GTA 4 Midnight Launch

Escrito por Kid on Apr 30, 2008

(Pela segunda vez isso acontece essa semana. Cliquei em Publish, minha conexão cai, o navegador dá erro e eu perco 80% do texto. Esse post era umas três vezes mais longo que isso, não tive saco pra reescrever tudo. Acordei a namorada por causa dos berros de ódio e dos murros que dei na mesa do PC)

***

Eram 9 da noite e eu estava totalmente puto.

Como vocês devem saber, eu trabaho de 7 da manhã às 3 da tarde. Como todo bom nerd, acordo duas horas mais cedo pra poder incluir uma hora de acesso internético no meu ritual matutino. Por isso, meu alarme está sempre configurado pra me acordar às 5:20 AM. Leio uns comentários, respondo emails, dou uma passada nos meus fóruns favoritos, e aí vou tomar banho.

Ou seja, minhas obrigações profissionais me impediam completamente de testemunhar em primeira mão o maior acontecimento gamer desse semestre - o midnight launch de Grand Theft Auto IV.

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AOE Blogs

Escrito por Kid on Apr 29, 2008

Alguns leitores estavam me pedindo pra eu explicar sobre a aparente “venda da minha alma” pro théo, magnânimo webmaster comandante do Ato ou Efeito. O moleque se aproximou a algum e cantou a história no meu ouvido:

“Kid, e se houvesse um jeito de voltar aos tempos áureos das blogagens?”

“Como assim, rapá?”

“E se criássemos um grupinho de blogueiros amigos unidos não pelas parcerias monetárias nem ganância adsensensística, mas sim pelo simples prazer de ser lido na internets?”

“E é possível isso, sua bicha?” perguntei, incrédulo.

“Sim. Confie em mim.”

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Porque o Canadá > EUA

Escrito por Kid on Apr 28, 2008

Minha namorada, que pouco a pouco abraça o estilo de vida nerd por influência minha, recentemente aprendeu a dominar a técnica de download via torrents. Agora são três computadores constantemente baixando mídia aqui em casa, usando todo o limite da minha banda e efetivamente inutilizando minha conexão. Se bem que, quando paro pra pensar, tudo que meu irmão e minha mulher baixam é anime, o que tecnicamente já significa que minha conexão está sendo inutilizada. 

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Top Onze Diferenças Entre Brasil e Canadá

Escrito por Kid on Apr 23, 2008

Olá, vagabundos. Não falei que estaria atualizando essa merda com mais frequência?

Com este texto aqui, inaugurarei uma nova categoria aqui no Agá Bê Dê - o Top X. Minha total falta de disciplina pessoal me impede de prometer adições semanais nessa nova área, mas garanto que escreverei Top Xs com frequência satisfatória. E será sempre o tipo de texto que vocês parecem gostar - extenso, fruto de longa pesquisa, cheio de ilustrações e tudo o mais.

Pra dar o pontapé inicial nessa bagaça, acho que nada seria melhor que mostrar a vocês as principais diferenças entre o Brasil e o Canadá. Esse parece ser um assunto sobre qual muitos de vocês tem bastante curiosidade, ou pelo menos é a conclusão que eu tiro levando em consideração as dúzias de desconhecidos que me adicionam no MSN toda semana pra me fazer perguntas sobre a vida no hemisfério norte.

Agora, quando os paraquedistas do Google me adicionarem no MSN pra perguntar justamente isso, posso dar o link desse texto e voltar aos meus filmes pornográficos.

Aqui estão as Top 11 Diferenças entre o Brasil e o Canadá. Era pra ser um Top 5 originalmente, mas as idéias continuaram vindo e a lista ficou maior. O que é entendível, afinal, foi ingenuidade da minha parte pensar que houvesse apenas cinco coisas nos separando do padrão de vida canadense.

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Ainda sobre pilantragem…

Escrito por Kid on Apr 22, 2008

Se alguém te perguntasse qual a característica mais marcante da raça humana, o que você responderia? O nosso intelecto? Nossa capacidade de compaixão? As maravilhas da engenharia moderna? Nossa habildade de nos comunicar vocalmente? Nosso sucesso em nos organizar em grupos?

Passou longe. A característica que mais define o ser humano é que todos nós, em um momento ou outro, nos ocupamos imaginando o que faríamos se fôssemos os donos de uma fortuna de milhões de dólares.

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Criança No More

Escrito por Kid on Apr 20, 2008

Apesar da data mais antiga que você vê nos históricos do HBD, este blog é mais velho que isso. Não este que você vê agora, obviamente. Mas a “marca” Hoje é um Bom Dia existia muito antes - desde janeiro 2002, pra ser mais específico.

Naquela época, eu havia acabado de completar o ensino médio, e estava agonizando o resultado do meu primeiro vestibular. Sempre fui o palhaço da turma, e tais obrigações ocupavam muito meu tempo, de forma que eu não era exatamente um aluno exemplar. Estudar pra mim não era relegado nem mesmo pras vésperas de prova; eu fazia todas elas numa filosofia de “ou eu nasci sabendo isso aqui, ou eu não sei. Se for o caso, não me darei ao trabalho de aprender”. Inacreditavelmente, eu me graduei não apenas do ensino médio, mas também passei no meu primeiro vestibular de uma faculdade federal.

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Não consegui resistir

Escrito por Kid on Apr 19, 2008

Tava no Walmart com a mulé comprando bobagens para o apartamento e vi isso aí. Não consegui resistir. Na Toys R Us eles têm o Iron Monger e o Iron Man Mark I, vou comprar assim que passar no shopping (talvez amanhã mesmo).

Desculpem a demora em atualizar o site, negada. Tive um fim de semana corridaço (quinta e sexta são o meu fim de semana), mas amanhã do trampo mesmo estarei terminando um post DAQUELES pra vocês. Se eu tiver tempo o bastante, posto amanhã mesmo. Meu objetivo pessoal de agora em diante é atualizar o HBD a cada dois dias mais ou menos. E com menos posts encheção de linguiça como este. Amanhã vocês terão um texto de verdade.

E aí vai a dica do assunto - é um post que eu prometi há MUITO tempo.


A arte da pilantragem

Escrito por Kid on Apr 13, 2008

Meu pai sempre trabalhou com computadores (o que explica minha exposição precoce e subsequente vício em computadores), e o mesmo valia pros colegas de trabalho dele. Meus primeiros jogos de computador chegaram a mim por intermédio de um desses colegas de trabalho do meu velho, o “tio Monte”.

Tio Monte - que obviamente não era meu tio - era um gordinho muito brincalhão que, se lembro bem, conhecia meu pai desde os tempos do colegial. Ele tinha altos contatos com indivíduos que tinham acesso às (na época) raras gravadoras de CD, e naquela época primordial a pirataria já começava a dar os primeiros passos que um dia dominariam a internet. Tio Monte costumava descolar através de seus contatos semi-criminosos diversos “jogos completos”, que acabavam indo chegar lá em casa. Essa aspas aí indicam uma distinção clássica daquele período.

Como a internet ainda não era popular, a única fonte de jogos na época eram as revistas de CD ROM, tal qual a prestigiosa Revista do CD ROM®. Nos tempos mais recentes essas publicações começaram a veicular jogos completos, mas na minha época tudo o que tínhamos eram versões shareware/demo dos nossos jogos favoritos. Era relativamente raro naquela época (estou me referindo aos meados de 1996, 1997) conhecer alguém que tivesse em seu poder um “jogo completo”, a não ser aqueles que costumavam vir com nossos kits multimídia. Uma geração inteira conheceu e se tornou fãs dos adventures point n click clássicos da Lucas Arts graças às suas Sound Blasters 16x.

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Atualizações gerais

Escrito por Kid on Apr 12, 2008

Aê, turminha bonita! Fiquei feliz com o feedback dos últimos posts. A partir das estatísticas do HBD, que pregam que aproximadamente mil vagabundos diferentes lêem esse site todos os dias, eu calculo que uma porcentagem minúscula de vocês gosta de se pronunciar aí na janelinha de comentários. Geralmente, menos de 5% de vocês deixa algum tipo de mensagem aí pra mim. Não sei se é apenas por preguiça, ou por crença de que eu nem notarei o seu comentário entre tantas outras dezenas. Confie em mim, eu leio cada comentário postado nesse blog com carinho. E se eu não tenho preguiça de elaborar esses textos, você não deveria ter preguiça de explicar em uma ou duas linhas se adorou ou odiou o texto.

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Pagador.com.br

Escrito por Kid on Apr 9, 2008

Amiguinhos blogueiros: Se vocês puderem citar este texto brevemente, só pra dar mais visibilidade à situação, eu agradeceria demais. Empresas só param de foder consumidores quando a gente põe a boca no trombone. Me ajudem a tornar esse caso conhecido.

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O logo do Flickr diz que ele nos ama. Nem peço amor - se eles tiverem consideração o suficiente pra ler este texto e resolver o problema, estarei imensamente satisfeito.

Meu drama é o seguinte. Como o limite do Flickr gratuito é 200 fotos, resolvi comprar uma conta Pro do serviço. Como minha conta no Flickr foi criada com um email .com.br (da época que eu ainda morava no Brasil), o Flickr me identifica como usuário brasileiro e tenta me “ajudar” oferecendo os serviços de uma empresa nacional de manejamento de cobrança online, o desconhecido e meio suspeito Pagador.

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Trust me, I’m a doctor

Escrito por Kid on Apr 7, 2008

Quando eu era moleque, eu sempre dizia que queria ser “um cientista” quando adultos me perguntavam o que eu queria ser quando crescesse. Não importava que ramo científico eu praticaria. “Um cientista, tia!”.

Ora, mas que tipo de ciência? Astronomia? Bioquímica? Herpetologia (que, por algum estranho mistério, é a ciência das cobras e sapos e lagartos, e não da herpes)? Eu não sabia. Meu contato com a “ciência” se resumia a filmes em que um sujeito com óculos e um jaleco branco explicava alguma situação usando termos bem científicos e importantes como “exponencialmente” ou “microorganismos” ou “nitroglicerina”. Aí o mocinho reclama dos termos complicados e o cientista explica de forma mais simples - “Vamos todos morrer a menos que você faça X”. Aí ele vai, faz, ninguém morre e o filme acaba.

Eu queria ser aquele cara. Eu queria trabalhar num laboratório, usar um microscópio, saber palavras importantes e explicar coisas complicadas pros outros. Afinal, eu já usava óculos mesmo, obviamente o resto devia ser mais fácil (estudar algum ramo científico por dez anos e arrumar emprego numa empresa relacionada ao meu ramo de estudo).

Ontem, eu decidi que queria ser outra coisa - Um paramédico. Assim, eu poderia prestar melhor socorro à minha namorada, que quase quebrou o pescoço por minha causa.

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Mais arrumação

Escrito por Kid on Apr 4, 2008

Finalmente cansei da aparência lamentável que aquela minha mesa do computador proporcionava ao resto do quarto. A parada simplesmente não harmonizava com os outros móveis, e pra completar o estado constante de bagunça graças à falta de gavetas tornava a limpeza complicada. Pra espanar a mesa, uma atividade que geralmente demora menos de 5 minutos, me ocupava o triplo disso já que eu tinha que remover todos os badulaques da mesa, espana-los, depois espanar a mesa, depois retornar tudo à posição original.

A mesa que vocês conheceram no post anterior estava em seu melhor estado de arrumação. A aparência natural dela era na verdade essa:


Tá vendo a putaria? Caixas, gadgets, carregadores, etc e o caralho. Totalmente asquerosa. Literalmente revoltante.

Contrariando minha missão de economizar dinheiro essa semana pra comprar action figures do Iron Man (que acabaram de sair, graças ao filme, e em breve enfeitarão a mesa do meu PC), me dirigi à loja de artigos computadorísticos mais próxima e, após uma hora de seleção cuidadosa, voltei pra casa com isso aí:


Claro que não veio montadinha, né. A parada veio em cinquenta mil pedacinhos diferentes, cada um nomeado com um algarismo ou letra - ou ambos -, de forma que ler o manual (”encaixe a presilha A1 à traquina X4, em seguida cole a repimboca H7 à manivela B3″) é como se eu estivesse jogando uma frustrante partida de Batalha Naval comigo mesmo. E perdendo.

Uma das coisas que mais sinto falta de morar com minha família é que a montagem desse artigos sempre recai sobre o patriarca da casa, o que me livrava da encheção de saco que é montar móveis recém-comprados. Meu pai montava essas merdas alegremente pra mim, enquanto eu ia assistir TV ou coisa parecida. Por ser o homem da casa agora, se eu não me volutariar pra tarefa, eu não teria mesinhas de centro ou stand de TV, teria caixas da Ikea empilhadas na sala.