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Daily Vlog: Lendas urbanas dos tempos de criança!

Postado em 23 July 2013 Escrito por Izzy Nobre 9 Comentários

Olhaí um vlog novo, turma! Vamos assistir juntinhos aí:

Como sempre, imploro: deixe joinhas, favorite, espalhe o vídeo entre seus amiguinhos pra ajudar essa porra a crescer. Quanto mais feedback um vídeo recebe, mais empolgado eu fico pra criar mais. Não te custa nada, porra! 😀

Caso você prefira assistir no youtube, basta clicar aqui!

Grato e tenha um belo dia.

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Categorias: vídeo

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

9 Comentários \o/

  1. Crotus. says:

    “O assunto do vlog de hoje veio resgatado das minhas memórias”. Não foi do AskReddit, não?

  2. Bruno Monteiro says:

    Tinha a porra da Kombi do Palhaço!
    Eu quando pequeno morria de medo de quaisquer kombis brancas. Aquelas com as janelas tampadas, manja?
    hahaha
    http://voceacredita.wordpress.com/2010/06/16/cuidado-com-a-kombi-branca/

  3. Lucas says:

    Esse vídeo me fez lembrar de um colega de escola, que aqui eu vou chamar de F. Bem, o F gostava muito de contar essas histórias assombrísticas.
    Os moleques com 10 ou 11 anos acreditavam em tudo, e principalmente nas aulas de inglês a molecada se reunia pra falar besteiras. Uma vez a professora
    passou a maior bronca no pessoal, por causa dessa história do copo aí.

  4. Conrado says:

    Cara, lá em Carnaubinha, praia no litorial norte onde veraneio, perto de Touros, tinha uma lenda aí de um “fogo do batatão”, que era uma grande bola de fogo que ficava a espreita de pessoas que supostamente estivesse de bobeira do lado de fora de suas casas, durante a noite. Falavam que a bola seguia a pessoa e quando conseguia alcançar, a pessoa sumia. Era sinistro. Pior que era lenda de interior mesmo, não sei se isso deixava a coisa mais underground, kkk.

  5. leo Saal says:

    Caracaaaaa a Beeba passando no fundo me deu um baita susto!

  6. cristiano says:

    Caraca, eu já vi e participei da brincadeira do copo e da caneta …
    A do copo foi foda … saíram respostas corretas pra perguntas que só eu sabia a resposta…
    Sobre lendas urbanas, tinha a loira do banheiro na escola, a loira do cemitério (cidade pequena, e o cemitério ficava na avenida principal), e outras muito ligados a fantasmas, já que sempre ocorriam casos de afogamentos no rio da cidade, atropelamentos de trem (a linha passava atrás do quintal de casa teve um coitado que morreu justo ali) e acidentes na rodovia.

  7. Eu (fake total né...) says:

    Essa do copo era feita também com compasso, onde colocava-se o dedo na parte superior do compasso aberto e ele ia “apontando” para cada letra, formando as palavras.

    Bem besta, diga-se de passagem.

  8. Dan Medeiros says:

    Lembro da brincadeira do compasso, que você fazia um círculo numa folha e escrevia as letras, números, sem e não, e um candango segurava o compasso no meio com a outra ponta circulando pelas letras. Brinquei na escola e nas minhas memórias juvenis, quando segurei a porra se mexeu sozinha mesmo… mas enfim…

    Lembro também da brincadeira do cordão de ouro, onde rezava um pai nosso e ave maria (sempre) com o cordão fechado dentro da mão, então esticava o cordão e com as perguntas (tem alguém aí? você é mau? hahaha) ele rodava num sentido pra sim e no outro pra não. E diziam que o cordão se enroscou no pé de uma menina, de madrugada e quese fez a coitada perder o pé!!! rsrsrsrs

    E tem a clássica já dita por vocês no 99 vidas que deixar o chinelo virado a mãe morre!

    Hoje em dia escutamos isso achando graça, mas na juventude a porra era séria!!!

    Grande abraço a todos!