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6 Gadgets Mais Fracassados da História

Postado em 10 January 2011 Escrito por Izzy Nobre 114 Comentários

Nós amantes de gadgets temos um problema que os gringos definem através da palavra “shortsight“, aportuguesado pra “vista curta”. Acho que “vista curta” serve quase perfeitamente pro contexto, embora não passe a mesma idéia de falta de perspectiva, figurativamente falando.

Esse problema significa que, ao comprar um novo brinquedinho tecnológico, nós às vezes não temos um bom discernimento pra identificar que aparelhos prometem muito mais do que poderiam cumprir.

Combine isso à familiar prática que certas empresas de tecnologia tem de lançar produtos que poderiam claramente ter sido muito melhorados por um controle de qualidade mais apurado antes de chegarem as lojas, e o resultado é uma lista de gadgets que eram tão sensacionalmente horríveis que nos forçam a imaginar que tipo de solvente industrial os engenheiros estavam cheirando ao desenvolverem o projeto.

Tendo isso em consideração, aí vão os 5 maiores e mais retumbantes fracassos na indústria de brinquedos eletrônicos. Que sirvam de lição pros projetos futuros (além de servirem como calço para a porta e como apoio pra mesa de perna curta).

CueCat

O CueCat em todo seu esplendorA idéia: o CueCat, produzido pela finada Digital Convergence, era essencialmente um leitor de código de barras modificado pra uso caseiro. A finalidade do aparelho era escanear códigos de barras exibidos em produtos ou revistas ou jornais ou caixas de LEGO e enviar seu browser diretamente pra página internética com maiores informações sobre o produto cujo código você acabou de escanear.

A Digital Convergence acreditava tanto no sucesso do serviço que em um período passou até mesmo a enviar os CueCats gratuitamente pra participantes de mailing lists relacionadas a tecnologia.

O que acabou sendo: Uma forma revolucionária de enviar spam – o consumidor remete propagandas a si mesmo.

Por que fracassou horrivelmente: Em primeiro lugar, olha pra essa porra – isso te parece um periférico que alguém com idade na casa dos dois dígitos usaria na frente de sua família e amigos? Mas é claro que não.

Em segundo lugar, a idéia por trás do CueCat era retardada desde o começo. “Instale esse aparelho no seu computador e se dê ao trabalho de sair escaneando as páginas de suas revistas favoritas pra que a gente possa mandar mais propaganda pra você!”

Não sei se havia uma demanda tão grande por spam nos anos 90, a ponto de que esse mercado requeria o investimento necessário pra criação de um periférico cuja única finalidade era levar mais propaganda pros consumidores, mas a julgar pelo total fracasso do CueCat, um observador racional diria “de jeito nenhum”.

Isso pra não entrar no mérito do fato que os CueCats tinham códigos seriais anexados à identidade dos seus donos, possibilitando a Digital Convergence acesso ao conteúdo que seus “clientes” liam. O escândalo relacionado à falta de privacidade inerente ao uso do CueCat enterrou mais ainda um produto que nasceu morto.

Mas nem tudo é desgraça, já que…: Através de alguns hacks, o leitor pode ser utilizado pra organizar e catalogar coleções de revistinhas, DVDs, livros, qualquer porcaria que tenha códigos de barras.

É o primeiro aparelho na história da humanidade cujo uso alternativo é infinitamente mais útil do que o uso intencionado, e muitas pessoas que usam hoje o CueCat provavelmente desconhecem a bizarra funcionalidade original do dispositivo.

É como se de repente você descobrisse que a camisinha foi originalmente desenvolvida pra servir como um copo descartável durante a Segunda Guerra.

O horrível Virtual BoyVirtual Boy

A idéia: A Nintendo, revolucionária como sempre, decidiu que estava na hora de começar a investir no entretenimento VIRTUAL – apesar do fato que vinte anos após o lançamento do troço a tecnologia necessária pra isso ainda não existe.

O que acabou sendo: A forma mais cara de obter uma terrível dor de cabeça.

Por que fracassou horrivelmente: Olhe pra esse negócio. Você seria capaz de suspeitar que isso aí estava sendo marketeado como um aparelho portátil?

Não é sua culpa; ninguém mais no mundo consideraria “portátil” algo que necessita de uma mesa como apoio. O custo da produção de displays “virtuais” coloridos era proibitivo naquela época, então a Nintendo aparentemente resolveu fazer uma tela inteiramente composta por vermelho e preto e rezar pra que ninguém notasse.

Os problemas técnicos do console não acabavam por aí; o Virtual Boy funcionava usando uma série de espelhos móveis que vibravam pra produzir as imagens estereográficas.

Ou seja, o aparelho não apenas tinha peças móveis – ele tinha peças móveis DE VIDRO. Nem preciso mencionar que o Virtual Boy tinha a durabilidade de um castelo de cartas.

Há tanto que deu errado nessa porcaria que é até difícil lembrar de todos os fatores. O Virtual Boy tinha míseros 14 jogos , e foi até onde sei o único console da história com mais jogos cancelados do que lançados.

O sistema era tão precário e tão visualmente desagradável que os jogos pausavam automaticamente a cada 15 minutos pra lembrar ao jogador que ele deveria parar um pouco pra descansar a vista. Como é que alguém achou que esse console seria uma boa idéia?

Pior do que tudo isso foi o timing do lançamento dessa geringonça. O Virtual Boy veio em 1995, apressadamente cobrindo a lacuna do Nintendo 64 cujo desenvolvimento estava seis meses atrasado. A maioria dos fãs não via sentido em gastar 180 dólares no duvidoso Virtual Boy quando o mais promissor N64 estava chegando em breve. Eu não posso culpá-los por isso.

Mas nem tudo é desgraça, já que…: No caso do Virtual Boy, tudo foi uma desgraça. Seu inventor, o Gunpei Yokoi – que é também o  gênio por trás dos Game and Watch, Game Boy e da série Metroid – admitiu publicamente que o Virtual Boy foi o responsável  pelo fim da sua carreira na Nintendo, dando confirmação a algo que todo mundo já sabia.

E lá vema Nintendo insistindo de novo nesse negócio de portátil 3D.

N-GageSIDE TALKKIN

A idéia: Pessoas adoram falar no telefone, e elas também adoram jogar videogame. Assim sendo, parece evidente que telefone celular + videogame portátil = PROFIT. Estou certo?

O que acabou sendo: Não, não estou. O N-Gage acabou sendo conhecido como um fracasso sensacional como celular. Entretanto, isso nem chegou perto de quão fenomenalmente ele fracassou como videogame.

Por que fracassou horrivelmente: Por onde começar, senhor Jesus? Vamos ver:

– Pouco mais de 50 jogos foram lançados pro N-Gage, 90% deles ports escrotíssimos de jogos populares cuja experiência dependia intrinsecamente de bons gráficos (Tomb Raider, Tony Hawk Pro Skater, Call of Duty, etc).

Ou seja, se você tinha um Playstation (e de acordo com o colossal número de vendas mundiais, você tinha), você já tinha jogado esses títulos até cansar,  e portanto eles não incentivavam a compra do N-Gage.

– O acabamento do celular era quase que intencionalmente ruim (eu jamais serei convencido de que tamanha obra prima de mau design foi atingida acidentalmente).

– Você consegue acreditar que os GÊNIOS que projetaram o N-Gage colocaram o slot dos cartuchos EMBAIXO da bateria do bicho? Isso mesmo, pra trocar de jogo você tem que desligar a parada, tirar a proteção que cobre a bateria, remover a bateria, e fazer um breve malabarismo com o celular, tampa da bateria e a própria bateria enquanto troca os cartuchos.

Eu imagino que eles queriam um local mais inconveniente pra colocar o slot de jogos, mas “um beco mal iluminado na Serra Leoa” exigiria muito do consumidor.

– SIDE TALKING. Essa era a característica mais marcante do N-Gage, que ressalta não apenas seu design retardadamente ruim mas também a já desconfiada aparente intenção dos projetistas de fazer você parecer um idiota quando estivesse usando o celular. O auto falante e o microfone do celular foram inexplicavelmente movidos pro lado do aparelho, de forma que o celular era usado da seguinte maneira, ilustrada abaixo:

sup dude

Ou seja, você segurava o aparelho de ladinho, como se você fosse um retardado para quem o funcionamento de um aparelho celular é um mistério insolúvel.

A justificativa oficial pra tamanho disparate é que o contato do celular com a sua bochecha mancharia a tela do N-Gage, mas o motivo real é que os engenheiros da Nokia odeiam você e a sua família.

Aparentemente achando que a surra que o N-Gage levou do Game Boy Advance não foi motivo suficiente pra repensar a premissa de um console portátil que custasse o triplo da concorrência e tivesse cem vezes menos jogos, a Nokia lançou em seguida o N-Gage QD – porém, ao contrário do N-Gage original, esse veio sem side talking.

E veio também sem suporte a mp3, sem rádio FM, e sem conectividade USB. Você vai me dizer que o N-Gage não foi uma piada interna da Nokia, às custas dos consumidores que eles claramente odeiam?

O fracasso do novo formato do N-Gage não impediu a Nokia de planejar a terceira geração do aparelho. Suspeito que eles devolverão a funcionalidade mp3, adicionarão wifi, e permitirão conectividade bluetooth. Por outro lado, cada aparelho virá de fábrica infectado com o vírus HIV.

Mas nem tudo é desgraça, já que…: A característica mais icônica do N-Gage ao menos rendeu este site, que me arrancou umas risadinhas. Ouço falar que o N-Gage é um emulador portátil semi-competente, portanto, se você é pobre demais pra comprar um PSP, talvez o N-Gage seja a opção pra você.

Sega DreamcastDreamcast

A idéia: Após trocentos consoles fracassados, a Sega decidiu meter uma voadora com os dois pés juntos no peito da competição, sendo a primeira a avançar no campo dos 128 bits.

O que acabou sendo: Apenas mais uma prova de que o sucesso do Mega Drive deve ter sido por completo acidente, uma vez que a Sega só conseguia fazer merda nos consoles.

Por que fracassou horrivelmente: Calma calma calma, eu sei o que você está pensando. Como eu OUSO falar mal do Dreamcast, que na verdade era um console muito bom e num sei o que. A menção do saudoso Dreamcast nessa lista não é exatamente mérito do console em si, e sim do que ele desencadeou.

Tecnicamente falando, o Dreamcast era realmente um console muito bom. Gráficos incrivelmente superiores ao Playstation e Nintendo 64 da concorrência, mídia que permitia quase o dobro dos CDs utilizado por outros consoles no passado, modem embutido que permitia pela primeira vez jogatina online já direto de fábrica, um cartão de memória revolucionário que era quase um videogame por si só…

Não sou poucos os motivos que me fazem até hoje querer um Dreamcast – e vou comprar ano que vem sem falta, mas provavelmente nunca.

Acontece que a Sega, além de foder diversos estágios do desenvolvimento do Dreamcast (como optar por adotar o protótipo japonês inferior e de quebra descolar um processo por parte da NVidia por quebra de contrato), lançou o console MUITO tarde, em 1999. A intenção da Sega era pôr o Dreamcast pra competir com o Playstation e o Nintendo 64, mas na prática o possível comprador do console via Playstations 2 e GameCube nas prateleiras adjacentes.

Os consumidores já estavam cansados da mania da Sega de praticamente lançar um console por ano, abandonando a plataforma no ano seguinte pra desenvolver seu sucessor, então o mercado não apostou no Dreamcast e deu no que deu.

Isso pra nem mencionar a treta Electronic Arts versus Sega, que custou à gamehouse os títulos de esportes da EA que tanto agradam o mercado gamer ocidental. A Sega até teve algum sucesso com sua linha própria de jogos esportivos, mas não deu.

Mas nem tudo é desgraça, já que…: Como falei logo no começo, apesar dos pesares o Dreamcast ainda é um excelente console, com alguns títulos que valem demais a posse do videogame – Sonic Adventure, Crazy Taxi, Soul Calibur, o épico Shenmue, entre outros que não lembro.

No Ebay dá pra pegar um Dreamcast com 20 ou 30 jogos originais por menos de cem dólares.

Meu pai ainda tem uns desses jogados na garagemZip Drives

A idéia: Uma mídia que pudesse comportar mais volume, facilitando o transporte de informações ou backups.

O que acabou sendo: Um dos mais claros exemplos de uma tecnologia que veio ao mundo apenas pra entrar numa lista como essa aqui.

Tanto a idéia quanto a execução foram absolutamente terríveis. Zip Drives nunca correram o menor risco de se tornar uma mídia popular. Eles simplesmente nunca tiveram essa chance.

Por que fracassou horrivelmente: Vamos ver – custo proibitivo, mídia absolutamente não confiável, hardware de má qualidade… Tá vendo o que eu queria dizer quando falei que esse troço nunca teve uma chance?

Na teoria os zip drives não eram apenas uma boa idéia, eles eram uma alternativa bastante interessantes. Disquetes comportavam miseráveis 1.44mb, hard drives eram indecentemente caros, e gravadores de CD ainda não existiam ao alcance do público. A única solução viável era desenvolver disquetinhos que coubessem mais informações.

Acontece que todo tipo de problema se opôs ao sucesso dos zip drives. Como mencionei antes, o hardware era porquíssimo. Era mais comum ter seus filmes pornôs perdidos num zip drive do que conseguir copiá-los pro PC do seu amiguinho.

Não que isso fosse um grande problema, já que o preço alto dos zip drives (e o fato de que naquela época, a maioria dos usuários não tinha muito o que backupear) acabavam tornando um dono de zip drives uma subcultura com pouquíssimos membros. Na prática, ele só servia pra guardar seus 100mb mais importantes, e não pra transferi-los pra outro PC.

E na prática REAL, nem pra isso ele servia, por causa do já citado click of death.

Mas nem tudo é desgraça, já que…: Novamente vou ter que contrariar esse item. No caso dos zip drives, simplesmente não há uso alternativo que salve a parada. O produto era uma merda e será lembrado pra sempre como isso.

Power Glove

A idéia: Um periférico que captava os movimentos da mão do usuário, permitindo impressionante “interfaceamento” baseado em gestos manuais.

O que acabou sendo: Uma horrível relíquia dos anos 80.

Por que fracassou horrivelmente: Há uma palavra em inglês que define perfeitamente a experiência de usar a Power Glove – “gimmick”. Em outras palavras, gimmick é essencialmente uma “feature” diferente ou incomum mas que não serve funcionalidade alguma além de ser diferente e incomum.

O controle da Power Glove era muitíssimo mal calibrado e não servia grande propósito além de mostrar pros primos e dizer “viu como é legal?”, e cinco minutos depois descobrir que jogar Contra fazendo gestos com o braço estendido no ar nao é apenas cansativo – é retardado. Ao invés de jogar a porra do jogo, você tinha que descobrir exatamente que tipo de movimento seria interpretado pela Power Glove como a ação que você queria executar.

Nenhum tipo de estratégia de marketing conseguiria fazer o ato de balançar os braços na frente da TV parecer algo atraente, divertido ou cool, e acredite, eles tentaram desesperadamente:

[youtube]

So bad, indeed

Isso aí são excelentes cenas do clássico The Wizard, que era essencialmente um comercial de uma hora e meia da Nintendo. E essa cena em particular foi um comercial de dois minutos da Power Glove.

O periférico vendeu pouco menos de 100 mil cópias no Estados Unidos numa época em que o Nintendo era campeão absoluto de vendas, então dá pra ter uma idéia dos resultados do marketing.

Mas nem tudo é desgraça, já que…: Diz a lenda que Thomas Edison tentou dois milhões de experimentos até chegar na lâmpada incandescente. A Nintendo não foi muito diferente, foram necessários dois fracassos retumbantes — na verdade a Power Glove era da Mattel, mas seja um bom amigo e aceite a metáfora anyway — até sair um produto baseado na visão de interatividade que eles estavam tentando desenvolver desde os anos 80.

E ele está sentado lá na minha sala, tomando poeira. Vamos ser sinceros, quem ainda joga no Wii?

Quais foram os piores gadgets na opinião de vocês? Sou todo ouvidos.

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comments

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About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

114 Comentários \o/

  1. @MuskitoRox says:

    Não citou nenhum “Iphone Killer”…achei que iam surgir varios no texto.
    SEGA se resume ao Mega Drive, FATO.

    • 6 says:

      O Dreamcast era foda demais pena que não deu certo… Mesmo assim, bate uma nostalgia ao lembrar dele. Estou até procurando um pra comprar…

  2. jotade says:

    Ótimo Post. Realmente quem ainda joga Wii. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  3. @rhobsonv says:

    Parei de ler no NGAGE pra deichar isso aqui:

    A ORIGEM DO ANDROID (sim, isso mesmo)
    http://sidetalking.com/Images-Brazil/DSC01475-1.jpg

  4. Marcus says:

    Eu ainda jogo WII.

    O mesmo Mario Kart, Mario Party e coisas do genero com os amigos…apesar que ja enjoou, mas na falta de novidade…é isso aí.

  5. Pierre says:

    “Quem ainda joga wii?”
    Não sei como é aí, mas aqui no Brasil ainda tem muita gente (gente, não nerds) sonhando em ter um wii.
    E eu ainda jogo de vez em quando. Comprei o “arc rise fantasia” recentemente e é um jogo que vale a pena.

    • 6 says:

      Wii sux. Além do que, a Sony acabou de destruir o wii com o Move…

      • Caio Esteves says:

        Corrigindo: A Sony acabou de plagiar a Nintendo com o Move. Não que isso seja novidade =P
        Sony e sua incrível habilidade em copiar invenções de concorrentes e dizer que foi idéia deles.

        • Tibo says:

          na minha opinião o PSmove é o sonho realizado de todo playstation fag: um vibrador da sony para mostrar todo o carinho que sente por ela

        • Mameluco says:

          Primeiramente senhor chará xD Não sei se tu se lembras que o Snes gordinho, redondinho, tinha uma entrada serial atrás dele, cujo seria instalado posteriormente um leitor de CD’s. SIM ISSO MESMO! Mas a Nintendo achou que não daria certo e cancelou o contrato com a (tcharararam) SONY. Mais uma vez boquiaberto não? Ou seja, o Playstation é uma fruto de uma burrice da Nintendo. Enquanto a Nintendo tinha o Mario RPG, a Sony tinha Road Rash 3D, e convenhamos, eu prefiro andar de moto e bater nas pessoas do que salvar a princesa que tá sempre no próximo castelo :/

  6. leandrolopesp says:

    O Jazz Drive era um Zip Drive que cabia mais, era mais caro e… cara, o zip drive era muito útil, tirando o fato de se precisar instalar um driver (ainda não existia USB né). Uma vez eu e meu amigo e vizinho fizemos o hercúleo esforço de compactar monster truck madness em 1.44 mb e tirar da minha casa pra dele disquete por disquete. O jogo tinha 150mb, então imagina… foram 150 disquetes. Passamos a tarde levando e trazendo uma pilha, fazendo uma relação de arquivos que faltavam, um dia inteiro. Deu certo.

    Ai deu 2 horas ele me ligou “Pô cara… meu zip drive tava aqui, era 2 vezes só e já tinha acabado” ahhahaha

  7. Caralho,
    Esse N-Gage foi foda.

  8. Gabriel alves says:

    O cube da Apple que era apenas um computador bonito e caro

  9. Wagner Reberte says:

    hehehe muito bom o post e CHUBIRUBA neles…

  10. Lebowski says:

    Só um adendo no Dreamcast -- Mas nem tudo é desgraça, já que… rendeu a história do moleque que esporrou no console. Ainda hoje rio dessa merda!

  11. leandrolopesp says:

    hahahahahahahhahahahahah
    a cara de tédio do kevin arnold e do menino ali é demais. A menina até solta um Jesus no final.

    Era tipo o moleque idiota que se achava mal e todo mundo achava ele um trouxa. Sozinho! Sem amigos! Sozinho! Sem amigos! Sozinho! Sem amigos! Sozinho! Sem amigos! #foreveralone

  12. Huahuah, bela coletânea de inutilidades! =D

    Meu irmão tem até hoje o N-Gage… Claro, que serve hoje em dia como peso pra papel, mas desde que ele era novidade, nunca considerei aquele negócio um celular.

    Sinceramente? Não consigo me lembrar de mais nenhum gadget do tipo. Só me sinto agradecido por nunca ter investido em nenhum destes aparelhos.

    Eu acho que o Nintendo 64 merece uma certa menção pela baixa quantidade de jogos e o elevado custo dos cartuchos. Afinal de contas, praticamente dá pra contar nos dedos os jogos realmente bons para N64.

    • Wesley Prado says:

      “Afinal de contas, praticamente dá pra contar nos dedos os jogos realmente bons para N64.”

      É mesmo.
      Lembro que saiam muitos jogos, a SGP vivia lotada deles nas suas páginas, mas a maioria eram ruinzinhos pra cacete, enjoavam fácil e MUITO caros. Como eu cresci em locadora/playtime, eu via era o povo jogando um game só durante meses, porque era o que prestava. O dono trazia novidades, mas nem sempre dava certo…

  13. Claus says:

    Bom texto Quide, o video do The Wizard elevou o nivel em mais ou menos CHUBIRUBA mil vezes.

  14. @rhobsonv says:

    Esqueceu de mencionar a maravilhosa compatibilidade do ZIP-Drive:
    Leitores e ‘zips’ só eram compatíveis entre si. Um leitor de um zip de 100Mb não funcionaria com um zip de 250mb, embora o zip de 100Mb pudesse ser lido no leitor de 250Mb. OU algo assim…

  15. leandrolopesp says:

    @Lebowski mas ai teria que colocar o Jaguar, o Pippin, o 3DO, o GameGear…

  16. Sanro says:

    Além do NGage e o Power Glove, prá mim os dois piores foram o [url=http://www.sanrojoga.com/2010/04/30/acessorios-que-voce-nao-deveria-testar-parte-8/]64DD, para Nintendo 64.[/url], que era basicamente um zip drive específico para Nintendo 64 e o [url=http://www.sanrojoga.com/2009/07/20/acessorios-que-voce-nao-deveria-testar-parte-5/]MindLink[/url], um acessório para Atari que prometia ler a mente dos usuários, mas de fato só conseguia “ler” o movimento das sobrancelhas.

  17. c++ says:

    O problema do Dreamcast, also, era o chubiruba. Impossível segurar aquilo direito.

  18. Mariana says:

    A lista é boa, mas eu trocaria o Sega Dreamcast pelo Sega Saturn. O Saturn era um sistema poderoso para a época, com configurações superiores as do seu principal concorrente, o PlayStation. O problema? Era um pé no saco desenvolver games pra ele. As softhouses acabavam lançando primeiro jogos para seu concorrente PS. Só depois saía a versão de Saturn. Mais ainda, era praticamente impossível piratear jogos. Ainda sim, eu sonho em ter um Sega Saturn pela nostalgia da coisa. Até mesmo porque seu jogo mais maravilhoso (e um de meus favoritos), NiGHTS into Dreams, hoje tem uma versão pra Wii.

  19. Mauricio says:

    Muito bom esse TOP 5!!!

    Eu tive zip drive, e realmente era muito ruim.

    Como vc falou para citar, tinha o famoso “kit multimidia” da Creative, composto de CD-ROM, placa de audío, e tinha que ser configurado via DOS, pra funcionar… lembro que era uma zica….

  20. Mili bit [mb] é uma unidade levemente diferente de megabyte decimal [MB].

    http://meiobit.com/36261/

    Os disquetes possuíam 1,39 MiB; os Zip Drives, 95 MiB.

    O problema do atraso do Dreamcast no Ocidente era a Sega conseguir dinheiro suficiente no Japão.

    O console foi lançado lá na terra do sol nascente pouco antes do fodástico Ocarina of Time, no mesmo novembro de 1998.

    E até vendeu bem pros japas, considerando que a Sega só conseguiu algum sucesso com o Mega Drive no Ocidente.

    O PlayStation 2 ocidental só chegou um ano e um mês depois do respectivo lançamento ocidental do Dreamcast.

    Uma pena que o Dreamcast não teve nenhum jogo do Sonic, pelo menos não um que prestasse tanto quanto o Super Mario 64 pro Nintendo Ultra 64.

  21. lucas zanganelli dos santos says:

    esse post acaba de salvar minhas memorias de infancia vi the wirzard um milhão de vezes e tinha gravado em vhs hj jogandoalgumas fitas velha procurei essa gravação so que não o achei e esse post agaba de me falr qual que é onome do filem valeu izzy

  22. Sandro says:

    Acho q de todos os pessimos gadgets ja lancados, o pior sempre será o virtua boy, aquele lance do chubiruba era lamentavel

  23. Peitinho Face says:

    Post requentado?
    Em todo caso… sei lá o que comentar, entendo nada de gádigéts

  24. Xong Lee says:

    Os zip drive tiveram seu momento nas agencias de propaganda, onde tinham que enviar arquivos gigantes (pra epoca) para gráficas e/ou jornais. Vinham bem a calhar num breve periodo de tempo onde internet era discada (e demoraria mais do que o motoboy), e gravar um cd com os arquivos tambem nao estava ao alcance de todos. Acho que eu tenho um aparelho e discos zerados ate hoje em algum lugar… uma fortuna que virou poeira de uma hora pra outra, nao tinha nem valor pra revenda.

  25. Ótimo post. No momento não me vem nada a mente. Mas se eu lembrar eu comento aqui.

  26. Marcio Bonafé says:

    Ótima lista, só trocaria o Dreamcast pelo Mega 32X.

  27. SPOOK says:

    ótima lista! Lembro de uma vez em que eu fazia um curso de manutenção de computadores (isso faz uns 15 anos atrás), e o meu professor se achava o fodão por ter um zip-drive. Então um cara que fazia curso também pediu pra copiar um vídeos pra ele, e adivinha? CLICK OF DEATH! Cara, ri MUITO do professor bonzão !

  28. @higorcamara says:

    Clássico esse filme das Power Gloves, quando eu vi eu era pequeno, e nem imaginava que essa luva existia.

    Enfim, eu ainda jogo Wii, porém não compro jogos faz tempo. Só tenho jogando COD:MW2 online, que MUITA gente joga, e é bem divertido. Sendo que quero comprar o Black Ops, Dead Space e uns RPGs que já vi na net, mas falta vontade de ir comprar.

  29. Lucas says:

    Bom texto, gostei do estilo cracked.

  30. marcus says:

    O maior sucesso do Dreamcast no Brasil foi a história do Leonam. A partir disso dá pra tirar uma boa ideia sobre como este console foi popular.

  31. @RafaelGarcia_MD says:

    Não é um gadget, é uma mídia que não deu certo. MD (minidisc). Eu até achava a idéia legal, mas era bem caro. Não ia pegar nunca.

  32. @andropovbr says:

    haha. Eu tive um Zip Drive. Me custou a bagatela de R$ 250,00 em 1998. E o pior, tudo que foi dito sobre o equipamento é verdade. Lixo puro. Se você o usasse como mídia de backup, era bom arrumar um backup do backup, senão…

    Tive a oportunidade de jogar o Virtual Boy, e deu pra ver que os caras não sabiam o que estavam fazendo quando comercializaram a parada. Cansei logo nos primeiros minutos de jogo, e não quis mais saber do treco.

    Acho que poderias ter tirado o Dreamcast da lista e ter colocado o Sega CD. Esse foi pior que o DC sem dúvida.

  33. Darox says:

    Ainda jogo muito Wii. abs.

  34. Romney Silva says:

    Excelente post!

  35. Eric says:

    Muito CHUBIRUBA bom esse post

  36. Eu jogo Wii mas é por 2 motivos; sou lentíssimo pra zerar qlqr jogo. Tô sem 360.
    Sem falar, CHUBIRUBA, q tô indo atrás de clássicos do GameCube.
    Esse console teve uma geração terrível, mas acho q afinal ele não vai sair do mercado sendo um videogame tão ruim assim… por causa de SMG 1 e 2, Zelda TP, DKC Returns, Mario Kart Wii, Metroid Prime 3/Trilogy e Other M, Boom Blox, Sin & Punishment 2, Zangeki no Reginleiv, Spyborgs, Muramasa, Kororinpa, Super Paper Mario, Mario Strikers Charged, Silent Hill: SM…
    …e talvez por causa de Dead Space Extraction, Disaster: Day of Crysis, Tatsunoko Vs. Capcom, NMH 1 e 2, Arc Rise Fantasia, de Blob, Mini Ninjas, Zack & Wiki, RedSteel 2, LostWinds 2, Lost in Shadow, House of the Dead, Fragile Dreams, Rayman Raving Rabids e alguns outros party games…
    …e talvez com os vindouros Zelda SS, Xenoblade, The Last Story, Tact of Magic.. e sei lá…
    Dentro do q o Wii oferece dá pra passar um tempinho c/ ele… rss

    Mas, ô, kidô! Acho que houve um engano! hehe vc me bloqueou no Twitter cara! oO
    hehe
    Me desbloqueia lá! Sérião!

  37. @tiophio says:

    Porque reciclar faz bem!

  38. charles says:

    Bom post, apesar de concordar que o dreamcast poderia ser melhor substituido pelo sega saturno, o n64 fez a sony lançar o play 2 e derrubou a sega de vez.

    Quem fez review de vários gadgets mencionados é o AVGN, o James Rolfe, vale a pena dar uma passada na livraria de vídeos dele: http://www.cinemassacre.com/2007/04/08/full-list-of-avgn-videos/ tem Jaguar, Sega CD, CDi etc…

    A sega praticamente acabou pelo meu prazer por jogos, eu era fanático, mas tive um sega saturno e um dreamcast em sequência… daí pra frente nunca mais quis saber de um console novo…

  39. Bruno F. Vascontim says:

    Com certeza pra mim o pior gadget foi o Chubiruba, de 1987.

    Alguns falam que era bom pra jogar Super Mario, já eu sempre achava uma porcaria pra qualquer jogo…

  40. @engdavirocha says:

    Bom que você tá cumprindo a promessa de um post por dia, mesmo que requentado, vou continuar a prestigiar…

  41. João Marcos says:

    Que legal, o Top 5 tem 6 itens. uhuauhauhaauh

  42. Joao Luiz says:

    Zip Drives ERAM usado antigamente no hospital do meu pai pra fazer backup. Numa época em que “hard drives eram indecentemente caros, e gravadores de CD ainda não existiam ao alcance do público” (SIC). Acho que o Zip Drive teve sua importância, não como mídia popular,mas para empresas que deviam manter arquivos importantes por muito tempo. Como hospitais que devem obrigatoriamente (por lei) manter as papeladas de cada paciente por até 18 anos. Pronto, boa ação do dia: Fazer um nerd sedentário ir até o hospital. Lembro do bom K6, 128mb RAM com placa de vídeo 16mb, rodava DOOM lisinho rs, e lógico um Zip Drive.

  43. Matheus says:

    Porra, dizer “quem ainda joga Wii?” em 2011 é foda, depois de tantos jogos AAA que saíram em 2010… o.o

    No mais, boa lista. Tem coisa aí que eu nem conhecia, tem outras que já eram esperadas. xD

  44. Lapenda / Haiiro says:

    Porque o Top 5 tem 6 Gadgets?

  45. Rocknaveia says:

    Eu tive ngage, curtia 😀

  46. Seiji says:

    Quando eu comecei na área de publicidade o zip drive era bem popular no meio, tanto é que tinham jornais e revistas que só aceitavam arquivos nessa mídia o que era um problema serio, pois os mesmo sempre davam pau…. e dava aquele pânico de sexta feira a tarde.

  47. Medrik says:

    E existência do Dreamcast foi compensada apenas por aquela história daquele moleque do “Gozei no meu Dreamcast”.

    Alguém ai lembra? lol

  48. Fabio says:

    Post muito bom!!!

    Esse Cuecat eu já tinha ouvido falar, mas nunca tinha visto…

    Virtual Boy realmente era horrível…

    NCage eu trabalhava em um lugar que ia vender logo após o lançamento pois tinha que ser re-vendedor autorizado no inicio.. fizemos um treinamento para conhecer a fundo o aparelho.. eu e um amigo logo pensamos.. isso não vai da certo… deu no que deu..

    Dreamcast é sacanagem estar na lista… por mais que tenha sido justificado o motivo de ele aparecer ai na lista.

    Zip Driver eu tive um de 100MB interno da Iomega… 100x melhor que o externo que era só problema…mas tb virou sucata kkkkkkkkkkkk

    O PowerGlover eu tinha… e troquei com um colecionador por dois cartuchos de Neo-Geo (KoF95 e Fatal Fury) fiz um excelente negocio ehehehhe

  49. Fabio says:

    na pressa até escrevi errado N-Gage errado kkkkkkkkkkkk

  50. Mateus Antonio Bittencourt says:

    @RafaelGarcia_MD

    O Zip Drive e o MD são duas mídias distintas.

    O Zip Drive é um fracasso, enquanto o MD não.

    Meu tio trabalha em rádio, e os MDs forram muito usados para guardar e transportar vinhetas e comerciais, e ainda o MD gravava em formato digital.
    ___

    Lembro de um “propaganda” (em revista) dos Zip drivers mostrando uma pessoa genérica com a macacão da Ferrari falando que a Escuderia usava os Zip drivers. Alguém sabe se essa minha memória procede?

  51. meitos says:

    merece ficar na coluna de melhores posts, e uma idéia, além de post diário, deveria ter hbdtv 1/semana, o que achas?

  52. @thiagosian says:

    haha mando bem nas escolhas, ano que vem você atualiza e inclui o Playstation Phone! haha

  53. E aqueles gravadores de CD de mesa, rídiculos que saíram lá pelos anos 99/2000 tipo esse aqui: http://www.tnt-audio.com/sorgenti/philips775cdr_e.html

    Cara, até eu moleque de 16 anos na época via que aquilo era rídiculo de tão limitado que era em comparação à gravadores no PC.

  54. Algúem lembra dos Gravadores de CD de mesa, como esse aqui: http://www.tnt-audio.com/sorgenti/philips775cdr_e.html

    Cara, na época eu tinha uns 16 anos, e eu já conseguia ver que aquele troço rídiculo ia ser um fracasso, comparando-se com gravadores built-in nos PCs, aquela peça rídicula de tecnologia não ia muito longe, e não foi!

  55. Thito says:

    Tenho N-gage -- funcionou muito bem como celular,mp3 player, vg portátil e qdo eu tirava do bolso todo mundo queria saber oq era se tinha custado 2000 reais e por aí vai…

  56. Carol says:

    Nossa, esse N-Gade aí me fez até sentir vergonha alheia. Acho que até o sofrido Polystation vendeu mais.

  57. Faltou falar dos N800, N810 e agora N900 da Nokia com suas telas resistivas, sistema com usabilidade de computador em tela de 4.1″. Teve até um WiMax Edition que conectava a redes WiMax que até hoje não vi pegar.

  58. Vim seco pra dizer o que o Medrik falou: o Dreamcast gerou o “Gozei no meu Dreamcast”, um dos mais clássicos sites da história da internet tupiniquim.

  59. Bruno Moita says:

    Ganhei um virtual boy do meu tio, e kid joguei bagarai nesse negócio levava aquela coisa gigante pra casa dos meus amigos e todo mundo gostava, a gente ficava jogando mario tennis a tarde inteira, e quando eu tava sozinho jogava um joguinho muito bom do wario, mesmo eu não me lembrando eu devo ter tido uma dor de cabeça muito fudida por causa do vb.
    Eu só parei a jogatina pq a perna dele quebro e o unico lugar que tinha como apoiar ele sem rolar, era no travesseiro, mas isso fazia meu pescoço doer demais, por causa disso ele foi destinado ao meu armario, tomar poeira por tdoa eternidade.
    O vb tinha mais um problema, além de não ser portátil, aquela bagaça consumia 6 pilhas médias! Na verdade ele vinha com um transformador, que eu sem saber liguei aqui na tomada de 220v na primeira vez que fui usar, acabei queimando ele, e enquanto meu vB tinha pernas várias pilhas foram consumidas.

  60. Parabéns pelo texto muito bem escrito.

  61. Vanguedes says:

    Eu tinha um Ngage e me amarrava nele. Hoje tenho um IPhone porque perdi o Ngage, se não eu o teria até hoje.

    Gostava bastante dele e nunca concordei com essa coisa de que ele era ruim. Ele foi um fracasso, tenho que concordar, mas gostava muito dele.

  62. crscampos says:

    esses Chubiruba já cansaram ..

  63. Zuaquim says:

    E existência do Dreamcast foi compensada apenas por aquela história daquele moleque do “Gozei no meu Dreamcast”. (2)

  64. Lucas says:

    N-gage, Quando comprei, a R$ 600,00 no submarino, era (ainda, pois já tinha uns bons dois anos após lançamento e já tinha lançado o N-Gage QG), era o único celular que eu podia:

    1 -- Acessar a internet de forma “descente”
    2 -- Ler PDF
    3 -- Assistir vídeo (sim, assisti anime naquilo)
    4 -- Ouvir MP3
    5 -- Jogar (Tinha alguns jogos bons para o bichinho)
    6 -- Editar/Acessar documentos word/excel
    7 -- Aceitava cartão MMC, portanto não precisava ficar tentando enfiar mp3 em um espaço interno de 4MB como a maioria dos celulares da época que ofereciam mp3 como atrativo.

    Acho que tirando as sacanagens evidentes de design, ele era sim um ótimo celular e bom para jogadores casuais.

  65. Peitinho Face says:

    Será que o IPAD não merecia entrar nessa lista tam´bem?

    http://www.tecnocafe.com.br/finalmente-o-tablet-da-apple-possivelmente-fracassado-ipad/

  66. Peitinho Face says:

    Meus comentários não tão aparecendo

  67. Flavio says:

    Faltou incluir o Chubiruba na lista!

  68. Rodrigo says:

    O ZIP drive era uma merda, mas era o que melhor havia na época para transportar arquivos grandes. Eu desenvolvo sistemas e, lá pelos idos de 95, 96, precisava transportar 10, 15, 20 Mb de programas pros clientes. CD-ROMs eram caros, lentos, bugados e garantidos de se perder a mídia e a gravação. Disquetes ? Se o lugar fosse muito longe, tínhamos de levar três cópias de cada disquete, já que internet também inexistia.

    Já com o ZIP, a gente espetava o bichinho na porta paralela, copia rapidinho e… torcia pra cópia funfar. Geralmente ela funfava. Aliás, rodava tão bem pra gente que, na epoca, todo micro que comprávamos tinha que vir com zip drive interno. Só abandonamos quando os CDs se tornaram mais acessíveis e funcionais. Cagada mesmo era o JAZ drive: um disco de 1 GB de mídia magnética sólida, como os discos de HD. Compramos um muambado dos states por uma fábula pra fazer back-ups, tivemos de comprar uma placa SCSI caríssima para ligá-lo no PC, usamos umas três vezes e… click of death.

    Já o Dreamcast (o qual ainda tenho um juntando poeira!), acho que a pior cagada da Sega foi apostar nos malditos GD-ROMs e perder o trem do DVD. O console tinha jogos ferrados, mas como o timing deles foi terível e o console foi lançado pouco antes do PS2, era comum o povo comprar o playstation simplesmente porque ele funcionava como DVD player, o que economizava o preço de se comprar um aparelho avulso. Lembre-se de que, na época, os DVDs players custam coisa de 600, 700 R$ ainda.

  69. Bruno Balbi says:

    Talvez eu tenha sido o único imbecil que comprou isso. Um gadget de Mega Drive na forma de um bastão para jogar jogos de baseball. Isso em 1995.. eu tinha 15 anos e deveria saber que era basicamente um controle que quando você mexia (para qualquer direção), ele interpretava como se fosse o botão “c” (ou whatever) sendo apertado. Eu e meus amigos mongamente tentando rebater como se fossem jogadores, quando caímos na real.. vergonha até hoje.

  70. Pavezi says:

    HAHAHAHA

    Aquele “Ow! Vem aqui em casa jogar Wii” não existe mais faz um tempo mesmo… e eu preciso começar a tirar screenshots dos meus comentários proféticos.

    Eu disse que era muito bacaninha mas que não era um video-game que você aguenta jogar por mais de 30 minutos consecutivos. E que um video-game que ninguém aguenta jogar por mais de 30 minutos consecutivos não ia durar 2 anos competindo com PS3 e XBOX.

    E se você comprar o controle classic pro Wii, ele só vira um SNES com gráficos melhores e jogos piores.

  71. Raphael Oliveira says:

    Chubiruba Face

  72. William! says:

    N-Gage camarada meu tinha e chubiruba na época eu achava maneiro, mas eu era adolescente e não tinha noção da realidade.
    Zip drive tem uns 5 aqui no armário da empresa, ahaha. Com o leitor e tudo. Só não sei se funciona.

  73. biotch says:

    filha chubiruba da puta!
    você já publicou esse texto nos anais do blog
    ou eu tive um déjà-vu fodido há meses onde li esse texto inteiro
    ou seja, ou eu viajo no tempo, ou tenho déjà-vus sensacionais ou você é malandrão
    HAUSHUAHSUAHUAHS

  74. Sly says:

    Ri muito com o post. Muito. Eu lembro de ver the wizard bastante depois de ser lançado, acho que na época do N64 já e sonhar com uma power glove, porque parecia legal de mais usar aquela luva maluca. HUHAUHA
    Um amigo teve um N-Gage, achei legal pra cacete até ver ele telefonar com ele. HAHAH
    Quanto ao Wii, eu não comprei um porque, infelizmente, no brasil é foda comprar consoles. Preferi comprar um PS3 e um Xbox. Tou pensando em comprar um move agora, mas quase não tem título pra essa merda, o que é bastante broxante. E o Kinect, porra, é muito bizarro usar aquilo.

  75. Ainda jogo meu Wii. Os lançamentos recentes me mantiveram bem ocupado nos últimos meses. Esse ano já saiu Lost in Shadow e devem sair uns RPGs épicos.

    Mas em grupo, quase sempre se resume a Smash, Mario Kart, Just Dance e Rock Band (e ultimamente, Goldeneye)

  76. leandrolopesp says:

    Pô cara, ninguém fala dos Laser Discs (LDs). Aquilo sim, nasceu lixo, cresceu lixo e morreu lixo.

  77. Cara, eu juro… JURO que estou tendo um deja vu (foda-se a grafia correta) lendo esse texto. Eu tinha certeza absoluta que você já tinha escrito um texto assim um tempo atrás. Mesmos produtos, mesma ordem, tudo igual, exceto que você não tinha conseguido uma foto do side-talking…
    Devo estar ficando louco mesmo…

  78. André says:

    “Vamos ser sinceros, quem ainda joga no Wii?”

    Quer dizer, 2010 teve Donkey Kong Country Returns, Mario Galaxy 2, Tatsunoko vs Capcom, Monster Hunter 3, Red Steel 2, Goldeneye 007, Metroid Other M, etc.

    Esses são (alguns) exemplos de games lançados para Wii nos ultimos 12 que não só receberam ótimas críticas (alguns entrando nas listas dos melhores de 2010) como também venderam bem. E se venderam bem, é pq um monte de gente acabou jogando.

    Você não se enquandra nessa categoria pq vc não é o nerd gamer doutor no assunto como você sempre diz ser. Você é um gamer mais casual, mais jogador de jogos em flash estilo IPhone. Por isso é claro que vc não estaria jogando Wii. Não lançaram nenhum jogo em flash com touch screen ele.

  79. Daniel N says:

    É, pelo que li dos comentários ainda tem muita gente que o usa. Eu sou um deles. Tenho um amigo que tem todos os Wii(com Fit), 360(com kinect) e PS3 com Move, e AINDA assim joga e se diverte bastante com seu Wii.

    Acho que vc está um pouco distante dos jogos do Wii pq tem saido muita coisa boa, de third parties NADA comparado com os outros dois É CLARO, os gráficos pobres do Wii impossibilita seus lançamentos. Quando comprei o Wii pensei que não fosse me importar tanto assim com os gráficos mas eles tem sido um fator bem limitante no desenvolvimento dos jogos.

    Como um comentário acima falou, os jogos de Wii ainda são bem vendidos, isso mostra que tem pessoas que o usam, e é a mais pura verdade. Se o público alvo do Wii é mais o casual, significa dizer que as pessoas o jogam ca-su-al-men-te, ou seja, sem frequencia.

    Tente jogar New Super Mario Bros Wii., DK Returns e Wii Party que vais ver que falou besteira 😉

    Abs

  80. Gradius says:

    Bicho… você achou o ZipDrive um mico? Então vai ler sobre o malfadado concorrente do zip… o LS-120 SuperDisk. Esse sim é o verdadeiro mico.

    Já o N-Gage eu tenho um, e uso. Lembre-se, quando ele foi lançado era o unico que dava pra acessar internet de forma decente se comparado ao resto, tocava mp3 muito bem, e era MULTITAREFAS, ou seja, dava pra escutar MP3, enquanto lia uma merda qualquer e ainda o telefone estava a disposição pra ser usado. Foi um aparelho muito bom, só cagaram no sidetalk, não porque eu acho ridículo ou coisa assim. Mas porque é realmente uma merda, desconfortável pra cacete.

  81. Artur says:

    Texto reciclado, mas eu ri dos pequenos add-ons.

    E o Wii tá em decadência, no que diz respeito aos jogos… No momento tem míseros 10 jogos anunciados pra 2011. O PS3 e o 360 já tem dez milhões de jogos anunciados.

    E pelo menos o 3DS é portátil de verdade, mas dizem que o 3D do troço é meio vagabundo. Mas tendo o nome “DS”, vai vender mesmo que venha com o HIV de fábrica.

  82. Artur says:

    Aliás, se ainda quer o Dreamcast, compra logo CHUBIRUBA

  83. Krash says:

    Sega Cd. Só isso.

  84. Marcelo Eiras says:

    Não concordo com o NGAGE, foi o primeiro smart phone, tinha multitarefa e jogos decentes. Como a maioria era pirataria em cartão SD o fato dele ficar embaixo da bateria não fazia muita diferença. Tinha otimos jogos, como o pathway to glory, Colin McRae Rally 2005, Rayman, worms… Ate hoje sinto falta de um celular com D PAD e botões de verdade.

    O Zip Drive foi um sucesso na época. O HD era uma fortuna e o disquete muito pequeno. Só acabou pq nao evoluiu.

    E como falar em fracasso sem citar o Sega CD e o 32X ?!

  85. marcosr. says:

    Neo-Geo CD -- simplismente o pior console da historia com o seu cd 1X. Os loadings, o joy era uma merda meu Deus.

  86. Lana says:

    Essa semana estava procurando informações sobre um jogo e descobri que ele tinha port para N-Gage. Nem lembrava que essa merda um dia exisiu.

    O Zip Drive minha mãe tinha aqui em casa, mas só fui descobrir pra que ele servia com o seu post.

  87. @paulomorenoo says:

    Cade o Zune? Eu colocaria ele no lugar do Dreamcast. A ideia da lojinha deles (zune pass) é fantastica e tals, o bixo é bonito e tem uma interface agradavel mas, quem usa aquilo quando se tem iPod e iPhone?

  88. SonGohan says:

    “E ele está sentado lá na minha sala, tomando poeira. Vamos ser sinceros, quem ainda joga no Wii?” Nem li os comentários, mas provavelmente alguns nintendistas já devem ter postado. Mas tenho q discordar de vc, nunca joguei tanto um video-game qnt jogo o Wii hj.

  89. Flávio says:

    HAHAHA!
    Post show de bola!!

    E o Zip drive realmente… acho q foi o pior de todos…

  90. Mário says:

    Juro que já tinha lido esse post há alguns meses…

  91. Fábio says:

    A Power Glove é de um filme antigo pra cacete, eu lembro de ter visto uma vez na seção da tarde, quando eu ainda estava na 3ª série. E podem perceber que a Nintendo não desistiu da idéia e criou o Wii com o mesmo propósito.

  92. Zé Marcelo says:

    Muito interessante, eu cheguei a fazer um post parecido no meu blog sobre acessórios de videogames que não fizeram sucesso. Realmente, a Power Glove é unanimidade…

    Dentre outros gadgets furados, já ouviu falar do Aladdin? Isso mesmo, com dois Ds. Era um adaptador oco para o NES, com cartuchos em formato menor, que prometia jogos mais baratos e mais modernos, com chips aceleradores, etc, falando que ia revolucionar o mercado dos 8 bits no começo da década de 90. No final das contas, virou um belo elefante branco, porque poucos jogos foram lançados e eles em nada diferiam dos outros títulos do Nintendo.

  93. afflol says:

    Odeio post de blogueiro que não sabe escrever em português. Principalmente quando o assunto é criticar os outros.

  94. Caio Everton says:

    Post bem curioso, só cheguei a ler sobre alguns desses nas revistinhas da minha infância. Mas o melhor foi lembrar do The Wizard. It’s so bad! xD

  95. Roberto says:

    Cara ninguém aqui lembrou do ZEEBO o “primeiro video-game Brasileiro”

    Cara, sério mesmo, eu tive o desprazer de jogar aquilo na casa de um amigo (o cara só tinha o treco pois fazia iniciação cientifica com ferramentas de desenvolvimento para jogos no Zeebo). Os jogos são versões flash de celular de jogos renomados e o pior: com a jogabilidade mais lenta. Acho que qualquer smartphone de hoje tem mais capacidade que aquilo lá.

    O Zeebo acho que nessa lista só perde para o Virtua Boy

    PS: eu ainda jogo Wii. E muito…

  96. Isaque says:

    Cara, meus parabéns!

    Adorei o post, os comentários ficaram 10 e realmente todos os gadgets citados se encaixaram perfeitamente na descrição (apesar de eu já ter tido um n-gage :p )

    Um abraço e continue assim

  97. zoorope says:

    Post perfeito… to chorando aqui com meus 35 anos… cara, vc poderia escrever mais posts igual a esse… poderia falar de coisas que nao era so na area de tecnologia, mas tambem de brinquedos e coisas da escola e dia a dia… entende? parabens..

  98. neendj says:

    aff… um verdadeiro lixo dos anos 80!!!

  99. Luiz Claudio says:

    Cara, todos horríveis!
    Mas eu tive e “privilégio” de usar (tentar) um ZIP no trabalho… além de tudo o que vc postou, faltou dizer que para usar o danado era necessário instalar um software… e na maioria dos clientes era incompatível com o W98… ahahahah.
    Uma droga! Eu preferia carregar 15 disquetes…

  100. Maurício says:

    Discordo só do Zip Drive, já que foi muito usado em empresas para backups… como gadget pessoal, realmente é um lixo.

  101. Devido ao design, imaginei a primeira vista que o CueCat seria algo que se dispusera a substituir o mouse dos PCs -- Caso não equivocado, estaria disposto a verter para “catpads” minha febre por colecionar mousepads.

  102. Faltou um item da Apple ai. e olha que tem boas opções, como o Mouse hockey(aquele mouse desgraçado do primeiro iMac)
    O Newton, o CUBE, ou ainda o recente PING, que veio querer ser um LAST.FM já embutido no iTunes e era trancado e ninguém usava.

  103. Helder Skelter says:

    O MD parecia uma excelente ideia, era um disco compacto e protegido com a mesma capacidade de um CD, e o principal, era regravável e qualquer aparelho era gravador.
    Eu queria comprar um MD player para o meu carro, mas nunca tive grana, comecei a guardar dinheiro e o bagulho sumiu do mercado.

  104. “Diz a lenda que Thomas Edison tentou dois milhões de experimentos até chegar na lâmpada incandescente.” Bem lenda mesmo, nem foi Thomas Edison que criou a lampada. uahsuas