Hbdia
  • Feed do Hbdia
  • Twitter
  • Youtube

O jeitinho (não tão) brasileiro – 3 pilantras históricos

Postado em 30 March 2010 Escrito por Izzy Nobre 85 Comentários

Meu pai sempre trabalhou com computadores (o que explica minha exposição precoce e subsequente vício em computadores), e o mesmo valia pros colegas de trabalho dele. Meus primeiros jogos de computador chegaram a mim por intermédio de um desses colegas de trabalho do meu velho, o “tio Monte”.

Tio Monte – que obviamente não era meu tio – era um gordinho muito brincalhão que, se lembro bem, conhecia meu pai desde os tempos do colegial. Ele tinha altos contatos com indivíduos que tinham acesso às (na época) raras gravadoras de CD, e naquela época primordial a pirataria já começava a dar os primeiros passos que um dia dominariam a internet. Tio Monte costumava descolar através de seus contatos semi-criminosos diversos “jogos completos”, que acabavam indo chegar lá em casa. Essa aspas aí indicam uma distinção clássica daquele período.

Como a internet ainda não era popular, a única fonte de jogos na época eram as revistas de CD ROM, tal qual a prestigiosa Revista do CD ROM®. Nos tempos mais recentes essas publicações começaram a veicular jogos completos, mas na minha época tudo o que tínhamos eram versões shareware/demo dos nossos jogos favoritos. Era relativamente raro naquela época (estou me referindo aos meados de 1996, 1997) conhecer alguém que tivesse em seu poder um “jogo completo”, a não ser aqueles que costumavam vir com nossos kits multimídia. Uma geração inteira conheceu e se tornou fãs dos adventures point n click clássicos da Lucas Arts graças às suas Sound Blasters 16x.

Um dos jogos que meu pseudo-tio me trouxe foi o magnânimo e incomparável Warcraft II. Vocês noobs de merda de 15 aninhos com seus cartões de um mês pré-pago de World of Warcraft não saberão o que é realmente o universo criado pela Blizzard até jogar o saudoso Warcraft II. Aquele sim foi o PAI da criança. O primeiro Warcraft, junto com Dune, criou o gênero RTS. Warcraft II trouxe aquela revolução que só mesmo tendo jogado na época pra experimentar a empolgação e, anos mais tarde, a nostalgia.

Então. Por coincidência, um coleguinha meu tinha uma revista de artigos sobre jogos que trazia códigos de trapaceagem justamente pra Warcraft II. E eu utilizei-o bem liberalmente, empregando o “dinheiro” extra adquirido de modo desonroso pra construir uma base faraônica, que eu usaria pra impressionar o Tio Monte – que era totalmente viciado no jogo, como eu.

Na próxima vez que o cara foi lá em casa, eu mostrei todo orgulhoso a imponência e esplendor da minha base construída com fundos ilícitos. Ao completar a fase, o mostrador de ranking do jogo exibiu a verdade – ao invés de julgar minha performance de acordo com patentes militares cuja importância aumentava proporcionalmente ao seu talento na partida, o jogo classificou-me simplesmente como “Cheater”.

“Ahhh, você usou o ‘glittering prizes’, né?” perguntou ele, se referindo exatamente ao código que eu havia usado.

Totalmente desmoralizado, fui obrigado a admitir.

“Trapaceando também, até eu!” o tom de sarcasmo e despeito que carregavam a frase eram tão ácidos que, se aquela conversa estivesse se passando no IRC, tio Monte teria pontuado a sentença com um 😛

Meu pai, que se encontrava nas redondezas palitando os dentes com algum objeto não-identificado, se aprumou todo.

“Trapaceando?! Como é que é…?”

E tio Monte explicou que eu havia usado um CÓDIGO DE TRAPAÇA pra obter vantagem no jogo. Resumindo a história, meu pai levou a coisa muitíssimo a sério, e se chateou pra caralho com a idéia de que seu filhinho estava fazendo alguma coisa desonesta no seu computador.

Meu pai é um absolutista. Pra ele, trapacear (ainda que num joguinho de computador) era uma atitude no mínimo lamentável, no máximo execrável. A reação dele me fez sentir como se eu fosse o pior dos salafrários, uma espécie de GÊNIO da malandragem só porque copiei um código de uma revista de um amigo pra poder construir uma base bonitinha em Warcraft II.

Sei lá porque estava pensando nessa história outro dia. E comecei a pensar – quem teriam sido os REAIS mestres da arte do 171? Como você vai aprender agora, alguns sujeitos dotados de inteligência acima do normal usaram toda sua capacidade pra arte de passar a perna nos outros. Os relatos que compilei aqui são as mais notórias e impressionantes da História da Esperteza. Acompanhe-me nessa aula de pilantragem.

Michael Larson

Michael Larson era, segundo ele mesmo, um motorista de caminhão de sorvete desempregado. E segundo eu, ele era um sujeito com MUITO tempo livre nas mãos.

Em 1984, Larson participou do programa televisivo Press Your Luck. Era um programa bem nos moldes de todos esses programas de prêmios. Os participantes respondiam uma pergunta de conhecimentos gerais; uma resposta certa o recompensava o vagabundo com um “giro” em uma roleta eletrônica.

Nas “casas” da roleta, havia uma miríade de prêmios (em dinheiro e em viagens), e algumas casas que provocavam a perda de tudo que o participante acumulou até então. Alguns quadradinhos davam ao participante um prêmio E um giro extra, aumentando assim as chances de conseguir mais dinheiro. Bem simples, né?

Lá estava Michael Larson, com os dois outros participantes. Na primeira rodada, Michael se deu relativamente mal. Ele caiu em um Whammy (a casinha que roubava todos seus lucros) e, apesar de conseguir recuperar uma boa parte da grana, terminou aquele segmento na lanterna com apenas 2500 dólares.

Na segunda rodada, entretanto, Larson se revelou. Após finalmente obter a vez de girar a “Big Board”, como era chamada a tal roleta eletrônica, o maluco começou a ganhar prêmios e rodadas extras uma atrás da outra, sem parar. Foi uma cena completamente surreal – o maluco ganhou TANTO dinheiro que o mostrador dos lucros, que só exibia cinco dígitos e o cifrão, não pôde comportar a quantia e o cifrão foi removido pra dar espaço pro dígito extra. O programa, que deveria ter apenas uma hora de duração, já se extendia a mais de uma hora já que ele não poderia acabar enquanto Larson continuasse ganhando. Foi um negócio impressionante de se assistir.

E veja que beleza, temos o vídeo aqui!

[youtube]

Foi um momento histórico na televisão americana, os gringos de trinta anos pra cima ainda lembram da história. Em um momento a platéia até mesmo se levantou pra aplaudir Larson, e o apresentador estava até já sem bordões pra expressar sua surpresa. Nem preciso explicar que aos poucos a produção do programa começou a se entreolhar desconfiados, sem entender o que diabos estava acontecendo.

O fato de que Larson parecia comemorar IMEDIATAMENTE após apertar o botão, ou às vezes ao mesmo tempo que apertava o botão – sem aquela rápida pausa de um ou dois segundos que demoraria pra você processar a idéia de que acabou de ganhar novamente – tornou a diretoria do programa ainda mais desconfiada. Alguma coisa deveria estar errada.

E estava.

Michael Larson havia gravado o programa e estudado o padrão da Big Board exaustivamente por seis semanas antes de participar da parada. Graças a isso, ele descobriu o período que o cursor demorava pra retornar à posição de uma casa que ganhasse um prêmio e uma rodada extra. Ele poderia então explorar esse conhecimento de forma que ganhasse vantagem sobre os outros participantes, que estavam só batendo nos seus botões aleatoriamentes após uma breve reza pro São Gerônimo dos Vagabundos que Buscam Enriquecimento Rápido.

O problema da estratégia dele é que Larson estudou cuidadosamente o padrão que o faria cair em uma casa com uma rodada extra, mas APENAS esse padrão. Ou seja, ele só sabia como cair nas casas que o rendessem um novo giro, o que o prendeu em um inesperado loop. Pra quebrar o “bug”, ele teria que apertar o botão às cegas, igual seus companheiros de programa, e torcer pra que não caísse num Whammy.

Ele deu sorte. Naquela noite, Larson se tornou US$110,237 mais rico.

A história do Larson depois de sua impressionante aparição no Push Your Luck é meio trágica, no entanto. O cara investiu quase toda a grana num scam de multi-level marketing (ironicamente, um dos protagonistas desse post foi justamente o criador desse tipo de golpe. Aguarde.) envolvendo imóveis, e acabou perdendo tudo. Ainda convencido com a idéia de ganhar dinheiro facilmente, ele resolveu tirar TODO o resto da sua grana do banco, em notas de um dólar, pra tentar achar duas notas com números de série consecutivo e ganhar um concurso de rádio que recompensaria com trinta mil dólares o dono das tais notas.

Alguém bateu com a língua nos dentes a respeito do plano do cara, e um dia ao voltar de uma festa de Natal ele encontrou sua casa assaltada. Lá se foi cada centavo que o cara havia ganhado no Push Your Luck. Larson morreu alguns anos depois, de câncer.

Em outras palavras, Doutor Karma fodeu o pobre americano (pobre literalmente) com juros e correção monetária.

Victor Lustig

Esse sujeito é considerado pelos estudiosos das técnicas da pilantragem como um dos maiores estelionatários que o mundo já conheceu, por causa justamente o golpe que explicarei. Lustig transformou o velho e combalido conto-do-vigário numa espetacular obra de arte pra que nós, quase um século mais tarde e do outro lado do planeta, possamos apreciar com admiração. A escala da pilantragem é tamanha que é um espanto que ele conseguiu convencer alguém de seu golpe, mas isso apenas atesta a respeito da incrível capacidade do maluco de convencer suas vítimas.

Não tenho provas pra sustentar minha teoria, mas eu acredito que o primeiro golpe do Lustig foi arrumar uma certidão de nascimento da Bohemia (hoje República Tcheca) e se mudar do Brasil pra lá e se passar por cidadão europeu. Um talento impressionante como o dele nas artes da malandragem só podia ser brasileiro.

Victor, ou Conde Lustig como ele se identificava pra algumas de suas vítimas, era um gênio linguístico. Aos vinte anos o maluco falava cinco idiomas com fluência e já tinha decidido que, com uma esperteza como a sua, ele não poderia se conformar em trabalhar por dinheiro como o resto de nós. Passar a perna em incautos era sua vocação. Além da desenvoltura com línguas, o cara tinha aquele talento quase teatral que viria a se tornar uma regra no livro inexistente de artistas da malandragem.

O sujeito afiou suas técnicas passando pequenos golpes nos Estados Unidos, nada muito digno de nota. Até que um dia ele leu uma matéria no jornal local a respeito das dificuldades do governo parisiense de manter a Torre Eiffel. Até pintar a torre significava um gasto oneroso demais, e alguns dignatários começavam a paquerar com a idéia de se livrar do monumento.

Onde a maioria das pessoas viu uma situação lamentável, Lustig viu uma grande oportunidade.

Lustig viajou pra Paris. Chegando lá, o maluco arrumou variados itens variados de escritório (papéis de carta, envelopes, carimbos, tudo) marcados com o logo do “Ministério de Telégrafos”, uma agência governamental inexistente. Lustig produziu com esses itens elaboradas cartas a seis grandes negociantes de ferro velho da Cidade das Luzes, convidando-os para uma oportunidade de negócios com o governo parisiense, assunto a ser tratado na sala de conferências de um hotel chique da cidade. Lustig investiu uma nota grande pra produzir um cenário que pudesse convencer os investidores.

Na tal reunião, Lustig se apresentou como o chefe do tal Ministério de Telégrafos. Ele explicou que a torre estava se tornando um verdadeiro ralo de dinheiro e que o governo decidiu se livrar dela, leiloando-a como ferro velho pra quem estivesse interessado. Os tais seis investidores eram os mais indicados pra pegar o contrato, segundo informou Lustig.

Pra selar a história, o sujeito levou os caras a um passeio de limosine (alugada) pelos arredores da torre, deu a maior apresentação turística pros caras. Por causa da comoção pública relacionada ao fim da torre, Lustig pediu aos investidores que mantivessem segredo em relação à negociação, e que no dia seguinte os telefonaria pessoalmente pra ouvir seus lances.

Ao fim do passeio, o cara resolveu levar seu golpe a um nível ainda maior. Lustig se aproximou secretamente de um dos investidores, um sujeito chamado Andre Poisson, e o ofereceu a possibilidade de um suborno pra que ele garantisse que o seu lance seria o escolhido. Poisson caiu no truque, e ofereceu a Lustig uma quantia até hoje desconhecida. Junto com o suborno, Poisson assinou um segundo cheque, esse contendo o valor do seu lance pela Torre Eiffel.

O pilantra não perdeu tempo. No mesmo dia Lustig levou o cheque ao banco, pegou toda a grana e se mandou apressadamente pra Viena, e em seguida pros EUA novamente.

Meses se passaram e não havia nenhuma notícia nos jornais sobre a pilantragem. O que Lustig não sabia na época é que Poisson se sentiu tão envergonhado de ter sido engambelado que sequer teve a coragem de o denunciar a polícia; preferiu arcar com o prejuízo calado.

O silêncio da imprensa francesa em relatar o ocorrido encorajou Lustig, que partiu pra França mais uma vez pra repetir o golpe. Dessa vez, a vítima desconfiou um pouco da história e resolveu contatar a polícia. Lustig conseguiu fugir para os Estados Unidos, onde ele foi eventualmente preso por falsificação de dinheiro. Lustig foi condenado a vinte anos de prisão em Alcatraz, onde acabou morrendo de pneumonia.

Charles Ponzi

Lustig pode ter sido o mais audacioso, mas o italiano Charles Ponzi foi definitivamente O malandro. Seu reconhecimento como pilantra é tamanho que até hoje, golpes inspirados na ladroagem original do cara são chamados de “ponzi scheme”, ou “esquema ponzi”.

Ponzi era, como Lustig, um malandro de quinta categoria. Algumas falcatruas aqui e ali o renderam algum tempo enjaulado, tanto no Canadá quanto nos EUA, mas não foi por causa destes que seu nome se tornou sinônimo de enganação. O truque que realmente rendeu Ponzi sua notoriedade (e uma quantia indecente de dinheiro) foi o dos vale-selos.

Era o seguinte. O italiano descobriu um dia vale-selos que companias enviavam pra que indivíduos não precisassem pagar por correspondência enviada à tal empresa. Era uma versão paleolítica daqueles envelopes pré-pagos que você usa pra enviar formulários pra cartões de crédito ou assinatura de revistas. Um vale-selo podia ser trocado por, digamos, 10 selos do país onde ele era utilizado, e ele podia usado em qualquer país.

Por causa da Primeira Guerra Mundial, a Itália mergulhou numa inflação que desvalorizou os preços de tudo, incluindo selos. Por isso, os tais vale-selos custavam muito barato na Itália, mas continuavam podendo ser trocado nos Estados Unidos por selos que valiam mais que o preço investido. Funcionava assim – digamos que os vale-selos custavam dez centavos na Itália, e seria trocado por dez selos que valiam um centavo cada. Os vale-selos eram então levados pros States e trocados por dez selos, que valiam por sua vez três centavos cara. Ponzi lucraria então dois centavos em cima de cada selo, ou seja, vinte centavos ao todo.

Como você pode ver, o problema desse negócio é que a margem de lucro é baixíssima. Ele poderia vender selos o dia inteiro (supondo que alguém estaria interessado em comprar selos de um indivíduo qualquer, ao invés de comprar nos correios como qualquer pessoa normal) e seu aproveitamento seria digno de pena. Foi aí que Ponzi teve a idéia genial:

A base do seu negócio não seria vender os selos, e sim convencer outras pessoas a investir no negócio. Se ele convencesse dez pessoas a participar da parada, o lucro real não seria dos selos vendidos e sim do investimento que as dez pessoas desembolsaram pra participar da parada.

E deu certo. Ponzi conseguiu convencer alguns amigos e conhecidos a participar do negócio. Ponzi vendeu a idéia fazendo o troço parecer uma forma fácil de obter retorno garantido. “Eu e meus contatos na Itália fazemos todo o trabalho, só preciso do capital pra começar o negócio!”

Assim que ele conseguiu oferecer alguma margem de lucro pra esses, a história se espalhou entre os círculos de amiguinhos e de repente TODO MUNDO queria participar da parada. Ponzi começou então uma própria empresa, com empregados e tudo mais, só pra gerenciar a quantidade imoral de dinheiro que chegava à sua casa todo dia. Com o investimento de novos participantes, Ponzi pagava os investidores iniciais. Assim, a galera no topo lucrava de volta seu investimento, e os recém-chegados se fodiam porque a essa altura, tanta gente (e especialmente, tanta gente que se conhecia) havia se inscrito pra participar do negócio que tornou a idéia de vender selos totalmente inviável. Como você ia vender algo que TODO MUNDO está vendendo também? A inflação faria os selos perder todo o valor. Mas quem estava usando a cabeça quando um sujeito bem vestido e bem falado oferece uma oportunidade de fazer dinheiro?

Pra incentivar ainda mais o recrutamento de novos investidores, Ponzi começou a oferecer uma maior porcentagem de lucros praqueles que conseguissem convencer mais otários a participar da parada. De repente o modelo de negócio da empresa deixou totalmente de ser a venda dos selos, e sim o recrutamento de mais novatos, cujo investimento original seria usado pra pagar os que chegaram antes. Nasceu assim o célebre esquemas-pirâmide, que vitimou nosso amigo Michael Larson lá de cima e até HOJE consegue enganar otários.

Aliás, eu mesmo quase caí numa dessas; em minha defesa, eu tinha apenas 18 anos, havia acabado de chegar no Canadá, e estava desesperado. E ainda assim, eu consegui na última hora notar que o modelo de mercado que o sujeito me oferecia não fazia sentido, e desviei da idéia. Adicionem essa história àquelas que eu prometi a contar há anos, um dia explico melhor.

Claro que ninguém consegue enganar todo mundo por muito tempo, e em breve Ponzi se veria sob investigação das autoridades. O problema é que naquela época seu esquema era algo novo e não havia uma lei específica que lidasse com aquele tipo de golpe. Mas os promotores foram espertos. Ponzi estava lidando com negócios relacionados a selos, não é? Vamos acusá-lo de “mail fraud” então.

O sujeito foi preso e deportado pra Itália, porque pra melhorar ainda mais a história ele não era um cidadão americano legalizado. Após cumprir pena, Ponzi resolveu mudar de residência. Sua veia malandrística ansiava por uma terra em que ele pudesse se sentir mais em casa. Ganha um pirulito quem adivinhar pra que país o salafrário se mudou.

Poisé. Acreditem ou não, o malaco se mandou pras nossas queridas terras brasilis, onde acabou morrendo em pobreza e desgraça total, que só foi rivalizada pela pobreza e desgraça que ele afligiu a muitos com seu golpe. Os seus últimos US$ 74 foram usados pelo hospital pra financiar seu enterro, no Rio de Janeiro. Ele não tinha família nem amigos no Brasil.

***

Parece mesmo que pilantragem não dá certo, já que os protagonistas desses golpes mirabolantes acabam no final se fodendo de forma extraordinária. Que fim me aguarda graças aos dinheirinhos roubados em Warcraft II?

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Deixe sua opinião aí. Você não tá fazendo nada mesmo!

comments

Categorias: Top X

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

85 Comentários \o/

  1. Malandro é malandro, mané é mané…
    E a gente aqui no Brasil achando que esperteza é subir no ônibus pra andar só a distância de um ponto ao outro sem pagar.

  2. Enquanto houver malandro, haverá otário… Problema é que todo mundo é otário de querer ser malandro (!?)

  3. leandrolopesp says:

    Que vergonha! Usando o Glitering Prizes!

    Pior que no Brasil além de a gente copiar tudo dos outros, copiaram até o golpe da torre eiffel. Um cara aqui de sp vendeu o ibirapuera 2x.

  4. Diego says:

    O guri da Torre Eiffel teve uma imaginaçao do caralho, mano! Mas o esquema da pirâmide é um dos mais geniais de todos os tempos!

    E com relação aos que caíram nos golpes, sempre existiu e sempre vai existir nêgo ingênuo -- ou otário, como preferir. Portanto, nêgo querendo se aproveitar também sempre existirá.

  5. @rsmelo says:

    o que fodeu esse Charles Ponzi foi o fato de que no Brasil tem muito mais gente que passa a perna, diferente de onde ele ficou famoso

  6. Feannor says:

    Inevitavelmente, dá pra notar em seus textos “top x algumacoisa” a influência do cracked.com. Você pode dividir com a gente quais são seus autores preferidos do cracked.com? O meu é o David Wong.

  7. Caiow says:

    Kid, esse seu post já existia né não? Eu juro que já li palavra por palavra do que você escreveu aqui Oo

  8. @MuskitoRox says:

    Fiquei curioso para saber a historia do “trabalho” misterioso o qual foi oferecido a você,kid.
    haha

  9. Trovalds says:

    Vc já tinha postado algo parecido antes, não? Ou é “repeteco” de algum post antigo?

  10. Breno says:

    Jurei que não leria isso tudo, mas a redação acabou me enrolando até o fim do post. Você também deve ser um golpista, Kid! =)

  11. Gutenberg says:

    “Aliás, eu mesmo quase caí numa dessas; em minha defesa, eu tinha apenas 18 anos, havia acabado de chegar no Canadá, e estava desesperado. E ainda assim, eu consegui na última hora notar que o modelo de mercado que o sujeito me oferecia não fazia sentido, e desviei da idéia. Adicionem essa história àquelas que eu prometi a contar há anos, um dia explico melhor.”

    Você já contou essa história há muito tempo atrás nesse post aqui, não precisa contar de novo.

    E, por um instante, achei que você tinha esquecido o Ponzi.

  12. Edgames says:

    Ficou faltando o Frank Abagnale Jr, que depois que eu assisti o “Catch me if you can” virou THE Man no meu ponto de vista!!

  13. NerdMaster says:

    Excelente texto, Kid!

    Realmente o crime não compensa, por amis que os malandros achem que estão se dando bem “na parada”.
    Sou totalmente contra o uso de artifícios para ganhar vantagens em cima dos outros.
    Pode me chamar de otário, de caxias, de nerd mesmo, eu não me importo.

    Mas mesmo sendo tão ferrenho defensor da honestidade eu te perdôo pelo seu deslize em Warcraft II, hehehehehe

    Vida longa e Próspera

  14. Cabelo says:

    Ótimo texto. Isso me fez lembrar de uma das paradas que já fiz. Estudava no Meng (se não me engano o bairro se chamava Turu ou Habitacional Turu) e para ir todo sábado pro São Luis Shopping Center teria que andar da escola ao retorno da Cohab, uns 2km, pra poder pegar um ônibus que fosse direto. O que eu fazia? Pegava um ônibus na frente da minha escola e, já dentro do busu, ficava procurando (por uns 20 seg.) o dinheiro na mochila e quando estava próximo do meu ponto perguntava: “quanto custa a passagem pro Olho d’ Água?” (direção totalmente contrária). Aí o cobrador vendo aquela minha cara de paisagem me avisava que era na direção contrária e que eu deveria pegar o ônibus tal, era aí que eu descia, já no retorno da Cohab e pegava tranquilamente o meu ônibus direto pro Shopping, pra encontrar os amigos e jogar Magic (que eu era sempre surrado) ou Pokemon (onde eu habitualmente surrava). Eu economizava uns míseros R$1,20 (ou R$0,60 de vale escolar), mas a sensação era boa. Com o tempo tive que parar, meu rosto começou a se tornar familiar a todos os trocadores e motoristas, o semblante de alguns deles as vezes me fazia realmente pagar. Mas aí logo logo vim pro Rio de Janeiro e a moleza acabou, hoje pago R$5,50 pra ir pro trabalho.
    Abração Kid, Bruno (irmão do Fivio)

  15. BLARG says:

    Kid burro não sabe a diferença entre conhecer um sistema e falcatrua. Na cabeça dele os técnicos de time, que estudam os outros times a vida inteira ao invés de por apenas 6 semanas, são os maiores ladrões do mundo.

  16. BLARG says:

    Pior só a obsessão dele com o Brasil que quer enfiar em tudo o que é texto. Fica o dia todo pegando em pinto de plástico canadense mas não vê a hora de chegar em casa pra falar mal do país dos outros.

  17. Kid says:

    Blargh, why so serious?

  18. Diones Reis says:

    Por falar em malandragem, pode incluir na lista de malandragens este repeteco de artigo? 😛
    Aproveitando, veja que não foi somente Charlez Ponzi que teve esta idéia brilhante na mesma época.

    http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0949/financas/quando-piramide-vira-po-489973.html?page=1

  19. Kuat says:

    Só pra constar que você já postou a sua história de recem chegado no canadá e o velho barrigudo com a caranga caindo aos pedaços te oferecendo trampo de vendedor de erbalife ^^

  20. ReVo says:

    pois é alkhs, este post já rolou. mas ainda vale a leitura.

  21. Cara.. tinha aquele cara que se passou por presidente da Gol aqui no Brasil.

    Ele fez um monte de viagens e ficou em vários lugares de graça. Andou de avião, helicoptero, participou de festas, deu até entrevista na televisão.

    Não lembro o nome dele.. mas foi um belo golpe… acabou preso lógico!

  22. Kid, eu tenho quase certeza que eu já li isso antes(quando cheguei na parte do “glittering prizes” eu percebi)…

    E acho que eu já comentei lá também, então os elogios ainda valem. =D

    Tenha um bom dia. =P

  23. kabelo says:

    Pilantragem é repost 🙁

  24. Poltergeist says:

    Kid requentando post? Que coisa mais malandra. Lamentável…

    Pode trocar o título (outra vez) para “4 pilantras históricos”

    http://hbdia.com/wordpress/2008/04/13/os-grandes-safados/

  25. TioSolid says:

    This looks reposted. I can tell by the pixels and for seeing quite some “Editar a data desse post” in my time.

  26. kirano says:

    Os reais malandros não são falados porque ninguém descobriu. Mas essa história de Piramide já foi uma boa… A muito tempo atras. O que me lembra aquele antigo tb do “envie 1 real para o primeiro da lista depois apague o nome dele e coloque o seu nome como último e mande esta lista para todos os seus conhecidos.” Prometendo que quando voce for o primeiro da lista voce vai ganhar fortunas….

    E kid

    “que valiam por sua vez três centavos cara.”
    não seria “cada”?

  27. Fábio says:

    BLARG = HBDIA SERIOUS BUSINESS.
    Apesar do post ser requentado vale a pena ler de novo.

  28. crazyrk says:

    sem mimimi, mas por que não falou que era repostado pelo menos?

  29. IsraeL says:

    Tenho uma teoria para esse repost, talvez o Kid tenha todos os textos esritos primeiro no Word (ou seja ele tem varios textos ineditos soh esperando aparecer aqui), ai ele escolhe qual vai ser o texto que vai postar na semana. Porem ele nao deve ter transferido esse texto para a pasta dos “Textos já utilizados”, provocando o seu repost sem querer.

    Ou entao o Kid, morto de preguiça de escrever um texto novo e as massas quase revoltadas por um texto novo, usou a ideia do Pao e Circo: colocou um texto antigo para q ninguem notasse q eh repost e ao mesmo tempo acalmando os individuos sem vida social que navegam nesse site. Desse modo podendo passar uma semana sem postar e sem ser trollado nos comentarios do post do professor de historia. Ou seja, uniu o utero ao agradavel. Porem Kid nao sabia o nivel do ocio de seus fas, q se tocaram que o texto era antigo!

    Ou entao nenhuma das anteriores! Abraços!

  30. oi says:

    Duas coisas:
    1º: A história do emprego já foi contada. Era aquela do herbalife, não? Já teve uns 2 posts sobre isso.

    2º: Eventualmente NÂO tem o mesmo significado de “eventually”. (:

  31. Eduardo De Bastiani says:

    Esses golpes são um mais genial que o outro. O cara da Big Board foi genial. Esse da Torre Eifell possui uma imaginação e tanto. Já o Ponzi dos selos, criou algo que é usado até hoje para enganar “pessoas”. Incrível como acabaram falidos.

    E eu lembrei da citação: “Para um golpe ser bem sucedido, pelo menos duas pessoas estão querendo se dar bem”.

  32. Eduardo De Bastiani says:

    Esses golpes são um mais genial que o outro. O cara da Big Board foi genial. Esse da Torre Eiffel possui uma imaginação e tanto. Já o Ponzi dos selos, criou algo que é usado até hoje para enganar “pessoas”. Incrível como acabaram falidos.

    E eu lembrei da citação: “Para um golpe ser bem sucedido, pelo menos duas pessoas estão querendo se dar bem”.

  33. Lem0n says:

    “Adicionem essa história àquelas que eu prometi a contar há anos, um dia explico melhor.”

    Não é aquela que você já contou uma vez? Do cara que chegou num carro velho e tal

  34. Filipe Kiss says:

    Karma is a Bitch.

  35. Lem0n says:

    Aliás… tem muita gente que se dá bem com esquemões (principalmente no Brasil) 🙂
    o problema é que só ficamos sabendo dos que deram errado

  36. TwhPrx. says:

    OLD!!!!111.
    Ops, quer dizer, clássico, *assobio*

  37. Raphael says:

    Inflação não desvaloriza o preço de nada, pelo contrário, é o aumento generalizado e constante dos preços. O que cai é o poder aquisitivo das famílias.

    No mais, belo texto hahaha 😀

  38. COPYPASTA IS COPYPASTA!!!
    Tudo bem q tinha um chatos enchendo pra escrever algo novo, mas aí forçou a mão!
    Queria batalhar a insonia, mas ñ com repost :/

  39. Maxwel says:

    Caramba, te juro, a partir de hoje, eu lerei este site do pé a cabeça! Muita informação congruente! Muita informação valiosa e interessante! Sinceramente, me sinto honrado de por algum motivo ter descoberto o site do Sr., estou muito feliz! Posso perguntar-lhe onde consigo outras dicas (informações, curiosidades) como estas?

    Obrigado,
    Maxwel Douglas

  40. Moisés Freire says:

    Sabe o que é mais engraçado nisso tudo? é que ninguém acredita que eu “Zerei” GTA San Andreas sem o uso de “Cheats”, sou uma das pessoas mais chata nesse quesito, odeio quem usa “Cheats” e apenas acho que a pessoa não tem a capacidade moral para vencer um jogo sem trapacear. Tenho dito.
    Foda-se se você que usa cheat não gostou! HAHA

  41. Renato says:

    Malandro é o cara que posta texto repetido no blog.

  42. MarkusRM says:

    Roubo dinheirinhos a séculos no Age of Empires II, irei morrer na pobreza e desgraça total?

  43. MarkusRM says:

    BTW. PORRA KID. REPOST? ._.

  44. Tiago says:

    É meu amigo, essa é a famosa história… um dia da caça, outro do caçador, os malandro tudo se estreparam no fim, agora vc kid, relax, o money que tu ganhou no warcraft num dá nada não!!!

  45. Ismael Jr says:

    Cara, vc está comecando a repetir artigos, que feio… e pra isso até alterou o texto dos caras que nao se dao bem no final (TOP X), que tinha o da roda da fortuna, hehe
    Bacana 😉

  46. Ismael Jr says:

    Putz! e nem pra ver que ja contou a historia prometida no final desse texto pra outra hora. MORE ATTENTION PLEASE!!!

  47. Diogo says:

    Esses caras ferraram com muita gente…
    Mas vc kid?
    Acha q o pessoal de Blizzard perdeu dinheiro fazendo e vendendo o Warcradf2?
    Na verdade a pirataria ajudou a divulgar o game(criar viciados), e os playboy q conseguia pagar, ou caras extremamente viciados acabavam pagando.
    Eles ferraram com gente e se ferraram, kid, vc (na pratica) nao ferrou com ninguem.

  48. Buddles says:

    Tive um dejavu lendo esse post

  49. Darox says:

    Obrigado, herbalife. Seu fim vc mesmo já disse, acabou a fase e foi chamado de trapaceiro. O que será que o tio Monte faz hj?

  50. felipe(CCCC) says:

    kid seu porco imundo, já vi esse post antes porque tu não postava nada e eu ficava mechendo no arquivo, vá trabalhar em algum texto teu que eu não te pago pra ficar parado

  51. Dennis says:

    o izzy tá começando um tipo novo de golpe 😀

  52. Aranha says:

    Pow Izzy, vergonha alheia rapaz! Só porque essa semana indiquei teu blog pra uns conhecidos tu me faz essa de requentar post? Olha que sem sacanagem nenhuma já li todos os teus posts quando tu fica sem atualizar essa bagaça aqui! Acho que vou passar a ler o cardoso, pelo menos ele atualiza o blog…

  53. Ivan says:

    Herbalife que vos diga…

  54. Pô Kid, o primeiro cara não foi malandro não!

  55. Marcelo says:

    Só um adendo. O jogo que criou o genero RTS (estrategia em tempo real) foi o Dune 2 lançado em 1992 para PC e no ano seguinte para Amiga e Mega Drive.
    O Warcraft foi lançado em 2 anos depois em 1994 e era uma evolução (ou copia melhorada dependendo do ponto de vista) do Dune 2.

    Na verdade o Dune 2 lançou o modelo de jogo que foi copiado e recopiado centenas de vezes. Embora jogo RTS ja existisse desde 1983 como Stonker do ZX Spectrum (TK aqui no Brasil).

  56. João says:

    PORRA, KID! Aqui o post original, apenas postado de novo….

    Mancada!

  57. armstrong says:

    REPOST DE CU É ROLA

  58. Juvenal says:

    Velho, já fazia anos que você não postava nada que preste aqui. Só entro aqui por causa de posts com esse e os que ficam na coluna esquerda. Valeu pelo texto.

  59. Juvenal says:

    É repost?
    Porra, onde você deixou sua criatividade?
    Ficou aqui no Brasil?

  60. Cidraman says:

    Sei lá, é malandragem do cara, mas não dá pra dizer que é pilatragem.
    Não havia regra alguma que proibia a memorização de padrões do jogo.
    Afinal de contas, quando vocês jogam Mario (ou o jogo que for) e memorizam todos os padrões de ataque de cada inimigo, também estão sendo malandros, pilantras ou apenas espertos?

  61. Cidraman says:

    Eu me refiro ao Michael Larson, esqueci de fazer a referência no comentário anterior.

  62. Yuri says:

    Kid, tu deve ter esquecido do nosso amigo Marcelo Nascimento da Rocha!
    Aqui ó: rel="nofollow">

    Esse aí também é foda!!

  63. Eduardo says:

    antigamente você pelo menos avisava aos leitores quando o texto era repetido, Kid…

  64. Camilo says:

    essa malandragem de piramide existe até hoje,
    e além disso tem as herbalife da vida …

  65. Artur says:

    Pilantragem mesmo é postar texto de sabe-se lá quanto tempo atrás como novo. Tinha que ser brasileiro mesmo…

  66. CCCC says:

    Kid viado, vai morrer de tanto post requentado no cu!

  67. Ygor says:

    Kid, obrigado. Tive uma ideia que me tornará rico.

  68. Apesar de longo, o texto é bem escrito e saboroso.

    Você fala da Revista do CD-ROM. Quando mais jovem colecionava seus exmplares -- às vezes ela trazia jogos completo de RPG -- os meus preferidos.

    Não vi mais a revista nas bancas. Acabou?

    Abraços

  69. Eu says:

    Bah, texto requentado é foda…

  70. Enrico says:

    Você posta coisas antigas para ver quantos leitores novos vc tem?

  71. Lovnis says:

    Kid, pq esse texto denovo?

  72. Issue says:

    Tenho que ler esse site de cabo a rabo pra comentar se é repost, mas parece que é.

  73. Lovnis says:

    Tenho certeza q eh repost, pq eu li esse texto menos de dois meses atras e jah era velho.

  74. alpha says:

    Frank Abgnale Junior

  75. […] apontou este texto, e reclamou que não havia no final do post uma lista com as fontes acadêmicas de onde pesquisei a […]

  76. Basnerdice says:

    Faltou o Frank Abagnale Jr. Aquilo sim é que é malandro.

  77. Lana says:

    o Ponzi criou e a Herbalife aperfeiçoou.
    Excelente o texto! Qualquer post que não envolva trolagem/probloggers/twitter são SEMPRE EPIC WIN!

  78. Leandro says:

    Fácil, é só utilizar o “glitering prizes”, e depois, “it´s a good day to die”.
    Lembram desse?

  79. mattheus says:

    pô cara… gostei do post, só que não é porque a pessoa é adolescente ou não tem 25 anos que é idiota ou não conheçe as boas coisas antigas.
    eu tenho 16 anos, não sou um “noob de merda”, joguei e jogo ainda, o warcraft 2, maravilhoso o jogo.

  80. Wladimir says:

    Vai tomar no cu, tenho 16 e ja joguei muito Warcraft 2
    Mas muito bom texto, é legal saber essas historias.

  81. […] contra os Correios. Charles Ponzi fugiu do país e acabou morrendo aqui no Brasil. De acordo com o blog HBDia, os últimos US$ 74 que Ponzi tinha os bolsos foram usados pelo hospital para pagar seu […]

  82. […] que o famoso Tio Monte, que já mencionei aqui no site, apareceu um dia lá em casa com Sim City 2000 (além de outros jogos) num CD. E o […]