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Daily Vlog: Ateus não me permitem deixar de ser “ateu”. Por que?

Postado em 28 July 2013 Escrito por Izzy Nobre 28 Comentários

Olhaí um vlog novo, turma! Vamos assistir juntinhos aí:

Como sempre, imploro: deixe joinhas, favorite, espalhe o vídeo entre seus amiguinhos pra ajudar essa porra a crescer. Quanto mais feedback um vídeo recebe, mais empolgado eu fico pra criar mais. Não te custa nada, porra! 😀

Caso você prefira assistir no youtube, basta clicar aqui!

Grato e tenha um belo dia.

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comments

Categorias: vídeo

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

28 Comentários \o/

  1. João Sérgio says:

    Seriam os “Felicianos” do ateísmo?

  2. Vinícius Amorim says:

    Pois é Izzy, as pessoas têm não só uma preferencia, mas uma necessidade enorme de ROTULAR as coisas. Elas têm dificuldades em lidar com a quebra de estereótipos, é uma mudança de mundinho muito grande para pessoas em geral preconceituosas e de mente fechada.
    “Ui, ele não esta mais no grupinho que corresponde aos meus conceitos, que esquisito, vou agredir verbalmente, é a única forma que posso lidar com um pensamento diferente!”
    Sei muito bem como funciona isso e pelo o que esta passando.
    Gosto muito de um estilo de desenho ao qual eu dedico minhas horas vagas em desenhar (personagens antropomórficos que variam do estilo do jogo Starfox até aquelas gatinhas de desenho japonês), que é possuidor de uma grande massa de fãs também. Porem esse grupo de pessoas tem o pensamento absurdamente diferente do meu, se denominam membros do “Furry Fandom”, uma subcultura mais comum ai dos países do norte.
    Prefiro não me rotular como eles, pois além de não concordar com a filosofia do grupo em geral, possuo até certa aversão, pois o que eles procuram na verdade nem sequer é a arte assim como eu procuro. Alias, este grupo é associado a varias coisas não muito agradáveis para mim.
    Mas assim que o povinho Nerd mais sabido dos assuntos (e especialmente de rótulos) surge, vem a pergunta infame: “-Você é Furry cara?”
    Não, maldição! Só porque eu gosto do mesmo estilo de desenho associado a eles, isso não quer dizer que eu tenha adotado a mesma filosofia/movimento do grupo. Ainda tenho que aguentar comentários do tipo “-Não, você é sim, olha seus desenhos”…
    Damn it! -__-
    Em um mundo tão variado as pessoas deveriam entender que nem todo mundo pensa igual. É engraçado ver o preconceito surgir de um grupo de pessoas que, teoricamente, concordam com você em parte e teriam tudo para desenvolver uma discussão bacana. Fazer o que, é assim desde sempre, se não fosse, não teria dezenas de movimentos cristões diferente e tanta gente se odiando por nada.

    • Lam says:

      você errou feio o sentido do vídeo, a pergunta correta seria “você é desenhista?” ai sim pelo fato de você desenhar não haveria como negar que você é um desenhista. Basicamente não tem um rótulo “ATEU” escrito na sua testa ou “DESENHISTA” se você desenha é desenhista se não acredita em deus é ateu, simples assim, não são comunidades cheias de escrotices e regras são simples obviedades.

      • Vinícius Amorim says:

        Desculpe amigo, mas você não entendeu meu ponto. O foco do meu comentário foi observar a necessidade em que as pessoas têm em rotular algo (seja, uma opinião, uma pratica ou um movimento) especialmente em grupos populares e/ou tribos sociais, usando um exemplo próprio e pessoal meu.
        Tanto no meu caso, como no do Izzy, se associar a algo acabou nos fazendo a ser associado a uma serie de outras coisas das quais não nos agradou, tudo graça aos rótulos.

        • Vinícius Amorim says:

          Ah, um adendo: Esse meu comentário foi visando este vídeo e o anterior juntos. Tratei o ocorrido como um todo, se você não considerou o vídeo anterior talvez tenha ficado sem sentido mesmo.

  3. Vinícius Martarello says:

    Na moral, acho melhor você desistir dessa discussão kid, a galera não quer aceitar de jeito nenhum seu ponto.

  4. Cristopher says:

    Meu comentário não passou no último vídeo… Mas repito: Você se explica demais cara!

  5. Lucas. says:

    O que me irrita profundamente no denominado “Neo-ateísmo” é a necessidade de converter a todo custo o maior número de pessoas à causa e o eterno conflito com qualquer idéia de origem mais essencialista. Na verdade, se vermos o modo pelo qual ateístas se comportam atualmente, são muitos semelhantes aos fiéis do cristianismo e islamismo no nascer destas religiões.O pior: pelo modo que se organizam e se comportam, não me estranharia se “códigos de conduta” aparecessem e líderes fossem “elegidos”. E no que concerne à comparação semântica entre “não acreditar em deuses” e “ateu” é ridícula. Seria muito simples se o valor dos lexemas e construções fosse tão binário como pregam. Quando se diz Ateu, muitos valores implícitos são levados em conta, diferentes daqueles quando se diz “não acredito em deuses”. Enfim, pelo menos tu deve a honestidade e coragem para expor suas opiniões e não ser levado pela manada. Te admiro ainda mais por isso. =)

  6. Some1 says:

    Izzy Nobre traiu o movimento ateu, véi.

  7. Marcelo says:

    Cara não se importe com o que os outros pensam de você, isso soa muito attwhore.

  8. Claudio says:

    em algum ponto do video vc declara que a imagem dos ateus esta construida de um modo
    Aqui onde eu moro existem brasileiros que agem e vivem de modo que eu nao concordo, posso nao me denominar brasileiro??

    • Pablo says:

      Não, nesse caso você tem uma “carteirinha de brasileiros” e faz parte do “clube”.
      Mas, se você decidir não fazer mais parte de uma torcida organizada por causa do vandalismo por parte de alguns integrantes, você não precisa se denominar “anti-organizadas”. Você até pode se quiser, mas não precisa.

  9. Claudio says:

    em algum ponto do video vc declara que a imagem dos ateus esta construida de um modo que vc nao concorda, porem esta vc mnesmo contribui para esta imagem, nao seria o caso de contribuir para mudar esta imagem e nao apenas “lavar as maos”??
    Aqui onde eu moro existem brasileiros que agem e vivem de modo que eu nao concordo, posso nao me declarar brasileiro??

    • Guilherme Mendez says:

      é mas é a mesma coisa que martin lutero fez, não aceitou a igreja católica, tentou mudar ao invez de lavar as mão e acabou criando o protestantismo, izzy não se declara ateu, como lutero mão se declara católico, porem lutero arrumou um “rotulo” e izzy não.

  10. Pedro Lusi says:

    Izzy,poderia por favor colocar o link dos post que você disse que fez nesse blog sobre a sua transição do cristianismo para o ateismo?se puder agradeço muito.

  11. A palavra “ateu” hoje está carregada com esteriótipos negativos, penso eu que boa parte devido à igreja, como você disse, há uma aversão dos teístas a quem não compartilha da mesma ideia, mas há também um desconhecimento. Uma conhecida minha, atéia declarada, chegou a ouvir a pergunta “mas ,se você não segue mais deus… você segue o diabo agora?”.

    A outra parte da aversão foi gerada pelos próprios ateus, os que tem essa atitude de se achar “superior”, ou apenas de que sabe mais que os outros. Um amigo meu chegou em mim e perguntou se eu era cristão, quando respondi que sim, ele disse “oba, adoro discutir com cristão. como você explica isso aqui e blablablabla” e despejou uma enxurrada de argumentos, que fez com que eu saísse dali logo. Tem aqueles que, por serem ateus, não pisam mais dentro de uma igreja nem por decreto. São algumas atitudes, no mínimo, chatas.

    Eu enfrento o mesmo problema, de não acreditar em deus e tudo o mais, e ao mesmo tempo querer fugir desse rótulo que não parece ter muito a ver comigo. ainda não contei para minha família, que é bastante engajada na igreja, já temendo esse clima pesado que você enfrentou.

  12. Victor Moraes says:

    Izzy, eu concordo com a análise do Clarion…

    Ateu não é um grupo ou uma ideologia, é uma definição. E, na minha opinião, a sua análise de “ateu” é generalista e você só está olhando o lado “extremista” da coisa. E em todo o tipo de coisa existe o lado extremista, seja na religião ou na “não-religião”. E eu tiro essa conclusão da seguinte colocação “A grande maioria (…)”. Cara, existem milhões de ateus por aí e você tira a conclusão de que “grande maioria” age de certa forma com base em meia dúzia de comentários em um vídeo do youtube. Desculpe, isso não é a grande maioria. Como diz o Clarion, talvez seja a parte mais barulhenta, mas não a grande maioria. Extremistas vão se manifestar muito mais, isso é natural em qualquer situação em que você se opõe àquilo que o extremistas defendem. Eu não posso falar que a maioria dos muçulmanos são terroristas e homens-bombas só porque a minoria extremista deles é a que faz mais barulho e pode me levar a pensar dessa forma. Entre os ateus podem existir vertentes diferentes de pensamento, assim como existem entre os próprios cristãos (e, veja só, nessa caso é ainda mais claro, por há o catolicismo e o protestantismo em que ambos acreditam em Cristo e mesmo assim são “rivais”).

    Enfim, só queria expor essa ideia para que você também refletisse. Talvez não fosse nem essa a ideia que você queria passar, mas a forma como falou e as palavras que escolheu me levaram a interpretar desta forma.

  13. Sandro says:

    Kid,

    Muito embora eu ja tenha entendido seu ponto no primeiro video, inclusive comentei lá tb, acho que cabe alguma reflexao.

    Existe uma tendencia em muitos circulos em transformar o ateismo num tipo de religiao. As pessoas ditas ateias defendem suas crencas na nao crenca com o mesmo impeto dos religiosos mais fervorosos.

    Pelo menos pra mim, me declarar ateu (coisa que aconteceu muito antes de eu vocalizar isso pela primeira vez) significou dizer pra mim mesmo que eu nao me importo com divindade, religiao, dogmas ou falta deles.

    Por incrivel que pareca, me interesso pelo assunto. |Como quem se interessa por algo que nao lhe afeta em nada. sei lá, como ter interesse na segunda guerra mundial. leio sobre o assunto, discuto o assunto na mesa do bar, jogo videogame sobre o assunto interessado na fidelidade historica e pronto. Nao vou discutir com o cara que fala que a primeira guerra foi mais importante, mais sangrenta nem nada.
    Entao, me sinto capaz de conversar sobre religião (ões) num circulo social. Mas o faço com um distanciamento racional, sem paixoes.
    O fato de acreditar ou nao é pessoal e, salvo quando questionado diretamente, nao falo sobre minha crenca ou falta de crenca.

    è a velha historia da diferenca entre nao acreditar na existencia x acreditar na nao existencia.

    Se voce ta na segunda parte, vc é religioso.

  14. Dhix says:

    Concordo com você, e de certo já fazia esta linha comportamento. Apoiado.

  15. neto says:

    Mais uma das ironias da vida. No século passado o termo ateu era pejorativo por causa das religiões. Hoje ele é pejorativo por causa dos próprios ateus

  16. knux says:

    Repito: concordo com você. O rótulo hoje em dia vai bem além da descrença e passa para outros valores com os quais não compactuo.

    Não acredito em Deus, mas não quero me associar com pró aborto, pró drogas e pessoas que querem eliminar valores religiosos dos debates públicos. Acho autoritário, chato e não quero me associar.

  17. Lucas Michels Lima says:

    Versão TL;DR porque essa merda virou um wall text: ateu continua sendo um rótulo como qualquer outro MAS não vejo por que deixar de se identificar como ateu PORÉM tô pouco me fodendo pra forma como o Izzy ou qualquer outra pessoa se identifica então foda-se, essa discussão não faz sentido.

    Acho que ser ateu é não acreditar/acreditar na não-existência(?) de deus(es) em vez de um grupo/estereótipo, então, por definição, o Izzy continuaria sendo um. O problema é o rótulo “ateu”: aquele cara que participa vigorosamente de páginas de facebook como a da ATEA e vem com o discurso “Deus não existe, crente é burro por acreditar em Deus, eu sou melhor que tu porque tu é cristão e eu sou ateu”. Só que isso se vê também em pessoas religiosas. Essa parcela de ateus não é nada diferente que a parcela de evangélicos radicais que repudiam aqueles que não seguem a Igreja Evangélica. Porém, também existe uma parcela de evangélicos que discordam dessa atitude e não tentam interferir na forma de pensar dos outros, assim como existe uma parcela de ateus que não dão uma singela foda se tu é crente ou não, e até mesmo alguns que evitam trazer à tona o assunto religião pra evitar polêmicas e discussões. Então, se o evangélico compreensivo, que discorda da atitude do evangélico radical de repudiar e menosprezar o descrente, continua se identificando como evangélico, por que não o ateu compreensivo continuar se identificando como ateu?

    • João Sérgio says:

      por mim, os “chatos” dos dois lados deveriam ir discutir numa caixinha de areia num canto separado e deixar os sensatos(que existem nos dois grupos) levarem suas vidas em paz

  18. McFly says:

    É por que ateu não deveria ser comparado por ninguém com religião. Ser ateu é como ser teísta, panteísta ou deísta.

    Simples assim. Entendo e concordo com o Izzy; o que ele quer é não ser rotulado com todos os estigmas que são associados com o ateísmo.

    Semanticamente, ele é ateu. Não crê em divindades.
    Eu não acredito em nada e não defendo nenhuma posição. Não sou ateu na acepção prática da palavra, apenas não creio em nada.

  19. Juan says:

    Em 1º lugar parabéns pelo canal e vídeo, compreendo seu lado e a discussão é pertinente. Entendo que você não queira se rotular Ateu, porque discorda da imagem/conceito do estereótipo de ateu construído pela sociedade com base em alguns ateus mais arrogantes, extremistas, etc. Fanatismos e ignorantes estão por toda a parte. Neste ponto concordo com vc q tem realmente todo o direito de não querer se identificar assim para que não te julguem e formem um pré-conceito equivocado, antes de te conhecerem e conversarem com vc, mas vamos ao 2º ponto: Como em muitos comentários e pessoas(inclusive o Clarion) já te disseram sem muito sucesso, é que apesar de legítimo e de ser um direito seu não querer se declarar ateu logo de primeira, ou de defender essa causa, isso não te exclui do conceito de Ateu=pessoa q não acredita em Deus ou divindades (observe que isto não é um conceito apenas semântico/morfológico/etimológico, essa é a definição de ateu em um dicionário, ou seja, vc é sim um ateu, mas prefere não se declarar como tal, pois discorda do estereótipo comum do ateu. Eu sugeriria como a Julia Jolie disse no vídeo vc se declarar ateu e explicar o seu lado, mas óbvio q a decisão é sua. Essa polêmica foi gerada, pois vc, na minha opinião abriu margem pra isso, a começar pelo título do seu vídeo, vc apesar de tentar, não deixou tão claro assim a sua idéia no vídeo, neste texto de facebook msmo vc explicou melhor! Acho que você deveria ter intitulado seu vídeo: “não me rotulem de ateu” ou “não me rotulo mais de ateu, entendam o porquê” vc gerou mais polemica ainda pois misturou o conceito de ATEU com: ESTEREOTIPO DE ATEU/// MILITANTE ATEU // e GRUPOS DE ATEU (ex.:neoateus de facebook/ATEA/etc.), observe que são coisas diferentes, no seu caso vc poderia ter dito que não se enquadra dentro do estereótipo de ateu comentado pela sociedade, que não é militante e que não pertence a nenhum grupo d ateu q vc conhece, mas meramente pelo significado puro da palavra vc continua ateu. Para concluir: Vc continua por definição sendo ateu, observe que não estou sendo e nem quero ser arrogante, sei q algumas pessoas lhe passaram essa impressão, mas é um fato que vc é ATEU, vc apenas não quer mais se rotular assim ou se divulgar assim, pois as pessoas (assim com vc fez de certa forma)misturam os conceitos de estereotipo(senso comum),militante e grupos de ateus, na prática as pessoas associam essas coisas qndo vc se declarar ateu, deturpando o conceito desta palavra e atribuindo um tom nas maioria das vezes pejorativo e ruim como vc mesmo disse, mas ao se dizer ateu, vc na realidade só diz q não acredita em deus, se vc não crê em nada vc será rotulado assim, isto não é uma questão de escolha! O q vc pode escolher é: Não se divulgar/declarar ateu, não ser mais militante (não vestir a camisa), não participar de nenhum grupo/clube de ateu e escolher não ser considerado parte do estereótipo de ateu (segundo o senso comum), isso vc pode escolher, o problema é vc dizer q não é mais ateu, para mim tanto faz oq vc é ou deixa de ser, mas vc está errado se dizer q não é mais ateu conceitualmente flando, (e foi essa a idéia q vc passa no título do seu vídeo, vc tentou explicar, mas não separou bem as idéias), isso na minha opinião é oq tem causado polêmica e indignação de algumas pessoas.

  20. Diego says:

    Tá amarrado em nome Richard Dawkins!

  21. Poisony says:

    Independente do seu posicionamento político, sexual, religioso, etc… a sociedade só vai te fazer uma pergunta pro resto da vida:

    “- Então você é o quê?”

  22. Victor says:

    Essas pessoas que tiveram essas reações que você citou com certeza perderam o foco do que significa ser ateu (por definição mesmo). Quando eu me identifico como ateu, tudo que eu quero dizer é: “Não, mano. Não acredito em deuses”. Mais nada. Qualquer informação adicional deveria vir de uma conversa/convivencia prolongada.
    Acontece que muitas das pessoas que também se declaram ateus, talvez pela necessidade de pertencer a um grupo, criaram uma espécie de Clube do Bolinha, aonde só entra quem se encaixa numa definição arbitrária do que “é ser ateu”(que pra mim não significa porra nenhuma).
    A partir daí, penso eu, eles rejeitam que alguém não ligue pra esse “ateísmo organizado”, o que muito os aproxima dos religiosos.
    No fim, acho que isso não devia significar nada. Nem “ateu”, nem “cristão”, nem “muçulmano” nem nada disso. E eu sonho com o dia em que alguém me pergunte: “mas então, o que você é?” e fique contente quando eu responder que eu sou outro ser humano como ele.