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Uma resenha de Hybrid Theory (10 anos depois)

Postado em 4 August 2011 Escrito por Izzy Nobre 124 Comentários

Por mais diferentes que sejamos (crente, ateu, índio, distribuidor da Herbalife, presidiário, corintiano),  todos nós temos uma coisa em comum: fizemos algo no passado que nos desabona.

Alguns fazem algo no PRESENTE que os desabona, aliás (desculpem-me amigos corintianos), mas neste momento me refiro sobre os erros do passado.

Eu, por exemplo, brincava naquelas máquinas de dança do shopping.

Jamais divulgarei a URL deste lamentável vídeo

Além disso, no meu histórico há o lamentável registro de que um dia, há muito tempo atrás, Linkin Park era minha banda favorita.

Eu minha defesa, estou aqui me referindo do longínquo ano de 2001 — o ano em que terminei o colegial, aguardava o resultado do vestibular da UFMA, não tinha porra nenhuma pra fazer a não ser baixar músicas no Napster e criar fichas de personagem de 3D&T de um programinha bacana que eu baixei do finado rpg.com.br.

Além disso, essa era a época em que eu começava a deixar pra trás a infância (há maior símbolo da infância que ir pra escola?) e dava meus primeiros passos em direção ao mundo adulto, com todos os sentimentos conflitantes que esse período invariavelmente traz.

Sabe como mofo requer certas condições específicas pra crescer (umidade, escuro, dona de casa preguiçosa)? Então, as condições estavam propícias para o crescimento do mofo musical que foi o Linkin Park.

Vi o finalzinho de um clipe da banda na MTV um dia, achei o som bastante diferente de tudo que eu já tinha ouvido, e corri pro Napster pra baixar tudo deles. Queimei um CD com as músicas do álbum e ouvia religiosamente na viagem pra faculdade.

Mais ou menos um ano mais tarde, eu estava completamente enjoado de Linkin Park — também pudera, as músicas soam muito parecidas — e extirpei o CD da banda do meu HD. Mesmo as novas tentativas da banda (incluindo aquele inexplicavelmente desnecessário segundo álbum, que era essencialmente o primeiro só que com mais efeitinhos eletrônicos — ou pior ainda, aquele lá com o Jay Z, mais inexplicável e desnecessário ainda) não me agradavam mais.

Aliás, todo o gênero new metal, do qual eu muito gostava, apenas me irrita hoje em dia.

Hoje, dez anos mais tarde, me bateu uma certa nostalgia daqueles tempos.  Resolvi baixar tudo da banda pra fazer uma mega retrospectiva. E aqui está:

1- Papercut (3:05)

Esta primeira canção do grupo — que era minha favorita aliás —  é um perfeito microcosmo deste primeiro álbum da banda. Tudo que define Linkin Park está lá: os efeitinhos eletrônicos que disfarçam o fato de que as músicas têm no mááááximo 5 acordes, o rap totalmente sem vergonha e, mais importante, aquilo que os gringos chamam de “teen angst”, ou “raiva adolescente” no nosso lindo idioma brasileiro.

“Why does it feel like night today?
Something in here’s not right today.”

Isso aí é a síntese perfeita da obra do Linkin Park. “Não me sinto muito bem hoje, o que significa que minha vida é uma maldição e existo apenas para sentir dor constantemente.”

Quando você tem lá seus 16 anos e pela primeira vez começa a questionar certas coisas como a religião que lhe é imposta, as regras paternas, etc e tal, dá pra se identificar. Hoje, pagando contas e mais contas, dá vontade de rir do que o Izzy Nobre de uma década atrás considerava “vida difícil”.

2- One Step Closer (2:36)

Esta é a música que virou o primeiro clipe da banda, aquele que eu assisti na MTV. O clipe é meio dragonbalzístico, com uns monges voando e dando piruetas e chutes e o caralho a quatro. Aliás, se juntássemos todos os AMVs de narutos que fizeram na época usando essa música como trilha sonora, saberíamos exatamente quanto tempo a juventude brasileira desperdiçou invés de obter nível superior.

Everything you say to me
Takes me one step closer to the edge
And I’m about to break
I need a little room to breathe

Merma merda. “Ai mãe para de me mandar arrumar meu quarto ou levar pra igreja, NÃO AGUENTO MAIS ESTA AGONIA E SOFRIMENTO”.

3- With You (3:23)

Essa é a musiquinha meio romântica deles, embora ainda caracteristicamente choraminguenta. Essa aí difere da maioria porque aquele rapperzim lá que geralmente  tem suas participações confinadas ao refrão carrega a canção como cantor titular, enquanto o Chester Bennington (que é o vocalista “oficial”) ocupa seu lugar nos refrões.

The sound of your voice
Painted on my memories
Even if you’re not with me
I’m with you

Nesta canção, os gênios líricos do Linkin Park parecem explorar outra faceta da adolescência que rende muita raivinha — desentendimentos amorosos. Esse refrão aí meio que ilustra a situação do sujeitinho que tomou um pé na bunda e ficará obcecado pela ex-namorada pelos próximos quatro anos, talvez construindo uma efígie da menina usando papel machê e mechas roubadas da escova de cabelo que ela deixou dando sopa na sala de aula.

4- Points of Authority (3:20)

Mais chororô adolescente que pode ser atribuído a um relacionamento infeliz, ou pressão familiar para que o garoto corte o cabelo ou leia a bíblia, ou ambos:

You love the way I look at you
While taking pleasure in the awful things you put me through
You take away if I give in
My life
My pride is broken

Neste momento você tem que lembrar que o público alvo da banda tinha lá seus 17 anos no máximo, e é engraçado o quão melodramáticos todos nós éramos naquela época. Hoje em dia uma desgraça pra mim é perder o emprego ou quebrar o carro num momento de aperto financeiro; isso sim fode sua vida.

Naquela época, o que nos acontecia de tão terrível? A mãe não deixava você ficar acordado pra assistir Tela Quente porque tinha aula na manhã seguinte…?

“My pride is broken” hahahaha meu deus,  como éramos idiotas. Meu amigo, até o dia em que você se ver subitamente desempregado e tiver que pedir ajuda pro irmão mais novo pra pagar o aluguel — algo que já me aconteceu –, você não sabe o que é ter orgulho quebrado. Cale a boca.

5- Crawling (3:29)

Acho que o refrão da música define perfeitamente o tom dela toda.

Crawling in my skin
These wounds they will not heal
Fear is how I fall
Confusing what is real

Meu irmão, isso é música daqueles malucos gringos que entram na escola com metralhadora dos pais e transformam os amigos em peneiras. “These wounds they will not heal” é uma parada tão tipicamente adolescente que me dá até dor de cabeça; é a expressão máxima aquela crença juvenil de que o que você está passando no momento é o pior sofrimento que alguém jamais passou e que você nunca se recuperará do trauma.

Colei apenas esse trecho por motivos de concisão; poderia colar qualquer parte da letra e o ponto seria o mesmo. A música é totalmente depressiva e auto-derrotista.

E esta música ganhou um Grammy. Pense nisso por alguns instantes.

6- Runaway (3:04)

Quando eu tinha 8 anos, fiquei com raiva da minha mãe porque ela desligou a TV bem no meio do Família Dinossauros pra me levar pra um churrasco de amigos chatos dela. Meu ódio foi tamanho que escrevi uma cartinha num pedaço de papel dizendo que iria fugir de casa, coloquei dentro de uma caixa de fósforo, e deixei na mesa da cozinha.

Decidido a abandonar a família, fiz uma trouxinha com revistinhas da Mônica, duas caixinhas de Toddy, minha camiseta favorita do Mickey e minhas canetinhas.

Essas aí

Fui até a esquina e voltei pra casa.

É pra esse tipo de gente que Linkin Park gravou Runaway.

I wanna run away
Never say goodbye
I wanna know the truth
Instead of wondering why

7- By Myself (3:10)

Neste ponto eu percebo que os próprios nomes das músicas já deixam perfeitamente claro o ponto que estou tentando fazer com esse texto. Bastava listar aqui as músicas e o que estou querendo dizer ficaria implícito — toda música do Linkin Park é o equivalente musical do anti-Prozac.

Vejamos o refrão:

I can’t hold on
To what I want when I’m stretched so thin
It’s all too much to take in
I can’t hold on
To anything watching everything spin
With thoughts of failure sinking in

Aliás, essa é outra música que fala sobre orgulho (“If I hide my pride and let it all go on then they’ll/Take from me ‘till everything is gone“). Se há algum moleque de 15-16 anos lendo esta merda de blog do qual até minha família deve ter vergonha, me explique aí nos comentários do que exatamente você tem orgulho. Com essa idade, nem bater punheta você deve saber direito.

8- In The End (3:36)

Vemos aí que a banda tenta parecer um pouquinho erudita, colocando um arranjozinho de piano extremamente bunda-suja no começo da música. Quão bunda-suja é tal arranjo, você me pergunta? Bom, quando a complexidade da sua peça permite que ela seja tocada com total fidelidade num Pense Bem, o termo “bunda-suja” é até bondoso.

Vamos ao refrão:

I tried so hard and got so far
But in the end it doesn’t even matter
I had to fall to lose it all
But in the end it doesn’t even matter

Puta que pariu. Há algum estudo a respeito da taxa de suicídios nos Estados Unidos nos meses seguintes ao lançamento de Hybrid Theory? Eu entendo que o público da banda são adolescentes perdedores que acreditam que não têm nada a perder na vida, tamanha é a insignificância de sua existência; precisa relembrar aos caras que no final das contas eles são tão importantes quanto sujeira de umbigo?

9-  A Place For My Head (3:05)

ESTA MÚSICA AQUI foi a que inspirou toda a idéia de resenhar o disco.

Tava lá eu no trabaio tranquilo na paz de Lúcifer quando meu celular começa a tocar esta canção. Além do tradicional mimimi adolescente que resume todas as músicas da banda, veio esta pérola shakesperiana:

I watch how the moon sits in the sky
On a dark night shining with the light from the sun
The sun doesn’t give light to the moon
Assuming the moon’s going to owe it one
It makes me think of how you act to me
You do favors and then rapidly
You just turn around and start asking me about
Things you want back from me

Este é o equivalente musical de alguém vomitando diretamente no meu ouvido. Veja que desgraçada é a analogia que o cara usa pra ilustrar o relacionamento com alguém que o ajuda e em seguida pede favores em troca — “o sol não ilumina a lua porque acha que a lua vai ficar devendo um favor a ele, mano!”.

Parece uma daquelas explicações indígena pros fenômenos naturais que regem o universo, exceto que sem o charme ou a falta de conhecimento científico pra justificar o disparate.

10- Forgotten (3:14)

O nome da música traduz-se como “Esquecido”. Mas que surpresa!

In the memory you’ll find me
Eyes burning up
The darkness holding me tightly
Until the sun rises up

Neste momento eu me dou conta que estou ouvindo um álbum inteiro do Linkin Park por causa de vocês. Eu te odeio, leitor do HBD.

11- Cure For The Itch (2:37)

Isso aqui não é uma música, é o resultado dos membros da banda finalmente falando “tá bom Mr Hahn, faz aí uma musiquinha que a gente põe no álbum”.

Se você queria um argumento pra proibir a participação de DJs em bandas musicais, estes dois minutos e trinta e sete segundos de Cure for the itch são perfeitamente eloquentes.

12- Pushing Me Away (3:11)

Com alívio chego ao final dessa tarefa desgraçada que foi ouvir um disco do Linkin Park do começo ao fim. Nesta música, a banda inverte os papéis e o protagonista da canção não é mais o coitadinho que levou pé na bunda, e sim o que dá o chute.

E, incrivelmente, a música consegue ser tão chiliquenta quanto todas as outras.

I’ve tried like you
To do everything you wanted too
This is the last time
I’ll take the blame for the sake of being with you

“Mimimi ai você me trata tão mal cansei sou mais eu!” Se você é alguém que se identifica com uma música derrotista destas, definitivamente você não é “mais eu”.

Cabou. Nunca mais resenharei um álbum na minha vida. Vou ouvir um Led Zeppelinzin pra exorcisar meus tímpanos. Arrupia aí, Page!

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(Sim eu sei que a versão deles é cover, vá chupar uma piroca)

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Categorias: Música

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

124 Comentários \o/

  1. Cyber Ramses says:

    Linkin Park já era chato na época (mas eu ouvia), hoje é insuportável. De nu-metal só System of a Down e Nine Inch Nails se salvam, com ressalvas.

    Mas valeu pelo Led, uma das melhores do IV. E tem gente que prefere Stairway to Heaven…

    E não desista disso, mas resenhe musíca boa que a molecada não conhece: Creedence, Bad Company, Lynyrd Skynyrd, The Clash, Ramones…

    • NPSTR says:

      Tu chamar o NIN de New metal é muita filhadaputice.

      INDUSTRIAL porraaaaaaaaaaaaaa. E eles estao anos luz do que é feito de eletronico com metal, em relação a industria fonografica e o resto.

      Cada merda que eu leio por aqui.

  2. Paulo says:

    Eu tenho 17 anos e acho que meu orgulho é ouvir coisas melhores que isso o.O

  3. Rafael G. says:

    Acho Korn mais angsty. Difícil pegar todas as bandas dessa época e colocar numa balança pra ver qual é a mais frescurenta.

  4. ups says:

    JEHAUEHAUHEAUHEUA gif diretamente do benfica =P

  5. Gustavo says:

    Po Kid também curtia linkin park quando tinha 15 anos, mas tu ouviu o album “Minutes to Midnight”? Deu uma bela evoluida na sonoridade, deixaram essa parte do rap tosco de lado e focaram mais nas guitarras e vocais do Bennington, vale a pena.

  6. Hawk says:

    Acho justo.

    Da próxima vez, resenhe o Lynyrd Skynyrd.
    Abs.

  7. @math_1406 says:

    Resenhe um álbum do Slipknot.
    Seus ouvidos lamentarão a batenção de pratos desenfreada.

    • João Vitor says:

      De chilique adolescente para letras psicopatas tem um longo caminho.
      Mas sobre a bateria deve ser porque pagam muito pau do cara,aí eles vêem que tá fazendo sucesso e falam “Bota mais disso ai ô”

  8. Maiko says:

    Ah eu curtia sim e na época curtia por curti mesmo porque não entendia patavinas de inglês uhasuh >D

  9. Rafael says:

    Eu ouvi muito Linkin Park, tanto que achava que as músicas eram feitas para mim (LOL). O que me fez parar? Sepultura, Korn e Slipknot. Além é claro dos álbuns subsequentes dessa bandinha.

  10. Sempre achei LP uma bosta, falomermo.

    E olha que eu nunca tinha parado pra prestar atenção nas letras. Agora então, minhas dúvidas se foram.

  11. panasiewicz says:

    Não cheguei a escutar religiosamente o Linkin Park, mas confesso que gostava.

    E nunca fui de prestar atenção nas letras mas, baseado pelo post, digo que se o Chester usasse gel na franja essa banda poderia ser considerada a primeira banda Emo da história.

  12. Jonny B. says:

    Concordo, e me sinto da mesma forma… Mas ainda sim, acho graça sempre depois de falar de uma banda famosa lixenta da atualidade, o povo sempre vem com os ótimos “Clássicos” que a “Garotada” tem que conhecer…

    Tipo, em 19XX (Escolha a data de lançamento do seu “clássico” mais recente pra preencher os “X”) secou a fonte das musicas boas e desde então tudo é merda, nada se produz de bom…

    Admita, o papo é sempre “Ouça o que EU ouvia quando novo, que é o que é bom e é tudo que você deve ouvir para ter o meu respeito”. Ou então me fala aí a data de lançamento das suas “Top 10″, com as datas de lançamento, e vamos ver quantas estão na nossa década…

    • Eurritimia says:

      Eu vou achar graça quando daqui a alguns anos, esta geração DBZ crescer e falar pros seus filhos: “isso aí que você tá ouvindo é lixo. Bom mesmo são os ‘clássicos’ Amy Whininghouse, NX Zero, Restart…”

  13. Marcos says:

    De Linkin Park a Led Zeppelin, quanta evolução! Isso me faz acreditar por um segundo na humanidade, até a hora em que meus vizinhos ouvem um É o Tchan, ISSO SIM É SOFRIMENTO.

    Só uma observação vinda de um chato, número de acordes numa música não serve como parâmetro para qualificar música (nada serve, aliás). Muitas músicas, talvez até a maior parte, são construídas com 3/4 acordes. Tome o Blues como exemplo, o 12 Bar é feito apenas com 3 acordes.

  14. Danilo Sato says:

    Realmente…. um ótimo post!
    Linkin Park (“Limpe o Parque” é como zoam por aqui rsrsrsrs) realmente é ruim mesmo hehehehe
    Não sabia que as letras era assim… há 10 anos atrás eu também eu ouvia, UMA ou outra deles…. pq achava o som mais ou menos legal… hoje em dia… não consigo ouvir nem uma parte das musicas, por ser New Metal mesmo, mas eu não sabia que as letras falavam disso tudo aí….
    Só um classicão mesmo (Led Zeppelin, Deep Purple, etc) pra limpar a mente e expulsar essas musicas aí auehauheuaheahue

    • Rodrigo V. says:

      Cara.. pra mim sempre que falavam Linkin Park, vinha na cabeça a imagem do protagonista de Zelda brincando num balanço! (Link in Park talvez?)

  15. pedro_hff says:

    pqp mano, tu mostrou a letra de Crawling, eu preferia cantar “CROOOOOOOOOOLINGUEEEEE BACIIIIIIIIIII…”

  16. Joel Nasc. Jr says:

    Dude, tua adolescencia foi constrangedora…

    So ouvi Linkin Park depois de velho. Delois dos 30.
    Como ouvi com forca num momento dor de cotovelo, e comecei direto no Minutes to Midnight, nao achei tao adolescente assim.

    Hybrid Theory ouvi quase nada.

    E que papo é esse de Led Zeppelin? Tu ouve Benny Benassi que eu sei!

  17. Ajax says:

    Eu fui no SWU e tocou essa porra dessa banda aí. Agora consegue estar MUITO pior que nessa época aí. Virou eletrônico puro, tinha músicas que o guitarrista e o baixista saíam do palco, só deixavam os 2 vocalistas e o DJ. Uma bosta, não sei como alguém consegue curtir.

    Apesar que na minha época de muleque eu ouvia xarlibrau…

  18. Fernanda says:

    Linkin Park também era minha banda favorita, a ponto de uma das minhas primeiras experiencias na internet (além de jogos do cartoon) foi ter um flogão deles. Na época eu era mais nova, lembro de quando eles vieram ao Brasil, chorei por minha mãe não ter me deixado ir, me tranquei no quarto e coloquei o cd deles no ultimo volume. Já tinha lido resenhas como essa antes, falando sobre como todos os albuns deles são iguais e eu ficava louca. Xingava a sétima geração da pessoa em comentários. HUAHUA Hoje não aguento ouvir um cd inteiro, mas ouço pela nostalgia daquela época.

  19. @aerials7 says:

    Puts!!

    Escueti muito o Hybrid Theory! Hoje nem tanto! Gostava pra caralho antigamente, hoje em dia vejo que a banda foi uma aposta comercial de gravadora!
    Não vejo lá muita graça hoje em dia, serve mais pra lembra da época que se ficava jogando video-game e não tinha tantas preocupações! Porém não vou cuspi no prato em que comi!
    Foi melhor curti um Linkin Park ou Korn, do quê um axé ou sertanejo dos infernos!
    Ultimamente só rola metallica (antigo), Black Sabbath, Motorhead entre outros do gênero! Ainda sim difícil eu para ou música, com tanto trabalho e estando casado!
    Apesar de tudo aquela época foi boa!

  20. @MadKarpDaDepre says:

    Eu era loucooooo por Linkin Park, e em lar religioso esse era meu ato extremo de revolta e culto a lúcifer KKKKKKKKKKKKK Como o Izzy falou, olhamos pra trás e rimos de tudo isso…
    O que me salvou de LP foi System of a Down e posteriormente coisas bem mais pesadas…

    Izzy parabéns pela resenha! Você faz até um album *AngryKids* virar um texto mega divertido

  21. Thiago says:

    KID FDP, Te odeio.

    Em Forgotten percebi que havia baixado este CD para poder ler a resenha ouvindo as músicas….. HAHAHAHA

  22. Olha cara.

    Pra quem sabe criticar. Esse post é um prato cheio.

    Eu escutei sim. A primeira música e foi Crawling. [Como creio que todos tenham escutado também].

    Isso me ajudou a ter referências no que hoje eu chamo de presente.

    Várias letras deles me incentivam à não sofrer. Mas sempre batalhar.

    Cada banda teve o seu sofrimento. Sua história e o motivo pra continuarem a lutar.

    Fui no SWU e escutei muita crítica. Achei a maior falta de opinião. Sendo que cada um. Baseia na referência que tem. E querendo ou não. Colocam uma parte do coração no meio dessas críticas.

    Odeio Rock metaleiro. Ozzy. Metallica ou afins desses. E não fico achando que os outros são obrigados a entender o motivo de eu odiar ou não. Pois o gosto é de cada um.

    Cada um tem seu gosto. E colocar todos que não gostam em um lugar. É possível. Mas ninguém pode ficar envergonhado.

    Pois. Pagode. É rotulado. Axé. É rotulado. Sertanejo. É rotulado… E por ai vai.

    Não estou aqui pra defender Linkin Park. Mas é fazer pelo menos. Uma parte em tentar ajudar as pessoas a tolerar um pouco mais. Pois. Esse post foi criado com o carácter totalmente pessoal. E nenhum pouco impessoal. O que torna seu espaço um pouco suspeito de ‘verdade. isso faz sentido’.

  23. panasiewicz says:

    Kid, se você tem tanta vergonha do vídeo, por que não tira do Youtube? :twisted:

  24. andré godoy says:

    Grato, só me informando do que se trata as letras Parabénspra eu tirar as musicas da playlist do itunes e liberar espaço no ipod

  25. Felipe Machado says:

    A questão é que você analisou todas as músicas sob a ótica de um adolescente, desvirtuando o que os compositores queriam passar…

  26. Tais says:

    Quando eu tinha 8 anos, minha irmã tinha uns 14, 15, ela era fã de Linkin Park, e eu detestava. Ela tinha um CD deles (seria o Hybrid Theory?) que apareceu arranhado do nada, e cismaram que fui eu que tinha feito tal arte. Quem dera.
    O tempo passou, quem tem 15 anos sou eu, e detesto Linkin Park da mesma forma. Prefiro Led Zeppelin mesmo.

  27. Felipe Machado says:

    Continuando…

    Não sou o maior fã de NM do mundo, mas é inegável a qualidade sonora (pelo menos) do LP. Apenas a guitarra deixa um pouco a desejar. Caralho, Kid, o vocalista canta demais. O cd, goste vc ou não, foi um divisor de águas na época e ainda repercute nas bandas de scremo ou metalcore de hoje.

    Quanto às letras, acho que a depende da análise de cada um. Como disse antes, você as analisou sob a ótica de um adolescente “mimado” (o que eu também era, by the way). Elas podem ser bem mais pesadas se vistas pelas lentes de um viciado em drogas ou de alguém que foi molestado quando era criança, etc.

    é isso aí.

    PS: Papercut é muito foda.

  28. Whoever says:

    Kid, tá faltando a resenha de duas músicas:
    -My December
    -High Voltage

    Não nos desaponte.

  29. PR says:

    Huhaahhuahua! Cara, eu gostava disso também xD
    Mas só ouvi no rádio mesmo, no tempo em que ouvia rádio .-.

    Depois que descobri a coisa linda do Senhor meu Deus chamada internet, nunca mais tive que ouvir 3 horas de musica pop pra só depois ouvir uma que eu gostava xD.

    Eu voto em tu resenhar outras bandas, cara, eu nem era fã assim de LP e gostei da sua resenha. Agora, faça umas de bandas que prestem: AC/DC, Thin Lizzy, Mötley Crüe….

  30. Blyter says:

    Caraio…não precisava por tanta enfase na sua opinião fazendo um texto gigantesco. Que link in park é lixo nós já sabemos que são mesmo. Os caras nem existem mais. Acho que não existem/espero que não existam mais.

  31. Miguel says:

    De fato Linkin Park é melhor que muito banda por aí hoje em dia, e Led Zeppelin é bom mas é overrated pra cacete.

  32. Lucas says:

    Pra mim o melhor cd do Linkin Park é o minutes to midnight

    • Deia says:

      Cara, nos comentários acima o pessoal tá detonando a banda no seu tempo mais pesadinho, imagina no tempo de Minutes?!

  33. Bonz says:

    Desculpa, Izzy, mas você REALMENTE só levou as coisas pelo lado das letras. E a musicalidade? E a influência que os caras tiveram SIM no meio do metalcore? Foram eles que continuaram depois do Limp Biskit.

    Quer dizer, não é nada primoroso, comparável à Rush ou aos Zepelins, mas porra, tu tá só vendo com um preconceito que mesmo em algum texto antigo teu tu falou: os adultos vão ficando chatos. Pô, pro adolescente é sim a maior merda do mundo um amor icorrespondido, ou uma briga de família. Como pra você quando era criança, a merda que a tua mãe fez foi horrível também. Não é questão de “que problema mais idiota”. Nego não tem, aos 15 anos, a maturidade que você tem com seus 25 anos, cara.

    O LP é ruim? É, musicalmente falando. As músicas são previsíveis e chatas, não to reclamando disso. Mas cara, tu resenhou o CD falando apenas das letras, e do que elas significam em sentido literal. Digo, é seu blog e tals, mas se for pra falar besteira assim, nem resenhe o disco cara |: Tanta coisa como o baixo incrível que eles têm tu deixou de fora que me dá dó de ver que uma resenha de música.

  34. @fernandokg says:

    Cara, admito que não li a resenha, mas fiquei procurando isso: rel="nofollow">

    (não sei o que é pior, tu dançando, ou eu sabendo que a música é Com’Back) auheueahuae

    lerei o texto agora.

  35. Junior says:

    Eu gostei do último álbum deles, “A Thousand Suns”.

    Agora, álbum bom mesmo é o último do Foo Fighters, “Wasting Lights”. Foda pra caralhaço!!! Vou lá ouvir.

  36. Com isso dá pra te perdoar pelo “Pay With a Tweet”. Mas não abusa. :P

    Completely unrelated news, eu tenho a impressão de que você está ecoando tudo aquilo que as pessoas que tinham sua idade agora naquela época pensavam.

    Finalizando, não lembro do ritmo de nenhuma dessas músicas de cor. :P

  37. Camilo says:

    primeiro, o texto tem uma pá de erro, revise-o seu preguiçoso, isso deve ser culpa das rage comics …

    segundo ” me dei conta que estou ouvindo um album inteirinho do linkin park, eu odeio vocês leitores do HBDIA ” , larga de ser emo rapaz.

    btw não é muito dificil achar a url do video do cidadão dono deste blog dançando loucamente no shopping tentem …

    abs

  38. OGRO says:

    mas que bobagem, é a mesma coisa que chineliar alguem por ter gostado de chiquititas quando tinha 8 anos! é a idade po, como voce disse, publico alvo jovem, alcançaram o que queriam.

    e outra coisa, eu acho de uma imbecilidade sem tamanho se achar intelectualmente superior por que escuta musicas “complexas” ou “antigas”.. e isso ocorre exclusivamente com os rockeiros 666 anos 70, que pré-julgam pagodeiros, sertanejos, ou quem curte o “metal novo”

    falo isso com autoridade, aos meus 13 anos larguei tudo que curtia na epoca pra andar vestido de preto com camisas de banda, cabelo comprido, ateu, escutar só metal e me achar superior aos outros. demorei pra ver a merda que tinha me metido, e hoje aos 21 escuto o que me da na telha (blink, lp, forfun, racionais) e fico feliz pela nostalgia que essas musicas me trazem, coisa que nao sinto escutando black sabbath, rhapsody, blind guardian, só um sentimento de tempo perdido!

    pq é melhor escutar um som de problemas adolescentes que sobre dragões

  39. alpha says:

    tenho clips em hd do linkin park em meu hd ateh hj. eu tocava em uma bandinha de escola e tocar in the end pra escola inteira foi um dos melhores dias da minha vida escolar.

  40. brunotexis says:

    Não poderia concordar mais com sua interpretação dessa fase desgraçadamente depressiva e imatura que foi ouvir Hybrid Theory todos os dias.
    Mas não podemos renegar nosso passado.
    Um dia, todos nós fomos adolescentes que achavam que eram mais que isso. (…) Mas não eram.

  41. luiz filipi baraun says:

    valeu izzy, iremos acreditar que voce baixou o cd e o ouviu por completo APENAS pra resenhar. iehseus
    já ouvi linkin park aos 16 anos e ate hoje ou´co as evzes (em muito graças a transformers 1st) e nao há nada de errado nisso. >: D

  42. Miney says:

    Cara, olha a merda que voce acabou de falar. São sons completamente diferentes.

    E pela sua lógica, entre jogar rpg e ser emo, seria melhor ser emo.

    -.-‘

  43. Magma says:

    Ouvi muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito esse cd na minha adolescência, mas não tava nem ai pras letras das músicas. Só queria bater cabeça msm.

  44. Eurritimia says:

    A primeira vez que ouvi Linking Park, nem sabia que porra era essa. Ouvi o comecinho de Crawling (antes da barulheira) e pensei: “hum, música nova do Savage Garden…” Aí vem a música e penso: “putz, Savage Garden virou metal agora. Muito bom!”

    Não cheguei a ouvir as outras músicas, só o que tocava na rádio. Eu achava legal pelo ritmo, mas nunca fui fã fervoroso. A única música do grupo que não ouço mais por excesso é aquela da novela em que a mulher morre de bala perdida.

    E até hoje usam música de Linking Park em vídeos de Naruto. Isso sim é coisa triste.

  45. André says:

    Não da pra negar que o ritmo das músicas é basicamente o mesmo, nunca gostei de um DJ na banda também. Mas escuta agora o novo CD deles, A Thousand Suns, e faz uma comparação, LP 10 anós atrás X LP agora. Eu pelo menos acho que tá bem melhor.

  46. Fulano says:

    Fodam-se as letras, só quero saber da barulheira doidona quando ouço Linkin Park. LOL
    Quide, tu podia fazer uma resenha do Nevermind, que tá fazendo 20 anos.

  47. Danilo says:

    Algo que eu vim percebendo nesses últimos dias tanto no blog quando no twitter é que o Kid tem preconceito com pessoa de 16/15 anos. Eu concordo que Linkin Park é uma merda, sempre foi. Mas do jeito que você fala dos adolescentes é até engraçado, quando eu tinha 16 anos eu só pensava em estudar para ser bem sucedido na vida e já tava trabalhando, eu não tinha esses chiliques que você tinha procurando refúgio na música. Só porque você era retardado quando tinha 16 não significa que todo mundo era/é.

  48. Hunter says:

    kkkkkkkkkkkkkkk
    eu dancando!!!!!!!!!!!!!!!
    oh putaria!!!!
    me abri duas vezes lendo esse post…

    Meu irmão, isso é música daqueles malucos gringos que entram na escola com metralhadora dos pais e transformam os amigos em peneiras.

    kkkkkkkkkkkkkkoiaehoieuhoihuaoehueah

    porra amiguin, nunca mais ouvi link park, mas lembro da minha estadia em sao luis em 2001 ouvindo link park e jogando aquele joguin do espaco… qual era o nome mesmo q a gente jogava c o luciano?

    crraaaaaawwllingg in my skinnnn
    kkkk
    detonou link park ma tu, bixo ruim…. t dou mais tweet nao

  49. Pedro says:

    Porra izzy resenha alguma coisa decente…

  50. Godiles says:

    Sério, o cara que pega pra resenhar letras de musicas de QUALQUER banda que curte vai se deparar com TANTA bosta que preferia cometer suicidio ao ouvir aquilo. Nunca fui fã das letras do Linkin Park mas até hoje dou uma passada nos CD’s antigos pq a sonoridade dos caras continua sendo diferente de qualquer coisa e muito “gostosa” de ouvir.

    E mais uma vez é inquestionavel o gosto musical, Led Zepellin por exemplo é uma banda foda, tem seu valor mas acho as musicas e as suas letras um PORRE total, conseguir ouvir um CD deles do começo ao fim sem dormir na metade é um previlegio para poucos.

  51. @g_luchi says:

    Tenho 16 anos, tenho orgulho de ter pais como os meus, de ter tirado 1º lugar no simulado do ENEM (do colégio) e ganho uma bolsa quase integral pra me garantir a entrada do ensino médio direto p/ a facul, de poder dar o crédito disso aos blogs que eu leio ( não o seu, o seu é puro entretenimento; mérito seu, é claro, sua capacidade narrativa, não tô desconsiderando) e não à bitolação de muitos colegas meus. Tenho orgulho de admirar meus professores, em um meio onde ninguém o faz, e ter uma boa relação com eles. Tenho orgulho de ser presidente do Grêmio de alunos e de saber que é extremamente prejudicial sua conduta perante jovens, à qual credito grande parte da origem dela ao bullying que você provavelmente sofreu ( não conheço alguém que não tenho sofrido, até, e na maioria das vezes, por parentes) por você ser jovem e ter sua voz e opinião ridicularizadas mesmo sem antes tê-la ouvido. A criança deve ser ouvida desde antes mesmo de aprender a falar e espero, com toda a sinceridade, que tu considere isso, se te enquadrares no que escrevi durante esse comment, para melhor educar teu filho ou relacionar-te com o filho dos outros.

  52. Lex says:

    Sério que vocês têm vergonha por ter gostado de Linkin Park na adolescência? Galera hoje em dia idolatra Justin Bieber, Rebelde, NX Zero, Restart… Tenho orgulho da minha adolescência em comparação. Sério.

    Sobre a resenha, ficou legal Izzy, parabéns, só achei que você pegou um pouco pesado, só porque é assim que você entende as letras baseado nas suas experiências não significa que todo mundo entenda igual. Algumas letras como “Point of Authority” têm realmente essa coisa angsty adolescente mas algumas você forçou a barra…

    Por exemplo esta daqui:

    “The sound of your voice
    Painted on my memories
    Even if you’re not with me
    I’m with you”

    Interprete que a mina do cara morreu. Dá um significado totalmente diferente do que você falou (e fica uma letra legalzinha até).

  53. Sly says:

    Ah pelamor, deixem de ser beija-rapazes. Tem muita música mais estúpida que as do lincon parque e que muito mais gente ouve. Alem disso não consigo concordar com isso de “pago contas, trabalho, só ouço zz top”. Apesar de zz top ser muito bom e eu pagar minhas contas e trabalhar(inclusive pagar contas muito maiores que o sr quibe paga, e mesmo assim ter uma qualidde de vida muito inferior ao supracitado amg *Brasil*) não deixo de ouvir o que ouvia antigamente.

  54. @CassioLC says:

    Curte A7X nao tem moral pra falar mal nem do falcão

  55. conrado says:

    uaehuahueahe, me identifiquei FU-DI-DO. ouvia pra caralho em meados de 2001.

  56. @Bentodiz says:

    Só falta uma resenha do “meteora” agora.

  57. Diego Rato says:

    Cara, se pegar Linkin Park, Korn, Slipknot, e essas merdas gritadas com letras sem sentido, vocẽ consegue entender porque a molecada da década de 90 tá fudida.

    ouço sons pesados Punk Gritado, sim, mas letras com conteúdo são diferente do que apenas lixo comercial.

    SOAD se salva.

    NIN = Milênios antes do New Metal

    Kid se for resenhar coisas boas, começa com Ramones, o principio de bandas bundinhas* de hoje infelizmente.

    *bundinhas = bandas que todos os moleques juram que é original e que todo mundo ouve, e que todos os NXemos e Restart da vida enojam ao dizer que serviram de inspiração.

    segue o link do canal da minha antiga banda no youtubve, no melhor estilo Ramoneiro, com alguns covers XD

    http://www.youtube.com/user/ratolastehara

    • Tuor says:

      Até entendo o que você disse,mas falar ” vocẽ consegue entender porque a molecada da década de 90 tá fudida.” é um tanto quanto exagerado

      “Existe mais canções de amor do que qualquer outro tipo. Se canções influenciasse as pessoas, amaríamos uns aos outros.
      ~ Frank Zappa”

      >Apenas<

  58. @tihfonseca says:

    Até concordo com algumas coisas que você disse. Sou muito fã de linkin park, curto muito as músicas, desde as antigas até as mais recentes. Eu acho o jeito como eles misturam elementos de diferentes estilos musicais o legal deles, mesmo sabendo que assim eles não se caracterizam fortemente como nenhum dos estilos. E quanto as letras, de certo modo eu concordo que são um tanto quanto exageradas e dramáticas, e portanto díficil se identificar o tempo todo. ( me identificava mais em uma época mimimimi minha). Mas também é bom lembrar que o Chester (vocalista)de fato sofreu muito durante sua infancia e adolescencia, época em que era constantemente estuprado por um “amigo”. Acho que você fez uma analise um pouco superficial de algumas letras e exagerou em algumas críticas, mas eu entendo que foi pra dar um tom de humor.
    Bom, apesar de curtir a banda há muitos anos(desde 2003/2004), talvez eu ainda nao tenha maturidade o suficiente pra julgá-la, já que estou exatamente na mesma situação que você estava: Ultimo ano da escola/Vestibular :/

  59. Lembro que eu e meu primo ouviamos muito, isso ai e Limp Bizkit…

    mas como a mãe desse meu primo gostava de linkin park eu pensava comigo, ah entao nao eh bom…

    heheheh… eh eu ouvia Limp Bizkit….

  60. Thales says:

    É exatamente como vc disse: um som pra adolescentezinhos.
    Mas eu ainda escuto, rs. Querendo ou não esses cd’s antigos do LP me trazem uma nostalgia absurda!

  61. Thales says:

    Ah, por sinal. Realmente, o instrumental da banda é ridículo. MAS… o Chester é um vocalista de técnica inegável.

    Antes que vc possa dizer algo, ta aí ele cantando seu querido Led Zeppelin:

    (com uma banda que é pra pouquíssimos, lol)

  62. Rafers21 says:

    Sinceramente? Acho meio injusto Izzy dizer isso do Linkin Park… Olha, o problema do LP não são as letras deles, e sim os adolescentezinhos de merda que dão esse sentido à elas… Cara, a vida de um adolescente é completamente dramatizada e estúpida, por certo ponto. Por isso é difícil especular quando um adolescente tá tendo um surto de criancice, ou quando ele realmente tem algo pra dizer. Olha, tenho 17 anos, trabalho, saio com amigos, ajudo em muitas tarefas importantes na minha família, e gosto de todos os gêneros musicais , desde que seja música boa. Resumindo: o Chester e o Mike ( o vocalista e o rapper, respectivamente) tem uma profundidade emocional muito grande, e as letras deles são muito fodas. Cara, o que MATA do Linkin Park são esses “melodramascentes” que curtem a banda, e ficam com todo esse mimimi. E isso me entristece demais, porque infelizmente por conta deste esteriótipo que o Linkin Park leva, é que não dá pra compará-lo com bandas que realmente tem algo a dizer, como os clássicos do rock.

  63. Rafers21 says:

    Ok, posso até estar no último ano da escola, no entanto, minha fase Linkin Park já passou, e por ter começado a abrir minha mente e a ouvir coisas decentes de uns anos pra cá, venho finalmente tomar olhares críticos pra algo que eu ERA tão fãzéte. E quem disse que o instrumental de uma banda precisa ser complexo pra ela ser boa? Maior exemplo de todos: The Beatles.

  64. ldfran says:

    quanto mais velho se fica mais velha e boa a música que a gente ouve. na maioria dos casos…

    no meu caso, hoje me restou o bom hard e glam anos 80, e este eu não largo.

    mas compartilho da sua fase, caro Izzy. e estou de acordo! quem não está só precisa crescer mais um pouco que vai dá certo. (:

    não odeio lp hoje em dia, também não escuto mais, e tão pouco me orgulho de ter escutado um dia.

    mas não me envergonho. foi uma fase, como TUDO na vida é! olho pra ela com a nostalgia dos momentos agregados a esta que me trazem. e me sinto bem por definitivamente ter amadurecido.

    continuo a achar incrível como você consegue escrever tanto sem ser prolixo. e te invejo nisso.

    parabéns pelo blog! o acompanhava à tempos, mas essa é a primeira vez que comento algo.

    abraço.

  65. Felipe says:

    Pump It Up e Linking Park, minha adolescência também. haha nostálgico!

    Saudade de quando os problemas maiores eram dançar We Are ou Bethoven Virus “sem olhar” e não as contas pra pagar uhauhauhauh

  66. @g_luchi says:

    @Diego Rato “pré-potência te limita…”
    Tua adolescência foi uma merda, só “lo siento”. Não precisa guardar rancor.

  67. CCCC says:

    Kid viado, vai morrer com um CD do Linkin Park entalado no cu.

    Hehehe… eu gostava… principalmente pq não entendia nada de ingles… daí só curtia o “ritmo”. Aliás, acho que entender as letras das musicas iria tirar cerca de 70% da graça delas (Sim, eu não fui um adolescente rebelde ou deprimido…)

  68. Amigo... says:

    Vou encaminhar o link pra um amigo meu que é fã do Linkin Park, ele não aguenta que falem mal dessa bandinha aí…

    Pronto, agora é só colocar Bon Jovi e tá tudo bem.

  69. damnerd says:

    quide, você tá esquecendo de levar em conta o quão fodida é a mente humana. Quando a pessoa se convence de que está deprimida, ela tende a buscar coisas que confirmem essa linha de pensamento. É como se a cabeça do maluco (pun intended) aceitasse o chalenge de verificar exatamente onde é o fundo do poço. Digo isso porque estava escutando linkin park mês passado justamente no intuito de ficar ainda mais deprimido e foder o resto da minha vida, ainda que o motivo que causou tudo fosse uma unha quebrada.

    tl;dr música depressiva foi feita para pessoas deprimidas se deprimirem mais.

  70. Paulo says:

    Eu gosto realmente de Linkin Park. Sei que é uma merda, mas gosto. E concordo com tudo escrito nesse artigo.

  71. Michael Corleone says:

    kid pq vc n faz um post sobre suas experiencias com forró? Acho que era um evento social obrigatório.

    Pelo menos era requerimento na hora de pegar a mulherada nas festas de 15 anos. (outra ideia pra post, as festas de debutantes)

  72. Lucas Lopes says:

    Izzy, vou dar minha resposta aqui:

    Eu acompanho LP desde 2003, sou um grande fã da banda. Naquela época o que mais me atraiu na banda foi o RITMO e MELODIA, afinal eu não entendia nada de inglês. Em 2006 eu procurei estudar as letras das músicas, procurei traduções e fui lendo tudo. Seguinte, quando você adulto e vê um adolescente choramingando o que você pensa? “É frescura”. Mas quando você realmente está passando por aquilo? Digo, o que um adolescente passa nem se compara com um problema grande de verdade, mas como o jovem nunca passou por problemas de verdade, aquilo pode ser grandiosamente ruim para ele. As letras das músicas tentam retratar o que se passa dentro da mente de um adolescente revoltado, mostrar o quão ruim aquilo pode ser para um jovem. A banda era jovem quando começou, e seu primeiro público foram os jovens. Com o tempo eles foram amadurecendo, assim como suas músicas também foram, e seu público também foi. Muitas pessoas se identificaram com aquelas músicas.
    --
    Quanto a melodia da banda. É algo simples, é o famoso “new metal”. Os hipsters velhos fã-boys do rock clássico provavelmente deveriam ODIAR a banda Linkin Park. Foi uma mudança de música e de geração, assim como no futuro a música vai mudar, e provavelmente, os que hoje são jovens, não irão gostar. O que eu quero dizer é, VOCÊ não gosta de LP, isso não significa que a banda seja ruim. Eu não gosto nada de “The Beatles”, mesmo assim eu respeito o som deles, e sei que eles deixaram um marco na história daquela geração. E assim digo que Linkin Park deixou seu marco na nossa geração, e bandas futuras deixarão seu marco.

    Desculpe pelo longo comentário, mas eu tive muito o que expressar quanto a sua resenha.

    Abraço, Izzy. =)

  73. […] Morri de rir com este artigo: o Izzy Nobre resolveu ouvir e resenhar o CD Hybrid Theory, do Linkin Park, depois de dez anos. Ele analisa o mimimi, ops, disco música por música, e os […]

  74. Nome says:

    Sabe o q é mais incrível: um cara q pagas as próprias contas e tem problemas como perder o emprego e quebrar o carro precisa usar um artifício tão adolescente como criticar uma banda de rock “modinha” pra mostrar sua maturidade.
    Torço de coração pra q daqui a 10 anos vc amadureça de verdade e analise a época q vc criticava bandas de rock pra tentar parecer maduro.

    • Izzy Nobre says:

      Eis aqui um cara que

      1) Ficou irritadinho porque viu sua banda favorita sendo criticada, e
      2) Não teve nem a hombridade de comentar com suas credenciais reais — usou nome e email falsos.

      Decerto um bastião de maturidade.

      • Nome says:

        Nem gosto do Linkin Park, so’ acho ridiculo alguem precisar usar um artificio mesquinho desses pra se sentir superior. Faz o mesmo com Xuxa so’ para baixinhos fale q agora q vc amadureceu vc nota q nao e’ bom ser lele’ apenas criancas imaturas acham bom ser lele’. E qual a relevancia do meu nome, como vc saberia que era verdadeiro ou nao, deixei explicito q nao era. E obviamente nao vou usar email real em um site/blog que nao tenho nenhuma ctz da confiabilidade. Quando vc amadurecer de verdade eu posto com meu nome e emails reais. Espero q um dia aconteca.

        • Izzy Nobre says:

          Ok eu não posso emitir uma opinião negativa sobre algo, entendi.

          Certamente imagino que seu nome real é DALAI LAMA, um poço de iluminação espiritual, alguém que nunca — NUNCA — veiculou uma crítica sobre nada, tamanha é sua maturid…

          Ah não, pera, você veio aqui criticar e me manda esse discurso meia-boca de “aaaiinnnn nao fale mal das coisas é feio e imaturo”.

          Não fode broder.

  75. ah vá se foder com suas críticas seu merda _(_

  76. Janaina says:

    Tô preocupada porque com 15 anos eu ouvia Linkin Park entendendo a letra e amando justamente por isso. Cêis sabem, fase emo.

    Achei engraçadíssimo seu post (morri aqui com os comentários também hahahaha) mas continuo amando loucamente Linkin Park em todas as suas fases. E já é o bastante para eu me orgulhar, especialmente em época de “eu quero tchu, eu quero tcha”.

  77. Jorge says:

    eu rachei com a resenha , mas ah , no mundo onde tem o “tchu e o tcha” , funk carioca , pop ridiculo , bandas de modinhas falar mal de linkin park é perda de tempo , sou fã da banda até hj e acho q vc tenq escutar mc beyonce e rebecca black antes de criticar uma coisa feita a dez anos pq nenhuma menina quer dar pra vc, bjs.

  78. arthur says:

    Apesar do Linkin Park ter alguns pontos negativos, foi essa banda que possibilitou a muitos jovens escutar um som melhor do que essas merdas que existem hoje em dia…

  79. John Goes says:

    Linkin Park ainda é a minha banda favorita até hoje. Mas concordo com esse artigo. Os próprios caras da banda meio que tinham vergonha das músicas antigas, principalmente de Runaway. Hoje eles já estão mais tranquilos em relação à isso pois faz parte da história deles, não tem como apagar.

    Posso dizer que hoje eles evoluíram bastante e continuo gostando do que eles estão fazendo, como os últimos álbuns A Thousand Suns e Living Things.

    Talvez eu goste de ouvir as músicas deles mais antigas não tanto pela letra, e sim pela nostalgia ou pq gosto muito da melodia e dos efeitos eletrônicos.

  80. Charles says:

    Tenho 17 anos e sou como qualquer outro dessa idade, porém ouço Tchaikovsky e não Link Park.

  81. taty says:

    a tua resenha foi sobre os fãs revoltadinhos da época né? os caras não tinham 17 anos, já eram homens, eles cantavam sobre os problemas deles, drogas, abuso sexual (se vc fosse abusado aos 11 anos, a tua adolescência seria legal?) qm disse q não se sofre p/ amor só pq passou dos 18? divórcio (sabia q o chester quase não podia ver os filhos p/ causa do vício? a ex dele não permitia -sim, isso aconteceu antes dele ser famoso). se vc critica algo q vc mesmo já gostou usando o público, vc está sendo apenas revoltado. crítica é feita com argumento, com imparcialidade, eu só li opiniões sobre seu gosto pessoal. desde qnd é preciso ter 25 anos(eu tmb tenho) p/ saber viver e saber o q é problema d verdade? tem gente c/ 25 e age pior q 1 adolescente, tem gente c/ 15 q é super capaz e responsável. as letras não falavam sobre emices, eram problemas e até traumas sérios q eles se referiam, seria bem interessante se vc criticasse a banda, não os fãs. desde qnb led z. ou beatles são perfeitos? não existe perfeição nesse mundo, eles fizeram músicas incríveis e tmb fizeram porcaria, ou vai dizer q todas as letras eram poesias filosóficas? só concordo com cure for the ich e a parceria desnecessária c/ jay z. curto até hoje e acredito q eles só melhoraram! e p/ fim: é melhor passar tua adolescência ouvindo LP ou Bieber, tchu tchá, restart (esse sim é literalmente emo revoltadinho), e aí o q é pior??

  82. Danilo says:

    Então Izzy…creio eu que as letras das músicas tem mais a ver com o abuso sexual e com o uso de drogas do vocalista “Chester” do que com problemas comuns da adolescência.

  83. Luan says:

    Se você nao gosta mais de uma banda, nao precisa falar nada.
    fica na sua e respeita quem gosta !!
    Se você pensa que todos que gostam de LP são ” auto-derrotistas” ou adolescentes nervosinhos, guarde sua opinião pra você !!
    E outra… você viveu com Chester na infância pra saber sobre o que realmente ele quis retratar em suas musicas? Você conhece a historia dele desde o nascimento??? Você apenas não gosta mais deles e temos que RESPEITAR isso, porém, o RESPEITO deve ser recíproco !
    Grato.

  84. matheus says:

    izzy é um fdp. eu curtia muito LP pelo msm motivo que a maioria curtia, não entendia porra nenhuma de ingles.

  85. Carlos Schneider says:

    Tb tenho isso hj em dia, coisa q ouvia até saturar q hj tenho OJERIZA. Bandas de Power Metal como Nightwish, Tristania, Therion, Rhapsody e outras de Metal como Iron Maiden, Metallica, Megadeth, Slayer entre outros. Simplesmente n tenho saco mais pra ouvir isso me soa como musica de quem se recusa a deixar de ser adolescente revoltadinho e crescer coisa q fui nessa época.

  86. Erica says:

    Sou uma adolescente fracassada e patética e amo Linkin Park, talvez passe um dia