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5 assustadores mistérios inexplicados. Leia no escuro!

Postado em 16 August 2013 Escrito por Izzy Nobre 59 Comentários

Quando eu era molequinho, ganhei de minha tia (ou surrupiei da coleção dela, não lembro agora) um livro chamado “Mundo dos Fenômenos Estranhos”, ou “Livro dos Fenômenos Estranhos”, de um sujeito chamado Charles Berlitz. Não lembro exatamente a tradução em português, mas aqui está a versão original do livro.

Charles Berlitz foi o primeiro a escrever a respeito do Triângulo das Bermudas, transformando o assunto num fenômeno de pop culture praticamente da noite pro dia. Ao ver que o público americano adorou sua “investigação” do Triângulo, o sujeito decidiu que livros sobre mistérios inexplicados eram um imenso mercado ainda não-explorado.

Ele então escreveu seu segundo livro, aquele que eu roubei da minha tia. Nele, como você deve imaginar, o autor discorria sobre diversos mistérios históricos — desaparecimentos ou mortes estranhas, aparições alienígenas, artefatos arqueológicos de propósito desconhecido, esse tipo de bizarrice. Eu ADORAVA o livro, e nunca conseguia dormir direito após ler alguns capítulos dele.

Há algum tempo eu vinha com vontade de escrever um texto sobre o assunto. Mesmo sabendo que os temas a serem pesquisados provavelmente me levariam a passar algumas noites com a lâmpada do criado-mudo acesa, vasculhei a internet em busca das histórias mais escabrosas da história contemporânea.

Apague todas as luzes da sua casa e embarque nessa viagem pelo estranho e inexplicável.

5) O Caso Das Máscaras de Chumbo

Nada melhor pra começar essa listinha do que um mistério made in Brazil.

Em 1966 um rapazote chamado Jorge da Costa estava empinando pipa no Morro do Vintém, em Niterói, quando fez uma descoberta que provavelmente traumatizou-o pro resto da vida: o moleque esbarrou com dois defuntos.

Os presuntos, mortinhos da silva, estavam caídos lado a lado, levemente cobertos pela grama. Não havia sangue ou outros sinais de luta no lugar. Os caras não mostravam nenhum ferimento, suas roupas não estavam rasgadas nem nada.

Correndo o mais rápido que suas perninhas franzinas permitiam sem que se partissem em dois pedaços, o moleque voltou pra casa e entrou em contato com a polícia local. Os meganhas chegaram ao lugar e encontraram uma cena que até hoje desafia explicação racional.

Os dois corpos trajavam ternos e capas de chuva. Perto do corpo a polícia encontrou uma garrafa de água (que estava vazia), e um pacote com duas toalhas.

Até aqui a história já parece bizarra o bastante (como qualquer morte múltipla sem causa aparente é), mas tem mais. Sabe porque a história ficou conhecida como o Caso das Máscaras de Chumbo?

Porque os defuntos estavam usando justamente isso no meio da cara — estranhas máscaras de chumbo comumente usadas pra proteger o rosto de calor ou radiação.

Ok, então dois malucos subiram no morro com água, toalhas, ternos, capas de chuva e umas máscaras metálicas que devem ter atormentado os pesadelos do pobre Jorge pro resto da vida. Até aqui o negócio é de fato bizarro, mas não TÃO bizarro assim, poderia ser apenas um casal de gays com fetiches incomuns procurando um pouco de privacidade pra violar analmente um ao outro com paixão, intimidade e ternura.

Mas o caderno que os policiais encontraram com um dos corpos deixou claro que o caso nas mãos deles era mais misterioso e sinistro do que um encontro carnal de homossexuais apaixonados.

Além de mensagens crípticas envolvendo códigos, símbolos estranhos e números que pareciam ser frequências de rádio, o caderno trazia uma folha avulsa com seguinte mensagem, copiada aqui na íntegra:

16:00 está no local determinado. 18:30 ingerir cápsulas, após
efeito proteger metais aguardar sinal máscara

Ou seja — o que a primeira vista parecia ser uma pista no caso acabou trazendo mais dúvidas ainda. Assim como o resto das anotações no caderninho, a mensagem jamais foi decifrada.

A polícia continuou investigando, mas nunca descobriu muita coisa além da identidade dos dois homens, que eram técnicos em eletrônica. Como você deve ter imaginado, autópsias dos dois cadáveres não revelou nenhum tipo de toxina. A causa da morte é um mistério até hoje.

4) A Batalha de Los Angeles

A mídia impressa costuma empregar nomes sensacionalistas pra se referir a certas pessoas ou eventos, numa tentativa de atrair o imaginário popular e garantir a circulação máxima da publicação. Foi assim que Francisco de Assis Pereira se tornou o “Maníaco do Parque”, por exemplo. Mais da metade dos inimigos do Homem-Aranha devem seus nomes à mesma prática.

No caso da “Batalha de Los Angeles”, o evento foi tão espetacular que o nome era o detalhe menos importante.

Na noite de 24 de fevereiro de 1942, vários moradores de Los Angeles viram objetos luminosos pairando sobre suas cabeças. A histeria foi geral, e muitas ligações pros serviços de emergência depois,  a cidade de Los Angeles estava sob comando dos militares. Os milicos ordenaram um apagão geral na cidade, numa tentativa de identificar melhor a luz vinda dos objetos voadores.

A foto acima, que foi capa de todos os jornais nacionais na época, mostra os holofotes dos militares apontados pros UFOs. Segundo a Aeronáutica, os objetos se locomoviam a pouco mais de 300 km/h.

Em seguida, a Brigada de Artilharia da Marinha posicionou suas armas (canhões anti-aéreos cuja munição são cargas explosivas de 6kg) e começaram a meter chumbo grosso nos objetos. Mais de 1400 tiros foram disparados, e apesar disso os objetos voadores não se transformaram em objetos cadentes.

Cinco pessoas morreram de ataques cardíacos durante o drama, e vários carros e prédios foram danificados pela munição anti-aérea que eventualmente caiu na cidade abaixo.

No dia seguinte as afirmações das autoridades foram conflitantes. Alguns alegaram ser nada além de um “alarme falso provocado pelo nervosismo da guerra”, sem elaborar sobre a identidade dos objetos. Outros falaram que eram balões japoneses, sem explicar como é que balões se movimentariam a 300 km por hora.

Após mais alguns comentários incongruentes, os militares decidiram que a desculpa oficial seria que os objetos eram aeronaves japonesas designadas pra sobrevoar o céu de Los Angeles, com o objetivo de causar medo em solo americano e abaixar a moral do país.

Bom, sobre a parte de causar medo, eles acertaram. O que continuou não fazendo sentido é como é que os tais aviões sobreviveriam várias horas de bombardeamento pesado sem fazer manobras evasivas de qualquer tipo.

Mencionei que o governo japonês negou envolvimento com o mistério na época, e continua fazendo isso até hoje?

3) O mapa de Piri Reis

A imagem que tu vê aí ao lado é um artefato que tem deixado historiadores sem explicações desde 1929, quando foi descoberto.

O mapa – que todos os testes provavam ser autêntico, antes que você me pergunte – foi produzido no século XVI (1513, pra ser mais exato) pelo famoso almirante Piri Reis, da corte turca. O cara, que aparentemente era também cartógrafos nas horas vagas, traçou o mapa baseado em diversas coletâneas geográficas que, supõem os historiadores, ele teria achado na lendária Biblioteca de Alexandria.

A admissão de que o mapa se trata de um apanhado de outros planilhas cartográficas foi feita pelo próprio Piri Reis, em anotações encontradas com o mapa. O problema é, que outras “coletâneas” seriam essas, que aparentemente ninguém mais na época chegou a ver…? Por que elas não eram usadas como a cartografia oficial do mundo da época?

O mapa mostra com clareza e precisão o litoral oeste da África, o norte europeu, a costa Leste (e o interior) do Brasil – algo que nem os portugueses conheciam em 1513 -, e até mesmo algo que não existia
pra humanidade naquela época – a Antártica.

Aliás, opto pela grafia de “Antártica” ao invés do comumente ouvido “Antártida” porque este último não faz sentido. Antártica significa “Anti-Ártico”, ou seja, “oposto ao norte”. Não sei porque em português inventaram de substituir o C por um D na palavra. “Ártida” não existe, logo “Antártida” também não.

Mais impressionante do que a cartografia apurada do mapa, é o fato de que ele mostra a costa antártica SEM a camada de 1km de gelo que a cobre. A última vez que o pólo sul não esteve coberto de gelo foi há 6 mil anos, na última precessão axial do nosso planeta. Só após a expedição britânica-suíça de 1949 foi possível descobrir os contornos exatos da Antártica.

Como diabos Piri Reis (ou o criador do mapa que ele copiou) sabia disso?

Em 1953 a marinha turca enviou o mapa pro Departamento Naval Americano de Hidrografia. O diretor do departamento requisitou o auxílio de Arlington Mallery, um especialista em cartografia antiga.

Pra avaliar a precisão do mapa, Mallery transferiu a geometria do mapa pra um globo, usando o método de projeção que ele concluiu ter sido usado por Piri Reis. Com muita surpresa, Mallery descobriu que o mapa era PERFEITAMENTE preciso. Ele declarou que a única maneira de obter esse tipo de precisão é através de aerial surveying.

Em 1960 o professor Charles Hapgood, da Keene College, escreveu à United States Air Force pedindo uma avaliação do mapa de Piri Reis – em especial, ele queria saber o que a USAF achava da cartografia antártica ilustrada no mapa. A resposta do coronel Harold Ohmeyer foi que o mapa é realmente bastante apurado, e que não há como compreender onde esse mapa se encaixa no suposto conhecimento geográfico do século XVI. De maneira simples, o mapa simplesmente não poderia ter sido feito em 1513. O mundo conforme ilustrado pelo mapa de Piri Reis ainda não existia.

Piri Reis não era o único turco com fontes secretas, aparentemente. Em 1559, um sujeito chamado Hadji Ahmed fez um mapa que mostra o estreito de Bering, a faixa de terra que liga o Alasca à Sibéria.

Problem is, essa faixa está submersa há milhões de anos.

Quem estava fornecendo esses dados?

2) O Incidente de Dyatlov Pass

O incidente de Dyatlov Pass se refere à misteriosa morte de 9 esquiadores russos, provocada por um evento até então desconhecido que se deu na noite de 2 de fevereiro de 1959. Dyatlov era o nome do líder do grupo, e não o nome da montanha que eles escalavam, como alguns pensam. Esta se chamava Otorten.

O grupo partiu de trem em direção a Vizhai, o povoado mais próximo à montanha, no dia 25 de janeiro. O combinado seria que Dyatlov enviaria um telégrafo pras famílias dos esquiadores quando voltassem à Vizhai. A data esperada pro retorno era o dia 12 de fevereiro; não houve nenhuma notícia do grupo, mas atrasos eram comuns em expedições como essa. As famílias dos desaparecidos começaram a encher o saco das autoridades e uma operação de resgate foi montada no dia 20 de fevereiro.

Seis dias depois, o grupo de resgate achou o local onde os desaparecidos haviam acampado. A barraca estava rasgada, e uma série de pegadas os levou até um bosque nas proximidades. Lá foram encontrados os corpos de dois dos esquiadores perdidos.

Ambos estavam descalços, trajando apenas cuecas. Permita-me apontar que fevereiro é o mês mais frio do inverno no hemisfério norte, e poucos lugares neste planeta são mais frios que a Rússia durante o inverno. A temperatura média reportada na montanha era de -30 graus Celsius, o que é considerado QUENTE naquela região durante o inverno.

A mais ou menos 400 metros de distância dali jaziam os corpos de outros três esquiadores. A posição em que eles foram encontrados sugeria que eles morreram tentando voltar ao local do acampamento. Eles não caíram todos no mesmo lugar, uma distância de mais ou menos cem metros separava os três corpos. Só em maio os últimos quatro corpos foram encontrados.

A examinação dos corpos trouxe mais dúvidas do que resposta (o que é uma constante em casos de mortes misteriosas). Enquanto cinco dos corpos apresentavam sinais de morte por hipotermia, três dos últimos quatro corpos achados exibiam sinais claros de algum tipo violência.

Não estamos falando de facadas ou pauladas; um especialista envolvido na investigação comparou os ferimentos (crânios estraçalhados e tórax esmagado) com o que se vê resultante de um acidente automobilístico. Os corpos não apresentavam NENHUM sinal visível e violência, todo o dano era interno. Não havia cortes nem arranhões na pele de nenhuma das vítimas. Como se o negócio já não fosse bizarro o bastante, descobriu-se que a língua de uma das mulheres havia sido arrancada.

Nenhum dos corpos se encontrava suficientemente agasalhado. A maioria estava descalça, usando apenas cuecas, ou usando o que pareciam ser tiras de roupas removidas dos que haviam morrido primeiro.

O nome da montanha era Kholat Syakhl, que significa “Montanha da Morte” em dialeto Mansi. I’m not making this shit up.

1) O manuscrito de Voynich

A História é repleta de relatos de falsificações arqueológicas. O homem de Piltdown, as placas Kinderhook, e o próprio Livro de Mórmon são bons exemplos desse tipo de safadeza. No mundo artístico há centenas de casos de falsificações, e é provavelmenteo ramo que atrai os forjadores mais prolíficos.

Entretanto, há algo em comum em todos esses casos: havia um benefício a ser atingido através da falsificação, seja convencendo alguém através do artefato produzido, ou tentando vende-lo por preço altíssimo como produção autêntica.

Como explicar uma falsificação que não almejou alcançar nenhum dos dois objetivos?

Essa é a dúvida que ecoa na cabeça dos estudiosos que analisaram o manuscrito de Voynich, que herdou o nome de Wilfrid M. Voynich, um colecionador de relíquias medievais que obteve o livro em 1912.

O livro tem 272 páginas e foi inteiramente escrito numa língua que jamais existiu. O manuscrito foi apresentado pros melhores criptógrafos americanos e britânicos da Segunda Guerra Mundial, e após meses de tentativas nem uma palavra sequer foi identificada. Como não há nenhuma forma de elucidar o texto, o conteúdo do livro foi deduzido através das ilustrações. A partir dela concluiu-se que o livro trata de botânica, astronomia, e biologia.

Antes que você sugira, não, Voynich não escreveu o livro por si mesmo. Especialistas concordam que o livro foi escrito no século XVI. Há várias teorias a respeito de quem o teria escrito, mas ninguém consegue chegar a um consenso a respeito do motivo da criptografia utilizada.

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comments

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About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 29 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

59 Comentários \o/

  1. Paulon says:

    Putz! O mistério das máscaras e o do incidente em Dyatlov Pass são realmente demais. Já os conhecia e são realmente bárbaros! Parabéns pelo post. Impecável como sempre.

    Abração!

  2. Gabriel Crispino says:

    Nossa, que foda!

  3. Leandro says:

    Parei depois da primeira história, curto os mistérios mas eu fico maluco pensando o que poderia ter acontecido.

  4. quando eu era adolescente (uns 14 anos) eu comprei O Livro dos Fenômenos Estranhos e o tenho até hoje. Gostava demais do livro também, fato completamente normal pra um viciado em Arquivo X, hehehe.

    Dessa lista que você criou, os que mais gosto são o mapa de piri reis e o manuscrito de Voynich.

    Em relação à batalha de los angeles, acho que li em algum lugar (acho que foi no ceticismoaberto.com) que o evento foi muitíssimo aumentada pela histeria coletiva mesmo, e que a foto de divulgação do jornal foi retocada pelo próprio jornal pra parecer maior do que realmente foi.

    O incidente da montanha, eu tenho quase certeza que li em uma das listas do cracked.com (acho que foi uma que o título se traduzia como “mistérios atuais com soluções banais -- não tenho como ter certeza porque os admin de redes resolveram bloquear esse site aqui no trabalho) que este evento só é mistério ainda para os vendedores de mistérios.

  5. Pra mim o caso mais impressionante mesmo foi o do mapa de Piri Reis. Acho que pode ter peças faltando na explicação pela cultura europeia ter predominado. Sabemos que existe muito conhecimento que jamais estará acessível que foi queimado na Biblioteca de Alexandria.

    • Daniel says:

      Os Chineses e os escandinávos navegaram muito e chegaram em muitos lugares antes dos espanhois e portugueses. A gente sabe pouco disso pois a historia da China é muito pouco divulgada por aqui, mas enfim, é bem capaz que o mapa dele era um agregado de muita coisa que outros povos já tinham feito.

  6. Daniel says:

    Sobre o manuscrito de Voynich, li uma reportagem esses dias sobre uns pesquisadores (ou algo assim) que desenvolveram um método pra traduzir e/ou decifrar o conteúdo do livro. É algo bem no começo ainda, mas talvez esse mistério seja resolvido, finalmente.

  7. oofey says:

    eu tenho pra mim q esse manuscrito de voynich seria um tratado sobre botanica e vida microscopica (tipo algas inferiores, plancton , etc.), tem algumas paginas dele q parecem ser esquemas para configuração das lentes de um microscopio e dos objetos alcançados pelos respectivos focos das lentes

  8. Renan says:

    caralho !
    essas historias sao muito fodas !

  9. Maria says:

    Aliens, aliens everywhere.

  10. Vinícius Martarello says:

    Uow, cada coisa estranha…
    O mais bizarro é esse mapa de piri reis, realmente um mistério

  11. Patricia Motta says:

    Essa história do mapa de Piri Reis é apenas FODA!
    Texto excelente, Israel!

  12. repoflor says:

    O do Piris Reis, pra mim é o mais foda, putz..

  13. Raphael kling says:

    Grande izzy,
    Se você gosta do tema povavelmente você deve conhecer o site do meu irmão, mundogump. Ele já escreveu muito sobre esses mistérios daí. Até o estilo de vocês é parecido. Vou mandar o link do seu post pra ele.
    Grande abraço

  14. Carlos Magno says:

    Izzy, na verdade não foi feita necrópsia alguma no corpo dos caras das máscaras de chumbo. O laudo foi forjado (e mesmo assim dizia “causa indeterminada” e as vísceras foram jogadas fora por descuido ou irresponsabilidade dos funcionários. Um ano após a morte os corpos foram exumados, mas os testes foram prejudicados pela grande quantidade de formol. Procura o linha direta justiça de 2004 que fala desse caso, é bem interessante, tem entrevista com praticamente todos os envolvidos na época.

  15. Lucas says:

    Segundo esse artigo da Wikipedia que você mesmo deixou, Izzy, tudo indica que o Incidente de Dyatlov Pass ocorreu por causa de um teste de bombas que ocorreu na região… mas mesmo assim, vai saber, né.

  16. Synnx says:

    Acho que eu já li esse texto. :P
    Mas é muito bom, anyway.

  17. Brito says:

    Quer dizer “NOT” no lugar de “no”

  18. Fosfato de Chibata says:

    Isso não era pra ser um vídeo da tua série de coisas estranhas?

  19. Fabi says:

    Já li esse texto também! :D
    Mas é muito bom o texto mesmo!!

  20. Ivo says:

    Pode tirar o Mapa de Piri Reis, ele não é tão preciso assim e esse Mallery é um embusteiro.

    Daqui ó: http://www.uwgb.edu/dutchs/pseudosc/piriries.htm

  21. leonardo says:

    Muito bom, histórias de terror nunca são demais pra mim, gosto muito do mas vou deixar pra ler mais tarde. Pelos títulos só reconheci O manuscrito de Voynich. Bom post Izzy!

  22. Cocoroni says:

    Se realmente não estiver afim de dormir hoje

    http://en.wikipedia.org/wiki/Isdal_woman

  23. Miney says:

    Acho que tao fazendo um filme agora, se é que nao já fizeram, sobre o mistério de Dyatlov Pass, acho que é Devil´s Pass, daqueles bem trash em primeira pessoa xD

  24. Bonsai says:

    Depois de ler sobre o mapa de Piri Reis, passei a acreditar mais sobre aquela teoria meio maluca de que alguns povos da antiguidade tinham algum tipo de tecnologia superior à nossa. Usavam essa teoria para explicar a construção das pirâmides no Egito, mas acho que se aplica ao mapa também né? IUEHAIHAEIHE

  25. Izzy, se esse for um tipo de teste pro “Diabo é isso mah” vai ser demais.
    Essa peuga arrepiou!

    Vai em frente com o projeto!
    Muito bom cara!

  26. Meu caro, não existem provas de que o livro de Mormon é falso. Fora isso, excelente post. Faça outros do gênero!

  27. Renan says:

    Boa, Kid! Deu até medo aqui, podia fazer um post só de mistérios nacionais.

  28. Fredh says:

    Reciclou legal esse aí hein kidi, mas valeu, o texto era muito bom, especialmente as máscaras e dyatlov

  29. Percy says:

    Um mistério que eu curto bastante é esse aqui:
    http://en.wikipedia.org/wiki/Taman_Shud_case

  30. Neto says:

    É impressão minha ou esse post é repetido? Ademais, ótimo texto. :)

  31. Glauco Lessa says:

    Achei um artigo com a explicação do Dyatlov Pass e do triângulo das bermudas (está em inglês), além de ter outras histórias mais contadas e explicações óbvias para os mistérios.

    http://www.cracked.com/article_16671_6-famous-unsolved-mysteries-with-really-obvious-solutions.html

  32. ALU says:

    Eu já tinha lido o texto (é bom ver que não fui o único no déjà vu), mas como parece que muita gente ainda não tinha, muito boa! :)

  33. Amazzolli says:

    Tirando “A Batalha de Los Angeles” todos os títulos parecem de histórias do Sherlock Holmes.

  34. Sempre fui muito ligado nessas coisas de mistérios não solucionados. É um bom exercício à mente.
    Li o livro e assisti o documentário Eram Os Deuses Astronautas, do Erick Vön Dankien (acho que é assim que se escreve).
    Este foi um belo post, Izzy.
    Aguardo o Que Diabo É Isso. =]

  35. Mateus Antonio Bittencourt says:

    Pq você não aprovo meu comentario?

  36. Paulo Roberto says:

    O termo Antártida é usado para se referir ao continente. Não existe o termo Ártida pela simples razão que não há um continente ná região do Ártico. Fica fácil chegar à conclusão que Antártica se usa para se referir à região onde fica a Antártida. Estou conhecendo seu blog agora é achando bem interessante. Parabéns.

  37. Felipe E. says:

    esses casos dariam ótimas histórias lovecraftianas.

  38. AnonymZzzZz says:

    Já conhecia a maioria desses casos, mas apenas dois me intrigam mais: o manuscrito de Voynich e o caso das máscaras de Chumbo, aqui no Brasil. O mistério de Dyatlov já foi meio que desmascarado por algumas pessoas, e dizem que eles morreram de hipotermia (procure os sintomas de hipotermia severa, vão ser compatíveis com a história) e também tem o Taman Shud (que eu tenho medo, inclusive, é esquisito demais).
    O Voynich, no início achei que poderia ser Tamil ou Hindi (sabe-se lá se já existiam esses idiomas) mas não sou nenhuma linguista ou coisa do tipo e eu acabei percebendo que na verdade o que está escrito se parece mais com os alfabetos da época mesmo. Até me inspirou, e eu quis fazer o meu próprio alfabeto, e talvez até, um idioma secreto.

  39. Luccas says:

    Sobre as mascaras de chumbo, no livro Guia dos Mochileiros da Galaxia do Douglas Adams é comentado que o objeto quase obrigatório de todo mochileiro da galaxia é uma toalha, com uma toalha você poderia fazer praticamente tudo.

  40. Nostradamus - o verdadeiro says:

    Quanto ao mapa de Piri Reis não vejo tanto mistério assim. É bem provável que o cara teve um sonho de como era o contorno dos continentes e outras coisitas e colocou tudo no papel, fácil assim não é? Eu também já sonhei com lugares bem diferentes do nosso, coisa de filme de ficção, me contem outra de mistério por favor.

  41. Carlos Augusto says:

    Muito interessante.

  42. Max says:

    Fantastico.Sobre o Incidente de Dyatlov Pass eu me lembro te ter visto em um programa de tv que teve outro caso bem semelhante no ano de 1985 só que eu fiz uma rápida pesquisa e não achei nada a respeito então ou o programa inventou a coisa ou…