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Sacanagens Domésticas



Escrito por Kid em Jun 3, 2008

Morar com nossos pais, a partir da chegada da adolescência, começa a se tornar uma porcaria.

É nessa época que o tradicional espírito de inconformação e de revolta contra imagens de autoridade começa a dar as caras, provocando em tantos lares aqueles confrontos totalmente desnecessários com as figuras paternas. E estes, que por algum motivo estranho recebem o fenômeno com surpresa (como se a insubordinação adolescente fosse algum tipo de evento inédito), respondem à revolta juvenil reforçando sua autoridade numa fútil tentativa de manter as rédeas da família. “Mostrar quem é que manda”, como se diz popularmente, com o sufixo “…nesta porra” geralmente adicionado.

O resultado desse atrito entre pais atingindo a meia idade e filhos chegando à puberdade é uma desagradável guerra fria dentro da sua própria casa - um lado testando os limites do outro, gradualmente aumentando as provocações/punicões, vendo até onde pode antagonizar a outra pessoa até que ela finalmente exploda e retalie arranhando os CDs do Roberto Carlos de um, ou “acidentalmente” atropelando o cachorro do outro. Sim, eu acidentalmente dei ré e passei por cima do cachorro de novo oito vezes, filho.

Na minha casa, o maior motivo das confusões era a minha preguiça e aparente recusa em colaborar com os afazeres domésticos. Me faltava iniciativa pra limpar a casa por conta própria, e eu só fazia isso se fosse diretamente comandado (múltiplas vezes) a executar a tarefa. E, quando finalmente fazia o que me era pedido, fazia da forma mais preguiçosa e desleixada possível, garantindo que alguma outra pessoa teria que refazer a tarefa ao mesmo tempo que resmungava a respeito da minha inutilidade.

Atire a primeira pedra quem não passou os últimos três anos da sua adolescência emulando esse exato comportamento.   

Meu pai, compreensivelmente, ficava putíssimo com a minha vagabundagem, mas ele levou minha preguiça como indício de uma malícia maior - ele interpretava meu desleixo como uma declaração oficial de guerra, como se eu estivesse propositalmente ignorando as responsabilidades domésticas para provocá-lo de forma sutil. Ele estava determinado a crer que minha atitude era uma sofisticada tática de guerrilha psicológica que tinha como propósito deixá-lo louco. Louça suja na pia, camiseta no meio da sala, meias sujas abandonadas na escada, DVDs esquecidos embaixo da mesa de centro e por aí vai. Tudo calculado pra provocá-lo, ele pensava.   

Realmente não era o caso. Eu tinha apenas preguiça demais de organizar minha própria bagunça, e em alguns casos se tratava até mesmo de uma espécia de cegueira seletiva não-voluntária - é como se eu nem visse a bagunça.   

Independente de como eu tentava explicar que meu desinteresse nas tarefas era idôneo, meu pai havia se convencido religiosamente que a minha missão era causar sua raiva. Nem Jesus Cristo em pessoa poderia convence-lo do contrário, nem que usasse todo seu repertório de mágicas.

Hoje, por ter me tornado o “chefe figurativo” do novo lar (sou o homem mais velho da casa, detentor do salário mais alto, e como toda figura paterna durmo no maior quarto da casa e jamais admito estar errado), é como se eu tivesse herdado do meu pai o anseio por manter a casa em ordem. Agora entendo por que meu pai sentia tanta fúria ao chegar do trabalho e encontrar nossa casa em estado de completa desordem.

Meu quarto, por exemplo, era um cenário de perene baderna. É como se aquele cômodo, no momento em que me mudei pra ele, tivesse se tornado preso no estado quântico de maior entropia possível.  

Pros não-nerds, eu traduzo: meu quarto parecia ter presenciado a explosão de uma bomba cheia de roupas. Era uma lástima; e só agora isso me incomoda o bastante pra fazer algo a respeito. Já cheguei em certas ocasiões a arrumar a casa inteira, sozinho (varrer o chão/aspirar o carpete/passar pano no piso da cozinha/espanar os móveis), logo após chegar em casa do trabalho às 11 da noite, cansado, com fome e ainda de paletó e gravata.

E agora, consigo entender porque meu pai se chateava tanto tentando manter a casa em um estado mínimo de organização enquanto alguém parece chegar em casa disposto a pegar cada item da casa que não esteja colado ao chão ou parafusado à parede, e colocá-lo a dez metros de distância da posição inicial.

Aqui está a lista com os mais odiosos desleixes caseiros acontecem por aí. Seja honesto e admita - quantos desses você cometeu hoje?

Toalha Molhada

Você conhece a cena. Tu acabou de chegar do trabalho, e está cansado porém animadíssimo pra finalmente jogar a cópia de GTA 4 que você precisou esperar numa fila por quase duas horas pra comprar. Sapatos removidos através de inércia (você conhece a técnica - um poderoso semi-chute interrompido bruscamente, transferindo a energia cinética através da sua perna até o sapato, que sai voando e acerta o cachorro), gravata afrouxada, paletó precariamente pendurado na maçaneta da porta e testículos meticulosamente coçados - primeiro o direito, no hemisfério inferior, depois o esquerdo, finalizando com um rápido porém eficiente remanejo dos seus aparelhos dentro da cueca. A cheiradinha da mão, pra averiguar a condição aromática testicular (e assim poder decidir com precisão cirúrgica quando o próximo banho é necessário), é passo opcional.

Organização genital é uma técnica tal qual a migração dos pássaros - ninguém precisa nos ensinar o procedimento, está no nosso sangue.

E assim como a migração sazonal das aves, é um instinto essencial pra nossa sobrevivência. Por que você acha que TODOS os homens organizam suas bolas? Porque os que não exibiam essa característica não viveram tempo o bastante pra deixar descendentes. O comportamento mais bem adaptado ao ambiente é que acabou se tornando predominante graças à herança hereditária. Seleção natural, fio. IT’S SÁIENSE.

Após o breve ritual de reajuste testicular, você está oficialmente com o resto do dia livre. A namorada está trabalhando, seu irmão desapareceu a duas semanas, seu telefone foi cortado por falta de pagamento e os inconvenientes mórmons que rondavam sua vizinhança foram recentemente empurrados na frente de um trem em movimento por membros da gangue religiosa rival, os Testemunhas de Jeová. Uma tarde inteira de crimes virtuais te espera e ninguém te interromperá por horas.

Mas espere. O que é isso? Alguém jogou uma toalha molhada em cima da sua cama. Seu dia está arruinado e nenhum joguinho eletrônico melhorará seu humor.

Toalhas, como todos sabemos, tem a estranha propriedade de absorver seu mau odor, a despeito do paradoxal fato de que você acabou de tomar banho antes de usá-la. Essa misteriosa propriedade das toalhas (desenvolver uma poderosa nhaca apesar de que só a usamos após estarmos limpos) é potecializada caso você embrulhe-a enquanto ela está molhada e a deixe jogada por aí, fermentando em sua catinga. O pútrido aroma acaba permeando cada milímetro cúbico do ambiente, preenchendo o coração da testemunha do crime com puro ódio que só poderia ser amenizado por intermédio de jogar o culpado dentro de um forno industrial daqueles que se usam pra moldar vidro.

Devo ser sincero - aqui em casa, sou o principal responsável por esse vacilo. Mas desenvolvi uma forma eficiente de desviar da bronca da namorada: quando ela começa a reclamar da toalha, finjo que não sei falar inglês.

Garrafa dágua vazia

Esta é ainda mais insidiosa que a toalha em cima da cama, e já aconteceu com todo mundo aqui ao menos cinquenta vezes na semana passada.

Você acabou de chegar em casa após correr dez quilômetros ao sol do meio dia tentando escapar dos “homi” (para os não-malandros, “os homi” significa nada mais senão a respeitada corporação policial). Seus olhos ardem por causa do suor acumulado nas sobrancelhas. Sua boca está ressecada e você está até meio tonto, tamanha é a sua sede.

Você se dirige à geladeira. Ao abrir a porta do eletrodoméstico, você é recepcionado com uma refrescante baforada de ar gelado. Você começa a relaxar, ao mesmo tempo que decide que o Capitão Planeta estava errado, e que o crime compensa sim - contanto que sua mira seja relativamente boa, isso é.

Infelizmente sua alegria durará pouco, pois em alguns segundos você descobrirá que a garrafa está vazia. Não apenas essa que você pegou, mas todas as outras também.

E como sabemos que não acontece evaporação dentro de uma geladeira, não há mistério sobre a situação: algum filho da puta chegou à garrafa antes que você, e consumiu todo o líquido antes que você pudesse ter a chance. Você não pode provar isso, mas dá quase pra imaginar o desgraçado fazendo isso propositalmente enquanto ri da sua decepção dali a alguns momentos quando chegar à geladeira.

A parte realmente revoltante deste cenário é o fato de que o indivíduo que teve acesso à geladeira antes que você simplesmente não teve o menor interesse em reabastecer a garrafa. Ele esvaziou-a e, tendo saciado a própria sede, decidiu que os outros habitantes da casa não merecem a conveniência de encontrar água gelada no momento em que precisam dela. Encontrar uma garrafa vazia na geladeira é como se o sujeito estivesse dizendo “Tá com sede? FODA-SE se você está com sede; quero mais é que você se engasgue em uma piroca e morra ainda hoje”.

Em matéria de comunicação não-verbal, deixar uma garrafa vazia na geladeira é sem dúvida o melhor método de passar uma longa mensagem com um único gesto de omissão egoísta.

Uma variação dessa prática é não reabastecer as forminhas de gelo no congelador, o que é exponencialmente pior. Falta de água gelada pode ser contornada com cubos de gelo, mas e a falta de cubos de gelo? Assim como a morte e o pagamento de impostos, falta de gelo é um problema que não pode ser resolvido a não ser através do uso de magia negra.

O que trás um importante questionamento - poderia o MacGyver resolver esse problema? Depende - quantos clipes de papel ele tem a disposição? Geralmente um é suficiente pra que o herói resolva qualquer situação, mas como você pode ver o problema da falta de cubos de gelo é realmente bastante complicado.

Não re-encher garrafas dágua é um dos maiores ataques disfarçados na arte da guerrilha doméstica.

Papel higiênico esgotado

Todo mundo já passou por essa - você senta-se à privada, apanha sua revista noticiosa favorita e, ao mesmo tempo que lê aquelas colunas meio chatas que você nunca lê em outras situações, tu conduz seus assuntos intestinais sem perceber a falta do papel higiênico até que seja tarde demais.

Os dedos encontram o rolo vazio com total descrença. Dizem que o primeiro estágio psicológico que segue uma grande desgraça é a Fase da Negação, quando o infeliz não consegue (ou se recusa a) acreditar na tragédia que está acontecendo. Freud deve ter inventado essa após ser traumatizado por uma potente feijoada.

Você dá aquela girada no rolo, não querendo aceitar a realidade. E não, aqueles fiapinhos de papel ainda colados ao rolo não servirão. E pouco a pouco a situação se torna mais clara.

O desgraçado que usou o banheiro antes de você esgotou todo o papel. E pior que isso, ele deixou você abandonado à própria sorte, tendo que contemplar a idéia de tomar um banho prematuro ou destruir as próprias cuecas pra escapar da situação.

Poucos outros objetos no banheiro poderiam oferecer ajuda nesse momento. Escovas de dentes? Apesar de ser uma idéia tentadora (ela serviria como solução E vingança ao mesmo tempo), a superfície de contato é pequena demais e você arrisca entrar em contato direto com a massa fecal.

Sabonete? Coeficiente de atrito desconsiderável, impossível alcançar tração suficiente.

Toalhas de mão? Se desfazer da arma do crime é complicado, já que uma toalha não desceria pela descarga e nenhuma quantidade de esguichos de Bom Ar seria capaz de camuflar o distinto odor de uma toalha de mão completamente folheada a bosta. Você teria que cruzar a casa inteira com uma toalha cagada a tiracolo, e ainda assim, onde você a jogaria? Na lixeira da cozinha?

Ou você toma um banho, ou usa as cuecas. Não há meio termo. E quando você finalmente decide usar as próprias cuecas, é como aquele momento nos filmes de guerra em que as circunstâncias obrigam o grupo a deixar alguém pra trás - você sente um misto de tristeza e vontade ainda maior de extrair vingança.

Tal sabotagem é uma das mais danosas aos relacionamentos domésticos, já que sua eficácia depende justamente de explorar a vítima em seu momento mais frágil - mais especificamente, quando o sujeito está todo cagado e humilhantemente dependente de ajuda exterior.

Esse tipo de oportunismo não é esquecido ou perdoado facilmente. A utilização desta manobra deve ser considerada análoga à de uma bomba atômica - utilize apenas quando todos os meios diplomáticos já foram tentados, e apenas se você puder lidar com a possível retaliação.

A preparação da armadilha exige um pouco mais de cuidado, também. Você deverá ir ao banheiro pra um relaxante Número Dois (obrigado, cultura norte-americana) e calcular seu uso do papel cuidadosamente. A idéia é usar todo o papel e terminar de se limpar ao mesmo tempo, deixando para trás nada além do rolo de cartolina. Essa seria a execução perfeita - falta de sincronia te obrigará a substituir o rolo no meio da cagada, estragando o plano.

Essa sacanagem é uma das mais versáteis e não se limita ao território doméstico - você pode executa-la em locais públicos, como bibliotecas e lojas de departamento. Esse tipo de ambiente provoca uma situação muito mais desesperante do que em seu próprio domicílio, afinal, em casa na pior das hipóteses você pode abandonar a convencionalidade e simplesmente pular no chuveiro. Em território inimigo, a única solução são suas cuecas.

Obviamente, quando nos vemos forçados a soltar o barro em locais não-familiares, bom senso dita que a checagem de papel antes do serviço é primordial; ela faz toda a diferença entre entrar e sair do banheiro com rapidez e praticidade, e se ver preso ao local à mercê da ajuda de estranhos. Entretanto, todos sabemos que bom senso não é uma capacidade mental compartilhada pela maioria da população. Uma quantidade considerável de infelizes cai nesse truque diariamente fora do seus domínios, o que tráz uma importante lição sobre prestar atenção no ambiente ao seu redor.

Molhar o banheiro inteiro após um banho

Passei minha infância inteira ouvindo duas frases várias vezes por dia - “moleque, desliga essa porra de videogame e vai estudar!” e “quem foi o infeliz que melecou a porra do banheiro inteiro?”.

Por motivos que não consigo explicar, tenho um problema em ficar dentro do banheiro por tempo suficiente pra secar meu corpo de maneira eficiente. Eu suspeito que tem algo a ver com o fato de que quando criança, eu abominava a necessidade de tomar banhos. Por isso, o ato de lavar-se parecia uma supérflua perda de tempo. A única maneira de neutralizar o prejuízo do tempo perdido no chuveiro era não passar nem mais um segundo dentro do box. Se enxugar? A próxima roupa que eu vou vestir cuidará disso.

Por causa disso, após cada banho meu, o banheiro parecia ter sido o palco onde um grupo de oito crianças pré-escolares havia brincado de guerra com balões dágua por cinco horas initerruptas.

Por mais que minha mulher tente me catequizar pra abandonar essa prática, por mais que ela tente me convencer que os dez segundos adicionais dispensados ao ato de se enxugar dentro do box não serão tempo perdido em vão, esse é um daqueles hábitos que eu jamais abandonarei. Ela que se acostume a entrar no banheiro se apoiando firmemente nas paredes.

Peidar na cara de seus roommates

Ok, eu sei o que você está pensando. “Quide, ó Quide, gênio das artes nerds e ícone de virilidade”, você falou, “como é que você convenceria alguém de que uma flatulência expelida diretamente contra a face de alguém é um ato idôneo?”

Sua indagação tem embasamento. Considere por exemplo a situação comum em que o ataque acontece: seu irmão/namorada/amigo de trabalho está esparramado no seu sofá, assistindo alguma porcaria na televisão. Você está sentado do lado dele. De repente, tu sente o incômodo estomacal que antecede uma perturbação intestinal. Acessando uma parte do seu cérebro que só realmente presta pra fazer o que não presta, você faz um rápido cálculo mental e chega à conclusão que o ETA do peido é T minus 10 segundos.

Duas opções são apresentadas ao seu cérebro - levantar a perna, facilitando a ejeção do material gasoso de forma não ofender (muito) o nariz do companheiro, ou posicionar-se diante do infeliz e enfiar o peido na fuça dele de forma que todos os centímetros cúbicos de ar ao seu redor adquiram o odor e textura do feijão que você comeu há poucas horas?

Poisé. Você arruma um pretexto pra levantar do sofá (”opa, vou ali checar meus scraps e já volto!”) e BLLRRRGGH, solta um sonoro peido a poucos centímetros de distância do rosto do sujeito. Se o indivíduo teve o azar de ter aberto a boca pra bocejar naquele instante, a sua leve brincadeira pode ser elevada a crime contra a humanidade, sujeita a condenação pelos magistrados de Geneva.

E caso você faça isso, é praticamente impossível convencer a vítima de que o que acabou de acontecer foi um acidente. Todas as pessoas desse planeta sabem que a sincronia necessária pra depositar um peido diretamente nas narinas de outra pessoa jamais poderia acontecer por acaso; o alinhamento quase eclíptico do cu com a cara não acontece espontaneamente. Não há como peidar “não intencionalmente” na cara de alguém.

Mas você não precisa de uma desculpa. É isso que ele merece por não encher as garrafas dágua.

173 comentários »

Renan:

primeiro

June 3rd, 2008 | 11:29 pm

Primeiro

June 3rd, 2008 | 11:29 pm
Renan:

HAEUAHEAUEHUAEHAE

June 3rd, 2008 | 11:29 pm
Kid:

PRIMEIRÃO, SEUS CORNOS DE BOSTA

June 3rd, 2008 | 11:30 pm
Kid:

Ahhh, QUARTO? Tomar no cu :/

June 3rd, 2008 | 11:30 pm
CCC:

kid viado não postou o hbdcast
vai morrer de tanta pica no cu esse fdp

June 3rd, 2008 | 11:31 pm
Renan:

A cheiradinha da mão, pra averiguar a condição aromática testicular (e assim poder decidir com precisão cirúrgia quando o próximo banho é necessário), é passo opcional.

Acho que seria precisão CIRÚRGICA.

June 3rd, 2008 | 11:32 pm
Renan:

Quer um abraço Kid? :\
UEAHAUIEAEAE

June 3rd, 2008 | 11:35 pm
Kid:

@Renan

Corrigido. Valeu!

June 3rd, 2008 | 11:35 pm
amauri:

Saudações, Kid!
Apenas um toque, no começo do seu texto há uma palavra que está errada, onde deveria ser “sufixo”, está “sulfixo”. Só isso. Sucesso pra vc!

June 3rd, 2008 | 11:35 pm
Renan:

Pelo que eu vi no teu vídeo resenhando o Touch, tu ‘escreve’ muito rapido na bagassa, deve ser isso. ‘-’

June 3rd, 2008 | 11:38 pm

VÃO CAGAR venho na velocidade da luz e vejo 321983721893721 comentários

tá vou ler

June 3rd, 2008 | 11:43 pm
Valmir:

Fiquei nem entre os 10, essa internet 3G, aqui em Fortaleza, 3g só no nome.

June 3rd, 2008 | 11:51 pm
conrado:

uaheuaheuae, porra, esse paragrafo da toalha molhada eu morri de rir :P

ah, acho q encontrei outro erro tambem: “…meu pai havia se convencido religiosamente que a minga missão era causar…”

minga -> minha

June 3rd, 2008 | 11:53 pm
Kid:

Errinhos de digitação corrigidos. Digitar com muita pressa no ipod dá nisso mesmo :/

June 3rd, 2008 | 11:57 pm
tiago:

“…Mas desenvolvi uma forma eficiente de desviar da bronca da namorada: quando ela começa a reclamar da toalha, finjo que não sei falar inglês.”

hahahahahaha
cara, ha tempos nao ria tanto aqui

June 3rd, 2008 | 11:58 pm

texto cansativo.. depois dessa vou dormir =)

June 4th, 2008 | 12:06 am

Ah, guerrilha familiar, como não presenciar? Essa da garrafa d’água é a pior de todas pra mim, e essa história de banheiro molhado… bom, no banheiro do meu quarto não tem sequer box, então fazer o quê?

Mas, sinceramente, as poucas vezes em que me senti compelido a sair arrumando coisas eu estava entorpecido de alguma forma — stress, cansaço ou álcool, mesmo. Sem exceções.

E, último comentário:

“Toalhas, como todos sabemos, tem a estranha propriedade de absorver seu mau odor, a despeito do paradoxal fato de que você acabou de tomar banho antes de usá-la”

Eis o porque eu nunca entendo como meu irmão consegue usar, 5 dias por semana, a mesma toalha secada dentro do quarto. O negócio deve ter um cheiro bisonho…

June 4th, 2008 | 12:14 am
Valmir:

A da garrafa vazia aqui em casa era sagrado, eu quase sempre deixava vazia e dentro da geladeira. Poderia pelo menos ter a consciência de deixar a garrafa fora, mas nem isso. Até que minha mãe comprou esses filtros com água gelada e acabou a graça.

June 4th, 2008 | 12:17 am
caio:

Primeiro.

June 4th, 2008 | 12:18 am
guifig:

Eu ri.

Kid, já ouviu “Zero Punctuation”? A parte do “Quide, ó Quide, gênio das artes nerds e ícone de virilidade” me lembrou MUITO ele :P

http://www.escapistmagazine.com/videos/view/zero-punctuation

June 4th, 2008 | 12:20 am
Hikaru:

ow kid, é so comprar aqueles galoes de 20 litros de agua :3

June 4th, 2008 | 12:39 am
guifig:

@Hikaru

Não sei se no Canadá também, mas nos EUA a maioria dos americanos toma água da torneira mesmo.. então seria um gasto de dinheiro que poderia ser evitado..

June 4th, 2008 | 12:47 am

“…Mas desenvolvi uma forma eficiente de desviar da bronca da namorada: quando ela começa a reclamar da toalha, finjo que não sei falar inglês.”

maldade da porra viu. auhuahuahuahhaa

a historia da toalha é fods.
todo mundo faz isso..

June 4th, 2008 | 12:47 am
Luiz Felipe:

hahahahahaa

Eu ri

e alto.

June 4th, 2008 | 12:52 am
Kayaphas:

caraaalho q texto gigante! to vendo q não vou trabalhar amanhã =D

June 4th, 2008 | 12:55 am
max171:

porra quide, muito bom. muito bom.
Ri demais cara.
Essa do peido é escrota, é tipo o super ultra mega OWNED.

June 4th, 2008 | 1:00 am
kbça:

Belíssimo, belíssimo post.

Táticas de guerrilha doméstica rende um livro cara, ainda mais nessa onda de fazer livros ensinando às crianças brincadeiras oldschool, bem humorados e o cacete.

Go for it!

June 4th, 2008 | 1:01 am

Não sei se é feitio de toda geladeira FrostFree, mas a minha “sublima” os cubos de gelo se eu passo mais de 3 semanas sem usa-los, e frequentemente eu preciso encher as formas novamente.

Um ítem doméstico que também dá muita merda é “Colocar o lixo pra fora”

June 4th, 2008 | 1:35 am
Raid:

Muito bom o texto mas vou apontar alguns leves erros tbm. Um é que não foi o Freud que inventou esses estágios mas uma mulher e o outro é que a tradução da cidade suíça para o português fica Genebra. Só isso.

June 4th, 2008 | 1:47 am

kid. porque tu nao escreve um livro com essas insanidades? te garanto que eu compro :P acho que seria um best seller
HAHAHA :)

June 4th, 2008 | 1:50 am

Peidar na cara creio que nunca fiz (a única vez que fiz foi com minha cadela uahuahuha e foi hilário, pq ela ficou espirrando e fazendo caretas hahahaha)
mas toalha molhada (na própria cama, jumento), garrafa vazia na geladeira (agora temos filtro de água refrigerado), deixar a roupa que tirou antes do banho largada no banheiro, o banheiro após o meu banho parecia ter sido resgatado de um casebre simples e humilde… em ATLÂNTIDA, mas agora temos box. Aqui em casa tem outras como usar a “faca errada”, ou não saber qual interruptor apaga qual luz, enfim… dezenas de outras coisas.

Enfim… coisas que eu também cobrarei na minha casa (não a da faca, ou a do interruptor, ou tantas outras, mas enfim)

auhauhuhauhauh

post muito bom kid…
aguardando HBDCAST #3

Flw

June 4th, 2008 | 2:24 am
Wanderson:

PRIMEEEEEEEEIROOOOOOOOOO

June 4th, 2008 | 2:34 am
Hobbes:

Deu vontade de arrumar uma namorada gringa só pra usar essa tatica de desvenciliação quando for necessário… grande tecnica!

June 4th, 2008 | 2:43 am
Crístian Viana:

muuuuuuuuuito bom! :D

June 4th, 2008 | 2:49 am

Ai Kid valeu pelo ataque de risos!

June 4th, 2008 | 3:06 am

Mes novo, top vagabundos novo…

pois eh… esquei do “tirar o lixo”, do lavar a louça, limpar a casa… uhauhauhauhua

eh tanta coisa pra lembrar uhauhuhauhuhauhauha

June 4th, 2008 | 3:49 am

É tão injusto isso…

afinal oq nossos pais tem pra lembrar além das contas que manterão a casa com água, luz, comida, telefone, tv a cabo, banda larga. manterão tambem seu transporte, sua escola, suas baladas… e tirando tambem as coisas importantes de seus respectivos empregos que poderiam fazer eles simplesmente serem despedidos… tirando isso… oq sobra pra eles ter qeu se lembrar???

NADA!!!

puta mundo injusto!!! =/

ahuuauauhauauha =]

June 4th, 2008 | 3:57 am
Gustavo Cardial:

“quando ela começa a reclamar da toalha, finjo que não sei falar inglês.”

HUAHUAHUAHUHUA!!

June 4th, 2008 | 4:02 am

huahuhuahauhauahuauah o do “finjo que não sei falar inglês.” foi simplesmente hiláááááááááária uhauahuhauahuaauh… rachei o bico (mais engraçado ainda ficaria se ele falasse q naum sabe falar ingles em algum idioma q ele tbm naum fale… por exemplo russo (eu acho). eu acho que vale a pena aprender sorry, i don’t speak english em russo só pra ter o gostinho uahhuauhauhuhauhauha)

simplesmente hilário

June 4th, 2008 | 4:17 am

Mais um dos melhores posts de todos os tempos. Nossa, ri *muito*.

[]

June 4th, 2008 | 5:03 am

HIUAHSUIHA
Depois dessa, vou me segurar pra não largar mais a toalha em cima da cama…

Você esqueceu de citar a tampa da privada levantada, essa é péssima também.

June 4th, 2008 | 6:50 am
Mateus:

Espetacular. Todos já aconteceram comigo quando morava sozinho, e o pior é que não tinha nem quem culpar…

June 4th, 2008 | 7:27 am
Mateus:

BTW, tampa da privada levantada não é horrível - é regra em casa de homem! Tampa abaixada não serve pra nada! ^^

June 4th, 2008 | 7:28 am
Fabiane:

Eu aprimorei a técnica de deixar as janelas do banheiro fechadas pós-banho quente. O próximo a entrar se depara com uam sauna atômica com agradável odor toalha molhada . 10²³

June 4th, 2008 | 10:03 am
Fabiane:

A tampa ddo vaso levantada é a estratégia de vingança que desenvolveram contra mim. Eu acho nojeeennntoo parece que o banheiro é um terminal de esgoto quando na verdade é apenas um empacotador e necessita upload.

Me agride profundamente a tampa levantada e já terminei pelo menos 5 namoros por causa disso além desse ter sido o motivo nº 1 para sair de casa e ir ver minha vida.

Os levantadores de tampa de vaso merecem ser torturados pelo imenso dano psicológico que causam as suas vítimas. Ou terem uma privada aberta cheia de bosta do lado de suas camas.

June 4th, 2008 | 10:08 am
M:

Realmente a toalha em cima da cama embolada é medonha, principalmente depois que além do cheiro, a sua cama fica molhada, por conta da toalha que meticulosamente as pessoas jogam extatamente no local que você dorme.

June 4th, 2008 | 10:10 am

ótimo post, parabens kid me identifiquei muito com essas coisas, jah fui vitima e pratiquei muitos atos como esses citados =]

June 4th, 2008 | 10:20 am
M:

Será que as Patricinhas Intercambistas deixam suas toalhas em cima da cama também?

June 4th, 2008 | 10:27 am
patty:

o problema em casa é que tem o filtro de água e garrafa na geladeira… e as pessoas ainda têm a capacidade de deixar os DOIS sem água…

toalha molhada é de lei!! minha mãe já usou tds as táticas pra me convercer a não fazer mais isso (q os fungos q se criarão vão me devorar etc,) …sem sucesso…

June 4th, 2008 | 10:32 am

Muito bom texto Kid.

Devo reconhecer lendo isso que minha mãe depois de tantos anos de reclamação pode se sentir orgulhosa.
Desde os 16 anos eu não molho mais o banheiro (a não ser quando esqueço de levar a toalha, mas é raro). Também raramente esqueço a toalha molhada na cama.
A bronca é realmente a garrafa vazia… o pior que quem mais bebe água em casa sou eu (tenho alguns problemas com cálculos renais) aí nem tenho desculpa né? Tô vacilando mesmo…
O papel higiênico nunca falta, como eu também sou o mais cagão lá de casa, a falta dele me tornaria o maior prejudicado =P
O pior que ultimamente minha mãe anda comprando uns papéis higiênicos com desenhos de coelhinhos, e isso está me dando idéias musicais:
Cuelhinho se eu fosse como tu, perdia essa mania de limpar o meu… Cuelhinho… =P

June 4th, 2008 | 10:35 am
Leonardo:

Caralho mano, muito bom esse post! Ri muito aqui.

By the way, a cidade em português é Genebra, e não Genenva.

June 4th, 2008 | 10:46 am

Descobri que nao posso ler teu blog no serviço. é impossivel ler e manter o low profile. E leio e racho o bico - alto. todos estao me olhando com cara de “tava lendo merda na internet, né?”.

June 4th, 2008 | 11:14 am
Vinícius K-Max:

nem li

mas vou ler, ok?

June 4th, 2008 | 11:33 am

De vez em quando tenho pena da sua mulé… Sério, toalha molhada em cima da cama é pecado mortal.

June 4th, 2008 | 11:43 am
patty:

kid, tu conhece o site euconfesso.com.br??
pois bem, acabei de ler um relato de um anônimo sobre o dia q estava sem papael na empresa dele:

http://www.euconfesso.com.br?ID=2018008646

coitado…

June 4th, 2008 | 11:49 am

hahah kid se puxando nas hipérboles

“o banheiro parecia ter sido o palco onde um grupo de oito crianças pré-escolares havia brincado de guerra com balões dágua por cinco horas ininterruptas.”

cara, puxou assunto daonde não existia hauhauhauahuah vou aplicar isso pra vida o/

June 4th, 2008 | 11:52 am

Kid, táticas anti-guerrilha:

Toalha molhada: Passe a deixar suas cuecas no quarto, o ambiente fica absurdamente pior…

Garrafa Vazia: Esconda água na gaveta de verduras, lá no fundo, ninguém olha ali…

Papel Higiênico Esgotado: Sabia que o rolo de papel também é de papel? Exige uma certa técnica e um pouco de conhecimento em origami mas dá para dar uma limpada ao ponto de conseguir se levantar para ir buscar mais papel… o próximo nem o rolo vai ter…

Molhar o Banheiro: Havaianas atrás da porta…

Peidar na cara: Isso só na base da porrada mesmo…

June 4th, 2008 | 12:18 pm

Sobre peidar aprendi com uma mulher que se elas conseguem não fazê-lo para agradar aos homens nós também deveríamos desenvolver esta habilidade ninja.

June 4th, 2008 | 12:24 pm

“Garrafa d’ água vazia” é parente próximo da “Bandeja de gelo vazia” e igualmente irritante =P

June 4th, 2008 | 12:36 pm
César:

Porra, Quide! Foi um dos melhores textos humorísticos que já li tanto aqui no HBD quanto em qualquer outro lugar. Fazia tempo que não ria assim!

E é engraçado como falar sobre peido (e derivados) sempre faz alguém rir.

June 4th, 2008 | 12:37 pm
ianwlad:

uahuahuh mto bom Kid, demorou mas escreveu um post de qualidade hehe

abraços

June 4th, 2008 | 12:43 pm
Argus:

Bah, Kid, pior eu acho é chegar no quarto e ter UM MONTE de coisa em cima da tua cama. Divido o quarto com meu irmão de sete anos, e quando vou dormir, já bem tarde às sextas e sábados, minha cama virou depósito de roupas, controles de videogame, gameboys, DVDs, Lego e alimentos semi-comidos.

ÓDIO D:

Ótimo post.

June 4th, 2008 | 1:57 pm
Speed Racer:

Quide, na boa…

Melhor post dos últimos tempos. Ri MUITO aqui. Desde a ajeitada do saco até o peido na cara, passando por todo o resto.
Tava inspirado nesse, hein!

June 4th, 2008 | 2:52 pm

véio… Settlers ta arruinando minha vida social…

June 4th, 2008 | 2:59 pm
Kid:

@Speed Racer

Valeu cara. Um elogio vindo de você significa MUITO pra mim ;)

@Hulk

BEM VINDO À MINHA VIDA. Imagina a minha situação, tendo um Settlers portátil? Já joguei essa porra durante filmes, expediente, jantar com a namorada… :/

June 4th, 2008 | 3:06 pm

Put A Keep Are You!
Tenho pena das mulheres que lêem esse post.
Mas uma tática infalível para quando sua visão te enganar e você não perceber a falta de papel, é você estar certo de que não tem ninguém em casa, tirar de vez a calça e a cueca, e ir rapidamente saltitando para o local onde os outros rolos estão guardados. Mas cuidado! Tenha certesa da porta estar bem trancada, se não vai ficar meio … hmm …

June 4th, 2008 | 3:15 pm

Aqui em casa as garrafas d’gaua jah foram abolidas =P

mas mesmo assim os botijões de agua ainda são deixados secos sobre o bebedouro…

June 4th, 2008 | 3:18 pm
Dan:

Muito bom hahahahah :D

June 4th, 2008 | 3:29 pm
Gam:

JHADGha muito bom mesmo, mas faltou imagem xD

June 4th, 2008 | 3:51 pm
Daniele:

Ola Kid,

Conheço seu site faz uns 2 anos, mais ou menos. A princípio eu gostava de ler seus textos. Eram engraçados, abordavam coisas interessantes de maneira satírica e cômica…mas em um de seus inúmeros posts… abordou um tema X e dentro deste tema você desenvolveu uma frase muito infeliz ( que na época que eu estava mexeu REALMENTE comigo). Infelizmente não me lembro ao certo da frase, e não me dei o trabalho de ficar procurando pelo site. Mas enfim, depois deste ocorrido, abandonei a leitura do blog. Há alguns dias, não sei se por nostalgia ou por curiosidade, voltei ao seu site, e constatei que ela havia mudado de endereço. Dei uma lida em alguns posts, e a partir daí comecei a “xeretá-lo” mais frequentemente. Agora digo a você que seu site é um dos momentos que fazem eu rir um pouco no meu dia tão corrido e stressante. A parte NERD da coisa, confesso que não me interesso muito.

Seus textos são muito bons!!

“especificamente, quando o sujeito está todo cagado e humilhantemente dependente de ajuda exterior.”

ótimo eu diria!
haha

continue com este jeito maravilhoso de envolver o leitor.

Abraços!

Acho que há tempos eu não ria lendo um texto

June 4th, 2008 | 4:23 pm

Pessoal o Kid é gay!!
Essa mina q ele diz ser namorada dele é apenas uma amiga.
Quanto a ele morar no Canadá tudo isso nao passa de uma invenção…

Ey kid para de mentir!!!!

June 4th, 2008 | 5:05 pm

acho que deixar aquele último pedaço de papel higiênico no rolo, causando a sensação de “posso fazer o serviço sossegado” é ainda melhor..

quando a vítima resolver puxar o papel e perceber que não há nada além de um pedaço de 8×8 que não serve para nada além de limpar o toba usando a técnica do buraco no meio do papel já será tarde demais..

June 4th, 2008 | 5:28 pm

@tiranossauro
será que o kid me arruma o telefone dela?
E tipo, se ele num mora no Canadá ele deve assaltar a casas bahia todo fim de semana, porque pra ter tantos gadgets assim no brasil é foda. xD

June 4th, 2008 | 5:33 pm
Kid:

Puts, Tiranossauro descobriu toda a verdade! Tenho 15 anos, sou virgem e moro no interior de Tocantins.

June 4th, 2008 | 5:38 pm

sei lá… todo mundo comentando que riu demais com esse texto…

Apesar de ter sido bem escrito e tal, um texto divertido contando as verdades da vida, acho que foi o primeiro texto que eu não ‘ri alto’ oO

Não acho que seja pré-requisito pra um bom texto, aliás achei esse texto ótimo mesmo não rindo. Só não entendo pq eu não ri sendo que grande parte do pessoal que comentou aqui disse que foi o texto mais engraçado que o Kid escreveu oO

Quem sabe meu humor anda meio idiota…

June 4th, 2008 | 5:59 pm
Thito:

Não sei qual o problema com a tampa da privada, levantanda ou abaixada eu mijo por tudo mesmo.
A parte da água nem tem problema, já sai gelada do filtro.
Papel Higiênico? Sua casa não tem armário dentro do banheiro? A minha pia já é um mini armário, então coloco os refis de papel higienico, qualquer coisa é só levantar e pegar. Mas quando é fora de casa o bicho pega. Sim eu tive uma revolução intestinal que resultou numa desesperante corrida contra o tempo para sentar numa privada. Não rolou acelerar meu golzinho 1.0 , e andar mais 2km. Eu tive que parar num posto Texaco pra cagar!!! Perguntei para uma mocinha: Pelamordedeus onde que eu posso cagar?!!
ela me indicou o lugar, chegando lá, vi a plaquinha do W.C masculino, abri a porta e para meu desespero² não tinha papel!! , nem a cartolina no papel, e ainda por cima tava tudo fudido o banheiro fedendo merda mijo, cigarro, cachorro e o caralho a quatro. Muito espertamente entrei no banheiro feminino :D, que estava limpinho cheirando a flores, e sem brincadeira , não deu tempo nem de fechar a porta, baxei a calça com cinto apertado e explodi com o banheiro inteiro. caguei pra caralho \o/.
Toalha molhada? Porra eu me seco no banheiro mesmo, levo minha cueca e estendo a bagaça do Box.
Banheiro molhado? molho pra caralho tb, minha mae que sofre. E peidar na cara? porra que nojo, vai que eu cago junto , tenho que ter cuidado com meu histórico intestinal.
ufa escrevi pra carai.
abraço galera.

June 4th, 2008 | 6:05 pm

Sabia que o meu vizinho magricelo e introvertido era suspeito.

agora eu sei que ele eh o Kid…

June 4th, 2008 | 6:09 pm

@Thito

UASHDUASHDUASHDUA

June 4th, 2008 | 6:12 pm
Argus:

@rcrd: só postou isso pra quebrar a tabelação, né?

June 4th, 2008 | 6:25 pm
Dan:

@Thito

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK ..Muito bom mesmo! xD

@Argus

cara ..relaxa, você é muito competitivo com o Top 10 :D

Quer ficar em primeiro isoladamente?

Pega todos os posts antigos e comenta neles também ué ..ou então flooda os comentários ..

Ou então desencana e relaxa que o mundo é belo :D

June 4th, 2008 | 6:31 pm
Argus:

|: quem falou de top? Só zoei o post dele, que quebrou (e feio) a tabelação. Agora tá corrigido, btw.

June 4th, 2008 | 6:46 pm

@Dan

eu nem sei como eh esse lance dos top 10 XD
soh seiq o nome do argus tah sempre lah =P

June 4th, 2008 | 6:46 pm
Dan:

@Argus

Nossssss ..eu entendi oooooooooooutra coisa o.O

Mas isso me deu uma idéia hahahah xD

Competir quem lê mais posts ..e pra provar a leitura é só comentar em cada um deles SOBRE O ASSUNTO abordado ..

Hohohohohohohoh

June 4th, 2008 | 6:50 pm
Guilherme:

AHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUA

Muito bom o texto, kid!

June 4th, 2008 | 8:08 pm

iUHSIUHUIshduHUISHda
Muito bom Kid, como muitos falaram aqui, m dos melhores nos últimos tempos.
Ri do inicio ao fim xD
Deve admitir eu também sempre deixo a toalha molhada em cima da cama e NUNCA enchi uma garrafa d’agua o/

June 4th, 2008 | 8:21 pm

Karaio, véio! Essa tem que figurar no HBD Hits!

June 4th, 2008 | 8:24 pm
Argus:

@Dan: mas aí eu vou ter que ler o arquivo inteiro DE NOVO? ):

June 4th, 2008 | 8:24 pm

HUAeaehua

Boa Kuidê

June 4th, 2008 | 9:09 pm
polly:

hauhauahua

ótimo esse post xD
você é 10 kid =p

June 4th, 2008 | 9:52 pm
anderjkp:

boa!
adorei!
muito engraçado cara!

June 4th, 2008 | 10:10 pm
Xiska:

ETA DO PEIDO UIAAIEHIAHEIAHUEHAIIAHUE
Essa foi a melhor do dia :D

June 4th, 2008 | 10:29 pm

@Argus

foi mal, só vi depois que tinha quebrado :P

June 4th, 2008 | 11:14 pm
Grush:

Po Kid, mto bom cara, ao ler isso fui vislumbrando os xingos da namorada / mãe adentrando meu quarto e minha mente, acompanhados de pensamentos malignos do tipo ‘MORRA’ (esse só da namorada, não da mamãe).

June 4th, 2008 | 11:34 pm
Nat:

Ri muito!
Kid, se você percebeu que a toalha molhada absorve os fedores do corpo, mesmo estando longe do corpo (largada em cima da cama ou nas costas da cadeira do pc), voc não concorda que a roupa colocada direto no corpo molhado vai absorver tanto ou mais o fedor?
Não é melhor começar a se secar e evitar um acidente no banheiro, esporro da patroa e ainda por cima um fedor de mofo no corpo? (especialmente nas partes mais “escondidas”)

June 5th, 2008 | 12:06 am
Pedro:

CBHFJAHOJNQKLNQKHUDIPHD

Ri litros aqui :’D
Acho que esse é meu post favorito D:

June 5th, 2008 | 12:33 am
Kayaphas:

“A cheiradinha da mão, pra averiguar a condição aromática testicular (e assim poder decidir com precisão cirúrgica quando o próximo banho é necessário), é passo opcional.”

e a intensidade do odor diz se é necessário um banho ou se uma lavadinha na pia já faz o serviço =P

June 5th, 2008 | 12:33 am
Milton Sergio Severino Filho =p:

Caralho, tenho q faze o resumo do Cortiço e vim aki le, buceta agohra to fodido =S!

Boa Kid =D!

June 5th, 2008 | 12:47 am

Porra, quide, se me fez lembrar da guerra famosa ocorrida em meu lar. A parte da “garrafa de água” é definitivamente o ponto alto da parada, quando alguém simplesmente lhe flagra depositando a garrafa vazia na geladeira enquanto você sai apressado com qualquer coisa que precise fazer. Ja vivenciei isso em ambos os lados da equação, e reforço: a guerra moral é ENORME e só termina quando um dos lados precisa sair de casa por uns tempos por um motivo X. Foi assim que tudo se resolveu aqui, ao menos.

June 5th, 2008 | 4:44 am
Vinícius K-Max:

Kid, O que é “um relaxante Número Dois”?

June 5th, 2008 | 8:33 am

@Vinícius K-max

N° 1 - Urinar
N° 2 - Defecar

não vou escrever cagar porque é feio e eu sou educado ;P

June 5th, 2008 | 9:40 am
Alexandre Melo:

Ao sair do banho, use uma TOALHA DE BANHO no chão. Molha menos.

June 5th, 2008 | 10:05 am
Dan:

@Argus

Hahahaha ..se leu tudo então prove! :D

Estou ancioso pra ser contrariado hahahaha :D

June 5th, 2008 | 11:03 am
Grush:

ANCIOSO

Ó Céus, eles não sabem o que escrevem.

June 5th, 2008 | 11:57 am
Dan:

@Grush

Ansioso*

O rapaiz ..da um desconto que eu tinha ACABADO de acordar ..estou de folga hoje :D

Bom ..mentira ..eu voltei a dormir e acordei agora de novo ..e pretendo voltar a dormir em alguns minutos hahahaha

\o/

June 5th, 2008 | 12:29 pm
Dan:

@Grush

‘Po Kid, mto bom cara, ao ler isso fui vislumbrando os xingos da namorada / mãe adentrando meu quarto e minha mente, acompanhados de pensamentos malignos do tipo ‘MORRA’ (esse só da namorada, não da mamãe).’

E fala de mim ainda ¬¬ ..

“xingos” ..valha-me Deus ..logo depois disso virá o que? ..chícara? hahahah

Brincadeira ;P

June 5th, 2008 | 12:35 pm
Kid:

@Dan

Mas “xingo” está certo. Ou você acha que o certo é “chingamento”?

June 5th, 2008 | 12:54 pm
Dan:

@Kid

Eu disse que era brincadeira :(

Era pra ser engraçado :(

June 5th, 2008 | 1:19 pm

praticamente uma guerrilha domestica.

June 5th, 2008 | 2:08 pm
Aminaw:

hahahahaha
Ótimo post =D

June 5th, 2008 | 2:54 pm
danger:

hahaha, eu me divirto nos comentarios esse Dan consegue ser mais idiota que o povo que doa dinheiro pro podcast ficar em servidor free

bom post fora isso muito bom

June 5th, 2008 | 3:05 pm

Trauma Center: New Blood é bom?

June 5th, 2008 | 3:07 pm

nada me tira da cabeça que danger = tina

June