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HBDtv: Surras que levamos quando criança

Postado em 22 September 2012 Escrito por Izzy Nobre 15 Comentários

Olhaí um vlog novo, turma! Vamos assistir juntinhos aí

Como sempre, imploro: deixe joinhas e/ou favorite o vídeo pra me ajudar essa porra a crescer. Quanto mais feedback um vídeo recebe, mais empolgado eu fico pra criar mais.

Grato e tenha um belo dia.

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Categorias: vídeo

About Izzy Nobre

Oi! Eu sou o autor desta pocilga. Tenho 30 anos, também sou conhecido como "Kid", moro no Canadá há 10 anos, e sou casado com uma gringa. Geralmente perco meu tempo na internet atualizando este blog, batendo papo no twitter, produzindo vídeos para o youtube, e conversando sobre videogames antigos no podcast 99 Vidas. Se você gostou deste texto, venha me dizer um alô! Adoro conversar com os leitores :)

15 Comentários \o/

  1. Angelo Jr says:

    cara, como seu irmão, sempre q meu irmão e irmã mais velhos faziam merda quase sempre eu estava junto e era testemunha da desgraça, aí nunca levei surra na vida por que simplesmente eu pensava 34 vezes antes de fazer besteira, e depois desistia.

    acho q não é um bom jeito de iniciar a competição

  2. PARABENS says:

    mano finalmente um video em foco. aí sim. eu encho o saco pra caralho mas se tiver bom eu falo. tá bom. PARABENS

  3. Kirrel says:

    hsuahusahsa, muuito bom o vidio, ri horrores
    uma vez minha mae me bateu com a porra de um fio de computador hahaha, nem lembro o motivo
    first

  4. Gary M. Silva says:

    Acho que com “objetos inusitados”, kid quis dizer “dildos”, já q ele tem bastante experiência no ramo.

  5. Caio says:

    KKKKKKKK

    Muito bao Izzy!

  6. Rosa says:

    Eu já tinha lido essa história aqui no HBdia.. mas é muito mais engraçado com vc contando.

  7. Henrique says:

    Tava brincando de ver quem aguentava mais azunhadas(rasgar a pele dos outros com as unhas)com um amigo na locadora,ficou bem vermelho meu braço e o dele tbm, qnd voltei pra casa, pisei na poeira que minha mãe estava varrendo, ela pegou bem forte na minha mão e me azunhou tbm, até sangrar, enquanto me dava um carão, quando viu o braço,perguntou se tinha sido ela,eu disse que tbm,só que tbm do menino da locadora,ela pegou a vassoura e quebrou nas minhas costas. fiquei 6 meses sem ir a locadora =S

  8. Antônio Carlos says:

    Muito bom Izzy, realmente é essas coisas que acontece na vida que você nunca esquece. Eu apanhei muito do meu pai e da minha mãe quando era moleque também, uma surra que nunca me esqueci foi da minha mãe de cinto !

    Cara, esse dia foi tenso, passei quase a madrugada toda chorando da surra que levei. Mas agradeço aos meus velhos até hoje, por ter me tornado um homem de verdade !

    Cara, continua fazendo vídeo contando da tua história assim, chega a ser muito mais empolgante ver tu contando no vídeo do que escrevendo ( Claro, não abandone o blog também ) Abraço !

  9. Frank Botega says:

    Cara a surra que eu não esqueço que levei do meu pai foi com uma extensão de telefone que eu usava para ligar no meu modem U.S.robotics de antigamente.

    Era segunda de madrugada e já era para eu estar dormindo pq tinha aula pela manhã e derepente meu pai viu q eu tava na internet aquela hora, arrancou os cabos do computador e da tomada de telefone e me bateu. E eu dou toda a razão pra ele, sou totalmente a favor de “dar um corretivo” na molecada quando se apronta.

    Um abraço!

  10. Quem nunca apanhou de corrente?

  11. Michelli says:

    Sempre fui uma menina/moleca, um dia estava jogando futebol com meu primo e meu irmão e a bola caiu no telhado de uma oficina mecânica que havia ao lado do prédio onde meu pai morava. Alguém teria que subir lá, então lá fui eu subir no telhado. Como a pessoa mais velha no recinto tinha este papel, esta obrigação de salvar a brincadeira de uma tarde de domingo. Já subindo e devolvendo a bola, quem me vê lá no alto, há 4/5 metros de altura? Meu pai, que no mesmo instante começa a gritar “AH MICHELLI DESCE AQUI QUE EU TE ARREBENTO”. Como uma criança obediente, desci e na mesma hora levei a maior cintada na coxa que alguém poderia levar. Ganhei uma tatuagem de uma faixa alto relevo, vermelha e latejante na mesma hora. E nem por isso sou uma pessoa ruim ou complexada.