Ahahahaha meu deus do céu
Escrito por Kid on Jan 3, 2009
Lembram deste post, em que eu comparei os pro-blogger com aquele tipo de anúncio ambulante que você geralmente vê no centro da cidade?

Isso aí. O termo em inglês é “sandwich board”, não sei se existe vocábulo lusófono equivalente.
Então, a analogia era meramente em nível metafórico. A mensagem que eu tentava passar com essa comparação sarcástica é que blogueiros não são “a nova mídia” porra nenhuma, e o motivo pelo qual alguém paga (trocados) pra pôr anúncios em suas páginas é simplesmente pela visibilidade que eles atraem, e não em virtude da qualidade do conteúdo que eles produzem.
Mais ou menos como o “homem sanduíche” acima: o sujeito que o pagou pra andar por aí vestindo a placa não o faz porque considera o homem um discursador eloquente. Ele o fez porque o sujeito provavelmente aceitou trabalhar em troca de um copo de refresco de maracujá e uma mão cheia de Cheetos.
Então. A alfinetada era estritamente alegórica. Aí passeando pelo Flickr eu dou de cara com ISTO.
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O dia em que eu me fodi, parte 2
Escrito por Kid on Dec 29, 2008
No último capítulo, você acompanhou estupefato a narrativa da forma mais mongol que um ser humano jamais se machucou antes - eu cai da cama enquanto a arrumava. Me arrastei em dor até até o quarto do meu irmão, reuni todas as minhas forças pra esmurrar a porta e acorda-lo, e com o nariz colado no carpete implorei por ajuda ao meio de berros desesperados.
Retrospectiva dos meus gadgets
Escrito por Kid on Dec 26, 2008
A segunda parte do post anterior já está escrita. Antes de publicá-la, me deu vontade de escrever outra coisa.
Tava batendo um papo MSNístico com amiguinhos brasileiros e gringos neste pós-Natal e averiguei que, dentre meus chegados que não tinham nenhum tipo de aparelho digital destinado a reprodução musical, 95% deles ganhou um.
É espantoso o quanto MP3 players se baratearam nos últimos anos. Encontrei esta imagem do meu primeiro MP3 ever:
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O dia em que eu me fodi, parte 1
Escrito por Kid on Dec 24, 2008
Era uma sexta feira, meu dia de folga. A namorada estava no trabalho, meu irmão sairia pro dele em poucos minutos, e em breve a casa repousaria no mais profundo silêncio e paz. O almoço já havia sido preparado horas antes pela muié, era o ambiente perfeito pra um cidadão passar um dia inteiro sem fazer coisa alguma, perambulando preguiçosamente pela casa trajando as cuecas do dia anterior.
Após pular pra mesa do computador e chamar todos os twitters que me seguem de fags (minha costumeira rotina matutina), dei uma olhada ao redor do quarto e decidi que a profunda bagunça que envolvia cada centímetro quadrado do ambiente estava me incomodando um pouco. Meu quarto está preso numa estranha dimensão paralela em que, a despeito de qualquer esforço de limpeza, o nível de entropia é sempre máximo.
Roupas espalhadas pelo chão, cama desfeita, peças de computador e cartas de Magic embaixo da TV, livros jogados aos cantos, action figures empoeirados da mesa do meu computador, toalhas penduradas na maçaneta, incontáveis balinhas de armas de pressão e inexplicáveis pecinhas de LEGO embaixo da cama e em suas adjacências, que eu insisto em pisar em cima. Já pisou descalço numa pecinha de LEGO? Não é exatamente a melhor sensação do mundo.
Por mais que tentemos arrumar o quarto, é uma questão de minutos até que esteja tudo bagunçado mais uma vez. É uma luta perdida.

E isso é o que dá pra considerar “arrumado”
Então tentamos nos acostumar a dormir no meio da desordem. Naquele dia entretanto, num raro exercício de lógica altruísta, decidi que minha namorada já trabalha bastante arrumando a minha parte da bagunça, lavando minhas roupas e fazendo minha comida. Resolvi por a preguiça de lado temporariamente e tentar domar a bagunça perene dos nossos aposentos, como forma de agrado à namorada - uma boa ação que ela provavelmente recompensaria com sexo, que é (vamos ser sinceros) o único motivo pelo qual um homem faz qualquer coisa pra uma mulher que não seja sua mãe, irmã ou avó.
“Eu não estaria realmente arrumando o quarto”, pensei com meus botões, “e sim investindo no entretenimento futuro”.
Mal sabia eu que 30 minutos mais tarde essa decisão tão trivial me colocaria dentro de uma ambulância, imobilizado numa maca, inalando gás analgésico com uma intravenosa enfiada nas costas da mão.
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5 motivos pelos quais namoro à distância é uma merda
Escrito por Kid on Dec 18, 2008
Se você é como eu, você deve passar uma boa parte do seu tempo visitando fóruns de discussão na internet. Fóruns são uma ótima forma de adquirir uma montanha de opiniões sobre diversos assuntos em que os opinadores obviamente não têm qualquer conhecimento, embora isso não os impeça de falar com a pompa de um especialista. Não importa o assunto sendo debatido (Pontes de hidrogênio? Acasalamento de maripousas norte-americanas? O padrão da bolsa de valores de New York?), sempre aparecerá alguém disposto a se pintar como um profundo expert no negócio.
E um debate que aparece com frequência preocupante é - Namoros à distância valem a pena? Pode ter certeza que o seu fórum favorito já viu pelo menos 5 tópicos sobre o assunto.
Não duvide de mim, seu corno. Abra um fórum qualquer, dirija-se à barra de busca e pesquise o termo. Tente as diversas grafias “alternativas” da expressão (”namoru há distânsia”, por exemplo) porque afinal de contas não podemos dar muito crédito às habilidades gramaticais dos habitantes de uma nação que transformaram o orkut em mania nacional. Clique em SEARCH e você verá que eu, como sempre, estou certo.
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Orions: Legend of the Wizards
Escrito por Kid on Dec 17, 2008
Em primeiro lugar: sim, eu entendo que você talvez não tenha um iPhone ou um iPod touch e que por isso uma recomendação de um jogo pra plataforma seja tão útil quanto uma caixa de absorventes no vestiário do Corinthians. Acontece que eu sou um fervente entusiasta dos developers “peixe pequeno” que pipocam na AppStore com jogos que são tão maravilhosos quanto são underrated, e seria um crime não dividir essa informação com vocês.

O screenshot acima pertence a Orions: Legend of the Wizards, lançado há poucos dias na AppStore americana. As resenhas que os compradores anteriores deixaram na AppStore eram bem sucinta, mas elas chamaram a minha atenção por equivaleram o jogo a Magic: The Gathering, um dos esportes nerds mais populares do mundo. Sendo um ex-viciado em M:TG (”ex” puramente pela atual falta de companheiros de jogo), resolvi que isso era tudo que eu precisava saber pra comprar o tal Orions.
Vou começar essa resenha pela conclusão - este jogo foi os melhores dois dólares que gastei em toda a minha vida.
Sério. Jamais uma quantia tão irrisória me serviu com tanto conteúdo de entretenimento. Se o jogo custasse o dobro ou o triplo do preço da etiqueta, eu ainda me sentiria satisfeito com a compra.
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Profissão: Blogueiro
Escrito por Kid on Dec 10, 2008
E finalmente aconteceu - a Globo aparentemente acabou de descobrir esses tais de “blogs”.
Há muita coisa pra aloprar nesse vídeo - em particular, o embaraço do GraveHeart, que como os outros blogueiros da matéria foram instruídos a ler um statement escrito previamente e acabou saindo extremamente artificial, ou a menininha lá no meio da reportagem que não é importante o bastante pra que eu saiba quem é, aparentemente deslumbrada com o fato de que ganha “entre 300 e 1000 reais por mês (…) e pode sair sem depender de ninguém!”.
Deve ser sensacional viver com esse tipo de insegurança financeira, sem saber se a renda mensal terá 3 ou 4 dígitos. Uma puta aventura, imagino.
Entretanto, esses trechos são apenas marginais ao ponto principal desse texto.
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10 lorotas em que todos caímos
Escrito por Kid on Dec 1, 2008
Rumores urbanos são relativamente fáceis de criar. O processo é sempre o mesmo - alguém interpreta erroneamente uma nota noticiosa, ou um resultado de uma experiência científica, ou um factóide oferecido numa obra de ficção, e passa a vaticinar a má interpretação como se fosse fato verificado. Antes que você perceba, a população em geral acredita e perpetua tais contos como se fossem fatos historicamente documentados.
A nossa única proteção contra lendas urbanas é o fato de que elas costumam carregar um ou mais elementos extraordinários. Uma boa parte de nós tem aquela às vezes irritante porém fundamental característica de questionar imediatamente qualquer coisa que ouvimos - especialmente as extraordinárias. Estes indivíduos são menos propensos a acreditarem em lendas urbanas, e pode ter certeza que após ouvir uma o sujeito se encontrará googleando furiosamente para averiguar a veracidade da história.
Por causa disso, os factóides mais insidiosos são justamente os que não trazem nenhum elemento extraordinário; elas não registram no nosso detector de lorotas e passam totalmente despercebidas. E pior, esse tipo de mito contemporâneo geralmente é repassado com uma maquiagem científica/histórica (ou foi repetido tantas vezes ao longo dos anos) que nos torna mais vulneráveis a ele.
Este texto examinará algumas destas lendas, tenho plena certeza que você já ouviu - e acredita em - ao menos uma delas.
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Minha primeira vez num cassino
Escrito por Kid on Nov 28, 2008
Após anos vendo a palavra “cassino” sendo escrita apenas com um S, usar a grafia portuguesa me dá aquela desconfortável sensação de que a palavra está errada. Sabe quando o MS Word traça aquelas linhas vermelhas embaixo de uma palavra escrita errada? Então, é isso que minha mente está fazendo neste exato momento.
Enfim. Semana passada fui num cassino pela primeira vez.
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HBDtv 8!
Escrito por Kid on Nov 20, 2008
Demorou, mas aí está. Já disponível no iTunes também, pros ipodfags.
Nerds, EIS A SUA NOVA CASA
Escrito por Kid on Nov 18, 2008
Há muito tempo eu me incomodo com a cena das comunidades internéticas brasileiras. Não querendo ser mais um dos que gostam de cagar em cima do Brasil por pouco motivo, mas porra, em matéria de internet o novo povo é deprimente. Temos lindas praias, mulheres gostosas a vera, e um clima aprazível durante 365 dias por ano (morar no Canadá me fez apreciar o clima brasileiro como nunca antes); porém, nem sob ameaça de tortura o internauta brasileiro é capaz de montar um fórum ou uma wikipédia decente. É uma característica nossa, fazer o que.
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Internet: Serious Business…?
Escrito por Kid on Nov 16, 2008
Se você passear por fóruns, comentários de blog, chats do Yahoo Live, imageboards ou qualquer outro lugar em que internautas são dados os privilégio de se comunicar, três expressões amplamente usadas vão rapidamente saltar à sua atenção:
“Faggot”, “nigger” e “(internet:) serious business”.
Faggot significa “viado”, nigger é uma versão extra-ofensiva de “crioulo” (e simultaneamente uma das poucas palavras que têm o poder mágico de produzir uma bala ou faca dentro do seu corpo quando pronunciada em certas áreas nos Estados Unidos), e internet: serious business se refere ao hábito de dar muita importância a eventos ocorridos no meio virtual.
Além do fato de que a onipresença de termos pejorativos na internet (já vi vídeos no youtube com 4 páginas de comentários repletas de nada além de “faggot!!111″, em diversos níveis de erros de soletragem) explica bastante sobre a natureza humana, a frequência e descaso com os quais internautas jogam esses termos uns contra os outros me deixou bastante pensativo outro dia.
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Sobre minha ausência
Escrito por Kid on Nov 13, 2008
Olá vagabundos, como vai você nesta manhã de quinta feira? Eu vou mal pra caralho, porque como se não bastasse a gripe que me faz estragar todas as minhas camisas de manga comprida, acordei hoje com um torcicolo fodidíssimo que impede que eu vire a cabeça a mais de 2 graus em qualquer direção. Isso o torna completamente incapaz de desempenhar as tarefas mais elementares. Por exemplo, você já experimentou mijar sem olhar pra baixo?
Tente. É uma aventura. Bonus points se você não for circunsizado (circuncidado?) porque o prepúcio frequentemente cobre parcialmente a abertura da uretra, causando um efeito semelhante a tapar a mangueira com o dedão. É mijo altamente pressurizado pra tudo quanto é canto que torna o lavatório da minha casa virtualmente indistinguível de um banheiro público. A única diferença é que há menos números de telefones pixados nas paredes.
Mas então. Venho por meio desta explicar aos senhores minha ausência, e a falta de continuidade dos projetos adjacentes ao HBD - o HBDcast e o HBDtv.
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Arcades - Por que eles ainda existem?
Escrito por Kid on Nov 10, 2008
Caso estejam curiosos, meu aniversário foi uma merda. Você sabe que realmente virou adulto quando aquela que era a data mais esperada do ano, antecipada por meses, vem e vai sem você mal prestar atenção.
Mas vamos ao assunto de hoje.

Perdoe a imundice da imagem acima; como mencionei na minha resenha do iPhone, a menos que você esteja diretamente em cima da superfície solar a câmera desse celular é imprestável.
Então. Estava no cinema com a mulé no meu aniversário (Zack and Miri Make a Porno. Legalzinho, daria um sete e meio. Tem uma cena escatológica hilária, e olha que eu não costumo rir dessas coisas) e, tendo chegado no estabelecimento meia hora antes do começo da película, perambulamos pelo saguão do multiplex pra matar o tempo.
E os arcades no canto do lugar chamaram minha atenção, pela primeira vez em uns 6 ou 7 anos. Faz bastante tempo que passei a ver tais “videogames públicos” um objeto decorativo e nada mais. Acho que a última vez que paguei pra jogar num troço desses foi em 1999.
Cheguei perto do arcade visto na foto, fiz uma mariola no volante, apertei botões aleatoriamente e passei a mão no banco, tentando re-absorver memórias longínquas do tempo em que meus amigos e eu fazíamos fila pra jogar 4 minutos de Daytona USA.
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Feliz aniversário pra mim!
Escrito por Kid on Nov 5, 2008
Woohoo, estou um ano mais velho.
A vantagem de completar 24 anos morando num país em que o jogo do bicho não existe é imensa.
Quem mais aí é Filho do Carnaval (ou seja, nascidos 9 meses após fevereiro)?
FESTA PORRA
Escrito por Kid on Oct 30, 2008
CABOU-SE.

Obrigado a quem quer que seja que fez os GIFs animados. Espero que tenham se divertido; a turma aqui adorou interagir com vocês.
Neste Halloween, I WILL DELIVER TITS
Escrito por Kid on Oct 30, 2008
Seguinte moçadinha. Halloween é sexta feira, e cabei de ter uma idéia mirabolante.
Por causa da minha namorada bocuda e orgulhosa, a maior parte dos meus amigos sabe que tenho um site grande e bem visitado. Eles sabem que uma cambada de nerds no Brasil acompanha minha vida remotamente, graças aos textos sobre minha vida, fotos com meus amigos, vídeos e etc. Aliás, se duvidar vocês sabem BEM mais sobre mim do que muitos dos meus amigos de verdade, mas divago. O que tou tentando dizer que que meus amigos sabem da existência do HBD, sabem que são frequentemente personagens nele, e acham isso bacana.
Então. conversando com um amigo de trabalho sobre isso, bateu uma idéia aqui. E se eu transmitir a minha festa de Halloween AO VIVO?
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13 fatos (fictícios) sobre o Brasil
Escrito por Kid on Oct 29, 2008
Uma das grandes vantagens de sair do Nordeste pra ir morar no exterior - além do acesso à tecnologia barata que permite um retirante cearense exibir uma televisão de 50″ de alta definição em sua sala, apreciar épocas do ano em que as temperaturas não fazem os líquidos no seu globo ocular ferver e a quantidade consideravelmente inferior de calangos espreitando embaixo da pia do banheiro - é ser exposto à mundialmente notória e surepreendentemente divertida estupidez gringa.
Já mencionei a célebre burrice norte-americana centenas de bilhões de vezes apenas na semana passada aqui no HBD, mas quase sempre eu me referia à burrice no sentido acadêmico. Felizmente, a estupidez destes branquelos não se limita a ignorância relativa a conhecimentos gerais escolares. Eu já fui alvo de perguntas geniais e nem um pouco imbecis como “Existem hamburguers no Brasil?”, “Você já tinha visto um carro de controle remoto antes de sair do seu país?” ou até mesmo “Vocês têm macacos de estimação, ou geralmente se contentam com uma ou duas jibóias?”.
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Homens de Bem
Escrito por Kid on Oct 23, 2008
Mais de uma vez aqui neste singelo website eu falei sobre o fenômeno internético dos Power Rangers Virtuais, termo que eu cunhei quando me pronunciei sobre o assunto pela primeira vez e venho fazendo lobby pra que seja adotado por toda a internet como termo chacotístico oficial.
Pra quem não lembra e tem preguiça de clicar em links, a Síndrome dos Power Rangers Virtuais se caracteriza como um distúrbio psico-social que provoca no portador um estranho senso de responsabilidade em relação à internet. Um Power Ranger Virtual é alguém completamente convencido de que alguém (ele) deveria estabelecer a moral e os bons costumes na internet, afinal, a internet é serious business.
Como o ambiente da web 2.0 tornou bastante fácil colocar uma página no ar pra servir como estandarte pra qualquer coisa, o sujeito dedica então quinze segundos pra criar uma comunidade no orkut ou um blog no Wordpress e pronto - seu grupo agora tem um quartel general e, consequentemente, legitimidade.

Hoje veio a meu conhecimento a mais nova faceta desse curioso e lastimável fenômeno - o grupo conhecido como “Homens de Bem”, que miseravelmente divide letras com a sigla do meu blog.
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Aos copiadores
Escrito por Kid on Oct 22, 2008
Como eu imaginava, os textos de Top X acabaram caindo no gosto popular, e com força. Volta e meia vejo links vindos de fóruns como este ou este ou este ou este, com tópicos criados por gente que leu meu texto e achou o conteúdo interessante o suficiente pra repassar pros amiguinhos virtuais.
E isso é bacana. Afinal, o desejo de qualquer pessoa que escreve um blog e se tornar relevante, e ter um texto seu re-enviado pra várias pessoas é uma confirmação de que há substância no que você está fazendo. O ser humano é um bicho social e que gosta de receber validação dos seus semelhantes.
Entretanto, há um lado chato disso.
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Destaque
Nossa herança genética atrapalha nossa vida mais do que você imagina. Duvida? Clique ai e leia.
Uma lista analisando os maiores mistérios deste século. Leia quando estiver sozinho em casa e de luz apagada, se tiver bolas.
Leia este texto e entenda porque você deveria se manter longe da Herbalife. Tudo que os "distribuidores independentes" não querem que você saiba
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