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É importante se manifestar contra homofobia?

Postado em 17 September 2013 Escrito por Izzy Nobre 12 Comentários

Olhaí um vlog novo, turma! Vamos assistir juntinhos aí:

Como sempre, imploro: deixe joinhas, favorite, espalhe o vídeo entre seus amiguinhos pra ajudar essa porra a crescer. Quanto mais feedback um vídeo recebe, mais empolgado eu fico pra criar mais. Não te custa nada, porra! 😀

Caso você prefira assistir no youtube, basta clicar aqui!

Grato e tenha um belo dia.

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Categorias: vídeo

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

12 Comentários \o/

  1. leo Saal says:

    Acredito que a palavra Homofobia é muito ampla, vai de ser contra até a violência física/verbal contra homossexuais.

    Sou contra? DEPENDE!

    Sou contra QUALQUER tipo de violência, mas não concordo com a prática do homossexualismo. Não concordo e pronto! se você concorda, ótimo…vc é livre, mas lembre-se que quem se opõe também é livre para expressar seu pensamento.

    Conheço e convivo diariamente com homossexuais, seja no trabalho, na faculdade, mas sempre os tratei como trataria qualquer pessoa. Converso numa boa, dou risada, saio pra qualquer lugar, mas discordo do que ele faz, mas mesmo assim, se ele faz, não diz respeito a mim, posso discordar, mas não ao ponto de adentrar na intimidade da pessoa e dizer o que ela deve fazer ou não, assim como ela não pode dizer como devo pensar. Antiquado, quadrado, mente de velho, caxias, e etc. Não vou mudar minha opinião por influência de qualquer tipo de midia.

  2. Arthur Nogueirra says:

    Concordo com tudo que o Leo Sal disse e digo mais assim como essa pessoa é discriminada por ser homossexual eu também ñ gostaria de ser discriminado por ser evagelico infelizmente ñ é o que acontece aqui em são luis do Ma por ser um lugar muito atrasado se sabe né kid??!!!As vezes da pena!!

  3. Luís says:

    No seu vídeo, deu a entender que o motivo pelo qual você deixou de acreditar em Deus foram as suas dúvidas sobre a bíblia. Mas, -- sem querer parecer chato, ou pretensioso -- vc chegou a pesquisar sobre suas dúvidas, tipo perguntar pra um pastor, ou padre, ou sites sobre o assunto?

    • Ricardo says:

      Luís,

      A família do cara era evangélica e o pai pastor…
      Se ele tinha estas dúvidas e não perguntou para a família dele…..bom deixa para lá!

      A questão é, todos são livres para ser o que quiser, basta respeitar o espaço do outro. Não existe religiaõ certa ou errada, o pnto importante é saber respeitar o próximo.

  4. Leo says:

    Discordo! Homosexuais não precisam de nossa “proteção”, nem negros, nem mulheres, nem nordestinos, nem deficientes, nem judeus… e por ai vai.
    O problema todo está em separar as pessoas, categorizar, quando no fim somos todos humanos e pronto.
    Basta punir quem age com violencia, fisica ou moral, contra qualquer individuo.
    E deixa o vovó pensar da forma que ele quiser… tambem é direito dele…

    • Gi says:

      Há um bom tempo atrás eu concordaria, Leo. No entanto, não importa o quanto se repita “somos todos iguais”, “somos todos seres humanos”… Carregamos sim, grande diferença.
      Não tratamos ninguém da mesma forma. Mudamos quando estamos conversando com um desconhecido, com alguém que temos pouca ou muita intimidade, quando estamos com medo ou somos preconceituosos, até quando estamos de mau humor, enfim…
      Por que homossexuais, negros, mulheres, (whatever), merecem esses cuidados “especiais”? Pois, de que custa tentar passar esse recado pra frente? De que custa, ao invés de só repudiar e punir de pronto alguém que age com violência por discriminação, também buscar passar essa bola pra frente e, quem sabe, evitar que esse tipo de coisa aconteça?
      É necessário sim, por exemplo, defender o direito dos negros. Não é por que são todos iguais a nós, mas porque eles carregam toda uma história no sangue deles -- que mesmo os brancos, hoje, carregam, mas de outra forma. Viu, como somos diferentes? O problema não vai se resolver de uma hora pra outra, punindo.
      Não basta punir e não basta “descategorizar”, porque categorizamos tudo. Rotulamos tudo. Você tem um RG, com um número só seu, e uma impressão digital que pode se parecer com a de todo mundo -- no entanto, é toda sua. Existem pessoas loiras, morenas, ruivas, negras, brancas. Ricas, pobres. Você certamente não trata um cara pobre da mesma forma que trataria um rico. Mulheres não são homens e homens não são mulheres. Somos completamente diferentes, em tudo.

      • Flávio B says:

        Concordo. É fácil dizer que não precisam ser criadas “leis específicas” pra cada grupo, mas o preconceito e diferença está enraizado na cabeça das pessoas. Muitos delegados não registram como homofobia ocorrências em que a vítima diz que foi motivado por homofobia, muitos trans* são ridicularizados e rejeitados pela família e 90% trabalham na prostituição. A lição mais importante que eu aprendi nessa vida é nunca desrespeitar, diminuir a dor do outro porque, simplesmente, não sou eu quem a sinto. Trans são perseguidos e ridicularizados em vídeos, negros foram escravizados, LGBTs mortos por gente que “não concorda” com gente se amar sem fazer mal a NINGUÉM. Não somos todos iguais

  5. Rafael says:

    Concordo com o Leo ali acima, acho que o problema todo vem da categorização, rotulação, w/e. E a gente sabe que isso ocorre com qualquer tipo de ‘sub-grupo’ que se mostra diferente de uma maioria qualquer (apelidos de infância alguém?). O ponto de não precisarem de ‘proteção’ eh valido, porem, concordemos que não eh a unica forma de abordar o problema. Acho que o ponto do Izzy eh que existem pessoas que se não mostradas ‘limites’ em algumas coisas, não vão enxergar ou perceber isso por si próprias. Seria algo como por exemplo, se o ambiente (nós) não reage a uma atitude (um xingamento homofóbico), a pessoa não sente a necessidade de mudar de atitude pois não afetou o ambiente de forma a ‘pressionar’ essa pessoa o suficiente pra demandar essa mudança. Daí, claro, a gente pode muito bem escolher nossa forma de reagir, seja participando junto, contrariando, não fazendo nada… vai de cada um.

  6. Olga Silva says:

    Sou protestante e afirmo categoricamente que Marcos Feliciano e Silas Malafaia são dois VELHACOS! A bancada crente no governo brasileiro NÃO ME REPRESENTA! Desculpem, mas tenho raiva desse povo.

    Gostaria de lembrar que nem todos os cristãos são homofóbicos. Alguns, pasmem, são homossexuais.
    Independente de achar se o homossexualismo é certo ou errado, o PRIMEIRO DEVER de um cristão é respeitar e amar qualquer pessoa independente de orientação sexual, etnia, gênero, etc. E não, amar um homossexual não é olhar nos olhos dele e dizer que se ele não se arrepender ele vai para o inferno. É trata-lo com respeito. Ponto final.

    Para quem quiser saber mais sobre os cristãos “alternativos”, procurem no Facebook as páginas “Unfundamentalist Christians” e “Christians Tired of Being Misrepresented”. O blog do autor John Shore também é muito bom. Estão todos em inglês -- não sei se tem alguém aqui no Brasil fazendo coisa parecida, mas se tiver, me falem!

    Existem várias maneiras de interpretar a Bíblia, como percebem aqueles que não tem preguiça de pensar. Palavra de pastor não é infalível -- alguns inclusive falam muita besteira, como o Sr. Feliciano e o Sr. Malafaia -- embora, tristemente, algumas comunidades achem que sim. Eu, pessoalmente, acho degradante a maneira como vários pastores tratam a Bíblia. Uma coleção de livros sapienciais escritos há milênios, com metáforas riquíssimas e poesia linda, e como é que esses caras interpretam? AO PÉ DA LETRA! É de matar.

    Finalmente, sinto muito que o autor do vlog tenha abandonado a fé. Pelo que ele falou, suponho que fosse de uma igreja bem fundamentalista. Enfim, cada um tem sua opinião e sua trajetóra. Eu só gostaria de dizer que encontrar Jesus foi a melhor coisa que já aconteceu na minha vida, e espero que uma coisa igualmente maravilhosa possa acontecer para vocês algum dia. E, se alguém que está lendo isso está numa igreja homofóbica e acha que isso é errado, pense bem. Você não acredita mais nos ensinamentos de Jesus, ou simplesmente se sente mal em uma igreja que prega uma mensagem de ódio?

    PS -- O arrebatamento não é uma doutrina bíblica. Também não há em lugar nenhum na Bíblia que quem fizer sexo antes do casamento vai para o inferno. Existem, sim, passagens condenando o homossexualismo, mas cada um faz com elas o que a consciência manda.