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As 5 Grandes Revoluções da Internet

Postado em 26 janeiro 2009 Escrito por Izzy Nobre 114 Comentários

Hoje em dia, qualquer paspalho que quer soar como se entendesse bastante da internet apela imediatamente pro bordão “web 2.0″.

Web 2.0 é um sinônimo de inovação no meio internético, sim, isso é óbvio. Qualquer pessoa com mínimas faculdades mentais consegue chegar a essa conclusão graças ao contexto em que o termo sempre está inserido. Web 2.0 implica num upgrade, numa versão atualizada do que supõe-se tratar de uma inferior Web 1.0, ou talvez até Web 0.98 alpha build.

Mas tu sabe o que a expressão realmente significa?

Como a internet evoluiu muito rapidamente em pouco tempo, não é necessário ser um septuagenário pra ter experimentado os primórdios dela. Por isso eu tenho quase certeza que, independente da sua idade, você deve ter experimentado a Internet Antiga, nem que apenas superficialmente.

Lembra da Internet Antiga, com o ICQ (e aquela vergonhosa versão paraguaio-brasileira, o ComVC) e páginas com duas dúzias de GIFs animados e java applets e IRCs e frames e ARAÚJO’S HOME PAGE SOB CONSTRUÇÃO e Cadê e Altavista e Lycos e Super11 e Zaz e Arremate e pudim.com.br?

Fig1: a Internet antiga

Fig1: a Internet antiga

Então. A internet sofreu várias mudanças de lá pra cá; as que vieram pra ficar revolucionaram a maneira que usamos a rede pra interagir uns com os outros, e foram essas que renderam o tal upgrade na Web.

Mas que revoluções foram essas?

Napster: ajudando jovens internautas a construir coleções de mp3 incompletas

File-sharing

Em junho de 1999 o adolescente americano Shawn Fanning publicou a primeira versão do lendário Napster, um software escrito por ele e dois colegas de faculdade que permitia internautas trocar músicas em formato mp3 sem que um centavo sequer fosse parar no bolso dos donos das músicas.

Não há registro histórico que dê embasamento a esta crença, mas eu consigo imaginar os executivos das grandes gravadoras norte americanas simultaneamente experimentando um terrível pressentimento naquele fatídico dia.

Sabe quando Alderaan é destruída pela Estrela da Morte, causando o Obi Wan a sentir um desequilíbrio na Força? Então, do mesmo jeito, só que envolvendo nerds e modems e mp3s do Offspring.

A festa não durou muito tempo. Num belo dia de verão o Lars Ulrich, o carrancudo baterista do Metallica, descobriu que as músicas da banda estavam disponíveis gratuitamente através do Napster. Convencido que algum tipo de malandragem ilegal estava em operação, o baterista entrou com um processo civil contra o serviço do Fanning. Outros artistas que aparentemente estavam passando por perto no momento decidiram que aquela era realmente uma boa idéia, e lançaram seus próprios processos contra o pobre adolescente.

Napster, que a essa altura tinha se transformado numa empresa, perdeu todos os casos e não teve outra solução senão declarar falência e fechar as portas.

Exatamente cinco segundos depois, três outros serviços de P2P já haviam surgido no éter digital. Como uma versão hightech da mítica hidra, que brotava duas cabeças novas de cada cabeça cortada, sempre que a indústria fonográfica derrotava um serviço, novas ameaças surgiam em seguida.

E o as gravadoras tiveram que aceitar o fato inexorável de que a troca ilegal de músicas em formato mp3 jamais seria aniquilada.

Onde o Napster falhou, no entanto, os futuros serviços de P2P triunfariam. O motivo pelo qual o Napster se colocou em posição delicada é o fato de que os arquivos mp3 passavam pelos servidores do serviço antes de chegar aos internautas, caracterizando a distribuição ilegal de material protegido por leis de direitos autorais – e tornando praticamente impossível ao Napster convencer o sistema legal americano do contrário.

Os P2P do futuro desenvolveram uma maneira de circunventear esse problema. Ao invés de usar seus próprios servidores pra manusear as músicas no seu caminho até os piratas, os novos P2P não têm um servidor próprio. Os arquivos são enviados diretamente de um internauta na outro.

O melhor exemplo disso são trackers de torrent. Ao invés de manter os filmes/músicas, eles essencialmente linkam o usuário pra outros internautas que os têm; fechar tais serviços tem se mostrado um pouco (só um pouco, mas já é o bastante) mais complicado já que estritamente falando eles não estão distribuindo material copyrighteado, ao invés disso eles estão apontando na direção de onde encontrar o material.

É como se você ficasse parado na esquina de um bairro estranho apontando pra transeuntes onde eles podem comprar armas, drogas e sexo. A polícia não vai gostar e talvez encha o seu saco, mas tecnicamente falando você não tem posse nem está vendendo os items proibidos, o que te coloca numa situação legalmente mais estável.

Auto-publicação

Lembra dessa interface?

Na época vitoriana era relativamente comum ir à praça mais próxima, subir numa caixa de madeira e berrar suas opiniões e crenças pessoais a quem quisesse ouvir (leia-se “quem estiver passando por lá no momento”, já que ninguém realmente queria ouvir as maluquices de um desconhecido).

Os mais eloquentes arrumavam uma legião de seguidores/admiradores; os mais malucos eram publicamente humilhados, e os mais ofensivos eram frequentemente silenciados por dispositivos silenciadores das autoridades locais, também conhecido pelo seu outro nome mais popular “cacetete aplicado diretamente sobre a cabeça”.

Blogs nada mais são que a versão eletrônica dessa prática.

Ao contrário do que os newfags – leia-se “você” – pensam, bloguices não são um fenômeno tão recente assim. O próprio termo “blog” (que a propósito é uma corruptela de web log, ou seja, “diário da web”) foi usado pela primeira vez em 1997. Em 1999 Peter Merholz, autor do PeterMe.com, convencionou a abreviação graças ao trocadilho “We Blog” que ele usava no seu site.

Na verdade mesmo, blogagem já rolava bem antes da adoção do termo oficial. Justin Hall, um estudante americano que mantinha um diário virtual no longíquo ano de 1994, é considerado como o primeiro blogueiro.

Como você deve lembrar, os primeiros blogs não eram exatamente muito interessantes. Afinal, a idéia nasceu como um registro diário pessoal disponibilizado na internet; como a vida alheia geralmente não é lá muito emocionante, blogs permaneceram relativamente desconhecidos até os anos 00s.

A “internetização” geral que aconteceu nesta década acabou atraindo muita gente pro hábito de blogar, e foi apenas uma questão de tempo até que pessoas com poder de persuasão e formação de opinião começassem a publicar suas idéias no Blogspot.

O resultado disso é que o movimento blogueiro começou a ganhar legitimidade. Há incontáveis casos de bloggers ao redor do mundo que atingiram status de celebridade e/ou afetaram diretamente eventos mundiais graças aos seus blogs.

O caso Rathergate foi um bom exemplo disso. O jornalista americano Dan Rather foi acusado por blogueiros de usar material falso em uma reportagem a respeito do passado militar do Presidente Bush. A reação se espalhou viralmente entre a comunidade blogueira e atingiu tamanhas proporções que a emissora foi obrigada a se desculpar formalmente. Há vários outros casos similares até mesmo no Brasil.

Blogs evoluiram de diarinhos virtuais sem relevância alguma pra uma poderosa ferramenta de formação de opinião e reportagem alternativa. A maneira como os blogs deram a cidadãos comuns o poder de bater de frente com o jornalismo mainstream e oferecer versões alternativas das histórias reportadas pela mídia conservativa mudou pra sempre o processo de formação de opinião no cenário mundial.

A blogosfera é essencialmente o jornalismo paralelo, formado por gente como eu e você, sem rabo preso com determinadas agendas políticas como é o caso da americana Fox News ou a nossa revista Veja.

As últimas eleições presidenciais americanas, por exemplo, sofreram fortíssima influência da blogosfera — que é notoriamente composta em sua maioria por jovens politicamente engajados, um demográfico sobre o qual a personalidade de Barack Obama obviamente causa melhor impressão que a do republicano John McCain. Muitos analistas políticos concordam que a blogosfera americana foi um fator definitivo pra recente vitória do candidato democrata.

Sim, eu sei exatamente o que você está pensando: esse meu discurso parece bastante incoerente com alguém que costuma satirizar problogueiros e suas aspirações jornalísticas, né?

É, eu admito. Nem parece que fui eu que escrevi os parágrafos acima. Acontece que no fundo, eu vejo sim o potencial de comunicação de blogs. O que acontece é que o que a maioria dos probloggers fazem no Brasil (digamos, vestir-se de Doritos) não é o que se possa chamar de “jornalismo paralelo”.

Ou “jornalismo” de qualquer espécie mesmo.

Quando o deslumbramento de alguém que acabou de ver a primeira nota de cem reais na vida passar, quando essa característica sede blogueira por migalhas for algo do passado e o pessoal amadurecer (e quem sabe arrumar empregos, de forma que não precisem mais vender suas opiniões), quem sabe.

E agora, com 100% mais Beatles

Distribuição Digital

Quando o Napster começou a distribuir músicas gratuitamente pra toda a internet no finzinhos dos anos 90, a indústria fonográfica passou a ver o download de músicas pela internet como uma grandíssima ameaça (a maior, aliás) ao seu modelo de negócios. Naturalmente, as gravadoras e os artistas passaram a atacar violentamente o avanço dos métodos de download de músicas.

Entretanto, não foi até a Apple se meter no negócio de vender música pela internet que a indústria começou a ver o método com outros olhos. Ficou aparente pro mundo inteiro que muitos “piratas” estavam do lado errado da lei simplesmente porque não havia uma forma legítima de baixar músicas sem prejudicar os artistas.

MP3 players se tornavam menores, mais baratos e mais eficiente; pros seus donos, ripar um disco pra ouvi-lo no aparelho era inconveniente. A iTunes Store surgiu pra cobrir esse nicho, e o o sucesso da empreitada é reconhecido mundialmente – a Apple já vendeu mais de um bilhão de músicas através do serviço deles.

Mas música foi apenas o começo. Poucos meses após a chegada da iTunes Store, a produtora de games Valve lançou o Steam, que é um serviço de distribuição digital de games. Alguns anos mais tarde surgiu uma nova geração de videogames e, que surpresa, todos os consoles atuais dispõe de serviços de distribuição digital. Os portáteis não são diferentes – hoje você pode comprar jogos de PSP direto do seu PC ou PS3, e o Nintendo DSi também tem uma loja virtual pra compra de software. A tendência de entrega de conteúdo digital via internet já virou padrão.

Distribuição digital é uma daquelas implementações que é beneficial em quase todos os aspectos. Em primeiro lugar, há a imensa conveniência de comprar os jogos, filmes e música sem ter que sair de casa, e recebe-los imediatamente. Além disso, como a natureza do serviço requer uma conexão constante com a internet, é mais fácil combater a pirataria – o serviço pode, pela falta de um termo melhor, “vigiar” o seu console pra ter certeza que você não está usando hardware modificado pra permitir pirataria. Os usuários piratas de Xbox que foram banidos da Live (o serviço online do console) recentemente aprenderam essa lição da forma mais difícil.

A distribuição digital também facilita a entrada dos programadores independentes na jogada. Enquanto antes desenvolvedores independentes sem fundos ou conexões com grandes estúdios enfrentavam grandes dificuldades pra lançar seus jogos no mundo real, eles têm todo o apoio que precisam pra lançar seus produtos no éter digital. E como jogos distribuídos digitalmente não exigem mídia pra serem gravados, capas plásticas com arte gráfica impressa, não precisam ser transportados até lojas e vendidos por pessoas de carne e osso, o preço tende a cair. Até mesmo o meio ambiente se beneficia com a redução do uso de material e de transporte.

Vendas de CDs caem a cada ano, enquanto as vendas de músicas na iTunes Store apenas sobem. A AppStore, que vende jogos pra iPods e iPhones, é orbitada por uma excitante comunidade de developers com muito pra oferecer, por um preço camarada. Além disso, a natureza meio viral da AppStore (o maior método de divulgação de apps na AppStore é o ranking regido pelos nossos reviews, o boca-a-boca e blogs especializados) dá muito mais poder aos usuários.

Os desenvolvedores reconhecem a voz do público, e se tornam muito mais acessíveis – já tive a oportunidade de bater papo com os developers responsáveis por grandes lançamentos na AppStore, fui convidado pra beta tests (estou em dois neste exato momento), recebi informações exclusivas de lançamentos. É uma comunidade bastante interessante.

Analistas predizem que a mídia física como método de distribuição de filmes e jogos eletrônicos não sobreviverá a essa geração. Não é a toa que tantos profissionais da área viram a recente guerra de formatos de disco ótico como um exercício em futilidade. Não vai demorar muito até que o mundo se acostume a não ter que sair de casa e pagar mais barato pra montar sua coleção de filmes.

Social Networking

Relembrar é viver

No longíquo ano de 2004, o orkut era nada além de um serviço misterioso de nome estranho cujo conteúdo parecia ser tão excluviso que era necessário um convite pra participar.

Eventualmente descobriram que era também o nome deste cara. Se a pose parece gay, é porque o cara é gay.

Esse é o ORKUT BUYUKKOTEN, o criador do serviço. Sinto que preciso explicar isso hoje em dia porque, enquanto o cara teve um período de fama considerável, hoje acho que ninguém lembra quem é o cara.

Então, o orkut né? Na época em que ele surgiu, tinha todo aquele quê de sociedade secreta. Você não podia simplesmente entrar na parada — tinha que ser convidado. Vendiam convites pro orkut no Mercado Livre, até. Lembram?

A história se repete.

Ao entrar no serviço pela primeira vez, muitos não estavam muito certos a respeito do que estavam vendo. Então é um serviço de fóruns… e você pode manter um álbum de fotos nele…? É isso?

Seis anos (e uma infestação completa de brasileiros) se passaram. Hoje o orkut é apenas um entre dúzias de sites de relacionamento que te permite perseguir ex-namoradas e jogar Poker com colegas de escola que você não vê há doze anos. E está em franco declínio, perdendo espaço pro Facebook.

O sucesso dos sites de rede social é tão grande que muitos usam nada além deles pra ilustrar do que se trata a “nova internet”. Myspace/Facebooks da vida viraram sinônimos de web 2.0. A propósito, “web 2.0″ fica estranho quando está no final da frase, com dois pontos finais e tal.

Essencialmente, sites de rede social concretizaram aquela velha profecia de que a internet nos deixaria cada vez mais próximos uns dos outros. Com três eu menos cliques eu me conecto ao perfil de velhos amigos de escola com quem perdi contato há mais de uma década, tenho acesso às fotos/vídeos
que os infelizes produzem, posso ver o tipo de mensagem embaraçosa que eles deixam nos perfis de outrem.

O Facebook vai mais longe e tem até uma função que trás à sua caixa de entrada as atualizações do estado civil do indivíduo. Minutos após o cara terminar com a namorada, você ficará sabendo.

Nem quando conhecia os sujeitos pessoalmente eu tinha tamanho acesso à vida íntima dos caras, o que é de fazer pensar.

De alguma forma esse logo é mais gay do que o de um site projetado por um cara actually gay

Microblogging, também conhecido por “TUITAR”

A nova tendência internética combina duas outras, na realidade — auto-publicação e redes sociais. O nome é “microblogging”, e nos últimos anos essa porra alcançou incrível relevância no meio digital

Microblogagem se tornou tão difundido que até mesmo os candidatos a presidência americana mantinham microblogs, pra se comunicar com os eleitores e divulgar datas e locais de comícios. Redes de notícias como a CNN tem twitter, supermercados tem tuiter, a loja de quadrinhos onde compro minhas revistas tem twitter.

Essencialmente, microblogging é o ato de postar pequenas mensagens a respeito do seu dia num site como o Twitter. Tais mensagens serão lidas por qualquer usuário que “siga” você (enquanto no Facebook ou orkut temos “amigos”, em microblogagem o termo é “seguidores”). O sujeito poderá então tecer um comentário sobre sua mensagem, e alguém que o siga poderá então se incluir também na conversa entre vocês dois, ad infinitum. O resultado é uma rede baseada simplesmente em discutir minúcias sobre o dia a dia.

Qualquer coisa vale — comentar o roteiro de um filme, pedir dicas de Pokemon, perguntar como resolver um determinado problema de hardware… não importa o que você poste no negócio, alguém tomará interesse e transformará seu mísero comentário numa conversa. Antes que você perceba, você estará fazendo amizades com pessoas com interesses similares aos seus.

A natureza instantânea do negócio e o fato de que é possível acessar o site deles de qualquer telefone celular tornou bastante popular microblogar fora de casa, comentando eventos ocorridos fora das quatro paredes em que o internauta geralmente se encontra. E isso deu origem a ainda outro termo – livecasting ou liveblogging, ou seja, reportar acontecimentos ao vivo, enquanto eles acontecem, permitindo que os espectadores interajam com as testemunhas oculares da situação e possam, de uma certa forma, influenciar a reportagem dos fatos.

Twitter é essencialmente uma de tantas funções “inúteis” da internet, mas é bastante fácil se viciar no negócio. Eu mando muito mais tweets do que SMSs, por exemplo. O cliente do Twitter é uma dos poucos apps “third party” que eu mantenho na tela inicial do meu iPhone.

Há alguns outros fatores digno de nota (a popularização da internet móvel, o surgimento do youtube, etc) mas essa lista já está ficando grande o suficiente pra que vocês parem de me encher o saco por um post novo.

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114 Comentários \o/

  1. Salvio disse:

    @Eu

    Acho que vc esta perdendo o ponto da discussão aqui. A questão não é se a Wikipédia é a salvação dos nossos males mundanos ou se é uma bosta, a questão é a visão que as pessoas tem dela e o uso que dela é feito.

    Errada ou não, a Wikipédia é a “enciclopédia para a todos governar” e isso é o que importa aqui.

    Antes dela o referencial para consultas na internet do usuario mediano eram paginas aleatórias espalhadas hospedadas no Tripod e no Lycos.

    Se vc, profissionais ou pessoas com senso critico mais apurado gostam ou não do site, isso é outra questão. O ponto aqui é sobre generalizações

  2. Zeca Peta disse:

    Só quiria dizê pru Roberto qui bagúio tem assento.

  3. Almeida disse:

    Para de trepar com a patroa e faz um post novo, homem! D:

  4. Gilberto disse:

    HAuhauahauh realmente a analogia com a cena de star wars foi foda. Me veio a imagem clara daquela maozinha levada a tempora fazendo carinha e dor de cabeça huahauha

  5. Pilla disse:

    fag em que sentido, mtf faggot :D

  6. Pilla disse:

    agora terminei, sem querer ser imtrometido mas já sendo, e as tags? :D

  7. Eu lembro de ver filmes no stage6, e até hoje dá para ver em sites como quicksilverscreen ou 66stage…

    Eu ainda acho que um dia, os arquivos ficarão em nuvens, hospedados em serviços e sites web.

    Por exemplo, o potencial do stage6 não foi bem explorado pelas empresas de filmes… custava abrir sessões online de filmes?

  8. osteictes disse:

    tinha que dividir esse post em varios, sendo que cada post fosse uma revoluçao… o email gratuito e inarmazenavel foi uma revoluçao tbm… quem nao se assustou com os emails de 200 mega, ou aquele primeiro provedor de email com 1gb.. e logo depois o gmail exato no dia primeiro de abril?

  9. Joao disse:

    Muito bom esse artigo!

  10. bjoe555 disse:

    Eu acho que a caracteristica mais marcante da chamada
    Web 2.0 é o uso do AJAX.

  11. @solinthesky disse:

    Boa visão da web de hoje. Um dos melhores.

  12. Doug disse:

    A Internet simplesmente muda conforme o interesse das pessoas. Esse é o resumo de todos esses anos de Internet. Agora, passam-se os anos e o http://www.pudim.com.br está aí ainda; esse é IMORTAL!!! O que mata mesmo são os erros bizonhos de português do Kid… =D