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[ Pergunta do Dia ] Qual a sua lembrança nerd mais tenra?

Postado em 24 June 2013 Escrito por Izzy Nobre 70 Comentários

TA

O joguinho acima é Total Annihilation, um RTS com gráficos 3D lançado em 1997. Até hoje, este é um dos meus RTSs favoritos, senão O favorito.

Não bastasse o mérito do jogo como jogo, tenho inúmeras lembranças felizes com Total Annihilation que sem dúvida serviram como fatores que explicam meu apreço por ele.

Conheci Total Annihilation bem por acaso. Estava um dia na escola com meus broders Farney e Luciano (com o primeiro ainda tenho contato; ele veio ao meu casamento. O segundo desapareceu completamente em meados de 2009). Nós três éramos os nerds de videogame e computador da sala naquele longíquo ano de 1997, assíduos leitores de revistas como a Game Power e a Revista do CD-ROM.

Aliás, agora que paro pra pensar tinha um outro broder nesse meio — o Leandro, que por motivos que nunca entendi era chamado pela sala inteira de “Norman”. Provavelmente por causa de uma suposta similaridade com algum personagem de mesmo nome de um filme qualquer. Enfim!

Chega o Farney (que defendia na época seu nome incomum com a explicação faux-orgulhosa que sempre ouviu da mãe, “é o nome de um artista lá“) com uma revista do CD-ROM. Ele trouxe a revista aberta na página de uma propaganda de um game. O título dizia “ANIQUILAÇÃO TOTAL” e trazia uma screenshot de uma guerra imensa, não muito diferente do screenshot aí em cima. Não lembro que features a propaganda relatava, mas o Farney ficou com a impressão de que o jogo permitia uma promessa até hoje não completamente realizada nos games — cenário totalmente destruível.

O maluco nunca tinha nem visto o jogo, mas ele já declarava Total Annihilation como jogo favorito dele. Pra você ver o poder duma propaganda.

Uns dois anos mais tarde eu estava passeando no shopping Iguatemi de Fortaleza com minha mãe. Parei numa banquinha de revistas que ficava no segundo andar (a banca não existe mais, comprovei em minhas idas recente à minha cidade natal) e vi estupefato a seguinte revista na vitrine:

ta revista

Sei que tem uns pirralhos de 14-15 anos lendo esta bosta de site que não apreciarão o significado nerd-cultural dessa revista. É o seguinte: na nossa época (mid to late 90s), não tínhamos Steam, não tínhamos conexões boas o bastante pra piratear, não tínhamos torrent. O motivo pelo qual a revista anunciava, ali no canto superior direito, ter um “JOGO COMPLETO” é porque isso era meio raro naquela época pra maioria dos pequenos nerds. Nos contentávamos com demos/versão shareware dos jogos, porque nas lojas o pouco que encontrávamos era vendido por quase 100 reais.

Sem putaria turma, eu vi com meus olhinhos que a terra há de comer Diablo sendo vendido numa loja de informática por 110 reais.

Pois bem. Lá pelos idos de 97 ou 98, as revistas de computador da época (Revista do CDROM, CDMAX, CD Expert… tou esquecendo de alguma?) começaram a oferecer “jogos completos” por um preço comparativelmente ridiculamente mais baixo — na faixa de 15 reais. Pra uma molecada criada a base de jogos com 2 fases ou limite de tempo (o demo do GTA limitava seu gameplay por 6 minutos, com uma contagem regressiva impiedosa no topo da tela), isso foi a salvação da pátria.

Lembro até a primeira revista a oferecer jogo completo e qual era: Revista do CD-ROM, e Afterlife.

Então. Tava lá passando no Iguatemi, vi o tal famoso Total Annihilation por uma quantia irrisória, e fiz algo que fui criado a vida inteira sendo condicionado a jamais fazer: pedi à minha mãe, publicamente, pra que ela comprasse algo pra mim.

Minha formação infantil me imbuiu de um senso quase samuraizístico de jamais incomodar ninguém. Até hoje quando estou na casa dos outros eu omito estar com fome, mesmo que o anfitrião esteja perguntando, pra não incomoda-lo obrigando-o moralmente a me alimentar. Se eu fosse vampiro teria que pedir autorização DUAS VEZES pra poder entrar na sua casa.

Minha mãe comprou o joguinho e eu voltei pra casa felicíssimo. Meti o CD no CD Player do carro, tendo aprendido há algum tempo que em alguns games, após pular a primeira faixa, a trilha sonora se torna acessível em aparelhos de música. E a viagem de carro foi ao som da target=”_blank”>trilha sonora estupenda do jogo.

Meu pai, incomumente, tomou um certo interesse pelo jogo ao me ver jogando. Passei a vida INTEIRA jogando no computador e nos consoles, e meus pais não davam o MENOR interesse pro contéudo que eu estava consumindo. TA, por outro lado, captou a atenção do meu pai. Ele viu a tática que o jogo exigia do jogador, a noção rudimentar de economia ao reger os recursos, a batalha acirrada que exigia seu controle direto e flexível, e acabou experimentando.

Eu e meu pai jogamos MUITO Total Annihilation em rede naquela época, e eu me arrisco a dizer que meu velho se viciou mais no jogo que eu. Até hoje ele ainda joga TA religiosamente — eu também, mas ele mais que eu –, e ele inclusive já até viciou meu irmãozinho Kevin, de 7 anos.  O pivete já tinha um interesse precoce em RTSs, outro dia fui à casa dele e vi que ele tinha acabado de terminar uma partida de TA lá no computadorzinho dele.

E uma das belas memórias que eu tenho com Total Annihilation é de quando minha família ia a um SESC em Fortaleza (ou era em São Luís? Isso que é foda nessa vida de nômade — esqueço onde certas coisas aconteceram!).

Após nadar na piscina e comer no bandejão, batia a preguiça e íamos pra uma área de camping. Minha mãe armava umas redes e ficávamos lá preguiçosamente… enquanto eu jogava TA tranquilamente no laptop do meu pai, que ele frequentemente levava em nossas viagens familiares, permitindo dar continuidade ao trabalho E permitir uns momentos de nerdice como esse.

Se minha vida fosse um filme, nesse momento a câmera puxaria pra trás, enquanto minha família inteira tira um cochilo, lá estava eu detonando robôs inimigos, ouvindo o barulhinho dos pássaros naquela tarde tranquila de domingo.

Qual a sua lembrança mais tenra relacionada a nerdice?

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comments

Categorias: pergunta do dia

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

70 Comentários \o/

  1. Larissa says:

    Puta merda Izzy, agoro a to procurando na net feito louca uma revista que vinha com uns 200 jogos.

  2. Daniel Sugui says:

    1994, aniversário de 15 anos.
    Eu queria o livro básico de GURPS, pois tinha conhecido os RPGs naquele ano e aquele mundo de imaginação e aventura me fascinou instantaneamente.

    Eu sabia que tinha uma loja de RPG no finado Shopping Pompeia Nobre (todo RPGista de São Paulo sabe onde era), mas meu pai ainda insistiu em procurar em outras duas lojas de brinquedos antes de ir naquele shopping fantasma…

    O momento em que cheguei em casa e pude ler o livro com calma foi o de maior êxtase nerdístico que senti na vida.

    • Flavio H says:

      A saudosa Forbidden Planet. Sempre ia lá namorar os suplementos de Gurps com os amigos (O mestre do grupo comprou o Fantasy, Magia, Grimório, Cyberpunk e o Horror). Depois iamos no Shopping Matarazzo jogar fliperama.

  3. Paulo Brito says:

    Concerteza pelos meus 12 anos lá pra 96, 97 quando eu preferia observar mapas ao brincar na rua!

  4. Luiz says:

    Com certeza o Pokémon Silver no meu primeiro Gameboy Color haha

  5. Anderson says:

    com certeza pra mim, foram os torneios de Megarace 2 (comprados da revista Big Max) e Road Rash com a família (primos, tios, irmão etc.)

    bons momentos de jogatina e “comilânça”…

  6. DoAssogue says:

    Eu, estudando as apostilas de Excel e Word do meu pai, que na época fez o curso custeado pelo banco, que estava implantando computadores com Windows 3.11.
    Então eu ficava olhando as imagens nas apostilas (tudo impresso, não tinha computador na minha casa) e imaginando como deveria ser “ao vivo”.

    • Fábio says:

      Caralho, achei que só eu tive essa nerdice, de ter estudado apostilas de informática sem nunca nem ter relado em um computador antes na vida (isso foi aos 12 anos). A primeira vez que mexi num computador eu já sabia fazer tudo, a primeira coisa que fui fazer foi fuçar no painel de controle :)

  7. IBG says:

    Me lembrei agora de uma cena muito parecida minha. Eu num camping à beira da praia com a família. Peguei uma cadeira e li um pouco de Guida dos Mochileiros das Galáxias… muito bom. I know that feeling

  8. Tiago says:

    Total Annihilation marcou a minha infância como sendo o primeiro jogo de PC completo que eu instalei aqui em casa e joguei até meus olhos sangrarem. Acho que essa é a lembrança mais antiga que eu tenho de jogos de PC que eu realmente me viciei(os jogos de verdade, não aqueles demos desgraçados), só perdendo para ver meu pai jogar Wolfenstein.

  9. Thom says:

    me lembro de estar jogando StarCraft e WarCraft com meus primos. a gente se revezava na cadeira, sabiamos os cheats e tudo mais. era uma zoação tremenda. e também me lembro o dia que meu pai me apresentou Duke Nukem 3D Atomic Edition. MEU! ERA MUUUUUUUUUUITO MAASSSAAAA!

  10. Quaker says:

    Quake World, joguei de 96 até 2005.

  11. Ikaro Soares says:

    Meu primeiro contato com TA foi por conta do meu tio, lembro até hoje dele chegando com está revista da CD EXPERT, fiquei viciado logo no primeiro dia.. isso por que ná epoca eu só podia jorgar no famoso modo skirmish, o que me levou a ir atras de foruns baixando A.Is mais dificeis, baixando pacotes que me permitiam ter 5.000 unidades em campo, baixar centenas de unidades customizadas. Hoje em dia ainda jogo no entanto ainda não conssegui configurar de um jeito que o jogo rode bem nos S.Os atuais, aproveitando o espaçp gostaria de pedir dicas de como fazer o TA rodar nos sistemas operacionais sem dar crash?

    Abs

    ps: espero muito um dia ouvir sobre TA no 99 vidas

    • @mos_axz says:

      Total Annihilation NO 2PAK IZZY! Te peço desde sempre isso. Se fizer vou ficar feliz.

      Quanto a rodar T.A sem crash, o Izzy fez um .bat uma vez que fecha o Aero e abre o programa. Pesquise por Abandoware que você acha. De resto o modo de compatibilidade 98/Xp SP2 consegue resolver…

  12. Artur says:

    Creio que a minha lembrança seja relacionada com a CD Expert também. Mais especificamente, Twinsen’s Odyssey. Eu também ficava maravilhado que a revista dava JOGOS COMPLETOS “de graça”, e tive algumas edições da revista, mas nenhum jogo me prendeu tanto quanto Twinsen’s Odyssey. Até hoje é um dos meus jogos favoritos.

    Menção honrosa aos dias que ganhei o PS1 e conheci os controles com rumble (falo sério quando achei aquilo fenomenal) e quando ganhei o Gameboy Color e comecei a jogar Pokémon Silver e Wario Land religiosamente.

  13. Walter says:

    Izzy você me fez relembrar a época que eu tinha um pentium 256 com incríveis 32mb de ram e kit multimídia! Tudo isso para jogar horas e horas de Warcraft 2, Ancient Conquest 2, Dune e é claro o Command and Conquer. Todos jogos que eu surrupiava de meu primo que possuía várias e várias revistas e também coleções de disquetes 1.44 com jogos e jogos!!!

    Minha memória era de poder passar algumas horas durante as tardes de sábado jogando C&C Red Alert, principalmente quando meus pais estavam viajando e ai eu conseguia uma cópia da chave do quarto para adentra-lo sorrateiramente e então jogar algumas poucas horas…

    Infância feliz! Poucos amigos e muitas horas de jogatina! HEHEHE!!!

    Valeu Izzy!!!

  14. Larissa says:

    Minha primeira memoria nerd foi ir na locadora com minha mãe alugar o Crash bandicoot 2 tantas vezes que o dono da locadora me deu o jogo de presente, tinha uns 4 anos na epoca(hoje to com 16, mas cheguei a ver o jogos que vinham nas revistas)

  15. Felipe martineli says:

    Minha infancia se resumia em 2 jogos oddworld e full throttle

  16. Vinícius Martarello says:

    Haha minha lembrança é de 2007, faz pouco tempo mais eu tenho só 16 anos… Na época eu tinha 10, vi uns caras na escola falando sobre o jogo do pokémon, na época eu só conhecia o desenho, ai eu fiquei curioso e fui procurar na internet, baixei um emulador de gba e o pokemon fire red, depois disso joguei muiiiito tempo esse jogo, zerei incontáveis vezes, baixei os outros e zerei tbm, depois disso comecei a procurar jogos classicos para jogar tbm. Essa é minha mais antiga lembrança nerd

  17. Marcelo says:

    Final dos anos 80, enquanto meus amiguinhos compravam/colecionavam album do campeonato de futebol, eu gastava minha moedas em fichas de fliperama (jogo que marcou época foi rygar), e revistinhas de eletronica, mas como tinha 12 ou 13 anos ainda, me limitava as que tinham montagens mais simples em ponte de terminais, pq ainda não tinha habilidade para corroer placa de circuito impresso ou entender montagens que usavam circuitos integrados. Montei bastante coisa interessante, dimmers, luz stroboscopica, etc, alguns brinquedinhos bobos que tinha nessas revistas e um monte que nunca funcionou. Depois larguei mão e comecei mexer com informatica em um estagio na Embratel, ai sim começou a era dos joguinhos DOS/Windows, e eu gastava boa parte da grana do estagio comprando caixinhas de disquetes e pedia pra um cara la que tinha um 486 (canhão na época) em casa com um incrivel “kit multimidia” copiar os joguinhos, e deixava de almoçar para ficar jogando pinball fantasies nos PCs (386 DX40) da parte da contabilidade que já era informatizada (o grosso ainda era feito com papel e caneta e depois enviado uma via para digitadores), ai que peguei gosto pela informatica e larguei a contabilidade, ganhei um PC (pentium, uauuu) do meu pai e ganhava meu dinheirinho com ele, e gastava tudo com essas malditas revistas de cd-rom com demos, porem nunca curti RTS (ai que meu lado nerd falha, nunca consegui gostar de rpg ou star wars ou essas coisas que nerds bazingueiros se orgulham hoje em dia)

  18. Fábio says:

    Me lembro do dia em que ganhei meu primeiro kit de Lego, devia ter uns 6 anos, estava brincando na rua e minha mãe da janela me chamou e mostrou a caixa, “é prá você”.
    Devo ter atingido uns 10G de aceleração naquele momento.

    • Carlos Pacheco says:

      Puta merda véio! Eu tenho uma memória parecidíssima com a sua. No caso, meu pai me chamou no escritório dele e me presenteou com uma caixona de LEGO HAHAHAHAHAHAHAHA

  19. Henrique says:

    acho que minhas melhores lembranças são de jogar tmnt hyperstone heist num emulador de mega drive com o meu melhor amigo de infância. lembro de me sentir desconfortável tendo que dividir o teclado, lembro das brigas pra ver quem pegava o pizza power, das tretas pra ver quem escolhia o leonardo… porra que saudades

  20. Renata says:

    Quando eu tinha uns 7~8 anos, meus primos vinham passar as férias na casa da minha vó. A gente sempre se dividia nos famosos clubes da Luluzinha e do Bolinha. Minhas primas e eu ficávamos no meu quarto brincando de boneca (o que eu odiava) e meus primos ficavam no “quarto da bagunça” jogando video game com o meu padrinho. Um dia eu resolvi fugir do meu quarto e ir ver o que os meus primos tanto faziam, e foi aí que eu me apaixonei pela primeira vez. Eles estavam jogando Tomb Raider e eu fiquei totalmente maravilhada pq nunca tinha visto nada tão lindamente incrível quanto a Lara. A partir daí eu passei a me “infiltrar” todo dia no clube do bolinha pra ver eles jogando Tomb Raider, Tekken e Soul Edge. Nunca jogava, só assistia. Até que um dia meu padrinho falou “Quer jogar, Renata?” e aí tudo mudou na minha vida. ♥

  21. Gustavo says:

    Acho que percebi que gostava disso quando li a super interssante pela primeira vez, tá certo que hoje a revista está um lixo total, mas naquela época era ótimo pode encontrar informação que não se encontrava em nunhum outro lugar(só fui ter net quando comecei a trabalhar, 15 anos). Pois é.

  22. M. says:

    Tive vários momentos assim, na minha tenra infância dos anos 90. Mas como fui uma ávida e típica criança gamer de PC (afinal consoles eram caros pro meu modesto bolso infantil e os pais não valorizavam tanto esse hobby -- fora que o master system que eu tinha vivia dando pane -), acho que o dia em que ganhei meu primeiro PC em 1998 foi um dos dias mais marcantes da minha vida! Tinha que ir pra escola no dia seguinte e acordei mais cedo só pra poder jogar um pouquinho dos cds que acompanharam aquele Pentium MMX de 233 MHz. Pouco depois de aprender a instalar jogos, tive meu primeiro contato com uma CD expert, com o jogo Time Commando que eu tenho ATÉ HOJE! Eu passava tardes e fins de semana jogando aquilo. Com certeza um dos que mais aproveitei! Mas alguém aí falou do Pokémon de Game Boy e o Blue e o Silver também fazem parte do meu top 10!

  23. André says:

    Esse jogo também fez parte da minha infância. Na época nem sabia o que era um RTS, nem como jogar, mas que valeu a diversão valeu.Lembro-me de vários jogos que como esse vinham em revistas. Creio que meu primeiro contato com um jogo tenha sido o Roller Coaster Tycon em 1999 aos meus (talvez quase) 2 anos de idade. Depois disso vieram os RPG’s, RTS’s e outra caralhada de jogos que provavelmente sou viciado até hoje. Infelizamente muitos nem lembro o nome, mas concerteza viciaria denovo caso tivesse a oportunidade.

  24. mp says:

    lembro do meu primeiro jogo de ps2,foi o bloody roar 4,meu pai chegou com o videogame gordão e com esse jogo e mais um outro que eu nao me lembro bem.lembro que joguei esse jogo ate o leitor de disco do meu videogame ficar em pedaços,foi minha primeira experiencia nerd e uma das mais marcantes.dessa lembrança tb lembro de um amigo meu que morreu a poco tempo,que vinha aqui em casa todo dia e jogavamos por horas

  25. lobo solitario says:

    A CD Expert tb marcou minha vida. Mas minha maior lembrança da nerdice infantil é relacionada ao Mega Drive.
    Morava no interior de São Paulo, e jogos originais de Mega eram inacessíveis, pelo preço absurdo e pelo fato de nenhuma loja na cidade vender os jogos (compra pela internet? pfff).
    Nossa solução era comprar jogo pirata vindo do Paraguai. A molecada conhecia uma senhora sacoleira que ia semanalmente catar muamba clandestinamente no país vizinho. Tínhamos que ir na casa dela no sábado e encomendar um jogo, que custava na faixa de 10 reais. Na quarta feira o jogo estaria na casa dela, pronto pra irmos buscar.
    Acontece que essa senhora era MEGA IDOSAMENTE VELHA. Como é de costume de gente velha e senil, seu esporte preferido era cometer erros. Ou seja, não era incomum ela nos trazer um jogo diferente do que tínhamos pedido.
    Então, chegava quarta feira, depois da aula, pegávamos nossas bicicletas e disparávamos até a casa da supercentenária. Me lembro da sensação gostosa de descobrir que a anciã tinha, sim, trazido o jogo certo. Era uma puta alegria.

    Aí alguém questiona: “ué, se ela trouxesse o jogo errado, era só não comprar, animal”. Sim, só que se recusássemos o jogo que ela tinha trazido, por qualquer motivo, ela NUNCA MAIS traria outro pra você.
    Velha filha da puta.

  26. Faeru says:

    Nem era eu que jogava, mas eu ADORAVA ver meu irmão jogando Final Fantasy VII e, mais tarde, FF X. Hoje ele nem joga mais, e isso faz uma falta hehe

  27. Gara says:

    Eu, por volta de 1999, com dez anos, jogando Mortal Kombat 1 no PC da escola. Tinha a minha escola normal que eu estudava e que ia até a quarta série e no mesmo quarteirão tinha a escola do “mesmo dono” que tinha quinta série a terceiro ano, se não me engano. Foi uma das primeiras vezes que vi um computador e desde então eu sabia que era aquilo que eu queria.

  28. Lucas Carvalho says:

    Bom, eu nascido nos anos 90, tenho uma perspectiva diferente de idosos dos anos 80 (como é que vcs viviam a apartir de energia a vapor?), a minha memória mais saudosa é ter, em meados de 2009 (eu sei que é recente pra caralho, mas eu só tinha 15 anos), ter sido contratado pelo meu tio para tomar conta da lan house dele. Imagina só! Ficar 10 hrs diárias tomando conta de uma lan house! Foda-se o salário! Eu só queria jogar cs 1.6 e procurar jogos aleatóriamente pela internet -- quem já entrou no site da leveu up games sabe do que estou falando -. Não existe nada melhor que isso: jogar, assistir filmes tudo de graça (eu não tinha noção de pirataria, pra mim a vida era assim) e ainda recebendo dinheiro.

  29. Leonardo Andrade says:

    Sou um dos leitores pirralhos (nasci em 1997) e sempre fui um nerd literário, antes mesmo de ser nerd de games e anime.
    Eu me tornei de fato um nerd quando li, aos 8 anos, O Hobbit. Aquela parada me deixou fascinado e eu toquei o foda-se no meu único amiguinho da rua pra devorar o livro sem ser perturbado. Horas e horas deitado no sofá da sala com o livro de Tolkien e um dicionário (o vocabulário ainda era meio foda pra mim). Depois disso comecei a ler LoTR, Eragon e tudo mais que eu pude de fantasia medieval e comprei meus primeiros RPGs (todos CD Expert), a maioria com temas que não eram para a minha idade.
    Eu me divirto com gloriosas batalhas, magia, genocídio e assassinatos em puteiros desde então :D

  30. Awdur says:

    A lembrança mais marcante que eu tenho é a de jogar Necrodome por horas, do alto de meus 5 anos (por alguma razão que desconheço, minha mãe não se importava ao me ver agarrado a esse jogo).

  31. Manuela says:

    Precisei pensar um pouquinho mas cheguei à conclusão de que foi com um joguinho chamado LEMMINGS, que consistia em controlar vários “mineradores” de cabelinho verde a fazer coisas como cavar, martelar e, por que não, pular de pára-quedas. Putz, eu jogo esse negócio na Internet até hoje e tenho tenras lembranças de estar na casa da minha prima jogando com ela. Se não me engano o arquivo do jogo ficava num disquete e, por algum motivo, eu nunca o levei para o computador da minha casa. Enfim, o que importa é que tinha milhões de fases e algumas até incluíam fogo e outras coisitas mais interessantes.

    Ah, e eu lembro das revistas que vinham com jogos. Sdds CD-ROM. <3

    O link, se quiser conferir o Lemmings:
    http://www.elizium.nu/scripts/lemmings/

  32. Rodrigo Lessa says:

    Jamais esqueço o natal de 2002, eu tinha 9-10 anos , meu tio (que foi meu mestre nerd) me deu de presente o Age of Mytology, isso horas antes da festa natalina na casa da minha avô, cara eu passei o natal jogando,disse para minha mãe que não me sentia bem e não fui pra festa e só para jogar. Apesar de ter jogado Starcraft antes eu preferi o AoM por causa da mitologia e era em pt-br!

  33. Diego Marwell says:

    Umas das raras lembranças (se não a unica) que eu tenho da minha infância antes dos 11 anos me leva direto pra 1988. Eu tinha 6 anos na época, mas lembro até hoje do dia que vi o atari da minha irmã funcionando pela 1a vez… Ela deixava eu jogar e era fantastico! Mas eu não conseguia jogar direito porque minhas mãos eram muito pequenas, ficava nervoso e mordia a ponta do controle (acho que o nome é direcional, sei la). Então fui proibido de mexer no console, claro.
    Aí avançamos até 1993, quando aprendi a mexer no computador do meu pai e passava horas em seu escritório “fuçando” na maquina e jogando… Meu favorito era um joguinho besta, que vinha num disquete gigante, onde você mexia um homenzinho de um lado pro outro e tinha que quebrar uns blocos de gelo, pegar a chave e passar de fase (eu queria muito lembrar o nome deste jogo, mas sem chance).

    Btw, Kid, até hoje desconfio que eu fui o 1o dono do SNES que o sr. quebrou!! hahahahahahahaaa
    Sério, as coincidências são enormes.. Pirei quando li seu post sobre o assunto. E mais ainda quando ouvi no 99 Vidas você repetindo exatamente a promessa que meu pai fez quando vendeu meu SNES.

  34. Peterson says:

    EU tinha Total Annihilation (acho que ainda tenho em algum lugar aqui)

  35. Bruno Monteiro says:

    Lembrança tenra pra mim foi jogar Twinsen’s Odyssey (proveniente da CD Expert) com a minha irmã no nosso primeiro computador.
    Ou então virar uma noite de férias jogando Tomb Raider 1 na sala em conjunto com todos os meus primos no meu PS1 gigante adquirido na galeria Pajé aqui em SP. Só virar a noite já era um grande feito… jogando em família então.
    Bons tempos. :)

    • M. says:

      Bruno, um dos cds que eu mencionei no meu relato e veio junto com meu primeiro computador foi exatamente esse jogo (o outro era o actua soccer 2)! era muito bacana! Pena que por ser muito pequena, ainda não entendia nada de inglês, mas a gente sempre dá um jeito!

      • Bruno Monteiro says:

        Haha não era demais? Eu também não sabia inglês, mas ficava encantado com o mundo do jogo. Todo aquele ambiente, poder entrar nas casinhas da vila, atirar a bolinha pra lá e pra cá hahahah. E eu e minha irmã tentando decifrar o que tínhamos que fazer.
        Hoje eu me nego a jogar pra preservar a memória. Adoro esse jogo.

        E assim como você, minhas mãos e meu game boy color eram uma entidade só. Não desgrudavam nunca.
        Junto com o GB comprei o pokemon Blue que veio sem a bateria interna (não era mini-gênio pra descobrir como funcionava como o Izzy :( ), mas logo em seguida comprei o Yellow original e minha vida nunca mais foi a mesma. hahaha Contribui muito para o mercado de pilhas dos anos 90.

        • M. says:

          UHAHUAHUAHUA a relação das crianças com seus gameboys era uma coisa linda. Todo mundo vivia grudado no seu. Pior de tudo é que na maioria das vezes, eles funcionam até hoje. Tenho dois aqui: um color que ganhei de dia das crianças em 99(com o pokemon blue) e um advance de 2002. Pior que o unico jogo que ganhei pra ele foi o pokémon ruby. O lado ruim de ser criança era nunca ter dinheiro pra nada. hahahaha

  36. André says:

    Nessa epoca eu tb jogava TA (dessa revista mesmo), Age of Empires 2, The Settles 2 (só o demo LOL) e outros dois mais desconhecidos: Lords of The Realm 2 e M.A.X (que tem a fama de ser o game de estrategia mais dificil e completo já inventado pelo homem. De alguma forma eu conseguia jogar esse troço na epoca).

    “o jogo permitia uma promessa até hoje não completamente realizada nos games — cenário totalmente destruível.”

    Kid, percebe-se que vc não conhece os Red Faction do PS2. Dê uma procurada. Nesse jogo, se tiver munição o suficiente, dá pra montar um tunel no começo da fase e sair do outro lado (no modo multi ninguem jogava direto, o pessoal apenas se juntava pra destruir o cenário todo).

  37. Isabela says:

    Começar o ano letivo no primário já tendo lido todos os livros paradidáticos (minha mãe comprava o material didático com antecedência e antes de começar as aulas, eu já havia lido todos os livros de historinha).

  38. Guilherme says:

    Se não foram as longas tardes de jogatina de Crash Bandicoot no PS1, acho que foram os 30 mins diários que eu passava dps da escola na lan house do lado (imagina, 50 cents, 30 minutos! do lado da escola!!). Isso me rendeu várias broncas e boas memórias.

  39. Rafael says:

    Jogar Sonic no Mega Drive do meu irmão mais velho, isso nos antigos 1994.

  40. Acredito que minha memória nerd mais antiga seja a descoberta de um livrinho de astronomia básica (que se limitava a descrever os planetas do sistema solar, estrelas, galáxias e outros corpos celestes de todo tipo) com uns 7 ou 8 anos.

    Fiquei fascinado pela ideia de existirem coisas maravilhosas fora do nosso planeta. Daí pra cá a astronomia foi sempre um hobby.

  41. Murdock says:

    Eu diria que sou um nerd frustrado ou um nerd pobre. Só fomos ter computador lá pra 2001 (tenho 34 anos) e o único videogame que tive foi Atari e em 2011 me rendi à nerdice e comprei o PS3. Sabia que ia dar merda e viciei em games de novo.

    Nesse tempo, lá pro ano de 2004, com alguma graninha eu comprei um jogo chamado Mythical Warriors, que possivelmente se parecia com TA.

    Mas a história de game que eu tenho mais paixão foi minha relação com Civilization III. Eu comprei o jogo por acaso, procurando por um chamado Caesar III. Como não entendia muito bem o jogo, entrei em um fórum através do qual fiz amigos, tive encontros, peguei garotas (acredite!) e acho que de lá devo ter a memória mais nerd, uma foto minha, de um dos admin e de uma menina na pré-estreia de A Vingança dos Sith, com um cara vestido de Darth Vader.

    Recentemente peguei Civ V pra jogar mas não é a mesma coisa.

    • Bruno Monteiro says:

      Cara… Eu jogava muito Civ2 no PlayStation sem saber inglês (naquela época do império dos jogos piratas comprávamos jogos sem nem saber do que se tratava) e, obviamente, não entendia nada. Só achava legal ficar movendo minhas tropas e tudo mais.
      Depois comecei a jogar Civ3 e me tornei absurdamente viciado. Não participei de fóruns, mas lembro de passar muitos sábados batalhando contra outras civilizações em partidas que duravam por volta de 5~6h. kkkk

    • Bruno Monteiro says:

      E você tem razão, o Civ5 não tem a mesma graça!
      Não sei porque, mas jogos que eu acostumei a jogar com visão isométrica deixaram de ser tão legais quando foram pro 3D.
      Mesma coisa com o Roller Coaster Tycoon 3. Não tem o mesmo apelo do 1 e do 2.

  42. neto says:

    Minhas lembranças de nerdice era quando eu montava a Enterprise com peças de um clone da Lego (não existia Lego original em fortaleza nos anos 80) e quando, eu criança, assiti com meu irmão “o imperio contra-ataca” no cinema. Na parte da famosa frase do Vader, quando ele diz “Luke, sou seu pai”, eu fiquei estupefato perguntando pra ele “o que é isso? comé que é?”

  43. Erico says:

    SANTO DEUS!
    Eu me lembro muito bem desse jogo, encontrei ele nos fundos de uma lojinha que ainda fica perto de casa no longinquo ano de 2005.
    Me lembro até hoje que mesmo meu computador movido à pilha palito conseguia rodar esse jogo com perfeição, razão pela qual eu eu passava horas na frente do PC criando mísseis nucleares para varrer do mapa meus inimigos em skirmishes eternas!
    Que nostalgia esse jogo (e sua trilha sonora magnífica)dá !

  44. Guto Charles says:

    Por culpa desse post, tive que dar uma ‘jogada’ e matar as saudades do TOTALA!! (Era o EXE do jogo, então na época -- 1998 -- , eu o chamava assim rs)

  45. Revoltado says:

    que fique claro que fiz um blog hoje pensando em você. Eu sei que você nunca lerá o meu comentário e por isso me conformo que ele não seja visitado por ninguém. Me comprometo a escrever bastante nele por muito tempo, da mesma fora que voce se compremeteu aqui.
    Minha lembrança mais tenra é jogar Mario RPG e ficar sem comer por mais de 10 horas e minha avó vir me encher o saco. Eu e meu primo evoluimos o mario e o mallow até o último nível nas primeiras fases. Isso que é ser retardamente nerd!
    Abs

  46. Carlos Pacheco says:

    Nossa, me veio muitas lembranças! Uma delas, em 93, o Estadão lançou algumas apostilas, vocês se lembram? Se chamava, HELP. No meio delas tinha algumas coisas falando de informática, e foi aí que eu comecei a gostar de tudo isso… E foi em 93 também, meu pai comprou um PC. Acho que era um 286… Me lembro de digitar no DOS isso; CD Jogos, CD Wolf e Wolf3d. Era muito massa… Saudades destes tempos :\

  47. Mia says:

    Eu, fechando todos os episódios de Duke Nukem 3D e ganhando dos meus amigos e do meu pai no modo multiplayer do Quake II <3. Eu me sentia especial rs.

  48. Carlos Renan says:

    Cara, também descobri Total Annihilation com a revista também. Muito bom! Me identifiquei muito! Tem um sucessor espirítual dele, lançado mais atualmente, é o Supreme Commander. É muito bacana também. Agora nessa época de Steam Sale, ele tá bem baratinho..

  49. Cantarzo says:

    Viciar Bubble anda Bobble no master system, ou viciar no Atari com pitfall, keystone etc.
    Nos cinemas foi após Jurassic Park eu passei a consumir ferozmente tudo que saia sobre dinossauro nas bancas, até aquela coleção que você montava um esqueleto de T-Rex que brilhava no escuro.

  50. João Pedro says:

    A minha primeira empreitada nos FPSs. Apanhei feito criança malcriada, mas hoje a situação melhorou(mais ou menos,malditos campers).

  51. marcos says:

    pokemon (provavelmente firered)

    la estava eu, na chacara dos meus primos com meus 8 anos. meus primos jogavam pokemon em seus gameboy color e advanced (todos tinham um menos eu =/). sentavamos a mesa na sala de estar, e meu primo a minha direita acabava uma batalha. o Ponyta dele estava evoluindo. nesse momento descobri que se você apertasse “B” a evolução é cancelada. descobri isso por que ele gritou “ninguem aperta B!”. ele não devia ter feito isso. a primeira coisa que o primo do lado direito dele fez foi levantar, apertar o botão B e correr.

    la se foi um Rapidash, e alguns minutos de perseguição na casa.

  52. Guto Nicacio says:

    Lembro que tratávamos uma dessas revistas por número (acho que a Revista do CDROM): cara me empresta a 14 e a 22?
    Foda que eu morava no interior e tinha que esperar muito pra vir a Fortaleza comprar uma revista…

  53. Mari says:

    Eu lembro que eu era muito pequena quando meus pais compraram um Master System 3. Lembro muito de assistir minha mãe jogando Alex Kidd. Também tinha o jogo da mônica difícil pra kct -- tinha essa capa http://4.bp.blogspot.com/_z_4CtriEokE/S-iqSRocWKI/AAAAAAAABg0/HCApMKnXS9k/s1600/Turma_da_Monica_em_o_Resgate-01.jpg

    Tudo ia muito bem até a anta do meu primo ligar o videogame sem o transformador…queimou tudo. Mas o Master System me marcou, eu nunca mais deixei de gostar de jogar. Quando fiz 15 anos pedi um ps2 ao invés de um baile de debutante hahaha e hoje em dia sou feliz com um xbox 360. =)

  54. Ivo says:

    Aos 15 anos programei, em Pascal, um piano virtual, para tocar no teclado do computador. É mais simples do que vocês estão pensando, rs.

    Só tinha uma escala e meia, mas já dava pra tocar algumas musiquinhas.

    Estranhamente, até hoje sei de cor a relação entre as frequências das notas na escala temperada (que é 2^(1/12)).

  55. Jeff says:

    Caramba essas revistas de pc eram uma coisa a parte. Mtos jogos massa que eu comprei. Alguns emprestei e nunca mais me devolveram mas alguns como Alone in the Dark e Mega race ainda tenho até hj. Boa época. xD

  56. Samonek says:

    Por volta de 2002, eu tinha uns 5 anos e jogava Chrono Cross no Playstation 1 do meu irmão, com a assistência do mesmo. Até hoje sou viciado nesse jogo, muito foda. Melhor RPG que já joguei, recomendo a todos!

  57. Bob says:

    MAAAANO, eu tinha essa revista!

    Minha lembrança nerd videogamística mais tenra, aquela que eu guardo com todo carinho, foi ter descoberto sozinho, sem assistência de revista alguma, que dava pra fazer o Hyper Sonic ao coletar todas as 14 (!) esmeraldas no Sonic 3 + Sonic & Knuckles no Mega Drive.

  58. Eu jogo TA até hoje, tem um padrinho meu e o filho dele (muito amigo meu) que também jogam. Sempre que eu visito minha cidade natal, Jataí, vejo meu padrinho jogando esse jogo.

    Da última vez que fui lá, jogamos em rede e foi muito bacana, impressionante o quanto o jogo ainda é divertido hoje em dia. Pretendo repetir a dose.

    Não sei se você sabe, mas ainda existe uma comunidade em torno sesse jogo que lança patches não oficiais, mods, unidades novas, mapas entre outros. É um site chamado TAUniverse.

    Esse jogo marcou minha adolescência! Muito bom conhecer outras pessoas que jogaram/jogam.