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Finalmente fiz aquela porcaria do TOEFL

Postado em 3 February 2011 Escrito por Izzy Nobre 93 Comentários

Se você nunca leu meu FAQ, talvez não saiba que moro no Canadá desde novembro de 2003.

Caralho, já faz quase dez anos! Passou muito rápido. Parei pra pensar agora que a única vida adulta que eu conheço é a canadense. Estranho… Enfim.

O período de imigração demorou pra caralho; só viemos nos tornar residentes permanentes (em outras palavras — possuidores do icônico green card) anos depois.

Um dos resultados dessa demora imensa em obter o status de imigração plena é que a sua vida fica, em algumas áreas muito importantes, no pause.

Mas não é completamente horrível, né? Você ainda pode fazer amigos, praticar o idioma, comer uma gringa ou outra, etc e tal. Mas certas coisas como realização profissional e conquistas acadêmicas (ou seja, áreas importantíssimas pro seu futuro) acabam indo pro banco de trás.

Mas, por outro lado: gringas

Eu tinha 19 anos quando vim pro Canadá. Cursava na época faculdade (Bacharelado em Física na UFMA) e CEFET (curso de edificações). Largar dois cursos pôs-secundários já bem encaminhados pra imigrar foi…

…você estava imaginando que eu diria que foi uma merda né? Não foi. Eu tava de saco cheio de ambos cursos e queria de fato mudar completamente meu rumo acadêmico, algo que praticamente 90% dos universitários acaba concluindo — imigrando ou não.

E é natural né? A maioria de nós faz vestibular com o que, 16, 17 anos? Olhe pra si mesmo com aquela idade e indague-se: você deixaria aquele pirralho de merda decidir a sua carreira por você? Nessa faixa etária a gente mal aprendeu a comer mulher ainda, como diabos a sociedade espera que a gente já saiba o que quer da vida…? Não é a toa que tanta gente acaba trocando a área de estudos.

Voltando ao assunto.

O problema era o seguinte: pra poder cursar faculdade “full time” aqui, é requerido de nós imigrantes certificações em língua inglesa. Vocês devem conhecer as siglas: tem o TOEFL e o IELTS. São testes que as faculdades — e alguns empregos — exigem; é essencialmente um papelzinho que diz “eu falo inglês, tá bom? Me deixe estudar/trabalhar aqui!”.

Como essas porras são caras, estressantes, demoradas e pior, têm prazo de validade, eu empurrei com a barriga por anos. Sem ter plena certeza do rumo acadêmico que eu iria finalmente tomar, não me parecia sensato fazer o teste ainda.

Tá, a validade desses testes é longa, tipo 1-2 anos, mas se eu demorasse exatamente 2 anos pra descobrir que meu curso não é algo que realmente me agrada, como aconteceu comigo na UFMA? Melhor esperar ter certeza absoluta antes de finalmente enfrentar a tal prova. Seria um desperdício do caralho fazer o teste, cursar uma bobagem qualquer, e ter que fazer o teste de novo pra mudar de faculdade.

Criei uma conta lá no site do TOEFL e procurei as datas do teste na minha cidade. Tinha um dia de fevereiro, e outro em JUNHO.

Meu bateu a vontade de protelar a parada ainda mais e agendar o teste pra julho, ou talvez até mais tarde. Aí eu me lembrei que a maior causa de arrependimentos na minha vida é demorar demais pra fazer as coisas. Falei “foda-se” e fui clicando e preenchendo dados até chegar ao final. Dali quatro dias eu faria a prova.

(E acabei tendo que pagar 60 dólares de “late registration”, ou seja, se inscrever em cima da hora de um dos teste)

No dia da prova, me joguei lá na Mount Royal University, a faculdade onde o exame seria administrado. Saí de casa um pouco mais tarde do que o esperado, eu nunca havia ido a tal lugar, a bateria do GPS tinha morrido e pra completar a lambança, Calgary estava nesses últimos dias sendo espancada por uma nevasca satânica.

Ou seja, a combinação perfeita pra acontecer alguma merda tipo isso aí

Por algum milagre de Thor eu não sofri nenhum acidente no percurso nem cheguei atrasado na faculdade… mas entrei no campus pelo local completamente oposto de onde minha prova aconteceria. Lá vou eu correndo feito um nigeriano numa maratona em direção ao prédio certo.

Mal entro no local e noto que encontrar a sala não seria difícil — havia uma série de plaquinhas dizendo “Exame do TOEFL nesta direção ->”. Fui seguindo até chegar na sala onde essa cambada de imigrante faria a tal prova.

Bom, não exatamente. A sala onde cheguei era apenas as preliminares da prova. Mostrei minha documentação, peguei uma cadeira no fundão (reflexo automático oriundo dos tempos de secundarista). Lá, duas véias corocas explicavam pra gente os pormenores do teste.

Não podia conversa, não podia olhar pro lado, não podia entrar no local da prova com coisa alguma nos bolso, celulares devem ser desligados e entregues aos fiscais da prova, etc e o caralho. Elas fizeram a gente literalmente esvaziar nossos bolsos, render os lápis e canetas que trouxemos de casa (tem que usar os que eles dão), e assinar um termo de compromisso que, agora que eu paro pra pensar, provavelmente estou quebrando ao escrever esse texto — você não pode falar sobre nada em relação à prova a ninguém.

A parada era segurança máxima mermo! Queria até tirar uma foto do tal contrato que a gente assina, mas obviamente a julgar pelo clima opressor do ambiente, eu corria o risco de ser preso se fizesse isso. A parada é tão sinistra que não adianta apenas assinar o contrato no final — tu tem que copiar, palavra por palavra, uma declaração de sigilo na área designada do papel.

E pior ainda? Tem que escrever à “letra de mão”, ou “cursiva”, ou “esses seus garranchos aí” como a minha professora da segunda série se referia à minha tipografia. Lembrei-me dos exercícios de caligrafia que a gente fazia na época, todas aquelas firulas de como conectar uma letra à outra e desenhar tudo nas proporções certinhas, algo que já naquela época eu achava completamente inútil. O destino é realmente um pregador de peças.

Fazia tantos anos, sim, literalmente ANOS que eu não escrevia com letra de mão. Vocês podem pensar que é putaria mas eu literalmente esqueci como se escreve em letra cursiva. Aliás, quer a prova perfeita disso? Basta abrir minha carteira aqui.

Israel “Nobe”

Quando tirei meu green card, me vi subitamente obrigado a escrever meu nome (não assinar, escrever mesmo) num painelzinho digital, em letra cursiva, pra que pudessem colocar o rascunho disforme no cartão.

Por mais incrível que possa parecer, havia tantos anos que eu não grafava meu nome dessa forma que eu LITERALMENTE ESQUECI COMO ESCREVE-LO. Mandei aquele “Nobe” e só quando recebi o cartão fui notar que eu havia simplesmente esquecido como conectar um R àquele B, ou como era a aparência do meu nome escrito em grafia cursiva. Note que monumental retardado eu sou.

Poisé. Agora imagine você a esculhambação que ficou o tal parágrafo que eu tive que escrever em letra de mão, quando eu não consigo escrever nem o meu próprio sobrenome dessa forma.

Escrevi a parada de qualquer forma, no maior dos desleixos, completamente resignado ao fato de que sairia uma merda de qualquer jeito.

No meio disso  um chinês do meu lado começou a puxar assunto. Era a terceira vez que o pobre indivíduo fazia o teste, tendo tirado nota lamentável nas duas tentativa anteriores. Fiz algumas perguntas sobre a prova, já que não estudei porra nenhuma, e aí entendi porque ele havia falhado tantas vezes — o inglês do moleque era quase que praticamente incompreensível. E como o clima da sala era fúnebre, o fato de que a única forma de conversar era através de sussurros tornava-o ainda mais ininteligível.

Finalmente era hora da prova. As fiscais nos levavam em pares para a sala da prova, que ficava no final do corredor. Cada participante era designado a um cubículo com um computador e fones de ouvido, para as partes do teste que exigiam ouvir e falar.

Eles coletaram nossos celulares, os quais devíamos demonstrar estar desligados, e nos deram os nossos lápis e exatas três folhas de papel, para anotações. Nenhum daqueles papéis poderiam sair daquela sala. Era uma parada segurança máxima, como falei.

E comecei o teste. Todo mundo no tuiter veio me perguntar se havia sido difícil, e eu não achei. Moro aqui há quase oito anos, pelo amor de deus, se em oito anos de prática constante da língua — nunca tive amigos brasileiros no Canadá, só recentemente que comecei a conhecer alguns na minha cidade — eu não tivesse aprendido essa merda com domínio maestral a ponto de poder me passar por um nativo, estaria comprovada minha total falta de habilidade pra qualquer coisa.

O negócio é que a prova é chata. MUITO chata. Absurdamente chata.

Todo o contexto do TOEFL é o uso do inglês no cenário acadêmico. Por isso, os textos que você lê na prova são todos tirados de livros técnicos e tratando de assuntos extremamente enfadonhos. Um dos textos era sobre o fenômeno de formação de geleiras, por exemplo. É muito difícil se concentrar 100% porque o assunto é tão sem graça.

Mas no geral, acho que me dei bem. As duas redações do final sairam com facilidade, até. Mas só recebo os resultados daqui duas semanas, né. De repente eu me fodi e nem sei ainda!

Você já fez essa merda? Se sim, deixe aí nos comentários qual o propósito do teste pra você (Imigrar? Fazer faculdade no exterior? O que?), e que nota tu tirou.

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comments

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

93 Comentários \o/

  1. fabiott says:

    Só uma pergunta. Então, no caso, até mesmo um americano ou um canadense nativo podem ser reprovados em tal prova, certo?

    • fabiott says:

      Lógico, se houvesse a possibilidade deles fazerem esse teste…

    • Kid says:

      Cara, na moral mesmo, não sei se eu só tenho amigo burro, mas tenho PLENA convicção que a maioria dos meus amigos não passaria no TOEFL.

      Aliás não é só suposição não, tenho um bom motivo pra crer nisso: pra tu se formar no high school aqui, tem que fazer algo chamado “English Literacy Test”. É tipo um teste desses aí, mas um pouco mais fácil (ou não, nem lembro direito do meu). A maioria dos meus amigos precisou fazer o teste duas vezes e/ou passou se arrastando; eu passei com tipo, 85% — e olha que isso foi há seis anos.

    • Emanuel says:

      Um conhecido meu, vivendo na França, diz que o equivalente desses testes, lá, são tão complexos que, dificilmente, um francês “born & raised” é aprovado, também. É trollagem institucional, praticamente. 🙂

      • alpha says:

        em frances eh o cefp. jah estudei pra esse. acho que o diploma de français mais dificil eh o aproffondi dalf. eh dificil mesmo. cobra akela parte de gramatica chata mas naum chega a ser completamente inutil como saber se uma oração eh coordenada sindetica adversativa. em termos de gramatica, acho que soh russo e alemão perdem pra portugues. russo tme 6 declinações, alemão tem 4. portugues naum se aplica.

    • Deviemn says:

      Uma relação que faz sentido: quantos falantes da língua portuguesa você conhece que passariam em um teste MÍNIMO de gramática e uso da língua. É.

  2. Shotgun390 says:

    Fala Izzy!

    Eu estou querendo fazer o TOEFL ou o Cambridge para poder fazer algo parecido com o que você fez: me livrar do Brasil rs.
    O Cambriedge não teria a vantagem sobre o TOEFL por ser vitalício?
    O Toefl tem prova oral também ou é só escrita no pc?

    Boa sorte na prova!

  3. Ronaldo says:

    As coisas que eu mais lembro quando fiz o TOEFL em 2004 foram:

    -- Nós chegamos atrasados (mais de uma hora, tivemos que ir de van porque na nossa cidade não fazia a prova hahahah) e os caras foram gente fina pra esperar a gente pra começar.

    -- Tinha uma mulher “fiscalizando” a salinha. Sabe aquele barulho de chinelo molhado, aquele troço que desconcentra totalmente o cara? A mulher não parava sentada, ficava andando pela sala, e aquele barulho FLAP FLAP FLAP.

    -- O negócio de abrir o lacre com um lápis. Sério. A mulher largou os caderninhos na mesa, já deu play no cd do negócio e eu perdido lá, o troço rolando e eu nem conseguindo abrir o negócio direito. huaehuaea

    Fiz em 2004, o TOEFL e o Proficiency no mesmo dia. Tirei A e B, mas não lembro qual nota foi em qual teste. E essa porra já venceu há quase meia década, vou ter que fazer de novo caso queira estudar fora. =/

  4. @MuskitoRox says:

    Hey NOOB…sorry, NOBE !

  5. Hay says:

    Na minha escola (eu curso técnico em edificações também), tem um programa de bolsa para intercâmbio (mas só no ensino superior n_n), é bolsa integral mesmo, mas tem que passar pelo TOEFL como última etapa. Eu gostaria de ir para o Canadá com um objetivo mais específico de aprender a língua inglesa mesmo, por em prática, mas intercâmbio é caro pra cacete. Pretendo fazer TOEFL daqui a alguns anos, e só o manual dele é uma bíblia… fazer a cópia dessa bagaça hoje.

  6. Leo says:

    Falaa kid, então, eu tenho vontade de me livrar do Brasil também, rsrsrsrs, mas não sei como funciona o esquema pra pro Canadá/USA por intercâmbio, mas pra fazer a High School.

  7. Lukas Darien says:

    Qualquer seleção de mestrado ou doutorado no Brasil exige teste de segunda língua ou uma dessas provas de competência. Tem programas que hoje só aceitam o TOEFL e/ou similares. Já já vira exigência pra todos programas.

    Agora o exame é padronizado no mundo todo ou varia de país pra país?

  8. Nunca fiz e nem sabia que tinha esse teste, mas achei muito engraçado o post. Sobre tirar celular e tudo, vestibular de federal também é mais ou menos assim. Passar até detector quando vai no banheiro, pra ver se tu tem papel escondido em alguma parte do corpo. É sinistro mesmo 😛

    • Roberto says:

      Detector de metal pra ver se vc tem papel? WTF? Estaduais são assim também.

    • Skooter says:

      Detector de papel? Eu sempre tive uma teoria de que é muito fácil fazer vestibular “com consulta” indo ao banheiro. Basta levar toda a matéria possível nos bolsos (Arial tamanho 4 tá aí pra isso). O fiscal não vai entrar junto no banheiro, então dá pra ver a prova, ir ao banheiro fazer a consulta, e depois voltar. Fico feliz se deram um jeito de acabar com essa possibilidade de alguém levar vantagem sem ter que tirar do cidadão o sagrado direito de ir ao banheiro.

  9. Opinioso says:

    Fiz em 2008 para conseguir créditos e me formar na faculdade. Fiz 83% da prova, e só fui mediano em Writing e Speaking porque me formei em cursinho de idiomas em 2001 e desde então o máximo que pratiquei foi assistir coisas em inglês com legenda -- ou seja, vocabulário ok, mas gramática zero. Aliás, me surpreendeu ter tirado uma nota até razoável nessas condições.

    O engraçado é que aqui no Brasil o teste é todo digital. Não teve frescuragem de lápis nem nada disso. A única chateação é que eu tive de fazer o teste na mesma sala de outras oito pessoas com uns fones porcarias. Então aconteceu, por exemplo, de meu Listening ter sido paralelo ao Speaking de algum apressadinho -- e eu ter ralado para ouvir tudo. Na verdade nem ouvi, fui muito em raciocínio dedutivo em vários momentos.

    O chato é essa validade mesmo. A minha, por exemplo, acabou no começo do ano passado…

  10. Alexandre says:

    Fala kid, respondendo a sua enquete… viz o TOEFL em 2002, na epoca a modalidade era chamada CBT e a nota maxima possivel era 300. Lembro que naquele tempo remoto a nota necessaria pra entrar nas universidades canadenses era 227 (ou 237, nao me lembro bem), e eu fiz 277 pontos.

    Dois comentarios sobre seu post:

    1. Onde voce escreveu: “eu não tivesse aprendido essa merda com domínio maestral a ponto de poder me passar por um nativo, estaria comprovada minha total falta de habilidade pra qualquer coisa.”
    -- Desculpe a sinceridade, mas acho esse comentario muito arrogante. Veja bem que a maioria absoluta dos imigrantes mora aqui 20, 30 anos e NUNCA perde o sotaque completamente -- nao dah pra passar como nativo. E nao to falando de gente burra nao, estou falando de gente inteligentissima inclusive nomeada pra premio Nobel. A vocacao pra aprender a pronunciar varios idiomas e’ algo que varia de pessoa pra pessoa. Do mesmo modo que varia a vocacao pra ciencias exatas, humanas, etc. Felizmente (pra voce), voce eh uma das poouquissimas pessoas que eu ja vi (pelo youtube, pois nao te conheco pessoalmente) que fala ingles sem sotaque. Parabens! Mas nao julgue outras pessoas por isso.

    2. Sobre sua assinatura no PR card, kkkkkkkkk (desculpe a sinceridade) -- muito engracado.

  11. ramone says:

    hahahah Israel NOOB

  12. Wesley says:

    Amigo, gostaria de te perguntar se o teste de Cambridge costuma ser aceito ai no Canadá. Sei que o TOEFL é mais aceito em qualquer lugar.

  13. Kojiro says:

    Sempre tive vontade de fazer esses testes, mas o preço sempre me impossibilitou de faze-los até pq eu só iria faze-los pra provar que eu sei ou não ingles, apesar que acredito que não sei o suficiente pra fazer esse teste.

  14. Dan says:

    Cara, errar o próprio nome é fuderosamente injustistificável. Mesmo prum cara que mora distante, num usa muito o idioma de seu país de origem e não costuma escrever à mão.

  15. Peitinho Face says:

    ISRAEL NOOB!!!!!

    IARARIARIARIAIRIARIARIAIRIARIAIRIA

  16. Skooter says:

    Fiz um TOEFL “não oficial” lá por 2006 ou 2007. Era toda a parada original do TOEFL, mas do ano anterior (parece que mudam as provas todo ano), e o teste feito em uma escolinha de inglês sem grande segurança e podendo ser feito em qualquer data, desde que agendado. Apenas me botaram numa salinha com a prova e um CD Player com o CD do teste. Eu até poderia ter pausado/voltado o CD ou consultado algum dos dicionários que estavam dando sopa em um cantinho que ninguém perceberia, mas preferi fazer o teste honestamente.

    Era a versão paper-based do TOEFL, que contem Listening, Structure e Reading. A pontuação vai de 310 a 677, e eu tirei 620. Não sei o porque desse intervalo estranho em vez de simplesmente colocarem algo de 0 a 100. Mas enfim, os 620 pontos no paper-based equivalem a 260 pontos no computer-based (que vai de 0 a 300) e a 105 pontos no internet-based (que vai de 0 a 120). As tabela de equivalência são do próprio TOEFL, então mais uma vez não compreendo porque complicam tudo usando escalas diferentes.

    A pontuação de 620 foi mais que suficiente para o que eu precisava. Fiz esse teste porque o meu programa de doutorado exigia um teste de proficiência em inglês. Não precisava ser a parada oficial, bastava uma cartinha da escola de inglês dizendo que eu tirei tal pontuação em um exame TOEFL-like. O oficial me custaria bem mais caro, tinha data certa pra ser feito e por ter validade de apenas 2 anos não teria nenhuma utilidade a mais que o não-oficial, já que nunca precisei do TOEFL pra mais nada. É bem provável que essa escola de inglês também esteja violando o contrato do TOEFL ao usar o material deles nesses testes não-oficiais dos quais o TOEFL provavelmente não recebem um único centavo, mas que se dane, serviu pro que eu precisava.

    Quando fiz o teste nunca tinha colocado os pés pra fora do Brasil. Em 2009 fiz uma viagem curta pros EUA e depois passei alguns meses no Canadá. Dizem que minha pronúncia e fluência melhorou bastante mas, sinceramente, acho que se eu for fazer o TOEFL de novo vou tirar a mesma nota ou até pior. O que o TOEFL exige não é o inglês informal que se aprende no dia-a-dia morando no exterior. É por isso que até nativos correm o risco de se dar mal se tivessem de fazê-lo. No Brasil também tem muito nativo fazendo faculdade que escreve mal pra caramba, não usa pontuação, confunde “am” (pretérito) com “ão” (futuro), etc. Esses bem provavelmente também não passariam num exame de proficiência em português na linha do TOEFL.

  17. Rodrigo says:

    Estou fazendo carteira de motorista , e ontem tive que escrever meu nome em um papel digital.

    Saiu um completo fracasso , engoli várias letras. Depois de umas 4 tentativas desisti , fica assim mesmo.

  18. Minha mãe fez o TOEFL há anos atrás pra poder dar aula de inglês, acho. Fora isso, não sei de nenhum detalhe.

    Also: Israel Nobe ==> LOL

  19. pertubado - bairro do salgado says:

    euachhoqueémelhorarrumarumazegraçettericaenaoprecisadisso

    bria mtu nu corintia

  20. Murilo says:

    “Israel Nobe” forçou hein HAHAHAHAHAH

  21. Victor says:

    Tenho que fazer essa porcaria pras minhas applications de faculdade, mas cadê que a porra do site aceita meu cartão?

  22. Elomar says:

    Fiz o TOEFL no começo do ano passado, pra vir fazer um ano de intercâmbio nos EUA (sim, eu sou um dos intercambistas, essa classe que o Izzy tanto admira ;D)

    Fiz o internet based, e precisava de 52 dos 120. Estudei um bucado achando que ia ser difícil (todo mundo ficava botando medo lol) mas foi bem tranquilo. Única parte difícil foi a de falar, onde você tem 15 segundos pra pensar e 30 segundos pra responder…

    Tirei 106. Fiquei puto porque se tivesse tirado menos de 80 me mudava pra cá dois meses antes, mas tá valendo 😉

  23. Impossível não associar com Israel Noob. hahahah
    Sabe que a mesma coisa aconteceu comigo na assinatura?
    Fiquei muito tempo sem assinar, e depois comecei a assinar Kersting como “Kerstig”.
    Notavelmente muito menos engraçado que Israel Nobe.

  24. mano says:

    “ponto de poder me passar por um nativo,” com essa cabeça achatada e cara de cearense, aposto que sim…

  25. Juliana says:

    Lembro do teste de proeficiência em língua inglesa que fiz em Toronto. Tirei 9. Meu professor me disse que a maioria dos nativos na língua tira 7/8.

  26. Fulano says:

    O cara não sabre escrever em letra de mão. Piada isso, só pode.

  27. Stephen Eilert says:

    Fiz o Cambridge e vários simulados TOEFL, mas ele mesmo não fiz exatamente por falta de urgência e o prazo de validade.

    Perguntaram aí se o Cambridge é mais negócio. Pra entrar em algum lugar que não seja na Europa, isso é um sonoro *não*. Tem que fazer o TOEFL mesmo e o Cambridge não costuma valer nem o papel aonde está escrito.

    Mas como experiência vale a pena. Até porquê, dependendo do nível (e são vários, do relativamente fácil até o que reprovaria Shakespeare, se ele fosse vivo hoje -- o de fluência), ele é *muito* mais difícil que o TOEFL. E normalmente não tem essa marmota de nota mínima no Cambridge, “basta” passar.

    Também serve pra embelezar o currículo. O que é bom, porque é meio caro.

  28. Marcio Bombs says:

    Israel Nobe = Israel NOOB

    É Kid, até pra errar seu nome você dá uma de geek, né?

    Eu fiz o TOEFL há uns 6, 7 anos Izzy. Tirei 93%, mas naquela epóca, eu dava aulas de inglês. Acho que hoje eu ficaria nos 80, 85%…

  29. Elisa says:

    Nossa eu tenho preguiça de fazer o TOEFL. Ele é que nem ENEM, um teste de resistência e paciência. Testa mais sua capacidade de se manter acordado do que tudo, e isso sei porque fiz um simulado- o original deve ser umas centenas de vezes pior. Já fiz o de Cambridge e tirei B, aparentemente eles não aceitaram uma das minhas redações porque eu passei ela na folha errada ‘-‘

  30. Matheus Simonato says:

    Fiz essa parada com a finalidade de tentar fazer faculdade nos EUA mas desisti por falta de grana.

    É uma chatice de exame, principalmente na parte que tu tem de falar sozinho. Mas acabei me dando bem: 114/120.

  31. Raoni says:

    Israel NOOBE

  32. Raph4 says:

    “Nobe” até no nome oauhaouhauoahoauhauooh

    Se serve pra você se sentir menos mal (não que eu ligue), também não lembro, nem faço questão de escrever em letra cursiva.
    Escrevo somente ‘separado’ desde a 5ª série do fundamental.

  33. alpha says:

    haha eu tenho dificuldade pra escreve3r redação de concurso. eu escrevo garranchos que parecer mais uma pintura de dali com pitadas de odio e depois tenho que traduzir o “quadro” DESENHANDO a letra no rascunho. resumindo, eu desenho freestyle, depois desenhos com métrica mas escrever naum rola mais naum. sim, caiu verbo “to be”, that’s my quastion! hehe boa sorte, n00b…digo, nobe!

  34. André Luis says:

    entrar pra fazer vestibular com papeis nos bolsos nao adiantaria muita coisa, ja que voce realmente nao faz a minima ideia do que pode ou nao cair na prova…quando eu fiz, realmente pensei “bah, se tivesse o iPhone aqui” ai fui ao banheiro e tinha um fiscal com detector de metais..AHAAHA

  35. Binho Silva says:

    Vc tem letra de menina… O.o

  36. Sisi says:

    Eu lembro de não soh fazer o tordo mas milhões de simulados no meu curso de inglês

    Acho q tinha uns 15 anos quando eu fiz o oficial e tirei 613. Agora vou fazer de novo quando voltar pro Brasil ( intercambista na califórnia, sem amigos brasileiros devo dizer)

  37. aylla says:

    Já fiz sim. Fiz com um ano de USA e tirei um 69, ao qual hoje vejo que foi uma nota excelente comparada à de outros que chegaram até antes de mim e com mais inglês. 2 anos depois, eu fiz, com muito mais facilidade de consegui um 103 (o que me rendeu a quase admissão na faculdade dos meus sonhos, Mount Holyoke College, que fui jogada na lista de espera pro Fall 2011). Acho que conseguiria ter tirado uma nota melhor, mas com ADHD e conversas pra lá de entediantes, lembro que havia esquecido metade das lectures quando chegavam as perguntas… Pra onde cê vai aplicar, Kid?

  38. aylla says:

    Ahh, eu escrevi em letra de forma mesmo quando vi um chinesinho escrevendo com um garrancho que não sei nem se era inglês! Não falaram nada… XD

  39. DUAS REDAÇÕES?!?!?!
    Ai, meu cerebelo!

    • aylla says:

      são redações minusculas. tipo 5 parágrafos com 4-7 sentenças em cada. O que fode é o Reading. Pouco tempo, textos imensos e muitas questões. Foi minha área mais baixa 22/30.

  40. nonono says:

    Foda mesmo é o Celpe-Bras…(o TOEFL do Ministério da Educação)

  41. nonono says:

    Ei Izzy, tu vais fazer Direito mesmo? Ai no Canadá tem aquela mesma divisão dos Estados Unidos de Undergraduate e Graduate? Esse curso Paralegal que tu tens feito seria equivalente a o que no Brasil? Te pergunto porque nos EEUU, inexiste graduação em Direito, o Law lá seria como se fosse a nossa Pós-Graduação.

  42. @_mrsbrightside says:

    Provavelmente farei o ILEC esse ano.Mas tô com preguicinha…

  43. Zé Coxinha says:

    Ri muito com o “Israel Nobe”, haha

  44. Carol says:

    Se é parecido com o ENEM, eu tenho medo. Muito medo.

  45. Carol says:

    Você não tem noção do tanto que eu ri do “Nobe”, desculpa.

  46. @solinthesky says:

    Podias escrever algo num papel e tirar foto, pra ilustrar melhor a letra. KKKKKKKKKKKK

  47. @engdavirocha says:

    Também passo muito tempo sem escrever manuscrito, no máximo números e algumas letras de forma ou gregas…. Quando vou escrever em letra cursiva sai algumas merdas iguais a essa do teu cartão ai. Sempre apelo pra letra de forma.

  48. @lemosellen says:

    Eu fiz o TOEFL em maio de 2010. Estava muito nervosa, tãaaaao nervosa que fui bem pior do que esperava. Meu ingles sempre foi de escola e “de seriado” então acabei fazendo aula particular por mais ou menos 5 meses focada na prova (ela é bem enjoada mesmo como o Izzy disse). Acabou que eu fiz 80% da prova… sendo que nos testes eu tirava algo meio q 94%… se vc fez essa prova, tem esse ingles sussa e nem tava nervoso, é de boa o/ ps: eu fiz a prova pra poder vir pros EUA jogar volei, ja q a faculdade pedia 60% no TOEFL e uns pontos lah no SAT.

    • Rodrigo says:

      Eu tive a oportunidade de fazer faculdade e jogar futebol nos Estados Unidos em 2005. É uma experiência maravilhosa tanto academicamente quanto cultural e profissionalmente.
      Gostaria de saber se você tem alguma amiga interessada em jogar volei nos EUA? Eu tenho contatos com algumas treinadoras de faculdades e ela nem precisaria fazer o TOEFL para ir. By the way, a vaga é para Janeiro de 2012.

      Meu e-mail é rluczensky@yahoo.com.br

  49. Igor P. says:

    Fiz o TOEFL em 2005, acho, devia ter uns 15 anos. Nem sei direito porque que eu fiz, eu estudava no Fisk, entrei direto no último livro, terminei e aí eu disse ‘Por que não?’. Não achei nada difícil o teste, eu ia pras aulas, mas não fazia as tarefinhas de cara, sou um mau-caráter, mas não sofri na prova. Exceto, claro, a chatice do Listening e dos textos.

    Como já falaram ali em cima o meu era TOEFL e Proficiency, os dois no mesmo dia. Fiz a prova em Janeiro e o resultado saiu em Fevereiro, coisa assim. Veio o diplominha com double A =D

    Agora, na escala maluca de notas não tenho a mínima idéia de quanto tirei. E lembro de ter que escrever o juramento de punho próprio

  50. Lucas Munhoz says:

    Eu fiz o teste da Universidade De Cambridge para ter um certificado que eu sei falar ingles…eu sou um tanto quanto novo tenho 15 anos, o teste não foi tão dificil tirei 82 % no total e na parte de speaking eu tirei entre 95% e 100 % muito dos meus amigos que fizeram o mesmo teste se fuderam legal,logicamente esse teste é muito mais facil comparado com o TOEFL.

  51. D.S. says:

    Kid falando ingles sem sotaque???
    onde????

    Pode não ser tão carregado como tem uns ai que falam, mas ele tem sotaque sim. PAra de puxar o saco do cara. PORRAAAAAA !!!!!

  52. Estou no Canadá, estudando já ha 2 anos, fiz o TOELF se estudar, ainda no Brasil. Tirei 102 de 120, com 105 eu podia tentar entrar pra Harvard. Foi ridículamente fácil.

    Mas é um saco, textos muito chatos, eu dormi no meio da prova de “Listening”…

  53. Guilherme says:

    Ee fiz o TOEFL no meu intercâmbio, já faz pouco mais de ano. Na época eu tinha em mente fazer faculdade no exterior, mas por razões monetárias essa ideia foi pro saco e agora vou começar uma aqui mesmo.

    Lembro muito bem da parte de ter que copiar todo o texto à mão. Tive que fazer isso num CORREDOR, sem carteiras ou mesas ou qualquer tipo de apoio que não fosse o chão ou as paredes, que por sinal não tinham nada de lisos. Saiu uma desgraça, mas acho que é mais uma formalidade que qualquer outra coisa.

    A prova achei bem tranquila. Fazia umas 3 semanas que eu estava tendo aulas só sobre ela então já sabia que ia ser um porre. Minha nota foi 96 de 120, isso porque es estava lá faziam apenas 6 meses. Com 8 anos acho que tua nota foi boa hehe

  54. Mateus Hora says:

    Ae Izzy, eu tenho 13 anos e fiz um teste da Texas Tech University (pra minha idade é claro) pra entrar num curso de High School feito aqui no Brasil mesmo.
    Tirei 62% na primeira prova e 73% na segunda, a nota para poder entrar na High School era de 60% pra cima. Não foi muito difícil, entendi muita coisa e cheguei a tirar 90% em uma das partes da prova (mesmo com o ensino precário de inglês no meu colégio)

  55. mateuddp says:

    Fiz o TOEFL ontem aqui em Recife, o do tipo iBT (internet based test). Com certeza nesse tipo de prova seus problemas com caligrafia não tinham existido.
    Tinham me dito que a prova era comprida e cansativa, mas a parte de interpretação de texto, e leitura foram tranquilas, tirando o tempo que não calculei bem em algumas partes. Muitos textos eram bem interessantes na verdade.
    Agora a parte de falar… Não sei se era pelo simples motivo de ter segundos para responder, mas eu fiquei parecendo um retardado mental falando! Sem vocabulário, gaguejando, sei lá mais o q…
    No entanto o texto da parte de escrita a seguir ficou muito bom.
    Enfim quero ver o susto de quem corrigir… “resultado: esse rapaz só pode se comunicar com inglês usando uma caderneta”

  56. Vico says:

    Fiz o CAE (Certificate in Advanced English) da Universidade de Cambridge. Fiz pra “rechear” meu currículo mesmo e também para alguma futura necessidade no exterior, já que, diferente do TOEFL, ele não tem validade. Pretendo daqui uns tempos fazer o de maior nível do Cambridge, o CPE (Certificate of Proficiency in English). Se daqui uns anos eu vá fazer algum mestrado/pós aí ou nos EUA ou onde exigirem, eu faço o TOEFL…

  57. Alexandre says:

    Pow, fiz o TOEFL a uns meses atrás pq quero fazer PhD nos EUA/Canada… Fiquei com 117/120.

  58. Caio says:

    Fiz essa merda de TOELF ano passado pra fazer intercâmbio de graduação. Tirei 89 sem estudar porra ninhuma, mas tendo tirado ja o CAE.

  59. Felipe says:

    Será que eles são muito rigorosos na correção do speaking e do writing??? ou existe uma certa tolerancia?

    obrigado

  60. Aécio says:

    Tirei 100 pontos, fiz há 1 ano.

  61. Aécio says:

    Aliás, eu n fui tão bem por causa do speaking. Me senti um idiota falando cm o computador! Preferia 1000x ser entrevistado por uma pessoa de verdade, tive vergonha da falar cm o computador na frente dos outros, sei lá…

  62. Bruno says:

    cara eu fiz o TOEFL, dia 13 de maio de 2011, e gostaria de saber se o certificado vem automático para o endereço que a gente cadastra na conta (login) ou se é necessário fazer um requerimento do certificado?

    Grato!

  63. Ingrid says:

    kkkkkkkkkkk! Morri de rir!

  64. Raniel says:

    Galera, da um help aqui.. fiz a prova do Toefl ontem e achei difícil, se comparado aos simulados. Não fui bem como eu esperava e gostaria de saber se vocês tem uma noção da nota que eu vou tirar baseado na de vocês, seguinte:
    -no reading eu acabei deixando umas 2 questoes sem fazer, e sempre chegava na ultima com alguns segundos, sem conclui-la com segurança, foram mais pra chutes. (n faço idéia da minha nota, me confundi mto nas questoes, queria saber se aconteceu isso com vocês tb)
    -no listening eu tomei algumas notas, mas algumas vezes eu me distraia e respondi a maioria sem segurança.
    -no speaking acho que mandei bem nas 2 primeiras das 6 questoes, a 3 e 4 + -- mas a 5 e 6 acho que vacilei, na 5 por exemplo eu acho que enrolei e no fim percebi que não tinha respondido a pergunta principal mas em todas elas eu falei em tempo integral.
    -no writing acho que fui melhor do que eu esperava, faço engenharia e ha mto tempo n escrevia redações mas usando um ingles simples (sem mtas palavras dificeis e vocabulario denso) acho que deixei a redação bem clara.
    Algum de vocês achou que tinha ido mal e foi bem?Que nota vocês acham que tirarei ? Precisava de 67% +-80/120 mas estou meio desacreditado.
    Desde já, agradeço!

  65. Jay says:

    Oi pessoal. Fiz essa merda de toefl ibt em marco deste ano e fui bem exceto na parte escrita. Pra mim o teste nao avalia o seu nivel de ingles mas se o candidato reage bem sobre pressao. Toefl e uma prova chata. Fiz 21, 21, 27 e20 reading listening speaking and writing. Faco a prova de novo em uma semana. Boa sorte a todos.

  66. Marco Dib says:

    Velho, na boa, não usa mais essa expressão “se sim”. Em inglês o “if so” soa muito natural, mas em português fica muito estranho.
    Em vez disso, use “em caso afirmativo” ou reformule a frase.
    Enfim, é só uma sugestão.

  67. Natália says:

    Olá, Israel! Tudo bem? Achei muito divertido seu post sobre o TOEFL. Vc fala assim como se tivesse finalmente tirado o peso da mochila rsrsrs Prestarei o mestrado em breve e gostaria de realizar o TOEFL logo de uma vez ao invés do TEAP, pq pretendo realizar intercâmbio em laboratório. Porém, não queria gastar dinheiro a toa caso não seja realmente obrigatorio Vc saberia me dizer onde posso encontrar as Universidades que exigem TOEFL mesmo q só p intercâmbio curto (3 meses) no mestrado? Em qual universidade canadense vc está? A Universidade de Toronto é lindíssima *.* foi a única q vi. Se vc souber responder pelo menos no Canadá como é com relação a essa exigência, agradecerei muito.
    Meu curso é Ciências Biológicas.

    Obrigada!

  68. Tamara says:

    Olá, interessante o seu post. Obrigada por compartilhar sua experiência.

    Eu vou fazer o TOEFL no próximo sábado, me inscrevi sábado passado e nem sabia que teria que fazer LOL

    Foi… em cima da hora, literalmente.

    Estou um pouco ansiosa e nervosa com a prova, saber mais ou menos por cima como funciona no dia me deixa mais ”segura”.

    Acho que só preciso focar mais no meu speaking pra não gaguejar na hora, sou muito ansiosa. Apesar de que, eu tenho uma ótima compreensão da língua, diria que entendo mais inglês que português. Por motivos óbvios.

    Farei a prova e comentarei aqui como foi a minha experiência super agradável o/

    Valeu

  69. Luiz Gestal says:

    Entao pelo que eu entendi o TOEFL tambem ‘e aceito nas universidades canadenses. Eu gostaria de saber isso por que estou em duvida entre a GA Tech (que so aceita o TOEFL) e outras universidades canadenses (que aceitam o IELTS).Eu fiz o IELTS duas vezes e sinceramente achei ridiculo. Quero fazer o TOEFL desta vez mas so me interesso em faze-lo se tambem for aceito nas universidades canadenses pois ai tenho op’coes.

  70. RICARDO says:

    Nobre, boa noite. Adorei seu texto. Olha que não leio texto completo, mas o seu foi muito divertido. Eu faria, isso mesmo faria, o meu TEOFL noproximo sabado dia, 23 na UFBA, Salvador Bahia, mas diante de tanta complexidade exposta aqui pelos demais colaboradores, já tou todo cagado. Leio em inglês parecendo um gago, escrevo, razoavel e não entendo porra nenhuma. Aliás se um gringofalar, Slowly, posso enteder, caso ele gesticule muito. Vou desisti. Alguém me dá uma dica ai. O que devo fazer para entender um gringo falando?

  71. Adriana says:

    Cara, chorei de rir com os seus comentários, principalmente com seu nome escrito errado, sério, acho que estou rindo aqui há uns 10 minutos. Vou ter que fazer o TOEFL tb, espero me sair bem. x.x E espero conseguir ir embora e não voltar nunca mais pra cá. =]

  72. Naiara says:

    Fiz o TOEIC em 2008, mas pra falar a verdade nem me lembro de muita coisa, muito menos da minha nota. Mas lembro que fui bem. Só que não serviu pra nada, só pra gastar R$250,00. Enfim, agora quero fazer o TOEFL IBT no dia 16 de Agosto. Vou tentar conseguir uma bolsa nos EUA, tendo em vista que fiz inglês por 8 anos, me formei em 2008 e desde então estou afastada dele. Quero muito fazer um intercâmbio e colocar em prática tudo aquilo que aprendi em sala de aula, pq penso que quem faz um curso de inglês longo como eu fiz, e não for pelo menos viajar para o exterior, teve o maior tempo perdido do mundo. Bora ver, espero conseguir.

  73. Recurso muito útil, espero que os alunos tirar partido disso!

  74. André says:

    Fiz o teste sábado passado em Belém. Procedimentos exatamente como os descritos. Sou formado em cursinho de ingles comum mas nunca viajei p/ fora. Meu ingles é puramente de “TV”. Confesso que sempre gostei de estudar o idioma e leio bastante. Tirei 92 no IBT. Não achei difícil, mas bastante cansativo e muita gente falando ao mesmo tempo um do lado do outro atrapalhando-se mutuamente. To indo p/ Liverpool p/ fazer um complemento do meu curso de doutorado. Só fiz o teste p/ caso da CAPES querer me encher o saco me obrigando a apresentar algum documento de proficiencia. Abç.