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Depois me perguntam por que eu odeio intercambistas

Postado em 14 October 2010 Escrito por Izzy Nobre 132 Comentários

Sabe aqueles papos de intercambista que passa 2 ou 3 meses no exterior e volta dizendo que gringos são “frios” e “preconceituosos” contra brasileiros?

É sempre o papo que eu ouço por aí. Nego vem pra cá (ignore por um segundo que geralmente eles se ISOLAM entre brasileiros e não fazem o menor esforço em se integrar, ainda que temporariamente, à cultura local) e volta com esses papos de que norte americanos são “frios e preconceituosos”. Você já deve ter ouvido esse papo também.

Já falei aqui várias vezes sobre os intercambistas com quem tive contato. São geralmente burguesinhos sem nada na cabeça que, longe da barra da saia da mãe pela primeira vez, aproveitam pra fazer zona. Estranhamente, eles também tem o hábito de querer que todos saibam que são brasileiros.

Não tou me referindo a usar uma camiseta da seleção ou alguma outra coisa não-invasiva desse calibre. Estou me referindo à inevitável balbúrdia que grupos de intercambistas fazem em locais públicos, falando português em voz alta e zoneando a porra toda, como quem diz “VEJAM PESSOAL SOMOS BRASILEIROS”.

Você, hipotético imigrante que lê meu blog, certamente já presenciou isso.

Já vi isso com meus próprios olhos aqui em Calgary, já ouvi relatos de terceiros e já escrevi um longo texto que conta minha primeira e traumatizante experiência em tentar fazer amizade com essa raça desprezível. O que faltava pra convencer vocês do meu ponto, evidência inegável em vídeo, eu achei agora.

Curiosamente, esse não é nem o primeiro vídeo do tipo com o qual eu esbarro no youtube (meus seguidores no tuiter não me deixam mentir, sempre compartilho essas tosquices com eles – aliás, se você lembra de algum outro, deixe nos comentários).

Como você pode ver aí, o vídeo mostra uma cambada de intercambista sem o menor resquício do que poderia ser considerado educação. Uma cambada de macaco trazendo pro mundo civilizado o horrível e completamente reprovável hábito de tocar música alta em transporte público, com total desprezo pelo conforto alheio.

Me dá uma plena agonia ao ver esse vídeo porque esses imbecis fazem essas babaquices, recebem olhares reprovadores, e saem pregando (com suposta autoridade, afinal, eles moraram fora por alguns meses) que gringos são PRECONCEITUOSOS contra brasileiros.

Eles notam que aqui, em locais públicos como ônibus ou trens, gringos costumam ficar quietinhos no seu canto lendo livro ou assistindo podcasts nos iPhones (até mesmo conversa em voz alta é vista como falta de educação aqui), e interpretam a falta de algazarra banal como FRIEZA. A lógica é mais ou menos “que gente anti-social, não vejo ninguém berrando, dançando, ou contando piadas em voz alta e incomodando os outros passageiros!”.

Nas duas ocasiões em que fui ao Brasil desde que me mudei pra cá, esbarrei com grupos de intercambistas no vôo. E exibiam o mesmo tipo de atitude: algazarra no avião em meio a gringos confusos. “Aêêêê é Brasil porra!” berravam eles, com um orgulho mal empregado.

Sei que vai ter gente que acha normal essa “espirituosidade” brasileira, e que não há nada de errado com essa caraterística cultural do nosso povo. Sabe duma coisa? Os argentinos também acham completamente normal jogar papel higiênico nos campos em que sua seleção joga. O resto do mundo em geral acha isso uma babaquice deplorável.

arg

Esse nem é o pior exemplo. Google “la bombonera”.

É a mesma coisa. Por mais que um certo comportamento imbecil tenha a proteção de “identidade cultural”, o mínimo que você poderia fazer é deixar isso em casa. Ou então, beleza, leve com você – mas esteja preparado pra que o dono da casa de ache um porífero sem qualquer educação.

Se há um grupo de pessoas que eu verdadeiramente odeio nessa vida, são intercambistas com esse papo culturalmente retardado de que gringos (especialmente canadenses) são avessos a contato com imigrantes. Cheguei no Canadá em dezembro de 2003, em março de 2004 eu estava totalmente integrado a um grupo social canadense – tocando numa banda, indo às festinhas do tipo que tu vê nos filmes, namorando. Leve em consideração que eu sou gordo, feio, baixinho, nerd, e ruim nos esportes.

SEMPRE que ouço essa ladainha de que gringos são frios e preconceituosos, vinda de intercambistas especialmente, não consigo imaginar atitudes diferentes dessa do vídeo acima.

E depois reclamam que é difícil tirar visto pra vir aqui.

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comments

Categorias: Retardados

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

132 Comentários \o/

  1. Matheus Santos says:

    “tocando numa banda, indo às festinhas do tipo que tu vê nos filmes, namorando. Leve em consideração que eu sou gordo, feio, baixinho, nerd, e ruim nos esportes.”

    Issaí é o paraíso. Eu que sou assim aqui no BR não consigo nada além de horas no PC.

  2. igorhara says:

    ae nobre Izzy, quando você usa o termo porífero, você está insultando de quê exatamente?

  3. Thi says:

    Sempre é assim, salvo os mais nerds que ficam na sua, agora a “galerê” que acha que tudo “ai fora” vai ser um american pie da vida, esses sim são uns macacos.

  4. Isso só piora a nossa não tão linda imagem fora do brasil

  5. Diogo Mendonça says:

    Fiquei 2 meses em Calgary (como intercambista. LOL) e vi isso dezenas de vezes. Nunca fiz essas idiotices justamente pq condeno quem o faz aqui mesmo no Br. Minha impressão sobre os canadenses é justamente o oposto dessa descrita por você. Todos que conheci foram muito gente fina e os tenho como amigos até hoje.

  6. sadredpill says:

    Cadê o Spock quando os canadenses precisam dele?

    rel="nofollow">

  7. Rodrigo Moura says:

    Izzy, já fui dessa classe que tu odeia. E concordo totalmente contigo. Achei o povo muito hospitaleiro, até porque os canadenses são acostumados com várias culturas vivendo próximas. Me deparei com coisas simples como puxar conversa com você no ônibus/metrô e se oferecer para um tirar uma foto, coisa que eu não faria e também não esperava que fizessem (por já ter na cabeça que o povo era frio). E quando você fala que é do Brasil então, aí que você fica uma viagem inteira no onibus conversando.

    Quem diz que o povo é frio ou nunca saiu do Brasil e já tem essa ideia formada, ou porque não interagiu com os habitantes e nem tem interesse de tal.

  8. Amigo, no quinto dia na NZ o grupo com quem eu fui (yeah, guilty as charged) estava indo almoçar num restaurante brasileiro. Eu desisti de sair com eles à noite porque eles sempre iam à mesma boate que tocava música brasileira.

    Nego gasta uma fortuna (uma viagemzinha de um mês não sai por menos de 15 mil) e tenta procurar Brasil fora dele. É foda!

    E isso é bastante característico dos brasileiros. Poucos outros povos fazem esse tipo de coisa. Conheci muitos intercambistas alemães, austríacos, noruegueses e finlandeses e eles fazem um esforço enorme pra se integrar à cultura local.
    Brasileiros, turcos, italianos e espanhóis são as piores raças, fazendo um esforço totalmente contrário, manifestando um ufanismo bobo e inexistente dentro dos seus próprios países.

  9. @pedrogrr says:

    Mas tu não era magro quando foi pro Canadá?

  10. igorhara says:

    P:Qual o Coletivo para Intercambista? R:Algazarra!

    eheheheh

  11. Rafael Duarte says:

    Estava pronto a me indignar com mais um texto xenofóbico, mas por ironia do destino concordei em gênero, número e grau com quase tudo que você disse e passei a partir de agora a odiar todos esses playboyzinhos de curso de inglês que fazem do intercâmbio uma oportunidade de escrotizar não só o país que está visitando, mas o seu próprio. A única coisa que tenho a acrescentar é que esse não é um comportamente padrão de BRASILEIROS intercambistas e sim de pessoas imaturas, baderneira e todos os adjetivos ruins possíveis (que também não tem nada a ver com idade, é fato que existem moleques de 14 anos com mais cabeça que pessoas de 26). Eu sei que infelizmente a maioria das pessoas que devem fazer isso são intercambistas brasileiros e em sua maioria adolescentes, mas provavelmente existem canadenses imaturos e baderneiros que fazem coisas piores até do que isso, americanos, chilenos, espanhóis… Em fim, o que quero dizer é que a bronca que você tem deve ser por esse tipo de pessoas e não acarretar isso só aos intercambistas brasileiros. No mais, concordo com você.

  12. Sarpa says:

    Caralho, mandou muito bem no texto!
    Já fui intercambista, no Colorado, e senti tudo o que você descreveu!

    Eu evitava ao máximo contato com os brasileiros, afinal eram todos filhinhos de papai, viadinhos e metidos.

    O que mais gostei do intercâmbio foi o acolhimento dos americanos e a educação nas ruas.

    Esses típicos intercambistas acham que, por estar longe de casa, podem fazer a merda que quiser.

  13. Pedro says:

    Acho que pior que brasileiro só mesmo espanhol, fiquei um tempo na inglaterra e as vezes com um grupo da espanha, acabei saindo com o meu espanhol intermediário… Mas o pessoal local sempre foi aberto a conversa, principalmente nos pubs, afinal depois de alguns pints todo mundo vira amigo

  14. Bruno says:

    Até mesmo no Brasil vemos paus-no-cu ouvindo tranquilamente seu celular no último volume sem fone de ouvido, como se fosse a coisa mais natural, quem dirá fora, que há a oportunidade de “se exibir” aos gringos.

    Mas achei a bagunça deles até que leve.

  15. O estádio da imagem é o ‘Monumental de Nuñez’, onde foi a final da copa de 1978 e não ‘La Bombonera’ como o Izzy citou

  16. Pedro says:

    Ignora o comentario anterior, erro de copia e cola

  17. satoedu says:

    Que bosta. Quando morei no Japão era a mesma coisa, mas não era coisa de intercambista. Era imigrante mesmo que queimava o filme, parecia um bando de favelado.

  18. Leandrolopesp says:

    Vc não gosta é de playboy.

  19. Thiago Melo says:

    Izzy…

    Esse vídeo eu achei ontem procurando por cursos no Canadá, imagine a minha decepção. Mas não é nada novo pra mim, afinal, acompanho seu site e compartilho da mesma opinião sua em relação a esses zé povinho.

    Tô planejando ir pra Vancouver, mas a preocupação de sofrer algum tipo de discriminação por ser brasileiro é grande, por causa desse bando de macaco amestrado.

    Diga-me, estou me preocupando à toa?

  20. Gutenberg says:

    Kid, lembre que nem todo intercambista é assim. Eu mesmo passei 3 meses estudando inglês e francês em Montréal (antes que você diga, não, não sou um burguesinho; economizei grana de mesada e presentes por 4 anos com o fim de viajar para o Canadá quando concluísse o Ensino Médio. Obviamente, meus pais ajudaram, mas boa parte do dinheiro foi meu), e, adivinha só? Sendo um nerd pouco sociável, adorei o fato de os canadenses não serem tão “calorosos” quanto os brasileiros, raça que tentei evitar a todo custo. Quando saía com alguém, ia com uma turma composta de dois coreanos, uma japonesa, uma panamenha (uma das mulheres mais bonitas que já vi em minha vida) e uma mexicana. E, sim, a maioria dos brasileiros que conheci demonstrava o mesmo comportamento torpe supracitado.

  21. Gutenberg says:

    @igorhara
    Suponho que ele queira dizer burro/imbecil/acéfalo/etc., uma vez que as esponjas do mar e outros poríferos não possuem um sistema nervoso central. http://en.wikipedia.org/wiki/Sea_sponge

    E, numa nota à parte: pelo comentários que vi até agora, nerds brasileiros realmente sabem se portar corretamente tanto no Brasil quanto fora dele. Parabéns, caras.
    >internetbrofist.jpg

  22. Ana Carolina says:

    Não poderia concordar mais com você. Estudei em Vancouver e dava vergonha de ver certas coisas. Teve uma hora que me afastei dos Brs e fui pra perto de um pessoal da Republica Tcheca. Cansei de ficar chamando a atenção dos outros, tentando explicar. Fui tratada extremamente bem em Vancouver, chamada pra churrasco, festa e tudo o mais. Não vi nada de “frieza”, até pq os Canadenses são extremamente educados e dispostos a ajudar. Para você ganhar simpatia e respeito, tem que, no mínimo, fazer o mesmo.

  23. Thito says:

    O cara de bigode queria arrebentar a cara do babaca de Azul hahehae

  24. Lucas says:

    Tem certa razão, com certeza, mas também foi bem preconceituoso, como no trecho “Uma cambada de macaco trazendo pro mundo civilizado (…)”. Acho que foi pra efeito cômico (se não for é uma pena). Generalizar é sempre complicado… a maioria deve fazer esse tipo de merda mas, com certeza, não todos.

    Sobre preconceito fora do país, minha experiência baseia-se apenas em viajar para fora e conversar com amigos que já moraram (ou moram) fora. Com certeza tem gringos que tem preconceito contra estrangeiros (de qualquer lugar) -- e estou falando de estrangeiros que agem educadamente, não como esses do vídeo. Felizmente, na maioria dos países, a maior parte das pessoas aceita bem (como aceitaram o autor) mas é inevitável algum nível de preconceito. Alguns tem mais sorte que outros: conheço amigos que voltaram pq sofriam aquele preconceito “silencioso” constantemente, mesmo que de uma minoria e não suportaram. Outros nunca tiveram (ou perceberam) problema algum.

    Só lembrando: gente mal educada tem em todo lugar e pode ser de qualquer nacionalidade.

  25. EJMGS says:

    Amigo, como podemos ver ‘a playboyzada’ só gosta de explanar o quão feliz é por ser Brasileiro para todos de forma mal educada.
    Se fosse algum bolsista de baixa renda, duvido que teriam os mesmos hábitos.

  26. charles says:

    Achar intercambista babaca, ok, na verdade brasileiro não sabe se portar nem no próprio país.

    Mas…

    “Os argentinos também acham completamente normal jogar papel higiênico nos campos em que sua seleção joga. O resto do mundo em geral acha isso uma babaquice deplorável.”

    em quantos jogos de futebol já foi em estádio ou viu pela tv? qual resto do mundo acha deplorável? o Canadá?

  27. Paulo says:

    o texto é bom e eu concordo com quase tudo, porém esse negócio do futebol ficou totalmente fora de contexto, além de ser pura ignorância.

    mas entendo que tu não manja muito de futebol (deu pra ver pelo twitter) e não compreenda o significado disso. então realmente fica fácil interpretar uma coisa dessas como “jogar lixo no campo”.

    além do mais, o mundo inteiro imita as torcidas sul-americanas, especialmente as argentinas -- tanto os cânticos, quanto as festas com papel e sinalizadores. logo, falar que o mundo todo vê isto como uma babaquice deplorável é uma visão bem distorcida da realidade.

    abraços.

  28. Kevin says:

    Aí vc entende pq as pessoas votam no PT

  29. Cidraman says:

    Posso estar falando bobagem, até porque nunca fui ao Canadá, mas a imagem que os canadenses têm aos olhos do mundo é de pessoas extremamente educadas.

    Em compensação, nós, brasileiros, sofremos todos os dias, com a imagem arranhada que tantos só fazem piorar com comportamentos imbecis. E isso é um problema sério de educação, não apenas quando viajam ao exterior, mas aqui dentro mesmo. Os exemplos do transporte público que o Kid mostrou são costumeiros aqui: gente falando alto, ouvindo música alta (tem fone de ouvido pra quê?), falando palavrão e baixaria a plenos pulmões e por aí vai…

    Uma pena, porque o povo brasileiro vem confundindo a amabilidade e cordialidade que nos são peculiares com baderna e falta de noção.

  30. Hugo Bessa says:

    Não generalizaremos.

  31. Gabriel says:

    Fiz intercâmbio de 2 meses e minha impressão foi justamente o contrário: O povo é muito gente boa, e saí de lá com a sensação de que não aproveitei 1% do que poderia ter aproveitado.

  32. Douglas says:

    Kid cara fique feliz que você vê isso ae de vez em quando, aqui é de funk pra baixo que os macacos tocam, esses dias to lá ouvindo tranquilamente Canon in D no mp3 me entra um safado ouvindo Exaltasamba.

  33. Joao says:

    Pura verdade o texo, só a parte do papel higiênico que foi um tiro que pegou MUITO, mas MUUUUITO longe do alvo. Como alguém que acompanha futebol com razoável frequência, posso dizer que o comportamento da torcida sulamericana é um dos mais admirados do mundo. Aqui no Brasil ainda tem muito disso, com as torcidas do Sul e do RJ, principalmente. O que acontece é que na Europa, por questões de segurança, o que a torcida podia ou não podia mudou muito entre os anos 80~00, e com isso o comportamento mudou, e se tornou essa atividade mais pragmática de hoje em dia.

  34. Knux says:

    Completa sensação de vergonha alheia…

    Ainda mais em Vancouver, que o povo é super-educado. Quando fui, estava meio perdido, olhando um mapa e fui interrompido por um morador. Ele me perguntou onde queria ir, se estava gostando da cidade, deu dicas de lugares legais para ir e desejou uma boa estadia.

    Agora isso aí… não há costume com turistas que crie tolerância a esse tipo de coisa.

  35. Eduardo says:

    Rá, é foda mesmo.

    Eu estava afim de ir (mais para frente) passar uns meses no Canadá. Mas desse jeito, prefiro que nem saibam que sou brasileiro, pra não passar vergonha. Bom, veja pelo lado bom, vocês veem esse “tipo” de gente no ônibus “de vez em quando”. Aqui temos que aguentar todo o dia.

    Lamentável.

  36. Spartan1590 says:

    Ótimo texto Izzy, coisa que estava conversando com meus amigos esses dias é essa postura estúpida e desrespeitosa dos brasileiros com os canadenses e outras culturas.

    Brasileiro em geral age feito imbecil quando está no exterior e isso é lamentável.

    Vou ao Canadá no final do ano e passarei dois meses no país, sinceramente uma das coisas que mais espero é conversar com quem é realmente canadense, conhecer a cultura do país e decidir se morar em definitivo aí é o que realmente quero. Se encontrar brasileiros conversarei normal, mas não admitirei essas atitudes estúpidas que vemos em vídeos (sinto se você assiste a uma estupidez dessa ao vivo).

    Mais um belo texto, você reflete bem a indignação de muitos brasileiros que acabam sendo injustiçados pela estupidez da maioria.

    Grande abraço

  37. Alyne says:

    Uma professora minha de inglês morou por um ano nos EUA. E sempre fez questão de desmentir esse papo de preconceito. O carinho pela família que a acolheu era tão grande que era comum ela contar os casos de sua estadia se referindo aos membros da família nativa como “a minha mãe americana” ou “a minha irmã americana”. Isso para todos os membros da família, incluindo tios, avós, alguns parentes um pouco mais distantes. E os amigos, claro, dezenas de pessoas com quem ela conversou talvez uma ou duas vezes, mas que nunca a destrataram por ela ser brasileira.

  38. Rafael says:

    Cara, você está muito irritado. Procure descansar mais.

  39. Simone says:

    Não poderia concordar mais com um texto como concordo com esse. No ano seguinte ao da minha formatura no ensino médio, ou seja, 2007, fui morar 5 meses em Toronto como uma alternativa para eu-não-sei-o-que-fazer-da-vida. Primeiro que acabei me arrependendo um pouco de escolher o Canadá, já que é cheio de brasileiros por ser mais economicamente viável. Segundo que além de ser cheio de brasileiros, esse comportamento detestável do vídeo é fichinha perto do que eu vi. Vi gente rindo da cara dos outros na rua só pq as pessoas não entendiam português. Muleque chamando mulher de gostosa quando passava por ela.. se aprendi alguma coisa nessa viagem além de saber me virar foi a ficar longe de brasileiro. Brasileiro se acha um povo acolhedor, mas perde feio dos canadenses. As pessoas foram tão solícitas, legais e educadas comigo por lá que eu não queria voltar pro Brasil nem pra ver a minha família, depois de 5 meses e com 18 anos recém completados. E outro fato que prova que brasileiros são detestáveis: não acreditam quando eu falo que canadenses me trataram melhor do que brasileiros na posição deles. Como se fosse, além de improvável, impossível.

    Agora um desabafo. Não sei como, depois dessas experiências, escolhi fazer faculdade de Direito, que praticamente me prende ao Brasil. To em busca de um estágio na área de internacional agora. Sim, eu sou uma anta.

  40. Milson says:

    IzzyPobre ficou com inveja?

  41. TheOverlord says:

    charles e Paulo, eu vivo assistindo jogos da Liga Inglesa e não lembro de ter visto bagunça (não confundir ‘bagunça’ com ‘torcida animada’ ou ‘festa’, por favor) ou sujeira. O que vejo é um monte de gente educada que às vezes até mesmo aplaude de pé os gols… dos adversários.

  42. @Bixu_Lezadu says:

    Vou resumir seu artigo inteiro em uma frase e uma comparação (ou seja, duas frases) apenas. Posso? ~_~’

    1ª -- “Os brasileiros (médios) querem “Orkutizar” o mundo!“;
    2ª -- O Orkut era o melhor site de relacionamentos até a invasão de brasileiros digitalmente inclusos.

    Pronto!

  43. Fernando says:

    é… é… é… brasileiro, brasileiro eh td caipira mesmo… lamentável…

  44. Gean Alvez says:

    Falai Izzy,
    moro no Rio de Janeiro e a cidade é pequena, ainda mais se restringindo apenas a zona sul, onde moro. Durante o ano todo há bastante estrangeiros e tb muitos gringos moram aqui. Sempre vejo a estranheza deles com a nossa “cultura”. Eu mesmo sou chamado de frio e anti-social por alguns amigos… afinal não gosto de parar o carro com som nas alturas e obrigar as pessoas a escutarem o que eu quero ou de falar alto num restaurante ou coletivo.

    Brasileiro se comporta assim quando está em outro país tb por sentimento de inferioridade, dai se defende explanando a sua “cultura”.

    Quanto a Argentina, o povo de lá e bem mais educado que os brasileiros, de uma forma geral. Mesmo nos subúrbios de BsAs e cidades do interior.

    Abração

  45. CCCC says:

    Kid viado, vai morrer com um visto enfiado no cu.

  46. Eu passei 23 dias entre Toronto e New York, e me integrei com uma turma bacana, em Toronto, fui a festas e fiz amigos. Eu falava menos inglês do que deveria, tinha 140kg e sempre fui extremamente tímido. Se isso não faz do povo canadense amistoso, eu não sei o que poderia fazer.

  47. João Pedro says:

    E depois ainda vem gente com mimimi quando falam mal do Brasil.
    Mas porra, eles falam o que falam com razão né.

  48. @Gustavopereira says:

    Serei intercambista um dia e tenho amigos sendo intercambista agora. Posso lhe garantir que quem tem educação não faz isso. Agora isso suja a imagem do brasileiro e fica parecendo que todo brasileiro é sem educação. Eu nunca fiz isso aqui no Brasil, num é chegando no EUA/CA que eu vou fazer isso.

    BTW, já falei isso no twitter, celular e iPod não deveria tocar mp3 sem o fone de ouvido plugado. Rá!

  49. Bruno Chun says:

    “São geralmente burguesinhos sem nada na cabeça…” falou o cara que tem Ipad,Iphone 4,e umonte de merdas inúteis e se acha o fodão por não morar no Brasil,joinha pra vc kra (y)

  50. AlexSavena says:

    Ok, então quer dizer, segundo seu ponto de vista, que no Brasil só tem macaco? Que o Canadá é um país civilizado e o Brasil não? Amigão, comportamento todos sabemos que muitos brasileiros não tem, mas vc generalizar como fez no texto é bem triste hein… Ainda bem que você foi pro Canadá, pq no Brasil vc não aguentaria viver. É muito pra você.

  51. João Vitor says:

    Fiquei com vergonha desse vídeo, sério.

  52. Roberto Segundo says:

    Izzy, já fui intercambista por 3 meses na Inglaterra. Entendo seu ponto de vista e percebo que você não generaliza.
    Mas também existem babacas do outro lado.
    Não quero justificar a atidudes de moleques que causam algazarra em locais indevidos ou coisa parecida, mas eu já fui “hostilizado” gratuitamente por adolescentes babacas (algo que, infelizmente, está presente em todo lugar.
    O que falta na cabeça de pessoas que se acham donas da razão a ponto de fazer bagunça e reclamar, é simplesmente limites.
    Conheci pessoas que basicamente eram estorvos em casa e os pais, por terem dinehiro sorando, mandavam o moleque problema pra bem longe onde ele não seria dor de cabeça pra eles.

    Mas gostei bastante do post, abraços.

  53. Bruno Chun says:

    Eu sigo esse IzzyNobre,e ele fala tanta merda velho.
    Vc quer comentar POLÍTICA ATUAL do Brasil sendo que vc nem mora no Brasil
    quem é vc pra falar que político está bom no brasil atualmente?
    Vc paga impostos no Brasil?Parece que não,tu ta no Bem-bom com seu ipad e se achando pra caralho por ser um cara que não mora no Brasil.
    Não tem 1 texto dele que o kra não fala:”Aqui no Canadá”,”Vocês aí”,e outras…

  54. Lucas says:

    Gente que ouve música alta no ônibus (nem precisa ser funk, mas principalmente esses) no celular, com aquele som de qualidade horrível de lata, merece uma morte lenta, dolorosa e agonizante.

  55. HellSaint says:

    já que via twitter/msn tu nao responde… ò.ó vamos ver se perguntando aki vai sahuesahu

    Izzy, esses dias vc falou no twitter que quando chegou ae apanhou bastante do ingles, que só depois de uns 3 anos ficou mesmo fluente e talz…
    no inicio, isso nao atrapalhou sua inclusao e talz? nao se sentia excluido ou w/e? responde ae *-* <3

  56. Pedro Reys says:

    Izzy,

    Concordo contigo quando diz que brasileiros, especialmente os intercambistas, vem pra cá (moro nos EUA) e se isolam e acabam não aproveitando o que valeria muito mais, IMHO, que é a imersão, de fato, em uma cultura diferente.

    Talvez aí no Canadá seja diferente, não sei, mas o fato de estarem falando português não me incomoda. É normal, estando num grupo de brasileiros falarem português. Vejo o mesmo com grupos de hispânicos, indianos, chineses. Enfim, todos os grupos de estrangeiros aqui no Texas, quando estão conversando entre si, normalmente o fazem em sua lingua nativa. Se estou apenas eu e minha esposa, conversamos em português. Mas, óbviamente, se há alguém que não entenda português participando da conversa, falamos em inglês. Seria extremamente rude não fazê-lo.

    Com relação ao vídeo em si, o único lugar aqui nos EUA que eu já vi isso acontecer em um transporte público foi no metrô de NYC. E não me refiro a performances de artistas de metrô, mas grupo de amigos pegando metrô para ir à praia em Coney Island, carregando um cooler gigante, um som tocando uma música ruim qualquer e conversando alto em uma língua estranha, provavelmente um spanglish do Bronx. Enfim, não é um comportamento restrito à brasileiros, mas, com certeza, é um comportamento comum à mal-educados.

  57. Miguel Fox says:

    Eu acho isso falta de educação até mesmo no Brasil, apesar de muitos fazerem. Conversar em voz alta quando o silêncio reina é absurdo. Isso é ruim por denegrir a imnagem depossíveis intercambistas educados.

    Só não acredito nessa generalizacão que o Izzy fez. Realmente TODOS são assim?

  58. Daniele says:

    Lembrei da minha viagem para a Disney, foi daquelas que vai um grupo enoorme de brasileiros adolescentes, sabe? Aí já viu, uma falta de educação da porra.
    Nos brinquedos levávamos horas em filas, mas como brasileiro tem o desgraçado “jeitinho” alguns furavam filas (os americanos deram bronca, mas depois foram muito educados e deixaram passar), quando não, ficavam cantando no maior som aqueles axés, funks, inclusive os próprios guias das viagens nos estimulavam!
    Essa viagem pra mim não foi nem um pouco proveitosa (claro que amei conhecer a Disney né (L), mas não tive quase nenhum contato com a língua inglesa, já que todo mundo só falava português, e 2 dias almoçamos em restaurantes brasileiros (confesso que essa parte não achei ruim, comer fast food todo dia cansa :x)
    Espero ir uma outra vez para o exterior, mas sozinha, e não pra morar. Sei que vc disse que o inglês não melhora sendo intercâmbista, mas discordo, claro que não vai ficar tão bom quanto os nativos, mas acho que qualquer experiência é válida =)

  59. Flavio says:

    O pior é saber que esse tipo de atitude não mudará. Está enraizado, infelizmente.

  60. ted says:

    mais um video de repletos mongois unidos durante uma procissão

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  61. Chapolin says:

    Kid, os torcedores argentinos sabem a MERDA de time que tem, e jogam papel no campo para limpar as CAGADAS dos jogadores 😀

  62. Melanie says:

    Concordo. Até quando estou no ônibus, voltando para casa depois de escola e estágio, em pé e sorrindo, vem os desagradáveis moradores de… comunidades… uivando, gritando. Não sei qual o prazer de gritar e chamar toda essa atenção. Não é doença de jovem porque tenho 17 anos, mas, porra, dá uma vontade de dar um soco para quebrar os dentes do lobo.

    Lembrei do que você fala na aula de Português, tinha um texto para interpretar com uma entrevista falando acerca da política antiga, atual cultura transgressiva das leis e cidadania.

    Byeeee, Kidyzzi!

  63. Rodrigo says:

    Te falar Kid, que um tempo atrás na discovery HD ficou passando diversas vezes em reprise (falta de conteudo hd talvez) um programa que apresentava o carnaval aí em Quebec, o festival com o bonecão de neve “Bonhomme”. Te falar cara, fiquei com muita inveja. Muita gente deve ter visto aquilo e alimentado mais a crença que canadense é um povo otário que não sabe se divertir…Devem ser as mesmas pessoas que acham normal mijar pela rua no carnaval da bahia. Falta de educação é foda. Aqui cada vez mais coisas simples como dar passagem prá alguém no trânsito, esperar pra entrar em elevador, vão ficando mais raras.
    Eu sempre brinco com minha esposa para nós irmos morar aí, anda rolando palestras do governo canadense aqui sobre isso, e sério, se ela não tivesse tanto galho com frio, essa brincadeira começaria a ficar mais séria. Quem sabe se dilminha começar a Venezuelar aqui, a gente venda tudo e puxe o carro mesmo.

  64. Dany says:

    é foda esse tipo de comportamento, né? o pior é que depois os gringos falam mal dos brasileiros, que somos um bando de macacos e sei lá mais o que e a gnt ainda fica com raiva deles.

    Mas se vc parar pra pensar, eles têm razão. Esse tipo de comportamente tipicamente brasileiro só me faz morrer de vergonha alheia…
    e é bem o que vc falou mesmo. Tenho uns amigos que já fizeram intercâmbio; uns se integraram, foram morar com o pessoal local e tal, mas tem sempre um babaquinha ou outro que diz: “assss foi moh dahora, eu fiquei num bairro que só tinha brasileiros e bla bla bla…”

    daí eu penso: “porra, o cara foi pra lá, para supostamente aumentar seu conhecimento na língua inglesa e aprender novas culturas e fica lá só com brasileiros e falando português? não entendo”

    acho q é só vontade de gastar a grana dos pais e depois poder sair por aí dizendo que já foi para o Canadá / EUA / Austrália… lamentável mesmo…

    =*

  65. Dea Balle says:

    Nunca morei fora do país, mas já visitei Estados Unidos e Canadá.

    Nos EUA eu realmente achei a população pouco amistosa fora dos grandes centros (e nem era tão longe, sai de Miami e vai pra Key West que já é diferente), mas não era COMIGO e não era por eu ser brasileira, eles eram meio emburrados com tudo na volta. E meu inglês era um horror também, as pessoas não tinham um mínimo de paciência pro meu sotaque. Ninguém me destratou ou foi mal educado, mas também ninguém se esforçou pra ser legal -- mas ao que parece é um comportamento meio padrão com todo mundo, até com outros americanos. Não era discriminação com o meu país.

    Já no Canadá, em todos os lugares que eu fui, as pessoas foram calorosas e simpáticas. Fui pra Whistler e mesmo os meus amigos que não falam muito inglês (hoje eu falo inglês bem), mas são educados, foram super bem tratados. A gente não saia fazendo algazarra, óbvio, mas se eu sou educada no meu país por que não vou ser fora?

    Aliás, quando me perguntavam de onde eu era, eu dizia que era do Brasil e todos pareceram muito interessados, falaram que gostariam de conhecer, etc. Não teve um mísero lugar onde eu me senti maltratada/discriminada, muito pelo contrário.

    É aquela coisa, trate os outros como gostaria de ser tratado, provavelmente você receberá o mesmo tratamento. Sempre pode acontecer de achar alguém de mau humor, mas tem dias que a gente também acorda com jeito de poucos amigos. É exceção.

    Seja educado e as pessoas serão educadas com você. Bem simples, em qualquer lugar do mundo.

  66. Junior says:

    Nunca saí do Brasil mas também acho uma merda essa necessidade de aparecer. 99% dos brasileiros adora aparecer, não importa em que lugar esteja.

    Em tempo, não é papel higiênico que jogam nos estádios, é uma bobina especial pra ocasião.

  67. Dea Balle says:

    Em tempo: viajar pro exterior, só com meus amigos, que eu conheço e que eu sei que pensam como eu. No avião de volta Toronto/São Paulo, eu estava por pular no pescoço de um grupinho que cantava, dançava e gritava que tinha saudades de feijão.

  68. Sly says:

    Brasileiro é uma merda, e tenho dito. Um amigo meu foi pra a nova zelândia e teve a mesma atitude imbecil de se unir a um grupo de brasileiros e não socializar com ninguém mais. Sinceramente não entendo pra que porra alguém vai pra outro país pra ficar falando com brasileiro. Afinal, brasileiro já tem aqui.

  69. Giovani says:

    Descrição muito boa…
    .
    No intercâmbio q eu fiz, a galera fazia muita algazarra.
    Eu sempre fui mais discreto, mas se há uma coisa que eu me arrependo, é de não ter me enturmado mais com os gringos. Só ficava com os malditos brasileiros… Se pudesse voltar atrás, faria diferente.
    Vídeo de brasileiros em ônibus no Japão… hehehea:
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  70. Reh says:

    e uma vez q fui na Disney e um dos brinquedos estava pixado de caneta assim:
    AmandinhAaA^^ Jan/2003
    se eu fosse gringo, tb odiaria brazucas. a imagem q passam la fora (nao todos ofc) é de arruaceiros, baderneiros q so querem zonear e avacalhar.

  71. Wbrown says:

    Caramba, só tem intercambista comportadinho nos comentários deste post…
    Macacos, olhem para seus rabos… E digam a verdade!

  72. Leandro Augusto says:

    Cara,todo texto seu sobre intercambistas e um retrato fiel do que eu penso tambem. Nos dois meses que morei em Toronto, qualquer chance de eu achar torontonians frios e chatos foi por agua a baixo quando,no meu segundo dia la,sem saber que só dava pra pagar passagem com moedinhas, um senhor gentilmente se levantou da cadeira, colocou a moedinha na maquina, deu um sorriso e um “welcome to Canada”. Foi uma atitude fundamental pra eu me apaixonar mesmo por lá, dentre varias outras que presenciei.
    Nada mais BONITO do que a organizada marcha de pessoas por Toronto logo apos o ano novo, indo atras do primeiro metro do ano. Uma multidao nas ruas e NENHUMA algazarra digna de nota em cadernos policiais, ate porque era proibida a venda de bebida alcoolica ,por se tratar de uma festa familiar, e de fato foi uma norma respeitada. Sao um povo de educacao impar.
    Outro fato legal foi em Quebec, quando precisando de informacao pra chegar no Zoo de lá, encontro um motorista de ingles perfeito (raro em Quebec!) e que estava muito interessado por sermos do Brasil, e principalmente de Belo Horizonte, cidade que ele conhecia de nome por ser o berço do Sepultura.
    O que falta aos intercambistas é aprender a parar de querer se exibir, e passar a simplesmente deixar os encontros casuais acontecerem -- ou pq nao,ir la e puxar assunto com alguem.

  73. Leandro Augusto says:

    So um adendo ,agora que li o comentario do Rodrigo sobre o carnaval de Quebec.
    Bicho, MARAVILHOSO o caranaval lá,cai por acaso na cidade no DIA que comecava, pura sorte. Pessoal nao so se diverte,como se diverte MUITO sem precisar cair bebado pelo chao,ouvir musica de gosto duvidoso e aumentar a taxa de natalidade 9 meses depois.
    Ao Rodrigo (e a vc tb Izzy) recomendo demais ir passear em Quebec durante o Carnaval deles!

  74. Vitor says:

    Regras para um intercâmbio eficiente (incomum)

    1 -- Cidade pequena do centrão americano (falo dos EUA que são o mais padrão). Cidade grande tem ENORME chance de ter brasileiro/latino, e vira zona. Você tem de se ISOLAR da sua cultura.

    2 -- Viajar num grupo de amigos, só se forem POUCOS, tipo, três no máximo. Mas do que isso vira panela. O ideal é que cada um trabalhe num lugar diferente, que você tem mais chances de conhecerem pessoas novas.

    3 -- No trabalho, você deve se esforçar para ser o MELHOR trabalhador de todos. Se for lavar chão, é o MELHOR LAVADOR DE CHÃO DO MUNDO. Não importa que você “tenha condição” no Brasil. Se você se dispôs a ir para lá você trabalha sorrindo.

    4 -- Comer em restaurante brasileiro e McDonalds todo dia? No Cu pardal! Lá você tem QUALQUER culinária do planeta a menos de 20 dólares por refeição. Divirta-se

    5- Outlets são maneiros, mas se você foi lá mais de uma vez você é um imbecil que não conheceu nada do lugar.

    6 -- As minas americanas são gatíssimas. Pegue uma e você tem vários dias de sexo de alta qualidade. Se você ficou no estrangeiro e não pegou uma nativa você é um babaca.

    7 -- E quando você voltar pro seu país você tem a certeza que fez os gringos olharem diferente para o brasileiro, e ISSO é o que dá orgulho num intercâmbio.

    8 -- Ah é. Todo mundo lá fora tem iPod, iPad, iPhone e iPiroca. Então não exiba, você está pagando de douche, não de descolado.

    Mais alguma coisa?

  75. Raph4 says:

    O pior dos intercambistas ainda é o impacto no Brasil. Vá ser “jovem” e procurar emprego… você pode ter dezenas de cursos e experiências fodásticas, mas tem recrutador que prefere a merda do filho de papai retardado que fez o intercâmbio inútil. Eu sai da casa dos pais com 18 anos (22 hoje), e um merda que ficou um mês com amigos de terceirão fora do país é mais maduro que eu por conta disso? Claro, claro.

    Já nunca fui atrás dessa merda de intercâmbio justamente por isso, asco/receio de perder meu precioso tempo/dinheiro no país alheio com um monte de brasileiros retardados. Aí, não bastasse a perda de tempo com brasileiros falando merda (ao invés de melhorar outro idioma, pioram o português) sujeito passa lá o tempo todo dando uma de babá ou varrendo chão de fast food e “tá pronto pra vida profissional de alta competitividade” (dizem por aqui).

    Aham, Cláudia, senta lá!

  76. Michel Luiz says:

    Como já disseram nos comentários, esse comportamento não é exclusivo de brasileiro, apesar de brasileiro deixar isso de uma maneira tão evidente que chega a dar vergonha. Eu mesmo já fingi não ser brasileiro ao deparar com situação parecida. Raph4 vc faz seu intercâmbio, os retardados estarão em todo lugar, vc decide se se junta ou não.

  77. Diego says:

    Só de ver a bandeira na página inicial já me deu asco! =)

    Sou amaldiçoado por ter nascido na terra da putaria, da malandragem e da impunidade, por isso hoje em dia me considero brazileiru só no papel.

    Um bônus, olha o que os macacos fazem fora da selva:

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  78. Estou morando na Alemanha faz pouco mais de um mês agora e concordo COMPLETAMENTE com o Izzy. Sempre ouvi dizer que a xenofobia aqui era muito forte, mas é mentira. As pessoas são muito simpáticas e solícitas. Nunca encontrei um Nazi ou Skinhead (coisa que no Brasil de vez em quando acontece…). É claro que não tem aquele calor latino, porém isso de certo modo é bom. Confunde-se “frieza” com respeito ao espaço alheio.
    Os brasileiros inventam de ser patriotas só no exterior. Eu me escondo deles, porque vim para cá para ter contato com outra cultura. Eu e o meu amigo conversamos apenas em alemão.
    Os gringos têm preconceito da gente? Pelo que vi, não, mas deveriam. A repetição sempre nos ensina alguma coisa: você vê que algo acontece da mesma maneira duas vezes e já espera que na terceira seja igual. Na verdade, acho que preconceituosos somos nós.

  79. Lyncool says:

    É tenso Izzy,mas vc sabe néah!!!
    o Brasil sendo um pais tão desenvolvido e influente como ele é,os brasileiros tem mais é que se exibir mesmo!!!!
    saospokapsokapokspoakspaokspoakspoaspo
    kkk’
    brincadeira…

    Se eu fizesse um intercâmbio eu num sairia com gente do brasil por nada no mundo,mas agora vc já não precisa aturar mais pessoas assim,agora que vc tem o kidmovel

  80. Pozzi says:

    Depois que uma brasileira tentou furar uma fila de 1 (UMA !) pessoa em NY eu desisti… na hora falei bem alto : “deve ser brasileiro”, não deu outra, acertei em cheio.

  81. Darox says:

    Vergonha alheia desses playbas ,o indiano ia matar um no busão.

  82. Wladimir says:

    Brasileiros… é isso!

  83. Vitor says:

    Opa Raph4

    Concordo com você não.

    Entrevistadores SÉRIOS ligam de cara se você viajou pra torrar a grana do papai ou se ralou. Até porque ele vai fazer isso enquanto você se apresenta em inglês, vendo sua fluência.

    Daê o babaquinha que ficou no meio de um monte de brasileiro pode ter feito 300 intercâmbios e não vai adiantar nada.

    Eu trabalho numa multinacional hoje, MUITO por causa do intercâmbio que eu fiz, pago do próprio bolso, btw. O que contou não foi ter viajado, e sim COMO A VIAGEM me proporcionou experiências.

    E outra. Essa vibe de “passa lá o tempo todo dando uma de babá ou varrendo chão de fast food” é EXATAMENTE o pensamento do intercambista. Trabalho “subalterno” não conta como experiência. Um mês antes de ser contratado eu limpava banheiro do restaurante dos meus pais pra ganhar 500 reais, e fazia isso com ORGULHO. Foi o que eu disse no comentário em cima. Você pode ser diretor de vendas ou faxineiro. Mas tem de ser O MELHOR diretor de vendas e o MELHOR faxineiro.

    Peace!

  84. Del says:

    Sempre acompanho o blog, mas nunca comento (tá, sinto vergonha de mim, que seja…). Dessa vez não resisti, quis participar e concordar plenamente com você. Morei um ano fora do Brasil e, como você, não tive a menor dificuldade de encontrar colegas e me socializar com o pessoal “azedo”. Muito pelo contrário, tivemos grandes conversas sobre a cultura de cada país e trocamos muitas coisas em comum, apesar dos pesares. Também presenciei muitos brasileiros bardeneiros que se achavam com o rei na barriga, e só pude sentir nojo daquele comportamento primitivo. Realmente não entendo ONDE os brasileiros pensam que vão chegar com isso. Não faço ideia do QUE eles esperam da vida.

    Enfim, você escreveu tudo o que tava entalado na minha garganta, mas eu não conseguia expor direito.

  85. Raph4 says:

    @Michel Luiz
    Claro, tards estão em todo o lugar, mas concorda que se puder evitá-los, é melhor, não? Aliás, a dica do Vitor em escolher cidades pequenas parece ser interessante sobre isso.

    @Vitor
    Cara, talvez seja uma coisa local, eu não sei. Aqui na região de Florianópolis, onde moro, e em quase todo o sul, eu posso ler um padrão deste tipo. Entrevistadores, que se bobear, não só ‘acreditam’ nisso, como passaram por igual “festa”.
    Felizmente para você e o mercado, parece que o Sr. é um caso à parte, muito diferente do gado que viaja pra passear e dá a desculpa do intercâmbio para os pais estúpidos custearem, apenas.
    Quanto à comparar profissões, sobre os subalternos e rolar uma segregação, cabe comparar exatamente o que cada um tira disso. De acordo com o que você fala e parece acreditar, você seria o melhor faxineiro, melhor atendente de McDonalds. Será que todo mundo acredita assim mesmo?
    Aqui mesmo o pessoal trabalha empurrando com a barriga nestes empregos menores, torcendo por: a) mega-sena; b) super-sena; c) lotomania; para melhorar a vida…
    Duvido MUITO que esse povo que vai pra fora com 16~20 anos vá se preocupando. O caramba, vão lá pra juntar uns trocos e ter mais pra encher a cara fora do expediente. Se ligassem, iriam pra lá fazer o que se vê no vídeo? Na mentalidade “lá em casa eu posso até não fazer, mas aqui ninguém me conhece mesmo”..
    Não melhoram o inglês, não voltam com nenhuma história digna de algo diferente de “meu verão em ibiraquera”, não aprenderam nada, não cresceram.
    Independente se fizeram intercâmbio como faxineiros ou CEO de big business. Se o sujeito tem mentalidade de malandro, fudido e apregoado na barra da saia da mãe, vai voltar continuando o mesmo merda que foi. Não vai fazer diferença nenhuma, na melhor hipótese, vai atrapalhar gente que realmente que trabalhar, sendo selecionados nos processos e não durando um mês nas empresas.
    O fato é que este pessoal não vai para evoluir, vai pra brincar.

    Se você é um caso à parte, que bom. Mas não use a sua régua para o resto dos intercambistas. Não seja otimista demais.

    Aliás, cuidado ao comparar o mundo baseado em seus colegas (se for o caso). Se você trabalha numa grande e SÉRIA (leia-se: competente) empresa, eles não contratam qualquer um, já contratam nível que não acaba por ser escrachado em posts como este.

  86. Diones says:

    @Vitor
    De todos os cometários, o seu foi o melhor e o mais informativo, valeu mesmo.

  87. é says:

    É típico de brasileiro, essa má educação é tradicional, se você bem se lembra. Afinal, só vem pra cá nas férias mesmo, não precisa aturar esse tipo de pessoa o tempo todo.

    Em suma, fez bem em sair do Brasil.

  88. Becky says:

    Concordo plenamente com tudo o que foi dito!
    Tenho amigos canadenses (só que eles vieram para o Brasil) e foram superlegais comigo, até tinham dificuldade de se enturmar, porque eles eram todos certinhos, como eu, e viram uma escola toda louca, gente gritando, correndo no intervalo e bagunça dentro da sala. Deve ter sido traumático pra eles… hehe

    No mais, expliquei a eles que eu era uma exceção, INFELIZMENTE.

  89. Vitor says:

    @Raph

    Opa, concordamos agora. Eu não me comparo com intercambistas-padrão, até porque não me comparo com “a média” (com o perdão do pedantismo). Claro que pouquíssimos pensam assim. Eu mandei essa letra esperta pra galera porque o intercâmbio que eu fiz foi RECHEADO de intercambistas-padrão, e quem sabe não ajudo a galera a escapar dessa? E vai de cada indivíduo, certamente

    Quanto ao orgulho de trabalhar como faxineiro, não tenha dúvida: O importante é tentar ser o melhor no que faz, quer seja integrar servidores de multimídia, quer seja lavar chão 😛

    @Diones

    Às ordens capitão. Pretende fazer intercâmbio? To dando consultoria gratuita no ramo 🙂

  90. Caio Cologni says:

    Bom, li o post do Kid e boa parte dos comentários. Concordo e discordo de todos! Concordo com o Kid que muitos intercambistas tem esse espirito de porco de querer fazer algazarra em todo lugar. Mas não são somente os brasileiros! Eu mesmo tive o prazer de fazer uma ligaçao para o 911 por uma briga que teve por motivos fúteis entre árabes. Também presenciei uma “gangue” de árabes dar uma surra num brasileiro. Tudo por mulher!
    Também concordo com o pessoal ai dos post que adorou os canadenses, tenho muitos bons amigos lá, e eles são muito amáveis! Eu trabalhava em uma loja do subway e tinha um cara que era professor de artes marciais ao lado da minha loja, todo dia ia comer la aonde eu trabalhava. Sempre conversavamos bastante, e quando soube que eu era brasileiro quase pirou! O nego era fã DEMAIS do brasil. Ficava falando dos lutadores brasileiros e tal. Mesmo nao entendendo do assunto, eu conversava numa boa.
    Porém no Canadá também tem pessoas mal educadas, em uma situaçao eu estava conversando com uma canadense, e no grupo estava uma peruana. Eu nao entendi muito bem o que a canadense disse e pedi para repetir. Ela falou algo que eu entendi menos ainda. Deixei pra lá né. Depois a peruana me disse que ela me chamou de BURRO, de alguma maneira pouco usual, para eu nao entender MESMO! Isso mostra que gente educada e mal educada tem em TODO LUGAR! E não eh por isso que eu vou julgar alguem antes de conhece-lo. Rótulos nunca são bem vindos!

  91. Vinícius Ferraz says:

    UUUUUUUUUUUUUltra reprovável essa algazarra. Não tem essa de cultura não, é falta de educação total.

    Não passa pela mente egoísta das pessoas que os demais ocupantes do transporte público não apenas não têm o mesmo gosto músical, mas talvez estejam cansados, trabalhando, estudando, etc.

    De vez em quando viajo p/ apresentar artigos em congressos gringos e, pasmem, o grupo de CIENTÍSTAS brasileiros não se integram e têm o hábito desprezível de ficar conversando APENAS em português no meio dos gringos que gentilmente tentam se integrar. Puta que o pariu!

    Desprezo este comportamento. Quando vc não está na sua casa, tu deve se resignar e ponto final.

  92. David Nery says:

    Izzy, acabei de chegar de uma viagem aos Estados Unidos e este tipo de comportamento não é exclusivo dos intercambistas que estão no Canadá.

    Antes de embarcar, os atendentes da companhia aérea pediram que os passageiros que estavam sentados a partir de determinada fileira aguardassem um pouco, pois o pessoal da manutenção estava resolvendo um problema no avião. Até aí, nada demais.

    Minha poltrona não era uma destas fileiras, logo efetuei o embarque normalmente e fiquei aguardando tranquilamente a decolagem.

    Na fileira de poltronas atrás da minha tinha uma família de brasileiros vindos da Disney, provavelmente. O pai da família, que é quem deveria dar o exemplo, era o que mais estava, digamos, irregular.

    Primeiramente, a aeromoça toda hora pedia para os passageiros e diretamente para este pai que permanecessem sentados até que o problema das fileiras “interditadas” fosse resolvido e os passageiros destas poltronas se acomodassem no avião sem virar tumulto. Este pai, mesmo com os avisos da aeromoça, tornava em ficar em pé, bloqueando o corredor.

    Foi chamado a atenção diversas vezes pela aeromoça, continuava a ignorar suas advertências e ainda ficava reclamando que “só levava esporro da aeromoça”.

    Além disso, ignorando totalmente o aviso das poltronas interditadas, ficava incentivando as filhas a pularem para estas poltronas para ficarem mais “confortáveis”, uma vez que, na sua cabeça, por elas estarem vazias era sinônimo de lugar vazio. Quem segurou a onda das meninas foi a mãe, que falou pra elas esperarem as portas da aeronave fecharem para aí sim irem para as poltronas vazias, o que acabou não acontecendo, pois o voo estava lotado.

    Outro comportamento deplorável que vi no avião proporcionado por brasileiros, evidentemente: quando o banheiro da aeronave estava em uso, um aviso luminoso bem legível na parte superior do corredor diz que o lavabo está ocupado. Ou seja, quando o aviso apagasse, aí sim, você levantaria de sua poltrona para então ir ao banheiro, correto?

    Pois é, mas, o que os brasileiros fizeram? Após os comissários de bordo terem servido o jantar e recolhido os pratos, os brasileiros, ignorando por completo o aviso de que o banheiro estava ocupado, simplesmente se levantaram da poltrona e fizeram uma fila considerável bloqueando toda a circulação do corredor.

  93. Maluzera says:

    Verdadeiro seu post…
    Muito engraçada sua observação sobre vc mesmo “baixinho gordo feio nerd e ruim nos esportes” Hehehe
    Tudo de bom em sua vida!

  94. angela says:

    Adorei adorei, texto, pode acreditar filhinhos de papai são os piores

  95. Celso says:

    Vejam esse video de brasileiros em Ibiza.

    2 minutos pra frente os caras “tentando” chavecar as mulheres

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    queimação total do nosso filme e ainda andam com a bandeira brasileira, parecem estupradores!

  96. wilker says:

    saudades do tempo em que um texto do seu blog era dividido em: 80% texto, 20% comentários, pq hoje em dia tá complicado, um post por mês em que os comentários ocupam mais espaço na página do que o próprio texto.

    Não foi uma reclamação nem nada, apenas um desabafo de alguém que gosta do blog

  97. Dennis says:

    Babaquice não é um produto exclusivamente “Made in Brazil”. Troll nem é uma palavra brasileira, por algum motivo. O Kid foi claro quando restringiu a coisa a INTERCAMBISTAS. Tem muita gente boa que vai pra fora, sem duvida.
    Entendo que a constante pagação de pau nesses comentários venha da vontade de ser um desses filhos de papai que consegue ir pro Canadá. Mas enfim… Não generalizemos a filhadaputice a todo brasileiro, que nós temos gente boa por aqui também… No mais, boas dicas do Kid, Vitor e Raph4.

  98. Nath says:

    Haha… eu imagino pelo que o intercambista japones que veio pra minha escola deva estar passando. Minha escola é o inferno… tipo zona, bagunça… e os brasileiros não respeitam ninguem mesmo, bando de acéfalos…
    bom texto izzy!

  99. kikolino says:

    Concordo com tudo que foi dito no texto acima com excessão do papel higiênico jogado no começo da partida de futebol no ínicio do jogo. Não tem nada haver. Isso se faz em vários campos de futebol do mundo, somente para dar um efeito visual, do mesmo modo são os fogos de artifício e a chuva de papel picadado. E nem sempre é papel higiênico. Em alguns casos são rolos de papel coloridos exclusivamente para com esta finalidade.

  100. CCCC (Discípulo) says:

    Kid viado, vai morrer de tanto Google “la bombonera” dentro do cu.

  101. Joao says:

    Se souber algum aparelho que estoure alto falantes de celulares, por favor me fale!!!!

  102. mms says:

    Kibe, lá na espanha o povo tb tocava musica sem fone nos trens, e nem eram brasileiros….

  103. Eu concordo com você, em partes. Pois ainda acho que não se deve generalizar nada… eu estou fazendo intercâmbio e nunca pensei nisso, pelo contrário, pensei antes de chegar, mas depois que eu experimentei um pouquinho da cultura deles, mudei completamente meu modo de pensar… Eu admiro muito eles por ter esse comportamento. Algo que eu sempre odeio em alguns brasileiros (principalmente povão) é esse tipo de coisa, enche o saco.

  104. Rafael says:

    Concordo com o Dennis. Teve gente aí que se empolgou nos comentários e generalizou o assunto.

  105. Luís Carlos says:

    Pois é Sr. Kid, como diria Forest Gump, “Idiotas fazem idiotices !”.

  106. Sr. Coisinha says:

    Bando de retardados ficam nos comentários repetindo o que o Kid já esclareceu: nem todo intercambista brasileiro é assim, só a maioria.

  107. Taina says:

    O pior é que não aprendem nada do país que visitaram.

  108. A. JU2NIOR says:

    Kid, primeiro minha expressão não é contrário a sua, mas vamos lá expor meu pensamento sobre isso.

    Assim como o uso da burca nos países asiáticos é uma “afronta” aos olhos dos ocidentais, assim como o fato de um homem vir ao ocidente trazendo 5 esposas, assim como o costume de cuspir no chão (onde quer que estejam) dos chineses, tudo tem seu lado CULTURAL.
    Por culturam entende que isso faz parte da cultura do seu país, aquilo que se aprende dentro de casa e passa a se praticar na rua.
    O povo brasileiro é um povo alegre e expansivo por natureza, chega ao ponto de parecer em dadas ocasiões, que “quer aparecer”. Mas na realidade nem sempre é assim.
    Concordo que essas atitudes podem desagradar alguns, ainda mais pelo fato de que o “invasor” deve ao menos respeito ao “invadido”.
    Eu já fui intercambista no Canadá e vi muito disso entre os espanhóis, muito mais exacerbadamente que os brasileiros, o que me enojou
    Enfim, na minha opinião, também sou do time que opta (sempre) pela educação discreta!
    See ya…

  109. João Luís says:

    Algumas considerações:

    1º)Quem gasta uma grana para passar um tempo estudando em outro país, e quando chega lá só anda com Brasileiros É BURRO PA BOOOOSSSSS….

    2º)Nem todo intercambista é assim…infelizmente 95% é.

    3º)Norte Americanos são mais “frios” que brasileiros. O que não significa que são anti-sociais, mal educados, insuportáveis e que vão ignorar os imigrantes. Assim como os Colombianos são muito amigáveis que os Brasileiros.

    4º)Esse povo tem que entender que eles tem que se adaptar à cultura e tradições locais. E não o contrário, afinal eles pagam pra isso.

    5º)O visto pro Canadá nem é tão difícil assim (trabalho com intercâmbios).

  110. Agnaldo says:

    Brasileiro no geral é uma merda mesmo.
    Mas se eu tivesse que viver fora daqui
    com certeza seria na Alemanha.

  111. Skooter says:

    Passei 3 meses em Edmonton e tive bem pouco contato com brasileiros. Só mesmo no futebol do fim de semana, e ainda assim jogava gente de vários países e o idioma “oficial” acabava sendo o inglês. Na universidade me integrei em um grupo onde eram todos canadenses sem o menor problema, nunca me trataram de maneira diferente. Nunca fiz questão de dizer que era brasileiro, obviamente cedo ou tarde percebiam que eu era de fora por causa do sotaque (por algum motivo que desconheço achavam que eu era francês ou algo parecido) e aí perguntavam. Quando respondia que era brasileiro sempre se esforçavam para serem simpáticos, lembrando do futebol brasileiro, etc.

    Nunca vou dizer que canadenses são frios ou preconceituosos, talvez um ou outro até seja, como em qualquer lugar do mundo, mas a grande maioria não é. Sinto até falta de comer churrasco de hamburguer e salsicha com o pessoal canadense que agora só vejo no Facebook. 🙂

    E não acho que seja o tempo que a pessoa passa no exterior que vai definir isso, é o comportamento. Uma pessoa pode ficar uma semana no exterior e ter uma experiência melhor do que quem ficou meses.

  112. Felipe says:

    Poisé, tenho vários, mais de 30, eu acho, amigos que já fizeram intercambio (Australia, US, Canada e NZ). E eu sempre ouço a mesma coisa, um ano de vagabundagem, putaria e zona. E os conselhos de quem foi pra quem tá indo sao os mesmos: “Faça lá tudo que vc nao faz aqui”. Daí vira essa idiotice, brasileiro parecendo retardado pros outros.

  113. gaúcho says:

    O Canadá é o refúgio de quem não consegue visto americano. Por isso essas atitudes de classe C.

    Certa vez voltava de NY para o Brasil. O vôo era da Air Canada e faria escala em Toronto. Era próximo do natal e o vôo atrasou duas horas para sair de Toronto, apenas para que todos os brasileiros se acomodassem.

    Eu fiquei muito puto. Tinha gente que levava presentes pra família toda na bagagem de mão. Conversavam alto e não sentavam-se nunca.

    Já morei na Austrália, passei um tempo em Londres e hoje moro nos EUA. O lugar que mais tive contato com brasileiros foi na Austrália. Mas o pessoal de lá tinha um pouco mais de noção. Não eram vergonhosos, embora sempre role um ou outro que queira dar uma de espertão. Aqui nos EUA eu tenho convívio apenas com dois brasileiros.

    Mas realmente me senti mal de estar naquele vôo cheio de brasileiros residentes em Toronto.

  114. Lana says:

    Izzy, acho que você errou. Não são intercambistas filhinhos de papai, são MARMANJOS, e quando eu digo “marmanjo” é gente de 30 anos pra cima querendo pagar de meninão.

    Esse vídeo aqui é a continuação do que você postou: rel="nofollow">

    Só os vovôs tocando a zona no ônibus. Lamentável.

  115. aylla says:

    Pois é, isso também se aplica à certos imigrantes, depois meus pais ficam reclamando que não tenho NENHUM amigo brasileiro por aqui. Ô raça!

  116. ciberdek says:

    Eu ando pensando seriamente em cair fora do Brasil depois da eleição da Dilma…

  117. Juri says:

    “6 – As minas americanas são gatíssimas. Pegue uma e você tem vários dias de sexo de alta qualidade. Se você ficou no estrangeiro e não pegou uma nativa você é um babaca.”

    Hahahahaha… Como se a mina ser “gatíssima” é garantia que ela faça sexo de alta qualidade…

  118. gustavo klein says:

    eu vou ser bem sincero cara: eu tou bem aqui no Brasil. aliás, mto bem. e é ótimo poder enriquecer aqui e não ter que ir pra outro país. até pq eu odiaria ter que fazer intercambio ou morar em outro país por smplesmente detestar estar em outro país e ter q ver a cara de um estrangeiro em seu prório país. outro pais é só e apenas turismo mesmo! e estrangeiros são só aqui na minha casa comendo na minha mão!

  119. dino monster says:

    putzz as pessoas tb confundem frieza com algumas risadas descontraidas…querem q o cara seja uma completa mumia no Canadá. tb nao dá né?! então manda fazer uma tumba em algum ponto conhecidissimo da cidade e voilá. enjoy your tumba

  120. Gustavo Henz says:

    Ainda bem que aqui não costumo ver esse tipo de comportamento, vindo de brasileiros.
    Mesmo que seja uma questão cultural, a educação vem do berço.

  121. Myla says:

    Preciso me mudar pra aí, porque aqui tá tenso, viu.

  122. Marcão says:

    Estou pensando em fazer intercâmbio para o Canadá, mais precisamente para Toronto… e estou pensando seriamente em ir para outro lugar onde tenha poucos Brasileiros… Ou ir para o Canadá e evitar todo e qualquer Brasileiro…

  123. Issue says:

    Tem que ser praticamente impossivel viu?

  124. Aramati_ says:

    [Vergonha alheia mode on] Não quero nem imaginar o q otakuzinhus pertubados fariam no intercambio, q bom q nao costuma ter caravana internacional XD

  125. Ivsucram says:

    Realmente isso existe, mas não é exclusividade dos brasileiros.

    Moro em Taiwan à 1 ano e na minha cidade dá para contar na mão o número de Brasileiros que tem aqui (já na capital, Taipei, existem muito mais). No geral, nós Brasileiros somos bem reservados por aqui (minha cidade é mais famosa por ter um alto número de engenheiros por conta das empresas de tecnologia como ASUS, ACER, THC, Foxcoon, TSCM e outros, então no geral é normal vermos que os estrangeiros presentes aqui também são mais tímidos ou reservados).

    Na verdade os países que mais se mostram de apresentar esse tipo de comportamento por aqui são Indía (existem muitos indianos por aqui, muitos deles vem para completar um semestre na faculdade e geralmente são bem novos, na faixa de 18 à 20 anos) e alguns países europeus (alguns países fazem mais baderna do que outros, mas geralmente é quando se juntam. Não quero generalizar, mas o maior grupo europeu aqui é formado por Austríacos).

  126. Joao Pedro says:

    Sou intercambista na Alemanha , gosto demais dos Alemaes ,das duas escolas que frequentei foram e estao sendo muito e muito gente boas comigo . Só acho chato toda essa raiva e generelizacao , tem um monte de babaca por aí isso é verdade ,em todos os lugares

  127. Carlos Alberto says:

    Dahora sua opinião sobre isso.kkkkkkkk

  128. Carol Manson says:

    Na verdade quem me pareceu preconceituoso, foi você lol.
    Eu não sou estudante, vim para Toronto batalhar como muitos brasileiros, filhos de pais pobres, que não tem dinheiro para bancar escolinha e festinha.

    Eu não sei onde você mora, mas aqui em Toronto, todo mundo conversa nos transportes públicos normalmente.

    Quanto ao que você descreveu, não é uma questão cultural, mas sim de educação, onde eu trabalho, por exemplo, tem uma chinesa que TODO DIA faz questão de colocar a música chinesa dela para todo mundo ouvir (e olha, ela não é br e nem estudante).

    O bom -- e o mau -- de Toronto é que é uma cidade extremamente multi-cultural, e com isso eu já tive experiências boas e ruins com todo tipo de ‘raça’ a ponto de chegar a conclusão que não é a nacionalidade ou circunstância que a pessoa se encontra, mas sim a EDUCAÇÃO que essa pessoa teve, seja ela br, pt, estudante, imigrante…

  129. Heloísa says:

    Eu vou para o Canadá fazer intercâmbio de 1 mês, e mesmo que eu nunca tenha saído do país me senti muito ofendida com esse texto, porque tenho certeza de que nem todos são iguais como você diz. Eu estou trabalhando e guardando todo o meu salário só para poder fazer esse intercâmbio, portanto não sou nenhum filhinho de papai e o pessoal que vai comigo também está fazendo o mesmo. Além disso eu nunca teria essas atitudes, e também nunca pensei que os Canadenses fossem frios, pelo contrário, sempre me falam que eles são super legais. Acho que você está mais mal educado que os próprios intercambistas, chamando de “macacos” pessoas do seu próprio país, pessoas que são acostumadas, sim, a conversarem dentro de locais públicos. É claro que alguns atitudes são desrespeitosas, mas isso não te dá o direito de sair generalizando e chamando todos de “macacos e filhinhos de papai”. Até parece que a única “raça” que presta pra você é a dos nerds… mas nem vou falar nada, porque tenho muitos amigos nerds, e também vou chegar ao seu nível e ficar xingando. Porque não sou nenhum “filhinho de papai sem nada na cabeça”. Vou para o Canadá aperfeiçoar o meu inglês pra eu possa ter um futuro melhor depois que eu me formar na faculdade. Não vou para o Canadá para fazer bagunça e nem para ficar dizendo aos berros que sou brasileira, mas eu não teria vergonha de dizer isso, porque eu sou, sim. Assim como todos vocês, mas parece que vocês, sim, é que têm vergonha de dizer isso.