Quando eu era moleque, uma das grandes gozações que aprontávamos com os coleguinhas de sala era inventar elaboradas histórias fictícias a respeito de algum incrível vexame que o sujeito tivesse supostamente sofrido no passado. Você deve ter feito isso também.
Passávamos horas maquiando a história, adicionando detalhes que atestassem a verossimilidade do negócio (“lembra que naquele dia estávamos combinando de ir assistir Mortal Kombat no cinema e foi aí que…”) e adicionando personagens extras à mentira. O Fulaninho teria visto o negócio e espalhado pra nossa turma, e o Sicrano teria sido o responsável por repassar a história pra galera das outras salas.
A vítima da brincadeira estava perfeitamente ciente das nossas maquinações, mas a ele restava apenas levar na esportiva. Qualquer tipo de revolta ou explicações desesperadas de que o evento nunca aconteceu implicava que nossa história era de fato verídica, e que o moleque estava tentando a qualquer custo esconder a verdade, o que acabava complicando mais a situação do infeliz. A única coisa que o moleque podia fazer é dizer, com ar de despeito, “…é tua mãe, Israel” e resignar-se a terminar suas equações de primeiro grau.
Pouco a pouco a história se solidificava no folclore da galera (que sabia se tratar de um ruste, mas se divertiam fantasiando a suposta desgraça do coleguinha), até que vinha a parte mais suculenta – relatar o conto aos alunos novatos como se este tivesse caráter histórico. Não como uma gozação que todos sabíamos se tratar do fruto das nossas imaginações férteis, mas como se fosse um relato 100% factual sobre alguma tragédia que se abateu sobre o João ou o Fernando ou o Pedro; alguma coisa que destruísse completamente sua moral perante o círculo social escolar.
E as farsas sempre tinham a ver com funções corporais. Ou melhor, sobre descontrole de funções corporais. Não sei se há uma explicação pro fenômeno, mas pra um moleque de 14 anos não há nada mais engraçado que a idéia de alguém se urinando (ou deus o livre, se defecando) em público. Por isso, nossas histórias fictícias sempre tinham a ver com alguém supostamente se mijando na sala durante uma aula de matemática, ou se cagando no meio da quadra de futebol durante a aula de educação física.
Mal sabia eu que, mais de dez anos depois, o karma me alcançaria e me colocaria na mesma situação que eu inventava pros meus amiguinhos.
Na semana passada levei minha mulher pro cinema, na tentativa de assistir The Dark Knight. Digo “tentativa” porque aparentemente toda a região metropolitana de Calgary teve a mesma idéia que eu, e escolheram o mesmo cinema que a gente.
O saguão do Paramount Chinook, que é um dos maiores multiplexes da cidade – senão o maior – estava completamente lotado. Pra tu ter uma noção do acúmulo de desocupados no lugar, era uma daquelas situações em que você precisa se deslocar pelo lugar através do fenômeno de osmose. Eu não andei em direção ao guichê; ao invés disso fui fagocitado pela multidão, gradativamente sendo levado até o caixa. Eu tive que NAVEGAR a multidão; o jeito essencialmente era achar uma correnteza que viajasse na direção do guichê e pular nela.
Não dava nem pra ver o chão; além de assediar sexualmente todas as pessoas no meio do caminho de forma involuntária cada vez que eu tentava mover os braços, devo ter pisoteado diversas crianças de colo. Não dava pra quantificar a multidão usando métodos convencionais de contagem de cabeças, um censo do lugar teria que ser efetuado usando medindo o volume de pessoas ocupando o salão. Calculo que houvesse uns 400 metros cúbicos de vagabundos ali.
Antes mesmo de chegar à bilheteria, descobrimos que não poderíamos assistir o filme. Funcionários do cinema navegavam a multidão, gritando a plenos pulmões que todas as sessões de The Dark Knight (que estava sendo exibido em cinco salas) estavam esgotadas. Quase imediatamente o lugar virou uma bolsa de valores – aqui e ali alguns mais afoitos começaram a berrar que ofereceriam 20, 30 dólares por um ingresso, ao mesmo tempo que mãos se ergueram do meio da massa, lá do outro lado do lobby, acompanhadas por vozes que anunciavam que o negócio seria fechado caso o portador do ingresso conseguisse chegar até o comprador.
Já impaciente, mandei a situação inteira tomar no cu. Resolvi passear pelo shoppping com a namorada, me consolando com o fato de que após o furor da semana de estréia, seria possível assistir o filme sem precisar quebrar leis da física e ocupar o mesmo espaço que cinco ou seis outros cinéfilos.
E lá íamos a mulher e eu, de mãos dadas no shopping, espiando vitrines e fazendo planos pra viagem ao Brasil.
E foi aí que eu senti.
Começou inocentemente. Minhas tripas repentinamente se contorceram todas, enviando sinais de dor e desconforto ao meu hipotálamo.
De acordo com a wikipédia, o hipotálamo “está envolvido principalmente no controle das emoções e atividade sexual. O hipotálamo também controla a temperatura corporal, a fome, sede, e os ciclos circadianos.”. Esqueceram de adicionar a função principal do órgao, que é detectar os sinais de uma iminente caganeira.
O som da voz da namorada foi se tornando cada vez mais baixo, até ser bloqueado totalmente graças ao profundo desconforto intestinal. Tentei analisar cuidadosamente a situação, antes de tomar uma decisão drástica. Meus instintos me diziam que seria possível segurar a onda, mas isso exigiria um esforço consciente constante. Qualquer descuido, qualquer arroto/peido/soluço poderia causar meu esfíncter a expelir a massa fecal pressurizada. Não é o tipo de risco que eu queria correr.
Por outro lado, acessar os lavatórios público de um estabelecimento como um shopping é um negócio desconfortável demais. Primeiro, porque o movimento constante de transeuntes pelo banheiro provoca uma situaçãozinha bem desagradável. Quem quer cagar sabendo que há desconhecidos perambulando pelos arredores? Não rola. Isso pra não entrar no mérito da sebozice que é encostar a bunda nua no mesmo equipamento utilizado por milhares de desconhecidos com o mesmo propósito. Bom senso prega que é melhor evitar se colocar nesse tipo de situação.
Porém, como a maior parte das minhas decisões nessa vida, o bom senso não foi um fator determinante. A essa altura dos cálculos mentais, tive que fazer um reajuste – o desconforto intestinal já era tamanho que eu começa a andar em passinhos pequenos, curtinhos, que era um efeito colateral do esforço hercúleo de manter a bunda firmemente fechada pra evitar a fuga de um cocôzinho prematuro.
A namorada continuava tagarelando alegremente, pulando de assunto em assunto com avidez, apontando pra vestidos na vitrines e prontamente me informando que ela acredita ter visto o mesmo vestido, ou talvez um IGUALZINHO àquele, numa loja concorrente por 90 centavos mais barato. A menina estava totalmente alheia ao fato de que eu estava travando uma das mais importantes batalhas físicas e mentais de toda a minha vida.
“Foda-se. Vou cagar aqui mesmo neste shopping, ou não me chamo Israel Nobre”, afirmei mentalmente com convicção invejável.
Não que a decisão fosse sinal de grande bravura. Poderes fora do meu controle haviam determinado que eu cagaria no shopping de qualquer forma. Era apenas uma questão de, vai ser num banheiro, ou aqui na frente da GAP?
Eu já tinha perdido até a noção do tempo; na minha mente, eu estava à horas tentando me segurar pra não me cagar todinho (apesar de que a aflição neste momento não devia nem ter durado 10 minutos ainda). Lá ia eu, fazendo de conta que ouvia a namorada, enquanto escaneava o horizonte do shopping procurando pelo símbolo universal do bonequinho estilizado que representa minha salvação naquela situação.
Nisso a namorada me dá um puxão e me arrasta pra dentro de uma loja de roupas qualquer. Ela continuava matraqueando sobre um vestido ou sapato ou avental ou sei lá o que demônios a menina tava falando; todas as minhas faculdades mentais haviam sido redirecionadas pro controle intestinal. Se por um segundo sequer eu me preocupasse em ouvir sobre que peça de roupa ela pretendia comprar “contanto que não fosse verde… não gosto muito de verde…”, todo o esforço até então teria sido em vão.
De repente sinto uma pontada mais forte na base da barriga, e com total terror interpretei o sinal como um alerta máximo – nos próximos 3 minutos, eu estaria evacuando todo o conteúdo das minhas tripas em uma série de movimentos involutários que me fariam perder uma calça e minha dignidade.
Meus olhos se arregalaram de pavor. Não havia mais tempo a perder. Me desvencilhei da mão da menina e afirmei que iria dar uma olhada no departamento masculino. Ela balbuciou uma sílaba qualquer enquanto segurava um vestido à altura do pescoço na frente do espelho.
Engraçado como os seus princípios são extremamente relativos à sua condição. Se há pouco tempo eu ainda mantinha reservas sobre defecar em uma latrina pública, neste momento isso era a última das minhas preocupações. Eu precisava achar uma privada o quanto antes, meu tempo estava se esgotando.
Fui a uma balconista e perguntei se eles tinham um banheiro na loja. Meu olhar e meu tom de voz não fizeram nenhum esforço em ocultar o nível de alerta em que eu me encontrava. A mulher entendeu perfeitamente que eu era uma bomba-relógio de merda, e se apressou em me apontar na direção da salvação.
Entrei no banheiro quase ofegante, as pernas sacolejando, o suor brotando na testa. Minha exasperação em alcançar o banheiro a tempo me fez até mesmo embaçar os óculos, acreditem se puder. E ainda assim, não esqueci do meu compromisso jornalístico – sabendo que a situação se tornaria um post eventualmente, saquei o telefone do bolso e tirei uma foto do ambiente.

Como não acredito em divindade alguma, não perdi meu tempo oferecendo preces de gratidão – me lancei em direção à privada e…
…de repente a preocupação com germes alheios voltou à tona. Não havia como adivinhar o presente nível de sebosidade daquela latrina. E se a última vez que um funcionário (com a indigna tarefa de limpar o banheiro) passou por lá foi no mês passado? E se o último visitante do negócio tivesse sido um asquerosíssimo mendigo, na intenção de se masturbar usando como auxílio visual os insinuantes catálogos de lingerie da loja?
É um risco que eu não poderia correr. Já às beiras de perder o controle, arranquei uns pedaços de papel higiênico, forrei o assento tal qual uma mulherzinha e pude finalmente me aliviar. O som foi similar àquele causado por pedregulhos caindo dentro de uma bacia com sopa.
Sai do banheiro literalmente enxugando a testa com a manga da camisa. Procurei a namorada, ela estava esperando uma vaga no provador pra experimentar o tal vestido. Ela olha pra mim, com um semblante completamente neutro.
“Tu tava no banheiro, né?”
Eu fico chocado. Tudo bem que, apesar dos meus esforços em esconder minha aflição, meu desespero era bastante transparente. Mas por que diabos a menina ia me empurrar na parede com uma pergunta dessas? A troco de quê ela exigiria que eu confessasse que por muito pouco não me borrei completamente?
Antes que eu pudesse expôr meus pensamentos de forma verbal, a menina estende o braço em direção à minha cintura e…
…e puxa uma longa tira de papel higiênico que havia ficado presa no meu cinto.
Sim amigos, eu perambulei por uma loja lotada com uma cauda de papel higiênico afixada à bunda.
Riam da minha cara.





+ de 2 anos depois de ler este artigo, sempre que estou saindo de um banheiro público após uma seção do descarrego, ainda me certifico de não ter nenhum papel higiênico grudado p/ fora da calça ou preso no sapato.
Hahahahaha! PORRA ISRAEL!!!!
UHAHUAHUAUHAHUAHUHUAUHAHUA! PUTAQUEOPARIU!
Veio, realmente os seus amiguinhos difamados tiveram o dia de glória quando vc passou por isso xD
HUSAHSUAHUAHHAUH poha mano 03:54 n posso rir muito , passei mal HSUAHSUHAUAHSHUAHSUHA
“A necessidade é o algoz da honra” diz sempre meu pai.
Sorte minha não ter esse problema. Cago em qualquer lugar contanto que possa limpar o assento com um pouco de papel higiênico e sabão liquido.
Muito bom o texto, kid. Defecação involuntária é sempre um bom tema hehe.
esse doce todo porque o banheiro era limpinho hein, pega um banheiro de shopping aqui no brasil ai sim vai ter medo de pegar alguma dst…
HUAHUAHUAHUA
Eu quero te desejar mais criatividade para criar textos hilários como esse sem necessariamente ter que passar por cituações desagradáveis huahuahua
AHAHAHAHAHAAHHAHAHAHAHAHHAHAHHA o melhor post EVER!
hahahahahahahahahahahahahahahahaha MORRI FALECI
uhauauaah imagina nesse dia você passando o mesmo aperto que aquele cara no onibus que você postou o link uma vez no twitter hahahahaaahaha…. que alias podia postar de novo ;P
Seus textos são otimos Izzy, você escreve mto bem!
Cara, eu já passei por uma situação parecida, acho que todo mundo aqui já foi molestado por uma iminente avalanche de merda, mas que foi salvo no ultimo instante por uma irônica cagada, ou em outras palavras, o famoso “golpe de sorte”.
Na ultima páscoa, passei os quatro dias entricheirado em minha residência, não fazendo NADA alem de ficar no MSN, jogar e obviamente me entupir com todos os chocolates que minha mãe ganhou dos seus alunos e bebendo coca cola. Nada mais do que isso, me dediquei a comer essas porcarias e ficar num estágio de ócio tão grande que eu poderia ser comparado a uma versão bizarra de monge eremita.
Acaba a páscoa e lá voltam as provas, nas quais eu estava me fodendo pra estudar. Depois de terminar a ultima caixa de chocolate que havia sobrevivido lá vou eu, feliz da vida fazer aquela prova de Teoria das Relações Internacionais, matéria que sem falsa modéstia, escrevo textos como respostas com a mesma facilidade com que falo asneira.
Lá está meu cérebro trabalhando a todo vapor, caprichando no texto, a milhão, quase fazendo aquele barulho de cooler, que quando incautos na informática pensamos ser o barulho do PC quase decolando vôo tamanha a quantidade de trabalho. Eis que na metade da penultima resposta da prova, sinto aquela cutucada medonha na parte debaixo da barriga, acompanhada com o clássico movimento de tripas que mais me lembra uma Hidra acordando de seu sono.
Taquei o foda-se pra Marx, pra Teoria Crítica, Horkheimer e a porra toda, escrevi o mais rápido que pude, minha ultima resposta tinham apenas 6 linhas, comparados aos homéricos textos de uma página feito antes. Não hesitei em voar para o ponto de ônibus com toda a rapidez que minhas pernas permitiriam-me caminhar. Tinha a insensata certeza de que o ônibus chegaria em menos de 5 minutos, seria o que para a uma quadra de casa e que minhas tripas segurariam a bronca até eu poder cagar em minha huilde residência, depois de ignorar os 9 banheiros masculinos presentes na minha faculdade.
Ao chegar no ponto de ônibus, percebo que eu me fodi. Era tarde pra voltar para a faculdade e talvez cedo demais até que o ônibus chegasse. Desesperado liguei para minha melhor amiga, que cursava Design de Interiores a uma quadra dali. Supliquei pela sua ajuda como um turista perdido no deserto suplicando por água a um beduíno. Após explicar minha situação de risco, recebi um riso como resposta, não havia o por que d’eu ficar puto, minha situação era deploravelmente risivel!
Para a minha sorte, o ônibus chega, lotado, mas com lugares para nos sentarmos lá no fundo do ônibus, uma zona aparentemente neutra para minhas futuras flautulências de potência semi-atômica que estariam por vir em muito breve. Segurei a mão de minha melhor amiga como se estivesse pronto para ter minha perna amptuada. Depois ponderei e me perguntei por que caralhos tinha chamado ela pra me ajudar, ela nada poderia fazer senão rir da minha cara, mas poderia me dar apoio psicológico para tentar quase que em vão passar vergonha comigo ao lado.
O ônibus que eu peguei dá uma volta INTEIRA na cidade, para quem não sabe Santos é uma ilha, ele estava mais ou menos na metade dela quando eu o tomei, ele iria até uma das pontas e depois voltar tudo, até o outro lado, em minha humilde residência. O ônibus conseguia parar em cada sinal, cada ponto, era incrível, pela primeira vez eu acreditei no Segredo, que o universo conspira, mas seria muita ingenuidade pensar que não seria contra. Lá estava eu, com o cu na mão quase que praticamente, com a mão da minha melhor amiga na outra, me concentrando na rua, eu podia sentir cada buraco, cada incongruência do asfalto molestando-me para que eu finalmente me deixasse me esbanjar em MERDA.
Cada parada do ônibus era uma agonia, mas finalmente, FINALMENTE havia um trecho em que ninguem havia pegado o ônibus e o sina estava verde, suspirei a maresia do mar, sorridente, a esperança aumentava em meu coração a medida que o ônibus ganhava velocidade. Como se Deus tivesse um negro senso de humor, tudo isso foi para que o ônibus passasse numa elevação no asfalto com altura o suficiente pra dar um tranco no ônibus e fazer todos pularem. Não deu outra, meus nervos de aço vacilaram por um momento, pude sentir em câmera lenta o breve alívio que veio com a sensação quente e pastosa da merda lutando pela sua liberdade, consegui me recompor a tempo, mas já estava feito. Apenas uma “gota” daquela lama do inferno foi o suficiente pra empestear o ônibus inteiro com aquele cheiro podre dos incontáveis copos de coca cola, ovos de chocolate e bomboms que fermentavam em minhas entranhas. Sentei-me como um lorde, não podia me apavorar, tinha que se concentrar novamente em minha tarefa, a despeito de todos os olhares de repúdio que me encaravam, minha amiga ficou minuscula de vergonha, mas amigo é pra essas coisas.
Finalmente cheguei no ponto perto da minha casa, era uma quadra e meia, a distância mais longa que percorri na minha vida inteira. Andava calculando todos os meus suaves e perigosos passos, como se fosse um astronauta na lua. Ganhei o portão do meu prédio com um sorriso no rosto, entrar pelo Hall foi como passar sob o Arco do Triunfo após conquistar a França, podia ver as trombetas dos anjos declarando aos sete mares o meu triunfo. Mas era cedo demais pra cantar vitória, ainda haviam três andares e muita merda até que tudo isso passasse.
Subi o primeiro degrau e vi que seria a subida mais tensa e perigosa da minha vida, dei o segundo passo, tudo bem até aqui, dei o terceiro passo, fodeu, havia ultrapassado a dilatação máxima permitida ao abrir demais a perna, agora era inevitável, eu tinha poucos segundos até badalhocar toda a escadaria do meu prédio. Meus 6 anos de kung fu me salvara, pude subir as escadas com rapidez necessária para chegar em casa. Abandonei a porta da cozinha aberta com a chave ainda!, atravessei ela, jogando tudo no chão, já baixando minhas calças enquanto passava para a área e serviço, o banheiro recem reformado da empregada seria meu ultimo bastião e minha salvação contra essa Conspiração Fecal Universal. Aquele banheiro todo brancom com aquela luz ainda mais alva, ah! senti que entrava no áureo banheiro dos anjos, sentei-me no trono, não era mais um mero assento, uma privada, era um trono para um vencedor pois cheguei no timing perfeito da queda dos meus ultimos nervos e por pouco do fim do meu convivío social. Caguei por uma hora e quarenta minutos sorrindo. Eu havia vencido. Eu havia sobrevivido ao dia em que Caio QUASE se cagou nas calças… depois de grande.
olhe cara eu nao li a historia mas ja achei engraçada viu,na hora que vi a privada eu pensei que vc iria fazer com ela…kkkkkkkkkkkkkkkkk…
Old but gold.
cara pq vc nao enfiou a cabeça no vcaso satitario.ou a bunda igual ao texto que eu li so gente que fede bunda pra mais de metro e vc deve ser um deles
desculpas vc nao fede bunda cara…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk…e vc negada me adicionan no msn…
desculpas vc nao fede bunda cara…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk…e vcs negada me adicionan no msn…
É incrível como seus textos que envolvem merda fazem os leitores se cagarem de rir.
Que desespero, não gostaria de estar na tua pele num momento desses.
acho que eu jà li esse
Mais um excelente texto relacionado a merda.
Me faz lembrar aqueles momentos em que estamos com a namorada segurando a necessidade urgente de inscrever o Robinho na natação e somente após horas de forças concentradas no esfíncter, a mulé se vai e temos finalmente o direito de deixar o resto sob os cuidados do DMAE.
É um misto de orgasmo com alívio intestinal.