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[ Pergunta do Dia ] Que imbecilidade inacreditável você fez quando criança?

Postado em 5 April 2013 Escrito por Izzy Nobre 116 Comentários

E depois quando nego diz que quadrinho/videogame/TV não influencia a molecada, nós nerds protestamos imediatamente. Este post é um contraponto da nossa posição costumeira de rejeitar essa alegação, que talvez tenha mais valor do que estamos dispostos a reconhecer.

 

Eu devia ter uns 8 ou 9 aninhos, por aí. Estava na C&A com minha mamãe, comprando alguma roupinha nova de ir pra igreja. Minha ilustre mãe vai pro caixa e começa a pagar pelas peças que comprou, enquanto eu fiquei por ali perambulando sem propósito, como é comum em situações em que o filhinho está a tiracolo da mãe e esta se ocupa com algo levemente mais importante que prestar atenção no moleque.

Nisso eu percebi aquela pistolinha laser que os caixas usam pra escanear os códigos de barras. Uma infância já regrada de contos de super heróis que adquiriram poderes especiais graças a algum tipo de influência científica mirabolante, eu pensei (sério mesmo) que se colocasse aquele laser nos meus olhos, eu absorveria-os e poderia soltar rajadas óticas igual o Scott Summers, vulgo Ciclope, que sempre foi meio peida-na-cueca mas neste recente Avengers vs X-Men está impondo respeito como nunca antes.

Não pensei duas vezes. Enquanto a lojista se ocupava com minha mãe (tentando conferir os valores somados na compra de cada peça, para detectar alguma má fé da parte da balconista), eu peguei a pistolinha que tava dando sopa no caixa desocupado ao lado, apontei diretamente no meio da cara e, ignorando o adesivo amarelo  puxei o gatilho.

Vi as luzinhas vermelhas piscando em rápida frequência, imaginando o quão legal seria ir pro colégio no dia seguinte e dar rajadas em todos os filhos da puta que o frequentavam comigo. Comecei logo de cara a ver pontos brancos na frente dos olhos, como manchas, e me animei mais ainda: “meu deus do céu, tá funcionando!”.

Foi aí que minha mãe percebeu a merda e berrou cearensemente “MININO TIRA JÁ ISSO DA CARA MEU DEUS DO CÉU”, arrancando a pistola das minhas mãos e interrompendo o processo científico em que eu me pus como cobaia.

Voltei pra casa com dor de cabeça e com aquelas manchas brancas dançando na frente dos meus olhos, o que percebi horas depois que eram apenas uma leve (e felizmente passageira) cegueira e não os poderes mutantes que eu havia planejado.

E pouco tempo depois disso (não sei se há relação com a presepada), fui diagnosticado como portador de olhos fodidos e uso óculos até hoje.

Mas que MERDA. Para que eu não me sinta tão débil mental, por obséquio, compartilhe seus casos de jumentices infantis potencialmente perigosas.

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Categorias: pergunta do dia

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

116 Comentários \o/

  1. Fernanda says:

    Tentei pegar uma TV com 2 anos de idade com ela ligada porque ela era pequena, logo seria ”leve”. Ela EXPLODIU antes de cair em cima e mim e do meu dedo, que é um pouco mais deformado que os outros… lol

  2. Daniel says:

    Minha maior imbecilidade? Subir em uma pilha de madeiras que meu avô guardava para usar em seu fogão a lenha. Resultado? Escorreguei, caí, as madeiras rolaram em cima da minha perna, ou seja, quebrei a perna E AINDA tirei o gesso antes do tempo que o médico falou pra ficar usando, pois é, essa é minha vida, esse é meu clube.

  3. Com 8 anos, quase tive um derrame ocular de tanta força mental (?) que fiz pra um amigo se f*der bonito enquanto estava jogando bola, forçando os dentes até ter uma puta dor de cabeça (que durou o dia todo), e pensamentos negativos. A única notícia “boa” foi quando eu soube no dia seguinte que ele tinha torcido o pé e o dedão foi para trás, abrindo o “peito” do dedo e me favorecendo uma bela imagem de uma fratura exposta. Fiquei me achando por isso e passei por um bom tempo pensando que podia ferrar todo mundo que mexesse comigo.

    FEEL LIKE XAVIER!!

  4. João Ricardo says:

    Quando pequeno eu sentia dor de cabeça e dava com a mesma na parede, minha mãe ao invés de dizer para eu parar ela mandava eu bater mais forte =(

  5. DoAssogue says:

    Eu tinha esse kit de química:
    https://fbcdn-sphotos-g-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash3/7306_10201152040228348_1433746523_n.jpg

    Que como todo kit para crianças era formado com os elementos químicos diluídos. O amoníaco tinha um cheiro estranho e um dia ao ver um vidro de amoníaco no laboratório da escola fui mostrar pros colegas como era e cheirei primeiro, mas o da escola não era diluído, lembro até hoje da sensação de “soco no cérebro” que levei antes de quase cair no chão!

    • Alex Fowl says:

      。◕‿◕。

    • Chan says:

      Hahahaha O clássico cheiramento de amoníaco, laboratórios sempre tem histórias boas.

      Eu presenciei uma de um coleguinha, mas foi uma imbecilidade inacreditável também, deve valer.

      Era no ensino fundamental, a gente estava estudando um monte de químicos ao mesmo tempo porque era uma das poucas aulas de laboratório do ano todo. Então um piá começou a misturar todas as amostras que tinham ali dentro do mesmo tubo de ensaio, só de molecagem. Na hora que ele colocou um dos ingredientes na mistura, até agora inofensiva, e começou a subir uma “fumaça” inacreditável, roxa, depois verde, não lembro bem as cores, mas era uma “fumaça” absurdamente forte, volumosa e multicolorida.

      A professora entrou em pânico, pegou o negócio, jogou na lixeira (?!) e mandou todo mundo sair correndo da sala falando que aquilo era muito tóxico (não duvido). Foi divertido, mas não pro piá, que deve ter levado uma bronca épica. :P

    • DoAssogue says:

      Lembrei que além dessa uma vez eu lambi uma pilha quadrada (nos pólos lógico) e cai do sofá quando tomei o choque!

  6. Vinícius says:

    Que imbecilidade eu fiz quando criança? HAHA, uma que nenhum de vcs fez, eu garanto ahauahua

    Fiz xixi no telhado da casa da minha avó!

    Eu subi no telhado com meu vô por algum motivo que eu não lembro qual é. Sendo assim, lá em cima, eu falei pro vô que eu estava com vontade de mijar, aí ele disse: Faça daí mesmo. E não é que eu fiz? Lá embaixo estavam minha mãe e minha vó, elas viram aquele líquido amarelo caíndo do telhado e fizeram aquela cara de WTF?? KKKKKKKKKKK até hoje meus avós lembram disso, tem uns 6/7 anos já

    • Lucas says:

      Amador.

      Uma vez eu cheguei por trás de uma mulher sentada embaixo de uma árvore e comecei a mijar nas costas dela. I know, right?

      Eu também já soprei o a mangueirinha do chuvero por que queria que todas as máquinas de lavar roupa do mundo queimassem (WTF?). Queimei o chuveiro.

      Ah, e já atropelei uma mulher com carrinho de bebê quando estava aprendendo a andar de bicicleta.

  7. Lucas Suppes says:

    Desmontei a Televisão de casa só pra ver como funcionava. :DD
    E segundo meus pais, quando mudei para a casa nova (3 anos de idade), eu lavei o rosto e bebi um pouco na água da privada nova.

  8. Sempre imaginei que poderia voar, mas tinha consciência apesar de pequeno que não seria possível, talvez porque meu pai insistia veemente em me provar isto de todas as formas. Certo dia resolvi fazer uma barraca na frente de casa, peguei um lençol da minha mãe, amarrei as duas pontas da frente nas arvores a frente de casa e a parte de trás no muro, fazendo uma espécie de barraca estilo cigana. Terminada a brincadeira de vender limonada. Resolvi então, subir no muro e tentar voar, como sou um menino esperto pulei em cima do lençol (amarrado) como já comentei. O Resultado?! Não poderia ser outro, cai com lençol e tudo no chão. O susto foi tão grande que juro pelo que é mais sagrado que cheguei a ficar alguns minutos sem conseguir respirar. Essa foi minha grande história débil mental infantil. Um abraço!

  9. Daniel Vila Nova says:

    Uma vez, quando eu era criança, estava “lavando” o banheiro com a minha mãe. Aspas pois eu apenas atrapalhava o processo. Em um determinado momento, minha mãe saí do banheiro por algum motivo. Eu, praticamente nu, decido imitar Tom Cruise na famosa cena de dança de Negócio Arriscado.
    Alguns segundos depois, minha mãe ouve um mesclado de berro e choro do banheiro.
    Gênio que sou, achei que escorregar em um chão completamente ensaboado seria uma boa ideia.
    Bati minha cabeça na privada. 4 pontos na testa.
    Pelo menos tenho uma cicatriz parecida com a do Harry Potter.

  10. Boris says:

    Nem precisei pensar muito. A minha maior imbecilidade quando criança foi tentar ver se a parada da língua que gruda no gelo era verdade (tinha visto isso no filme do Debi e Loyde). Enfiei a cabeça na geladeira e coloquei a pontinha da língua no gelo da parede da geladeira. Grudou um pouco e logo soltou. Pensei “DE NOVO” e dessa vez meti metade da língua no gelo. Resolutado: não soltou. Fiquei desesperado na hora com aquela língua presa no gelo e logo o sangue veio e manchou tudo. Só saí quando minha vó me puxou de sopetão (não sei como não perdi a língua). Fiquei com a lingueta dormente por 3 semanas. THAT’S HOW I ROLL!

  11. Bruna says:

    Em uma colônia de férias, quando eu tinha uns 5 anos, a criançada toda entrou na piscina. Eu, na época, estava tentando aprender a boiar, e depois de falhar miseravelmente várias vezes, concluí que seria mais fácil usar as bóias do que boiar sozinha. Então, me achando muito esperta, coloquei duas daquelas bóias de braço nas canelas, e não, eu não estava usando nenhuma nos braços. Pois é, virei de ponta-cabeça na mesma hora.
    O pior é que NINGUÉM viu. Nenhuma das 30 crianças, nenhum instrutor, ninguém. Passei momentos de desespero tentando arrancar as malditas bóias das pernas sem engolir litros de água.

  12. Holandes says:

    Manja aquele espaço entre o vaso e a parede?
    Fiquei preso lá

  13. Looy says:

    Minha maior imbecilidade foi ligar dois fios de um carregador na tomada e eles “acidentalmente” explodiram em minha face…antes que me questionem o chão era de madeira e eu inadimplente =)

  14. mhgdocarmo@hotmail.com says:

    Quando tinha uns 8 anos coloquei molho de pimenta no copo e tomei um gole. Fui parar no hospital…
    Um dia resolvi queimar uma aranha meio grande que tinha em buraco na quina da oficina do meu pai. Eu peguei um copo de óleo diesel, uma estopa, e uns fósforos, e causei uma pequena explosão que imediatamente alertou todos os adultos em um raio de uns 30 metros talvez, e me botou de castigo por um mês…
    Em outra ocasião, com uns 12 anos, fui “ajudar” meu pai a consertar um pivô central na fazenda, e tive a brilhante ideia de ir de torre em torre através do cano do pivô ao invés de ficar descendo e subindo… Cai e só não me fodi todo porque o solo tava barrelento e tinha milho plantado, se não…

  15. Cara referente a parte de influência me lembro que inspirado em cavaleiros do zodíaco,nos recreios da vida,lá pela sétima série, juntávamos algo em torno de cinco amigos,onde cada um escolhia um personagem,e a partir daí caíamos na porradaria geral. Normalmente não terminava muito bem.

  16. Lucas says:

    Já arremessei uma garrafa de água como se fosse uma bola de futebol americano, e a desgraça calha de me acertar a boca de uma criança e levando consigo dois de seus dentes.

  17. Rodrigo says:

    Dar um murro numa porta de vidro e rasgar o braço todo,chutar uma porta e quebrar o dedo mindinho do pe direito,Puxar uma panela de mingau e queimar cabeça,rosto e braços…ainda bem que não tenho nenhuma marca dessas minhas “aventuras”

  18. BrunoHe says:

    Uma vez tava brincando de esconde-esconde e deu vontade de mijar, mas não queria revelar minha posição. Fiz xixi nas calças de próposito dai.

    As pessoas riram de mim =/

  19. Dronto says:

    Cara, ela não é nem um pouco engraçada, mas é a maior imbecilidade da minha vida. Eu era um garoto estourado PRA CARALHO, não ficava aprontando coisas terríveis, mas quando eu ficava puto eu nem pensava. Eu tava na primeira série e no portão do meu colégio esperando. A van ia me buscar, e a dona da van foi lá na frente me buscar. A porteira, que também era minha professora de algumas matérias e que era uma senhora de uns 60 anos daquelas que você não acredita de como é calma e uma pessoa MUITO agradável. Puta, velho. A professora mandou eu esperar pra saber se ela podia me liberar, mas minha cabeça estourada infantil pensou enfurecida: “Mas eu esperei uma meia hora!”. Eu meti uma lancheirada nem um pouco fraca no rosto de uma senhora de 60 anos. Na senhora de 60 anos mais agradável que eu já tinha conhecido. E ela chorou pra caralho por causa disso, eu era o queridinho dela. Eu sinto um remorso gigantesco só de lembrar. Porra. ):

  20. Bruno says:

    Essa é uma das primeiras memórias que tenho da minha infância, e é justamente de uma insanidade absurda. Eu devia ter uns 3 ou 4 anos nessa época, e minha mãe tinha o costume de me deixar sozinho se fosse fazer algo rápido nos arredores do nosso apartamento. Nesse dia ela tinha ido ao mercado e, como de costume, me deixou sozinho. Sinceramente não sei que porra passou pela minha cabeça, acho que algum demônio se apossou do meu corpo, mas com a força de vontade que só os mentalmente instáveis possuem, eu escalei a estante e derrubei todas as fitas k7 do meu pai no chão(ele possuía uma coleção respeitável de tudo quanto é fita pirata), tirei-as das caixas, puxei todo o conteudo de dentro com uma alegria que beirava a insanidade e espalhei as fitas pela casa inteira. Quando terminei a minha obra demoníaca,eu fiquei nu(pois praticamente tudo que vc pode fazer nesse planeta fica mais divertido se for sem roupas), subi no meu querido velotrol e comecei a andar pelas fitas como se estivesse em um rali organizado por pessoas igualmente insanas. Não demorou muito pra eu ouvir da janela um estridente “BRUNO!!!!!!!”. Apanhei mais que um bode amarrado naquele dia, talvez seja por isso que essa memória é tão viva. Abraços.

  21. Leonardo Cezar says:

    Quando eu era criança,uma vez fui em uma festa junina que estava acontecendo no campo do fundo da minha casa,eu devia ter uns 12 ou 13 anos na época.Bem,todo mundo sabe como é o clíma de festa d’ São João na viziança em que mora: crianças correndo de um lado para o outro e soltando peido de véia a todo momento,tio, avô, vizinhos e desconhecidos bebendo e comendo(até o cu fazer bico) ao redor de uma fogueira e seus balões de jornais,sobre um céu límpido e estrelado. É justamente nesse clíma que eu me FODI. Eu todo marotão e chato como qualquer pré-adolescente,resolví encher o saco de um amiguinho da onça que estava sentado em uma tábua(emprovisada de cadeira)esperando às quitutes serem servidas.Nesse pequeno intervalo,eu comecei a bater na tábua com o pé direito na parte inferior da mesma,onde o moléque estava sentado com uma cara de frog.1°batida, 2°batida,3°batida e o moléque ameassando se levantar…Na 4° o cretino se levanta como se fosse um ninja do nuda e…A PORRA DA TÁBUA VINHA VOANDO NA MINHA DIREÇÃO,ou pior,NO MEU BEIÇO! Não ví mais nada. Resultado: um arrombo no lábio inferior que cabia meu dedo mindinho inteiro! É me mereci.

  22. Haha! Algo parecido com meus olhos já aconteceu quando eu era menor, tinha uns 4 ou 5 anos.

    Eu tava vendo minha irmã jogar um game de corrida (que não me recordo o nome) no Mega Drive, sem nada pra fazer. Aí não sei por que diabos eu peguei uma liguinha de elástico, coloquei em volta da minha cabeça, estiquei-a o máximo que pude em frente aos meus olhos e (olha a burrice) a soltei, a liguinha vindo com tudo diretamente nos meus olhos.

    Vi pontinhos brancos, pretos, amarelos, de tudo quanto é cor até minha mãe me levar ao hospital. Detalhe que eu fiquei sem enxergar por algumas horas, e depois ainda fiquei com uma bela marca de liga em meu rosto.

    Ah, bons tempos…

  23. Mariana says:

    Com 5 anos de idade, decidi que estava descontente com as ações da minha mãe e resolvi fugir de casa. Lá pelas 9 da noite, pulei o muro e vazei. A minha sorte foi morar numa cidade que na época não devia contar nem com 10.000 habitante, todos gente fina e extremamente solícitos. Uma mulher me encontrou na rua e me levou a delegacia, onde eu forneci meu endereço (lembro do policial escrever com uma bala de revólver, será que a caneta era muito cara em 1989?). Fui pra casa de camburão-veraneio e prontamente recebi uma surra que nunca mais me fez querer fugir de casa.

  24. Washintgon says:

    Aqui onde moro tinha uma grande pilha de pedras,mais precisamente brita.Do lado da minha casa tem uma clinica,e as pedras ficavam perto do muro…Bem,esm muito oque fazer eu e minha irmã começamos a encher as mãos de pedra e jogar na clinica…não foram poucas as “mãoszada” de pedra que voaram para a clinica,e como se não bastasse tinha uma barra de ferro verde do meu lado,não aguentei e pra fechar com chave de ouro joguei a barra na clinica tbm…felizmente ngm morreu,eu e minha irmã levamos uma bela surra…e fim

  25. Meus sairam e deixaram meus irmãos cuidando de mim.Porém, meus irmãos acharam que eu tinha saído com os meus pais.
    Quando meus pais voltaram,ficaram me procurando pela casa… eu estava no banheiro e tinha “bebido” um pote de repelente OFF. =D

  26. Theogenes says:

    Quando eu tinha uns 8 anos de idade, fui na casa dos meus primos (um devia ter uns 14 anos, o outro era da minha idade). Eles tinham um Walkmachine (caso ñ saiba o q é, é tipo um patinete motorizado).

    Como todos queriam brincar no Walkmachine, mas eu e meu primo da minha idade eramos muitos pequenos para andar sozinhos nele, tivemos a brilhante ideia de ir um dos pequenos sentado no brinquedo enquanto meu primo mais velho ia em pé guiando.
    Óbvio que a parada não deu certo né? Na primeira curva eu me desequilibrei e cai de barriga no motor quente da parada, criando uma queimadura que deixou uma cicatriz que carrego até hoje na barriga =X

  27. Fabricio says:

    então, alguém já pulou de uma árvore alta de guarda chuva ?

  28. Bianca says:

    Essa história eu não lembro, meus pais que contam. Minha mãe tinha feito sopa e usado um daqueles mixers pra picar os ingredientes, e deixado a panela de sopa em cima da pia, com o mixer dentro, esfriando. Eu, no auge da curiosidade com meus 4 anos, fui lá, estiquei o bracinho e apertei o botão do mixer. Resultado: sopa escaldante voou em cima do meu braço, tive queimaduras sérias e precisei até de enxerto de pele. Hoje em dia só tenho uma cicatriz quase invisível, pelo menos :)

  29. Daniel says:

    Colocar clipe de metal na tomada vale? hahahaha

  30. Leonerd says:

    Todo dia quando eu acordo, passo uns minutos tentando mover coisas com a força da mente. Tenho 16 anos, harharhar.

  31. Diego says:

    Minha maior imbecilidade?

    Bom, vejamos, era verão, Foz do Iguaçu-PR, Brasil. Morava em um casarão de frente para uma avenida, que por sinal, como toda desgraça para pobre é bobagem, era de terra batida. Até que um dia, o Prefeito da cidade lembrou que existia civilização e seres humanos naquele longínquo lugar que outrora morei. Pois bem, eles começaram a “capear” a Avenida com nada mais, nada menos que PARALELEPIPEDOS. Eles foram empilhando a parada conforme iam chegando mais carregamentos, já viram um paralalelepipedo inteiro? É uma BIGORNA COM UMA PUTA PONTA NO FUNDO, ou seja, LETAL.

    Eu e meu irmão, em um dia normal, resolvemos escalar aquela pilha, uma atividade normal e sem riscos para qualquer criança, vulgo, débil mental. Quando cheguei no topo, eu pensei, “Porra, poderia deslizar nisso aqui” Pois elas brilhavam de uma forma que encantaram a minha mente e eu achava que não poderia acontecer nada. Eu tinha alguns gravetos no bolso e coloquei entre os dedos e me “transformei” no Wolwerine… e? DESLIZEI DE BARRIGA NAQUELA PILHA DE PARALELEPIPEDO…. VÉI, NA BOA, VÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉI. RASGUEI MINHA BARRIGA, R-A-S-G-U-E-I. Corremos pra casa e para piorar, como tenho uma mãe totalmente prestativa e amorosa com suas crias, ENXARCOU MEU TÓRAX COM MERTHIOLATE.

    NÃO QUEIRAM IMAGINAR A DOR.

    Se isto não for a maior imbecilidade, eu não sei o que é. A propósito, minhas cicatrizes nem aparecem mais, devidos aos quilos a mais.

  32. Murdock says:

    Não, nunca fiz nada tão estúpido, foi mal.

  33. Tibo says:

    Estava brincando de esconde esconde na rua, e me escondi em cima de uma árvore, na hora de descer,pra ser mais rápido na hora de bater o pique, eu pulei lá de cima(uns 2 metros de altura só , não foi a altura que me fodeu) e bati com o joelho no tronco ABRRINDO UM PUTA ROMBO NA PERNA, dava até para ver o osso.

    A parte interessante da história é q eu corri normalmente uns 30 metros para bater o pique, só senti do na hora que um amigo apontou para a minha perna e falou:”mermão, olha o rombo!”, quando eu vi eu me joguei no chão e comecei a gritar.

  34. Luis Cesar says:

    Deveria ter uns 11 anos. A molecada na rua já começava a abandonar os Comandos em Ação e a bola em busca de “emoções fortes”. Quando não estávamos passeando pelos telhados do quarteirão, estávamos sempre tentando fazer uma merda. Eis que caí na pilha de mandar uma pedrada na vidraça da amiga, logo de quem, da minha mãe. Foi em cheio, estilhaçou tudo. Mas depois, claro, no meio de qualquer turma sempre tem viadinho que fala mais do deveria. Foi lá me dedurar pra mulher. Cara, cheguei em casa encontrei as duas me encarando feio. Que descascada. Levei um bom tempo passando pela mulher e me arrependendo profundamente da cagada que fiz. Pqp.

  35. Felipe says:

    Certa vez quando eu tinha uns 9 ou 10 anos, eu e um amigo estávamos brincando de ninjas na casa da minha bisavó e achamos cabos de vassoura que serviam perfeitamente para a nossa luta final.
    Foi violento. Imaginem dois meninos demoníacos tentando um matar o outro com aquela arma letal.
    Minha vó logo descobriu isso, mas aí já estávamos muito fodidos. Guardo cicatrizes desse dia.

    P.S.: Outra grande imbecilidade que fiz, mas essa quando já tinha uns 14 anos, foi aceitar o desafio de “grampearem” a minha mão.

  36. Paulo_Tomaz says:

    Eu assistia a novela O CLONE e queria clonar algo mas como não conseguia eu fiz uma Máquina (Falsa) colocando várias formigas dentro e levava uma pro suposto teste… Levei a escola pra me exibir e coloquei uma formiga dentro e quando abri saiu 2 ai todos acharam que eu tinha clonado mesmo mas meu amigo mais inteligente sabia que era mentira e quebrou ela na nossa frente :'(

  37. João Alexandre says:

    Acho que eu tinha uns 10 anos e estava brincando de colocar fogo nas coisas. Estava na casa da minha avó, uma bela casa de madeira e estava queimando insetos quando tive a maravilhosa ideia de colocar fogo em formigas que eu tinha colocado numa garrafa vazia de refrigerante de plástico que estava próxima de um grande saco de garrafas vazias que minha avó juntava na época que estava encostada numa parede de madeira. Eu matei as formigas queimadas e depois fui embora sem atentar as pequenas línguas de fogo que estava perigosamente próximas do saco de garrafas. Minutos depois metade do saco estava em chamas, uma fumaça do caralho e conseguimos apagar a tempo antes que chegasse na casa. Acho que nunca apanhei tanto na minha vida, levei uma surra de todas as formas possíveis e imagináveis. Essa imbecilidade construiu meu caráter pelo menos -- a surra também.

  38. Raissa says:

    Sabe quando você é pequeno e quer fazer uma piscina no chuveiro? Pois é… Tentei fazer isso na casa inteira. Quando percebi que não estava enchendo o suficiente para nadar, peguei meias e vassoura e fiquei brincando de esquiar.

    Nem precisa dizer que quando minha mãe acordou ela faltou me matar.

  39. Vinicius says:

    Como eu ri disso!!

  40. Diego says:

    Não sei se vale, mas quando criança eu coloquei um caroço de feijão dentro do ouvido. Foi chato, fiquei desesperado, fui levado para um hospital onde o grão foi retirado.

  41. Digamos que certa vez eu inventei que queria derreter plástico. Aí, utilizando de toda minha inteligência, deixei que o plástico derretido caísse no meu pé. De tanta dor que eu senti, decidi arrancar o plástico do meu pé. O que isso causou? O couro do meu pé voou junto com o plástico e até hoje carrego a cicatriz. rs

    • Anderson says:

      eu e o meu irmão derretíamos plástico em tampinhas de fermento pra fazer futebol de botão… o detalhe é que fazíamos isso no fogão da mãe… quando ela descobriu, após a surra, fomos obrigados a nos adaptar, fazendo fogueiras no lado de casa… e aconteceu exatamente isso que aconteceu contigo com um amigo meu… rsrsrsrs

    • Marcelo says:

      Cara, aconteceu o mesmo comigo. Eu morava em um sítio, e o caseiro estava queimando um matagal. Eu, no auge dos meus 8 anos de idade, sem mais o que fazer, peguei um pedaço de ferro, amarrei várias sacolas plásticas na ponta, e botei fogo. Virou uma espécie de tocha, que ficava gotejanto plástico queimado, fazendo um barulhinho legal cada vez que uma gota caía.
      Me destraí com alguma coisa e eis que a massa de plástico em chamas se desprende toda do ferro e cai em cheio no meio do meu pé descalço… Resultado: saí correndo gritando e enlouquecido de dor, e enfiei o pé dentro da piscina. Não deu outra, o plástico solidificou na hora e grudou no meu pé. Ficou grudado no peito do pé, e infiltrado entre os dedos. Não sei o que doeu mais, se foi quando o plástico caiu, ou se foi quando foi retirado, levando junto a pele e unhas… Tenho uma cicatriz sinistra nos dedos hoje…

  42. Bruno Wingerter says:

    Ja pulei do teto da casa da minha avó com um
    guarda-chuva hsuahsuha

  43. Lucas lourenzo says:

    Quando eu era pequeno, minha mãe, hipocondríaca como ela só, constumava medicar a mim e meu irmão com um pequeno remédio rosa, que até hoje não sei para que serve. Problema é: o remédio era gostoso, lembrava até um doce de tutti-frutti.
    Como eu não tinha a menor noção, e ela se distraiu um pouco e guardou o remédio em um lugar acessível, eu comi nada menos que TRÊS cartelas dele. O resultado foi um fígado gigante -- me diverti muito no ultrassom, com meu pai fazendo analogias a um ovo de avestruz -- que não sei se é muito eficiente, pois mesmo sendo magro, por muitos anos tive triglicerídeos altos.
    Agora eu concordo com o Azaghal quando ele diz que Merthiolate tem que arder, e completo dizendo que remédio tem que ser azedo; só assim para crianças imbecis como eu não se fartarem.

  44. Quando eu era pequeno as geladeiras usavam aquele maldito motor de gáz pra gelar as coisas.
    Na época eu tinha uma bicicletinha aro 16, e precisava encher o peneu.
    Então, um amigo meu disse que eu poderia tentar conectar o pino do motor ainda ligado na energia a váuvula da bicicleta, pra usar o motor como um compressor.
    Um tanto quanto obviamente o peneu explodiu, e eu tomei uma borrachada violenta no nariz.
    Até hoje tenho um calombo gigante no nariz, um leve desvio, e alguns amigos me chamam de homem da montanha, referindo-se ao meu calombo no nariz.

  45. Henrique says:

    Eu e meu amigo estávamos sozinhos em casa, e surgiu a vontade de fazer merda. Na época, morava no décimo terceiro andar. Saímos na sacada e começamos a jogar gelo no prédio ao lado, tentando acertar as janelas abertas. Aos poucos acabamos jogando todos os meus brinquedos quebrados, fosse no prédio ou na piscina. Aí veio a merda de verdade: vimos o zelador lá embaixo e falei pro meu amigo “porra, vamos acertá-lo com um hot wheels!”. Por sorte eu errei, mas o cara contou pros meus pais, que ganharam uma bela multa, e eu ganhei uma bela surra e o maior castigo que já tive na vida, afinal de contas, quase matei alguém.

  46. Pedro Augusto says:

    Já levei ovo pra quebrar na cabeça da professora no dia do aniversário dela. Aquela porra quebrou na mochila e ferrou com a sala e o meu material! HAUHUAHAAHUHAU

  47. Knux says:

    Encharquei uma bola de tênis com álcool, botei fogo e comecei a chutar pra lá e pra cá, até acertar a garrafa de álcool aberta e criar um lago de fogo na rua. Ninguém se feriu.

  48. Luis Felipe says:

    Sempre gostei de super-heróis, principalmente do Batman e do Homem-Aranha. Eu havia assistido o primeiro filme do Homem-Aranha havia poucos dias, quando decidi ser o Homem-Aranha.
    No quintal de minha vó, havia um varal que cruzava o quintal de um lado até o outro. Eu subi no tanque de lavar roupas da minha avó, pendurei no varal e fui.
    Fui indo, indo, indo… Quando chegou na metade, eu ouço um “clack” e depois outro e então o varal cai.
    Por causa de meu peso, acabei estourando as duas pontas onde o varal estava preso. Caí de bunda no chão, mas não quebrei nada.

  49. Bruno Huppes says:

    Sabe aquele incômodo desgraçado que todo mundo tem quando faz cocô em alguma privada que não é a de casa ou do trabalho?
    Pensa isso numa criança de 7 anos.
    Nunca imaginei que poderia apanhar por se cagar na escola…

  50. David says:

    Cara, me lembrei de várias…

    1 -- Eu estava passando o dia na casa de um amigo meu, era um domingo e faltava pouquíssimas horas para o almoço. Eu estava com uma fome do cão e, na casa desse meu amigo, a mãe dele costumava colocar os pacotes de biscoito dentro de uma cesta de plástico em cima do mármore da pia para ficar bem acessível às crianças.

    Neste dia, em particular, a cesta de plástico estava vazia. Eu resolvi fuçar em outros cantos obscuros da cozinha do meu amigo atrás de comida. A cozinha do meu amigo tinha um grande armário que ia do chão até o teto. Na parte central, ficavam um conjunto de louças portuguesas que eram o xodó da mãe dele. Em busca de algo para saciar minha fome, resolvo pegar um banquinho e usá-lo para subir e vasculhar a parte superior do armário. Obviamente, resolvi me apoiar nas prateleiras das louças portuguesas e só me lembro de ver os pratos caindos um por um no chão da cozinha que nem o desenho do Tom & Jerry, onde o ratinho empurra os pratos em fila indiana de uma prateleira alta para acertar o gato e eles vão caindo um a um.

    O pai do meu amigo chega na cozinha e se depara com todos os pratos quebrados no chão e eu, em pé, em cima de um banquinho no meio da cozinha cercado de cacos de louça portuguesa para todos os lados.

    2 -- Tinha ido com minha mãe visitar uma tia minha que morava num prédio que ficava em frente à praia. Era um dia de verão, época de férias escolares e a praia estava lotada de gente. Quando íamos embora, pouco antes de entrar no carro da minha mãe, eu tropecei numa pedra. Ela devia ter uns 12 centímetros de comprimento e uns 10 de altura. Eu fiquei puto na hora, peguei a pedra e joguei pra bem longe.

    Minutos depois, chega um sujeito só de sunga com o braço todo ensanguentado querendo saber quem foi que tinha tacado a pedra. Minha mãe conseguiu desenrolar com o sujeito e se limitou a olhar para mim e dizer que quando eu chegasse em casa eu iria ter uma conversa séria com meu pai.

    Engraçado que em nenhuma das duas situações, eu cheguei a levar surra dos meus pais. Mas, só o terror psicológico que era ter que encarar uma conversa séria com meu pai (que nem chegava a ser tão repreensivo, era mais uma conversa de orientação mesmo) ajudaram a formar o caráter.

    Em compensação, cheguei a levar surra deles por coisas bem menos graves que essas. Vá entender…

  51. Luís says:

    Vi na TV uma vez que o petróleo vinha de descomposição de organismos e que se acumulavam embaixo da terra. Eis eu que tive a idéia (com acento mesmo) de fabricar meu próprio petróleo. Enterro uma sacola plástica no quintal e de 10 em 10 min ia ver como que estava. Para enterrar a sacola eu convidei o meu irmão de 4 anos.

  52. Gustavo C. says:

    Quando eu tinha uns 3 ou 4 anos, meu pai estava sentado no sofá com as pernas esticadas, só os pés apoiados num banquinho, então a maior parte das pernas dele estava suspensa sem apoio embaixo. Eu inventei de subir no sofá e dar um pulão em cima das pernas dele -- mas ele teve um bom reflexo e tirou as pernas rápido, senão com o peso do meu corpo a tendência era fazer os joelhos dele dobrarem ao contrário.. e como ele não conseguiu me segurar, eu caí foi no chão de mau jeito e eu que saí de perna engessada.

    Mas teve outra coisa mais idiota: na primeira fase da pré-escola, recreio, parquinho, naqueles brinquedos trepa-trepa. A brincadeira era que devíamos expulsar os “inimigos” dali, tentar fazer o outro cair, dar golpes, etc.. eis que eu me penduro pelas mãos e num movimento de pêndulo dou com o bico dos pés bem na cabeça de um menino, que começou a chorar horrivelmente. Eu assustadíssimo tbm comecei a chorar, de medo de ter machucado sério ele, e medo da punição. A parte idiota vem agora: a professora me perguntou exatamente assim: “vc fez isso sem querer ou por querer?” Eu, criancinha, sabia o que era “sem querer”, mas não sabia o que significava “por querer”, eu não reconhecia essas duas palavras por+querer juntas, e respondi: “por querer”. Que bosta. Eu respondi a alternativa que eu NÃO SABIA o que significava. Por que? Não sei. Não lembro de mais nada, acho que minha mente bloqueou as consequências disso.

  53. mp says:

    ja brinquei de lutinha na escola na 2 serie e arranquei um dente do moleque,dps recebendo um belo de um soco no estomago.ja briguei tb na escola por causa de um real,e dps de tomar suspensao,minha mae riu,de tao surreal que foi a situaçao

  54. Matheus says:

    subi na casinha do cachorro e o telhado quebrou, só que na casinha do cachorro tava cheio de coisas, tipo, um ventilador quebrado, uns arames e tals. Só cortei minha cabeça

  55. Matheus says:

    Carrego comigo duas cicatrizes, uma abaixo do labio inferior e outra um pouco acima da sobrancelha direita. A do labio eu ganhei em um belo dia no sitio que morei quando criança, então quando estava brincando com mais duas crianças que lá moravam,ao vermos um galho de um pé de flamboiã em frente a um barranco decidimos que seria interessante brincar de Tarzan, e como um boneco de testes, decidi por ir primeiro. Tudo que sei é que no terceiro balanço, o galho arrebentou me jogando de cara nas pedras abaixo e fazendo um buraco abaixo do labio e na gengiva. Só lembro que foi muito sangue.

    E na testa, eu inventei de brincar em cima de um caminhão um dia, e novamente colocando minhas habilidades de salto a prova, decidi pular de cima dele sem o devido apoio das mãos. Aconteceu então o inevitavel. Bati o pé na lateral dele e dei com a testa no chão, não lembrando de mais nada depois disso.

  56. Victor Dotnet says:

    Quando eu tinha uns 6 anos eu brinquei de guerra de chinelo com o pessoal do meu condomínio. Como se não bastasse a merda que essa brincadeira é. Eu tava fugindo da galera quando meu irmão tacou um chinelo e bem na passada eu pisei nele, assim, caindo de testa na quina da porta para a entrada do hall do prédio. Levei alguns (vários) pontos na testa.

  57. laura says:

    Eu estava na terceira série e tava na segunda noite do soninho de um colégio que eu estudava (a outra foi na segunda série) e eu tinha um amigo meu (hoje meu namorado) que adorava assustar as outras pessoas, e do outro lado do muro do colégio tinha outro colégio, mas abandonado, e onde eu estudava tinha um jardim imenso, então eu e ele tivemos a brilhante ideia de levar as outras crianças pro outro lado e assustar. Ai fomos, conseguimos escapar dos monitores, e bora umas 20 pessoas pularem o muro, como tinha um pé de laranjeira foi fácil, mesmo pra mim que sempre fui muito baixinha, dai nós fomos lá, assustamos todo mundo, que voltaram correndo e conseguiram pular o muro, dai sobrou só eu e meu amigo, que adivinha ? obviamente ficamos presos ali, um mais inutil que o outro, acho que fiquei uma hora naquele colégio abandonado, dai fui ser a espertona e pular em um muro que era mais baixo, fui toda empolgada, pisei num tijolo e pulei, do outro lado tinha uma bananeira, que eu cai em cima, embolei tudo e me sujei inteira, e ainda era uma casa e não meu colégio, levei uma bela de uma bronca depois e minha mãe me bateu muito por “fugir” da escola, mas pelo menos todos meus coleguinhas ficaram com medo o resto do ano do outro colégio

  58. Mateus Antonio Bittencourt says:

    Acho que como todos aqui… Eu era muito fã de Dragon Ball quando criança. E uma das tecnicas que o Mestre kame usou para treinar o Goku era dar um casco de tartaruga que pesava mais que o moleque para ele, e fazer ele ficar correndo e pulando por ai.

    Eu nos meus 8 anos de idade pensei… “ídeia genial, vou fazer isso e ficar super forte igual ao Goku”. Como não tinha nenhum casco de tartaruga por perto, e ir no zoologico matar uma estava fora de cogitação fiz a segunda melhor opção… Peguei uma mochila de lona do meu tio, enxi de pedras e pedregulhos, coloquei nas costas a mochila que devia estar pessando mais que 10 kilos, sendo que na época eu devia estar quase chegando aos 30, e sai correndo pela rua, e pulando.

    Fiz essa rotina por alguns dias… Até que eu comecei a reclamar de dor pra minha mãe e ela descobrir o que eu estava fazendo, e obviamente me proibir.

    Também não sei se tem relação com isso… Mas uns 6 anos mais tarde eu fui diagnosticado com desvio de coluna e tive que fazer muita fisioterapia. Até hoje meu ombro direito é visivelmente mais alto que o esquerdo.

  59. Uma vez com 10 anos eu vi um “pé de Manga” no quintal do vizinho de minha tia. O muro ia até boa altura e depois tinha uma grade com lanças. Resolvi subir. Ainda estava longe da tão preciosa fruta. Pensei: Por que não pular (para longe do muro), pegar a Manga e cair com ela em mãos? Foi o que fiz, mas quando aterrissei no chão senti um líquido quente no lado esquerdo do meu rosto.
    Resultado: 4 Pontos internos na bochecha e 1 mês comendo Manga por força dos meus pais.
    Até hoje não sei o que houve, pois pulei pro lado contrário da lança do portão.

  60. Nelsom says:

    Eu com 4 anos bebi detergente de maçã pensando que era suco, estava em um copo na pia.

  61. Gustavo says:

    Uma certa tarde cheia de tédio(pq o demônio trabalha nessas horas) eu e meu amigo resolvemos colocar minha irmã em uma rede e, mandando ela segurar bem, começamos a balançar forte até começar a girar incontrolavelmente. Mina mãe, que estava na vizinha, ouviu os gritos de desespero/alegria, correu pra casa e a gente se assustou quando ela chegou e largamos imediatamente a rede, que fez minha irma ser arremessada a 666 km/h em uma parede de chapisco. Não sei como ela não quebrou nd mas levei uma surra violenta…

  62. Ancelio says:

    Cara, já fiz uma mó clássica: subi no telhado e tentei voar!
    Maluco, eu peguei duas folhas grandes de bananeira, coqueiro, sei lá que porra era aquilo e segurei uma em cada mão, subi no telhado de casa e me joguei batendo asas pensando ser o novo Ícaro. Nem preciso dizer o quão frustrante foi isso, né?! :(

  63. Gustavo says:

    Cara, estava cagando, sem querer derrubei aquelas pastilhas de sanitario, com medo da minha mãe tentei tirá-la. Resultado, mão toda azul e um monte de merda.

  64. Elis says:

    E eu que jurava que era foda ter colocado massinha de modelar nos ouvidos quando tava no maternal,ter engolido uma moeda que ficou presa na minha garganta quando tinha 4 anos e enfiar um parafuso no nariz aos 6

  65. IBG says:

    Caraca! Izzy “Kid” Nobre: Origins

  66. Ah, amadores…

    Vamos la, é pra falar de imbecilidade incrivel? Minha especialidade! Vamos começar desde cedo:

    -- La pros 4 ou 5 anos…eu sempre adorei visitar ferro-velho. Desde pirralho. Achei uma daquelas antenas antigas, com seletorzinho no meio…Levei pra casa, amarrei uns fios embaixo, parafusei uma tomada (é, eu tinha acesso as ferramentas do meu pai e ja acendia led em pilha, como voces imaginam eu trabalho com eletronica) e pá, liguei na tomada. Nada aconteceu. Ai eu virei a chave, a luz da casa apagou…2 segundos e eu escuto meu pai urrar la do banheiro, e um barulho forte, tipo alguem caindo. Eu tive a “felicidade” de queimar o fusivel do “neutro” (na epoca nao tinha disjuntor, eu tenho 39 agora, tá?) e com isso, quando meu pai foi fechar o chuveiro, fechou o circuito da agua pro “neutro”, e jogou ele longe. Preciso contar da surra, castigo, esporro, etc?

    -- A proposito, no mesmo ferro velho, eu gostava tanto de la que ia correndo com meus amigos la por dentro. Um dia passei correndo por um vaso sanitario quebrado e senti um liquido escorrendo pela perna…Eca, 7 pontos no joelho e um banho de sangue! :oP

    -- Sair do onibus pela porta da frente (na epoca era assim) e correr pra atravessar a rua sem olhar, atropelando uma kombi e dobrando a frente dela em V no meio é considerado imbecilidade relativa a essa lista?

    -- La pros meus 10 ou 11 anos, eu fui diagnosticado como “superdotado” na escola, e me mandaram pra uma escola “especializada em superdotados”, em bonsucesso. Longe pra caraio, tinha que pegar dois onibus, cheguei la…Tinha que brincar com caixinhas de ovo. Nao tinha computadores (sim, eu ja tinha computador) nem muito menos pecinhas de eletronica. E “nao tinha jeito” de nao frequentar as aulas la. Eu tinha que fazer uma merda muito grande pra ser expulso. Vi que era quase hora da merenda, as cozinheiras estavam fazendo o grude (nao, macarrao com salsicha pra mim nao é alimentacao), ai eu fechei os registros de gas da escola. Fui (ufa) expulso.

    -- Eu gostava de sacanear o dono da escola, ja tinha colocado batata no cano de descarga do carro dele algumas vezes, e moido a turbina do carro dele com agua (ah, superaqueceu? Joga um balde d’agua! Creeeeeeeeeeeeeeeeeek!). Mas na inauguração da piscina do colegio, eu comprei alguns (muitos) pacotes de k-suco de morango, enchi uma lata de tinta de 1/4 de galao, despejei na piscina do colegio e..Tcharan, piscina de sangue! :oD

    -- Eu nao queria ter prova. Nao estava preparado para a prova. E queria aprontar alguma. Fiz um circuitinho que fazia tic…tic…tic…igual relogio, coloquei dentro de uma caixa de sapatos com um tijolo dentro, coloquei no canto da sala de aula e quando chegaram os alunos, eu perguntei a professora…”o que é aquela caixa fazendo tic tac la no fundo?”. Imediatamente esvaziaram a escola, chamaram a policia e descobriram que era tudo uma brincadeira. Uma semana a mais pra estudar :o)

    -- Alem de nerd e especialista em eletronica, na minha aborrescencia eu tambem tinha um bom dinheiro, porque trabalhei desde os 12 anos com eletronica e, depois, consertando computadores. Quando descobri a coisa incrivel chamada “motel”, imediatamente inventei uma sacanagem. Comprei uma camera daquelas miudinhas (era novidade na epoca, aquelas de segurança) e um video-link na faixa de UHF. Fui pro motel com a namorada e, apos o treinamento reprodutivo, tirei uma gradinha de madeira que ficava decorando o lugar e coloquei a piromba (o circuito, nao a minha piromba) por tras. Liguei nos fios da iluminação e…A vizinhanca tinha pornozao ao vivo de graça todos os dias. Era muito divertido ficar do lado de fora do motel vendo os amigos trepando, principalmente porque eu sempre recomendava a eles o quarto 28…Porque o 28 era mais bonito, mais confortavel, o ar funcionava melhor… :oD

    Ta bom de imbecilidade? Porque eu sou tao imbecil que posso ficar aqui escrevendo imbecilidades infantis a noite toda :o)

    • Mateus Antonio Bittencourt says:

      Cara… Você ta a uma ligação pra policia de ser preso. Huahuahuhaua
      Espero que você tenha tomado jeito. De forjar uma bomba à gravar e transmitir pessoas no motel, possivelmente menores. Kra, você é praticamente um super-vilão.
      Hauhuahuahua
      Kra, se oq você escreveu foi verdade, eu te parabenizo.

      • O pior é que foi. E tem historias MUITO piores. Forjar bomba NA EPOCA nao era crime, e gravar menores no motel? Ora, motel é proibido pra menores :) Entao eu nao cometi crime nenhum :) Pior foi gravar o dono de um certo colegio praticando ato reprodutivo com uma aluna e exibir a fita na sala de video da escola no lugar daquele filme dos macaquinhos conquistando o planeta terra…Mas ai é ooooutraaaaa historia que eu prefiro nao contar =)

  67. Tama says:

    Certo dia, decidi q ia dirigir A CASA e enfiei a chave do carro na tomada. Quase morro. Em minha defesa, eu tinha apenas 3-4 anos. =P

  68. Hoo says:

    Caraca li a historia morrendo de rir. Que pena que tenho Alzheimer e não lembro de nenhuma boa historia de imbecilidade.

  69. João L. says:

    Caralho Izzy como fazemos merda quando crianças!
    E o potencial da merda crescia muito se houvesse crianças mais velhas por perto para as quais íamos querer provar nossa coragem e valor, sempre da forma mais idiota possível.

    Existiu até meados dos anos 90, um teleférico que passava por várias cidades próximas a Belo Horizonte e que se estendia por uns 200 km em direção a uma mina de onde vinha calcário para uma fabrica de cimento. Esses teleféricos corriam em postes de uns 15 metros de altura, e um destes postes tinha escadinhas até o topo… Incentivados pela galerinha mais velha, tivemos, eu e mais um amigo da rua, a idéia imbecil de subir num destes postes e viajar na caçamba pra ver onde elas iam parar, e foi o que fizemos. Só conseguimos descer dela uns 15 km depois num lugar totalmente ermo. Acho que a idéia inicial era pegar alguma caçamba que ia na direção oposta para voltarmos quando chegassemos no ponto final, mas não passou nenhuma. Gastamos um dia inteiro para voltar os 15 km andando embaixo das torres. E lembro de ficar duas semanas choramingando porque fiquei queimado de sol e quase desidratado.

    Tive que aguentar um ÉPICO puxão de orelha que levei do meu pai, que disse que as caçambas quando chegavam no final da linha iam direto para os fornos da fábrica…
    Não era verdade pois a fábrica estava desativada, apesar de raras caçambas continuarem passando de um lado pro outro.

    Abraço

  70. Quando eu tinha uns 5 ou 6 anos, eu julguei que o que fazia os super heróis voarem era a capa que eles usavam.
    Nesse dia coloquei a minha toalha presa na camisa, corri em direção a uma escadaria gritando “Eu sou o Batman!!!” e me joguei de tal escadaria, mas pela lateral dela. Caí de uma altura de uns 2,5 metros, de barriga. Por um milagre eu não quebrei nenhum osso! hahahahaha

    Me perdoem: nessa idade eu não sabia ainda que o Batman planava e não voava. hahahahaha

  71. ovoacido says:

    Eu tinha uns 4 / 5 anos na época, eu realmente curtia Spider Man, eu pegava aquelas fitas cassetes ( VHS ), quebrava elas e tirava aquele rolo de fita que ficava dentro. eu ia no meu jardim e começava a passar e enrolar no meio de todas as arvores.
    eu era feliz, até minha mãe chegar e me estuprar. ;-;