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Episódio 36: Ratos e Rádios!

Postado em 30 March 2017 Escrito por Izzy Nobre 8 Comentários

(A partir de hoje, o MPB sairá religiosamente no domingo pros Padrinhos, e no site/feed/SoundClound quando der tempo. Se você tá achando ruim ouvir só na quinta-feira, dá uns trocado panóis?)

Nesta semana, Izzy Nobre e Evandro de Freitando conversam sobre ratos maconheiros, briga de irmãos por causa de miojo que resultou em facada, ouvinte da rádia que se chateou porque não tocaram sua música, e bandidos que roubaram um cofre e se deram muito mal no processo. Foi uma boa semana!

►Notícias comentadas

Maconha some da delegacia e polícia diz que “foi rato” (Enviada por @marcusvbp, que vai tentar passar esse dibre nos homi se acharem erva em seu carro de novo)

Irmãos brigam por causa de nissin miojo e sai facada (Enviada por @Ramon_qs, que já deu um soco num primo por metade de um saco de 7 Belo)

Ouvinte da rádio invade-a armado com uma faca pra tirar satisfação por pedido de música ignorado (Enviada por @ElCaputo, que falou que se não tocarmos a música dos power rangers no próximo MPB vai bater na porta da casa do Evandro com um pedaço de pau)

Bandidos levam cofre mas o que tinha dentro vai te surpreender (Enviada por @alemoa_su (bem gatinha diga-se de passagi))

►Vídeos comentados

A gafe do jornal:

►Curtiu o podcast? 

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Categorias: podcast

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 32 anos, também sou conhecido como "Kid", e moro no Canadá há 13 anos. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas, e sobre notícias bizarras n'O MELHOR PODCAST DO BRASIL. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

8 Comentários \o/

  1. Emanuel Schott says:

    AS: Senta que lá vem história.

    Sobre o que comentaram no inicio do podcast:

    A terceirização não permite trabalhar como PJ (não é o caso do Evandro, já explico). Ela apenas permite que uma empresa contrate serviços temporários de outra empresa que possui funcionários registrados na CLT. Por exemplo, digamos que uma empresa de construção civil A precise de pedreiros que assentem um tipo especial de cerâmica em uma casa, porém esse assentamento é algo bem raro, não valendo a pena contratar uma equipe de pedreiros fixos. Então, ela vai e contrata uma empresa B que fornece o serviço.

    Até agora a terceirização era liberada, mas de forma restrita. Somente atividades meio (que servem de apoio a atividade principal) como faxina, segurança, etc eram liberadas. O problema é que não era muito claro o que era atividade fim e o que era atividade meio. A decisão ficava na canetada de algum juiz. Um juiz poderia considerar que assentamento de cerâmica, mesmo que de um tipo que a empresa A citada não está acostumada a fazer era atividade meio, outro considerar que é atividade fim. Ficava uma bagunça! Agora todas as atividades das empresas podem ser terceirizadas. Isso não significa que tudo vai ser terceirizado, nem tudo vale a pena terceirizar.

    Mas voltando no caso do Evandro. Ele trabalha como freelancer, presta serviços pra uma empresa aqui, outra ali, outra lá e não tem vínculo com nenhuma empresa. Isso é permitido por lei. O “PJ” que a galera faz é outra coisa. Como citado por ele, além do salário, há um bando de penduricalho na lei que obriga a empresa ter que pagar ao governo e ao trabalhador pelo menos metade do salário que paga diretamente ao empregado. Toda empresa que tenha funcionários com vínculo empregatício (trabalho não temporário e subordinado) é obrigada a registrar por CLT e pagar todas os encargos relativos a isso. Como a maioria esmagadora das empresas são pequenas (faturam até 3,6 milhões por ano, FATURAM, não lucram, são coisas diferentes), elas não conseguem pagar tanta coisa. Então elas propõem ao empregado abrir uma empresa (MEI, Simples, etc) e emitir nota fiscal de seus serviços. A empresa não precisa, assim, pagar todos aqueles encargos relacionados a CLT. Em troca ela oferece um salário maior ao empregado que dá pra pagar os impostos referentes a sua empresa e ainda sobra. Mas mesmo assim ele continua tendo vínculos com aquela empresa, não pode prestar serviços a outras ou parar de prestar serviço a aquela quando o mesmo estiver concluído. Porém, como disse lá em cima, isso não foi legalizado pela nova lei de terceirização. Todo empregado terceirizado precisa ser registrado pela CLT e as duas empresas são obrigadas a arcar pelos custos trabalhistas.

    Não sei exatamente como é no Canadá, só sei que a lei trabalhista é muito mais flexível que no Brasil. Acordos entre empresa e empregado valem mais que aqui.

    Só pra ter uma ideia, olha o quanto uma empresa pequena precisa pagar pra registrar um funcionário com salário de R$1000 (empresas grandes precisam pagar ainda mais).

    Salário: R$1000
    FGTS (8%): R$80
    Multa de 50% sobre o saldo do FGTS para demitir (40% para o empregado e 10% para o governo): R$40
    Um terço de férias anualmente (1/3 dividido por 12 meses): R$28
    INSS (aposentadoria) (12%): R$120
    Décimo Terceiro + FGTS + INSS sobre esse valor (dividido por 12): R$85

    TOTAL pago pela empresa: R$1.436,33

    Mas o funcionário não recebe os R$1000 (mais décimo) limpinhos. Ainda tem que pagar 8% desse valor para o INSS e mais a contribuição sindical de um dia de trabalho (aqui é obrigatório pagar sindicato, mesmo que não seja filiado). Então dos R$1000, ele paga R$80 do INSS e mais R$3 do sindicato.

    No final o empregado recebe R$917 + R$28 das férias + R$80 do décimo, totalizando R$1.025. A empresa paga R$1.436,33 e o empregado recebe apenas R$1.025.

    É ou não é sacanagem?? Ai, para uma empresa pequena que não tem condições de arcar com isso tudo, sobra arriscar PJ, contratar informalmente ou não contratar.

  2. Eduardo says:

    Please, posta a parte 2 do texto do anarco-capitalismo!

    vlw!

  3. Fernando Salgado says:

    Bem que o podcast podia sair em outro dia, quinta feira sai MUITO podcast (anticast, revolushow, o MRG costumava sair na quinta), libera na terça ou quarta mano.

  4. Adson Cardoso says:

    Se vocês conseguem lançar o podcast no domingo pros padrinhos, por que não conseguem fazer o mesmo para todo mundo? Pois se vocês vão disponibilizar logo para eles, então o produto final já estaria pronto, né não? Ou estou errado.
    Essa é uma dúvida sincera. Não estou reclamando, só curioso mesmo. Afinal, os caras estão “sustentando” vocês e, não que quem não pague não mereça, mas eles merecem uma recompensa a mais e tals ^-^

  5. Heitor Lopes says:

    Prevejo um padrinho vindo de Realengo que manda várias mensagens por semana caçando o Evandro pra comentarem uma notícia dele…

  6. Julia Hoje says:

    Concordo com o Fernando, o podcast em outro dia podia ser melhor. Mas não vou deixar de ouvir, abraços!