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Daily Vlog: As polêmicas da Capricho!

Postado em 15 August 2013 Escrito por Izzy Nobre 7 Comentários

Olhaí um vlog novo, turma! Vamos assistir juntinhos aí:

Como sempre, imploro: deixe joinhas, favorite, espalhe o vídeo entre seus amiguinhos pra ajudar essa porra a crescer. Quanto mais feedback um vídeo recebe, mais empolgado eu fico pra criar mais. Não te custa nada, porra! :D

Caso você prefira assistir no youtube, basta clicar aqui!

Grato e tenha um belo dia.

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Categorias: vídeo

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

7 Comentários \o/

  1. Lucas Rosati says:

    Concordo com você em ambos os casos Izzy.

  2. Aqui no Brasil a gente costuma falar “quésh” mesmo. Após a Capricho retirar essa matéria do ar, algumas pessoas começaram a apontar vários outros posts que tratam de assuntos parecidos (alguns de anos atrás) que tratavam de tema parecido.

    • jonny b says:

      Guilherme, desculpa, mas em Goiás eu nunca vi ninguém falando “quésh”… Sempre “Cachê”… Liga pro suporte de algum provedor ou empresa de internet, que é quase certo que vão pedir pra limpar a “cachê”…

  3. Rômulo says:

    Resumindo o segundo artigo. o garoto é um filho da puta.

  4. Oi Izzy xD
    Respondendo sua pergunta: tenho 20 anos, tive uma filha com 17, mas nao foi por falta de informação de como prevenir, nem fui forçada, nem nada, foi simples burrice, e eu tenho a capacidade de admitir isso.

    Bem, sempre olhei a revista capricho com maus olhos, principalmente pq as meninas que costumam ler, sempre sao as “metidinhas”, e pela criaçao que recebi. E a Capricho eh a revista “Nova” pra adolescentes. A maioria dos assuntos abordados sao: como pegar o seu gato, como descobrir q ele ta afim de vc, e como segura-lo, e um pouquinho de qual roupa vc deve usar pra ser descolada.

    NA MINHA OPNIAO (to sem acento no pc) esse tipo de revista influencia as meninas a serem todas iguais, fazerem ~joguinhos~ para serem interessantes e afins.

    A materia do “menina pra ficar e menina para namorar” eh a realidade transcrita pro papel. Normalmente nos circulos sociais em que rola esse preconceito, as meninas ficam se fazendo de santas para nao ficarem mau faladas, e muitas vezes se reprimindo por gostar de ficar com outros meninos, evitando falar de assuntos como uso de camisinha e afins. Eu acredito que é um processo normal adolescentes terem hormonios loucos a flor da pele, e nada mais natural do que querer descobrir as coisas. De preferencia, com responsabilidade.

    Posso me usar de exemplo. Nunca gostei de namorar, pq detesto pessoas grudentas enchendo o saco quando to afim de ficar quieta jogando. Morava em uma cidade pequena, e sempre preferi ter “amigos coloridos”. Algo como: “vamo assistir um filme? ah, ok, vamos nos pegar.” e no outro dia tudo normal, abraço e beijinho no rosto. Isso sempre deu certo pra mim, pra algumas amigas minhas, eh o FIM DO MUNDO o cara nao ligar no outro dia. Posso dizer com uma margem baixa de erro, que 89% das que dao pitis, sao as que leem revistas desse tipo.

    Ai vai da cabeça de cada um saber o q eh melhor, e ter a bondade de conversar com o parceiro, pq ninguém eh adivinha. As meninas querem um principe encantado, e os garotas uma donzela virgem, depois de ir pra putaria.

    Pensar nisso me faz questionar que tipo de adultos esses adolescentes serão. Se eh O FIM DO MUNDO que uma unha tenha quebrado, ou seu cabelo ressecado, ou se aquele carinha nao ta afim de vc, como lidar com as decepções da vida adulta?

  5. barbara says:

    Izzy, tenho 16 anos e leio seu site sim.
    Não é a Capricho que tá falando pras meninas de 15/16 anos que os meninos as separam em “pra ficar” e “pra namorar”, ou que violencia sexual é normal e elas têm que se acostumar com isso. É TODA a sociedade, que também fala pra os garotos que “não” não significa “não”, que a menina “tá se fazendo de dificil” e que ele precisa insistir mais.

    • Amy says:

      eei Izzy!
      Tenho 18 anos e leio seu site a, pelo menos, 2 anos. Concordo plenamente com o que a Bárbara falou. Não sei como são as coisas ai no Canadá, mas no Brasil temos uma “cultura do estupro” muito forte. Concordo com seu ponto de vista, e acredito que é errado o sexismo que essas revistas “femininas” propagam… Apesar de que elas têm cumprido o papel que se propõem com maestria (em relação a obsessões por dietas, sexismos, consumo exacerbado). Afinal, uma população levemente histérica é, também, extremamente dócil e manipulável.