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E o Halloween, Quide?

Postado em 7 November 2011 Escrito por Izzy Nobre 2 Comentários

Então, o Halloween!

Mas antes de começar esse texto, eu gostaria de reportar aqui a viagem no tempo que eu fiz hoje.

Estou ouvindo a trilha sonora de Matrix no Winamp. WINAMP, mano. target=”-blank”>It really whips the llama’s ass e tal. Mais paleozóico que isso só o tal do Jet Audio, cuja base instalada era formada por dois computadores: o desktop do meu pai, e o laptop do meu pai.

 

Fig2: absolutamente nada a ver com o assunto do texto

Olha essa merda de design tentando simular um stereo.

Meu pai curtia o Jet Audio porque era o primeiro media player que permitia ripar CDs — ou, pelo menos, o primeiro que ele descobriu. Ele até mesmo comprou a licença do Jet Audio (se não me engano era algo na faixa dos 50 dólares).

Naquela época, e no Brasil ainda por cima, comprar software pela internet era algo impensável. Isso era a época em que a gente via a foto do Khaled Mardam-Bey implorando que registrássemos uma conta do mIRC e clicávamos no “Continue” com vontade.

Ahahahahahahhahahaha não, obrigado

Na versão do mIRC que eu usava (lá nos idos de 1998), a foto do cara ainda era em preto e branco. Ter seu próprio programa era algo meio romântico na época. Hoje em dia programação banalizou, até eu programo meu site aqui em HTML e tal.

Eu gostava do Sonique também. E por um único motivo.

Sonique Player. Eu tenho total certeza que sou a única pessoa que usava esse player.

O Sonique tinha a incrível função “esquilinho”. Era possível acelerar o ritmo da música, dando aquela sonoridade Tico e Teco style às suas canções favoritas. E vou te contar, após anos usando o Sonique eu não consigo mais apreciar a voz real do Rob Zombie.

Do que diabos eu tava falando mesmo? Ah, sim, Halloween.

Pra você ver como o Halloween deste ano foi sem graça, só tou escrevendo sobre ele hoje.

Obviamente que algo como o Raluin não precisa realmente de uma explicação, mas minha professora de redação insistia que todo texto precisa de uma introdução pra estabelecer alguns conceitos pro leitor. Por outro lado a reclamação mais frequente dela em relação às minhas redações era minha constante fuga do tema — e olha a merda que eu já fiz nesse texto. Metade dele não tem nada a ver com Halloween.

É o seguinte: Halloween é o dia 31 de outubro, quand rola a tradição norte-americana de se fantasiar e a) bater de porta em porta recolhendo doces dos vizinhos ou b) ir a festa e se embebedar.

Infelizmente sou muito velho pra primeira alternativa, então vou pras festinhas. Esse ano tais festinhas foram meio paias — uma delas a gente não conhecia ninguém e chegamos quando boa parte da galera já tinha ido embora, e a outra foi uma festa com a merda rapaziada de sempre então é meio sem graça também.

 

Olha a Bebba aí!

Então este ano o Halloween foi meio fraco. Isso é, as FESTAS de Halloween foram fracas; existe uma outra tradição relacionada a Halloween que, este ano, foi mais interessante.

Manja só: sabe aqueles docinhos que a gringaiada distribui pra pivetada durante o Halloween? Caso os senhores não saibam, aquilo não são barras de chocolate de tamanho convencional. Trata-se dos docinhos “fun sized” ou “snack sized”, ou seja, são chocolates pequeninhos do tipo que você colocaria na sacola de lembrancinha de festa de aniversário de criança.

E o que acontece é que esses chocolates só são vendidos mesmo durante o Halloween, em caixas imensas que a galera compra pra distribuir pras crianças fantasiadas que batem em suas portas.

E, como qualquer mercadoria sazonal, quando a data comemorativa em questão passa sobram VÁRIAS toneladas desses chocolates nas prateleiras do supermercado. E o preço despenca no dia seguinte.

Tá vendo essa caixa diabeticamente imensa de chocolate (jogarei todos os kitkats fora, diga-se de passagem, essa imitação barata de Bis não merece estar dentro da minha casa)? 3 dólares. Mais de um quilo de chocolate por menos de cinco reais.

Antes que vocês me aloprem maldosamente, saibam que eu nunca como esses chocolates todos. TODO ANO depois do Halloween eu vou e compro 3 ou 4 caixas dessas, e espalho chocolate pela casa toda — ponho guloseimas na gaveta do escritório, do armário, numa tigelona de vidro na sala, para as visitas acharem que somos chiquérrimos, etc. E como vocês devem saber, às vezes o ano passa e eu ainda não comi tudo.

Acho que vou empilhar todos os kitkats, colocar no microondas e setar o tempo pra 10 minutos só pra ver o que acontece.

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Categorias: Vida maldita

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

2 Comentários \o/

  1. João Pedro says:

    Cara, Canadá é foda, Brasil não. []’s

  2. Caraca! Meu pai também usava o Jet Audio, vc me fez lembrar de uma pérola da minha infância =D