Escrito por Kid on Jun 30, 2007

Escrito por Kid on Jun 28, 2007
No dia que vocês lembrarem que eu não ganho nada pra atualizar este site, e que eu o faço no meu tempo livre quando não estou afim de fazer outra coisa, e que tenho outras obrigações que ocupam meu tempo, que eu não sou mais aquele mesmo nerd que checava número de comentários e visitas religiosamente como se minha vida dependesse do fato de que eu tinha pageviews na casa dos quatro dígitos, talvez vocês perceberão que é meio idiota cobrar que eu escreva historinhas pra vocês.
Mas eu vos amo assim mesmo.
Deixem de ser boiolinhas, caralho. Eu quero voltar a atualizar essa bagaça diariamente mas NO MOMENTO eu tou ocupado com várias coisas. Confiem no Kid, porra.
Voltem amanhã.
E pra quem tá falando merda aí, eu não recebo esmolinhas faz anos. Deixem de me caluniar.
Escrito por Kid on Jun 25, 2007
Hoje não quero escrever NADA.
Amanhã continuo a confecção do post.
Escrito por Kid on Jun 16, 2007
O post tá quase pronto SEUS MERDAS, tenham paciência pelo amor de deus. A coisa tá apertada no trabalho, umas seis pessoas tão saindo de viagem de férias simultaneamente, o que significa que os menos vagabundos terão que trabaiar em dobro pra cobrir a lacuna dos turistas. Ontem foi o terceiro dia consecutivo que eu trabalhei quase uma hora além do meu expediente normal, e depois de nove horas de labuta não sobra muito tempo ou energia pra cumprir promessas feitas a nerds aleatórios desconhecidos da internets.
TENHAM PACIÊNCIA QUE ESSA PORRA SAI.
Escrito por Kid on Jun 10, 2007
Hoje comecei a escrever o post das Patricinhas Intercambistas Desgraçadas. Porém, preciso saber o que vocês ainda lembram da história. Suspeito que boa parte de vocês não tem conhecimento de absolutamente nenhum dos fatores que permeiam o célebre evento, e só lembram das Patricinhas em si.
Escrito por Kid on Jun 9, 2007



Não dá pra postar nesse blog em fim de semana. Me perdoem.
Eu até postaria mais fotografias mas o ImageShack desistiu de colaborar comigo. O resto das fotos está aqui.
Escrito por Kid on Jun 8, 2007
Já que a Aline reclamou nos comentários que eu não escrevo mais resenhas filmísticas, deixo a escolha procês - resenha de filme, história da polícia ou o lendário conto das patricinhas intercambistas escrotérrimas?
Tou cheio de novas histórias pra contar, mas trabalhar oito horas por dia e morar com a namorada meio que suga todo o pouco tempo que eu tenho disponível. Então escolham sabiamente aí.
Escrito por Kid on Jun 7, 2007
Hoje eu tou totalmente atarefado então não rola post mesmo. Antes que você comece a encher o saco, acalme-se, eu trago algo útil pra galera.
Neste link você poderá assistir literalmente CENTENAS de filmes, direto do navegador, boa parte dos quais mal saiu de cartaz do cinema ainda. Tou assistindo Spiderman 3 novamente, já que no dia que fui assistir a película minhas lentes de contato encontravam-se em conflito contra meus globos oculares e eu não pude apreciar os efeitos especiais (leia-se “as tetas da Kirsten Dunst) com muita clareza.
É tanto filme nessa porra desse site que eu literalmente não sabia por onde começar. Passei uns bons cinco minutos só descendo a barrinha de navegação pensando “não é possível que eles têm até AQUELE filme!”, e pimba, eles tinham aquele filme. Sensacionalíssimo. Haja tempo pra assistir tantas películas.
Ok, já passou de dois parágrafos. Vá assistir 300 de novo e me deixe em paz, que já já explico a história da polícia.
E das patricinhas intercambistas escrotas.
Escrito por Kid on Jun 5, 2007
Lembra de Cybercops? Eu lembro, agradeça a deus. Se você não lembrasse e eu não lembrasse, como diabos eu poderia escrever este texto? Ficaria devendo o post diário de hoje. Imagina o tanto de reclamação que eu ia receber.

Cybercops era apenas mais um entre milhares de seriados japoneses cafoníssimos que agraciavam nossas tardes uma dezena de anos atrás. Assim como os relógios Casio e Nintendinhos, seriados japoneses de aventura eram o principal produto de exportação nipônico, constituindo aproximadamente 98% do produto interno bruto da nação amarela. Atualmente esses itens foram substituídos por revistinhas em quadrinho a respeito de menininhas colegiais sendo estupradas por animais antropomórficos, o que é uma pena porque eu detesto essas revistinhas, você tem que ler ao contrário e tal, um saco.
Taí a abertura do negócio, de repente agora tu lembra. Caralho, essa musiquinha de abertura era sensacional. Tchu ru, tchu ru ru. Tchu ru, tchu ru ruuuuuuuuuuuuuuu… Ah, meus oito anos :(
Então, CYBERCOPS CARA. Você vai ter que me perdoar porque eu não lembro muito a respeito da trama do negócio, o que sem dúvida deveria ser um roteiro de qualidade reconhecível pela Academia*. Basicamente os CYBERCOPS eram um time de policiais de elitíssima, equipados com sensacionais roupas de lycra cobertas com armaduras de plástico colorido, que lutavam contra terríveis criminosos que portavam perigosíssimas armamemntos que provocavam leves explosões de faíscas no solo próximo a onde os CYBERCOPS estavam naquele determinado momento. Lembro também que um deles, o TAKEDA se não me engano, poisé, tinha uma sub-trama a respeito dele ter vindo do futuro ao algo que o valha. O codinome dele era Júpiter, porque por algum motivo os personagens eram nomeado de acordo com planetas. E todo episódio era igual - algum inimigo chutava a bunda de todos os Cybercops, incluindo o Takeda/Júpiter. Aí este se emputecia, berrava o clássico “JÁ CHEGA!”, e ativava algum tipo de poder secreto. Uma fumacinha saía da parte de trás da sua armadura, umas asas se extendiam, uma extensão parecida com um chifre saltava de seu capacete, uma arma futurística literalmente caía do céu e o problema da semana estava resolvido.
Lembrou?
Ah, e tinha o Lúcifer, um personagem que tanto tinha uma vontade inexplicável de destruir os CYBERCOPS (especialmente o TAKEDA), quanto provocou minha mãe (evangélica roxa) a me proibir de assistir o programito. Eu sempre tomava o cuidado de abaixar o volume da TV durante episódios que o personagem demoníaco estrelava, mas um dia eu me descuidei e a festa acabou.
Então. Uma parte importante do seriado era o fato de que os Cybercops podiam, de qualquer lugar em Tókio, acessar o arsenal do seu quartel general. Eles basicamente encostavam em qualquer hidrante ou caixa de correios ou cesto de lixo ou mendigo e miraculosamente havia um keypadzinho onde eles digitavam um código qualquer. Uma sequência mostrava uma caixa viajando por canais subterrâneos e sendo entregue aos caras, seja lá onde eles estivessem.
Era uma conveniência sensacional, um deus ex machina que resolvia o problema em mãos e pronto. Mas minha mente inquisitiva se torcia toda tentando compreender a logística por trás da parada. Como o governo japonês poderia ter instalado o negócio em todos os pontos da cidade? Uma empreitada dessas custaria horrores e não haveria jamais uma forma prática de distribuir os túneis de forma que toda a cidade fosse coberta. Se o troço existia apenas em localidades seletas, não era muito conveniente que os vilões sempre apareciam nessas áreas? O que propelia a caixa portando as armas pelos túneis? Levitação magnética? Por que os Cybercops já não iam pra porrada carregando as armas, já que elas eram necessárias EM ABSOLUTAMENTE TODOS OS EPISÓDIOS? Voltando à questão logística, não seria infinitamente mais inteligente e menos oneroso apenas carregar os armamentos por aí ao invés de distribuir túneis e aqueles portais de acesso pela cidade?
Mais importantemente, por que eu com oito anos de idade não podia apenas apreciar o programa sem se preocupar com os problemas factuais apresentados por ele? Por que eu não podia apenas fazer como o resto da gurizada do condomínio, que se reunia no playground todo dia após o seriado e discutiam aos tapas quem interpretaria o Júpiter nas brincadeiras do dia, que se resumiam a correr pelo estacionamento do prédio berrando bordões populares do seriado (”Já chegaaaaaaaaaaaaaaaa!”) e desviando de faíscas imaginárias?
*É a instituição que distribui Oscars, seus burros.
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As cinco maiores construções fictícias imaginárias da cultura popular. Com um bônus não-imaginário
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