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Sobre a importância de encontrar o próprio círculo social

Postado em 15 September 2012 Escrito por Izzy Nobre 46 Comentários

 

Como os ilustres colegas sabem, retornei triunfalmente aos estudos. Estou mais focado que nunca em minha carreira acadêmica — afinal de contas, uma coisa é você entrar na faculdade de graça aos 17 anos; é completamente diferente pagar uma pequena fortuna aos 27 pra finalmente obter um diploma.

Esse era eu com dez anos (e 40 quilos) a menos

Essa carteirinha da UNE é essencialmente o único artefato que me oferece alguma conexão com minha vida passada, aliás. Serve como um lembrete tangível de que, muito tempo atrás, existia um Israel — quando hoje em seu lugar há um Izzy. Quer dizer, em seu lugar, e se extendendo num raio de 4 ou 5 centímetros em todas as direções. Maldito fast food.

Desnecessário dizer que minha motivação pra estudar é completamente diferente. Quando prestei vestibular pela primeira vez, em 2001, eu tinha acabado de terminar o ensino médio e não sabia exatamente o que queria da vida; o simples ato passar no vestibular era um objetivo mais imediato. Seu nome na listinha de aprovados no vestibular no jornal da cidade (CARALHO COMO EU SOU VELHO) era um documento que provava aos seus pais que você não era um vagabundo completo.

Uma vida inteira levando o colegial na plena molecagem (fazer dever de casa às pressas enquanto esperava o professor chegar na sala para recolhe-lo, estudar por no máximo meia hora na noite anterior à prova, e por aí vai) desenvolveu hábitos e uma mentalidade que eu levei para a faculdade, com resultados previsíveis.

Meu primeiro semestre na faculdade foi um desastre. E o segundo também. Só no segundo ano é que comecei a compreender que o andar da carruagem é outro e que terei que me adaptar de acordo.

Quando entrei no CEFET em 2003 (onde cursei um semestre de Edificações) até que me dei um pouco melhor. Acabou nem adiantando de nada, por causa da minha emigração. Larguei ambos os cursos em novembro daquele mesmo ano quando vim pro Canadá.

Como já expliquei milhares de vezes, a lenta burocracia do processo de cidadania atrasou minha vida em diversos aspectos, especialmente a acadêmica. Tendo eu lá meus 20 e poucos anos, e considerando que na América do Norte morar com os pais tendo esta idade é visto com extremo desprezo, meu foco foi garantir minha independência financeira. Formação acadêmica teria que esperar.

Só em 2010 pude finalmente dar a partida pros estudos. E a burocracia de obter minha documentação brasileira atrasou essa porra toda mais ainda. Enfim, finalmente em 2012 retornei à faculdade.

Como falei no começo, a longa espera pelo retorno à vida acadêmica e o preço que tou pagando pra custear essa merda me fizeram focar absurdamente na missão de ser bem sucedido nos estudos. Estou mais concentrado que nunca e estudando de verdade pela primeira vez na vida, um fato caracterizado pelas inúmeras vezes que colegas de sala vieram a mim perguntar o que está acontecendo em relação à agenda de aulas ou conteúdo de uma matéria.

Por causa dessa prioridade máxima do sucesso acadêmico, eu pensei, eu iria perder uma boa parte da experiência estudantil, que é o desenvolvimento de um novo círculo social.

E me enganei. Acabei sendo assimilado sem querer ao que compreendo como o embrião de um novo grupinho na faculdade.

Começou casualmente. Comparávamos anotações rapidamente durante a aula, mas de maneira extremamente formal; com o passar dos dias, ao cruzar pelos corredores trocávamos um “e aí mlk, blz?”. Com o passar do tempo, a proximidade dos nossos armários fez com que as mesmas 4 pessoas estivessem sempre perto uma das outras.

Conversas mais longas prosseguiram, incluindo às vezes comentários sobre situações pessoais (o motivo do atraso de um na aula do primeiro período, ou os planos de outro pra noite de sábado). Subitamente, as localizações geográficas de cada um dos integrantes do pequeno grupo começou a sofrer um fenômeno de migração. As quatro cadeiras se aglutinaram num canto da sala.

Mas até aí ainda era tudo meio casual/acidental; não havia acontecido um momento explícito que declarasse que esse era o nosso “grupo”. Até alguns dias atrás quando, após o término de uma aula que sinalizava aquele estouro de estudantes que inunda os corredors da faculdade, eu investigava três agendas pra decidir que livros deixar no armário da sala, e quais trazer comigo pra estudar no trabalho.

 

O grupo continuou andando enquanto briguei com o cadeado pra ganhar acesso aos conteúdos do meu armário. Chequei a agenda oito vezes, troquei os fichários correspondentes, e quando me levantei e pus a mochila nas costas… os broders ainda estavam lá, esperando por mim.

E um gesto aparentemente tão simples e insignificante provocou um impacto imenso em mim. Eu não pedi pra turma esperar por mim (aqui vale a observação de que um dos membros do grupo é na verdade uma membra, e é portadora de nível 9.8 de gostozice), eles apenas perceberam que eu havia ficado para trás e pararam autonomamente pra me esperar.

Foi uma demonstração simples, porém pura, espontanea e inequívoca de cumplicidade que sinalizou a oficialização do grupinho. Em outras palavras, fui aceito e estou em igual patamar de importância na dinâmica social desse pequeno grupo.

E aí veio a realização: esses são os caras (e a gostosa) com quem me associarei durante o ano letivo. Estas quatro pessoas formarão um pequeno microcosmo dentro do contexto maior que é o resto da sala.

Dias mais tarde números telefônicos foram trocados e o contato se estendeu pra fora da faculdade. E eu oficialmente tenho 3 novos (e bons) amigos.

Isso é muito bom. A parceria broderística será de grande valia nesse período de completa loucura em que acordo às 6 da manhã, estudo até as 2:30, e em seguida corro pro trabalho onde fico até às 11 da noite.

E vamo que vamo.

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comments

Categorias: vida academica

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

46 Comentários \o/

  1. Gabriel says:

    O que sua esposa acha de cuidar da casa sozinha? E como diabos vc arranja tempo hábil pra se exercitar?
    Boa sorte na sua epopéia, Kid

  2. Marcoles says:

    Esse tipo de ligação na faculdade faz toda a diferença na rotina de vida. Com meus quase 30 anos e, de novo, no banco da escola para a pós-graduação, pude perceber exatamente isso: certas pessoas fazem, e farão, toda a diferença para a importância e o futuro profissional. E tudo começa assim mesmo, com pequenos detalhes de cumplicidade

  3. Thúlio says:

    Comigo esse lance aconteceu quase da mesma maneira, eu estava terminando de pegar o conteúdo do quadro e todo mundo já tava indo embora, e quando eu me dei conta, depois de ter terminado de guardar o material, tinha um pessoal me esperando. É uma coisa tão simples, como você disse, e provoca um imenso impacto. E é uma mistura de alívio/felicidade na hora que nem tentei esconder o sorriso.

  4. Eduardo says:

    eu admiro bastante quem consegue conciliar trabalho e faculdade, então desejo muito sucesso nessa sua nova vida acadêmica, Kid.

  5. Slow says:

    Que foda, Izzy! Me faz pensar na escola (e como sou forever alone)

  6. Leonardo Cezar says:

    Eu acredito que umas das coisas mais legais da faculdade,é você ter um grupinho de colégas,não tem nada mais deprimente do que ficar sozinho na hora do intervalo,comendo suas batatas fritas muchibentas e tomando um Dolly guaraná…É isso aí Kid,vamo que vamo!

  7. Tatazete says:

    Ter amigos deixa tudo mais facil! 😉

  8. John says:

    Qual formação é essa que o Izzy está fazendo?

  9. Cynthia says:

    Faculdade (ou cursos de longa duração em geral) são a maneira mais fácil e eficaz de fazer novos amigos. Sinto falta disso :/

  10. Ieska says:

    Ser aceito em um grupo de faculdade faz mesmo toda a diferença. Esse ano iniciei minha segunda tentativa de curso superior e, por ter sido extremamente mal sucedida socialmente na primeira tentativa (não gostaram de mim porque eu não sou da cidade), fiquei com muito receio de falhar novamente e ficar sem amigos. Até o dia que eu comecei a ser chamada para passar o intervalo debaixo da árvore e nossa turma se concretizou com alguns colegas do meu curso e outros colegas do curso de informática. Temos redes de sms de bom dia e nossas próprias piadas internas. Você sempre acaba indo pra faculdade com mais prazer e essas pessoas tem o dom incrível de te motivar a sair de casa pra ir pra aula nos dias que você não tá com vontade nem de existir.
    Parabéns pela conquista, amg 🙂 Tão importante quanto o próprio ingresso à universidade.

  11. Fábio Alves Corrêa says:

    Vocês tem que encher a cara juntos, aí sim vai estar selada a camaradagem!

  12. MH says:

    Gostei pra caralho desse texto 😀
    Me deu saudades de 1 ano atrás, da minha turma da escola… D:

  13. Izzy com uma nova patotinha! xD
    Certeza que essa nova patota vai gerar ótimos textos! 8D

  14. André says:

    Fazer amigos é sempre algo bom 🙂 esses dias estive pensando sobre isso, e é interessante como existe um ciclo nas amizades que a gente faz na vida. abs

  15. Gabriel says:

    Faculdade/escola é uma coisa que vale mais pelo networking do que pelo aprendizado em si. A vivência social que temos no local é essencial, e inesquecível.

    Boa sorte em sua vida acadêmica, Izzy! 😀

  16. Daniel says:

    no aguardo de posts no estilo Community. você seria quem da turma Izzy? Abed?

    • victorprs says:

      Quando li esse texto, lembrei imediatamente de Community, com a referência musical da abertura como plano de fundo da leitura xD

      Ah, e o Izzy só pode ser o Abed, com as inúmeras referências…

  17. Edmo says:

    Acho que vc finalmente viu grande vantagem no seu trampo atual, poder estudar enquanto ta lá.

  18. Nathalia B says:

    Os nomes dos aprovados ainda saem no jornal.

  19. Lucas says:

    Show de bola o post! E boa sorte na faculdade.

  20. lindomar says:

    izzy eu acordo as 5 AM, e vou durmir 1 AM, numa rotina trabalho, faculdade, transporte público, cada um tem uma historia de luta e eu descobri que não é facil para ninguém e quando é facil infelizmente nós não damos valor.

  21. andre says:

    Boa sorte com essa nova turminha Izzy, só cuidado pra não andar pondo ratos em locadoras com essa patotinha, ou resolver fazer uma nova votação das minas da sala e seus atributos… vai saber.

  22. Pedro says:

    Essa galera sabe das suas putarias internéticas na parte brasileira da web?
    E ah, você converteu outro. Tô tentando arranjar visto de estudante pra me formar no Canadá. All heil Izzy.

    • cristiano says:

      Então vai juntando grana. Se pro Izzy, que é residente, é uma pequena fortuna, pra você vai ser uma grande fortuna, pois não vai ter nenhum subsídio do governo.

      Izzi, e a diferenća de idade? 10 anos são suficientes pra você estar deslocado de uma geraćão. Veja se você não é visto como um Richard pelos seus amigos Joey, Chandler e Phoebe … E quanto à menina, se lembra do comercial da Sukita? Além do mais, você é “casado fresco”, apaga o facho aí, kkk

      No mais, boa sorte, véi!

  23. Bah, maneiro, sempre bom fazer novos amigos, em escola então melhor ainda, as coisas fluem mais fáceis. =P
    Espero que essa nova “turminha” acabe dando assunto para novos textos maneiros. 😀

  24. Mausoz says:

    Quero ver a Sr. Nobre o que acha desaa mina aí super gostosa u.u

  25. Norimaro says:

    Esse tipo de broderagem que não sei mais o que é isso a anos. Inveja rolou forte aqui, hehe.

    Mas te desejo tudo de bom Izzy. E vamo que vamo!

  26. Nailson says:

    boto fé cara, tá fazendo facul na época certa. que todos deveriam fazer. esse negoço NEGOÇO!!! de sair do 2º grau pra fz facul é barca furada.

    eu mesmo penso q se tivesse a cabeça de hj, faria economia e não computação.

    eu AMO a minha área, mas penso que poderia usar meus talentos de forma melhor. mas acho q a gente sempre pensa isso, “poderia ter sido melhor”. mas tb penso q o melhor se escreve AGORA, e tou dando andamento pra coisas muito legais.

    mudei de local no trabalho, e agora vou puder usar o trabalho pra alavancar a carreira acadêmica, e realmente fazer algo interessante.

  27. Menes says:

    deixa de ser presunçoso, kid. primeiro que esse curso te custou 5, 6 pau e você fica com papinho de “pequena fortuna”. depois fica com conversinha de “carreira acadêmica”, até parece que tá estudando pra um mestrado, um doutorado… quando isso que tu tá fazendo nao é nem um bacharelado! faz favor, né filho

    • Izzy Nobre says:

      Caralho, mas tu é meio amargurado com a vida né? De onde vem essa revolta, broder?

      Primeiro que meu curso não custou 6 mil dólares (me pergunto de onde você tirou esse valor). Segundo que eu acho engraçado você presumir, novamente baseado sei lá no que, que o valor que eu pago é trivial pra mim. Bem que eu queria que fosse — e se eu agisse como se fosse, não seria ISSO presunção? “Custou só 10 mil dólares meu curso mas isso é o troco que eu tinha aqui no painel do carro” não seria uma postura muito pior…?

      E terceiro, não entendo você desmerecer o uso do termo “carreira acadêmica”. Você sabe que o termo se refere a qualquer ensino superior, correto? E outra: você sequer sabe o que eu estudo.

      Finalmente, você não acha que o SEU comentário é que é extremamente presunçoso não? Releia-o com um olhar imparcial. Eu estou celebrando finalmente retornar aos estudos, algo que me deu muito trabalho, e você chega do nada desmerecendo tudo através de suposições despeitadas.

      Por que isso te revolta tanto? Pensaí mano.

      • Dalton says:

        Então, carreira acadêmica é apenas você ter uma “profissão” relacionada ao ensino (academia), não?
        E cara, vai fundo nos estudos. E leve sempre duas coisas na sua vida: Melhor que o conhecimento em si, é o gosto pelo aprendizado, o senso critico, que dá a capacidade de discernir.
        Segundo, quando achamos que estamos no máximo, daí pra frente é somente queda, por isso, busque sempre mais.
        Fico contente toda vez que vejo alguem se dedicando na busca do conhecimento. Vai com tudo, maluco.

        • Izzy Nobre says:

          “Carreira acadêmica” e “carreira estudantil” significam a mesma coisa. Eu tou achando que vocês não manjam é a língua portuguesa mesmo, porque eu nunca quis dar a entender que estou estudando pra virar professor universitário, e “acadêmico” é qualquer coisa referente a ensino/estudo (independente do nível, inclusive) 😛

          • Dalton says:

            Ficou dúbio. Acadêmico não é (ou era) independente de nível. Nos termos atuais, acredito estar relacionado a ensino em geral e independente de nível, pois nos EUA a palavra, por ter um sentido mais “polido”, é utilizada em escolas e tal. Tu deve manjar disso melhor. Por carreira, entendi que tu queria dizer profissão, ou qualquer coisa relacionada (professor ou qualquer uma no âmbito “conhecimento, saber”). Nunca vi o termo ser usado de outra forma…
            Mas enfim, continua sendo massa essa “sede” pelo conhecimento e tal, mesmo que não seja para uma “carreira acadêmica” propriamente dita. O importante é não parar. =D

          • Izzy Nobre says:

            Se você desconhece o sentido da palavra talvez seja “dúbio” mesmo broder.

            Acadêmico
            adjetivo

            1. relativo a uma academia; academial
            2. relativo a um estabelecimento de ensino superior ou aos seus alunos
            3. estudante de ensino secundário, médio ou superior

            Acadêmico = relativo a estudos ou ensinos. Se discorda, vá brigar com o dicionário.

  28. Lucas says:

    É meio presunçoso mesmo falar CARREIRA ACADÊMICA pra quem só está fazendo o bacharelado ainda izzy. Pelo menos aqui no Brasil só se usa essa entonação para quem se dedica a academia realmente.

    • Izzy Nobre says:

      Vamos lá.

      Carreira
      Substantivo Feminino
      1. caminho estreito; carreiro
      2. corrida com velocidade
      3. percurso

      Acadêmica
      adjetivo

      1. relativa a uma academia; academial
      2. relativa a um estabelecimento de ensino superior ou aos seus alunos
      3. estudante de ensino secundário, médio ou superior

      CARREIRA ACADÊMICA = PERCURSO ESTUDANTIL. O esforço a qual um estudante se dedica. Pode ser usado sim no sentido de ser um profissional do universo acadêmico, mas não é o único sentido da expressão.

      Vocês além de pedantes (“aaaiiinnnn você não tem uma carreira você não é acadêmico“) ainda estão errados. Mas se serve pra alguma coisa, substitua mentalmente todas as referências a “carreira acadêmica” com “percurso estudantil” e sosseguem esses esfíncters.

  29. Dalton says:

    Então ficou dúbio. Acadêmico não é (ou era) independente de nível. Nos termos atuais, acredito estar relacionado a ensino em geral e independente de nível, pois nos EUA a palavra, por ter um sentido mais “polido”, é utilizada em escolas e tal. Tu deve manjar disso melhor. Por carreira, entendi que tu queria dizer profissão, ou qualquer coisa relacionada (professor ou qualquer uma no âmbito “conhecimento, saber”). Nunca vi o termo ser usado de outra forma…
    Mas enfim, continua sendo massa essa “sede” pelo conhecimento e tal, mesmo que não seja para uma “carreira acadêmica” propriamente dita. O importante é não parar. =D

  30. Lucas says:

    Você acha que pegando as palavras de uma EXPRESSÃO e usar o dicionário para encaixa-las se chega a um resultado, como em uma equação matemática? CARREIRA ACADÊMICA em português não é usado com esse sentido, fato. Deal with it.

    • Izzy Nobre says:

      Usei um dicionário pra achar o significado das palavras — e confirmar que elas significam exatamente o que eu disse que elas significam.

      Acha ruim, vá discutir com o Aurélio.

      • Leonardo says:

        Pessoal não sabe o que tá falando. Lógico que você está numa ‘carreira acadêmica’,sim. Como você mesmo mostrou, citando o dicionário.

  31. Eamon says:

    Izzy, vem aqui curtir minha carreirinha de pozinho mágico aqui, vem. Goxtoosooo uuuhhh delícia…

  32. Hugo Moita says:

    Vai com tudo!

    É fantástico como me revejo em tantas coisas contigo.

    Também eu já estive na universidade, saí por motivos pessoais (e também porque o curso era uma merda, no sentido em que não gostava nada daquilo -- gestão de recursos humanos -- ).

    Trabalhava um Part-Time e tinha tempo de sobra… mas não ligava um caralho para a escolinha (mesmo sendo que os XXXX€ anuais me saiam do corpo).

    Agora, que já trabalho, já tenho “uma vida a dois” quero entrar este ano para a universidade (de novo) mas para um curso diferente (engenharia) e a minha maneira de pensar é igual à tua. Acabou a brincadeira. Se for para construir um carrinho na primeira semana eu vou apresentar um foguetão!! Não quero saber. E acredito que como a ti as coisas vão correr naturalmente. Nem que eu seja um vagabundo mal cheiroso há sempre de haver alguém que se identifique conosco e vice-versa.

    Bom Izzi já chega de “usar” este teu espaço =)

    Bom ver que existe mais gente neste mundo com objetivos semelhantes aos nossos. Mesmo sendo de meios e realidades diferentes.

    E VAMO QUE VAMO !!

    Abraço do tuga

    Hugo Moita

  33. Bruno says:

    Conheci teu blog hj. To curtindo muito e pretendo visitar sempre.
    Boa sorte nos estudos meu querido (sorte pra pegar bons professores)e muita garra pra concluir o curso!
    Abraço