Como se fala wood chipper em português? Não era o tipo de palavra que eu costumava usar com frequência mesmo quando morava no Brasil, e após cinco anos falando português apenas quando quero berrar contra meu irmão por não ter dado a descarga, é natural que palavras mais inúteis vão aos poucos fugindo do meu domínio.
Então. Wood chipper é isso aqui:

O troço é essencialmente uma máquina trituradora usada pra se livrar da madeira indesejada resultante da derrubada de árvores que o Capitão Planeta nos alertou tanto a respeito. Como o funcionamento do aparelho não consegue distinguir madeira de outros materiais, a máquina é na verdade bastante versátil e serve pra se livrar de várias outras coisas indesejadas, ou que você prefira ter em pedacinhos.
Até a chegada do futuro conforme predito por Star Trek, isso é o mais próximo de desmaterialização que nossa tecnologia permite. Um objeto que tenha o azar de ser colocado dentro de um wood chipper terá suas partículas violentamente separadas umas das outras por intermédio de uma miríade de lâminas afiadíssimas.
[Update] O Knuttz me falou aqui no MSN que o nome disso é “picadora de madeira”. Ao menos agora sei o nome da parada, mas por motivos de consistência vou continuar usando o termo gringo.[/Update]
Agora, imagine-se enfiando seu braço lentamente num wood chipper, enquanto a saída do equipamento do outro lado expele o confete sanguinolento que costumava ser sua mão, e a onda de dor subitamente toma conta do seu corpo de forma tão poderosa que você vomita, escorrega no vômito e cai dentro da máquina.
Essa é, de forma concisa, o resumo da experiência de assistir Cube Zero.

Cube Zero é um filme canadense de 2004 que é um prequel de Cubo, de 1997. Os leitores de longa data já sabem qual é a minha opinião sobre o primeiro filme e, apesar de eu não ter me dado ao trabalho de resenhado o filme intermediário na trilogia (Cube 2: Hypercube), acho que vocês são espertos o bastante pra dar um palpite sobre minha opinião a respeito dele.
Afinal, como poderia ser melhor que o (ou pelo menos DIFERENTE do) primeiro filme? A premissa é exatamente a mesma, o cenário é idêntico, os atores dividem entre si a mesma quantia de talento (zero). É essencialmente o mesmo filme, porém com mais pitadas de ficção científica por cima.
Eu tinha conhecimento do tal Cube Zero, e sabia até de alguns detalhes de sua premissa – que é um prequel, e que parte da história se passa do lado de fora do Cubo. Isso me deixou levemente interessado, já que boa parte da frustração com o primeiro filme se deu graças a total falta de explicações sobre o negócio. Pondo parte foco do lado de fora do Cubo era promissor, porque quem sabe os roteiristas veriam isso como um bom motivo pra nos dar algum tipo de explicação.
Comigo é o seguinte. Eu não me importo em ver situações absurdas num filme, mas quero ver como é que o roteirista bolou uma forma interessante de justifica-las. Quando alguém coloca acontecimentos inexplicáveis num filme e não me aparece com uma elucidação bem bolada, eu me sinto como se tivesse feito papel de otário pelas últimas duas horas que gastei assistindo o filme.
É muito fácil pra um fã babaca vomitar o discursinho pronto falando que “tem gente só gosta de filme mastigadinho mimimi”. Filme mastigadinho o caralho. Quando assisto um filme eu quero ser contado uma história. Se você me diz “tem um monte de gente num cubo e eles morrem. Pronto”, isso não é uma história.
E se você acha que a única forma que um filme pode evitar ser demasiadamente “mastigadinho” é mostrar pouco em termos de história além de gente sendo decepada, você é um idiota e eu desejo que você seja atropelado amanhã no caminho da faculdade, e arrastado por cinco quilômetros da direção oposta. Assim, não apenas você estará com múltiplas fraturas expostas e um possível traumatismo craniano, você estará também atrasado pra aula de Cálculo Diferencial.
É daí que veio a maior parte da irritação quando escrevi a resenha do primeiro filme – o completo desinteresse do roteirista de bolar uma história interessante pra explicar a premissa do filme. Agora que assisti o terceiro filme e vi que algumas parcas explicações foram dadas pra justificar a existência do Cubo, me sinto ainda MAIS idiota por ter mantido a esperança que havia alguma coisa aproveitável na história do filme, caso tivessem deixado menos mistérios. Ao invés de pensar “hmm, um cubo gigante cheio de armadilhas, quem sabe com uma história criativa o conceito se torne interessante”, eu deveria ter pensado “hmm, um cubo gigante cheio de armadilhas, que idéia retumbantemente implausível e retardada”.
Pra quem nunca assistiu nenhum dos filmes e não tá com saco pra ler a minha primeira resenha, vou me auto-plagiar e colar aqui um pedacinho dela. Pra você ver como os filmes desviam pouquíssimo da premissa original, esse trecho da resenha descreve com precisão os três filmes.
(…)pessoas acordam dentro de uma espécie de prédio composto de diversas salas cúbicas. Os personagens se encontram, trocam informações que você sabe imediatamente que são decisivas pro desfecho da “trama”, e então começam a morrer, porque as salas cúbicas são cheias de armadilhas.
Ou seja, o Cubo está lá, as pessoas estão lá, e umas armadilhas também estão lá. Isso é tudo que você merece saber. Como assim, você quer entender o que é o tal Cubo? Não há o que entender, o Cubo é um cubo e pronto.
É isso. A diferença notável do terceiro filme é que eles nos revelam um pouco sobre o exterior do Cubo (uma salinha de monitoração em que moram dois indivíduos encarregados com a tarefa de observar os prisioneiros. Ao longo do filme você entende que os próprios vigias são, de certa forma, prisioneiros também) e seu propósito.
E aí começam os vários absurdos buracos na trama. Em um determinado momento no filme, os vigias recebem uma ligação de seus superiores, que os informam de alguma coisa que aconteceu dentro do Cubo, e que eles devem lidar com ela. Aí fica a inevitável pergunta – qual o propósito de ter uma estação de monitoração se os organizadores da parada vão monitorar o Cubo por conta própria, e além disso, fazer um trabalho melhor já que eles detectam eventos que passam despercebidos pelos seus contratados?
Os fãs do filme dirão que isso ressalta a idéia de que os tais vigias eram simplesmente outra faceta da experiência do Cubo, e que eles não realmente monitoram a parada, apenas pensam que fazem isso. No entanto, isso seria supor que os autores da história davam a mínima pro que estavam escrevendo, ou que a história segue algum tipo de propósito lógico. Infelizmente, o histórico da série não me permite dar esse voto de confiança ao roteiro.
Como falei antes, a trama dos três filmes é essencialmente a mesma, de forma que uma resenha completa seria um exercício de futilidade. Ao invés disso, vou listar as coisas que mais me incomodaram durante as intermináveis oito horas que o filme aparentemente durou.
1) A personagem principal
Procurei imagens maiores, mas pela compreensivel falta de fansites do filme essa foi a melhorzinha que achei. Ok, minto. Tem essa aqui também:

Segundo os créditos do filme, essa é Stephanie N. Moore, uma atriz canadense cujo único outro papel digno de nota foi Enfermeira #3 em John Q, um drama estrelado pelo Denzel Washington. Entretanto, segundo a minha afiada memória esta pessoa se chama Michael J Fox, que é mais conhecido como o protagonista da série Back To The future.
Passei o filme INTEIRO violentamente incomodado com esse fato. Toda vez que essa mulher aparecia na tela, eu falava “mas puta que o pariu, isso aí é o Michael J Fox com uma peruca loira!”. TODA VEZ. A única pessoa mais irritada com isso foi a minha mulher, que teve que ouvir meus berros de completa indignação o filme inteirinho.
Isso me incomodou de maneira inacreditável, porque a mulé é um personagem pivotal na “trama” do filme, e por isso foi impossível passar mais de três minutos sem vê-la na tela e consequentemente concluir que não há justiça nesse mundo. Afinal de contas, apesar do fato de que alguém se deu ao trabalho de produzir TRÊS filmes sobre o Cubo, nunca haverá um Back To The Future 4 que torne a clássica série dos anos 80 numericamente superior à trilogia do Cubo.
Rambo, Die Hard e Indiana Jones ganharam o quarto episódio e deixaram de participar do grupinho das trilogias, que se tornará permanentemente manchado com a presença de Cube Zero. BTTF não teve a mesma sorte.
2) Buracos na trama
A trama dos três filmes é tão estável e bem construída como uma castelo de cartas. E pro terceiro filme, é como se o baralho tivesse acabado e o sujeito se visse obrigado a usar cartas do fundo da casa pra completar o topo. Como não podia deixar de ser, essa manobra provoca o total colapso no mythos estabelecido pela série. Se você achava que não dava pra piorar uma idéia idiota, assista Cube Zero.
Lembra que eu falei que eu teria me dado por satisfeito se dessem explicações interessantes pra existência do Cubo? Então. Acontece que a premissa era tão absurda, que os roteiristas se viram com um problema na mão – “como vamos dar um sentido pra isso tudo sem fazer parecer que cada um de nós fumou três metros cúbicos de maconha da pior qualidade?”
É o seguinte. Nos dois primeiros filmes, há sugestões que o Cubo é algum tipo de experiência. Como não se sabe se o palpite está correto ou equivocado, não podemos gastar tempo elaborando as ramificações idiotas da idéia de que o Cubo é algum tipo de experimento. Afinal, algum fã idiota poderá responder dizendo que “…mas você não sabe se é uma experiência, então…”
Entretanto, agora sabemos que é, de fato, um experimento militar/super complexo penitenciário. Assim que isso ficou estabelecido, a minha raiva foi tamanha que nem mesmo jogar coelhos vivos dentro de um liquidificador ligado poderia apaziguar meus ânimos.
Pra começo de conversa, analisemos a logística de uma estrutura como o Cubo. Estamos falando de um prédio gigantesco, auto-suficiente, subterrâneo, com 17576 salas MÓVEIS (não tou chutando ou fazendo um exagero cômico, esse é o número EXATO dado pelo filme), cheio de armadilhas. Eu tenho a mais completa certeza que não existe dinheiro no MUNDO capaz de custear uma construção como essa, e ainda que houvesse tamanho esforço de engenharia seria com certeza empregado pra algo mais interessante que uma experiência científica ou uma prisão pra um grupo tão pequeno de pessoas.
E já que estamos nesse assunto, experiência do QUÊ? De descobrir o que acontece com o corpo humano após receber um jato de napalm bem no meio da cara? De analisar os resultados da exposição a ácido sulfúrico…? Você quer realmente que eu aceite a explicação de que o propósito do negócio era testar as maquininhas que faziam o sujeito explodir ao emitir uma frequência sonora altíssima?
Consigo até ouvir os viadinhos correndo pros comentários pra falar algo como “KID SEU VIADO O PROPÓSITO DA EXPERIÊNCIA ERA ANALISAR O COMPORTAMENTO HUMANO QUANDO O SUJEITO SE VÊ NUMA PRISÃO INESCAPÁVEL, E DA MESMA FORMA OBSERVAR A MANEIRA COMO SEUS CAPTORES OS TRATAM”. Ahn, é?
Ainda que eu resolva dar ao sujeito o benefício da dúvida e ignorar o óbvio problema ético e logístico inerente ao ato de enfiar um monte de gente num prédio onde eles serão mal tratados só pra analisar as dinâmicas sociais resultantes disso, sou obrigado a lembrar que tal experimento já foi feito, nos anos 70, e já sabemos o que acontece.
Propôr que a idéia inteira por trás dos três filmes era refazer a Stanford Prison Experiment atinge um nível além de idiotice. Que tal, ao invés de montar uma empresa imensa pra gerenciar o projeto, convencer várias pessoas a participar, silenciar os que não concordaram em fazer parte do negócio, construir um imenso complexo subterrâneo e tudo mais que precisaria ser feito, fazer uma rápida pesquisinha e descobrir que a tal experiência já foi feita antes?
E qualquer que eja o propósito da experiência, pra que repeti-la infinitamente? Em todos os filmes há alusões ao fato de que vários outros grupos perambularam pelo Cubo. O que tá pegando? Os carinhas lá no comando central da parada tão analisando os resultados e dizendo “Ok, o fulaninho foi incinerado quando pisou na sala XYZ, e um dos participantes do grupo ficou doido e passou a brigar com os outros. Vamos começar tudo de novo e ver se dessa vez será diferente“?
Os problemas com a falta de consistência dos filmes é imensa. Nos filmes anteriores, as pessoas que se encontram no Cubo lembram exatamente quem são e a última coisa que fizeram antes de acordar na prisão. O diretor de Cube Zero talvez não assistiu os filmes anteriores, porque ele esqueceu completamente desse detalhe e deu amnésia a todos os prisioneiros do Cubo no terceiro filme. E o que é pior – sem nenhum motivo aparente, o que dá justamente a idéia de que o cara nem conhecia a trama dos filmes anteriores.
E se o troço era uma prisão (como é sugerido em todos os filmes, e parcialmente confirmado no terceiro), porra, acho que nem preciso elaborar esse ponto. Quer dizer então que a melhor forma de lidar com dez ou doze criminosos é construir uma super-estrutura inteligente e… dar a eles dicas de como escapar, como por exemplo pôr códigos nas conexões entre as sala pra que os caras consigam se localizar?
O que, a propósito, é EXATAMENTE o mesmo mecanismo usado no PRIMEIRO filme? Até a forma como os personagens descobrem os códigos (que se tratavam de coordenadas) é idêntica ao primeiro filme.
E os erros de continuidade não acabam por aí. Lá pelo finzinho do filme, um dos vigias do Cubo (que passou o filme inteiro com uma previsível crise de consciência) entra no troço pra salvar o Michael J Fox de peruca. Os superiores dele, pra impedir que ele possa ajudar a mulé, ativam um comando que faz os códigos de identificação das salas derreterem.
Qual não foi a minha surpresa quando, mais adiante no filme, o cara chega numa das salas e diz “Ah, essa aqui é a A, Z, Z!” ao ler a mesma plaquinha metálica que, de acordo com o que foi apresentado minutos atrás, não deveria existir. Praticamente pulei no sofá de tanta inconformação.
Esse é o tipo de errinho que seria notado na primeira revisão do roteiro e/ou durante a edição do rolo, mas isso se aplica apenas a filmes que se prezam em manter algum tipo de coerência ou qualidade.
Há tantos erros no roteiro que aponta-los se torna um passatempo por si mesmo. No filme é explicado que quando cada experiência/sentença (no filme, eles dão a entender que são AMBAS) está terminada, eles fazem um “clean sweep” no cubo inteiro, pulverizando os restos mortais que povoam o negócio. Acontece que em todos os filmes, os participantes encontram corpos em avançado estado de decomposição.
Obviamente aqueles esqueletos deveriam estar dentro do cubo há alguns meses; acontece que ninguém vive mais de uma semana sem água, e portanto todos os participantes pertencentes ao grupo do esqueleto já deveriam ter morrido e sido pulverizados. Ou seja, não poderiam haver esqueletos no Cubo.
Analise isso aqui também – todos os filmes mostram os prisioneiros acordando em seu PRIMEIRO dia no Cubo, sendo inseridos lá APÓS o tal clean sweep. Logo teremos que supor que o corpo é um dos participantes do grupo atual, que morreu primeiro. Entretanto, como aquele corpo se decompôs tão rapidamente…?
As inconsistências não terminam por aí. Como expliquei antes, em um momento do filme um dos vigias (chamado Wynn) entra no Cubo pra ajudar uma cocota, e o outro vigia (que se chama Dodd) fica pra trás e é obrigado a lidar com a chefia do projeto, que resolve dar um pulinho na estação de monitoramento pra ver como anda o negócio.
Aqui está o problema – durante o filme INTEIRO, o tal do Dodd contrariava o Wynn se negando a responder as dúvidas daquele, sob medo de acabar se tornando mais um habitante do Cubo se desafiarem demais as decisões e a autoridade de seus superiores. Boa parte do filme parece ser voltado ao conflito entre os dois – de um lado, o conformista Dodd, que prefere apenas fazer seu trabalho e não fazer muitas perguntas. Do outro lado, o desafiante Wynn, que se vê cheio de dúvidas a respeito de seu trabalho e não parece ter medo de ir contra a convenção pra achar respostas.
Dois arquetipos clichês e previsíveis. Então, quando o Dodd se vê às voltas com a chefia e percebe que seu parceiro será assassinado por eles caso ele não se manifeste, o mesmo personagem que passou o filme INTEIRO sendo construído como um conformista que prefere não se envolver pessoalmente com os participantes do Cubo por medo de represálias resolve sabotar o projeto ali bem na frente do chefe dele.
Ou seja, eles pegaram toda a caracterização do personagem e SEM MAIS NEM ESSA passam por cima dela.
Não foi um caso de “cara malvado que vê a luz e toma uma última atitude que o redimirá”. O cara simplesmente passa de capacho dos seus superiores pra herói-altruísta-contra-o-sistema, literalmente de uma cena pra outra.
Não houve elaboração nenhuma do negócio. Numa cena ele é um medroso que evita até mesmo fazer perguntas com medo de ser visto com maus olhos pela chefia, e no outro tá (tentando) salvar o dia, desafiando seu superior.
3) Não tenho uma boa idéia pra entitular este item
Sabe o tal chefe que eu citei antes? Ele se chama Jax. Então, em um momento do filme ele aparece na salinha de monitoração, que é pra lidar com o sumiço do Wynn. O momento que o cara entra no filme deixou claro, acima de qualquer coisa, que eu estava assistindo um péssimo filme.
Até aqui o filme estava tentando se manter um terror/suspense psicológico. Falhando miseravelmente, sim, mas ao menos TENTANDO. No momento que Jax entra em cena e uma musiquinha bem ridícula começa a tocar, tentando te indicar que esse sujeito é malvado, eu joguei as mãos pro alto e gritei “ahhh mas pelo amor de deus!”.
O tal Jax foi a merda que faltava pro filme descambar completamente. O cara é totalmente canastrão em sua tentativa de emular um vilão vaudeviliano, aqueles do cinema mudo que amarram a mocinha no trilho do trem enquanto afinam o próprio bigode. Como se não bastasse ele ser bem estereotípico (carrancudo, andando com ajuda de uma bengala, e caolho), o cara se recusa a se comunicar de uma forma que não seja aqueles diálogos bem teatrais que são tão exagerados como são ridículos.
A impressão que passou é que eles desistiram totalmente de TENTAR fazer com que esse filme não ficasse uma merda.
Ahhh, chega. Cansei de falar sobre a porcaria desse filme. Basta mencionar que, em períodos breves, o filme aborda cyborgs, reencarnação, zumbis (sério), viagem no tempo e até mesmo super heróis.
Agora posso dizer com autoridade que toda a trilogia é uma merda sem nenhuma qualidade redentora. As únicas pessoas que gostam desse filme são os NEMC, ou seja, os Neguim Escroto Metido a Cult. Veja só por exemplo essa pérola de conhecimento que um fã de Cubo Zero deu no IMDB. Esta mensagem foi postada no fórum do IMDB com o título “Did Cube Zero predict the new Pope, the Beast and the Return of Satan?“:
Cube Zero was the third movie on the Cube theme. A Cube has six faces like a die. Three dice are therefore 666. Cube Zero predated the election and naming of a Pope who called himself “Benedict” by one year. Benedict is an anagram of “bent dice”. (Bent dice are dice that are designed to favour a particular face by being intentionally slightly misshaped – similarly to weighted or “loaded” dice.) People in Cube Zero who manage to extricate themselves from the Cube alive are asked “Do you believe in God?”. If the answer is “No!” then they are burned alive. This is a reference to the Catholic Church and the Inquisition. Cardinal Ratzinger, before he became the new Pope, was the head of the Papal Inquisition, though it no longer bears that name and in present times is called the “Congregation of the Doctrine of the Faith”, and as such he held the second-highest rank in the Roman Catholic Church.
E não termina aí, ele vai mais longe.
Olhe nos meus olhos e diga que você não teve a súbita vontade de enfiar uma furadeira no olho do sujeito. Esse povim que tem orgasmos tentando decifrar filmes (ou pior, que se convencem que a interpretação deles é dogma, e que todos nós devemos não apenas assistir o filme o quanto antes mas também se afiliar à mesma corrente de pensamento deles) me dão raiva. É o mesmo tipo de sujeito que adora 2001, ou Donnie Darko. Ou seja, o tipo de pessoa que não faria muita falta no universo caso de repente pisasse numa mina anti-tanques.
O paradoxo do filme é que, dado a escolha entre assistir a trilogia inteira e entrar no Cubo, eu escolheria entrar no Cubo sem pensar duas vezes. Ao menos dentro do Cubo, sua agonia pode acabar bem mais rapidamente.
Tão rápido quanto empurrar alguém dentro de um wood chipper, que é o que farei da próxima vez que alguém me recomendar esse filme.





Não acredito que perdi meu tempo vendo esta merda de site, vou ate limpar meu histórico para não ter a infelicidade de cair de novo nesse blog retardado. Kid, quer fazer uma coisa que faria todos muito felizes (talvez ate para a vaca da tua mulher). Se mata! seu filho da puta mongoloide. Mas é bom vc existir, a gente precisa saber que merda não é só aquela que jogamos no vaso. tem merda que faz site também, como vc. Kid, te desejo um cancer na prostata e um de mama para a piranha que teve a maldição de casar contigo. huahuahua como tu eh babaquinha
e aí? continua dando esse cuzinho?
seu viadinho enrrustido
luiz Roberto – SP
Wow, taí um fã de Cube Zero que ficou bastante ofendido.
UHEUHEAHUAEUHAEUHEUHAUUEUHAEHE
acho q foi ele que fez o filme… sei lá! heuaheaheu
Está comprovado acima: Alguém gostou de Cube Zero.
Caraca meu! esse aí é muito fã mesmo! Mas não precisa fazer ataques pessoais. O filme é uma côco mesmo! E esse tal de luiz é um escroto sem deus no coração. Com licensa, Kid, tenho um recadinho para essa cara aí. Ô Luiz, meu tio de criação, que deus o tenha, morreu de cancer de prostata e não foi nada engraçado, ta? não é uma coisa que se deseje para ninguém, nem de brincadeira.
O que posso te dizer, seu otário, que pior do que morrer de cancer é ter que assistir essa merda de cubo!!!
Desculpe, Kid, tive que me meter.
WEBMASTER MALVADÃO, AH AH HA H HA H. É DA HORA NAVEGAR NA NET E VER UNS BARATOS DESSE. MAS VOLTANDO AO FILME CUBE. A TEMATICA DO FILME É INTERESSANTE MAS A HISTÓRIA FOI MAL CONTADA. VARIOS FILMES SEMPRE SÃO COPIAS DOS MAIS ANTIGOS DIFICIL SE VER ALGO REALMENTE NOVO. SOU FÃ DESSE GENERO DE FILME SO ASSITO TERROR E SUSPENSE MAS AS HISTORIAS SEMPRE ACABAM NA MESMISSE A ALMA VOLTA POR … BLAHH BLAHH. AS PESSOAS SÃO PRESAS MISTERIOSAMENTES E TA TA TT AT T. KILLING ROOM É A EVOLUÇÃO DE CUBE.
TA AE UMA BOA PRO WEBMALVADÃO COMENTAR.
ATÉ GUYS
Resenha do filme Cubo Zero. Spoiler: É uma bosta. http://bit.ly/V9VOD
Mais um filme daquele Cubo??? RT @izzynobre: Resenha do filme Cubo Zero. Spoiler: É uma bosta. http://bit.ly/V9VOD
Realmente esse filme não tem sentido, mas o Kid massacrou no comentário como se o Chuck Norris tivesse dado um Raudhouse kick em uma formiga
Vi esse filme a uns 3 anos e achei um lixo
Cara! Eu vi esse filme faz muito tempo e concordo com tudo que vc escreveu! Cubo SUCKS! E sem contar que nem os atores de malhação conseguem ser taum ruins quanto os desse filme…Eu sempre me pergunto como que filmes PÉSSIMOS conseguem continuacoes que tem o grande feito de serem muito piores que os originais…
Eu simplesmente não gostei desse filme, e ainda por cima um fdp da minha facul (eu fazia Matemática) disse que era um filme para Matemáticos. PQP!
ACho que assisti o Cubo Zero primeiro. O resto nem assisti.
Nem sei pq estou comentando, mas lá vai… Vc parece ter entendido (ou não) tanta coisa dos três filmes, né? Só não entendeu que eram FILMES! O tempo todo o vi tentar trazer prá realidade a possibilidade de contruir o Cubo… Oras bolas! É a mesma coisa que querer fazer um DeLorean com gato na fiação elétrica ir pro futuro ou um macaco gigante subir no Empire States. Me poupe.
Cara, alguns dos seus comentários foram bons, outros ridículos, como
“não teria dinheiro suficiente para contruir uma estrutura de 17 mil cubos”
Pô, cara, é ficção científica, vai se..né?
É igual assistir ao Super-Homem e dizer que ele não poderia ter salvo a mulher da queda do prédio, pois quebraria a coluna dela. Porrrrra, vc acredita que o cara voa, e ele não pode salvar a mulher.
Porra, é ficção, se vc acredita que existe o cubo tem que acreditar que alguém banco. Pora meu!
OOOOoooooooo amigao, TUUuu é chato pra karalho, não me leve a mal mais devo dizer que foi um das criticas mais destrutivas que ja li sobre esse filme “parabens”. Concordo contigo que o 1 e o zeero sao uma merda, mas o dois fala de uma velha teoria da origem ou existencia do Universo que me intriga bastante. E apesar do enredo ser fraco, a ideia principal, da quarta dimensão é colocada da forma mais simples que ja vi em um filme. Com exceção disso o resto pode tocar fogo.
Ola,
Muito interessante seus comentários. Acredito que houve um problema na trilogia com a troca do diretor do filme. Concordo que o filme Cubo Zero mata a trilogia, pois com certeza o cara não viu os anteriores e apresenta uma explicação tosca para a história. Porém, achei boas as ideias do primeiro filme e do segundo. Acredito que a trilogia poderia ser interessante se o terceiro filme fosse melhor elaborado e com um enfoque novo (primeiro por exemplo, teve a sacada dos números de sala, o segundo que era hipercubo, já o terceito voltou toscamente pro mesmo que o primeiro!!!) e uma explicação razoável do que acontece fora.
Fiquei muito decepcionado ao assistir cubo zero, não vale a pena mesmo!!
Concordo plenamente com o kid… quando acabei de ver o cubo 1 fiquei muito confuso, e fiquei ainda mais quando vi o hyper cubo!
mas como vi que ainda havia outro filme pensei que iam expplicar a historia toda… mas enganei-me profundamente..
fiquei ainda mais confuso do que ja estava!
Este filme foi uma desilusão para mim… so aqueles que so gostam de ver pessoas morrer é que aduraram o filme… eu prefiro ver mortes mas que tenham significado…
Bem as morte são legais… –’
pelo menos explicou que o retardado era um genio Oo,não que precisasse,pois altista…
mas em fim deu um extra pro carinha.bem o matematico no segundo filme foi mais massa se voce gosta da aréa de ciencias de bordas foi um pouco incrivel assistir a trama *-*.de certa forma tem nexo os 3 filmes seguindo raciocineo e montando cada enigma para decifra-lo.Menos um.quem é o chefão?ai deve entrar uma historia de conspiração…
parabens pelo site carinha,pow tu é ironico OEIOEIOEIEOIE (y) um abraço a todos.
Gosto do primeiro, eles não tentam justificar nada e deixam o mistério.Simples.Custo do Cubo?E o custo das naves de Jornadas nas Estrelas?E elas atravessam o universo.Você não conhece a tecnologia deles.Agora as continuações são horriveis mesmo.Mais: odeio as continuações de Back To The Future.Não acrescentam nada, repetem a mesma história e ainda invertem a moral do primeiro filme: não devolva a provacação,seja bundão como o seu pai ou algo de horrivel irá acontecer.E não me venha com historinha de amadurecimento do personagem principal.
O filme 2001 é um saco e sem roteiro que faça sentido(como a maioria dos filmes do diretor dele) mas tem bons momentos como a parte do macaco e do computador doido, já Donnie Darko é dez.