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[ Pergunta do dia ] O que te fez dizer “nunca mais volto nessa loja/restaurante/boate”?

Postado em 6 August 2013 Escrito por Izzy Nobre 58 Comentários

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Estou ficando velho, e com isso minhas memórias estão mais desbotadas que um poster de Exterminador do Futuro 2 que passou anos pregado na vidraça da locadora do bairro e exposto ao sol. Com isso, coisas que acabaram de acontecer já parecem que rolaram quando eu tinha 12 anos.

Por exemplo, estava relembrando aquele target=”_blank”>papelão da blogueira que tentou filar entrada franca na boate usando seu prestigioso status de “escrevo uns negócios na internet e às vezes algumas pessoas lêem”. Pra mim isso tinha acontecido em 2005.

Uma breve recapitulada: naquela lamentável história, de qual a blogueira certamente já se arrepende de ter protagonizado, a menina apelou pros dois clichês máximos de insatisfação com a forma que você está sendo tratado: “você sabe com quem está falando” mesclado a “nunca mais piso aqui de novo!”.

(Sendo que ela não chegou a pisar lá da primeira vez, mas tudo bem)

E aí eu lembrei que também tenho uma boa história de “nunca mais eu volto aqui!”

Era uma tarde de, sei lá, digamos que era outubro. Eu estava preso naquele ciclo vicioso de sente fome -> vai à geladeira -> descobre decepcionado que não há comida -> volta resignado ao computador -> sente fome e checa a geladeira novamente.

Algumas pessoas sem imaginação brincam com isso, ironizando a aparente expectativa de que comida apareça mágica e espontâneamente na geladeira na sua quarta ou quinta viagem até lá. Entretanto, a real explicação para consultar a geladeira repetidamente é simples: a sua tolerância com as parcas opções de alimentação vai mudando com cada ida à geladeira. Aquelas sobras do almoço de domingo, que originalmente não causaram grande interesse, começam a aparentar mais apetitosas com cada viagem à cozinha — até que você finalmente desiste e joga uma farofinha por cima pra disfarçar o fato de que o frango tem consistência e sabor aproximado disto aqui:

Enfim. Tava nessa ladainha maldita de ir à geladeira de 10 em 10 minutos, até que decidi que se trabalho nessa vida maldita, é justamente para poder financiar pequenos luxos da vida ocidental contemporânea — ir à pizzaria que fica aqui perto, por exemplo.

Joguei alguma roupa qualquer e fui ao estabelecimento — onde trabalha a ex namorada do meu irmão. Este detalhe se tornará relevante já já.

Chego lá e esbarro com a mãe da ex do meu irmão. Esqueci de mencionar que ela trabalha lá também. A velha é muito gente boa, e gostava MUITO do meu irmão. O problema disso é que é impossível esbarrar com a véia sem que ela enche meu ouvido com suas esperanças que meu irmão um dia volte com a ex. Peço minha comida e a muié vai embora.

Eu estava sentado no balcão, e de onde eu estava podia ver uma boa parte da cozinha. O ditado popular é que cozinha de restaurante é igual histórico de mulher: se você conhecesse, não comia. Esta curiosa anedota provou-se verdadeira para mim naquela tarde.

Do balcão avistei um dos cozinheiros preparando meu prato — filés de frango empanado cujo nome em inglês (“chicken fingers“) me levou à horrível realização que gringos são selvagens sem modos que comem até as patinhas das galinhas.

Pois bem. É neste ponto na história em que o cozinheiro mete a mão no meu prato sem qualquer cerimônia, apanha uma das minhas fritas e mete na boca cara-de-paumente.

Eu não podia crer em meus olhos. Tudo bem que tenho uns 3 graus de miopia em cada olho, e que se eu tirar esses óculos aparentemente fabricados com os fundos de garrafas de Coca Cola eu não reconheceria nem minha própria esposa a 10 metros de distância, mas meus olhos ainda merecem algum crédito. E este olhos me diziam que este cozinheiro era um filho da puta.

Enquanto estou lá perdido em minhas considerações, o cozinheiro mete sua mão no meu prato, e apanha um punhado de fritas. Tal qual aqueles brinquedos de garrinhas no shopping, seus dedos inábeis deixaram metade das batatas fritas caírem de volta no prato. Enfiou-as na boca vorazmente, as batatinhas se dobrando em sua boca como um V maiúsculo pingando óleo.

Agora eu já estava consideravelmente inconformado. No final das contas o filho duma meretriz repetiu o gesto umas 4 ou 5 vezes. Em sua defesa, ele reabasteceu as batatinhas roubadas; entretanto, eu continuo preferindo que um cozinheiro não meta a mão na porra do meu pratoLÁ VAI ESSE CORNO ROUBAR MAIS BATATINHAS MANO. EU NÃO ACREDITO NISSO.

E pior dessa última vez: ele brincou com minhas emoções. Após o último furto, ele lambeu os dedos ostensivamente — de forma quase cartunesca, eu diria até — e os enxugou no avental. Ora, o contrato social entre nós seres humanos de bem é que ao lamber os dedos e enxuga-los na roupa, você decidiu encerrar o consumo de seja lá o que você estava comendo. Os restinhos na ponta dos dedos são como a sobremesa, e enxuga-los na calça simboliza o fim da refeição.

Calcule então minha revolta quando o desgraçado, aparentemente amnésico, mete os dedos recém-limpos de volta no prato (agora portando partículas de cuspe de cozinheiro!) e roubou uma última batatinha.

Como sou um idiota de proporções incalculáveis, não falei nada e voltei pra casa com o marmitex. Eu e meus apegos sociais. As vezes que meu pai reclamou em restaurantes na minha presença quando eu era moleque me traumatizaram, acho.

Ao voltar pra casa, mandei uma SMS pra ex do meu irmão, reclamando — em posição de cliente — do atendimento. Ela deu de ombros e mandou um “ahhh esse cara é assim mesmo mas ele sempre coloca mais batatinhas no prato de volta”, revelando que este MO do cozinheiro é não apenas conhecido mas também perfeitamente aceito pelo restaurante.

Falei pra ela — novamente, não como um broder, como CLIENTE — que fico chocado que ao reclamar de um funcionário do restaurante que meteu a mão sebosa em minha comida, sou respondido com um indiferente “ahhh é assim mesmo”. Deixei claro que depois dessa não sei se voltaria mais lá, e ela manda um “ahh beleza” com todo o envolvimento emocional de alguém que acaba de descobrir, ao bater o olho numa revista Caras de 2004 no consultório do dentista, que um ex-BBB passou férias em Guarujá.

E desde então cumpri minha palavra: nunca mais pisei no restaurante. O que é um saco, porque é aqui do lado de casa e a broderagem frequentemente vai lá para suas pizzas dominicais.

O que te encheu de revolta ao ponto de você nunca mais visitar um estabelecimento novamente?

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Categorias: pergunta do dia

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

58 Comentários \o/

  1. BrunoHe says:

    Hahaha, porra Izzy, q nojento, vai lá saber onde o cara tinha metido essas mãos antes.

    Talvez vc tenha feito certo em não reclamar e pedir um outro prato, pois vai q o cara resolver batizar o mesmo.

    Mas o q mais fico é o “ahhh beleza”, PORRA BRODER, TU ACABOU DE PERDER UM CLIENTE E TÁ DE BOAZIN COM ISSO?

    É mta doideira.

  2. Kaynan Vilela says:

    então, Izzy (não sei se é aqui que tem que comentar, mas enfim), uma vez (comigo também foi num restaurante) eu estava morrendo de fome aqui no centro de Campinas e do lugar onde eu trabalhava, havia um restaurante exatamente ao lado da loja. Como eu estava morrendo de fome e na minha inocência, me adentro ao recinto e peço o prato do dia para a atendente (que também é a cozinheira), ela me chega com o prato do dia, era strogonoff (arroz, feijão, e afins compunham a receita). Pois bem, o prato vem e ela me serve… Acho relevante comentar, antes de dar o foco da conversa, que ela e seu avental não se completavam esteticamente (trocando em miúdos, ela tinha cara de ranhenta e o avental era todo sujo de gordura [é normal isso pra um cozinheiro? Não sei, acho que falei bobagem, mas enfim]), então ela me serve, acho que vou enumerar as casualidades que me levaram a concluir que o lugar não era bem higiênico:
    1 -- tenho uma interrupção no cisto (canal do nariz que leva o oxigênio para a traqueia) ou seja, eu não respiro pelo nariz, tenho 18 anos de respiração oral, mas nem isso foi suficiente pra não me permitir sentir o odor forte de cebola que o lugar tinha.
    2 -- os talheres estavam consideravelmente limpos, exceto pelo prato, que tinha umas casquinhas suspeitas e aleatórias de qualquer coisa que se solidifique e se forme uma casca no final de tudo.
    3 -- a Coca-Cola cheirava a cebola (não me pergunte porquê e nem como.
    4 -- a cozinha é tão suspeita quanto o preço que me cobraram na Cebola-Cola.
    5 -- todas acima, mais o chão grudento e a barata morta ali na quina da parede.

    Embora esses malefícios estéticos, o atendimento foi bom (profissionalmente falando), na verdade, acho que o que me atraiu para comer neste restaurante foi a filha da dona que estava dando sopa numa das cadeiras, aproveitei pra puxar papo, por que, né? Sejamos condolentes…

    Bom, é isso, não sei se isso foi tão estranho como foi o seu caso (porque velho, na moral, se eu pegasse o cara comendo coisa da minha marmita, eu saia do lugar sem a marmita só pra dar prejuízo real pro “restaurante”).

    Se curtiu ou não, sei lá, se teve paciência para estes 15 minutos de puro nada…

    No final, o que acabou me dando a decisão de não voltar lá mesmo é a estrutura bacteriana retangular de pura não-higiene e boa intenção de quem quer que seja o zelador da bagaça.

    Obrigado pela sua atenção/paciência/trecoloko,
    Adios!

    • A Coca-Cola estava com cheiro de cebola porque provavelmente esse era o cheiro do copo. Isso ocorrer porque eles lavam os copos e os pratos com a mesma esponja. Pode acontecer do copo vir com cheiro de ovo também.

  3. Glauber says:

    Aconteceu na semana passada essa história. Era a primeira semana de aula desse semestre na faculdade.
    Alguns dias da semana eu tenho de almoçar na faculdade ou em algum lugar perto (a comida da faculdade não é lá grande coisa), porque tenho aula à tarde e não dá tempo de ir pra casa e fazer almoço. Eu e mais uns amigos fomos então almoçar no shopping ao lado da faculdade e, em vez de comer qualquer lanche rápido, fomos num restaurante lá. Fizemos o pedido e ficamos aguardando, mas somente o almoço da minha amiga chegou. Eu e meu outro amigo ficamos esperando quase meia hora e nada, até que fomos reclamar.
    Nós pedimos nosso dinheiro de volta porque o atendimento tava muito demorado e que nós fomos almoçar lá justamente pela rapidez com que o almoço era servido.
    Aí o atendente chamou uma moça lá (provavelmente a gerente). Ela explicou que o sistema tinha reiniciado e a impressão dos nossos pedidos saiu pela metade, por isso não foi pra cozinha.
    Aí ela disse que em 5 min eles estariam servindo e decidimos esperar. Acabamos almoçando lá mesmo, mas não volto lá tão cedo.
    O mais foda dessa situação é que eles não foram capazes de imprimir novamente o pedido ou então nos chamar e explicar o que tinha acontecido. Realmente o atendimento foi uma porcaria.

  4. Marcus VBP says:

    Fala broder.

    No meu caso, eu saí com uns amigos num final de domingo pra comer um açaí numa lanchonete.

    A lanchonete tava lotadassa, mas a gente conseguiu uma mesa.

    a gente fez o pedido, e passamos quase uma hora esperando ser servidos, e começamos a ver pessoas que chegaram depois da gente recebendo os pedidos antes de nós.

    Aí eu fui tirar satisfação com o garçom: “véi, cadê o pedido da mesa X? a gente já ta lá a quase uma hora, a mesa do lado já recebeu o pedido e eles pediram depois da gente”.

    Aí o garçom olhou os papéizinhos que ficam perto da janela da cozinha e depois falou com o garçom que atendeu a gente, e finalmente deu a justificativa: “ele esqueceu de fazer o pedido”.

    Aí eu disse: “então pode cancelar o pedido”, e aí eu fui embora e nunca mais voltei.

    Eu fiquei até puto comigo mesmo, porque eu devia ter reclamado com a gerência, mas deixei pra lá.

  5. Iark says:

    Certa vez em uma panificadora que eu gostava e frequentava muito apareceu uma nova balconista. Eu costumava pagar com cartão de débito. Certo dia a bobina da máquina acabou e a balconista nova visivelmente não treinada não sabia colocar uma bobina nova e disse “espera um pouco que o dono já vem trocar”. O dono do estabelecimento estava conversando com uma senhora de idade quando a balconista avisou do ocorrido e o dono diz “já vou lá”. Pensei comigo “ok, ele terminará a frase e vai resolver o problema”. Só que o grandessíssimo filho de uma cadela com sífilis ficou conversando com a velha uns 10 minutos sem se atentar para o cliente (no caso eu). Eu simplesmente larguei os salgados no balcão (tinha pedido “pra viagem”) mandei um “vá pro inferno, nunca mais volto aqui” pro dono do local e fui embora.
    Pequenas coisas assim que a galera perde cliente, por isso q a maioria dos novos empreendimentos no Brasil fecha em menos de 2 anos.

  6. Davi says:

    Uma vez fui numa lanchonete aqui em Curitiba que tinha um dos melhores pastéis de queijo que eu já comi na minha vida. O problema desse pastel é que tinha MUITA gordura, então eu pegava uma quantia generosa de guardanapos para comer o pastel.

    Eis que um dia eu chego, peço o já costumeiro “um pastel de queijo e uma coca de 290”, a mulher (dona do lugar) anota o pedido e sai recolhendo TODOS os guardanapos de TODAS as mesas e me entrega um garfo e uma faca, dizendo que “assim não gasta tanto guardanapo”.

    Isso aconteceu em 2005 e eu nunca mais voltei nessa lanchonete, apesar de passar na frente dela TODO dia pelo menos duas vezes e, aparentemente, ter mudado de dono pelo menos umas duas vezes.

  7. Aleluia says:

    Uma vez, ainda muito novo, fui no banheiro do shopping e lembro que estava no mictório daí do meu lado chegou o garçom de um restaurante que simplesmente mijou e saiu sem lavar as mãos para voltar ao trabalho.
    Nojentaçoooo e deve ser o mais comum de tudo isso ocorrer.

  8. Ana says:

    Aconteceu esses dias mesmo na faculdade, estudo na UERJ e no primeiro andar do meu pavilhão tem uma livraria e café.
    Eu sou louca por café, principalmente expresso.
    Entrei no lugar e vi aquela linda máquina, que um dia ainda compro pra minha casa lá, do outro lado do balcão e perguntei quanto era o café. A resposta: 3,50. Pedi um.
    Caro, mas tá, já tava ali mesmo.
    A atendente veio me perguntar se eu ia pagar com cartão ou dinheiro, respondi dinheiro. Aí ela perguntou quanto pq não podia fazer o café sem saber se tinha (????). Eu falei que ia pagar com uma nota de cinco, ela disse que não tinha troco, logo não podia fazer.
    Eu fiquei puta da vida e saí do lugar, nem pensei em falar com gerente nem nada (puro erro).
    Só que: Eu sou caixa de um estabelecimento na Lapa e o treinamento que eu recebi diz que: Se o comerciante não tem troco não é problema do cliente, logo ele tem que abaixar o preço do que quer que seja até ter troco ou até que fique de graça.

  9. Vinícius Martarello says:

    Eu não posso criticar a sua atitude de sair sem falar porque eu provavelmente teria feito o mesmo.
    Um lugar que eu nunca mais vou é qualquer graal (um restaurante de estrada em SP), comida horrível, e já vi cozinheiros roubando comida. To gostando de ver kid, ta ativo no site e no youtube.

  10. Não tenho nenhuma história do tipo, pois quase sempre quando saio vou à mesma lanchonete de sempre.
    Só fiquei com uma dúvida no texto: E ai Izzy, comeu? 🙂

  11. neto says:

    A muito tempo, aluguei um DVD na distrivideo em fortaleza. Na hora de devolver, a atendente disse que o DVD estava danificado e que eu teria que pagar por ele. Eu disso “como? Onde que o DVD está danificado? ” simplesmente na borda do centro dele, na parte onde o disco encaixa na caixa estava trincado. Ela argumentou que com o tempo o trinco iria aumentar e afetar a parte gravada. Eu disse “pois se o disco trincou foi por causa do encaixe da caixa que vocês mesmo fornecem”. Paguei a locação e nunca mais pisei lá.

  12. Cynthia says:

    Pois bem, na esquina da minha rua tem um supermercado. “Mt conveniente”, pensei qd me mudei pra lá, ano passado. Acontece q nas 2 vezes em q estive lá, o chão tava com aquela poeira preta e grudada, tipo calçada ou estação de trem no subúrbio, fora o açougueiro trabalhando sem luvas. Aquele lugar dá mt nojo. Pena q é bem perto de casa, seria uma mão na roda.

  13. Igor Freire says:

    Os parágrafos sobre idas e vindas à geladeira são impagáveis. Por isso que você deve continuar escrevendo no site, e não apenas fazendo vídeos 😀

  14. Bruno Guedes says:

    Sem histórias, só pra fazer um adendo acerca da srta ~Blogueira da Capricho~, referida aqui:

    “naquela lamentável história, de qual a blogueira certamente já se arrepende de ter protagonizado”

    Pois então, da última vez que ouvi falar nela, ela tava dando entrevista prum jornal aí. Eu acho que criamos uma nova Geisy Arruda, hein?

  15. Almir Machado says:

    Uma vez fui num restaurante com meus pais. Na fila do buffet estávamos na ordem: pai -- eu -- pessoas quaisquer -- mãe (ela tinha ido ao banheiro lavar as mãos).
    Na frente do meu pai, entra na fila uma mulher com avental e boné branco (ou uma daquelas toucas de cobrir o cabelo na cozinha, não lembro direito.) A mulher estava portando uma bandeja enorme com 4 potes de marmita e começa a colocar as comidas do buffet nos potes. NOS QUATRO POTES. Meu pai pergunta para a mulher se ela trabalhava ali e ela confirma. Ele reclama, mas ela faz pouco caso e diz pra ele ir falar com o gerente. Meu pai foi até o balcão e mandou apenas um “Ah, aqui é assim mesmo.”.
    Meu pai simplesmente colocou o prato no balcão mesmo e começou a falar que isso era um absurdo, deixar um funcionário furar a fila dos clientes. Novamente o gerente disse que era padrão nesse restaurante. Meu pai disse que não almoçaríamos mais lá e fiz com o prato o mesmo que ele, assim como minha mãe. Fomos embora e achamos um restaurante muito melhor.

    Não retornaremos àquele restaurante, até mesmo porque fica em outra cidade e só estávamos passando o dia lá.

  16. Kenner says:

    Um dia desses estava meio puto (no que digo puto pra caralho) por motivos pessoais quando fui comer fora com minha respeitosa mãe, o plano era comer no maldito restaurante japonês o qual estava me fazendo encher a cabeça dela já fazia algum tempo, porém minha mãe não é fã de cozinha oriental, e meu plano ( repare que sou meio mão de vaca até com o dinheiro que não é diretamente meu) era racharmos um prato de sushi, sashimi ou um misto dos dois, porém como ja disse, minha mãe nãe é grande apreciadora de comida daquelas terras, ela obviamente discordou dizendo: ah, não tem problea, eu peço um peixe frito.
    o que me fez ficar mais puto se é que era possível, por que além dessa minha postura em relação ao dinheiro detesto sair para comer coisas que posso comer em casa (não tanto por causa do dinheiro mas mais por causa da viajem), logo fiquei mais puto ainda quando ao negar, ela sujeriu que comessemos no restaurante padrão ao lado, que na verdade é enorme, no caso como ja estava irritado o sulficientefalei, está bem, vamos ali no restaurante ao lado, chegando lá me deparo com comida comum (arroz, feijão, peixe, frango, etc) porêm o nome do restaurante é frangão, famoso por seu adivinhe, FRANGO, que é normalmente vendido um frango por pessoa e cortado, logo para pegar seu bendito sqn frango você tem que se dirigir à gigantesca churrasqueira de alguns muitos meros de comprimento do restaurante, e foi oq fiz, chegando la pedi um peito de frango ao sujeito que me respondeu rudemente: Não tem peito de frango.
    -Como assim não tem peito de frango?
    Eu disse.
    E ele disse:Não temos peito de frango.
    Perdi a paciência e falei: Meu irmão, vocês tem frango?
    Ao receber a confirmação disse: Então pegue o frango e me corte uma fatia do peito por favor.
    O sujeito então pegou o frango e me deu praticamente um lado inteiro do peito, comi e fui embora, talvez eu tenha sido um playboy mimado enchendo o cara do restaurante mas q se foda, pq isso me fez dizer: NUMCA MAIS VOLTO AKI!

  17. Thais says:

    Bom, fui há cerca de um ano no Outback do shopping Leblon com meu noivo e um casal de amigos. Nos serviram chá gelado que parecia água suja, refrigerante quase sem gás, carne fria (pro casal de amigos) e pra mim e pro meu noivo, um t-bone queimado. Mas o que me fez decidir não voltar lá foi o gerente querer dar explicação sobre a carne estar daquele jeito, querendo nos convencer a não retornar o prato. Se tivesse assumido o erro de cara, ainda dava uma chance. Mas querer me convencer de que eu não estava vendo o que eu estava vendo (a carne queimada e com a parte preta virada pra baixo, pra me enganar), foi demais…

  18. Lucky says:

    Sei lá, geralmente dou segundas e terceiras chances pros lugares antes de parar de ir, mas nem fico “não piso mais naquela pocilga”. O único evento desse tipo comigo aconteceu em 2005, quando eu estava no terceiro ano e tinha aulas de tarde, o que não me permitia ir pra casa comer. Geralmente eu comia num PF responsa que ficava ao lado do colégio, mas naquele dia que fui com uns amigos num Habib’s ali nas redondezas.
    Pedimos pra viagem, porque era mais rápido e não daria tempo de sentar e comer no restaurante e esperamos…
    Esperamos até demais. Reclamei com o cara que nos atendeu e disse que tinha gente que chegou depois, sentou numa mesa e já estava comendo, como nossos pedidos que deveriam ser mais rápidos não tinham saído ainda e bla bla bla. Ele pediu desculpas e prometeu que iria providenciar a comida LOGO. Esperamos mais.
    Então depois um tempo e nada de comida, pedi o dinheiro de volta. Nessa de pedir o dinheiro o gerente veio conversar e GARANTIU que agora a comida saíria. Disse-lhe que não se incomodasse, pois mesmo que a comida aparecesse magicamente naquele momento, não teriamos mais tempo pra comer. Ele insistiu, tentanto me enrolar e eu fiz um drama falando que graças ao restaurante de “fast-food”, meus amigos e eu passariamos a tarde com fome. Peguei meu dinheiro e disse “Habib’s nenhum vê mais um real meu”. E tem sido assim desde então, mas confesso que hoje em dia eu peguei meio nojo do Habib’s, se não fosse por isso acho que teria voltado a comer lá.

  19. Ligia says:

    Saímos para jantar, eu, mãe, pai, marido, irmão e noiva do irmão, numa pizzaria que também serve batata assada. Chegamos no fim do jornal da tarde, pedimos cada um uma batata e minha mãe pediu pizza.
    Jornal Nacional pela metade, nada de nada (nem batatas, nem pizza). Perguntamos pela terceira vez, veio a pizza. Crua. Reclamamos, o garçom pegou a pizza e meteu de volta no forno. 10 minutos depois, a pizza volta AINDA crua. Com a “novela das oito” na metade, vieram nossas batatas. Até tavam boas, mas ao fim do jantar, quando minha mãe foi trocar uma idéia com a gerência, a resposta veio num tom meio “caguei, se você não voltar tem quem volta”. Não voltamos e nem pretendemos.

  20. Yara Lima says:

    Uma vez num supermercado perto da minha casa fui comprar salgados,aí enquanto eu estava na fila pra comprar simplesmente entrou uma funcionária do estabelecimento NA MINHA FRENTE e começou a fazer o pedido.Eu disse que pro atendente que ela tava furando fila,ela disse o clássico:”Eu já estava aqui”e o atendente deu de ombros.Fiquei puta,mas mesmo assim comprei a merda dos salgados.

  21. Gustavo C. says:

    Subway.
    O energúmeno do atendente estava lá a iniciar a montagem do meu sanduíche, quando ele bem na minha frente derrubou uma das metades do pão dentro de um daqueles espaços onde ficam os recheios, que já estava vazio, só com aqueles restinhos de ingrediente; todo palhacito, ele pegou de volta o pão que ele derrubou, e falando pra mim uma brincadeirinha do tipo: “opa, ninguém viu, ninguém viu.”!!!!!!! achando que eu ia entrar no bom humor dele. E aí ele continuou a montar meu lanche com aquele pão que ele derrubou!! Mas a minha mudança de expressão facial deve ter sido bem brusca mesmo, pq em seguida ele olhou pra mim e perguntou se eu ia querer que trocasse o pão. Eu disse que sim, aí ele pegou outro e recomeçou o sanduíche. Mas pra completar o mau humor que eu fiquei, o queijo que eu pedi, ele colocou três míseras fatiazinhas triangulares quase transparentes muito mal encaixadas, ficando mais ou menos assim: VVV (já li um comentário dizendo que os atendentes do Subway deviam ter aulas de Tangran). Nunca mais entrei e nunca mais quero entrar num Subway.
    Mac Donalds tbm é um lugar que embora eu mesmo nunca tenha tido problema, tenho uma implicância que me faz evitar, as vezes que eu fui dá pra contar nos dedos de uma só mão.

  22. MaOe says:

    Eu costumava ir a um restaurante chinês que tem aqui perto de casa porque o preço (por quilo) era acessível e a comida deliciosa. Um dia eu estava chegando em casa morto de fome e me lembrei que não tinha nada pra comer, porque não tinha ficado ninguém em casa o dia todo, daí decidi ir lá no restaurante e até fiquei animado, porque pra quem é pobre ter um pretexto desse pra comer fora é uma mão na roda.
    Chego lá e ENCHO o prato com a comida que parecia mais gostosa ainda. Todo feliz vou pesar o pratinho na balança e pra minha surpresa uma conta que deveria ser 15 reais (costumava ser 12, mas nesse dia eu tava com fome e chutei que seria 15), pois bem, uma conta que deveria ser 15 reais mostrou 32 na balança. Eu pirei, eu só tinha 20 reais na carteira e comecei a suar. Aí espantado perguntei pro cara que pesava “Pô, aumentou o preço por quilo?”, e foi então que o cara disse o seguinte: “Pois é, eu já avisei pra eles mudarem a plaquinha do preço lá na frente, mas eles ainda não mexeram. Isso é errado.” Foi aí que eu percebi que, embora o quilo tivesse aumentado, não tinha NADA escrito sobre o novo valor, e a única plaquinha que tinha ainda era do preço antigo, que era quase metade. Aí percebi que eu podia usar essa deixa pra tentar fazer um ‘leve-barraco’, e falei que eu ia pagar pelo preço que tava na plaquinha. Me virei pro outro cliente que estava atrás de mim na fila e o deixei passar na frente, mas aí ele perguntou porque e eu expliquei. A partir daí TODO MUNDO que tava na fila começou a falar que ia pagar o preço que tava na plaquinha (pq ninguem sabia que tinha aumentado). A gerente (uma chinesinha que mal falava portugues) chegou e disse “Vo resolver, vo resolver”. E pediu pra gente esperar. De repente a filha da puta sai de uma porta segurando um papel escrito à caneta o preço mais caro, e afixa o papel em cima do preço mais barato. E aí volta lá pra dentro e não sai mais. Eu fiquei tão puto olhando aquela plaquinha “SO HOGE 34,90 QUILO” (sim, HOGE). Todo mundo começou a reclamar e aí o cara que tava pesando ficou tão agoniado que ele escreveu um preço aleatório na minha comanda só pra eu sair dali e deixá-lo em paz. Paguei 17 reais. Nunca mais voltei.

    • fikgopkgopfk says:

      esse negócio de o total ser 32 reais aconteceu comigo hoje. fui jantar com a minha mãe num restaurante e ela só tinha 20 reais… eu sou menor de idade e talz (por isso não pude pagar pra ela) e aí ela teve que ir buscar mais dinheiro em casa 😐

  23. “cozinha de restaurante é igual histórico de mulher: se você conhecesse, não comia.” se essa você não inventou eu sinto muito por ainda não ter ouvido isso antes, é um dos melhores ditados já feitos.
    Quanto a minha decepção em restaurante, não foi como cliente e sim como funcionário (ex-funcionário do palhaço capitalista) não sei porque, mas os clientes (talvez por saberem do hard work) nos ofereciam restos de lanches como se nos estivéssemos sendo escravizados a dias la dentro privados de comida e descanso; isso era nojento de mais, e não eram poucas as pessoas que o faziam eram muitas e isso me irritava muito. [não sei se isso é muito relevante, mas eu cheguei a reparar que a maioria dos “doadores de restos” eram gordos.]

  24. Ercy de Miranda says:

    Ser mal atendido. Não sei aí no seu planeta, mas aqui na terra tem uns atendentes que olham pro cliente como se ele fosse um incômodo.

    Eu, como quase todo nerd, costumo andar meio mal vestido (admito que tenho preguiça de me arrumar pra sair). Uso muito short (porra, passo a semana de roupa social! Não posso usar short no final de semana?) e camisa comum (tshirts comunzinhas com bazingas em geral).

    Acredito que por conta disso, as vezes sou meio que visto como “cliente de segunda classe” em certas lojas.

    Todo ser humano gosta de ser bem tratado, e comigo não é diferente. Não quero ser obrigado a ter que vestir roupa social pra ser bem atendido num shopping. Desculpa.

  25. Felipe says:

    Eu nunca mais fui em um Subway depois que uma atendente me ROUBOU 5 contos de troco. Isso faz 4 anos, e ainda me recuso a voltar nessa franquia. Sei que foi vacilo não ter conferido, mas porra, honestidade não faz mal a ninguém. Foda-se, nem gostava da comida de lá mesmo.

  26. Rafael Nicodemos says:

    Eu decidi nunca mais ir no McDonald’s de um shopping depois deles se recusarem a me atender 15 minutos antes de fecharem.

  27. O Restaurante (Sciciliano) geralmente fica lotado ao meio dia. Por isso, TODAS as mesas têm uma plaquinha escrito: “Reservado para X-1 ou X pessoas” (Onde “X” é o número máximo de lugares da mesa).
    Em um sábado frio desses da vida, levei minha namorada para almoçar nesse restaurante. E, contrariando TODAS as expectativas, o restaurante estava vazio. De cerca de 90 lugares disponíveis, só umas três mesas estavam ocupadas. Escolhemos, então, uma mesa perto da janela, onde havia um solzinho gostoso. Só que essa mesa era reservada para 3 ou 4 pessoas.
    Nos servimos no buffet, sentamos e o garçom veio anotar nossos pedidos de bebidas. Só que, ao invés de uma conversa amistosa, o desgraçado nos repreendeu! Disse que “Essa mesa é reservada para três ou quatro pessoas, vocês não deviam estar sentados aí”. Eu olhei -- incrédulo -- para o resto do restaurante, que estava praticamente vazio. Não atrapalhávamos ninguém.
    Educadamente, disse-lhe que não trocaríamos de lugar por causa do sol.
    Quando fui pagar a conta, deixei claro para a gerente que só voltaria àquele restaurante quando a norma de “reservas” tivesse fim, ou que AQUELE garçom sem noção não estivesse mais trabalhando, ali.
    A regra idiota continua, assim como o garçom mal educado.
    Uma pena, pois eu tenho real saudade de comer o delicioso filé de linguado ao molho de maracujá que eles servem lá.

    • Ercy de Miranda says:

      Ok, o garçom pode ter sido mal educado, mas você queria tratamento especial desde o começo.

      Os funcionários lhe trataram de acordo com as regras escrotas do estabelecimento, e só. Não houve nenhum desrespeito a partir do momento em que você aceitou almoçar nesta pocilga, aceitando direta ou indiretamente as regras do local.

      Infelizmente a maioria de nós, brasileiros, sofremos do mesmo mal que você.

  28. L Hoffmann says:

    Me lembro quando minha mãe me pediu para pegar meu tênis que ela havia comprado numa loja pra mim. Pediu para que eu fosse à loja e procurasse pela atendente de nome Gírzea(caralho, que nome estranho!). Tá, fui à loja e procurei pela tal de Gírzea, as atendentes começaram a rir de mim, e eu, não entendendo porra nenhuma! Daí elas me explicaram que a Gírzea trabalhava na outra loja, que por sinal era de uma empresa “rival” da que estava, daí eu falei: “Ah, tá ^^”, me virei e fui pra outra loja. No final, peguei a porra do tênis e nunca mais voltei naquela loja =/ O atendimento não foi ruim, até porque não comprei nada lá, mas a vergonha foi tão grande que me recuso a voltar lá.

  29. Leo says:

    Quanto mimimi… Atrasaram meu pedido, erraram meu troco, não me atenderam depois do horario…
    Como se ninguem tivesse sujeito a errar dessa maneira.
    Mas mesmo assim aposto que a metade que diz que nao volta continua comendo no lugar.

  30. Eu consegui ter uma história com o clássico Mc Donalds.
    Estava eu no shopping, com meu irmão, e no momento que fiz o pedido, vi o cozinheiro que estava fazendo os hamburguers enxugar o suor da testa com a mão e voltar imediatamente após o ato a montar o hamburguer. Ele não usava luvas, e quando interroguei a atendente sobre o comportamento ela disse que eles usavam alcool em gel. Argumentei que suor não sai com álcool e ela ficou sem saber o que dizer. Desde então não como mais no Mc Donalds e evito qualquer fast-food. Só como agora quando vejo que o lugar é decente e vejo que as normas de higiene são bem seguidas.

    • Eddie says:

      Luva? Ta de sacanagem né jovem? Cozinhar de luva é um inferno e pra piorar geralmente quando as pessoas usam luvas elas nao lavam as mesmas com a frequencia que lavam a mao. E sim suor pode ser limpado com algool em gel.

  31. Acho que foi ano passado ou retrasado, não tenho certeza. Certo dia, no intervalo da faculdade, fui com mais dois ou três colegas no McDonald’s que fica ao lado do meu campus. Pedimos nossos respectivos lanches e fomos nos sentar, portando nossas bandejas com nossos supostamente deliciosos sanduíches (no meu caso, foi um Quarterão que, na época, era uma daquelas ‘McOfertas’ e custava R$ 6). Até aí tudo bem, tudo bonito. A fome aumentava e meu estômago dava sinais de vida conforme eu abria a caixinha na qual vinha o Quarterão. Comi cerca de 25% do sanduíche (que não estava me agradando como todo e qualquer sanduíche do McDonald’s costuma agradar) até me dar conta de que o hambúrguer estava cru. Sim, cru, parecia que um daqueles jovens trabalhadores de boné havia fritado a carne por míseros dez segundos. Chamei uma das moças que trabalhava lá e fiz a reclamação e, sem que eu pedisse, ela prometeu trazer um sanduíche novo até a minha mesa, desta vez, com a carne no ponto. Ok, aguardei. Uns dois minutos depois ela traz outro sanduíche. Comi metade dele com um sorriso no rosto (porque até aí estava delicioso), quando percebo que a outra metade do hambúrguer estava crua EXATAMENTE como o primeiro estava. Parei de comer, aquilo não estava mais me agradando. Fato engraçado e lazarento nessa história é que a moça trouxe o meu segundo sanduíche e segundos depois trouxe um terceiro sanduíche como forma de desculpas pelo ocorrido, sanduíche este

  32. Acho que foi ano passado ou retrasado, não tenho certeza. Certo dia, no intervalo da faculdade, fui com mais dois ou três colegas no McDonald’s que fica ao lado do meu campus. Pedimos nossos respectivos lanches e fomos nos sentar, portando nossas bandejas com nossos supostamente deliciosos sanduíches (no meu caso, foi um Quarterão que, na época, era uma daquelas ‘McOfertas’ e custava R$ 6). Até aí tudo bem, tudo bonito. A fome aumentava e meu estômago dava sinais de vida conforme eu abria a caixinha na qual vinha o Quarterão. Comi cerca de 25% do sanduíche (que não estava me agradando como todo e qualquer sanduíche do McDonald’s costuma agradar) até me dar conta de que o hambúrguer estava cru. Sim, cru, parecia que um daqueles jovens trabalhadores de boné havia fritado a carne por míseros dez segundos. Chamei uma das moças que trabalhava lá e fiz a reclamação e, sem que eu pedisse, ela prometeu trazer um sanduíche novo até a minha mesa, desta vez, com a carne no ponto. Ok, aguardei. Uns dois minutos depois ela traz outro sanduíche. Comi metade dele com um sorriso no rosto (porque até aí estava delicioso), quando percebo que a outra metade do hambúrguer estava crua EXATAMENTE como o primeiro estava. Parei de comer, aquilo não estava mais me agradando. Decidi não reclamar e fui embora do estabelecimento. Não digo que não comerei jamais naquele lugar porque é McDonald’s, cara, é difícil dizer algo assim (mas nunca mais como um Quarterão naquele restaurante). Fato engraçado e lazarento nessa história é que a moça trouxe o meu segundo sanduíche e segundos depois trouxe um terceiro sanduíche como forma de desculpas pelo ocorrido, sanduíche este que eu dei pra um colega meu que só estava comendo uma casquinha. Achei que o segundo sanduíche me satisfaria, então dei o Quarterão-desculpas pra ele, que, segundo ele, estava bem passado e muito gostoso. Vida de merda.

  33. Nailson says:

    Cara, se eu contar as coisas que já aconteceram em Palmas/TO…

    Tem uma que resume tudo aqui, fui na sorveteria com uns amigos. Até aí, tudo bem. Fui pagar, no cartão, e a atendente ficou olhando eu digitar a senha e ainda fez um comentário sobre a senha.

    Cara, se os meus irmãos não tivessem me segurado, tinha dado um esporro nela. putz…

    Comer em pé sujo, comida vir errado… é pouco!

  34. Rafael Arbulu says:

    Joakin’s, aqui em São Paulo. Estávamos comendo aqueles lanches enormes. De repente, um daqueles marombados -- mas MUITO fortes mesmo -- cai e começa a ter tremeliques. Pronto, um ataque.
    Imediatamente fui ajudar o cara e algumas pessoas também colaboraram. Me lembro, em detalhes full hd, o garçom vindo com paninho em ombros, olhando pro cara, depois pra mim, e dizendo: “E aí? Já rola de liberar esse espaço aqui? A gente precisa dele pra caminhar entre as mesas e tal”.

    E o grandalhão tendo tremeliques e dando fortes cabeçadas no ar. Depois que tudo se assentou e o cara voltou ao normal, conversamos e descobri que o cara era hipoglicêmico. Chamei a gerente e disse: “escuta, vocês tão sempre cagando e andando pras coisas assim ou hoje cês tão de bode mesmo? O cara aqui tava tendo um ataque e o garçom de vocês tá preocupado em passear por corredores? Por que ele não chamou uma ambulância ou ofereceu algum socorro?”

    Ela ficou quieta, disse “eu entendo seu lado, senhor. Realmente é dificil”. Daí disse na frente de todo mundo que não voltaria mais a um lugar onde, apesar da comida deliciosa, os funcionários não iam nem ligar se alguém morresse ali mesmo.

    E sou fiel à minha palavra: tem uns dois anos que não piso no Joakin’s

  35. Junior says:

    Pedi um cachorro quente num point aqui na minha cidade, e levaram exatos 40min. pra preparar e me entregarem o lanche.

    Não que eles ficaram preparando o lanche 40min., Tinha uma espécie de senha pra esperar o pedido, porém o local não estava cheio, mais ou menos umas 10 pessoas na fila.

    Nunca mais voltei.

  36. Marcos Costa says:

    Eu e minha noiva costumávamos (passado, veja bem) frequentar um restaurante conhecido da cidade nos finais de semana. Até que um dia uma das refeições causou infecção intestinal em nós dois. Uma semana com cólicas e mijando pelo rabo. Eu não tenho estômago fraco, pelo contrário, então você imagina o que deveria ter naquela merda de sanduíche!

    Nunca mais.

  37. kassiano says:

    Eu tenho um caso de restaurante tbm,eh meio bobo ate o motivo por eu nunca mais ir la mas enfim, o caso eh q tem um restaurante no shopping q eu almocava pelo menos 2x por semana,eh mt bom o restaurante e tem um preco justo. Nesse restaurante tem um prato que eh um nhoc mais uma carne ao molho de catupiry q eu pedia cm frequencia so que as vezes eu so trocava o molho pedia molho bolonhesa. Um dia eu pedi o prato e pedi pra trocar o molho, um detalhe eh q nesse dia a atendente tinha mudado, e essa nova atendente disse q nao podia trocar, eu expliquei q podia sim q inclusive pedia cm frequencia essa troca, ela insistiu q nao podia, eu ja impaciente disse q se nao trocasse eu nao ia querer nem nunca mais voltaria la, ela nao trocou e eu nunca mais voltei la .

  38. nada says:

    Nao foi o caso de nao ir na lanchonete, mas foi de ir pegando nojo gradualmente. isso na lanchonete da escola. primeiro a atendente te atende mal com cara de cu, soltando piadinhas, n sei de onde ela tirou a intimidade, sobre uma treta de alunos minha.

    outra vez eu pedi, recebi a senha e entreguei ao cara que pega o lanche, blz ele recebeu o cupom, pegou o lanche dos outros, e em segundos o cara esqueceu que eu tinha entregue em segundos. eu disse cade meu lanche, ele falou que lanche, nao recebeu o cupom. eu insisti e so dps ele se deu conta e deu meu salgado e coca. pqp fikei puto, disse QUE PORRA É ISSO, O CARA NAO SABE NEM TRABALHAR, NEM TRABALHAR. ele pediu desculpa mas que se foda, ia ficar sem lanche fdp?

    outro episodio foi quando eu na fila, chegou um frescao de lado furou fila e sei la pegou o lanche la, nem dei bola, chegou minha vez, pedi, o atendente disse que eu tinha furado a fila…. puta que o pariu, eu certao la o fdp diz isso. eu falei la eu tava aqui, vcs n viram? o cara deu meu lanche. eu disse VC É DOIDO PRA LEVAR UMA BALA NA CABEÇA… duas vezes FILHO DA PUTA! ele disse q ia na coordenaçao (sabe nem meu cordenador kk) eu disse VAI LÁ QUE EU TO MANDADANDO algo assim

    dps dessa acho q parei

    outra vez um cara cedeu o lugar dele pra mim e ele saiu da fila, ai o marginal atras de mim disse q eu furei eu furei, eu disse q tava no lugar do outro.
    ele me empurrando, dai apareceu um do 3 ano, nem conhecia, foi meter o cacete no outro la, eu fui pedir meu lanche, a atendente, oq ta acontecendo ali?

  39. Rodrigo says:

    Putz, você deve conhecer o Pizza Pizza, né Kid.
    Uma vez, em que coincidentemente eu estava tendo o pior dia de merda da minha vida (o seguinte fato contribuirá para isso), eu chego 10 minutos antes de fechar o Pizza Pizza perto de casa. Mas a porta está trancada. Passo 15 minutos tentando chamar a atenção de alguém lá dentro pra abrir. Quando finalmente consigo, o filho da puta vira pra mim e diz que eu não posso entrar porque eles já tinham fechado há cinco minutos. Bixo, quase quebro a cara de um idiota desse. E o pior é que no outro dia tive que ir lá de novo com o meu irmão, dessa vez no meio do dia. O mesmo FDP olhou pra mim e falou: “Agora sim está aberto.”

  40. Bianca says:

    Tem uma lanchonete perto de casa que eu particularmente gosto muito por oferecer um hot dog de 40cm (!) por um preço muito acessível : R$4,00. Sempre que possível vou com o namorado e acredite ou não, como dois de uma vez.
    Acontece que tenho um grande problema com hot dog: só como a salsicha, o purê e a batata palha. Pois bem, fui até a lanchonete e pedi o de costume: um hot dog só com salsicha, purê e palha. A atendente, que era nova, me disse que eu estava fazendo o pedido errado (?). Disse que eu não podia selecionar o que eu queria no hot dog, que eu tinha que dizer o que eu NÃO queria. Acontece que eu sempre comi hot dog assim, nem sabia quais eram os outros ingredientes. Com muita paciência expliquei pra moça que daquela lista de ingredientes era pra circular a salsicha, o purê e a palha e tirar o resto, simples assim. Ela anotou o pedido e foi pra cozinha. Após alguns minutos retornou com um dog COMPLETO. Eu pedi pra trocar e expliquei novamente o que queria. Ela anotou o pedido e voltou com um dog com mostarda e ketchup. A essa altura do campeonato meu namorado já tinha comido o lanche dele e estava puto me implorando que enfiasse goela abaixo o cachorro quente de qualquer maneira.
    Mas eu confesso, sou extremamente insuportável com comida. Fiz o pedido pela terceira vez, ao que o gerente veio até a mesa e perguntou “pelo amor de deus, qual é o lanche que você quer?” Eu repeti o pedido e ele respondeu “só isso?”. Em minutos eu estava comendo o meu lanche. Só volto lá porque o gerente é muito gente boa, porque se dependesse da atendente…

  41. Bianca says:

    Essa é do Mc Donalds: Fui ao Mc com as colegas do trabalho, porque era o lugar mais perto do meu trabalho e na época eu só tinha 20 minutos de almoço. Fui bem específica no pedido:
    QUERO SÓ O LANCHE DO BIG MAC, PÃO CARNE E QUEIJO.
    A replica da atendente foi: com ou sem picles? Eu rebati: pão, carne e queijo.
    “Suco ou refrigerante?” “Nenhum, eu quero só o lanche”
    “Vai querer o molho?” Moça, eu pedi pão, carne e queijo
    “Bebida pequena ou média?” Moça, eu vou repetir o pedido:
    SÓ O LANCHE DO BIG MAC, PÃO CARNE E QUEIJO.
    “aah entendi… fritas acompanha?”

  42. Vitor T. says:

    uma vez eu vi pelo buraco entre a cozinha e o restaurante que serve para passar pratos um ”cozinheiro” limpando o naris com as costas da mão, haha subway é vida

  43. Nossa;

    Acho que minha história é muito menos interessante que a de todo mundo aqui, até porque não tem haver com comida;

    A uns quatro anos eu fui pra uma loja aqui no centro de São Paulo comprar um HD novo. Cheguei na loja, pedi um HD de 500 GB de 7200 RPM e amoça disse que me traria. Fechei a compra, cheguei em casa e…

    O HD era de 5600 RPM. Pode não parecer, mas essas 1600 rotações fazem diferença pra caralho, principalmente pra quem é como eu que tá sempre copiando coisa de um HD pro outro.

    Voltei lá com o HD,
    nota em mãos e toda a putaria. Pedi pra trocarem porque me deram o modelo errado. A moça olhou pro HD, disse que aquele modelo não era vendido lá e que não trocaria. Rebati mostrando a nota, mas ela disse que não, que aquela nota era falsa.
    Deixei a nota em cima do balcão e fui procurar a gerência.
    Quando voltei a moça que tinha me atendido simplesmente tinha jogado a nota no triturador e disse que eu não tinha apresentado nota nenhuma.

    Como eu sou quase cego, “ATENTE PARA O QUASE”, vi a moça jogando no triturador e contei pra gerente. A gerente abriu e só viu os papéis picados.

    Como não tinha muito o que contestar mais ela me deu o outro HD.

    Prometi nunca mais voltar lá, e realmente não o fiz.

    Confesso que fiquei meio assustado de ter sido tratado tão mal pela mulher, quando eu tento sempre levar de casa pra fora todas as regras de boa educação que recebi na base da pancada quando pequeno.

    Pra foder de vez em uma época decidi testar modo RAID e o bendito HD foi pro saco.

    Enfim, desculpa ae pela história longa e pelo comentário que ninguém vai ler.

  44. rodrigo says:

    Com certeza absoluta o serviço, perdôo QQ coisa menos serviço desagradável, desatento, rude e sem preparo para lidar com clientes e situações.

  45. mateus says:

    Fui num self-service e fiz o prato diário. Cheguei na parte do churrasqueiro e pedi um frango BEM PASSADO. o infeliz me deu o frango mais cru que tinha na chapa. Eu não disse nada e comi puto da vida. Uns dias depois voltei la e fiz a mesma coisa, pedi um frango BEM PASSADO, QUASE TORRADO, ate apontei qual eu queria. O infeliz novamente me deu um frango semi cru e abriu um sorriso, como se não estivesse escutando nada. Fiquei tão puto que larguei o prato no balcão e fui embora sem comer. Nunca mais voltei la