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HBDtv: Brincadeiras violentas de crianças!

Postado em 4 August 2012 Escrito por Izzy Nobre 20 Comentários

Olhaí um vlog novo, turma! Vamos assistir juntinhos aí

Como sempre, imploro: deixe joinhas e/ou favorite o vídeo pra me ajudar essa porra a crescer. Quanto mais feedback um vídeo recebe, mais empolgado eu fico pra criar mais.

Grato e tenha um belo dia.

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Categorias: vídeo

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

20 Comentários \o/

  1. emmanuel says:

    porra lembrei de policia ladrao que nao apanhava so quem era
    “cafe com leite”

    e ainda tinha a “rebeliao” quandno algum filho da puta nao queria esperar o termino da brincadeira declarava motim e saia com os outros distribuido porrada

  2. Fábio Alves Corrêa says:

    Assim como no vale-tudo foram instituídas regras que o tornou menos violento, na minha escola foi instituída algumas regras ao Futebol Kombat para a tornar menos passível de banimento: cada participante pode inferir apenas 01 (uma) porrada ao alvo da vez. Caso o alvo toque no salvo (as traves da quadra), é terminantemente proibido dar porrada nele. Caso isso ocorra, o alvo tem o direito de revidar a porrada sem medo de retaliação. Portanto, até onde eu sei, o “esporte” sobreviveu e existe até hoje na minha escola.

  3. Danillo Ilggner says:

    Kid, já ouviu falar de “Corredor do Alemão”?
    Era uma brincadeira praticada no colégio quando chegava a hora do lanche. Era mais ou menos assim: os amigos faziam duas filas paralelas disfarçadas formando um corredor, e então ia um amigo seu e te chamava, seja chamando pra ver algo pra lá do corredor ou qualquer merda que seja, quando você chegava no corredor os moleques te enchiam de porrada até você sair dele, ou seja, quanto maior o corredor mais porrada tu vai levar. E não adiantava você perceber que era o Corredor do Alemão quando chegava perto, porque sempre ficava um de tocaia pra te empurrar. Nesse já dei/levei muita pancada 😀

  4. Wladimir says:

    Aqui (ES) chamamos o Futebol combate de Porrão. E quando nao tinha bola, tínhamos uma alternativa boa: o Pique-Spank, espanque, sei lá, simplesmente um pique-pega em que o “pego” deve sair correndo até o salve pra nao tomar porrada.

  5. neto says:

    Em Aracaju-se essa brincadeira se chama RIPA….
    Desculpa a burrice, mas como faz pra curtir os seus vídeos pelo Safari do iPad?

  6. Michael says:

    Vc praticamente fez um vídeo sobre esse post:

    http://hbdia.com/minha-infancia/585/

  7. droantjk says:

    Porradobol = 500 muleques tentando bicar a bola em cima dos outros pra machucar ou até bicar um amiguinho na “tentativa de bicar a bola”.

    Ovinho (Não lembro se era esse o nome realmente) = 500 muleques chutando uma latinha amassada. Caso ela passasse entre as pernas de alguém, essa pessa deveria correr até o “salve” enquanto o restante tentava mata-la de todas as formas possíveis e imaginaveis. Durante essa tentativa de homicídio, era comum a galera tentar enfiar o pé na frente do infeliz afim de faze-lo ir ao chão e retardar sua tentiva desesperada de chegar ao “salve”.

  8. Rômulo Filho says:

    Kid, sou de Fortaleza também, na minha escola temos uma variação desse “jogo”. Nós chamamos de caju e castanha. Funciona do mesmo modo só que além de falar castanha para sentar, também é preciso falar caju para levantar. Então, porrada em dobro haha!

  9. ilo says:

    sempre rolava essa do castanha kkk 🙂

  10. ilo says:

    Futebol combate nada disso… é o quebra e o queima! kkk

  11. ilo says:

    Comentando enquanto vejo o vídeo… o quebra e o queima no meu colégio não tinha safezone, mas também não tinha isso de bater a bola na cabeça. Era o seguinte, você quebra o indivíduo enquanto vc finge que joga futebol.. entra de carrinho na canela, chuta a perna ao invés da bola, e por aí vai.

  12. Jefferson says:

    Aqui em Sampa, esse do futebol era chamado de FUDEROBOL ou Rolinho-Porrada.

    E a porrada começava soh quando alguem tomava o ROLINHO (Passar a bola por entre as pernas)

    Era legal esse tempo….kkk

  13. Fut porrada: com bola?

    Aqui em Joinville, cidade onde conheci esta adorável brincadeira, é jogada bom pedra justamente por não ter bola, e provavelmente não tinha bola pra não acontecer da direção da escola tirar a bola do aluno. Aqui o esquema era um pouco diferente, ao invés de acertar a cabeça do coleguinha, você tem que fazer a pedra passar por baixo das pernas de alguém, ai, desse o braço. Eu já levei vários socos, tapas e pontapés quando eu jogava e apesar de ser inevitável apanhar, era muito bom poder bater hehehe. Mas ai como sempre tinha alguém que apanhava mais que normal e ia chorar pra diretora, a brincadeira foi extinta.

    Brincadeiras como:

    Pirulito: falo qualquer palavra com P, apanho.
    Licença: esta foi citada.
    Mão negra: falo palavrão, apanho.
    Zerinho: falo qualquer numero, apanho.

    Mas pra poder entrar na brincadeira tinha um tipo de ritual: o masoquista que queria apanhar tinha que “ligar” ou “se ligar” na brincadeira. Não lembro se este é o termo certo… este ligar era feito igual a promessa de dedinhos. Tosco pacas.

  14. Diogo Assis says:

    Eu brincava com meu cachorro, imitando o “pilão”do Hagar no Final Fight o famoso Iê,Iê. Até que um dia ele se emputeceu ( e nao sei como nao morreu) e me deu uma bela mordida. Criança é tudo ‘inocente’mesmo.

  15. Oscar Calstrom says:

    Futebol Kombat em Artur Nogueira -- SP = Rebosteio.

  16. Felipe Vieira says:

    Tinha uma variação da “castanha” que chamávamos de “sabacu” (o Quide deve lembrar por que a brincadeira também se originou no Ceará). Ao invés de dar tapas, os moleques juntavam as mãos (tipo o movimento do execução aurora do Hyoga, não sei uma forma de explicar melhor kkk) e ainda sopravam no espaço que ficava entre as mãos pra dar um “efeito”, ou seja, um estalo que dependendo da força aplicada, podia ser extremamente alto.
    Já vi moleque que tava sentado jogando na locadora cair de cara no videogame de tamanha força aplicada.

  17. André Mácola says:

    Castanha é Coxinha aqui no Maranhão hehe

  18. Rômulo says:

    Castanha aqui no RJ = licença móca(escrita correta?)

    Outra brincadeira era a carniça = “Eu bato todo mundo bate, eu bato niguem bate…” lol

  19. conrado says:

    rapaz, aqui em natal tinha o cuscuz: os moleques faziam um morrinho de areia no campo e enfiavam um graveto no topo, aí cada um ia tirando um pouco de areia com a mao. já dá pra imaginar o que acontecia com o que deixava o palito cair, né..

  20. YUriVictor says:

    numa escola em q estudei tem uma espécie de rampa q foi feita pras fundaçoes duma quadra, essa rampa, coberta por gramado, tem uns 35 ou 40 graus de inclinaçao, nessa parada rolava uma brincadeira cujo nome nao me recordo, consistia de simplesmente passar a rasteira em todo mundo q tu via e ver o cara rolar rampa abaixo, era duca…tambem tinha rolinhoPorrada -- SP