Escrito por Kid on Dec 31, 2005

Só atualizo ano que vem.

Enquanto isso vá pra praia dar seus pulinhos, comer suas uvas e abraçar familiares que você nem gosta.

Muito mais HBD no ano que vem.


Escrito por Kid on Dec 28, 2005

Vocês já perceberam que depois que você conhece uma pessoa nova, em breve a conversa se torna uma disputa de quem já se envolveu nos acidentes mais mirabolantes?

Passei os últimos 21 anos estudando essa tendência da psiquê humana. Aliás, de onde surgiu esse acento circunflexo, que minha professora de alfabetização (tia Socorro, que já morreu até, coitada) ficava muito puta se o chamassem de “acento chapeuzinho”? Qual o problema de chamar o circunflexo de chapeuzinho? Temo que agora apenas Satanás poderá perguntar isso a ela.

Não importa. Faça o teste aí; da próxima vez que conhecer alguém novo, comente COMO QUEM NÃO QUER NADA que no verão passado você perdeu um dedo do pé enquanto tentava, sei lá, operar um moedor de carne em cima de um skate. Pode ter certeza que o sujeito tirará a camisa, mostrará uma cicatriz entre a terceira e quarta costela e dirá que foi perfurado por uma viga de construção quando mergulhou do terceiro andar de seu prédio tentando capturar uma pipa desgarrada. Antes que você puxe de memória algum acidente mais imbecil, vai lembrar da minha teoria.

Falando em pipas desgarradas, já contei pra vocês o dia em que apanhei por causa de uma porra de uma pipa?

Era 1997, ou 1998, sei lá. Geralmente lembro os anos em que minhas putarias aconteciam porque bastava lembrar em que série eu estava (fiz a quarta em 94, a quinta em 95, a sexta em 96 e etecétera), mas dessa vez o ano me escapa da memória.

Eu morava na época no asqueroso Conjunto Ceará, um bairro escroto na periferia mais fodida de Fortaleza. Os leitores cabeça-chata não precisam que eu descreva a imagem, mas tem muito sulista lendo isso aqui, então vamos fazer um exercício mental. Pensem aí no bairro mais sujo das redondezas de Calcutá, e em seguida imaginem um caminhão-pipa cheio de esterco, muco, placentas, cadáveres em avançado estado de decomposição e cópias do último CD do Los Hermanos explodindo bem no meio dele, espalhando a repugnante mistura por todo lado. Esse é o Conjunto Ceará.

Meu pai, na época pastor evangélico, liderava uma congregaçãozinha quase ou tão fodida quanto o próprio bairro, bem no meio do sertão cearense. Morávamos na Aldeota, e se eu não estivesse com a imensa preguiça de abrir o Google Earth vocês veriam que há um continente inteiro entre os dois bairros. Depois de algum tempo gastando uma nota preta em gasolina, o coroa resolveu se mudar lá praquela invasão. Ir pra igreja à pé seria seria uma economia considerável, ainda que isso significasse ter que disputar a calçada com crianças peladas brincando dentro de poças de lama com carrinhos de plástico sem rodas e com as caras ocupadas por moscas varejeiras.

Sem putaria, o lugar era sinistrão. Era um misto de invasão do MST com favela indiana, muito tosco mesmo. Inclusive, foi lá que fui assaltado pela primeira vez na vida (o que é assunto pra um post que só escreverei depois de anos de cobranças dos leitores).

Voltando à história, papai-pastor se muda de mala e cuia pra uma periferia fodidaça e eu, filhinho de papai acostumado com colégio particular caro e amiguinhos ricos, me vi morando numa casa rente à rua sem asfalto e moleques que nunca nem tinham visto um computador de perto. Sem computador, sem videogame (eu havia destruído meu SNES acidentalmente pouco tempo antes da mudança), sem carros de controle remoto, tivemos que nos comunicar com base em um denominador comum, ou seja, nossos papos de brinquedos não podiam envolver coisas cujo preço ultrapassasse os dois dígitos.


Acima, uma simulação computadorizada de mim mesmo, aos 14 anos, empinando uma pipa. Perceba as gravatas borboleta com que eu enfeitei minha pipa

E a resposta foram as pipas. Pipas não eram apenas aeromodelos rudimentares construídos com bambu, papel de seda e cuspe; com um pouco de cola branca, cacos de vidro e malícia tipicamente brasileira, uma pipa comum se tornava uma fabulosa aeronave de combate. Nas mãos de pilotos habilidosos, uma pipa podia cruzar os céus com maestria e cortar a linha da pipa de um oponente, e aí fodeu. Alguém voltaria pra casa chorando, com um carretel de linha sem uma pipa na outra ponta.

A confecção e decolagem de pipas era basicamente o único passatempo que aquela crianças dignas de um show beneficente do Bono Vox podiam desfrutar. Os que conseguiam arrancar algum dinheiro dos pais de vez em quando podiam se dar ao luxo de comprar pipas pré-fabricadas no mercantil do seu Joaquim da Mandioca. Desconheço o motivo dessa alcunha, porque jamais vi seu Joaquim com nenhuma mandioca, com M maiúsculo ou não. Por isso mesmo, temo o duplo sentido do apelido.

Os mais miseráveis e desnutridos da turma (ou seja, aqueles para quem os dois reais que cada pipa custava constituia uma fortuna inalcançavel) tinham que implorar pelas pipas velhas de outrem, fazer suas próprias a duras penas ou disputar as pipas abatidas.

E as pipas abatidas, mas que espetáculo! Uma pipa derrubada era praticamente o equivalente do Conjunto Ceará do lançamento de um ônibus espacial. Pessoas vinham de todos os cantos pra assistir. Não, não é exagero, é literalmente mesmo: o fenômeno resultante de uma briga de pipas fazia muitos interromper seus afazeres e ir à rua assistir a putaria.

Quando uma pipa cruzava os céus à deriva, saíam pivetes de TUDO QUANTO ERA BURACO numa carreira desesperada no encalço da pipa grátis. Crianças desciam de árvores, pulavam da esquina, saltavam de dentro de bueiros, chutavam o portão de casa e passavam sebo nas canelas. Eu nem sabia que tinha tanto moleque naquele lugar. Imagino que estes passavam o tempo se escondendo e analisando o tráfego aéreo do bairro, aguardando o momento de correr. E a animação era porque, segundo o código de honra da pivetada, uma pipa cortada pelo cerol alheio pertencia ao povão. Aquele que a capturasse primeiro se tornaria o dono, e ai do dono legítimo se este se meter a reclamar a posse da pipa! Um delito dessa natureza requeria pena de pelo menos cinquenta cascudos em áreas variadas do corpo.

Segundos após a pipa perdida encontrar descanso no telhado da vizinha da frente, mais guris se juntavam à turba na corrida em direção à aeronave abatida. Chinelas havaianas não aguentavam a velocidade e as tiras estouravam, frequentemente levando rostos imberbes de encontro ao asfalto. Com tantos corpos caídos no chão, o negócio frequentemente se tornava uma corrida com obstáculos.

Sem o menor respeito à propriedade alheia, aos amiguinhos ou aos próprios ossos, a pivetada escalava os muros da casa da dona Francisquinha de Jesus – aquela que vendia pastel de queijo na feira -, disputando cada ponto de apoio na base do tapa, até que alguém finalmente tocasse a seda da pipa. Devia haver algum tipo de lei informal regendo a briga pelo brinquedo, porque no exato momento que alguém encostava na pipa, todo o resto da turma abandonava a disputa.

A cena era pitoresca; aquela criançada toda correndo feito loucos no meio do trânsito, desviando de carros, se empurrando, se esbofeteando, caindo de cara no chão, trepando em muros alheios… por algo que custava dois reais. Ah, Conjunto Ceará…

Além dessa putaria toda (ou por causa dela mesma), a brincadeira das pipas gerava uma perpétua inimizade entre as patotas de cada rua. O pessoal da Comendador Machado odiava a turma da Sete de Setembro, que por sua vez não podia sequer ver a galerinha da 89. Bando de metidos. Se achavam nova-iorquinos, só porque o nome da rua era um número!

O que acontecia é que tomar posse da pipa abatida da rua oponente era uma injúria imperdoável. Se alguém da turma oponente cortasse sua pipa no cerol, tudo bem, era parte do esporte. Bastava voltar pra casa, roubar o dinheiro do pão e comprar outra. Mas quando os amigos do algoz conseguiam pegar a pipa perdida e trazer de volta pro bando, ahhhh… Isso feria a dignidade. A pipa cortada de um oponente era praticamente um troféu de caça, um atestado de superioridade. Era quase como se seu inimigo estivesse de posse de sua própria alma.

Havia ainda uma patifaria ainda mais vilanesca, o ato de “fazer farofa”. “Fazer farofa” consistia em capturar a pipa do oponente apenas para destruí-la completamente.

Entendidas as regras do esporte, continuo a historinha.

Num belo dia de domingo, estávamos eu e a minha turminha empinando pipas. A galera da rua da frente, cujo nome não consigo lembrar, estava na mesma atividade. Eles lá, a gente cá. Olhares raivosos cruzavam a rua em ambas direções. No ar, as pipas materializavam o ódio mútuo que as nossas gangues infantis nutriam uma pela outra – com habilidade, os empinadores de cada lado jogavam suas pipas umas contras as outras, tentando faze-las se engancharem na linha acerolada (que é uma linha com cerol, e não acerolas. Embora o Manélzinho da 21 jurasse ter projetado uma pipa com suco de acerola ao invés de cola. Vai ser pobre assim na puta que pariu).

Num lance de sorte, o Adriano conseguiu desvencilhar a pipa do oponente da linha. Esta começou a cair, desenhando uma espiral no céu em direção à nossa turma. Por ser um domingo, o movimento no bairro era bem menor, e a pipa já caía em nossa direção mesmo. Nem foi necessário correr. Eu, por ser o mais alto entre a nossa turma, peguei a pipa caída com facilidade. Joguei um olhar pra turma da rua da frente, e as caras deles não eram das melhores. Um moleque saiu do meio do grupo em nossa direção.


Ele atravessou metade da rua e, com frases curtas, exigiu a devolução da pipa. Sua mão pendia no ar, insistente.

“Ah, mermão” falei “tu sabe como é o negócio. Pipa bolada não tem dono!”

O sujeitinho, que acho que se chamava Marcelo, não perdeu tempo debatendo. Ao invés disso, ele voltou rapidamente pro meio da sua turma, que aguardava do outro lado da rua. A retirada voluntária do inimigo foi algo ainda mais honroso que ter capturado a pipa dele. Meu espírito gozador não se conteve.

“Ei, ei, ô, ô, olhaqui!” o rapaz virou o corpo em minha direção “Brigado pela pipa nova, ein!” tendo dito isso, ergui o artefato acima da minha cabeça e ensaiei uma breve e constrangedora dança de vitória.

O moleque, indignadíssimo, apressou o passo em direção aos seus amigos. Ao chegar lá, conferenciou com eles brevemente. Em seguida, correram todos pra rua, saindo da nossa visão.

Minha turma e eu voltamos às nossas atividades normais. Em pouco tempo, a turma inimiga reapareceu na esquina.

Com paus e pedras nas mãos, e olhares sérios na cara.

Não minto, gelei instantaneamente. Nunca fui de brigar, especialmente quando os oponentes são mais numerosos e armados. Pensei em correr, mas eu era o mais velho da minha turminha e a vergonha jamais seria esquecida. Permaneci no mesmo lugar, com a pipa ainda na mão.

“Me dá” disse Marcelo, sem precisar especificar exatamente o que eu deveria dar.

As palavras quase não vinham à boca.

“Mas eu peguei…”

Sem pensar duas vezes, Marcelo girou o braço e o pedaço de pau em sua mão foi de encontro à minha perna. Virei o corpo instintivamente (e vi de relance que meus amigos tinham desaparecido), e a porrada pegou do lado do joelho. Dei um passo pra trás, irado, mas sabia que seria impossível me defender dos três ao mesmo tempo.

“Me dá essa porra, branquelo de merda” disse o menino. Com o joelho doendo e uma inegável vontade de sair em disparada, o orgulho falou mais alto. Fiquei calado. Reconheci um dos pedaços de pau que os moleques carregavam como a perna de uma cama que havia sido jogada num terreno baldio das proximidades (não o do mapa acima, um mais distante).

Sem esperar a minha resposta, Marcelo deu uma estocada com o pedaço de pau e perfurou a película de seda da pipa. Com um rápido movimento, ele arrancou-a das minhas mãos. Me senti como se alguém tivesse arrancado minhas roupas.

Na sua fúria e falta de planejamento na hora de reconquistar a pipa, o moleque acabou estragando-a. Sem pensar duas vezes, ele “fez farofa” ali mesmo. Depois jogou a pipa aos meus pés, e saiu. Até hoje me pergunto o que impediu o sujeito e seus amigos de me dar uma surra de perna de cama.

E eu passei uma semana sem falar com o Trunks, também. Aquele corno fazia kung fu na época e me deixou apanhar sem se manifestar!

Logo após os malfeitores abandonarem nossa rua, a minha turma começou a aparecer. Eu estava morrendo de vergonha, mas dava pra ver que a deles era ainda maior que a minha. Eu estava revoltadíssimo, afinal, éramos uns nove. Armados ou não, cada um dos moleques da rua rival teria que se virar contra três! Seria um massacre, se eu não tivesse sido abandonado como um filho cujo pai descobriu sua homossexualidade.

Mandei todos aqueles medrosos de merda irem pro inferno (incluindo o Trunks) e voltei pra casa. E passei o resto do dia jogando Command and Conquer.


Escrito por Kid on Dec 26, 2005


E aí, vocês ganharam o quê neste Natal? Vamos ver se alguém foi tão mimado como eu neste aniversário de Jesus.

E não apenas de comercialismo material insensível foi este Natal, ao contrário do que geralmente é. Com exceção do primeiro Natal, pois ainda não existiam cartões de crédito.


Diga alô para Kevin Costa Nobre, o mais novo membro da família. Nasceu ontem, então acho que conta como presente de Natal. Tudo bem que eu estava esperando por Path of Neo por MESES, mas Kevin é o único presente que mijará na cama do meu pai, o manterá acordado por alguns anos e tentará beber o detergente guardado embaixo da pia, então acho que ele é o presente mais radical que eu já ganhei.

Meu pai diz que ele parece comigo, mas é que meu pai é maldoso assim mesmo.


Escrito por Kid on Dec 25, 2005


BOA TARDE A TODOS OS PESSOAS QUE VIERÃO NO BLOGUE DO ISRAEL NOBREGA ME
AUCILIAR A ME PRESTEGEAR HOJE POIS HOJE EU GOSTARIA DE FALAR SOBRE O ASSUNTO CUJO É CHAMADO MANUAU DA MASTURBASSÃO PARA OS PEÇOAS, NO, CASO POBRES.

O CUJO TESTO SERÁ UM TESTO SOBRE MASTURBASSÃO PARA AS PESSOAS POBRES DA NOÇA SOCIEDADE MODERNA QUE NÃO TEM DINHEIRO MAIS TAM, BEM, PARA AS PESSOAS QUE NAO TEM INTERNET OU TEM INTERNET COM O NET NENY MAUDITO QUE BLOQUEIA AS COISAS PORNO CORRETO?

FAS DE CONTA QUE VOCE NAO TEM INTERNET, OU ENTAO VOCE VIAJOU PARA A CASA DO SEU TIO EM SALT LEIK CITY COMO EU E LA TEM NET NENY QUE BLOQUEIA AS COISAS DE COISA PORNO. OU ENTAO VOCE É UM POBRE MONGO QUE NAO TEM EMPREGO E PORISSO NAO TEM DINHEIRO CUJO PRA GASTAR COM INTERNET E OUTRAS COISA QUE SERVEM PRA SER UMA PESSOA PORNO.

DAI ENTAO, NESSES, CASOS, COMO, SERA, A, SUA, VIDA, SECSUAL?

ENTAO, PARA, AUCILIAR, AS, PESSOAS, QUE, SE, DEPARÃO, COM CUJOS ESSES PROBLEMAS QUE EU RESOLVI VIM AQUI E DAR ALGUNS CONSELIOS DE COISAS PORNO QUE
AS PESSOAS NEM SABEM QUE SERVEM DE SER COISAS PORNO!!!!!!!!!!!!

MAIS PELA AMOR DE DEUS NAO VALE SÓ VOCES VIR AQUI E PEGAREM TUDO MEUS CONSELIOS E SE DIVERTIREM SÓ MENTE NO MASTURBO E NÃO COMPARTILIAREM AS COISAS QUE VOCES FAS NA SUA PRÓPRIA MASTURBASSÃO ENTÃO PELA AMOR DE DEUS:

AGORA O POSTE VIROU UMA EM QUETE!!!!! VA NO COMENTÁRIO ALI EM BAICHO BLOGSPOT.COM.BR ONDE DIS PRA COMENTAR E DAÍ DIGA AS COISAS QUE VOCE USA NO SEU MASTURBAMENTO TAMBEM POIS SENDO A SIM DAÍ CADA UM PODERÃO DAR UMA OPINIAO DE UM OBJETO E DAÍ OS OUTROS VÃO PODEM SABER E DAI TODO MUNDO SE DIVERTE MAIS E NINGUEM TEM QUE GASTAR DINHEIRO NEM IR PRA LAN HAUSE POIS PODE SEGUIR O CONSELIO UM DO OUTRO!!!!!!!!!!!

BOM MAIS COMO EU SOU O DONO DO BLOGUE EU VOU COMESSAR E AQUI VAI AS MINHAS COISA PRA VOCES USAREM.

COISA NUMERO 1:

ESPELIO

ISTO MESMO ESPELIO É AQUILO QUE REFLETE AS PESSOAS CUJAS FICAO NA FRENTE (DO ESPELIO).

UMA VES MINHA INTERNET FICOU QUASE 1 MES FORA DO AR POR QUE MEU PAI TAVA DESEMPREGADO E A JENTE TAVA VIRANDO POBRE. DAI EU NAO PODIA VER COISA PORNO NA INTERNET DAI EU FASIA A SIM:

EU IA NO BANHEIRO, VIRAVA, UM, ESPELIO, DE, FRENTE, PRO, OLTRO. DAI EU MUDAVA ATÉ QUE FICAVA DE UM JEITO QUE EU SÓ PODIA VER MEUS ANUS NO ESPELIO DA FRENTE SEM VER A MINHA CARA.

DAI TAVA LA PRONTO MINHA REVISTA PROPRIA PORNO FEITA EM CASA! COMO MINHA BUNDA NAO TEM PELO POIS EU NAO SOU UM TONY RAMOS HOMEM-CHIPANSÉ DAI EU PODIA OLIAR NO ESPELIO FINJIR QUE ERA A BUNDA DE UMA MULIER E DAI ME DESCASCAR NA ALEGRIA VENDO AQUILO!

É MEIO MAU FEITO MAIS É EFICAS PRA QUEM FICAR SEM INTERNET!!!!!!

COISA NUMERO 2:

CELULAR CUJO TEM VIBRACAL

TEM JENTE QUE PENSA QUE SÓ MULIER QUE SE MASTURBA ENFIANDO O CELULAR NA CHOCHOTA MAIS ISTO É MENTIRA.

POIS QUE JA ESTUDOL O CORPO HUMANO SABE MUITO BEM QUE HOMEM TAMBEM TEM COISOS DE PRASER QUE FICAO ATRAS E NA FRENTE DO SACO.

ENTAO SE VOCE TEM DOIS TELEFONE CUJO UM, NO, CASO, É UM CELULAR VOCE PODE POR ELE DENTRO DE UMA MEIA PRA NAO SUJAR, DAI, ENFIAR, ELE DEBAIXO DO SEU PENIS NA FRENTE DO SACO, E, DAI, FICAR, LIGANDO, COM OLTRO NUMERO PRA O CELULAR, POR, QUE DAI O CELULAR E NAO VOCE MESMO QUE FAS TODO O SERVISSO DO PRASER PRA VOCE.

EU RECOMENDO!!!!!

COISA NUMERO 3:

JORNAL TRIBUNA

EM TODAS AS SIDADES DO NOSSO BRASILSAO VELIO E EM CLUSIVE NO CANADÁ SE O ISRAEL QUIZER TENTAR ESISTE JORNAL POLICAL QUE APARESSE UM MONTE DE MORTO E JENTE QUE LEVOU CHUMBO PELO RABO.

DAI O SEGREDO É O, NO, CASO, SEGUINTE. SE VOCE FOR NA BANCA E QUIZER COMPRAR UMA REVISTA PORNO, OU, ATÉ, MESMO, UMA, REVISTA, PLEIBOI…

LOJICO QUE VOCE VAI FICAR COM VERGONHA E NAO VAI QUERER IR POIS TODO MUNDO DA BANCA VAI RIR DA SUA CARA POR SER UM PORNO, CORRETO!!!!!!??????

MAIS DAI VOCE PODE UTILISAR O JORNAL POLICIAL COMO CUJO O QUE EU FALEI!!!!!!!

POIS EM TODOS OS JORNAL POLICIAL TEM FOTOS DE JENTE QUE MORRE. E MUITAS JENTES QUE MORREM ELES MORREM NO MEIO DA NOITE E SE FOR MULIER TAO ATÉ DORMINDO, MUITAS, VESES, E, POR, ISSO, TAO SEM CAUCINHA NEM SEM SUTIAM.

DAI VOCE PODE UTILISAR ESTAS FOTOS PARA O SEU MASTURBAMENTO!!!!!!!!

É LOJICO QUE TEM JENTE QUE ACHA MEIO NOJENTO SE MASTURBAR PARA OS MORTO MAIS A VERDADE PRA QUEM FOR PENSAR É QUE É LOJICO QUE ISTO NAO TEM NADA A VER NEM RASAO DE CER POIS A PESAR DA MULIER TER LEVADO TIRO AQUILO CONTINUA SENDO AS TETAS E A VAJINA DELA ENTAO SE VOCE OLIAR TETAS E VAJINA E NAO FICAR COM O PENIS DURO ISTO NAO SIGUINIFICA QUE VOCE NAO GOSTA DE MORTO MAIS SIM QUE VOCE PODE SER GEY POIS TA VENDO TETA E VAJINA E SEU PENIS NAO ESTA REAJINDO A CUJA SITUASSÃO!!!!!!!!!!

POR TANTO NAO SINTA PESO EM SUA CONCIENSIA POIS NA VERDADE SE A MULIER NAO TIVECE CIDO MORTA CONTINUARIA TENDO TETAS E VAJINA E PORISSO VOCE NAO DEVE NAO QUERER OLIAR TETAS E VAJINAS, NÃO, É, MESMO?

COISA NUMERO 4 E ULTIMA POIS EU JA DEI IDEIA DE MAIS E QUERO SABER IDEIAS DE VOSSES TAMBEM :


QUEM É RICO E TEM TV A CABO SKY DIRECT TV DAI PODE BOTAR NO DISCOVERI CHENEL.

POIS LA SEMPRE TEM PROGRAMA DE INDIO E OS INDIGENOS SEMPRE VIVEM PELADÃO. DESGRASSADOS MAUDITOS NESTAS HORAS EU ME PENSO: PORQUE QUE NAO É TODO MUNDO INDIO NAO É MESMO?

IMAJINE IR PRA ESCOLA E TODAS AS GOSTOSAS ESTAR COM AS VULVAS DE FORA SE APARESSENDO PRA TODO MUNDO?

BEM MAIS SE VOCE FOR FASER ISTO CUIDADO POR QUE EU POR ESEMPLO:

SERTA VES EU TAVA DOIDAO DE BRONHA E QUERIA TODO CUSTO ME MASTURBAR DAI EU PONHEI A TV NO CANAL DO CABO QUE, NO, CASO, TINHA UM FIUME SOBRE OS INDIOS DOCUMENTARIOS DA NATURESA PAÇANDO.

DAI EU FIQUEI ME MASTURBANDO PRAS VULVAS DAS INDIAS QUE ELAS ANDAO PELADAS NA FLORESTA MAIS OS INDIOS NAO COMEM ELAS NO FIUME.

DAI EU FUI PEGAR UM PANO, NO, CASO, PRA LIMPAR MEUS ESPERMATOSOIDES ANTES DE GOSAR E QUANDO EU VOUTEI PRA VER NA TV NAO TINHA MAIS VULVA APENAS BUNDAS E EM CLUSIVE UMA DELAS ERA BEM GOSTOSA DAI EU DESCASQUEI MEU MANJUBO PRA BUNDA NA TV ATE GOSAR

MAIS DAI QUANDO SE PAÇOU MAIS TEMPO, NO, FIUME, EU VI QUE NA VERDADE A BUNDA ERA DO INDIO E NAO DE MULIER INDIGÊNA INDIA.

DAI EU FIQUEI BEM TRISTE POR QUE EU PENSEI QUE TINHA SIDO UMA COISA BAITOLA DA MINHA PARTE.

MAIS DE POIS EU PENSEI MELIOR E VI QUE A CULPA ERA DO INDIO POIS ELE TINHA A BUNDA SEM PELO IGUAL MULIER E POR TANTO NAO PODIA RECLAMAR. ELE, NO, CASO, QUE, TAVA SENDO PÉ DE ASTRA EM NAO DEICHAR CRECER PELO NO ANUS POR ISSO SE SERVE DE LISSAO APRENDAO A LISSAO QUE UM HOMEM DEVE TOMAR CUIDADO COM QUEM ELE SE MASTURBA. O PEITO DA MULIER PODE, NA, VERDADE, DEPOIS, QUE, SAI DO CLOSED, NO FIUME, SE REVELAR O PEITO DE UM HOMEM GORDO!!!!!!!!!!!!


POR ESEMPLO FOTO NO CLOSED ASSIMA.

E AGORA A FOTO DO CLOSED MAIS FORA DO CLOSED. VIRÃO?

E é isso aí. Feliz Natal a todos.


Escrito por Kid on Dec 23, 2005

Ah, acho que nem contei pra vocês, mas finalmente consegui “contratar” o RaUL pra postar aqui no HBD. A coluna semanal dele será todo domingo.

Até lá, fiquem com o novo FAQ do HBD.

[ Update ] …ou com a re-estréia da Tagboard HBD.


Escrito por Kid on Dec 20, 2005

Olhaí, eu poderia estar jogando Counterstrike com o Trunks, mas vos amo tanto que resolvi não procrastinar dessa vez.

Os screenshots estão em inglês, mas dá pra seguir as instruções direitinho mesmo se você tiver um PS portugays (haha, essa piada nunca fica velha, diz aí). Se não der, crie vergonha nessa sua cara ensebada e baixe um Photoshop em inglês.

Abram o programa e vamos lá.


Crie uma imagem de 350 por 20. Largura e altura, respectivamente, a menos que você queira que a sua user bar seja uma coluna sem graça.

Comecemos a trabalhar em cima da imagem vazia agora.


Selecione a ferramenta Gradient Tool. Você estará criando o fundo da imagem. Selecione duas cores que não machuquem muito os olhos, ou os admins do fórum que você participa não terão piedade.

Pra esse exemplo, escolhi azul e branco. Aplique o gradiente à imagem.


O resultado será algo parecido com a imagem acima. O fundo da imagem está pronto!

O melhor, quase pronto. Se você quiser empiriquitar mais o visual da sua user bar, você pode adicionar scanlines ao fundo da imagem. O procedimento é opcional, mas melhora bastante a qualidade do negócio. E sejamos francos, o que você quer é impressionar a galera do fórum.


Crie um segundo arquivo. Coloque o nome “scanlines” se você tiver ADD e não conseguir lembrar o que diabos está fazendo. Largura e altura devem ser 6 pixels, e o fundo da imagem deve ser transparente. Tão prestando atenção?

Após criar essa imagem, dê zoom até não poder mais. Usando o Pencil Tool (aquele lápis lá), crie um padrão qualquer nesse arquivinho.


Fiz essa linha diagonal amarela aí. Agora, clique em Edit (Editar) e Define Pattern (Definir Padrão, imagino).

Tudo pronto. Só falta jogar a linha diagonal por cima da imagem original.


Selecione o Pattern Stamp Tool. Escolha as scanlines como o padrão, e passe o mouse por cima da imagem original.

O resultado será algo parecido com isso:

A user bar já tá tomando a forma. Agora, precisamos de uma imagem pra colocar nela.


Taí. Lembre-se que a imagem precisa ser pequena pra caber direitinho, então você terá que redimensiona-la de acordo com a necessidade.

A borda direita da imagem não tá legal. Pra dar um efeito melhor, use a borracha embaçada e apague um pouco da borda. Olha como fica melhor:


Pra dar o último toque, vamos aplicar uma sombra nessa imagenzinha.


Clique com o botão direito na layer, e o menu aparecerá. Selecione Blending Options.


A primeira opção é a Drop Shadow. Mexa com os parâmetros do efeito até atingir o resultado que você quer.

A user bar está quase pronta. Agora, basta adicionar o texto. Use a fonte Visitor BRK, que você pode baixar aqui. Aliás, recomendo essa fonte mesmo que você não queira fazer user bars, ela é mó legalzinha.

Escreva o texto desejado. Pra aplicar uma borda preta e tornar o letreiro mais visível, clique com o botão direito na layer naquela caixinha do lado, selecione Blending Options de novo e vá pra última opção, Stroke. Coloque um Stroke de 1 pixel e mude a cor. Eu sempre escolho preto.


A user bar está QUASE pronta. Falta o último detalhe: aquele efeito de reflexo super legal. Se você é um analfabeto de photoshop como eu, devia estar pensando “mas como diabos farei aquele efeitinho? Sou um analfabeto de photoshop como o Kid!” É bem mais fácil do que você imaginou, a menos que você tenha imaginado que o efeito aparece como resultado de um Pai Nosso e dois Ave Marias.

Primeiro, você precisa duplicar o letreiro. Se você não fizer isso, o efeito de reflexo será aplicado por cima dele, e ficará difícil de ler.

A outra forma de fazer isso é criando uma nova layer, mas enfim.


Clique com o botão direito na layer do letreiro e clique em Duplicate layer. Você terá agora dois letreiros, um em cima do outro, então à primeira vista a ação não terá nenhum resultado. É assim mesmo, não se desespere.


Usando a Elliptical Marquee Tool (ferramenta de seleção circular, acho), faça uma seleção no topo da imagem. Preencha-a com a cor branca, e coloque a Opacity na faixa dos 20% ou 30%.

Pra fechar tudo, leve a imagem pro Paint (Selecione tudo com um Ctrl + A, clique em Edit e depois em Copy Merged. É a opção logo abaixo do Copiar normal.) e coloque uma borda preta em volta dela. Há alguma forma de fazer isso no Photoshop, tenho certeza, mas eu não sei como é. Então vai no bom e velho Paint mesmo.

Voilá!

É fácil pra caralho ou não é?

Faça as suas e venha se exibir com a gente no fórum.

Disclaimer: Todas as user bars criadas por mim e o Vexille estão à disposição da turma. Usem à vontade; a única coisa que peço encarecidamente é que vocês nos digam aí nos comentários onde estão usando as assinaturas, pra que a gente possa ir lá ver e ficar todo orgulhoso.

A propósito, seria bom se vocês salvassem as imagens e hospedassem pro seu próprio uso. Assim as imagens não cairão lá do FHBD por excesso de visualizações.


Escrito por Kid on Dec 19, 2005

Se você participa de um fórum qualquer e acha que aquele simples banner ali ao lado não expressa exatamente o quanto você ama esse website que é blog mas que eu chamo de website, agora você tem uma nova opção. Como a nova moda infestando as assinaturas dos fóruns desse nosso Brasil são as user bars, resolvi fazer uma pra vocês. Varri as teias de aranha de cima do Photoshop e criei esta belezinha:


É ou não é a coisa mais linda que você já viu na tela de um computador?

Copiando o código abaixo, você poderá usar essa lindeza na sua assinatura (ou “sig”, como dizem os internautas descolados que tingem o cabelo de azul, usam expressões como “straight edge” e “downsizing” e tiram fotos de si mesmo segurando a câmera por cima da cabeça) em qualquer lugar na internet, incluindo aquele fórum sobre Harry Potter onde crianças de 14 anos debatem se seria legal se o Harry casasse com a Hermione.


A propósito, o nome dela pronuncia-se “Rer-máione”. Lembrem-se disso, ou vocês passarão muita vergonha ao tentar dizer o nome da personagem no Canadá. Confiem em mim.

A menos, é claro, que você tenha se dado ao trabalho de assistir as porcarias que foram os filmes baseados naquela merda de livro. Nesse caso, a lição sobre a pronúncia é inútil.

Mas em todo caso, porra, que gosto cinematográfico horrível esse seu.

A propósito, sim, eu criei essa user bar do zero. Ao contrário do que possa parecer, não é nem um pouco difícil fazer essas bobagens. Se vocês aceitarem screenshots de um Photoshop em ingrêis, amanhã faço um tutorialzim. Que tal?

[ Update ] Eu e o Vexille já tamos nos divertindo pra caralho com essa porra. Amanhã será a vez de vocês.