Hbdia
  • Feed do Hbdia
  • Twitter
  • Youtube

[ Pergunta do dia ] Qual a coisa mais asquerosa que você já presenciou outro ser humano cometendo?

Postado em 25 May 2013 Escrito por Izzy Nobre 73 Comentários

fat bastard

Seres humanos são, a biologia nos ensina, nada além de animais com capacidades cognitivas avançadas. Ao contrário de animais irracionais, que defecam ao ar livre no meio do mato (onde o material orgânico de seus excrementos pode ser readicionado à biosfera de maneira termodinamicamente e ecologicamente eficiente), nós Homo Sapiens cagamos e mijamos dentro das próprias casas em que vivemos, a meros metros de distância do local onde dormimos e comemos.

E não apenas isso, mas defecamos dentro de bacias que se enchem automaticamente com um dos mais essenciais recursos naturais do nosso planeta, que se torna imediatamente inútil para consumo no momento em que a poluímos com o material indigerível que restou da pizza de ontem.

Somos de fato muito superiores em nosso intelecto mesmOH WAIT.

Enfim. Apesar dessa porquice que citei aí acima, nós seres humanos em geral temos guias culturais de bons costumes quando interagindo com outros seres humanos. Ou pelo menos, a maioria de nós. Porque de vez em quando somos obrigados a presenciar nojeiras verdadeiramente revoltantes.

Uma vez eu vi, com estes olhinhos que a terra há de comer, uma garota extremamente obesa e suada cutucar o nariz e, sem qualquer cerimônia ou pudor ou respeito pelas convenções sociais ocidentais, meter o material extraído na boca. NO MEIO DA RUA, MALUCO.

Mas isso nem foi o que mais me causou ânsia de vômito. Não, o que realmente me inspirou a escrever este post foi uma cena que presenciei há alguns anos num transporte coletivo aqui em Calgary.

Era julho ou agosto, meses de verão, quando a temperatura chega aos 30 graus. Pra gente, isso é um calor maluquíssimo (lembre-se que aqui, se passou dos 10 graus a galera já tá saindo na rua de camiseta). Eu estava num ônibus qualquer me esforçando para ignorar todos as pessoas ao meu redor, que é o método costumeiro de uso de um celular em público. Acho que tá no EULA do iPhone, aliás.

Nisso eu percebo uma senhora de aparentes 40 anos, mas que na realidade deveria ter apenas uns 25 no máximo. É que a mulher era, novamente, obesa pra caralho, e adiposidade faz a pessoa aparentar muito mais velha. Em meu antigo emprego na sex shop eu tinha que pedir identidade de todo mundo que entrava; de vez em quanto aparecia uma mina bem gorda que não parecia ser menor de idade nem fodendo, mas eu pedia a carteira de motorista e ficava chocado ao descobrir que a menina tinha apenas 19 ou 20 anos. Isso me incentivava a perder peso, até a próxima vez que passava na frente de um McDonalds com fome.

Então. Estou eu lá brincando com o celular quando detecto a mulher executando o impensável: ela puxou um vidro de MAIONESE da bolsa. Um vidro de maionese mano. Num dia quente de verão.

Me perguntei quem diabos anda com um vidro de maionese na bolsa; antes mesmo que eu pudesse bolar uma hipótese para tal bagagem a mulher desenrosca a tampa do vidro e…

Caralho, precisei parar pra tomar uma água. A memória do que eu presenciei é de fato repulsiva, só de fazer a reconstituição mental da situação me bateu uma quase incontrolável ânsia de vômito. Força, Israel. Respira.

Vamo lá.

Então, ela abre o vidro (UMA PORRA DUM VIDRO DE MAIONESE DENTRO DO CARALHO DO TRANSPORTE COLETIVO MEU AMIGO) e produz da mesma sacola uma faquinha de manteiga (de maionese, na real, como veremos em breve). A faquinha estava bem encrostrada com uma massa esbranquiçada que, embora tivesse a aparência de argamassa, o andar da carruagem sugeria que tratava-se de restos de maionese ressecada.

Ela mergulha a faca suja no vidro de maionese. Neste momento compreendo, COMPLETAMENTE HORRORIZADO, o que estou prestes a presenciar. Tal como um acidente de carro a meros segundos de distância de acontecer diante de seus olhos, foi impossível desviar o olhar. Eu já estava emocionalmente investido naquela situação, o horror quase Lovecraftiano prendeu meus olhos fixamente na mulher, com uma voz sussurando em minha mente “agora tu vai testemunhar essa porra toda maluco, não tem volta”.

A mulher abre a boca torta, com dentes claramente faltando (com essa dieta maionese-based, não me surpreende), e mete a faca coberta com uma camada generosa de maionese na boca. A DESGRAÇADA COMEU ALGUNS CENTÍMETROS CÚBICOS DE MAIONESE ALI DENTRO DO ÔNIBUS, NA PRESENÇA DE TODO MUNDO, COMO SE FOSSE DOCE DE LEITE.

E ela seguiu a viagem comendo (“bebendo”?… Qual seria a terminologia correta pro consumo de uma mistura coloidal como maionese…?) aquela porcaria, fazendo meu estômago se embrulhar de tanto nojo. Cruz credo.

E você, qual a coisa mais nojenta que você já presenciou outro ser humano fazendo?

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Deixe sua opinião aí. Você não tá fazendo nada mesmo!

comments

Categorias: pergunta do dia

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

73 Comentários \o/

  1. Joe says:

    Curiosamente, o Mike Myers (aka cara da foto, Fat Bastard) faz cinquenta anos hoje.

    Texto maneiro, Izzy! Hahahaha, não dá para imaginar que alguém come maionese desse jeito. Puta merda.

  2. Rafael Matis says:

    Não é o que eu vi, mas sim o que as pessoas me veem comendo e acham nojento, cérebro de porco assado

  3. Caio says:

    Cara, você já cagou no tapete, não tem autoridade pra falar muita coisa… hahahahaha

  4. Rodrigo says:

    Acho que os séculos que passamos cagando em penicos e jogando na rua mostraram que isso não é algo bom pra expectativa de vida da população… muitos parasitas só conseguem infectar outros animais e se perpetuar por causa desse tipo de coisa, por exemplo.

    Quanto a nojeira, às vezes no bairro chinês daqui de Toronto tem certas coisas assim… lembro de uma vez que um cara tirou um catarrão verde no meio da rua, mas não conseguiu limpar ele todo do nariz, ficando alguns segundos com aquela coisa balançando… eca.

  5. Lucas. says:

    Macho, eu nunca contei isso pra ninguém, mas uma vez eu vi uma coisa de grau de bizarrice tão grande que duvido que acreditem. Vamos lá: Era uma vez eu andando nesses corredores de alimentos para animais num supermercado a fim de pegar um brinquedo para meu cachorro. No corredor havia eu e mais uma cara, uma maluco muito gordo – sabe aqueles caras mega obesos que usam a casa por cima da camisa? então, um desses –, que estava com cara de desconfiado, parado numa prateleira e sem fazer nenhuma gordice. Bem, nem ligue pro gordo e fui ver o brinquedo do cachorro, quando de repente o gordo pega uma lata de comida de gato, a abre E COMEÇA A COMER A PORRA LÁ MESMO. Sabe quando a gente vê as coisas com o canto do olho e demora um pouco pra assimilar? Virei pro lado e entrei num estado de catatonia com o fato. Pensei em pegar o celular e tirar uma foto mas fiquei com cagaço do gordo tentar me socar com aqueles dedos cheios de comida de gato. A parada foi tão surreal que até hoje penso se não comi nenhum pão embolorado naquele dia. O mais escroto é que o cara comia com a boca aberta, fazendo aquele barulho nojento. Creio que o gordo fosse algum portador de algum distúrbio mental… ou um alien XD

  6. Lucas Suppes says:

    Houve uma vez que eu estava na 5ª série, e era uma segunda feira, tinha voltado da piscina, e ficara aquela fina película de água em meus ouvidos, que mais parecia que tinha outra piscina la dentro.
    E ai, chegou no recreio, eu estava sozinho na sala e aquele troço me incomodando extremos, que decidi tirar.
    Tentei virar a cabeça de lado, bater, bater a cabeça contra alguma coisa, e nada malandro… Comecei a desesperar, e peguei a camisa mesmo (parte de dentro pra ninguém desconfiar) e enfiei no ouvido… mas era grossa demais para tirar aquela película de urina do diabo.
    Apelei até a procurar outra coisa fina o suficiente pra isso… Olhei para os dois lados, e tentei ver se a curtina era fina o suficiente… E ERA… E ai comecei a empreitada de remover a curtina de agua em meus ouvidos.
    Quando terminei o serviço, percebi que havia deixado algumas marcas alaranjadas na curtina. Fiquei desesperado porque tava ciente que ja tinha um povo que estava voltando para a sala… (5ª série todo mundo ia para as quadras na velocidade da luz, e voltava na mesma velocidade)no desespero, uma das meninas havia percebido as manchas… acredito que ela entendeu o que estava acontecendo (ou não) falou que nojo…
    E ai, até o final do ano, ninguém sentou perto daquela curtina.

    Fim.

  7. Guilherme Syx says:

    Caraca, essa memória veio adjunta aos nostálgicos tempos de infância, onde tudo era feliz, com exceção desta infeliz memória que divide a infância da deep infância.Basicamente, eu estava na minha escola, mais especificamente na segunda série onde um maluco lá era tachado de uma forma bulinosa de “peidorreiro”, porque ele era naturalmente asqueroso (e, apesar do apelido, não me lembro dele flatulando em nenhum momento).O mano parecia um mendigo na escola, e não era diferente em suas ações.Comia comida que deixavam cair no chão, bebia água das torneiras (e das privadas), et cetera.A coisa mais asquerosa que me lembro de ter visto não foi esse cara em si, mas sim um dia em que uma mina vomitou e ele tava comendo um lanche lá, quando ele vomitou por causa do vômito da mina, coisa que me assustou pq o cara poderia assistir 2 girls 1 cup dando gargalhada.E O CARA, MERMÃO, O CARA SIMPLESMENTE ESFREGOU O LANCHE NO CHÃO E COMEU, COMO SE A BAGAÇA FOSSE UM MOLHINHO ROSÉ!

    • Bruna says:

      É, a sua história foi a única que me deixou com nojo. Parabéns, acho.
      “Deep infância” foi ótima. Vou passar a usar o termo. 😛

  8. Israel Del Duque says:

    Não presenciei essa, mas uma conhecida minha me contou uma vez que uma amiga dela (que por acaso eu também conheço) mandou ver numa sopa, também dentro do busão. Tipo, sabe quando tá um frio do cacete e aquele bando de filho da puta não quer abrir a porra do vidro do busão “pra não tomar friage na cara”? Então, um ônibus nesse esquema. E ela ainda teve a pachorra de oferecer sopa pra essa conhecida minha.

  9. Ora, esta cagada toda só podia ser coisa de gordo
    que acha que temos de aturar toda esta merdança e ainda se acham Que tal madarmos esta merda para
    The Walking Dead ( zumbis ) de outros planetas sem respeito a dignidade humana decente .

  10. DDD says:

    Um amigo meu tinha (não o vejo faz um tempo) uma mania toda vez que ia em lugares de comida ilimitada, vomitar e comer mais. E ele ja comia pra caralho, mas vomitava no banheiro e enchia a barrida de novo. Era hilario

  11. xJubax says:

    A coisa mais asquerosa que eu vi alguém fazer foi assoar o nariz no ponto de ônibus… sem papel nenhum claro. A imagem daquele ranho escorrendo pelo nariz do bípede desprovido de massa encefálica e qualquer discernimento social ainda assombra os meus pensamentos.

  12. Lucas says:

    Ah, amigo Izzy. Moro em Belém, perto de um estádio de futebol. Na época que aconteceu esse evento, eu deveria ter no uns 8 ou 9 anos, mas não consigo lembrar com exatidão a minha idade. Porém, isso não importa, pois o fato em si vai chamar a sua atenção. Como é de seu conhecimento, as arquibancadas ficam em lados opostos do campo, imagino que pra tentar evitar qualquer tipo de contato entre torcidas rivais. Em um desses lados da arquibancada, havia um senhor, vulgo “tio”, que era conhecido por vender o famoso “churrasquinho de gato”. Sempre quando alguém trabalha com esse tipo de “empreendimento”, é normal que haja uma tigela com farofa e uma colher, onde todos que compram o tal espetinho, têm o direito de compartilhar a colher com os outros clientes e, assim, colocar boca adentro aquela porção generosa de farofa na boca, misturada com a saliva de alguém que você talvez só tenha visto por um minuto. Mas isso nem foi o nojo em si. Eu tinha ido ao estádio com meu pai esse dia, e algum elemento da arquibancada, em sua filhadaputice sem tamanho, deu uma cuspalhada incrementada com catarro. Eu não vi quem foi, pois seria impossível, mas fui capaz de enxergar o exato momento em que a cuspalhada do indivíduo caiu direto na tigela de farofa do tio. O resto você imagina… Ou não. O próprio tio, vendo o estado que estava a farofa, fez o que qualquer pessoa mal intencionada e cagando e andando pro próximo faz: Mexeu a farofa, escondendo o cuspe. Como acontece no ditado que você já conhece: “O que os olhos não veem, o coração não sente”, os clientes continuaram a se alimentar, carregando uma pitada de tempero exótico.

  13. Fábio Alves Corrêa says:

    Uma vez flagrei um colega meu coçando a berola do c* com o dedo. Não foi por cima da calça não. Ele meteu a mãozona por dentro da zorba e praticamente fez um fio terra ali mesmo no meio da rua. Desse eu não apertei a mão nunca mais.

  14. Ricardo says:

    Minha prima sem noção andando no Largo 13 de Maio certa vez, parou para comprar um cachorro quente bem paulistano com maionese, ketchup, mostarda, purê de batata, bata-palha, um lanche normal para se comer sentado ou parado em pé encostado numa banqueta. Não minha prima, que fez questão de ir passeando pelas lojas Pernambucanas, Casas Bahia, Marabraz, mastigando e perguntando os preços na maior naturalidade e praticidade. Cena genial, ao vê-la encostar as mãos engorduradas pelos produtos sem qualquer constrangimento.

  15. André says:

    Kid, cade os video de game que vc prometeu?

  16. J.P. Guarnieri says:

    Qualquer dia vou encher um vidro de maionese com pudim e comer em público.

  17. Gabriel says:

    Anteontem (sexta) fomos eu e uma galera participar de uns jogos que tavam tendo em uma escola de outra cidade (jogos intermunicipais de inhumas, eu acho), chegamos lá, jogamos nosso xadrez (ganhei… em segundo) e assim que acabamos fomos lanchar: dentro do porta-malas do carro do diretor tinha paes e dentro de uma vasilha tinha um molho de carne moida. Os outros comeram, eu nao estava com fome.
    Entao, sobrou muito pao e carne, entao ficaram guardados dentro do carro. Era umas 10 horas da manhã e a temperatura era de uns 27 graus, aquela carne ia perder até meio dia se continuasse fechada naquele porta malas.
    Avançando ate 5 da tarde, todos os jogos tinham acabado, entao iamos buscar um pessoal q estava em um ginasio e voltar pra nossa cidade. Fomos no carro do diretor novamente. Chegamos no ginasio, o diretor desceu e nós ficamos no carro. os muleques inventaram de pergar a carne. abriram a lata e veio aquele cheiro, todo mundo com ansia de vômito. como tenho o estomago fraco (e nao queria lavar o carro), desci. O que vi a seguir foi dois malucos colocando a carne no pao e o resto vc ja sabe.
    Agora mentalize um molho de carne moida, dentro de uma vasilha de plastico, das 10 da manha as 5 da tarde, em uma temperatura media de 30 graus, dentro de um porta malas. Agora mentalize dois malucos comendo essa carne na maior tranquilidade.
    Provavelmente é a coisa mais porca q eu vou ver na minha vida 🙂

  18. Dunga says:

    *Lovercraftiano

  19. BrunoHe says:

    Meu pai costumava mergulhar o pão no café. Td maldito dia eu via isso de manhã.

    Nunca acostumei.

  20. mhgdocarmo@hotmail.com says:

    Meu deus, Izzy, tinha um bom tempo que eu não ria tanto de um texto aqui no blog.
    Acho que a coisa mais asquerosa que eu já presenciei foi um dia em uma pizzaria com uma amiga. Pedimos uma pizza pequena pra nós dois, e passamos os próximos minutos nos apreciando, até a pizza vir e a garçonete DAR UMA COÇADINHA NA BUNDA COM A ESPÁTULA LOGO ANTES DE SERVIR; Mas não uma coçadinha inocente por cima da roupa, ela enfiou a espátula no rego mesmo, bem na nossa frente. Ah, eu deixei claro que ela pesava mais de dois dígitos? Pois é… Foi um ato tão natural que ela nem percebeu, imagino. Ficamos horrorizados e eu não quis fazer escândalo nem constranger ninguém, só paguei e fomos embora comer lasanha, em casa…

  21. Marcel says:

    Uma vez tava passando de carro na frente do Circulo Militar em Curitiba, e quando o carro estava parado no semáforo eu olhei para o lado e vi um crackudo sentado em hall, pelado da cintura para baixo dando um pega no cachimbo, daí do nada ele deitou com a bunda virada para a rua ( e para o eterno horror, direto na minha direção) , colocou as pernas para cima, e ENFIOU O DEDO NO TOBA! detalhe é que era umas 16 horas da tarde. Eu queria ter virado o rosto pra não ter essa cena horrível na minha mente, mas é mais ou menos como o Kid descreveu. seu cérebro meio que dá um tilt, e você não consegue não olhar, mesmo sabendo que vai olhar uma parada muito nojenta.

  22. Gabriel_ says:

    Izzy, não seria esta a gorda do trasporte coletivo?

    http://imageshack.us/photo/my-images/842/60230875.jpg/

  23. Guto says:

    Essa é daquelas memorias perdidas da infancia:
    Certo dia estava eu, jovem e fugaz no Prezinho, quando no momento de ir pra quadra, um garoto novo havia chego a escola. Tentando adentrar o novo circulo social, foi jogar bola conosco e tal. Tudo normal, se nao fosse pelo detalhe que em certo momento de jogo, começou escorrer uma gosma marrom com uma pitada amarela da boca da calça hauahauah. Nunca mais ele voltou na escola.

  24. Danilo says:

    Já vi um sujeito cortando fatias de mortadela e colocando numa panela para ser misturada com miojo. E quando digo “cortando fatias” quero dizer “arrancando pedaços com os dentes e cuspindo dentro da panela”. Obviamente a porrada que dei nele foi merecida e a panela nunca foi fora utilizada.

  25. Roberto Junior says:

    Quase vomitando ao final do texto.

    Eu conheço uma pessoa que quando grávida comeu feijoada bebendo Toddy, imagina que bela combinação e que belo resultado…

  26. Bruno says:

    Sobre a maior nojeira, uma vez eu e uns amigos fomos a um rodízio de pizza, de qualidade suspeita, em uma competição de “Quem come mais”, também conhecido como “aquele que diminuir em mais anos sua expectativa de vida entupindo as próprias artérias GANHA!”.
    Pois bem, lá pelas tantas um dos competidores, sentido que os 20 pedaços de pizza consumidas foi um pouco excessivo, acabou por vomitar parte do conteúdo. Ah sim, isso a mesa, no meio do “restaurante”, dentro de um prato com sobras (borda) de pizza.

    Como homem é a criatura mais estúpida do Universo, algum Exu duvidou/apostou que o colega que acabara de vomitar comesse do próprio vomito. E o dito cujo, sem qualquer cerimônia, pegou uma das bordas que havia sobrado, e tal qual o gesto “molhar” sua batata-frita em um pote de ketchup, mergulhou o pedaço de pizza (que muito provavelmente outrem havia comido antes) no gorfo. E mandou tudo para dentro.
    Ele foi o campeão daquela competição glutônica.

  27. Bruno says:

    Ah sim Izzy, lembre-se:

    Mayo, IT’S GOOD FOR YOU!

    http://www.youtube.com/user/SwedishMealTime

  28. Bruno Melo says:

    Poxa, ninguém aqui viu 2 GIRLS 1 CUP ou o 1 GUY 1 CUP?

    Duvido que a gorda comendo maionese seja pior que isso.

  29. Dan Arsky says:

    Cara, eu vi um mendigão louco cagando em S. Bernardo, só que ele ia picotando a merda com os dedos enquanto a dita cuja ia saindo da bunda. Era uma massaroca nojenta e esbranquiçada (parecia jornal molhado) e o cheiro daquilo fez meu almoço subir pro céu da boca. Tudo isso na porta do terminal de ônibus.

  30. Danilo says:

    Tem um cara (gordo) onde estudo, que todos os dias leva pra o intervalo uma garrafa de ketchup, lambuza o dedo todo, e chupa, repetindo o processo varias vezes

  31. David says:

    Bom, Izzy, não sei se o que vou postar aqui tem a ver com o conteúdo do seu post. Creio que não, mas, aqui no Rio de Janeiro, o carioca tem um hábito pra lá de escroto: mijar na rua.

    Quantas e quantas vezes já me deparei com carros parados nas vias expressas e, ao lado, está aquele sujeito em pé, olhando para o horizonte, com as mãos segurando algo na linha abaixo da cintura.

    O pior desse hábito tão desprezível é ver esse hábito sendo passado para as gerações seguintes. Outro dia mesmo, minha namorada e eu estávamos saindo do supermercado, quando vemos um pai em pé ao lado do filhinho pequeno. O molequinho estava com as calças abaixadas e o pai estava segurando o piruzinho do guri para direcionar o jato de urina do mesmo. Ah, esqueci de mencionar que esta cena foi presenciada por mim e pela minha namorada em pleno estacionamento do supermercado! Sendo que há poucos metros dali, dentro do estabelecimento, existe um banheiro para uso exclusivo dos clientes!

    Dias depois, presenciei cena parecida no Centro da cidade, numa rua repleta de restaurantes e o sujeito tá lá com o filhinho direcionando o jato do guri também, só que dessa vez, mirando o farol de milha de uma Volkswagen Saveiro 0km estacionada na rua. Que bela lição de vida o porcalhão tá dando ao filho, não só ensinando a mijar na rua, também está ensinando a destruir propriedade particular.

    Sem contar que estes sujeitos que acham legal mijar na rua, terminam o serviço e não lavam as mãos (até porque não tem nenhuma pia com sabonete por perto, não é?), achando que tá tudo limpo. Agora, imagina que um sujeito desses vá apertar a sua mão. Foda, viu…

    Não sei qual é a grande dificuldade em entrar num estabelecimento comercial e pedir para usar o banheiro…

    • Magno says:

      Lembrei de uma agora. Tava na seção de brinquedos das lojas americanas e tinham várias crianças soltas. Tem pai que faz disso uma mini-creche, deixa a criança lá e vai comprar CD, roupa, etc. (Dentro da loja mesmo, não sei se tem alguma(a) maluco(a) que deixa a criança lá e vai passear pelo Shopping.

      Do nada uma garotinha, de 4 anos ou menos, levanta a saia e caga no meio do corredor da seção de brinquedos da loja.

  32. Zup says:

    Lá estava eu num clube (que tem piscinas, quadras de tênis e tal) numa piscina quando de repente um guri, de uns 8 anos de idade, simplesmente abaixa as calças, agaixa na beira da piscina e dá uma cagada grossa e marrom dentro da água. Eu, claro, sai horrorizado assim que vi o infeliz abaixando as calças. Desde aquele dia nunca mais entrei numa piscina.

  33. Davi Rocha says:

    Certa vez lá pela quarta série, acredito que devido a ter passado o recreio/intervalo inteiro correndo pelo pátio e outras atividades geralmente masculinas, uma garota deu um vomitão no meio da sala de aula assim que voltou do recreio/intervalo. Imediatamente um colega que sentava perto vomitou por cima do vômito dela, tornando tudo ainda mais nojento, fedido e asqueroso.

    Outra vez voltando de ônibus da natação lá pelas 21:00 hrs, sinto um respingar gelado em minhas canelas, seguido por um cheiro nauseante. Olho pra trás pra ver o que foi aquilo e percebo que uma hippie bêbada havia acabado de despejar os 3 litros de vinho vagabundo que ela ingeriu sabe lá Zeus onde. E A FILHA DA PUTA RESOLVEU FAZER ISSO NAS MINHAS CANELAS. Por sorte (?) eu estava a uma parada de distância de minha casa quando isso aconteceu.

  34. Marcelo Sica says:

    Eu já vi um infeliz se abaixar e pegar na rua um fósforo usado e usar o mesmo pra coçar o ouvido e tirar aquela cêra gostosa e quando terminou o ritual nojento, ele deu aquela cheiradinha de leve e jogou o palito infernal fora.

  35. Llama says:

    Tô no terceiro colegial, e entrou um indivíduo no colégio, que desde o início do ano tá com um resfriado incurável, o cara não tá saudável NUNCA. Até aí, aceitável, não é culpa do moleque estar assim (ou é?), mas aí a gente começou a reparar nele na aula. O cara assoa o nariz, guarda o papel sujo no estojo. Daí a 30 segundos ele tira o mesmo papel, desdobra, assoa e enfia no nariz. Mais 1 minuto, o ser enfia O MESMO papel no nariz, assoa e limpa a boca. Isso enquanto come um dos inúmeros saquinhos de amendoim ou qualquer tipo de comida gordurosa ao alcance, e depois de terminar, assoa o nariz e limpa a boca no mesmo papel.
    Essa asquerosidade toda levou meus amigos a teorizarem que ele tá sempre doente porque ele se recontamina com o papel usado vez após vez.

  36. Conrado says:

    Pra quem tá falando de “2 girls 1 cup”: vocês não presenciaram isso, viram na Internet ¬¬

    Izzy, quando eu crescer, quero escrever igual a você.

  37. Ellen says:

    eu já presenciei 3 coisas extremamente nojentas, não sei decidir qual foi a pior, então contarei as 3
    1- essa eu tinha uns 7 anos mais ou menos, estava na escola na hora do intervalo e tinha canjica de merenda, cada sala de aula sentava numa mesa diferente, daquelas compridas com um banco, pois a menina do meu lado repetiu a canjica 3 vezes (detalhe: era um pratão de canjica que eles davam) e no final do terceiro prato ela decidiu que seria muito legal vomitar na mesa inteira, fiquei morrendo de nojo, e depois disso nunca mais comi canjica na vida
    2- esse foi quando eu tava no ensino médio, peguei o ônibus pra voltar pra casa e como tava cheio fiquei em pé e no banco do lado tinha um menino de uns 6 anos mais ou menos comendo uma goiaba, até ai ok né, mas só que o nariz do moleque tava escorrendo e a meleca ia caindo e misturando com a goiaba e ele comendo, o pior é que como o ônibus tava lotado não tinha como eu ir pra outro lugar, fiquei o meu percurso todo com a cabeça baixa e me segurando pra não vomitar e não fazer outra nojeira ali
    3- essa foi no banheiro da faculdade no começo desse ano, entrei lá pra lavar as mãos e fui procurar papel pra secar, quando abro umas das portas tava toda cheia de merda por dentro, calculo que a pessoa cagou e não tinha papel, ai ela passou a mão na bunda e limpou na porta

  38. Diana says:

    Não achei asqueroso… já vi coisa muito pior. Shock sites, por exemplo. Mas acho que nem isso é ruim 😛
    Tenho estômago forte

  39. Lorenzo Biaggio says:

    Uma vez presenciei o seguinte acontecimento que me deixou com trauma até hoje:
    Estava eu sentado no banco de uma praça mexendo no celular e conversando com meus amigos,quando a porra de uma mulher passa,e tira uma barra de chocolate Diamante Negro.
    O chocolate estava tudo derretido parecendo a um pedaço de bosta que ficou no sol derretendo.Ela passa a porrah do dedo no chocolate e lambe,mas o pior não foi isso.Ela ainda mexe no cabelo com os dedos sujos.
    Fodah*
    E Izzy,tu sabia que hoje é aniversário do Mike M. ?

  40. Givanildo says:

    Não presenciei, mas vi, two girls one cup

  41. Nagato Yuuki says:

    Bem, tenho 15 anos e estou no 1o colegial, então ainda tenho essa memoria da 3a série…
    Em uma tarde no intervalo, eu estava falando com um menino da mesma van escolar que eu (e tanto faz o motivo), um outro menino estranho, que sabe-se lá porque evitavam ele, apareceu fazendo alguma coisa besta que ofendeu o menino ao meu lado.
    O menino ao meu lado simplesmente deu um chute na bunda do garoto que o incomodou.
    Neste momento ele soltou apenas disse um “Ou!”, enfiou a mão naquelas calças moletom pela parte de trás, e logo a tirou para fora. Com uns pedaços relativamente grandes de bosta grudados entre os dedos.
    Ele levou aquilo até o rosto, desviei o olhar, e quando voltei a olhar ele estendeu aquilo na direção minha e do menino ao meu lado.
    Eu soltei um arroto meio afogado daquele tipo que se faz com vontade de vomitar enquanto corria em desespero entre milhares de outros pirralhos.
    “(o)-(o)
    Lembro que fiquei com nojo até de calças moletom e evitei falar com os dois meninos para sempre.

  42. Magno says:

    Eu não presenciei (e espero nunca presenciar), mas já li em fórum médicos falando sobre maridos fazendo sexo com as esposas por meio do colóstomo. O primeiroédico levantou o assunto, vários médicos protestaramde nojo e alguns outros confirmaram já terem ouvido esses causos de suas pacientes.

    • damnerd says:

      Muito obrigado pela lição sobre procedimentos médicos. Minha curiosidade me fez googlar o termo, hora de achar um vídeo demonstrativo.

  43. Leici says:

    Pois é, tem coisas de revirar o estômago… E que tal você passeando tranquilamente numa tarde em um parque, e ver um senhor (provavelmente morador de rua) saindo de trás de uma árvore, levantando as calças após uma defecada… É brabo né?

  44. Lucas Grabauskas says:

    Tem muita história cabeluda nos comentários, a minha não é tão tensa mas ainda lembro como se estivesse vendo nesse instante.

    Quando eu era pequeno (não me lembro ao certo, algo entre a primeira e a quarta série da escola), lembro de estar na fila da cantina da escola. Vi uma menina pedir uma coxinha e em seguida pegar o tubo de ketchup. Era daqueles de bico pontudo, sabe?

    Então, parecia estar tudo bem, já que a menina começou a comer a tal coxinha pelo bico. O horror veio logo em seguida quando, logo após a primeira dentada, a cidadã enfiou o bico do tubo de ketchup dentro da coxinha, através do orifício deixado pela mordida. Não satisfeita, ela espremeu o tubo e foi puxando o mesmo lentamente para fora do salgado, tal e qual o tio que vende churros faz para recheá-los com “doce de leite”. O que o tio dos churros não faz (ao menos enquanto estamos olhando) e a dita cuja resolveu fazer em seguida é que foi a pior parte: aquela mistura de frango desfiado, pseudo-catupiry e pseudo-ketchup que ficou grudada à superfície do bico após o procedimento foi devidamente removida com a língua da menina, num gesto tão lento e tão explícito que, fôssemos nós ali em volta um pouquinho mais velhos, deixaríamos de prestar atenção à asquerosidade do ato e permitiríamos à imaginação que corresse solta.

    Cabe uma correção: a mistura não foi tão “devidamente” removida assim, visto que após ser depositado novamente no balcão, o tubo apresentava ainda fiapos de frango e uma coloração avermelhada claramente composta de ketchup bastante diluído em saliva…

    Naquele dia, fui incapaz de pegar o ketchup de qualquer um dos tubos do balcão… mas não deixei de comer minha coxinha.

  45. Larissa says:

    Quando eu tinha uns 12, 13 anos, meu curso de inglês começava às 8 da manhã. Como geral ia de carona com pais/avós, sempre chegávamos antes e ficávamos conversando até dar a hora da aula. Um dia a minha colega apareceu com UMA CASCA DE FEIJÃO NO DENTE. às OITO da manhã. ou seja…

  46. Yuri (Oni) says:

    Once, eu tava no metrô no Japão, aí presenciei a coisa mais asquerosa da minha vida…
    Tinha uma doida, de uns 20-25 anos, em pé que tava dormindo (normal…) e um senhor de uns 50-60 anos sentado dormindo tb na frente dela. Aconteceu que a guria babou, e a baba pingou adivinha onde! No braço do senhor, oras. Com o impacto do pingo no braço o senhor acordou e num misto de confusão e sonolência o velho achou que era baba dele e CHUPOU “DE VOLTA” A BABA, MALUCO!
    Pqp, quase eu vomito, véi… o velho ainda voltou a dormir, deve tá até hoje achando que ele tinha babado e tava mandando a baba de volta…

  47. Jardel says:

    A Dilma discursando.