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As 5 Grandes Revoluções da Internet

Postado em 26 January 2009 Escrito por Izzy Nobre 115 Comentários

Hoje em dia, qualquer paspalho que quer soar como se entendesse bastante da internet apela imediatamente pro bordão “web 2.0”.

Web 2.0 é um sinônimo de inovação no meio internético, sim, isso é óbvio. Qualquer pessoa com mínimas faculdades mentais consegue chegar a essa conclusão graças ao contexto em que o termo sempre está inserido. Web 2.0 implica num upgrade, numa versão atualizada do que supõe-se tratar de uma inferior Web 1.0, ou talvez até Web 0.98 alpha build.

Mas tu sabe o que a expressão realmente significa?

Como a internet evoluiu muito rapidamente em pouco tempo, não é necessário ser um septuagenário pra ter experimentado os primórdios dela. Por isso eu tenho quase certeza que, independente da sua idade, você deve ter experimentado a Internet Antiga, nem que apenas superficialmente.

Lembra da Internet Antiga, com o ICQ (e aquela vergonhosa versão paraguaio-brasileira, o ComVC) e páginas com duas dúzias de GIFs animados e java applets e IRCs e frames e ARAÚJO’S HOME PAGE SOB CONSTRUÇÃO e Cadê e Altavista e Lycos e Super11 e Zaz e Arremate e pudim.com.br?

Fig1: a Internet antiga

Fig1: a Internet antiga

Então. A internet sofreu várias mudanças de lá pra cá; as que vieram pra ficar revolucionaram a maneira que usamos a rede pra interagir uns com os outros, e foram essas que renderam o tal upgrade na Web.

Mas que revoluções foram essas?

Napster: ajudando jovens internautas a construir coleções de mp3 incompletas

File-sharing

Em junho de 1999 o adolescente americano Shawn Fanning publicou a primeira versão do lendário Napster, um software escrito por ele e dois colegas de faculdade que permitia internautas trocar músicas em formato mp3 sem que um centavo sequer fosse parar no bolso dos donos das músicas.

Não há registro histórico que dê embasamento a esta crença, mas eu consigo imaginar os executivos das grandes gravadoras norte americanas simultaneamente experimentando um terrível pressentimento naquele fatídico dia.

Sabe quando Alderaan é destruída pela Estrela da Morte, causando o Obi Wan a sentir um desequilíbrio na Força? Então, do mesmo jeito, só que envolvendo nerds e modems e mp3s do Offspring.

A festa não durou muito tempo. Num belo dia de verão o Lars Ulrich, o carrancudo baterista do Metallica, descobriu que as músicas da banda estavam disponíveis gratuitamente através do Napster. Convencido que algum tipo de malandragem ilegal estava em operação, o baterista entrou com um processo civil contra o serviço do Fanning. Outros artistas que aparentemente estavam passando por perto no momento decidiram que aquela era realmente uma boa idéia, e lançaram seus próprios processos contra o pobre adolescente.

Napster, que a essa altura tinha se transformado numa empresa, perdeu todos os casos e não teve outra solução senão declarar falência e fechar as portas.

Exatamente cinco segundos depois, três outros serviços de P2P já haviam surgido no éter digital. Como uma versão hightech da mítica hidra, que brotava duas cabeças novas de cada cabeça cortada, sempre que a indústria fonográfica derrotava um serviço, novas ameaças surgiam em seguida.

E o as gravadoras tiveram que aceitar o fato inexorável de que a troca ilegal de músicas em formato mp3 jamais seria aniquilada.

Onde o Napster falhou, no entanto, os futuros serviços de P2P triunfariam. O motivo pelo qual o Napster se colocou em posição delicada é o fato de que os arquivos mp3 passavam pelos servidores do serviço antes de chegar aos internautas, caracterizando a distribuição ilegal de material protegido por leis de direitos autorais – e tornando praticamente impossível ao Napster convencer o sistema legal americano do contrário.

Os P2P do futuro desenvolveram uma maneira de circunventear esse problema. Ao invés de usar seus próprios servidores pra manusear as músicas no seu caminho até os piratas, os novos P2P não têm um servidor próprio. Os arquivos são enviados diretamente de um internauta na outro.

O melhor exemplo disso são trackers de torrent. Ao invés de manter os filmes/músicas, eles essencialmente linkam o usuário pra outros internautas que os têm; fechar tais serviços tem se mostrado um pouco (só um pouco, mas já é o bastante) mais complicado já que estritamente falando eles não estão distribuindo material copyrighteado, ao invés disso eles estão apontando na direção de onde encontrar o material.

É como se você ficasse parado na esquina de um bairro estranho apontando pra transeuntes onde eles podem comprar armas, drogas e sexo. A polícia não vai gostar e talvez encha o seu saco, mas tecnicamente falando você não tem posse nem está vendendo os items proibidos, o que te coloca numa situação legalmente mais estável.

Auto-publicação

Lembra dessa interface?

Na época vitoriana era relativamente comum ir à praça mais próxima, subir numa caixa de madeira e berrar suas opiniões e crenças pessoais a quem quisesse ouvir (leia-se “quem estiver passando por lá no momento”, já que ninguém realmente queria ouvir as maluquices de um desconhecido).

Os mais eloquentes arrumavam uma legião de seguidores/admiradores; os mais malucos eram publicamente humilhados, e os mais ofensivos eram frequentemente silenciados por dispositivos silenciadores das autoridades locais, também conhecido pelo seu outro nome mais popular “cacetete aplicado diretamente sobre a cabeça”.

Blogs nada mais são que a versão eletrônica dessa prática.

Ao contrário do que os newfags – leia-se “você” – pensam, bloguices não são um fenômeno tão recente assim. O próprio termo “blog” (que a propósito é uma corruptela de web log, ou seja, “diário da web”) foi usado pela primeira vez em 1997. Em 1999 Peter Merholz, autor do PeterMe.com, convencionou a abreviação graças ao trocadilho “We Blog” que ele usava no seu site.

Na verdade mesmo, blogagem já rolava bem antes da adoção do termo oficial. Justin Hall, um estudante americano que mantinha um diário virtual no longíquo ano de 1994, é considerado como o primeiro blogueiro.

Como você deve lembrar, os primeiros blogs não eram exatamente muito interessantes. Afinal, a idéia nasceu como um registro diário pessoal disponibilizado na internet; como a vida alheia geralmente não é lá muito emocionante, blogs permaneceram relativamente desconhecidos até os anos 00s.

A “internetização” geral que aconteceu nesta década acabou atraindo muita gente pro hábito de blogar, e foi apenas uma questão de tempo até que pessoas com poder de persuasão e formação de opinião começassem a publicar suas idéias no Blogspot.

O resultado disso é que o movimento blogueiro começou a ganhar legitimidade. Há incontáveis casos de bloggers ao redor do mundo que atingiram status de celebridade e/ou afetaram diretamente eventos mundiais graças aos seus blogs.

O caso Rathergate foi um bom exemplo disso. O jornalista americano Dan Rather foi acusado por blogueiros de usar material falso em uma reportagem a respeito do passado militar do Presidente Bush. A reação se espalhou viralmente entre a comunidade blogueira e atingiu tamanhas proporções que a emissora foi obrigada a se desculpar formalmente. Há vários outros casos similares até mesmo no Brasil.

Blogs evoluiram de diarinhos virtuais sem relevância alguma pra uma poderosa ferramenta de formação de opinião e reportagem alternativa. A maneira como os blogs deram a cidadãos comuns o poder de bater de frente com o jornalismo mainstream e oferecer versões alternativas das histórias reportadas pela mídia conservativa mudou pra sempre o processo de formação de opinião no cenário mundial.

A blogosfera é essencialmente o jornalismo paralelo, formado por gente como eu e você, sem rabo preso com determinadas agendas políticas como é o caso da americana Fox News ou a nossa revista Veja.

As últimas eleições presidenciais americanas, por exemplo, sofreram fortíssima influência da blogosfera — que é notoriamente composta em sua maioria por jovens politicamente engajados, um demográfico sobre o qual a personalidade de Barack Obama obviamente causa melhor impressão que a do republicano John McCain. Muitos analistas políticos concordam que a blogosfera americana foi um fator definitivo pra recente vitória do candidato democrata.

Sim, eu sei exatamente o que você está pensando: esse meu discurso parece bastante incoerente com alguém que costuma satirizar problogueiros e suas aspirações jornalísticas, né?

É, eu admito. Nem parece que fui eu que escrevi os parágrafos acima. Acontece que no fundo, eu vejo sim o potencial de comunicação de blogs. O que acontece é que o que a maioria dos probloggers fazem no Brasil (digamos, vestir-se de Doritos) não é o que se possa chamar de “jornalismo paralelo”.

Ou “jornalismo” de qualquer espécie mesmo.

Quando o deslumbramento de alguém que acabou de ver a primeira nota de cem reais na vida passar, quando essa característica sede blogueira por migalhas for algo do passado e o pessoal amadurecer (e quem sabe arrumar empregos, de forma que não precisem mais vender suas opiniões), quem sabe.

E agora, com 100% mais Beatles

Distribuição Digital

Quando o Napster começou a distribuir músicas gratuitamente pra toda a internet no finzinhos dos anos 90, a indústria fonográfica passou a ver o download de músicas pela internet como uma grandíssima ameaça (a maior, aliás) ao seu modelo de negócios. Naturalmente, as gravadoras e os artistas passaram a atacar violentamente o avanço dos métodos de download de músicas.

Entretanto, não foi até a Apple se meter no negócio de vender música pela internet que a indústria começou a ver o método com outros olhos. Ficou aparente pro mundo inteiro que muitos “piratas” estavam do lado errado da lei simplesmente porque não havia uma forma legítima de baixar músicas sem prejudicar os artistas.

MP3 players se tornavam menores, mais baratos e mais eficiente; pros seus donos, ripar um disco pra ouvi-lo no aparelho era inconveniente. A iTunes Store surgiu pra cobrir esse nicho, e o o sucesso da empreitada é reconhecido mundialmente – a Apple já vendeu mais de um bilhão de músicas através do serviço deles.

Mas música foi apenas o começo. Poucos meses após a chegada da iTunes Store, a produtora de games Valve lançou o Steam, que é um serviço de distribuição digital de games. Alguns anos mais tarde surgiu uma nova geração de videogames e, que surpresa, todos os consoles atuais dispõe de serviços de distribuição digital. Os portáteis não são diferentes – hoje você pode comprar jogos de PSP direto do seu PC ou PS3, e o Nintendo DSi também tem uma loja virtual pra compra de software. A tendência de entrega de conteúdo digital via internet já virou padrão.

Distribuição digital é uma daquelas implementações que é beneficial em quase todos os aspectos. Em primeiro lugar, há a imensa conveniência de comprar os jogos, filmes e música sem ter que sair de casa, e recebe-los imediatamente. Além disso, como a natureza do serviço requer uma conexão constante com a internet, é mais fácil combater a pirataria – o serviço pode, pela falta de um termo melhor, “vigiar” o seu console pra ter certeza que você não está usando hardware modificado pra permitir pirataria. Os usuários piratas de Xbox que foram banidos da Live (o serviço online do console) recentemente aprenderam essa lição da forma mais difícil.

A distribuição digital também facilita a entrada dos programadores independentes na jogada. Enquanto antes desenvolvedores independentes sem fundos ou conexões com grandes estúdios enfrentavam grandes dificuldades pra lançar seus jogos no mundo real, eles têm todo o apoio que precisam pra lançar seus produtos no éter digital. E como jogos distribuídos digitalmente não exigem mídia pra serem gravados, capas plásticas com arte gráfica impressa, não precisam ser transportados até lojas e vendidos por pessoas de carne e osso, o preço tende a cair. Até mesmo o meio ambiente se beneficia com a redução do uso de material e de transporte.

Vendas de CDs caem a cada ano, enquanto as vendas de músicas na iTunes Store apenas sobem. A AppStore, que vende jogos pra iPods e iPhones, é orbitada por uma excitante comunidade de developers com muito pra oferecer, por um preço camarada. Além disso, a natureza meio viral da AppStore (o maior método de divulgação de apps na AppStore é o ranking regido pelos nossos reviews, o boca-a-boca e blogs especializados) dá muito mais poder aos usuários.

Os desenvolvedores reconhecem a voz do público, e se tornam muito mais acessíveis – já tive a oportunidade de bater papo com os developers responsáveis por grandes lançamentos na AppStore, fui convidado pra beta tests (estou em dois neste exato momento), recebi informações exclusivas de lançamentos. É uma comunidade bastante interessante.

Analistas predizem que a mídia física como método de distribuição de filmes e jogos eletrônicos não sobreviverá a essa geração. Não é a toa que tantos profissionais da área viram a recente guerra de formatos de disco ótico como um exercício em futilidade. Não vai demorar muito até que o mundo se acostume a não ter que sair de casa e pagar mais barato pra montar sua coleção de filmes.

Social Networking

Relembrar é viver

No longíquo ano de 2004, o orkut era nada além de um serviço misterioso de nome estranho cujo conteúdo parecia ser tão excluviso que era necessário um convite pra participar.

Eventualmente descobriram que era também o nome deste cara. Se a pose parece gay, é porque o cara é gay.

Esse é o ORKUT BUYUKKOTEN, o criador do serviço. Sinto que preciso explicar isso hoje em dia porque, enquanto o cara teve um período de fama considerável, hoje acho que ninguém lembra quem é o cara.

Então, o orkut né? Na época em que ele surgiu, tinha todo aquele quê de sociedade secreta. Você não podia simplesmente entrar na parada — tinha que ser convidado. Vendiam convites pro orkut no Mercado Livre, até. Lembram?

A história se repete.

Ao entrar no serviço pela primeira vez, muitos não estavam muito certos a respeito do que estavam vendo. Então é um serviço de fóruns… e você pode manter um álbum de fotos nele…? É isso?

Seis anos (e uma infestação completa de brasileiros) se passaram. Hoje o orkut é apenas um entre dúzias de sites de relacionamento que te permite perseguir ex-namoradas e jogar Poker com colegas de escola que você não vê há doze anos. E está em franco declínio, perdendo espaço pro Facebook.

O sucesso dos sites de rede social é tão grande que muitos usam nada além deles pra ilustrar do que se trata a “nova internet”. Myspace/Facebooks da vida viraram sinônimos de web 2.0. A propósito, “web 2.0” fica estranho quando está no final da frase, com dois pontos finais e tal.

Essencialmente, sites de rede social concretizaram aquela velha profecia de que a internet nos deixaria cada vez mais próximos uns dos outros. Com três eu menos cliques eu me conecto ao perfil de velhos amigos de escola com quem perdi contato há mais de uma década, tenho acesso às fotos/vídeos
que os infelizes produzem, posso ver o tipo de mensagem embaraçosa que eles deixam nos perfis de outrem.

O Facebook vai mais longe e tem até uma função que trás à sua caixa de entrada as atualizações do estado civil do indivíduo. Minutos após o cara terminar com a namorada, você ficará sabendo.

Nem quando conhecia os sujeitos pessoalmente eu tinha tamanho acesso à vida íntima dos caras, o que é de fazer pensar.

De alguma forma esse logo é mais gay do que o de um site projetado por um cara actually gay

Microblogging, também conhecido por “TUITAR”

A nova tendência internética combina duas outras, na realidade — auto-publicação e redes sociais. O nome é “microblogging”, e nos últimos anos essa porra alcançou incrível relevância no meio digital

Microblogagem se tornou tão difundido que até mesmo os candidatos a presidência americana mantinham microblogs, pra se comunicar com os eleitores e divulgar datas e locais de comícios. Redes de notícias como a CNN tem twitter, supermercados tem tuiter, a loja de quadrinhos onde compro minhas revistas tem twitter.

Essencialmente, microblogging é o ato de postar pequenas mensagens a respeito do seu dia num site como o Twitter. Tais mensagens serão lidas por qualquer usuário que “siga” você (enquanto no Facebook ou orkut temos “amigos”, em microblogagem o termo é “seguidores”). O sujeito poderá então tecer um comentário sobre sua mensagem, e alguém que o siga poderá então se incluir também na conversa entre vocês dois, ad infinitum. O resultado é uma rede baseada simplesmente em discutir minúcias sobre o dia a dia.

Qualquer coisa vale — comentar o roteiro de um filme, pedir dicas de Pokemon, perguntar como resolver um determinado problema de hardware… não importa o que você poste no negócio, alguém tomará interesse e transformará seu mísero comentário numa conversa. Antes que você perceba, você estará fazendo amizades com pessoas com interesses similares aos seus.

A natureza instantânea do negócio e o fato de que é possível acessar o site deles de qualquer telefone celular tornou bastante popular microblogar fora de casa, comentando eventos ocorridos fora das quatro paredes em que o internauta geralmente se encontra. E isso deu origem a ainda outro termo – livecasting ou liveblogging, ou seja, reportar acontecimentos ao vivo, enquanto eles acontecem, permitindo que os espectadores interajam com as testemunhas oculares da situação e possam, de uma certa forma, influenciar a reportagem dos fatos.

Twitter é essencialmente uma de tantas funções “inúteis” da internet, mas é bastante fácil se viciar no negócio. Eu mando muito mais tweets do que SMSs, por exemplo. O cliente do Twitter é uma dos poucos apps “third party” que eu mantenho na tela inicial do meu iPhone.

Há alguns outros fatores digno de nota (a popularização da internet móvel, o surgimento do youtube, etc) mas essa lista já está ficando grande o suficiente pra que vocês parem de me encher o saco por um post novo.

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comments

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About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

115 Comentários \o/

  1. Fobos says:

    caraca post gigante *-* lendo =D

  2. _g says:

    Belo texto, mas acho que você deveria ter abordado também o youtube e o google (o buscador)

  3. Bruno muska says:

    Bacana demais kid. Depois de ter trocado meu psp num itouch.. Acho que me viciei

  4. Vito says:

    Microblogging ainda não caiu no gosto do povão, quero ver quando cair na mão daquele povão do orkut o tipo de twit que serão vistos.

  5. JH says:

    Alguns desses pontos são citados bastante no documentário do Dicovery Chanel que fala sobre a história da internet.
    Adorei o post! (Y)

  6. bosta says:

    Blog, ou melhor, NO, CASO, BLOGUE, ESRAEL, já é tão popular que até o pequeno menino RaUL tem um:

    http://blogue-nao-porno-do-raul.blogspot.com/

  7. Gamerio says:

    “Sabe quando Alderaan é destruída pela Estrela da Morte, causando o Obi Wan a sentir um desequilíbrio na Força?”

    è por isso q esse blog atrai nerds(vide eu e outros XD).

  8. pH says:

    Muito bom, Kid!

    Parabéns!
    Abraço!

  9. bosta says:

    E quanto ao Twister… Não sei não, mas eu concordo com o Ray do post anterior

    “O pior de tudo mesmo [da web 2.0] é esse TWITER, que inclusive vossa senhoria se utiliza.

    Gente normal usa MSN pra falar com os amigos.

    “Pro-bloggers” usam essa bosta. Porque não basta falar com os amigos, o mundo INTEIRO tem que saber quem são os amigos deles e os “grandes” temas que eles discutem.”

  10. ivan says:

    caralho o Kid cozinha na maquina de lavar !!!!!

  11. Fábio says:

    “Sabe quando Alderaan é destruída pela Estrela da Morte, causando o Obi Wan a sentir um desequilíbrio na Força?”

    Ótima analogia.
    Ótimo post.

  12. Patrick Silva says:

    Que beleza de post. Você faz entender o que é o twitter e pra quê ele serve em um parágrafo. Dá vontade até de salvar no HD e colar direto quando alguém pergunta.

  13. Knox says:

    porra, legal.

  14. Chicôncio says:

    Cara, muito bacana o texto! Só deu um problema! Eu agora fiquei curioso para pesquisar mais sobre esses twitter da vida, que até agora eu não sabia do que se tratava.

  15. jonh b. Good says:

    aê kid…
    Comprei um n95, fui ler teu blog no opera mini, ele fica todo esquisito… Acha alguem ai que tenha um celular que envie mms rode o opera, e concerta ae…

    Quanto ao termo “web 2.0”, acho que a internet é um conceito que incorpora a evolução rápida… Daqui uns 2 ou 3 anos vai ser a “web 3.0″…

  16. Zer0 says:

    O cara escreve do jeito que escreve e num quer que a gente encha o saco por um post novo?

    Se fudeu, Kid! ^^

    Mas pods crer, realmente nunca se viu tanta coisa nova surgindo na internet nos últimos 10 anos. Só faltou mesmo mencionar o advento dos serviços que surgiram com a intenção de substituir alguns programas tradicionalmente instalados em nossos PCs (Google Docs e Microsoft Office Live e Zoho -- http://www.zoho.com -- por exemplo). Do ponto de vista do mercado de trabalho, pode-se dizer que também revolucionou, né? 😉

  17. espectral says:

    ei, kid, vai tomar no cu.

    (não me leve a mal, mas senti-me à vontade para dizer isso)

    lerei qdo acordar!

    flw

  18. GGG says:

    Kid bratióla vai morrer de tanta grande revolução no cú!

  19. Kid says:

    O erro de vocês é julgar que o twitter é usado só pra falar com amigos. Twitter é usado pra conhecer gente nova, e ampliar os contatos e tal, porque como as conversas são públicas, o amigo do fulano se inclui na parada, e amigos dele idem.

    Até porque twitter é melhor de usar num celular do que MSN, MSN te dá aquela neura de ter que ficar checando e respondendo mensagens em tempo real. Twitter é mais tranquilo.

  20. respider says:

    “microblogging” tá longe de ser uma revolução, hein?

  21. dr34dfu1 says:

    mmmmm
    bom texto

  22. Hugo says:

    Acho que como dito antes, o Youtube e a Wikipedia revolucionaram também a forma de acesso ao conteúdo por proporcionarem a distribuição de vídeos e a colaboração no acesso à informação, respectivamente.

    Foram ferramentas, que deram mais poder ao indivíduo.

    Seria interessante falar dos Softwares Livres também que se enquadram nos pontos que o Kid levantou que deram mais acesso a tais ferramentas da “Web 2.0” sem a pressão das corporações.

  23. Júlio Sandes says:

    Dois duas horas pra esse post estar infestado de fanzinhos da Dani Koetz dizendo que você se rendeu “ao poder dos probloggers”.

    =D

  24. Xiska says:

    De todos esses o microblogging é o mais particularmente irrelevante.. Passei despercebido por essa :

  25. phpsaux says:

    Gosto mais quando o kidô posta algo sobre o que ele realmente sabe falar 😛

    fora isso ta legal.

  26. ChErNoByL says:

    Realmente, o Twitter tá longe de ser uma “revolução”, a “next big thing” da web…

  27. AndreR says:

    Agora todo post tem a “piadinha” do Doritos?

    A proposito, como se lê “anos 00s”?

  28. davi says:

    Interessante… Apesar de que a idéia da web 2.0 é a troca de conteúdo. Ou seja: a Wikipedia é um grande exemplo de web 2.0.

    Este vídeo eu acho muito interessante para explicar o que é a Web 2.0: rel="nofollow">

  29. kakosapo says:

    sei lá, ainda não consegui entender a graça do Twitter mas ok…

    Só uma correção Kid, o Orkut a algum tempo tambem tem a função que trás à sua pagina inicial todas as atualizações indivíduo, incluindo estado civil. Minutos após o cara terminar com a namorada, você ficará sabendo tambem no orkut.

    E acho que faltou a triade mais importante da internet: youtube, wikipedia e google.

    Muitas crianças hoje em dia (a.k.a. brasileiros no orkut) riem de vc como mentiroso se vc disser que usava a internet antes disso

  30. kakosapo says:

    @AndreR

    Sei lá, “anos 2000”?

  31. Luís says:

    Vixe, bela lista. Só trocaria o Microblogging por Youtube ou Wikpedia, mas o resto tá rox.

  32. K says:

    Genial!
    “E o as gravadoras tiveram que aceitar..”
    “Com três eu menos cliques eu me conecto ao perfil de velhos amigo..”

  33. CCCC says:

    Kid viado vai morrer de tanto “ComVc” no cu.

    Eu usava. 😀
    Acho que é por isso que eu sou perturbado.

  34. Raphaël says:

    Twitter é tipo gritar na rua 2.0.
    Se alguém tá passando e lê, Win.

  35. Kid says:

    Vocês falando que o twitter não tem relevância estão realmente muito por fora da tendência mundial.

    http://en.wikipedia.org/wiki/Twitter

    Leiam.

  36. Kayaphas says:

    essa tal de ‘nova internets’ vicia =T

  37. Quem comenta que microblogging está longe de ser uma revolução provavelmente não usa o twitter, ou se usa, o faz com muita moderação.

    A quantidade de pessoas que conheci e interagi (incluindo Mr. Kid aqui, cujo blog eu conheci via twitter POR CAUSA DO AVATAR MS-DOS que o doido usava) graças a twitter é impressionante, e crescendo. Contatos profissionais, discussões banais, tudo encontra seu espaço.

    Boa parte das pessoas que não tenham percebido ainda o fator revolução do microblogging mudarão de idéia em breve, creio

    (que o diga a posse do Obama na CNN por internet com facebook rodando lado a lado)

    Abs,

    Marcelo

  38. Bacon says:

    Entrei aqui pensando na Boxxy.
    Bom texto kid

  39. Daniel F. says:

    Alguem me explica o porque de “!!!1111”???
    Sério, nunca intendi essa merda…

  40. Julia says:

    ah gostei do texto 😀
    bastante didático..

  41. alpha says:

    “circunventear” é com ‘m’ ^^ brazinglish “ruleia”!! outra coisinha… a grafia certa da emissora eh Fix News. fox eh um bixinho taum lindo. ^^

  42. Almeida says:

    O post é interessante, mas depois de um tempo broxa de ler.

    Esse é o tipo de post que você deveria dividir em 2 partes. Se não fica deveras cansativo. :/

  43. ACORDEM IMBECIS says:

    Twitter NÃO É NADA DE REVOLUÇÃO.

    É que vocês são tão nerdes que estão fora de contato com a “realidade da internet”. Aposto que a Maria Antonieta também pensava que diamantes com corte Cutterfield eram a nova “revolução” no tempo dela. Já o povão…

    Um exemplo: Gordoso cria um twister. O Kid começa a seguir, eles soltam meia dúzia de comentários sobre alguma coisa e em meia hora os amigos do Gordoso estão interagindo com o Kid e vice-versa e tudo funcionou perfeito. Ótimo.

    Já para as pessoas não-pro-bosters, digo bloggers:

    Voce cria um Twiter. Sua mãe passa a lhe seguir. Após um mês entra sua tia. Depois de 5 anos você está interagindo com seu primo que mora na casa dos fundos da sua.

    Reitero para quem não vai ler tudo acima: Twiter é como Vernissage de arte. Serve para meia dúzia de “bam-bam-bams” se encontrarem com a outra meia dúzia, enquanto o grosso do povo (99% dos outros usuários de internet) passam pela frente sem entender nada do que tá acontecendo.

  44. phpones says:

    Nossa, post nostálgico. Escorreu uma lágrima ao ler sobre a antiga web. Sabe, as vezes sinto falta daquelas páginas HTML puro, fundo preto, 1473 gifs animados…

  45. Eduardo says:

    o Kid leu meus pensamentos com perfeição na parte da auto-publicação.

    texto interessante,ele me fez lembrar dos inúmeros sites hospedados no geocities que eu visitava…

  46. Darox says:

    Muito interessante Kid.Você é um formador de opinião.

  47. Lem0n says:

    “(…) o Napster se colocou em posição delicada é o fato de que os arquivos mp3 passavam pelos servidores
    do serviço (…)”

    Errado (ou pelo menos ambíguo). Os arquivos MP3 não passavam pelo servidor, somente a listagem deles (e os dados de quem os possuiam) passavam.

  48. Lorrene says:

    Nem terminei de ler e vi isso “…com o ICQ (e aquela vergonhosa versão paraguaio-brasileira, o ComVC)”. Essa tosqueira era da UOL, se não estou enganada.

    ICQ uso até hoje, com 3 ou 4 contatos on-line

  49. Lorrene says:

    Até que fazendo direito dá p/ conseguir muita gente seguindo

    http://www.eduardocruz.com/twitter/

    Tudo vai da importância q vc dará ao twitter.

  50. DougFischer says:

    Sou desenvolvedor de Apps para iPhone.

  51. Knux says:

    o napster não era p2p. você até fala no texto: ele tinha um servidor central por onde passavam as músicas, por isso foi fechado.

  52. nephisto2 says:

    Você quis dizer: benéfico

  53. nephisto2 says:

    esquece, acabo de ler com mais atenção..

  54. JLopes says:

    Já foi apontado acima, mas:

    1 -- “beneficial” só existe oficialmente no ingles. O correto, em português, é “benéfico”.

    2 -- “disporá” não significa exatamente o que você queria dizer. Você está confundindo os verbos “dispor” e “disponibilizar”.

    Dispor:
    http://pt.thefreedictionary.com/dispor
    http://pt.wiktionary.org/wiki/dispor

    Disponibilizar:
    http://pt.wiktionary.org/wiki/disponibilizar

  55. wolfdart | marcellus says:

    Ressuscitou o ComVC. Parabéns!

    =DDD

  56. ruskiii says:

    esqueceu de mencionar as jogatinas on-line 😛

  57. Aeh … não conhecia seu blog .. e adorei conhece-lo agora … claro hehe

    Parabéns pela publicação haha

    vendo aeh a parte que tu fala do orkut .. percebi que aquele bolo que aparece lá não é envão… muito menos as 5 velinhas heheh

    abraços e sucesso aeh 🙂

  58. Jota Pê says:

    @Daniel F
    Nunca viu gente que na afobação, ao colocar várias exclamações soltou o o Shift antes da hora e saiu o 1 ao invés da exclamação? Então, é isso.

  59. Mariana says:

    Eu gosto do fato de ter um blog, e ter a minha opinião linda por pelo menos meia dúzia de miguxas. É sinal de que pelo menos alguém presta atenção no que eu falo e dá valor às minhas opiniões. E o que eu acho disso? Eu acho fantástico! Melhor que subir no caixote e sair gritando. Você diz o que pensa sem parecer doido. =D

    Quem comenta que microblogging está longe de ser uma revolução provavelmente não usa o twitter, ou se usa, o faz com muita moderação.

    Eu ia fazer um comentário sobre microblogging, mas o Marcelo (cyberdroit) já disse o que eu queria dizer.

  60. Raul Cosmo says:

    “As últimas eleições presidenciais americanas, por exemplo, sofreram fortíssima influência da blogosfera”
    Estou convencido que a coisa toda começou um pouco antes. Começou com o livro “Estupido Homem Branco” ou na versão em português “Uma Nação de Idiotas”, de Michael Moore. O que ele escreveu acabou repercutindo tão fortemente na Internet que permitiu a desmoralização total do Partido Democrata e a perpetuação da dinastia Clinton, sem contar a conseqüente peregrinação de Al Gore pelo mundo buscando se redimir da burrada. Hora o que o livro fez foi catalizar na mídia independente um desejo coletivo, de quem sendo “nada” descobriu-se com poder de influenciar uma nova cidadania. O desastre de Bush e a hipocrisia de Clinton forjaram os novos blogueiros, a nova política. Obama e seu grupo perceberam a chance política que estava ali latente (talvez pq seja ele tb um blogueiro) e pq não havia a minima chance de mudar a cabeça da juventude blogueira. Ele usou isso e ganhou de lavada. A Internet forneceu a munição e a pauta de Obama, está toda lá: 1) participação direta; 2) Auto-estima elevada; 3) Meio-ambiente; 4) contra a guerra; 5) ajuda aos pobres; etc.

  61. Coringuetz says:

    Acho que a tecnologia P2P foi a que mais trouxe surpresas para usuários na época.
    Na minha opinião é uma das maiores invenções do homem para a internet.

  62. Adolf says:

    Não li o post e nem vou ler, mas porra, a Internet começou por causa da putaria. Quem nunca acessou o gostosa.com no Netscape com Windows 95 em 1997 a 56Kbps?

  63. ronalcaz says:

    “circunventear” e “beneficial”…
    O idioma português vai abandonando o Kid aos poucos.

  64. Lembra da “antiga” internet? Ótimo texto, sem pretensões, sobre a internet atual. Muito bom. http://tinyurl.com/d2xvqs

  65. LadislauNS says:

    Acabei de ler seu texto (leia-se “acabei de tirar diploma no curso de ‘Relações Internéticas’ “)…

  66. Michele says:

    Tem mais gente aqui que, como eu, fica torcendo pro KID cometer erros de português cada vez mais grotescos só pra dizer depois que ele está se esquecendo da língua?…
    Huahau

  67. NIGGA says:

    NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA NIGGA

  68. Ray says:

    A PEDIDOS: COLETÂNEA DE ERROS DO KID MONGO

    “…Hoje em dia, qualquer paspalho que quer soar…” -> que QUEIRA soar (subjuntivo)

    “…Mas tu sabe o que a expressão realmente significa?…” -> tu SABES, mas esse vamos dar um desconto por ser as vezes utilizado em certas regiões do país, coloquialmente.

    “…tenho quase certeza que, independente da sua idade, você deve…” -> independenteMENTE da sua idade.

    “versão paraguaio-brasileira” -> versão guarani-brasileira (da mesma fora que sino-brasileira para produtos chineses que não, não são “chino-brasileiros”

    “que permitia internautas trocar músicas” -> que permitia A internautas trocar músicas. Algo é permitido a alguém, na versão transitiva do verbo.

    “…Não há registro histórico que dê embasamento…” -> Não há registro histórico que DE embasamento. De acordo com a reforma ortográfica de 2009 o acento diferencial sumiu da maioria dos verbos que tinham semelhança com outros vocábulos.

    “…decidiram que aquela era realmente uma boa idéia…” -> Idéias não existem mais, apenas ideias.

    “…versão hightech da mítica hidra…” -> Dois erros em uma frase. Coloca-se em itálico estrangeirismos e nomes próprios começam com letra maiúscula, como ocorre no caso da mítica Hidra.

    “…tiveram que aceitar o fato inexorável de que a troca…” -> “…tiveram que aceitar o fato inexorável QUE a troca…” Você aceita QUE algo aconteça. Não aceita DE QUE algo aconteça.

    “…Os P2P do futuro desenvolveram uma maneira de circunventear esse problema…” -> Só “Índio Kid” circunventeia as coisas, vejam no google quem tiver dúvida e quiser achar um resultado único pro verbo. Todo o resto dos falantes de português CIRCUNDAM seus problemas.

    “…eram frequentemente silenciados por dispositivos silenciadores das autoridades locais, também conhecido pelo seu outro nome mais popular “cacetete aplicado diretamente sobre a cabeça”… -> Os dispositivos deveriam também ser conhecidoS pelo seu outro nome… “Um chops e duas batata”

    “..pela mídia conservativa…” -> Que mídia é essa? A que eles colocam no palmito para não apodrecer na lata? Eu só conheço a mídia conservadora, que é a fascista de direita.

    “…um demográfico sobre o qual a personalidade…” -> Um gráfico sobre o Demônio? Porque uma certa faixa etnico-social é uma DEMOGRAFIA…

    “problogueiros” -> Ou são “pro-bloggers” em inglês, ou “blogueiros profissionais” em português. Não se utiliza cada metade de uma mesma palavra em idiomas diferentes.

    Cansei. Vou corrigir o blog do RaUL agora, que tem quase o mesmo tanto de erros.

  69. Adolf says:

    Levanta a mão quem acha que o Ray NÃO é virgem!

  70. Marcelo says:

    Manucú. Comentário do tipo ‘revisão’ de texto, favor enviar em PVT ao autor do texto, gentileza. Esse tipo de pessoa no mínimo deve gozar horrores ao achar erro no texto dos outros e deve achar que está abafando mostrando erros dos outros. Falta do que fazer, na verdade. Só pode.

    E tenho dito.

  71. Roberto says:

    Nao entendo nada desses baguio que ele escreveu…. 🙁
    mas como leitor assíduo (é assim que escreve? ) li !
    ahsuhaiushiuahsiuhaisshashi

  72. ÇÇÇ says:

    KID ANAL-FABETO VAI MORRER DE TANTO ERRO DA NOVA ORTOGRAFIA NO CÚ!

  73. Gabriotti says:

    Eu ainda acho que o Ray quer dar pro Kid …

  74. espectral says:

    Não vi nada de errado na correção do rapaz acima.
    Kid gosta de pagar de bonzão e sempre paga de pedante.
    Segura a pica aí agora.

  75. Pedro says:

    Alguém devia explicar pra esses oligofrênicos que as novas regras da reforma ortográfica só se tornam OBRIGATÓRIAS daqui a quatro anos.

    Até lá, agüenta o trema e pára de encher o saco. Com acento, foda-se.

  76. Gay says:

    ÇÇÇ ANAUFABETO, CU É UMA PORPAROXÍTONA ÀTONA E POR ISSO NÃO É ACENTUADA BURRO!

    TOMÁ NO CU…

  77. J. Lanzmann says:

    Escrita informal em um blogue é um crime hediondo. Prendam o Kid por estar por fora da reforma ortográfica.

    Absurdo, hein.

  78. JM says:

    “A blogosfera é essencialmente o jornalismo paralelo, formado por gente como eu e você, sem rabo preso com determinadas agendas políticas como é o caso da americana Fox News ou a nossa revista Veja.”

    Concordo totalmente. O único problema em relação a essa independência é também a falta de compromisso com os fatos, que muitas vezes são apurados superficialmente em diversos blogues. Ler blogues é excelente, uma ferramenta poderosíssima a mais; mas deve ser feito com muita, muita crítica. Quando alguém escreve sua opinião sobre algo, se tiver intenção de fazer jornalismo alternativo, tem de agir com responsabilidade.

  79. Azul84 says:

    “…um demográfico sobre o qual a personalidade…” -> Um gráfico sobre o Demônio? Porque uma certa faixa etnico-social é uma DEMOGRAFIA…

    Exceto pelo fato de estar completamente errado.
    Demografia é o estudo ou marcação (graphein) de uma população (dêmos); demográfico é um adjetivo relativo à demografia. Supondo que o Kid não quis dizer a personalidade do Obama grafa a população dos jovens politicamente engajados, o que ele provavelmente quis dizer é que o público das internets é um corte demográfico cuja personalidade do Obama afeta. Ele apenas comeu uma palavra.
    Da próxima vez, antes de se manifestar contra alguém que cometeu um erro gramatical (ON THE INTERNET!!!), certifique-se de que você, ao menos, saiba o que está fazendo. Há braços.

    Ps.: Eu estou enganado ou uma das correções dele se baseia no fato do blog não estar seguindo uma recomendação nas normas da ABNT?

  80. Jaime says:

    Ray:

    Você tem algo interessante a falar sobre o assunto ou apenas sobre regras?
    Ok, os erros realmente foram cometidos, é a vida. Mas “anal retentive people” como você devem perturbar o autor, como bem disse o Marcelo acima. Mas serei compreensivo, pois é possível que você tenha sido currado pelo Houaiss ou talvez feito troca-troca com o Chico Buarque e quando chegou a sua vez de comer, o velho Aurélio chegou e acabou com a graça. O Kid já está sendo castigado pela sua péssima gramática, pois não é relevante na meritocracia informal da internet!
    Alias, Ray… Seu sobrenome é Bates? Tem problemas com limpeza?

  81. skyslogd says:

    sekosjeaioesa
    q zuera
    os kra zuando teu blog kid por causa de algumas palavrinhas

  82. Alisson says:

    e o texto do kid ja saiu de discursao…agora oq importa é o portugues dele…
    afinal, sem esse portugues perfeito ele pode morrer de fome…
    ahuhauhuahuahua

    po…brincadera ne gente…

    voltando ao que REALMENTE interessa…o texto ta mto bom, me deu ate vontade de procurar conhecer melhor esse tal de Twitter…^^

  83. PHIO says:

    @Alisson

    o Twitter pode ser perigoso, cuidado ao conhecê-lo. fikdik

  84. Higor Ernandes says:

    “A blogosfera é essencialmente o jornalismo paralelo, formado por gente como eu e você…”

    Ou seja, isso não é o Jornal Nacional, o que quer dizer que erros ortográficos são normais…

    A propósito, ótimo post Kid! Agora faça outro falando sobre os sites que vão dominar o mundo (Wikipedia, Google, Youtube, etc.).

    Ah, sim:
    “A propósito, ‘web 2.0’ fica estranho quando está no final da frase, com dois pontos finais e tal.”
    kkkkkkkkkk

  85. EU says:

    Quem liga pra Wikipedia KID , só se for você que copia altas coisas de lá.

    Saco…

  86. Joao Alfredo says:

    Eu só acho o seguinte: querem esculachar o Kid pelo portugues dele ok, mas façam isso de um jeito engraçado. O professor Pascoali ali não ajudou em nada a depreciar o cara…

  87. anderson says:

    Cara gostei muito do post, mesmo tendo uma opiniao contraria sobre web2, mas o post foi muito bom pra falar um pouco sobre o inicio e evolucao da internet..

  88. Jota Pê says:

    Como assim, quem liga pra Wikipédia?
    Pergunte pra qualquer aluno que precisa fazer uma pesquisa escolar a importância da Wikipédia.

  89. Eu says:

    Jota Pê

    Agora tu vai me dizer que a Wikipedia é o melhor banco de pesquisa do Mundo?
    Pode procurar na internet, Wikipedia é uma bosta, sem credibilidade em muito assuntos,não é pq é a “enciclopedia virtual” que tudo o que está escrito lá é valido e bom, tem muita besteira lá. Se você faz pesquisa dos seus trabalhos lá, só tenho uma coisa pra te dizer, Sorry For You !!!!!

    Quer puxar saco , fique a vontade, mas dizer que a Wikipedia é o máximo, só pode estar de brincadeira

  90. Jota Pê says:

    Não é o máximo nem a mais certa.
    Mas isso eu posso dizer: é a mais consultada por estudantes. Ou pelo menos foi o que vi até agora.

  91. Raul Cosmo says:

    Uma coisa é certa, qualquer um ao se expor públicamente é passível de ataques, por diversos motivos. Eu não sou blogueiro exatamente pq o que tenho a dizer seria alvo de fundamentalistas. Prefiro não passar por este stress. Neste pequeno espaço de comentários temos uma boa amostra do que estou falando. Agressões não faltam. Como se o sujeito não pudesse pensar por si mesmo e refletisse mais suas emoções distorcidas do que o conteúdo singular de suas idéias. Apesar desta situação caótica, sobrevive na rede quem se arrisca e é coerente e persistente. Acaba sendo ouvido, respeitado, constrói sua verdade pessoal. Os outros ficam na ridícula posição de mandar tomar no cú.

  92. Azul84 says:

    @Eu

    Deixa eu adivinhar: você só usa a Wikipédia em português, certo?

  93. […] As 5 grandes revoluções da internet […]

  94. Zios says:

    Pow Kid Agora ja ta na hora de tu começar a pensar no post das patricinhas não acha ?

  95. Eu says:

    Azul84:

    Eu não uso a Wikipedia!

  96. Salvio says:

    @Eu

    Acho que vc esta perdendo o ponto da discussão aqui. A questão não é se a Wikipédia é a salvação dos nossos males mundanos ou se é uma bosta, a questão é a visão que as pessoas tem dela e o uso que dela é feito.

    Errada ou não, a Wikipédia é a “enciclopédia para a todos governar” e isso é o que importa aqui.

    Antes dela o referencial para consultas na internet do usuario mediano eram paginas aleatórias espalhadas hospedadas no Tripod e no Lycos.

    Se vc, profissionais ou pessoas com senso critico mais apurado gostam ou não do site, isso é outra questão. O ponto aqui é sobre generalizações

  97. Zeca Peta says:

    Só quiria dizê pru Roberto qui bagúio tem assento.

  98. Almeida says:

    Para de trepar com a patroa e faz um post novo, homem! D:

  99. Gilberto says:

    HAuhauahauh realmente a analogia com a cena de star wars foi foda. Me veio a imagem clara daquela maozinha levada a tempora fazendo carinha e dor de cabeça huahauha

  100. Pilla says:

    fag em que sentido, mtf faggot 😀

  101. Pilla says:

    agora terminei, sem querer ser imtrometido mas já sendo, e as tags? 😀

  102. Eu lembro de ver filmes no stage6, e até hoje dá para ver em sites como quicksilverscreen ou 66stage…

    Eu ainda acho que um dia, os arquivos ficarão em nuvens, hospedados em serviços e sites web.

    Por exemplo, o potencial do stage6 não foi bem explorado pelas empresas de filmes… custava abrir sessões online de filmes?

  103. osteictes says:

    tinha que dividir esse post em varios, sendo que cada post fosse uma revoluçao… o email gratuito e inarmazenavel foi uma revoluçao tbm… quem nao se assustou com os emails de 200 mega, ou aquele primeiro provedor de email com 1gb.. e logo depois o gmail exato no dia primeiro de abril?

  104. Joao says:

    Muito bom esse artigo!

  105. bjoe555 says:

    Eu acho que a caracteristica mais marcante da chamada
    Web 2.0 é o uso do AJAX.

  106. @solinthesky says:

    Boa visão da web de hoje. Um dos melhores.

  107. Doug says:

    A Internet simplesmente muda conforme o interesse das pessoas. Esse é o resumo de todos esses anos de Internet. Agora, passam-se os anos e o http://www.pudim.com.br está aí ainda; esse é IMORTAL!!! O que mata mesmo são os erros bizonhos de português do Kid… =D