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3 fenômenos científicos interessantes pra você explicar no bar e parecer inteligente

Postado em 9 November 2012 Escrito por Izzy Nobre 63 Comentários

Olá macacada bonita. Supondo que você não é o Batman, como vão vossas famílias? Estão prontos para o Natal?

Desde que eu era moleque ouço pessoas dizendo que sou muito inteligente. O que é uma interpretação completamente errônea da realidade, a propósito: eu passei o ensino médio inteiro sem entender o que era um mol, por exemplo. Uma vez quando eu tinha 10 anos eu tentei ligar pro meu próprio telefone, imaginando como seria conversar comigo mesmo, e fiquei decepcionado quando a ligação deu sinal de ocupado (“quem é o viado que está usando o telefone e interrompendo meu experimento?”). E uma vez eu tentei namoro a distância.

Como você pode ver, sou réu culpado de inúmeras imbecilidades; porém a impressão que muitas pessoas ao meu redor tem é que sou inteligente, o que me leva a acreditar que a aparência de ingeligência talvez seja um substituto adequado à real intelectualidade. Mas a pergunta que você talvez tenha é: como seria possível simular inteligência…?

Simples: aprendendo trivialidades aleatórias e jogando-as aqui e ali quando o assunto é relevante.

Sou um leitor ávido do IMDB, TVTropes, Wikipédia e outros redutos de valor acadêmico equivalente a um Almanaque de Férias da Turma da Mônica. Enquanto essas leituras não me imbuem de real inteligência (pelo menos eu, ao contrário de muitos outros nerds de internet, reconheço isso), o conhecimento sobre cultura popular que eles garantem serve como uma perfeita forma de simular sabedoria.

E recentemente aprendi sobre alguns fenômenos curiosos que gostaria de compartilhar com você. Com eles no bolso, você provavelmente será capaz de impressionar seus amigos na faculdade, e a partir daí são ELES quem pedirá cola nas provas pra VOCÊS.

O Efeito Naja

Deixa eu explicar logo esse falso cognato. O nome deste efeito em inglês é “Cobra Effect“; entretanto, “cobra” em inglês não significa o nosso “cobra” (isso seria snake); “cobra” em inglês significa naja. Portanto, Efeito Naja.

E COBRA era também a primeira empresa de computadores onde meu pai trabalho!

O termo aplica-se a “soluções” que acabam piorando o problema. A origem da expressão é curiosa (embora relativamente anedótica): durante o período colonial britânico na Índia, o governo resolveu oferecer uma recompensa por najas mortas pra tentar controlar a população deste réptil mais perigoso que uma Tartaruga Ninja dirigindo bêbada.

(Não vou nem pesquisar pra averigurar que tartarugas são de fato répteis, tamanha é minha convicção. Eis aí outro truque pra simular inteligência: fale tudo com total confiança)

Só que os colonos, exibindo um jeitinho indiano expert, passaram a CRIAR AS COBRAS pra lucrar mais com a recompensa. Os britânicos descobriram a espertalhice dos indianos e cancelaram o Bolsa Naja.

E como resultado os criadores soltaram suas cobrinhas (agora “inúteis”) no mato. Ou seja: a Inglaterra gastou dinheiro e acabou com MAIS najas do que quando começou com o programa.

Sinta-se à vontade pra adotar a nomenclatura do efeito para todas as soluções retardadas que seus chefes sugerem no dia a dia. E já que estamos falando de chefes…

O Efeito Dunning-Krueger

Olha, eu sou um dos raros que gosta de seus chefes e colegas de trabalho. Entretanto, é irresistível ver o efeito Dunning-Krueger como tendo sido bolado exclusivamente para descrever a dinâmica trabalhística. Aliás, se aplica pra vida acadêmica também. Aliás, se aplica pra TODAS AS ESFERAS DA SUA VIDA.

O efeito Dunning-Krueger é uma falha cognitiva que faz pessoas realmente proficientes duvidarem de suas próprias habilidades; como experts, eles sabem que toda situação é mais profunda e complexa do que às vezes aparenta. Esse conhecimento os deixam em alerta (o que potencializa sua capacidade de resolver problemas), mas também os fazem achar que não são aptos para a tarefa.

Em contrapartida, o mesmo efeito descreve a maneira como gente paspalha se sente confiante de si mesmos justamente por não compreender inteiramente a situação em que eles estão inseridos. Por se achar perfeitamente aptos pra resolver um problema, o indivíduo acaba omitindo ou ignorando detalhes que um sujeito menos seguro de si mesmo teria percebido.

O fenômeno também é conhecido como “Efeito Downing” quando usado para descrever QI especificamente. Trocando em miúdos: se você se acha inteligente, você é burro. Se você se acha burro, você é inteligente.

O fenômeno Baader-Meinhof

Este aqui é inicialmente tão intrigante que beira o sobrenatural. O fenômeno Baader-Meinhof é um de muitos efeitos de falha cognitiva (embora não popular o bastante para ter sua própria página na wikipédia, aparentemente) cujo aprendizado melhora notavelmente a maneira como você percebe e interpreta certas “coincidências” da vida cotidiana. Aliás, leia essa página inteira sobre o assunto, porque vale a pena. Confie em mim.

Você alguma vez leu uma informação e pouco tempo depois viu-se numa situação em que a tal informação tornou-se relevante? Por exemplo: imagine que você acabou de pesquisar sobre o diretor de De Volta para o Futuro. No dia seguinte na faculdade alguém pergunta quem dirigiu a série, e você responde sem titubear “oras, foi o Robert Zemeckis, claro!”

Mas que incrível coincidência, não é? Você ACABOU de ler sobre o assunto, aprendeu algo novo, e pouco tempo depois o tema tornou-se relevante e você pôde mostrar seu novo conhecimento (e pagar de inteligente com uma mera informação trivial, que é todo o tema central desse texto).

O que acontece é o seguinte: seres humanos são experts em notar padrões. A alguns desses padrões demos o nome de “coincidência”, que é o termo que define um evento com (às vezes aparente) baixa probabilidade de acontecer. No caso, ler sobre quem dirigiu um certo filme, e ser perguntado exatamente isso alguns dias mais tarde.

Acontece que isso é uma forma de falha cognitiva. Você está temporariamente esquecendo de todas as inúmeras outras interações em que ninguém citou De Volta para o Futuro. Quando alguém finalmente o cita, fica a impressão de tratar-se de um evento improvável. Mas nem é o caso.

E confirmando a profecia desse fenômeno, quanto você quer apostar que nos próximos dias você se verá usando um dos fenômenos que você acabou de aprender nesse texto pra explicar algo pra alguém?

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comments

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About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

63 Comentários \o/

  1. Bruno Guedes says:

    Eu sempre leio textos/assisto vídeos/ouço podcasts fazendo “Comenários do Diretor”, mas no final das contas eu esqueço ou tenho que filtrar pra não fazer meu comentário ficar do tamanho do texto original. Então vejamos…

    “Supondo que você não é o Batman, como vão vossas famílias?”

    Sacanagem, mano, e se for um super-homem? Muito insensível da sua parte. 😛

    “O Efeito Naja”

    Estou tentando lembrar onde aconteceu algo semelhante há pouco tempo, mas com ratos. Ou ainda não aconteceu, mas vai acontecer. Acho que África do Sul. Acho que foi o Cardoso que escreveu sobre, aliás.

    “O Efeito Dunning-Krueger”

    Vale mencionar que isso explica basicamente boa parte da introdução do texto sobre ilusão de inteligência e tals. 😛

    Also: “Se você se acha burro, você é inteligente.” Sócrates explica.

    “O fenômeno Baader-Meinhof”

    Além disso, a dissonância cognitiva ocorre quando nunca lembramos de quando o fato coincidente aconteceu antes de causar uma coincidência, i.e., quando alguém menciona De Volta para o Futuro antes de você ter lido quem era o diretor. É o tipo de coisa que cria superstições, aliás.

    (Esse S no meio de superstição sempre me incomoda, aliás. Mas isso não tem nada a ver com nada. :P)

    Fica só faltando dizer que é um bom texto. Agora não falta mais. 😀

  2. Ana Paula says:

    Muito bom Izzy, adoro teus textos!

  3. Veterinário says:

    Sou médico veterinário e trabalho com alguns auxiliares (que sequer possuem o ensino fundamental completo). Devido à rotina, eles acabam aprendendo algumas técnicas e procedimentos.
    O efeito Dunning-Krueger nesse caso é assustadoramente presente. Tão presente que, muitas vezes, na cabeça deles, eu não sei de nada e estou aprendendo com eles. É impressionante!
    Não sabia que existia nome pra isso… mas vivencio isso quase que diariamente!

  4. L. Renato says:

    Essa semana mesmo eu estava “notando” esse fenômeno Baader-Meinhof. E agora vc me vem com esse texto. Olha só que oportuno… ou não?

  5. Newton S. says:

    Muito bom o fenômeno Baader-Meinhof haha

  6. O último efeito (baden baden-smirnoff ou algo assim) pode ser encaixado melhor como subset do confirmation bias:

    http://en.wikipedia.org/wiki/Confirmation_bias

  7. O efeito Baader-Meinhof smp acontece qndo leio seus tweets, da vez que vc estava falando sobre colocar 1milhão no banco e deixar render 5mil e tbm de colocar o e-mail como uma senha, me ajudaram bastante a se destacar na aula.

  8. Panda says:

    O Bader-Meinhof acontece com certa frequência comigo, principalmente quanto ao uso de palavras, sempre que aprendo uma palavra nova, ela torna-se muito mais comum no meu cotidiano, dias depois vejo ela sendo usada na TV ou na internet!

  9. Também conhecidos como “Vieses Cognitivos”.

    Um viés que acho bem interessante é o viés de autoridade (não sei o nome “científico” dele. Mas o google está ai…). Esse é bem normal na internet.

  10. Vale lembrar da diferença entre CONHECIMENTO e SABEDORIA.
    Conhecimento é saber que tomate é fruta. Sabedoria é não colocar tomate em salada de frutas.

  11. Alexandre Jones says:

    Sobre esse ultimo: ele tem a ver com uma coisa que a psicologia chama de consciência intencional. É a mesma coisa que acontece quando você aprende uma palavra nova e começa a ouvi-la em muitos lugares. A palavra não esta sendo usada mais, é você que, por agora conhecer aquela palavra conscientemente, começa a perceber o seu uso. Tudo coisa do psissico hehe

  12. Leonardo says:

    exemplo do Baader-Meinhof:

    em 2004, quando estava estudando inglês no Canadá (eufemismo para vagabundear, como este blog bem atentou no passado), foi me ensinado a expressão “you look like a million bucks: .

    Achei essa expressão um tanto inútil, porque nunca a tinha ouvido da minha vida inteira até aquela aula. Pois no dia seguinte eu ouço isso de um casal ao lado na estação de metrô…

  13. Fabio says:

    Esse negócio do Efeito Naja já aconteceu no Rio de Janeiro no começo do século XX. A prefeitura queria limpar a cidade e deixá-la no padrão europeu e uma das medidas que eles tomaram foi comprar ratos, oportunidade excelente pra galera exercer a filhadaputice de criar algumas ninhadas e descolar um troco pro biscoito globo.

  14. alpha says:

    O fenômeno Baader-Meinhof

    isso acontecia comigo direto com a lingua inglesa. eu tenho contato com a lingua quase que diariamente há uns 10 anos. algumas vezes eu escuto uma palavra que nunca ouvi na vida, no mesmo dia ou alguns dias depois eu ouço de novo e fixo a palavra. de uns anos pra cá a frequencia vem diminuindo porque meu lexico de ingles coloquial está bastante desenvolvido mas era direto!

  15. Creyto says:

    O fenômeno Baader-Meinhof aconteceu hj mesmo numa reunião!
    Citaram uma reportagem e logo meu parceiro comentou a mesma. Após a reunião disse q por acaso viu tal revista. Foi um puta dum alívio…

  16. Julio says:

    Eu também leio muito a internet (a.k.a. sou um desocupado que perde horas da vida adquirindo conhecimentos inúteis), então já conhecia os dois primeiros fenômenos.
    Porém não sabia do terceiro, mas e agora que eu li seu texto eu percebo como ele acontece direto comigo.

  17. ruan says:

    finalmente entendi a musica baader meinhof blues do legião urbana. \o/

  18. Tuany says:

    Eu venho percebendo o efeito Baader-Meinhof há alguns meses, mas não sabia que havia um nome pra isso.
    Enfim, eu percebi que isso acontece com pessoas também! Se você frequenta sempre um lugar em que muitas outras pessoas também frequentam (escola, faculdade), acaba não conhecendo todo mundo. E quando percebe uma pessoa que nunca havia visto antes, começa a perceber ela direto. É engraçado isso…

  19. Fábio says:

    Teu pai trabalhou na Cobra? Blz! em que período? trabalhei lá de 84 a 88… Que q ele fazia lá?

  20. @Rivoquadril says:

    Não sei se é efeito Baader-Meinhof, mas sabe quando sua namorada de adolescência atrasa a menstruação e de repente você começa a ver 5 mil grávidas por m²? Hahaha aconteceu algumas vezes comigo.

  21. cristiano says:

    A violência é tão fascinante e as nossas vidas são tão normais ….

  22. luix10 says:

    Kid, esse efeito Baader-Meinhof se parece muito com o fenômeno Cisne Negro (note que falo do livro, não do filme com a deleitosa cena lésbica entre Natalie Portman e Mila Kunis)

  23. Paulo Penante says:

    O efeito Dunning-Krueger acontece muito comigo kkkkkk, eu tenho um grande mal que é o pessimismo, o que “agrava” esse efeito. Me acho incapaz de fazer muitas coisas, e muita gente diz coisas do tipo “não cara, tu és capaz” e eu “não, eu sou muito burro pra conseguir fazer uma coisa dessa” e sempre me respondem falando que sou inteligente kkkkkk. Coisas da vida.

  24. Caio says:

    Izzy, conhece o Now I Know?
    É uma newsletter criado por um cara viciado em trivialidades que te envia uma por dia, acho bastante interessante e direto me pego vendo os Archives..

  25. Pedro Mota says:

    Minha mãe sempre teve pouca afinidade com tecnologia e sempre falava que era uma “bruxaria”, eu passei a usar a expressão na internet

    Um mês depois todo tipo de site de memes tinha a frase “Que tipo de bruxaria é esta?”. Por uns 2 dias pude jurar que eu tinha criado uma frase de internet nova, mas hoje em dia percebo que deve ter 1049130 pessoas usando o termo bruxaria pra definir algo que não entende.

  26. Diones Reis says:

    E eu achava que Baader-Meinhof era só uma música do Legião Urbana… 😀

  27. João says:

    O que o efeito Baader-Meinhof tem com Andreas Baader e Ulrike Meinhof da guerrilha alemã?

  28. Barbra says:

    O Baader-Meinhof é conhecido também com New Achievement.

  29. Vinicius Santana says:

    O Efeito Baader-Meinhof acontece sempre comigo, diria que no mínimo uma vez por semana.

  30. Fylippio says:

    eu me acho burro…e sou burro =)

  31. OINILP says:

    Este último efeito Baader-Meinhof, tem um efeito ao contrário, que não sei o nome, o qual consiste em, por exemplo: Você acha que tem poucos carros verdes fluorescentes nas ruas, ai vc compra um carro verde fluorencente, e do nado aparecem vááários carros da mesmo cor. Ou vc nunca havia escutado que a capital do Quirguistão é a Bichkek…e do nada vc vê noticias em sites, tv ou até mesmo um livro que se passa em Bichkek. Isto se dá pois o cérebro dá um START pra determinadas coisas que vc ouvia ou via, mas não eram importantes, e agora são! Antes vc não tinha um carro verde, ou conhecia a capital, vc via o mesmo número de carros e citações sobre Bichkek mas não reparava, agora repara!! Alguém já teve este tipo de experiência??

  32. Almeida says:

    Quide, veja que estranho, esses dias mesmo estava estudando sobre Baader-Meinhof, mas um totalmente diferente.

    Sou aficionado em história, e logo no pós-segunda guerra mundial, emergiu na Alemanha um grupo terrorista chamado Baader-Meinhof. A música do Legião Urbana, aliás, que tem tanta gente aí comentando, relaciona-se ao grupo terrorista, não ao efeito.

    Logicamente, existe alguma relação entre o efeito e o grupo, só não consigo enxergar qual é. A questão é que o grupo veio antes do efeito ganhar este nome, afinal, o grupo é assim chamado em decorrência dos seus dois “cabeças”, Andreas Baader e Ulrike Meinhoff.

    O que é absolutamente estranho é o fato de que eu li sobre esse efeito pensando exatamente “cacete, ao invés de estudar, estou lendo sobre isso que COM CERTEZA não cairá em nenhuma prova, mas é tão interessante que lerei anyway”, e tu vem falando JUSTAMENTE sobre essa situação.

    Será que o cara que estudou o efeito também havia lido sobre o grupo alguns dias antes e decidiu assim nomeá-lo?

  33. Almeida says:

    OBS.: Ironicamente, o tal Efeito Naja também poderia ilustrar uma situação ocorrida no Brasil.

    Durante a Reforma Pereira Passos, no início do Século XX, o Estado começou a comprar ratos, pois estudos diziam que eles eram os causadores da maioria das doenças que assolavam o país na época. Os brasileiros, como era de se esperar, começaram a criar ratos em suas casas.

    Parece menos distante da nossa realidade imaginar um Efeito Rato a um Efeito Naja. Coisa de país tropical.

  34. Murdock says:

    Li esse texto semana passada e acabei de ver um post (até antigo) no Meio Bit contando um Efeito Naja (com ratos) na África do Sul.

  35. Philipe says:

    Esse último fenômeno realmente me deixou intrigado, sempre acontece isso comigo. Por exemplo, você começa a gostar de uma nova banda e daqui a alguns dias você nota na trilha sonora de algum filme uma música dessa banda.
    Muito bom o texto, sempre gosto dos seus textos sobre essas curiosidades.

  36. @Andropovbr says:

    semana passada li sobre o Hunter Moore no HBDia, isso foi relevante pra eu entender a reportagem. Antes eu nem fazia ideia de quem era o cara, haha. http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI6352447-EI12884,00-Site+mais+odiado+da+web+vai+voltar+promete+fundador.html

  37. Fabricio says:

    Os mestres indianos tem a solução para acabar com o efeito dunning-kruger… Primeiramente o discípulo não pode perguntar nada ao mestre, é justamente ao contrário, o mestre é que pergunta ao discípulo (Ex.: mestre, como faço este serviço que você me ensinou, mesmo? (sic)) neste caso a resposta do mestre seria um tapa na orelha do discípulo e a resposta: Se você não sabe fazer deixa que outro discípulo faça! Ou outra resposta seria: Como você acharia melhor fazer? Sem ficar argumentando e discutindo com o discípulo o procedimento… pois o mestre sabe, quem não sabe é o aluno.

  38. leandro2litros says:

    cara uma vez no trabalho tinha um cara falando de certo assunto que eu não fazia a minima ideia do que era!!!!meus amigos ficavam olhando e como eu não entendiam nada tambem,ele viu que ninguen tava entendo ai ele falou;vcs podem não terem entendido mais o leandro entendeu!!!!fiquei calado na minha deixando ele achar que eu era inteligente!!

  39. […] seu agressor, levando-o ao chão em nanossegundos e servindo de um exemplo visual do fenômeno Dunning-Krueger em ação: o indivíduo que se achava tão apto a resolver diferenças por intermédio de […]

  40. Milba says:

    Oiê, gente! Alguém aí já viu o que esse homem faz? (O currículo dele: || Instrutor de LÓGICA ESTRUTURAL DO ESPAÇO || Agora, vc Kid, acha que seus leitores podem ou não perder ISSO AQUI:
    http://pedacinhosdeliciososdosaber.blogspot.com.br/2012/10/sugus-saborosos-do-saber-uma-leitura.html
    E esse achei procurando por QI e Intuição (não é qualquer coisa não):
    http://geneklyss.blogspot.com.br/2010/03/qi-sexo-intuicao-reflexao.html

  41. Israel Del Duque says:

    Eu meio que ~sofri~ o fenômeno Baader-Meinhof essa semana. Estive nos últimos três dias fazendo pesquisas sobre o Egito Antigo para um conto que estou escrevendo (parei de escrever pra ler esse post ^^). E durante esses 3 dias pipocaram na minha frente coisas sobre arqueologia ou sobre o Egito Antigo. Coisas que acabei contestando, porque eu já sabia e vi a informação errada.

    Mas no fim das contas, acho que só estou paranoico mesmo.

  42. […] turminha bonita! Trago aqui pra vocês uma continuação deste post, em que explico como você pode parecer super inteligente sem ter realmente um QI avantajado ou […]

  43. O efeito Naja me lembrou o caso das abelhas africanizadas no Brasil. Não é exatamente o caso do efeito em questão. Apenas me lembrou. Na década de 50, abelhas africanas foram introduzidas no Brasil com o objetivo de aumentar a produção de mel, visto que as abelhas européias hibernam no inverno, e as africanas não. Porém as africanas são muito mais agressivas, e isso demandou uma reestruturação das técnicas apiárias no Brasil, para que elas realmente cumprissem o que se esperava delas. No início a produção de mel, que já era baixa, quase zerou. Mas após um período de adaptação, o resultado esperado foi alcançado. É isso aí =D.

  44. […] EXATAMENTTE SOBRE DE VOLTA PARA O FUTURO!!! Gente, é sobrenatural! haha {o link desse blog} Resumidamente, é que nosso cérebro se adequa em notar padrão na nossa vida. É uma falha […]