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5 estripulias escolares que todos cometemos

Postado em 14 September 2013 Escrito por Izzy Nobre 32 Comentários

Eu estava aqui ouvindo o Azilacast sobre histórias de colégio (assine o podcast dos caras, é excelente) e me deu vontade de relatar algumas das minhas mais infames bagunças colegiais. Esses são os melhores assuntos pra textos no HBD, aliás, porque se você lê este site as chances de que você tenha um senso de humor semelhante ao meu são altíssimas.

Consequentemente, isso faz com que a probabilidade de você ter sido um arruaceiro mirim em seus anos formativos seja aproximadamente 115%, proporcionando identificação plena com os pequenos gestos de delinquência que você está prestes a ler.

Atenção molecadinha imberbe que lê este site: em primeiro lugar o Conselho Tutelar devia mandar prender seus pais, pois esse tipo de descaso com o conteúdo que você acessa pela internet é criminosamente negligente.

Em segundo, compreenda este texto como um manual. Imprima, leve pra escola amanhã, passe pros amiguinhos.

Papel higiênico molhado no teto do banheiro

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Eis a segunda coisa mais divertida que você podia fazer num banheiro quando moleque: encher a mão com uma generosa quantidade de papel higiênico, pôr embaixo da torneira ligada — transformando a bola em papel machê — e em seguida arremessar a massa com força na parede ou no teto do banheiro. Ou, em momentos verdadeiramente mágicos, nos amiguinhos.

Arremessar no teto era o modus operandi tradicional, mas eu pessoalmente preferia jogar a bola de papel molhado na parede lá no fundo do banheiro. A distância maior entre o arremessador e o alvo conferia ao bólido molhado maior momento, e portanto maior força no impacto. A bola de papel molhado estourava com força na parede, fazendo aquele sonzinho incrivelmente satisfatório, com pequenos glóbulos de papel machê se projetando pra todo lado.

Essa brincadeira se tornou tão popular na minha escola que em breve o banheiro dos meninos parecia uma caverna cheia de estalactites brancas.

Desenhar pirombas nas cadeiras de desafetos

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Pra bem ou pra mal, a maior parte do humor juvenil escolar deriva-se de insinuações (homos)sexuais, e essa brincadeira era um bom exemplo desse padrão.

O chiste consistia em desenhar na cadeira de um coleguinha — obviamente sem seu consentimento — uma amadora porém realística reprodução da genitália masculina em estado de plena ereção. Uma estrovenga plenamente entumescida.

Na falta de canetinha hidrocor que permitisse o desenho na cadeira, valia também desenhar a jeriboca num pedaço de papel e repousa-lo na cadeira.

Aguardava-se então que o alvo retornasse ao seu assento onde, sem perceber a obra de arte impressa nele, sentaria-se tranquilamente na piromba rija desenhada em sua cadeira. Aos galhofeiros, sentar no catromalho — ainda que sem conhecimento disto — era equivalente à admissão de aprazo por trozobas.

Daquele dia em diante tanto fazia se você confessasse a plenos pulmões no meio do pátio da escola que deleita-se ao ser penetrado analmente por alterofilistas suecos, porque você seria tratado exatamente da mesma forma.

Os colegas mais escolados tinham a manha de olhar a cadeira antes de sentar. Isso provocou uma corrida evolutiva; os galhofeiros adaptaram-se à estratégia das presas desenhando a piroca vascularizada num pedaço do papel e aguardando até o último instante pra coloca-la na cadeira — ou seja, nanossegundos antes do sujeito sentar-se.

Era preciso ardil: o alvo ia sentando na cadeira e tu jogava rapidamente o papelzinho entre a bunda do cara e o assento. Manja quando os Caça Fantasmas habilmente jogavam aquela armadilha bem embaixo pros desencarnados, capturando-os?

trap

Era mais ou menos isso, só que com um pênis desenhada a Bic.

Jogar giz no ventilador

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 Esse ventilador aí tá muito estiloso, na verdade. Os ventiladores das minhas escolas tinham uma aparência mais industrial, mais utilitária, e mais fodida. Pareciam ter sido fabricados e instalados nos anos 50.

A propósito: quer participar de uma experiência internética bacana? Procure “ventilador escola” no Google Imagens. Ou melhor: no YouTube.

Você ficará chocado, como eu fiquei, que não ouvimos histórias de alunos sendo decapitados por ventiladores com mais frequência. Sei que nosso país nunca foi exemplo de grandes investimentos na área da educação mas quando um equipamento projetado para resfriar o ambiente acaba ironicamente elevando a temperatura do mesmo, é uma boa hora de reavaliar as prioridades.

como assim mano

COMO ASSIM MANO

Então, na minha época ventiladores não pegavam fogo (que eu saiba), mas eles serviam como uma versão infantil de roleta russa.

Na época em que ainda existia giz — meninada mais nova, giz era uma substância cujo pó rendia aos professores um troquinho a mais no salário –, alguns coleguinhas roubavam o instrumento daquela caixinha em que os professores os guardava. Em seguida, quando ninguém tivesse olhando, o safado arremessava o giz com força contra as pás do ventilador.

O giz era fatiado instantaneamente, liberando uma pequena nuvem branca e propelindo fragmentos de giz em direções completamente aleatórias mas que por motivos misteriosos sempre me acertavam na orelha. A turma rejubilava, e o pessoal catava do chão os restos mortais do giz pra um segundo round, até que o giz fosse totalmente pulverizado.

Eventualmente a prática foi atualizada: migramos do giz às canetas (geralmente “emprestadas involuntariamente” de membros não-cooperativos da nossa sala). Quando o sujeito não estava prestando atenção, afanávamos aquela sua caneta Bic 4 cores que se tornaram símbolo de status escolar nos anos 90 e jogávamos em direção ao ventilador. A caneta explodia num vestival de tinta e fragmentos, as suas tais 4 cores tingindo a galera na área de impacto.

Mas essa não era a única gozação que envolvia o ventilador. Tinham também as…

Notinhas com trollbaits

bilhete

Estas notinhas com pegadinhas eram essencialmente os precursores — os Neandertais, if you will — das tuitadas trollbait que a gente gosta tanto de soltar pelo tuíter da vida afora e eu não não sei pra onde estou indo com essa frase.

Funcionava da seguinte forma: escrevia-se num pecadinho de papel uma mensagem como “de quem é esse sapato no ventilador?”, com a instrução “passe adiante” embaixo em letrinhas miúdas. O sujeito abria a nota todo desconfiado, e em seguida olhava para os ventiladores. O autor da nota começava a rir, o sujeito entendia que foi engambelado, e passava a nota adiante.

A nova vítima abre o papel — da mesma forma desconfiada do seu antecessor –, e olhava prontamente pros ventiladores. Nada neles, obviamente, e o autor da nota e a primeira vítima riem da cara do terceiro. E isso ia se espalhando pela sala feito vírus.

A outra modalidade da brincadeira da notinha (lembra que eu falei que brincadeira escolar frequentemente fazia alusão a sexo?) era escrever nela algo que afrontasse a masculinidade de quem a lesse.

Uma rima popular passada nessas notinhas era “se você deu a bundinha, dê uma risadinha”. A natureza quase lúdica da composição — combinar o pecaminoso ato de sodomia com diminutivos — provocava inevitavelmente no mínimo um sorriso de lado. Nos piores casos, a audácia da rima fazia com que a vítima risse pra valer. E ai de você se este é o seu caso.

Aos autores da galhofa, isso era indistinguível da admissão plena de que você passa suas noites prestando favores sexuais a todos os vigias noturnos do seu bairro. E quanto mais você proteste a acusação, mais convencidos eles estarão de que o único esporte que você pratica é o engolimento de jibóias.

Esconder anotações na mesa para as turmas do outro período

mesa

Eu adorava essa. Por motivos inexplicáveis, sempre existia uma rivalidade entra as turmas da manhã e da tarde. O pessoal da turma da manhã considerava a galera do turno vespertino vagabundos incapazes de acordar cedo para estudar; já o pessoal da tarde achava a galera do período matutino uma cambada de CDFs arrogantes e infelizes por não poderem assistir TV Colosso.

Como expliquei neste texto,

Sem contar que rola uma inversão do sentimento de propriedade: durante toda a minha vida, vi as escolas que frequentei como a “minha” escola. Aquele é o meu mundinho, os meus amigos, a minha sala, a minha carteira. Ir à escola de manhã é como explorar uma dimensão paralela em que a sua escola pertence a outros moleques.

Outro resultado curioso do breve contato com a molecada do turno da manhã é que foi quase como visitar outro país e descobrir pela primeira vez as opiniões deles sobre a sua terra natal. Por exemplo, descobri que a turma da manhã considerava os alunos da tarde vagabundos (por serem incapazes de acordarem cedo) ou problemáticos (e por isso os pais os matriculam pras aulas vespertinas, assim a pivetada está longe de casa durante a tarde e os pais podem finalmente relaxar).

Os universos da galera do turno da manhã e do turno da tarde tinham pouquíssima interseção. A única forma de se comunicar com a outra turma era mocozar na sala anotações endereçadas à galera do outro turno. Tais notinhas eram sempre provocativas e que questionava a orientação sexual e/ou a castidade de suas mães do pessoal da outra turma.

Valia de tudo — esconder notinhas em cima do ventilador no final das aulas (para que esvoaçassem pela sala quando o mesmo fosse ligado pela próxima turma a usar a sala), pixar as carteiras, grudar notas atrás das cadeiras…

Era meio como jogar uma garrafa com uma mensagem ao mar, se esta mensagem acusasse o hipotético leitor de, em seu tempo livre, manipular gerebas rígidas de todo aquele que requisitar tal serviço.

Crianças em idade escolar são uma desgraça.

Aliás, a própria experiência escolar é uma desgraça. Metade do meu tempo eu passava nessas putarias, na outra metade tentando entender polinômios e balancear equações químicas. Não consigo decidir qual foi maior perda de tempo.

(Texto originalmente publicado em 29 de dezembro de 2011)

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comments

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About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

32 Comentários \o/

  1. ALU says:

    Texto longo > vida.

  2. BrunoHe says:

    Terminei o terceiro colegial no ultimo passado e mais do q a metade da lista continua sendo feita. As poucas diferenças eh q agora os bilhetinhos acabaram e a gente se comunica com as outras classes escrevendo na carteira.

  3. Emilia says:

    No meu colégio a gente vira as cadeira ao contrario e ficamos de costas para o palco. xD

  4. Félix says:

    Muito bom Izzy! eu faço a maiorias dessas coisas,e sempre acompanho o teu canal do youtube você é demais!

  5. Felipe Martins says:

    Pô, pelo visto era igual em todo lugar. hahah
    Adicionaria o malévolo clip de papel preso em borracha, nesse caso usa-se a borracha para segurar o clip enquanto este é introduzido na tomada. No mínimo faíscas divertiam a galera, em casos mais extremos a borracha pegava fogo, ou quiçá o andar ficava sem luz.
    E não poderia deixar de citar o giro de 180° da mesa do camarada que se levantava no meio da aula.

  6. sara fernandes says:

    Na boa eu sempre leio mas tem coisa meio que passa batido… mas esse texto tá perfect!!! Época boa…

  7. Douglas says:

    Minha nossa, imagino que soltar rojão na escola, colocar um rato morto na bolsa da professora, trancar o portão da escola com um cadeado e jogar a chave fora e por último e a melhor de todas, soltar um extintor pressurizado com pó quimico no meio do pátio e praticamente “pintar” a escola de branco, não seja nada perto das estripolias satanicas que você citou acima.

  8. LuizCMS says:

    Hahaha, voltei à minha época de escola com esse texto.

    Lembro da vez que desenhamos uma piroca na cadeira de um colega, o Vitão. O legal do esquema foi que a estrovenga em questão foi desenhada com uma caneta piloto na superfície de madeira envernizada, o que resultou em uma tinta úmida até o momento da confissão homossexual (leia-se sentar na cadeira) .

    Lembro como se fosse ontem;
    Estávamos na aula de matemática, com uma professora bem brava, e o Vitão estava no banheiro. O falo foi desenhado pouco antes do colega voltar à sala, e o clima de suspense estava no ar.

    Ao chegar em seu lugar, o infeliz viu o membro masculino bem desenhado em sua cadeira, e se negou a sentar em seu lugar. A professora não entendeu o motivo do mesmo estar de pé, e solicitou fortemente que o colega se sentasse, até que aconteceu…

    A sala inteira deu risada da situação, e ficou por isso mesmo….
    …até o final da aula, quando notamos que reprodução artística do membro africano ficou estampado na bermuda do menino.

    Ai ai… bons tempos de escola…

  9. Felipe says:

    Os bilhetes que aparecem escritos na mesa não são tão sodomizados quanto estes, pois minha turma de terceiro ano estuda na mesma galerinha de uma turma da quinta série, no período da tarde. Ai no máximo a gente manda recadinhos dizendo que a mãe do cara que senta naquela mesa gosta de agasalhar a giromba do Paulão da Regulagem

  10. Bruna says:

    Eu não jogava bolinhas de papel higiênico molhadas no teto, preferia jogar massinha. A melhor coisa era ver algum desavisado levando uma bolota de massinha na cabeça no meio da aula.
    Tem também a clássica “jogar bolinhas de papel na touca da blusa de alguém”. Quando o alvo resolve colocar a touca, chove bolinha. Lindo.
    Mas a melhor de todas aprendi com o meu pai: usar o tubo de uma bic como zarabatana. Nem a arminha de elástico ganha dessa…

  11. Vinícius Martarello says:

    Ainda usam giz na minha escola, em todas as escolas que conheço, na verdade…

  12. igor says:

    Odiava o “se você deu a bundinha, dê uma risadinha” porque sempre me fazia rir

  13. Arthur Bárbaro says:

    Putz! Já ia comentar que “Que legal, o Izzy fez um texto mais longo, no estilo antigo dele de fazer textos. Ele devia estar empolgado que só com o assunto! =D” Mas aí vi que era um texto republicado mesmo. Heheheheheheheh… =P
    (O que não quer dizer que você esteja errado em republicar -- até porque eu não conhecia e agora li -- mas quer dizer que eu estava certo quanto ao estilo do texto. B] )

  14. Gabriel says:

    Terminei o ensino médio ano passado e posso afirmar que não mudou muita coisa, ainda existe giz (não sei pq vc explicou oque é um giz)

  15. Gustavo C. says:

    Na escola onde fiz o ensino fundamental, já teve papel higiênico molhado no teto da CLASSE; e além de giz, APAGADOR no ventilador.. XD
    Lembro tbm de pó de giz jogado na cabeça de professor, o professor sentado à mesa e o aluno meliante passava atrás dele e polvilhava.
    E teve o evento mais emblemático da minha geração nesta escola: a Guerra de Maçãs. Foi um dia que teve maçã na merenda, e só me lembro da imagem do pátio inteiro tomando por crianças tacando pedaços umas nas outras, envolvendo todas as séries. Mas eu não fazia nada disso, era medroso. =S

  16. Cahê says:

    IZZY, FALTOU O MAIS FODÁSTICO. Colocar um clips aberto com uma borracha no meio na tomada. Aquela coisa ficava parecendo urânio enriquecido, e em seguida, explodia. Uma vez causamos curto-circuito no segundo andar da escola com apenas 1 real.

  17. Pietro says:

    Acho engraçado não citar o clássico papel com adesivo colado nas costas de algum infeliz com os dizeres “chute minha bunda” ou “faço boquete” etc e ele ir pra casa sem perceber

  18. Pedro says:

    Eis um texto clássico de Izzy Nobre.

  19. Spuma says:

    Turma da manhã YEAAAAAAAAAAH!!

  20. atualmente a onda eh escrever diretamente no quadro, quando vc chega e encontra aquele giz esquecido apoiado, o primeira a chegar escreve a seguinte pergunta: “quem pregou o apagador no teto?” a partir dai chega um , le e olha pro teto, e culpa ri, ai chega mais um e o culpado e a vitima riem do novato, e assim por diante ate, as vezes, ate o professor olhar pro teto

  21. Dan Medeiros says:

    Tinha um piovete turista (desses que só aparece nas aulas de vez em quando) que tinha um poder mágico, só ele conseguia essa façanha, e fazia uma gaivota de papel (daquela padrão estilo caça), mordiscava por um tempo a ponta da gaivota e quando ele arremessava pro teto… a merda ficava colada e pendurada… SINISTRO!!!

    Sobre o ventilador, eu pegava um toco de giz e raspava ele num pedaço de papel, e na hora do recreio eu desligava o ventilador e colocava o papel em cima de uma das pás… era irado!!!

  22. Dan Medeiros says:

    Mas já fiz muita merda na escola…

    Já levamos incenso e fizemos um “funeral” com um dos broders se fingindo de morto…

    Eu fazia o 2º grau na época do atentado de 11 de setembro. Me lembro de um broder (cara… jovem não tem nada na cabeça… que vergonha… rsrs) que levou sal para a escola, daí fizemos envelopes de papel, escrevemos “antrax”, e colocamos um em cada sala e jogamos um até embaixo da porta da direção da escola… DEU UMA MERDA FODA!!!

  23. Gustavo Borges says:

    Izzy, tinha uma do bilhetinho que você colocava cola neles e pássava pra alguem, que pegava com a mão cheia e a lambuzava toda de cola

  24. Lud :)) says:

    Achei que só ia ter estripulia de moleque, mas olha… fiz muitas dessas coisas! Lbro do papel escrito vire nos dois lados, que passava pra frente. Lembro de quando taquei a primeira bolinha de papel no teto, lembro da bronca da diretora pelas letras de música, girombas, declarações ou recados que enchiam a mesa e que as faxineiras não conseguiam tirar. Era épico. Teve uma que realmente deu merda, uns colegas meus colocaram spray de pimenta reaente forte no ar condicionado na hora da saída(saímos mais cedo). O ar contaminado ventilou, e foi pra escola toda. Tinha gente da quinta série com a cara vermelha de tanto tossir. Deu uma merda da diretora vir na sala todos os dias por meses perguntar se alguem sabia quem tinha sido. Obviamente fiquei calada e curti o momento

  25. Lud :)) says:

    E teve um cara que foi expulso pelo colégio como o maior arruaceiro de todos. O moleque virou lenda, ainda mais depois de explodir a lixeira da secretaria

  26. Leticia says:

    Genial HAUHAUHAHUA Lembrei que no meu antigo colégio o desenho na cadeira era feito com giz para ficar “carimbado” na roupa da pessoa hauhauahua E lá também não tinha papel higiênico porque ficavam molhando e jogando pro alto :/

  27. andré says:

    eu ainda estou no primeiro colegial e apronto pra caralho, uma das mais divertidas é levar super cola pra aula e colar o estojo dos colegas na mesa, ou pegar iphones de meninas desavisadas e tirar 2500 fotos

  28. Randolfo says:

    Senhor Israel, ótimo texto, parabéns!
    Me fez relembrar da minha 7ª série, eu possuía uma shuriken de verdade, de metal e tudo. Eu e meus coleguinhas revezavam para arremessar, aquela literalmente arma branca, na parede do fundo da sala durante o intervalo.
    Depois de uns 4 dias e algumas voadoras no pequeno buraco que se formou, ele cresceu para se tornar do tamanho de uma bola de vôlei, chegou no tijolo. Grandes saudades da época.

  29. rodrigo says:

    bom, ja me fudi por causa desse negócio de desenhar pirombas kkkkkkkkkk, fui meio hardcore e quando um amigo meu saiu da sala desenhei no trabalho de matemática dele e isso me levou até a coordenação shausahsauhsausahuas. bons tempos kkkk

  30. Gabriel says:

    Eles fazem sim a cada grande tempo também toda vez acham que precisam passar-se e românticos agora mesmo, dessa maneira a manceba inclusive negação demonstrou importância esperável.