem as más línguas que se você e daquele que usa muito o mato pra satisfazer suas nescesidades fisiológicas principalmente as de número 2 essa plantinha encosta no seu forebis! Você ta ferrado no mínimo .

  156. neryuuk says:

    O mais tenso que levei de surra foi cabo de vassoura, creio eu…

    O pessoal comentou bastante e eu reitero, sempre que vejo criançinhas escrotas birrentas eu penso “Puta merda, tá assim por falta de surra tsc tsc tsc…”

  157. Defer says:

    Agora sei pq a bichinha é revoltada.
    Surra de mangueira é ?
    É amiguinho do Richarlysom ?

  158. Ri tanto que um jato de urina atingiu minha TV: http://bit.ly/45At5g

  159. Leitor says:

    Faz filho depois quebra (literalmente) na porrada, aí quando um marginal vem com uma faca se caga todo, violência nunca foi nem nunca vai ser educação. Retratos de uma espécie racional só no nome.

  160. Aranha says:

    Fuck, mangueira ligada não…

    Mas…:

    Sandálias de tipos e marcas diversas
    Cintos de Couro (com o cinto ou com a fivela)
    Tapas
    Murros
    Chutes
    Galho de Goiabeira
    Fio Eletrico (não tava descascado)
    Cabos de Vassouras, rodos e etc…
    Tamancos (é quase uma havaiana de pau)
    Palmatória
    Escova de cabelo
    Pedaço de pau
    Colher de Pau
    Mangueira (desligada).

    Lembro que uma vez apanhei tanto, que fiquei todo roxo, e tive até febre. Fiquei escondido dentro de casa uma semana por que minha mãe ficou com medo de alguem ver e denunciar ela. Nem pra aula eu ia, fiquei de cama mesmo.

    Outra quando eu era molequinho, eu e minhas primas iamos comer um sanduba, ai minha prima derrubou meu refri e chamei ela de puta. Minha vó ouviu e catou a palmatória. Aquela merda era mais ou menos do tamanho de um prato de sobremesa (diam = 20 cm), com um cabo de uns 30-35 cm e uns 3 cm de espessura, sério, era da espessura de uma porta. Foi uma surra épica, na teiceira porrada eu ja não me aguentava em pé, minha avó me suspendeu pelo braço e me espancou mais uns 10 min, quando ela terminou eu tava todo mijado, e nem conseguia respirar direito.

    Outra eu não lembro por que eu tava tomando um banho quando minha mãe chegou e veio direto me bater. Ela arrombou a porta do banheiro com um chute, pegou o rodo que tava perto e começou a espancar! eu tentava proteger a cabeça com os braços pelo menos. Na primeira porrada partiu o cabo no meio, ela catou e metade e POF de novo, cada porrada quebrava o pedaço que ela tava no meio de novo, até que ela não conseguia mais bater por que o pedaço tava muito pequeno. Então ela foi na cozinha e trouxe todos os cabos de vassoura, rodo e o que mais ela achou, ai eu vi que tava fudido, encurralado no banheiro, pelado, molhado e sendo espancado.

    Fora as vezes que minha mãe ia bater com o cinto, ela se descontrolava que chegava a partir o cinto de couro, de tão violentas as porradas.

    Agora, se isso me educou? NÃO!!! Nada contra umas surrinhas pra educar, mas o jeito que eu fui espancado, em vez de respeito criei ódio por ela.

  161. Luis F. says:

    Eu ja apanhei de tudo que é imaginavel… Uma vez meu pai estava cagando e eu fui provocar ele, ele n tinha nada pra tacar em mim e tava com tanta raiva q ele arrancou o rolo de papel igienico e tacou em mim kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    conclusão, zuei ele mais ainda né, até ele se levantar com a bunda suja e eu sair correndo e me trancar nio quarto. RINDO PRA KRAIIII kkkkkkkkkkkkkkkkkk

  162. João Lencastre says:

    Pois eu fui bastante castigado em criança. A minha mãe quase nunca me batia, mas o meu padrasto usava 3 instrumentos de castigo consoante a gravidade do que eu fazia:
    Chinelo;
    Cinto (de couro);
    Vara de marmelo.

    As chineladas ainda se aguentavam mais ou menos bem, agora o cinto

    O meu padrasto batia sempre directamente na pele. Agora imaginam, as chineladas ainda se aguentam mais ou menos, agora o cinto na pele nua é mesmo muito doloroso; o pior foi mesmo das vezes que apanhei de vara de marmelo (quando tinha más notas nas escola ou faltava às aulas, por exemplo). Quando a surra era de cinto ou vara chegava a ficar marcado por 1 ou 2 semanas.

    Fizesse eu o que fizesse ao longo do dia, ele esperava sempre pela hora depois do jantar; depois do jantar, quando na sala a família (o meu padrasto, a minha mãe, a mãe do meu padrasto, as minhas 3 irmãs filhas da minha mãe e do meu padrasto) estava toda reunida é que o meu padrasto me dava a surra que ele achava justa. Agora imaginam a humilhação que era ser surrado em frente a todos! Era horrível.

    As minhas irmãs (filhas da minha mãe e do meu padrasto) levaram muito menos porrada que eu. O meu padrasto apenas lhe batia com o chinelo, pois dizia que em meninas apenas se dá chinelada, pois o cinto e a vara de marmelo são só para castigar rapazes. Como eu era rapaz, levava com chinelo, cinto e vara. Acho que ele só dizia isso para justificar o porquê de só me surrar a mim e não às minhas irmãs.

    Aos 17 anos apanhava com tanta frequência como quando tinha 12. Acho que a última surra que levei tinha 19 anos. Hoje, tenho 25 anos e já não apanho, como é óbvio. Apesar de detestar o meu padrasto sou empregado na empresa dele desde os 18 anos e ele, apesar de não me bater, não me facilita a vida. Acho que ele nunca gostou de mim. Já pensei em ir trabalhar para outra empresa, mas com o desemprego que está isso não é fácil.

    Pensando bem, acho que umas chineladas não fazem mal às crianças, agora surras de cinto ou vara de marmelo são de evitar pois são desumanas. Fala a voz da experiência.

  163. Mr Smile says:

    Desde de pequeno, eu assistia as surras que meus irmão levavam com muito medo, e eu percebi que eles só apanhavam porque eram burros de +, aprontavam pra todo mundo ver, eles sim levaram surra de fio de telefone, cabo de vassoura,etc. Então eu achei uma brexa para ser o capeta que eu queria na época, descobri o ”jeitinho brasileiro”, fingia muito bem ser uma criança calma, mas quando ninguem estava por perto é que eu botava fogo nas coisas , destruia os moveis da casa, no final ninguem sabia o que aconteceu . E eu fiquei muito bom nisso, fui pego poucas vezes e só levava umas chineladas fracas e esporro de 10 minutos.
    Quando começaram a descobrir o que eu fazia, ja havia passado a época de bater nos filhos lá em casa, e deixaram isso passar batido, e hoje eu sou aquela pessoa calma que eu fingia ser.
    Não sei se isso funciona com todo mundo, mas ser o caçula e pegar o caminho das pedras faz bem, o seu couro agradece.

  164. jeferking says:

    hshss, uma vez meu pai me deu uma lapada de cabo de vassoura, num doeu mas o cabo quebrou e eu fiz um escandalo da porra, ganhei até suquinho na cama, e nem tava doendo…rsrsrs

  165. Nina says:

    Apanhei de:

    mangueira (desligada)
    fio de ferro, que minha mãe ao trocar o fio do ferro de passar, por um novo, enquanto eu fazia lição de casa, ela me chamou e avisou: isso aqui vou guardar pra vc, e guardou!!!
    fio de enceradeira,
    cinto sempre do lado da fivela,
    chinelo, uma maldita que chamava Karina, era de borracha, mais dura que a melissa, doia demais!!!!

    E apanhar não me fez uma pessoa melhor, mas uma adolescente cheia de medo e insegurança. Hoje adulta, me pergunto, pq tanta ignorância.

    Apanhava porque perdia fita de prender o cabelo, pq não queria comer, pq não queria entregar minhas coisas pro meu irmão menor destruir…
    coisas graves, né…

  166. Adriana says:

    Apanhei até os 17 anos….Hoje tem 21 e não apanho mais. a mais inusitada foi umas das últimas… Estava tirando a areia da praia do corpo na ducha da casa de praia e meu pai gritou pra não demorar pq sempre acaba água no final de anao aquela coisa toda. Eu estava desembaraçando o meu cabeço embaixo na duxa qdo senti ele me segurando pelo o braço e me dando raquetada (raquete de ping pong) na bunda… No começo eu ri achei que era brincadeira, mas ele não parava, comecei a chorar,como estava de biquini fiquei uns 4 dias sem tirar o shorts na praia com a bunda toda vermelha. O pior na frente de um monte de tios, primos que estavam lá… e vou te falar doeu pra caramba….

  167. Rafaela Souza says:

    Muito bom Kid! AHAHAHAHAHA
    Minha mãe até veio ver se eu estou bem por causa das risadas. Nunca apanhei desses jeitos, foi só no chinelo e os tapas mesmo, ufa.

    Jean Franco: Essa geração tem uma puta duma sorte… Quase tudo é Wireless agora

  168. Camilo says:

    bom acho que toda criança brasileira que se preze no mínimo jah levou uma fivelada
    ( e puta bagulho que machuca qnd pega )

    fora isso ateh que apanhei bem pouco na minha infância 😀

  169. […] Contei a vocês a história da Surra de Mangueira, um dos episódios mais clássicos da minha infância. Meu pai leu o texto e ocasionamente me pede […]

  170. leo says:

    olha eu papanhei de havaiana ,e chicote mas o que dueu mesmo foi a surra que levei da minha mão com 14

  171. […] boba e juvenil. Tanto em termos de história quanto de mitologia e universo, Mass Effect dá uma surra de mangueira ligada em Star […]

  172. Daniel Bruno says:

    ahahhaahahahahha

    Engraçado.

    Porém achei desnecessário e ignorante. =P

  173. ForPlayers » Blog Archive » [Continue »] [Resenha] Mass Effect says:

    […] boba e juvenil. Tanto em termos de história quanto de mitologia e universo, Mass Effect dá uma surra de mangueira ligada em Star […]

  174. Daniel says:

    Eu não era muito de aprontar quando criança, nem meus pais de bater. Mas já apanhei de cinto, chinelo, vara de goiaba e tapa de mão aberta. Lembro que minha irmã apanhava mais. Uma vez meu pai deu uma surra com o cabo do ferro de passar (ele tava passando roupa pra ir pra igreja, e minha irmã teimou que não ia…). Minha glória (e eu conto isso pra todo mundo) foi quando meu pai correu atrás de mim pra dar uma boa surra, mas eu fui mais rápido e me tranquei dentro do quarto. Meu pai deu u m soco na porta que do outro lado pude ouvir um estalo e um grito. Ele quebrou o dedo na brincadeira (“deus castiga, pai!” kkkkk).

  175. Carol says:

    Já apanhei com um cabo do computador. Fiquei com nota baixa e minha mãe falou que a culpa era do computador/internet (pode até ser, mas eu sou vagabunda ao extremo, odeio estudar, mesmo sem computador não encosto nos livros/cadernos). Daí ela me mandou desmontar o computador, e ficou me vigiando, daí dei uma resposta mal criada, pra alguma coisa que não lembro, e pá, levei porrada. q Fiquei marcada por bastante tempo, principalmente na perna, só podia andar de calça. E quem disse que aprendi a lição?

  176. lais says:

    GENTE, PRECISO URGENTE DE UM TELEFONE PARA DENUNCIAR MAUS TRATOS CONTRA UMA CRIANÇA DE 5 ANOS

  177. João says:

    Apanhei no máximo de cinto. E acho que foi uma vez só. MAs lembro de amigos meus relatando surras até com a borracha da máquina de lavar roupa.

  178. gustavo says:

    Ja apanheu de ESPADA DE SÃO JORGE!!!

  179. Jinger says:

    EU já apanhei de:
    -Corda (eu desfiei a ponta de uma corda nova)
    -Pau de Lenha ( era pra mim empilhar eu não quis)
    -Os clássicos: Cinta, Vara, Colher de pau, Uma variedade Imensa de chinelos (desde havaiana até tamanco de madeira)
    -Mordidas (por quebrar algo, sei lá mordidas parece algo tão primitivo uASHuaS)
    -Beliscões fortes o suficiente para querer morrer, mas não fortes o suficiente pra abrir um berredo
    -Tapas e Socos
    -- Pedradas
    O preferido da minha mãe era uma cinta com uns enfeites de madeira, a cinta era só pra castigo mesmo, ficava pendurada na cozinha como lembrete,
    -Parede -um dia cheguei em casa e minha mãe estava batendo a cabeça do meu irmão na parede, esse foi o dia em que eu fui embora de casa uASHuASHu

  180. Eliaquim says:

    Minha mãe só me batia com a mão mesmo, já meu pai nunca me bateu, o máximo que aconteceu foi eu ficar de castigo sem poder sair do quarto nem pra almoçar, 1 dia de fome. Já eu tenho um amigo que o pai dele era PM daí quanto ele aprontava o pai dele batia nele depois colocava ele numa cela da delegacia junto com os meliantes pra fazer artesanato junto com eles a tarde toda.

  181. lLENA says:

    Nossa minha mãe era boa, para bater,ela tinha uma tala,chamava tala la em minas,era de bater em cavalo, era de couro,e ela teve umas para bater nos filhos,ela começa e não parava me lembro,que as vezes os meu irmãos começa a chorar aos gritos pedindo para ela parar.mas ela custava e quando para fica com remorso, que me via toda machucada,fingia que estava passando mal, com falta de ar, que eu ainda ia mata-la era bem traumático viu eu fui uma das que apanhei demais, mas todas as minhas irmãs apanharam, um dia ela bateu tanto na minha cara que o sangue, esguichou pelo o nariz, neste dia uma vizinha chegou é disse a senhora bate demais nesta menina,sabe a filha que mais apanha, um dia pode ser a que mais te socorra, e pode ter um grande remorso, o meu pai me pós de joelho no milho.olha agente apanhava viu, e tinha que trabalhar, tirar aguá da cisterna,lavar a louça,e ai se respondesse um ai, o pau comia, uma dia meu pai mandou eu segurar a bicicleta dele p ele consertar e eu estava com sono, nossa foi o suficiente para gerar um motivo.Tenho horror de ver violência, com as crianças, Eu sempre conversava com meus filhos quando aprontava, colocava sentado para pensar no que fez, nunca bate neles assim, so o meu filho que chamou um bolo de bosta ai eu dei uns tapinhas nele,que mais doeu em mim, e conversei bastante, como nunca tinha apanhado, ate hoje ele lembra,então não e inecessário espancar uma criança,de bons exemplo, sentar e conversar vale muito mais, Mas acho que conhecer Deus também me fez uma boa mãe.

  182. PRISCILA says:

    NOSSA, TEM GENTE AI QUE APANHOU DEMAIS, NA MINHA OPINIÃO DAR UMAS PALMADAS NA HORA CERTA PODE SER MUITO UTIL, MAS VIVER DANDO SURRAS NA CRIANÇA NÃO VAI EDUCAR NADA, PELO CONTRARIO, PODE DEIXAR TRAUMAS PELO RESTO DA VIDA. JA OUVI DIZER QUE MUITOS ADOLESCENTES FOGEM DE CASA POR CAUSA DOS MAUS TRATOS.
    TEM QUE POR LIMITES,CASTIGO QUANDO NECESSARIO E SE FOR PRECISO DAR UMAS PALMADAS, TUDO BEM, MAS TUDO QUE É DEMAIS FAZ MAL. TEM MÃES DO PASSADO QUE PARECE QUE NEM AMAVA OS FILHOS, É MUITO ESTRANHO.