Hbdia
  • Feed do Hbdia
  • Twitter
  • Youtube

Daily Vlog: Por que não sou mais “ateu”

Postado em 26 July 2013 Escrito por Izzy Nobre 34 Comentários

Olhaí um vlog novo, turma! Vamos assistir juntinhos aí:

Como sempre, imploro: deixe joinhas, favorite, espalhe o vídeo entre seus amiguinhos pra ajudar essa porra a crescer. Quanto mais feedback um vídeo recebe, mais empolgado eu fico pra criar mais. Não te custa nada, porra! 😀

Caso você prefira assistir no youtube, basta clicar aqui!

Grato e tenha um belo dia.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Deixe sua opinião aí. Você não tá fazendo nada mesmo!

comments

Categorias: vídeo

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

34 Comentários \o/

  1. Nanda says:

    Completamente de acordo. Ao se rotular, você da completa liberdade as pessoas a formar uma opinião a seu respeito baseada nas informações que ela tem sobre determinado grupo. Não é pq fulano não acredita em deus q ele ferve criançinhas, nem é pq fulano vai na igreja todo dia que ele não rouba a paróquia. E é muito fácil falar: ah, não vou julgar antes de te conhecer. TODO mundo julga antes de conhecer, seria hipocrisia dizer o contrário, afinal, não dá pra saber o q tem dentro da pessoa sem interpretar o q ela deixa exposto. Fica ao critério de cada um saber se vale ou não conhecer de verdade outras pessoas.

  2. Gley Riviery says:

    Concordo quase que totalmente com o vídeo, e ainda acrescento mais coisas que me fazem não ficar arrotando pra todo mundo que eu sou ateu.

    Primeiro, o fato de exaltar isso quase sempre soa como um desafio para qualquer outra crença, e cria nas pessoas uma necessidade frenética de “salvar a sua alma”; esse tipo de pensamento foi o que me afastou da(s) igreja(s) há muitos anos.

    Segundo, para mim não faz sentido eu ter que justificar uma coisa em que eu não acredito; é quase a mesma idéia que você disse sobre os rótulos de “não-criador de cavalos”, etc. Se eu digo a um cristão que pessoas podem soltar raios-laser pelos olhos e ele me diz que não acredita, a quem cabe o ônus da prova? E eu preciso tanto assim que ele acredite nisso?

    Um religioso tentar te converter é coerente com a doutrina dele. Em tese, se ele gosta de você, sente-se convocado a te “mostrar a luz” para te dar um bem maior (segundo a crença dele). Mas um ateu sente-se tentado a “desconverter” os outros sob qual pretexto? Eu só discuto esses assuntos com quem tenta me forçar uma barra, e tenho sido muito feliz assim.

    • Maciel Gonçalves says:

      Cara, é exatamente esse o mesmo pensamento que tenho, simplesmente vc não precisa ficar arrotando pro mundo: EU SOU ATEU, EU SOU ATEU, nem precisa tentar obrigar as pessoas a ter o mesmo pensamento que o seu… No fim das contas o que importa é a sua razão. Isso já basta.

  3. Blyter says:

    O ser humano atual está perdido num oceano de desilusões. As pessoas precisam se vincular à uma etiqueta para não perecerem em meio ao turbilhão de acontecimentos e ideias que surgem no mundo. O melhor meio que elas encontraram para fazer isso foi agarrando-se firmemente em alguma ideologia sedutora.
    Por algum motivo, as pessoas chegaram à conclusão de que para parecer inteligente é necessário ser ateu, ser de extrema esquerda, ouvir rock ou música clássica; que, para ser legal é preciso agir conforme os preceitos da moda, e assim por diante. Claro que dá para ser inteligente e ser tudo isso ao mesmo tempo, mas tenho certeza de que isso não é regra, levando-se em consideração o princípio da diversidade de personalidades.
    Assim, muitas pessoas fizeram um grande mal para si mesmas: deixaram a intolerância e a arrogância tomarem conta de suas ações. Passaram a ver um mundo em preto e branco, sem considerar os pormenores e a totalidade do mundo. Vivem à debochar daqueles que não concordam com o seu ponto de vista e acham que assim estarão fazendo justiça àqueles que já sofreram retalhações no passado, sem perceberem que a vida pode ter muito mais a lhes oferecer quando a mente está aberta às diversas possibilidades existentes.

    ‘ideologia, eu quero uma pra viver”

    “When you loose small mind, you free your life”

  4. Cristopher says:

    Cara, um dos seus maiores problemas é explicar-se demais.

  5. Rafael says:

    Também me sinto desta forma hoje em dia. Até houve um caso na minha vida em que numa determinada entrevista de emprego fui questionado sobre minha crença religiosa, onde o entrevistador disse, com todas as palavras, “ateus não trabalham na minha empresa.”, então eu disse no momento que não era ateu, mas também não acreditava no deus bíblico, enfim, consegui conquistar o emprego, que é o meu emprego até hoje, onde ganho muito bem e sou reconhecido. Hoje meu patrão sabe que sou ateu, coisa que só fui falar após anos trabalhando com ele, achei que iria ser demitido, mas ele então me disse que não concordava com a minha fé, ou falta de fé, mas que eu mudei a visão dele sobre os ateus, de criaturas maléficas e horrendas, para pessoas que podem ser boas.

  6. André says:

    Izzy, em primeiro lugar, gosto muito de sua espontaneidade, te acompanho no 99 vidas e no HBDIA. Já de antemão digo que se vc não quiser liberar este comentário, sinta-se a vontade. Como você cresci num lar evangélico, com meu pai sendo ‘pastor presidente’, apesar de exercer alto cargo em uma instituição financeira. Tive todas as agruras que um adolescente pode passar em qualquer religião dogmática e capadora. Porém conscientemente deixei de fazer parte do “clubinho” ha uns seis anos, (tenho 35 anos). Não deixei de acreditar no evangelho, deixei sim de acreditar nas instituições como representantes de Deus na Terra, segue no link um texto muito interessante sobre, bíblia, escritura e palavra http://tinyurl.com/q49yqzk. Grande abraço de um internauta que ter quer muito bem!

  7. leo Saal says:

    A paz do Senhor Izzy…rsrsrs…Sou Evangélico, gostei muito da sua opinião e continuo seguindo o seu canal pelo sua linha de pensamentos e assuntos legais!! Abraço!

  8. Caleb says:

    Izzy, como você, talvez, perceba pelo meu nome, fui criado em um lar evangélico, e assim como o seu, meu pai é pastor (com outros empregos). Venho em uma certa luta para decidir de que lado eu estou nessa discussão filosófica. Mas eu gostaria de perguntar-lo o que você acha da apologética cristã do autor Willian Lane Craig. Grato.

  9. Alana Oliveira says:

    Foda-se a porra toda. Ficou legal.
    🙂

  10. Sandro says:

    Eu tenho notado algo que julgo uma confusão entre definições que nao estão num mesmo nivel.

    Acho que temos pelo menos uns 3 niveis de “crença” ou “fé”:

    1 -- Aquele que acredita na biblia como um livro de regras literais e usa citações de versiculos e segue sua vida baseada neste livro. Seguindo os dogmas e regras de sua religião.

    2 -- Aquele que cre que houve um ser altamente iluminado (profeta, emissario, divindade) que traz a mensagem divina para a humanidade (seja Jesus, Maomé, Buda)

    3 -- Aquele que acredita que a vida, o universo e tudo o mais foram criados por um ser todo poderoso com um plano para tudo e todos nos mais variados graus de dedicação.

    4 -- Aquele que nao acredita em nada disso.

    É muito comum ver conversas / discussoes se perderem ao confundir estes niveis.

    • Pablo says:

      Eu colocaria um nível entre o 3 e o 4:
      Aquele que acredita que há um sentido na vida e/ou que existe algo além dela. Mas que não acreditam que existe um ser todo-poderoso por trás disso.

    • Tiago says:

      Acho que o problema do Kid é com os rótulos e a tendência que as pessoas tem de generalizarem as pessoas de acordo com eles. Mesmo os “níveis” de crença/descrença se apresentam de maneiras diferentes nas pessoas, por motivos diferentes e tem reflexos diferentes e em alguns casos a pessoa pode até se identificar com uma ideia, mas não quer proximidade com outras pessoas que compartilham da mesma ideia…

  11. Juli Moreira says:

    Cara, eu entendo o teu lado. Entendo perfeitamente o fato de tu não quereres te rotular como ateu pois pessoas podem tirar conclusões precipitadas e cheias de pre-conceitos (é meio clichê, mas gosto de separar, dá uma noção mais certa do que quero dizer). Até porque no fundo, pra ti, pras tuas crenças e teus pensamentos, nem faz diferença de verdade, né? Só que, não é assim com tudo, independente de ser um rótulo de algo que incorra na falta de uma ação ativa ou não?

    Sei lá, acho que mais do que revelar a tua “covardia”, como disseste no vídeo que já disseram, esse tipo de atitude revela a intolerância das pessoas, das quais tu queres te “proteger” ao desistir do rótulo. Parece que com isso, estás legitimando o pré-conceito das pessoas, e na verdade estás meio que sendo tão pre-conceituoso quanto, não querendo “te misturar” com os outros ateus, porque agora acreditas também que o rótulo “ateu” traz consigo o peso da babaquice ou do confrontamento (estou generalizando, mas acho que entendes o que eu quero dizer).

    Na verdade, ser ateu, assim como outras coisas, é -- ou deveria ser -- um fato, e não um rótulo. Só o fato de ateu ser considerado um rótulo, já dá a entender que vem com noções pre-concebidas gratuitamente, quando a bem da verdade, cada pessoa é uma pessoa e deve ser vista como um ser individual que tem sua própria consciência e age como julga melhor (principalmente no caso de ateus, por não seguirem um livro específico ou uma cartilha de regras de conduta de vida).

    O problema todo é essa coisa de rótulos. Fatos como esse não deveriam ser vistos como rótulos, e sim como fatos que não dão 10.000 informações sobre alguém e sim uma, a informação factual: não acredito em deus/deuses, logo, por definição, sou ateu, entretanto isso não significa que eu ferva criancinhas (como disse a garota no primeiro comentário) NEM QUE EU NÃO ferva. Só significa que não acredito em deus/deuses, logo que sou ateu. Ponto. Qual a dificuldade? Mas aparentemente isso é meio utópica da minha parte e talvez tu só estejas resolvendo levar a vida de uma forma mais fácil e prática, o que sinceramente não é nem um pouquinho condenável.

    Gosto do teu blog e também gosto de discussões religiosas. Esse comentário, que também acabou sendo maior do que o planejado, pareceu meio malvado e meio crítico, mas nem tinha esse teor de verdade… Espero que não pareça cruel. Ah, e sou espírita, btw, se é que faz alguma diferença.

  12. Leandro says:

    Minha posição é bem semelhante a sua, também não me declaro ateu, prefiro dizer apenas que não tenho religião, e se questionado se acredito em deus, respondo que não, acredito choca menos as pessoas que tem uma visão fechada sobre o assunto. Também fui criado em lar cristão (católico), e em determinado momento tudo aquilo deixou de ter sentido, mais precisamente, passei a questionar e deixar de ter medo disso. Achei bacana sua posição e achei interessante ter o mesmo pensamento que eu sobre o assunto.

    • Ivo says:

      Leandro, tenho a mesmíssima opinião. Ultimamente tenho gostado de ler sobre algumas filosofias orientais, que podem ser consideradas “religiões sem deuses”. O budismo é um exemplo.

  13. João L. says:

    Izzy
    Concordo que é estranho alguém se apresentar como ateu, pelas razões que você colocou ai. Acho que essa atitude mostra, ainda, que a religião ocupa um espaço central na vida dessa pessoa, ainda que por razões diferentes das dos crentes. Não rola mudar um pouco os paradigma?
    *
    Fui católico até os 10 e protestante(Maranata) até os 15 por pressão da família, e depois fui espírita até os 18 anos por conta própria.
    A religião perdeu espaço na minha vida progressivamente, e isso começou a acontecer quando iniciei meu curso na área de exatas e passei a estudar matemática e física intensamente. Parece que Cálculo ocupou na minha cabeça o espaço antes dedicado a Arca de Noé, fantasmas e outros conteúdos do tipo.
    *
    Hoje aos 26 anos não penso em religião, é como se não existisse. Contudo, tento me afastar o possível de ateus militantes.

    Abraço!

  14. Dan Medeiros says:

    Apóio completamente sua decisão, até porque, como você mesmo disse, não tem tempo pra essa luta sem fim… rsrs

    Como você, tento me manter apolítico (até porque não tenho saco pra isso), porém em questão religiosa sou um pouquinho diferente. Não tenho religão pois não teria disciplina para seguí-la sem discordar de nada. Também não sou ateu. Acredito que há um Deus, mas não como vemos nos filminhos da Rede Bobo no final do ano, com Jesus sendo “se avatar” e todas essas coisas (que conheço, mas estou com preguiça de citar agora). Sou cético, porém acredito SIM que há uma força que reje um pouco de nosso caminho pelo planeta, por experiências próprias, coisas pequenas que me mostraram que não estamos à mingua.

    Não sei se esse termo existe ou se é uma inveção da nossa querida wikipedia, mas acredito que eu seja mais um agnóstico teísta. Aliás ultimamente vou até dar uma pesquisada na veracidade disso.

    Mas é isso! Excelente explicações, vídeo ficou um pouquinho longo mas foi excelente!

    Grande abraço a todos!

  15. Jana says:

    Bacana, boa reflexão. Pessoalmente, não concordo com a idéia do apolítico, pq isso é meio liberalismo disfarçado. Como vc falou dos termos, acho q esse é importante tb. (Note, não estou falando mal do liberalismo… Aquela idéia da mão invisível e que cada um é responsável por si mesmo -- não concordo, mas isso não vem ao caso aqui) Só acho q o termo apolítico gera uma sensação de separação irreal do processo. Mas divago, não foi o tema de seu vídeo. Posição coerente e fundamentada -- as vezes ateus parecem cheios de dogmas e isso é estranho mesmo.
    Mas resolvi comentar mais sobre sua colocação final, do termo feminismo. Semanticamente é uma observação correta, mas completamente deslocada do contexto histórico, que é sim, muito importante -- já que o feminismo surgiu para combater o pensamento corrente de superioridade masculina e defender direitos equânimes. Que não existia -- e nem existe ainda, se olharmos de perto apesar de imensos avanços. O nome é importante pq marca uma idéia -- de que um grupo considerado inferior -- feminino -- pode alcançar a igualdade. Ainda que se tenha avançado nesse sentido, a desigualdade perpassa sim questões de gênero, por isso, manter o termo é importante. Enfim, escrevi uma tese, desculpe. Mas seus vídeos estão cada vez mais interessantes.
    Abraço!

  16. Spuma says:

    Whatever works for you, Kid. Se deixar de se apresentar como ateu vai te dar menos dor de cabeça, não vejo o porque de não o fazer. Só esteja preparado para a enxurrada de “ateus profissionais” que vão te acusar de “abandonar a guerra”.
    Quanto a mim, se alguém me pergunta qual a minha religião, eu simplesmente digo que não me importo o suficiente pra acreditar ou deixar de acreditar.

  17. Fredh says:

    Kidi viado, vai morrer de tanta carteirinha da atea enfiada no rabo

  18. David says:

    Izzy, uma dúvida que me surgiu com este vídeo:

    Você decidiu se desligar da vida evangélica e sendo seu pai um pastor na ocasião, como foi que a sua família reagiu a este seu novo posicionamento quanto à crença deles?

  19. Guilherme Mendez says:

    Foda-se a porra toda, a opinião é tua vc faz o que quiser, quem são essas pessoas que acham que podem se apossar da mente de um individuo querendo mudar seus atos e suas maneiras de ver o mundo para o jeito que julga ser certo, é vc que escolhe seu caminho. Eu sou católico, e mesmo assim adoro seus videos e esse video foi como um tweet, falando sobre sua vida, imagina se cada tweet seu as pessoas quisessem mudar o que aconteceu.

  20. knux says:

    Lembra de mim? Hahaha. Já fui bem ateu militante revoltado também.

    Cara, me sinto assim… A verdade é que eu vejo esses grupos que se intitulam ateus e sinto vergonha de me associar a eles.

    Continuo um descrente, um cético, mas não me declaro mais ateu… Por que?

    Não existe mais a discussão “científica” e o que querem agora é interditar VALORES associados à religião, um pensamento autoritário que faz uma confusão lamentável entre laicismo e ateísmo, querendo coibir a expressão de valores ao taxa los de religiosos. É o caso com aborto, liberação de drogas e tantos outros…

    Me incomoda porque, apesar de descrente, existem valores com os quais me identifico (e TODO ateu se identifica com algum valor cristão, apesar de não admitir) e não co sigo mais expressa-los sem precisar abrir um parênteses enoooorme para me justificar.

  21. Eliane says:

    Gostei do seu vídeo, acontece com várias pessoas, em qualquer religião também. Vc passou por uma e agora “outra”. Poxa, se não gosta do conceito, regras ou mesmo das ações… pra mim, foi fanatismo, o mesmo que acontece em religiões. Parabéns pela coragem

  22. George says:

    Izzy, digamos que teu organismo não produz insulina suficiente pra um bom funcionamento… Tu se consideraria diabético ou não?

  23. Juan says:

    Em 1º lugar parabéns pelo canal e vídeo, compreendo seu lado e a discussão é pertinente. Entendo que você não queira se rotular Ateu, porque discorda da imagem/conceito do estereótipo de ateu construído pela sociedade com base em alguns ateus mais arrogantes, extremistas, etc. Fanatismos e ignorantes estão por toda a parte. Neste ponto concordo com vc q tem realmente todo o direito de não querer se identificar assim para que não te julguem e formem um pré-conceito equivocado, antes de te conhecerem e conversarem com vc, mas vamos ao 2º ponto: Como em muitos comentários e pessoas(inclusive o Clarion) já te disseram sem muito sucesso, é que apesar de legítimo e de ser um direito seu não querer se declarar ateu logo de primeira, ou de defender essa causa, isso não te exclui do conceito de Ateu=pessoa q não acredita em Deus ou divindades (observe que isto não é um conceito apenas semântico/morfológico/etimológico, essa é a definição de ateu em um dicionário, ou seja, vc é sim um ateu, mas prefere não se declarar como tal, pois discorda do estereótipo comum do ateu. Eu sugeriria como a Julia Jolie disse no vídeo vc se declarar ateu e explicar o seu lado, mas óbvio q a decisão é sua. Essa polêmica foi gerada, pois vc, na minha opinião abriu margem pra isso, a começar pelo título do seu vídeo, vc apesar de tentar, não deixou tão claro assim a sua idéia no vídeo, neste texto de facebook msmo vc explicou melhor! Acho que você deveria ter intitulado seu vídeo: “não me rotulem de ateu” ou “não me rotulo mais de ateu, entendam o porquê” vc gerou mais polemica ainda pois misturou o conceito de ATEU com: ESTEREOTIPO DE ATEU/// MILITANTE ATEU // e GRUPOS DE ATEU (ex.:neoateus de facebook/ATEA/etc.), observe que são coisas diferentes, no seu caso vc poderia ter dito que não se enquadra dentro do estereótipo de ateu comentado pela sociedade, que não é militante e que não pertence a nenhum grupo d ateu q vc conhece, mas meramente pelo significado puro da palavra vc continua ateu. Para concluir: Vc continua por definição sendo ateu, observe que não estou sendo e nem quero ser arrogante, sei q algumas pessoas lhe passaram essa impressão, mas é um fato que vc é ATEU, vc apenas não quer mais se rotular assim ou se divulgar assim, pois as pessoas (assim com vc fez de certa forma)misturam os conceitos de estereotipo(senso comum),militante e grupos de ateus, na prática as pessoas associam essas coisas qndo vc se declarar ateu, deturpando o conceito desta palavra e atribuindo um tom nas maioria das vezes pejorativo e ruim como vc mesmo disse, mas ao se dizer ateu, vc na realidade só diz q não acredita em deus, se vc não crê em nada vc será rotulado assim, isto não é uma questão de escolha! O q vc pode escolher é: Não se divulgar/declarar ateu, não ser mais militante (não vestir a camisa), não participar de nenhum grupo/clube de ateu e escolher não ser considerado parte do estereótipo de ateu (segundo o senso comum), isso vc pode escolher, o problema é vc dizer q não é mais ateu, para mim tanto faz oq vc é ou deixa de ser, mas vc está errado se dizer q não é mais ateu conceitualmente flando, (e foi essa a idéia q vc passa no título do seu vídeo, vc tentou explicar, mas não separou bem as idéias), isso na minha opinião é oq tem causado polêmica e indignação de algumas pessoas.

  24. Lud :)) says:

    Venho de um lar como o seu, toda a minha família é evangélica e eu quero me desligar disso, não sinto o que eles sentem, não concordo com o que eles falam e não quero mais pertencer a esse grupo, porém meus pais dizem que ainda sou muito nova(16 anos, como vc ao decidir sair tbm) e que vou ter que esperar para formar minha opiniao quando adulta. Só que ao me forçarem a ir, me afastam ainda mais. Quero sair, mas não quero que me odeiem ou fiquem magoados. Acho que é impossível. Por ser mulher piora, meu pai quer que eu more com eles até casar(wtf) e eu quero me mudar quando tiver um emprego, estudo e dinheiro pra tal. Como você falou da sua decisão e como seus pais reagiram? Me dá uma luz aí, Kid

  25. Thiago Buccos says:

    Adoro seus vídeos, muito bons diga-se de passagem. Agora este foi extremamente chato, desculpe a franqueza e continue com seu ótimo trabalho Izzy.
    Abraços =)

  26. Poisony says:

    Feminismo não seria melhor aceito se chamando humanismo justamente porque o objetivo do movimento é apontar as desigualdades sofridas por mulheres na sociedade através de privilégios dados aos homens. Se assim fosse, qualquer movimento que luta por direitos de minorias poderia se chamar genericamente “humanismo” da mesma forma (movimento LGBT e orgulho negro, por exemplo). Fora que mudar o nome implicaria numa generalização da causa, tornando opressões causadas especificamente por misoginia e ódio às mulheres em algo relativo.

  27. grind_ says:

    Eu acho você um cara legal e isso basta !

    Como você observa a vida e tudo ao redor é um direito seu de gostar ou não e eu gostei da forma como você colocou as coisas nesse vídeo.

  28. Nikholas Holland says:

    Excelente vídeo, eu já me vi nessa fase que você mencionou de adolescente recém convertido que tem um ódio, de certa forma, por tudo aquilo relacionado a divindades e etc. Hoje em dia não me cabe mais ser desse jeito, não me acrescenta nada de bom agir de tal maneira. Eu tenho um amigo que sempre compartilha as imagens da ATEA e não combina nada com aquilo que eu acho correto. Como você falou no vídeo, esse ar de superioridade e o sarcasmo ríspido são totalmente desnecessários e não levam à nada. Eu costumava conversar bastante sobre religião mas hoje em dia já me falta paciência e interesse, acredito no que eu acredito e não me interessa o que os outros pensam sobre o assunto em questão.