Perca Dinheiro Já, Pergunte-me Como
Escrito por Kid on Jul 31, 2008
Se você gostaria de saber mais sobre a Herbalife e entender exatamente por que deveria se manter longe dela, você está no lugar certo. O texto que você está prestes a ler poderá te salvar de uma dívida exorbitante, ou de embaraçamento publico perante seu círculo social.

Não é a primeira vez que escrevo sobre o golpe de pirâmide vendido pela Herbalife. Porém, ao contrário do outro texto, neste aqui não debaterei minha experiência pessoal com a empresa. Ao invés disso, o foco serão as tecnicalidades inerentes ao modelo de negócio oferecido pela Herbalife e seus “distribuidores independentes”.
Tentarei manter o texto conciso e objetivo, porque meu desejo é que ele se torne uma referência aos interessados em compreender melhor a parada. Me sentirei realizado se alguém linkar este texto pra qualquer amigo e conhecido que tenha revelado interesse em se juntar à Herbalife. Se ao menos UMA pessoa que leia este texto entenda que participar da Herbalife seria um grande erro financeiro, me darei por satisfeito.
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Desespero no Shopping
Escrito por Kid on Jul 28, 2008
Quando eu era moleque, uma das grandes gozações que aprontávamos com os coleguinhas de sala era inventar elaboradas histórias fictícias a respeito de algum incrível vexame que o sujeito tivesse supostamente sofrido no passado. Você deve ter feito isso também.
Passávamos horas maquiando a história, adicionando detalhes que atestassem a verossimilidade do negócio (”lembra que naquele dia estávamos combinando de ir assistir Mortal Kombat no cinema e foi aí que…”) e adicionando personagens extras à mentira. O Fulaninho teria visto o negócio e espalhado pra nossa turma, e o Sicrano teria sido o responsável por repassar a história pra galera das outras salas.
A vítima da brincadeira estava perfeitamente ciente das nossas maquinações, mas a ele restava apenas levar na esportiva. Qualquer tipo de revolta ou explicações desesperadas de que o evento nunca aconteceu implicava que nossa história era de fato verídica, e que o moleque estava tentando a qualquer custo esconder a verdade, o que acabava complicando mais a situação do infeliz. A única coisa que o moleque podia fazer é dizer, com ar de despeito, “…é tua mãe, Israel” e resignar-se a terminar suas equações de primeiro grau.
Pouco a pouco a história se solidificava no folclore da galera (que sabia se tratar de um ruste, mas se divertiam fantasiando a suposta desgraça do coleguinha), até que vinha a parte mais suculenta – relatar o conto aos alunos novatos como se este tivesse caráter histórico. Não como uma gozação que todos sabíamos se tratar do fruto das nossas imaginações férteis, mas como se fosse um relato 100% factual sobre alguma tragédia que se abateu sobre o João ou o Fernando ou o Pedro; alguma coisa que destruísse completamente sua moral perante o círculo social escolar.
E as farsas sempre tinham a ver com funções corporais. Ou melhor, sobre descontrole de funções corporais. Não sei se há uma explicação pro fenômeno, mas pra um moleque de 14 anos não há nada mais engraçado que a idéia de alguém se urinando (ou deus o livre, se defecando) em público. Por isso, nossas histórias fictícias sempre tinham a ver com alguém supostamente se mijando na sala durante uma aula de matemática, ou se cagando no meio da quadra de futebol durante a aula de educação física.
Mal sabia eu que, mais de dez anos depois, o karma me alcançaria e me colocaria na mesma situação que eu inventava pros meus amiguinhos.
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Diversões portáteis
Escrito por Kid on Jul 25, 2008
Desde moleque eu tinha uma tara inexplicável por portáteis. Quando lançaram o Game Boy Advance, e os inevitáveis ports de clássicos do Super Nintendo, foi como se uma nova era tivesse surgido no horizonte – o momento em que jogatina portátil competente, que oferecesse experiência similar a dos consoles de mesa, estava finalmente disponível.
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Como se responde um retardado desses?
Escrito por Kid on Jul 22, 2008

E o melhor é que o imbecil mandou o link do painel de admin do negócio. Se você não tem a capacidade técnica pra sequer enviar o link do seu próprio blog de forma correta, o que diabos você está fazendo na minha internets? Me pergunto se é o tipo de isento* que soletra o próprio nome erradamente.
Em tempo – post de verdade chegando, e o HBDcast já foi gravado e tou apenas esperando a bicha do hardtimes editar o áudio.
*Concordo tanto com o Fábio nesse aspecto que vou usar o termo dele sem permissão.
“Wardrobe malfunction”
Escrito por Kid on Jul 16, 2008
Os eventos que narrarei em seguida aconteceram no último sábado, dia 12 de julho de 2008.
09:24
Estou no trabalho. É sábado de manhã, o tribunal está fechado. Meu parceiro está no banheiro, e pelos sons que ele emite lá de dentro, o canadense está pintando a porcelana com a janta de ontem. Se eu conheço o padrão das ressacais semanais dele, em alguns minutos ele emergirá do lavatório com uma expressão de confusão impressa no rosto. Em seguida ele despencará na cadeira, perguntará se eu vi o caderno de esportes, e anunciará redundantemente que o banheiro está interditado graças ao vômito explosivo dele.
Abro meu livro, ponho os pés na mesa e me preparo pra matar as próximas oito horas. Eu não sabia naquele momento que estava prestes a embarcar numa perigosa aventura; uma que quase me custou minha capacidade reprodutória.
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Quando personagens virtuais morrem
Escrito por Kid on Jul 10, 2008
Durante as aulas de redação do colegial, minha professora costumava dizer que a introdução do texto é geralmente a etapa mais desafiadora do processo editorial. Nela, você precisa apresentar a idéia e propôr algum tipo de conclusão de maneira concisa; os parágrafos seguinte é que terão o trabalho de elaborar a idéia.
Eu particularmente nunca tive muitos problemas em apresentar uma idéia em algumas curtas linhas.

Isso é, até hoje. A dificuldade de escrever este post me remeteu àquelas aulas de redação há mais de uma década atrás, quando a dificuldade de escrever introduções era apenas uma profecia não-concretizada. E por isso essa é a única introdução que esse texto terá.
Hoje a notícia da morte da Tina atingiu a blogosfera.
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Brinquedinhos Voadores Não-Identificados
Escrito por Kid on Jul 10, 2008
Ok, vamos voltar aos posts não-relacionados a Rama? Combinado.
Então, eu detesto começar posts com um clichê que ando utilizando tão frequentemente, mas… bem, PRA QUEM ACOMPANHA MEU FLICKR, nos últimos dias retomei um hobby que eu arrisquei no ano passado.

Alguns de vocês devem lembrar do meu helicóptro (sic).
E se você não lembra, clique aí, dê uma “batida de olhos” no texto e refresque sua memória. Essa é a beleza da internet; na vida real quando sua namorada pergunta se você lembra de uma história chatíssima que ela te contou ontem, você não tem recurso algum a não ser admitir que não prestou atenção em nenhuma palavra que saiu da boca dela porque estava pensando se as lâminas daquele liquidificador do Will It Blend? são feitas de adamantium.
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Melhores textos
Fui pro casamento de um amigo meu na sequência de umas 30 horas sem dormir. Como se pode imaginar, eu me fodi todo. Leia isso aí.
Esta é a maior pérola do cinema asiático e sua vida será infeliz eternamente se você não parar o que está fazendo e ler este texto.
Me ajude a solucionar este mistério que assola a humanidade desde seu primórdio. Clique aí.
Se você é gamer e acabou de comprar um iPhone ou um iPod touch, é exatamente este link que você quer clicar. Manda brasa.
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