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Desespero no Shopping



Escrito por Kid em Jul 28, 2008

Quando eu era moleque, uma das grandes gozações que aprontávamos com os coleguinhas de sala era inventar elaboradas histórias fictícias a respeito de algum incrível vexame que o sujeito tivesse supostamente sofrido no passado. Você deve ter feito isso também.

Passávamos horas maquiando a história, adicionando detalhes que atestassem a verossimilidade do negócio (”lembra que naquele dia estávamos combinando de ir assistir Mortal Kombat no cinema e foi aí que…”) e adicionando personagens extras à mentira. O Fulaninho teria visto o negócio e espalhado pra nossa turma, e o Sicrano teria sido o responsável por repassar a história pra galera das outras salas.

A vítima da brincadeira estava perfeitamente ciente das nossas maquinações, mas a ele restava apenas levar na esportiva. Qualquer tipo de revolta ou explicações desesperadas de que o evento nunca aconteceu implicava que nossa história era de fato verídica, e que o moleque estava tentando a qualquer custo esconder a verdade, o que acabava complicando mais a situação do infeliz. A única coisa que o moleque podia fazer é dizer, com ar de despeito, “…é tua mãe, Israel” e resignar-se a terminar suas equações de primeiro grau.

Pouco a pouco a história se solidificava no folclore da galera (que sabia se tratar de um ruste, mas se divertiam fantasiando a suposta desgraça do coleguinha), até que vinha a parte mais suculenta – relatar o conto aos alunos novatos como se este tivesse caráter histórico. Não como uma gozação que todos sabíamos se tratar do fruto das nossas imaginações férteis, mas como se fosse um relato 100% factual sobre alguma tragédia que se abateu sobre o João ou o Fernando ou o Pedro; alguma coisa que destruísse completamente sua moral perante o círculo social escolar.

E as farsas sempre tinham a ver com funções corporais. Ou melhor, sobre descontrole de funções corporais. Não sei se há uma explicação pro fenômeno, mas pra um moleque de 14 anos não há nada mais engraçado que a idéia de alguém se urinando (ou deus o livre, se defecando) em público. Por isso, nossas histórias fictícias sempre tinham a ver com alguém supostamente se mijando na sala durante uma aula de matemática, ou se cagando no meio da quadra de futebol durante a aula de educação física.

Mal sabia eu que, mais de dez anos depois, o karma me alcançaria e me colocaria na mesma situação que eu inventava pros meus amiguinhos.

Na semana passada levei minha mulher pro cinema, na tentativa de assistir The Dark Knight. Digo “tentativa” porque aparentemente toda a região metropolitana de Calgary teve a mesma idéia que eu, e escolheram o mesmo cinema que a gente.

O saguão do Paramount Chinook, que é um dos maiores multiplexes da cidade – senão o maior – estava completamente lotado. Pra tu ter uma noção do acúmulo de desocupados no lugar, era uma daquelas situações em que você precisa se deslocar pelo lugar através do fenômeno de osmose. Eu não andei em direção ao guichê; ao invés disso fui fagocitado pela multidão, gradativamente sendo levado até o caixa. Eu tive que NAVEGAR a multidão; o jeito essencialmente era achar uma correnteza que viajasse na direção do guichê e pular nela.

Não dava nem pra ver o chão; além de assediar sexualmente todas as pessoas no meio do caminho de forma involuntária cada vez que eu tentava mover os braços, devo ter pisoteado diversas crianças de colo. Não dava pra quantificar a multidão usando métodos convencionais de contagem de cabeças, um censo do lugar teria que ser efetuado usando medindo o volume de pessoas ocupando o salão. Calculo que houvesse uns 400 metros cúbicos de vagabundos ali.

Antes mesmo de chegar à bilheteria, descobrimos que não poderíamos assistir o filme. Funcionários do cinema navegavam a multidão, gritando a plenos pulmões que todas as sessões de The Dark Knight (que estava sendo exibido em cinco salas) estavam esgotadas. Quase imediatamente o lugar virou uma bolsa de valores – aqui e ali alguns mais afoitos começaram a berrar que ofereceriam 20, 30 dólares por um ingresso, ao mesmo tempo que mãos se ergueram do meio da massa, lá do outro lado do lobby, acompanhadas por vozes que anunciavam que o negócio seria fechado caso o portador do ingresso conseguisse chegar até o comprador.

Já impaciente, mandei a situação inteira tomar no cu. Resolvi passear pelo shoppping com a namorada, me consolando com o fato de que após o furor da semana de estréia, seria possível assistir o filme sem precisar quebrar leis da física e ocupar o mesmo espaço que cinco ou seis outros cinéfilos.

E lá íamos a mulher e eu, de mãos dadas no shopping, espiando vitrines e fazendo planos pra viagem ao Brasil.

E foi aí que eu senti.

Começou inocentemente. Minhas tripas repentinamente se contorceram todas, enviando sinais de dor e desconforto ao meu hipotálamo.

De acordo com a wikipédia, o hipotálamo “está envolvido principalmente no controle das emoções e atividade sexual. O hipotálamo também controla a temperatura corporal, a fome, sede, e os ciclos circadianos.”. Esqueceram de adicionar a função principal do órgao, que é detectar os sinais de uma iminente caganeira.

O som da voz da namorada foi se tornando cada vez mais baixo, até ser bloqueado totalmente graças ao profundo desconforto intestinal. Tentei analisar cuidadosamente a situação, antes de tomar uma decisão drástica. Meus instintos me diziam que seria possível segurar a onda, mas isso exigiria um esforço consciente constante. Qualquer descuido, qualquer arroto/peido/soluço poderia causar meu esfíncter a expelir a massa fecal pressurizada. Não é o tipo de risco que eu queria correr.

Por outro lado, acessar os lavatórios público de um estabelecimento como um shopping é um negócio desconfortável demais. Primeiro, porque o movimento constante de transeuntes pelo banheiro provoca uma situaçãozinha bem desagradável. Quem quer cagar sabendo que há desconhecidos perambulando pelos arredores? Não rola. Isso pra não entrar no mérito da sebozice que é encostar a bunda nua no mesmo equipamento utilizado por milhares de desconhecidos com o mesmo propósito. Bom senso prega que é melhor evitar se colocar nesse tipo de situação.

Porém, como a maior parte das minhas decisões nessa vida, o bom senso não foi um fator determinante. A essa altura dos cálculos mentais, tive que fazer um reajuste – o desconforto intestinal já era tamanho que eu começa a andar em passinhos pequenos, curtinhos, que era um efeito colateral do esforço hercúleo de manter a bunda firmemente fechada pra evitar a fuga de um cocôzinho prematuro.

A namorada continuava tagarelando alegremente, pulando de assunto em assunto com avidez, apontando pra vestidos na vitrines e prontamente me informando que ela acredita ter visto o mesmo vestido, ou talvez um IGUALZINHO àquele, numa loja concorrente por 90 centavos mais barato. A menina estava totalmente alheia ao fato de que eu estava travando uma das mais importantes batalhas físicas e mentais de toda a minha vida.

“Foda-se. Vou cagar aqui mesmo neste shopping, ou não me chamo Israel Nobre”, afirmei mentalmente com convicção invejável.

Não que a decisão fosse sinal de grande bravura. Poderes fora do meu controle haviam determinado que eu cagaria no shopping de qualquer forma. Era apenas uma questão de, vai ser num banheiro, ou aqui na frente da GAP?

Eu já tinha perdido até a noção do tempo; na minha mente, eu estava à horas tentando me segurar pra não me cagar todinho (apesar de que a aflição neste momento não devia nem ter durado 10 minutos ainda). Lá ia eu, fazendo de conta que ouvia a namorada, enquanto escaneava o horizonte do shopping procurando pelo símbolo universal do bonequinho estilizado que representa minha salvação naquela situação.

Nisso a namorada me dá um puxão e me arrasta pra dentro de uma loja de roupas qualquer. Ela continuava matraqueando sobre um vestido ou sapato ou avental ou sei lá o que demônios a menina tava falando; todas as minhas faculdades mentais haviam sido redirecionadas pro controle intestinal. Se por um segundo sequer eu me preocupasse em ouvir sobre que peça de roupa ela pretendia comprar “contanto que não fosse verde… não gosto muito de verde…”, todo o esforço até então teria sido em vão.

De repente sinto uma pontada mais forte na base da barriga, e com total terror interpretei o sinal como um alerta máximo – nos próximos 3 minutos, eu estaria evacuando todo o conteúdo das minhas tripas em uma série de movimentos involutários que me fariam perder uma calça e minha dignidade.

Meus olhos se arregalaram de pavor. Não havia mais tempo a perder. Me desvencilhei da mão da menina e afirmei que iria dar uma olhada no departamento masculino. Ela balbuciou uma sílaba qualquer enquanto segurava um vestido à altura do pescoço na frente do espelho.

Engraçado como os seus princípios são extremamente relativos à sua condição. Se há pouco tempo eu ainda mantinha reservas sobre defecar em uma latrina pública, neste momento isso era a última das minhas preocupações. Eu precisava achar uma privada o quanto antes, meu tempo estava se esgotando.

Fui a uma balconista e perguntei se eles tinham um banheiro na loja. Meu olhar e meu tom de voz não fizeram nenhum esforço em ocultar o nível de alerta em que eu me encontrava. A mulher entendeu perfeitamente que eu era uma bomba-relógio de merda, e se apressou em me apontar na direção da salvação.

Entrei no banheiro quase ofegante, as pernas sacolejando, o suor brotando na testa. Minha exasperação em alcançar o banheiro a tempo me fez até mesmo embaçar os óculos, acreditem se puder. E ainda assim, não esqueci do meu compromisso jornalístico – sabendo que a situação se tornaria um post eventualmente, saquei o telefone do bolso e tirei uma foto do ambiente.

Como não acredito em divindade alguma, não perdi meu tempo oferecendo preces de gratidão – me lancei em direção à privada e…

…de repente a preocupação com germes alheios voltou à tona. Não havia como adivinhar o presente nível de sebosidade daquela latrina. E se a última vez que um funcionário (com a indigna tarefa de limpar o banheiro) passou por lá foi no mês passado? E se o último visitante do negócio tivesse sido um asquerosíssimo mendigo, na intenção de se masturbar usando como auxílio visual os insinuantes catálogos de lingerie da loja?

É um risco que eu não poderia correr. Já às beiras de perder o controle, arranquei uns pedaços de papel higiênico, forrei o assento tal qual uma mulherzinha e pude finalmente me aliviar. O som foi similar àquele causado por pedregulhos caindo dentro de uma bacia com sopa.

Sai do banheiro literalmente enxugando a testa com a manga da camisa. Procurei a namorada, ela estava esperando uma vaga no provador pra experimentar o tal vestido. Ela olha pra mim, com um semblante completamente neutro.

“Tu tava no banheiro, né?”

Eu fico chocado. Tudo bem que, apesar dos meus esforços em esconder minha aflição, meu desespero era bastante transparente. Mas por que diabos a menina ia me empurrar na parede com uma pergunta dessas? A troco de quê ela exigiria que eu confessasse que por muito pouco não me borrei completamente?

Antes que eu pudesse expôr meus pensamentos de forma verbal, a menina estende o braço em direção à minha cintura e…

…e puxa uma longa tira de papel higiênico que havia ficado presa no meu cinto.

Sim amigos, eu perambulei por uma loja lotada com uma cauda de papel higiênico afixada à bunda.

Riam da minha cara.

140 comentários »

primeirão de novo? pqp…

July 28th, 2008 | 12:07 am
ikki:

2º =P

July 28th, 2008 | 12:13 am
Piteco:

um dos primeiros!

July 28th, 2008 | 12:15 am
Alexandre:

O primeiro dos quartos.
e LOL.

July 28th, 2008 | 12:19 am

Tive que contar a história pro meu marido, porque eu tava rindo tanto quq o pobrezinho se sentiu excluído. Engraçado no último.

July 28th, 2008 | 12:20 am

Puta que pariu!

July 28th, 2008 | 12:22 am
Guilherme:

quarto?
hm
e li o post…

July 28th, 2008 | 12:26 am
acauã:

queria ver o kid ficar nessa situação na UFPR q nem papel tem

July 28th, 2008 | 12:27 am
Guilherme:

fui sétimo >.>

July 28th, 2008 | 12:27 am
Guilherme:

kid, na próxima vez use uma fralda

July 28th, 2008 | 12:28 am

pelo menos não fez nas vestes

July 28th, 2008 | 12:29 am
KamileKuhn.:

~ÇAkldjklsdh~SFKLHSFHk~DSGdfhj
CA-RA-LHO Quide!
:o
eu teria um treco..
afkadghkfghkafKLDGFK~FG

July 28th, 2008 | 12:31 am
Kenshin Br:

“Mal sabia eu que…”

Stranger Than Fiction?

July 28th, 2008 | 12:32 am
Eduardo:

caralho,nunca ri tanto aqui no HBD XD

mas ae,a tira de papel higiênico ficou bonitinha pendurada no cinto ??

July 28th, 2008 | 12:35 am
amanda:

confesso q normalmente não acho mt graça em histórias escatológicas, mas rabo de papel higiênico foi foda, hein?
huauhauha

July 28th, 2008 | 12:41 am
Neryuuk:

Ei kid… eh “levar na esportiva” ^^

“Sim amigos, eu perambulei por uma loja lotada com uma cauda de papel higiênico afixada à bunda.

Riam da minha cara.”

estou rindo muito aqui hahahahahahahahahahhahahahahahah

July 28th, 2008 | 12:45 am
Renato:

Décimo sétimo :)

July 28th, 2008 | 12:57 am
Borgato:

auehuaheuaheuaheuaheuaheuaheuaheuaheuaheuaheuahe

você é muito bixa, kid. a privada da sua casa pode ser mais contamidade que a de um shopping e vc nem sabe.

July 28th, 2008 | 1:03 am

Cara, a privada da própria casa é ele quem limpa (ou pelo menos sabe quem faz isso) em um shopping não dá pra ter essa certeza.

July 28th, 2008 | 1:25 am
Kid:

Sem contar que eu ao menos sei quem usa o banheiro da minha casa – são apenas duas pessoas.

July 28th, 2008 | 1:28 am
Gustavo:

Acho que nunca fiz um comentário nessa “nova versão” do HBD, e praticamente nunca comentava na anterior… Porém, depois de um post desses, tenho por obrigação fazer minhas as palavras do Nelson, dos Simpsons: HA HA!

July 28th, 2008 | 1:32 am
CCC:

HAHAHAHAHA vai morrer de tanta merda entalada no cu seu viado desgraçado

July 28th, 2008 | 1:48 am
Formiga Atômica:

“Riam da minha cara.”
A ordem foi cumprida com afinco! Eu estava lendo o texto até com pouco interesse, pensando “será que estou mesmo a fim de ler sobre as desordens intestinais do Kid?”, mas o final fez valer a pena, gargalhei alto aqui.

July 28th, 2008 | 2:25 am
Makuro:

Só não entendi o que tem de ‘indigno’ na tarefa de limpar o banheiro.

July 28th, 2008 | 3:11 am

HAHAHAHAHAHAHASHASHASHASHASHSAKJSASAKHJL

Puta merda, post Top 2!

July 28th, 2008 | 3:14 am
João Bayer:

Hey, kid, queria saber depois se vc podia me dar uma ajuda com layout do wordpress.
To penando em algumas coisas aqui, qualquer ajudinha seria bem vinda[/noob]

A propósito, ótimo post XD

July 28th, 2008 | 3:17 am
maycon:

SHAUHSUHAUSUAHUHSUUASH
pode estar certo de que eu ri xD

July 28th, 2008 | 3:20 am

heaoeahheaoaehaoehaeou!!

fazia tempo que eu não ria tanto num post seu kid, tá de parabéns. pelo texto e por não ter se cagado =P

July 28th, 2008 | 3:36 am
Sephirothbr:

Caralho, vendo o Flickr, reparei que o Kid foi ficando MUITO mais branco durante esse tempo no Canadá. Michael?

July 28th, 2008 | 4:25 am
graminha:

AOEhaeuhaeuieaheia
eu ri, e mto!
leva pelo lado bom, pelo
menos foi melhor do q se borrar
no meio da loja… apesar
de q com o papel higiênico pendurado
no cinto vc acabara de contar a
loja inteira q estava prestes a fazer isso….

July 28th, 2008 | 4:30 am
Bruno Rodrigues:

Na real eu acho que o kid se cagou todo e inventou uma histórinha pro post não ser tão vergonhoso.Mais o post não deixa de ser bom já que ele da a pista de “inventar histórias para seus amiguinhos(nós)”…

Ou talvez eu apenas esteja apenas com sono e falando “merda”.Entenderam “merda”.Eu sou um pandego mesmo.

July 28th, 2008 | 5:18 am
Lab:

Puta merda, até eu ri.

July 28th, 2008 | 7:22 am
Lorrene:

Ri demais, acabou de tirar o meu sono.
E o podcast? Que demora danada para converter.

July 28th, 2008 | 8:06 am

Aconteceu Algo parecido comigo na semana passada. Recheei o vaso do Frango Assado na Anhanguera, sem o menor pudor, ouvindo os tanseuntes indo e vindo, e eu fazendo efeitos sonoros tipicos de filme :S

July 28th, 2008 | 8:33 am

HUAHSEUAHSEUASHEUASEHUASHEUASEH

mto desenho isso xD

July 28th, 2008 | 9:30 am
Alexandre Melo:

Ainda bem que quando isso aconteceu comigo da cauda de papel eu estava sozinho no predio da empresa, hehehe.

July 28th, 2008 | 10:03 am

ahuahauahuahauhauahauha
em alguns shoppings da minha cidade não há como se safar se situações como essa :P

July 28th, 2008 | 10:14 am

lol……..

Isso já aconteceu comigo, mas foi pior por não haver papel no banheiro… :(

Quanto as histórias de crianças, quando eu estava na 3ª série teve um colega que se cagou na aula de educaão fisica, nem preciso dizer que o cara mudou de escola…

July 28th, 2008 | 10:17 am
Darox:

meu comentario nao esta funcionando…(teste)

July 28th, 2008 | 10:33 am

Caraka kid, esse seu “relato” me lembrou das primeiras historias do “Nando & Pezão” do Julio Fantasma (http://www.pindavale.com.br/juliofantasma/nandoepezao.htm)

July 28th, 2008 | 10:35 am
Darox:

hahahaha bomba-relógio de merda , mas ja fiz pior bebado num banheiro imaginario na garagem de um amigo.obvio que fui banido da casa do infeliz.

isso foi pra vc?
(http://attu.typepad.com/universo_anarquico/2008/07/kid-good-things.html)

July 28th, 2008 | 10:37 am
M:

denunciado pela rabiola…

… e na gringolândia…

HAUHAUHAUHAUHAUHAUHAUAHUHUHAUHAUHAUAHUAHKAJHSDKLIJH AJGBSDJHFNSNVSMANSADKA!!!!!1

July 28th, 2008 | 10:46 am
Renan:

HEAUIEHEUIHAUIHUAEHAUIEHIHAUIEHUIHUEHUHUA
U GOT RICK ROLL’D

July 28th, 2008 | 10:56 am
Kid:

Ninguem le o item 4 da lista abaixo, ne?

July 28th, 2008 | 11:18 am

Pelo menos o banheiro era limpinho (pelo menos aparentemente), podia ser píor Kid, podia ser muito pior…
Podia ser um banheiro no Madureira Shopping Rio hahahahahhaha :P

July 28th, 2008 | 11:26 am

HAHAHAHAHA!
Eu ri muito cara, muito.

E porra, nessas situações, a última coisa em que tu pensas é se o banheiro vai estar limpo ou não.

É foda.

July 28th, 2008 | 11:30 am
Everton:

Banheiro extremamente luxuoso!
Certa vez cheguei a tal ponto de desespero, que usei o banheiro de um buteco, sim um BUTECO e do BRASIL, associem ae, Banheiro de Buteco, fedendo a cachaça, cerveja e gordura! impressionante

July 28th, 2008 | 11:49 am
Darox:

Desculpa ae Kid

July 28th, 2008 | 11:57 am
Kayaphas:

parece uma daquelas histórias do “merda acontece” do Hermes & Renato =P

July 28th, 2008 | 12:23 pm

Porra cara, sabe que eu li um dia desses no Blog do Morroida que ele passou pela mesma situação?

Caganeira é foda.

July 28th, 2008 | 12:26 pm
qwe:

Tuas histórias são muito boas, mas teu estilo literário é um lixo. Perdi as contas de quantas quebras de paralelismo você cometeu. Sério, tu devia perder mais alguns minutos revisando teus posts. E lendo mais textos bem escritos.

Do jeito que tá, é potencial jogado fora.

July 28th, 2008 | 12:34 pm

Parece até aquela história atribuída ao Veríssimo…

July 28th, 2008 | 12:41 pm
Kid:

“Paralelismo”? Que porra eh essa? Nunca ouvi falar nisso. Deve ser porque nao eh comum vir nego aqui cagar regras estilisticas arbitrarias.

July 28th, 2008 | 12:45 pm
Tuan:

fazia tempo que nao ria de um post aqui uauah

July 28th, 2008 | 1:07 pm

uAUHahuaUHHUauhAUH
ótimo post kid, eu tambem já quase me caguei, mas eu sou mais fresco que você, nem que esteja prestes a explodir eu cago fora de casa, uma vez sai correndo da casa de uma amiga e atravessei a cidade a pé (35 km) só pra dar uma cagada na minha casinha, fora as inumeras vezes que matei aula pata cagar em casa.

July 28th, 2008 | 1:08 pm

foda-se o kid não tem paralelismo, tem tanto texto que a gente vê por ai que segue todas as normal cultas da lingua portuguesa e é uma merda foda,sou mto mais o texto sem paralelismo com conteudo da hora do kid do que um texto gramaticamente correto sem conteudo nenhum =]

July 28th, 2008 | 1:09 pm
Rafael Gorga:

Já passei por situação semelhante, Kid. Só que creio que meu caso foi ligeiramente mais brutal, porque eu estava preso em um engarrafamento.
Por extrema sorte, não era eu quem estava dirigindo o carro, e assim pude simplesmente berrar um “PERAUMMINUTINHOAÍ” e pular fora do carro em direção à um restaurante próximo. Ao contrário da sua mente, a minha nem analisou o Sebosity Level do local, tamanho era o desespero. Até que foi tranquila, a evacuação.

July 28th, 2008 | 1:24 pm

IUHSduhIUHSAIUdhuiHISUdh
quase me caguei de tanto rir xD

July 28th, 2008 | 1:28 pm

Esse era um banheiro para dedicientes??

Tá muito bonitinho ele aí ó :$

July 28th, 2008 | 1:29 pm

deficientes*

July 28th, 2008 | 1:30 pm

Tu tá reclamando desse banheiro?
Cara, tu realmente vai morrer quando vier pro Brasil.
Aqui os vasos ganham tingimento natural de amarelo na primeira semana de uso – os públicos -, e pra piorar a situação 90% das vezes não há papel higiênico no local.

Resumindo, ou tu caga na pia cheia de meleca, ou tu não caga. :)

July 28th, 2008 | 1:50 pm
Nico:

Kid, da próxima vez cague sem medo, é ínfimo o número de doenças que você pode pegar sentando num vaso, é mais fácil morrer por não lavar a boca de uma latinha de cerveja…

July 28th, 2008 | 1:53 pm

I kid esse seu foi fixinha; pior coisa é qndo isso ocorre no meio do mato, durante uma pescaria em q toda sua familia e amigos estao reunidos;
ter de achar uma moita, um terreno plano e discreto sao tarefas quase impossivel sem contar na imaginação necessaria pra achar algo com que possa limpar a bunda…

July 28th, 2008 | 1:56 pm
Kid Saraiva Jr:

Ae Kid, essa foi show!

Você tem meu total respeito cara…

A umas semanas atrás tive que descer do busão que me leva pro trabalho pq senão ia me cagar todasso….pior do que você tive que recorrer ao banheiro de um posto de gasolina, e se vc ainda tem essa lembrança dos postos tupiniquins vai se lembrar que NÃO HÁ PAPEL DISPONÍVEL nestes locais, provavelmente na intenção de foder bonitamente áquele que precisa de salvação….Além de ter que me limpar com uma revista que eu tinha ainda tinha que aguentar o cara do lado de fora: “tá vivo ai mermão?!”…aheha…quando sai da casinha de força os caras não queriam nem pegar a chave da minha mão…

Acredite…você não teve tanto azar assim…kkk

July 28th, 2008 | 2:01 pm
Kpi:

Mto bom!! haeuaehuaehuaehaeuhaeu
Mas todos passamos por situações onde nossa dignidade eh completamente destruída, naum chore hehehe

July 28th, 2008 | 2:02 pm
Kpi:

Ah sim, não sei se alguem aí ja comentou, mas no MythBusters eles descobriram q, assim como a boca de um cachorro é mais limpa do que a do apresentador, um vaso sanitário tem muito menos bactérias do que o chão. Provavelmente sua poltrona eh mais suja do que o vaso q vc rebocou deliciosamente aehueahaeuhaeuaeh

July 28th, 2008 | 2:05 pm
Fábio:

Cara, caganeira acontece com todo mundo, mas… rabo de papel higiênico?! HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA quem mandou forrar o vaso com papel… hahahahahahaha
Mas se faz vc se sentir melhor, comigo a coisa já aconteceu até as últimas consequências, se vc me entende, graças a Deus eu tava sozinho na facul, não dei bandeira, apenas perguntei onde era o banheiro pro cara da secretaria, ele nem desconfiou da tragédia ocorrida…

July 28th, 2008 | 2:27 pm

huAhsuh comedia!!

July 28th, 2008 | 2:49 pm
patty:

puuutz, ri e ri alto…
no trampo, ou seja, mto esforço pra não dar bandeira de que estou passeando pela internerds…

July 28th, 2008 | 2:51 pm
NeO:

HUhuauehaueuahuehueaa

Puta que pariu quibe, que você comeu? Buchada de bode com repolho?

July 28th, 2008 | 3:16 pm

O feladaputa tem preguiça de tomar banho e nojo de cagar em banheiro de shopping, vai entender a mente humana…

Já tive que sair da fila do busão por medo de me cagar dentro dele, fui a pé pra casa literalmente cagando e andando…

July 28th, 2008 | 3:17 pm
leitor vouyer:

é uma situação triste, desesperadora mesmo.

July 28th, 2008 | 3:40 pm
Bimbo:

como assim vc convive com a menina há n sei qnto tempo e tem vergonha de dizer pra ela q vai alí pra fazer o “number 2″?
porra, kid. é sério?

July 28th, 2008 | 4:19 pm
Lennon:

rofl

July 28th, 2008 | 4:20 pm

Porra, Kid!!! Tu reclama, hein? Pelo menos você num teve que se limpar com a cueca.

Ah é, esqueci que você não usa cueca…

^^

July 28th, 2008 | 4:31 pm
Savordelli:

Cara… Tenho que te dar os parabéns ! Além de estar com problemas seríssimos fisiológicos conseguiu ainda pensar na gente antes de sí mesmo e bater uma foto do lugar… Isso é que é literalmente ficar “on the line of fire” pela gente.

Abraços, maninho !

Savordelli.

July 28th, 2008 | 4:53 pm
Bona:

hAUHAuHUAhUHAuHAuHUAhUAhuHauHAuHA

Ai que dor….
AUAHUHAuHuHAUhuahUAhUAHuAHA

minha ta doendo de tanto rir… ahUAhuAHuHAuhUAhUAHuHAuHUAhuah

July 28th, 2008 | 5:17 pm
Kodaz:

Isso já aconteceu comigo, e exatamente com uma namorada. Tínhamos marcado de ir assistir um curta metragem numa livraria com a irmã dela, antes de ir lá passamos por uma loja em um shopping praticamente do lado, foi aí que eu senti. consegui me aliviar um bocadinho no shopping mas a coisa ainda tava apertada, cerca de uma hora ou duas horas depois eu literalmente destrui o banheiro da minha casa e deixei ele inutilizavel por dois dias.

July 28th, 2008 | 5:48 pm
Banana:

Credo.

O pior aconteceu com a minha mãe quando fomos ao Chile. Sem brincadeira, ela cagou em todos os banheiros disponíveis num raio de 200m de nós. Algo que ela comeu que não fez bem.

xD

July 28th, 2008 | 6:59 pm
Zoz:

Caralho Kid, SENSACIONAL.

Imagino a vergonha que tu deve ter passado, muito bom o post.

July 28th, 2008 | 7:02 pm
Vouyer de Carteirinha:

este blog esta muito escatologico. primeiro foram calças rasgadas e agora isso. Jogue a primeira pedra que nunca passou um sufoco por uma caganeira. Afinal como dizia aquela piada a merda é a coisa mais veloz do mundo.

July 28th, 2008 | 7:03 pm

HAHAHAHAAHHAHA

Melhor post dos ultimos tempos, PQP

Ri alto.

July 28th, 2008 | 7:50 pm
Elis Bastani:

Ah…. achei que ele tinha se cagado em público MESMO.

July 28th, 2008 | 8:19 pm

Quando eu terminei de ler a primeira coisa que me veio a cabeça foi como seria contada essa história se a mesma tivesse ocorrido aqui no Brasil.

Posso afirmar com convicção que um banheiro desses você não encontrava aqui não.
Post engraçado bagarai

July 28th, 2008 | 8:23 pm
Spike:

Hahahah cara, valeu pelo post, rendeu umas risadas aqui. Bom demais :E

July 28th, 2008 | 8:31 pm
Renato:

Aí, Kid, agora arranja as fitas de segurança do banheiro e posta o vídeo aí, pra gente te zoar limpando a bunda!

July 28th, 2008 | 8:34 pm

AOIUSDHFOIUAHFPOUHAPSDOUFPOIJASFUIHOASIUHOFIUAHISUDHFIUAHDIOUFHAIOUHDSF
DEFINITIVAMENTE
vc está voltando ao normal!!!
siudhauiohdiuohiouashiofuha
melhor post nos últimos 2 meses!!
oiashdoiaudhoaiushfuih
to rolando de rir

July 28th, 2008 | 8:55 pm
Rojo:

asopaskaspokasp……….

não sei porque a maioria das pessoas acha que defecar é um ato de vergonha…

vai ao banheiro e pronto, quem que neste mundo maldito não caga, para poder ficar zuando de quem estava apenas CAGANDO……

lol

July 28th, 2008 | 9:17 pm
Bacon:

=D
eu tava ficando preocupado com os seus posts kid
Ainda bem que voltaram a ordinariedade

July 28th, 2008 | 9:17 pm
Rojo:

sim claro andar com um pedaço de papel higiênico pendurado no rabo fica feio SIM…..

^^

mas pelo que pude entender vocÊ apenas preservou seu rabo de qualquer infestação de pequenos micróbios que poderia estar naquela privada.

July 28th, 2008 | 9:19 pm

Não achava que era humanamente possível alguém deixar um pedaço de papel higiênico preso ao corpo.Quer dizer…meu Deus.

July 28th, 2008 | 9:22 pm
Thito:

Deu tempo de tirar foto do lugar? Ah então vc não tava tão apressado assim. E o banheiro? Limpíssimo, tem até carpet, vou repostar aqui minha história, aquilo sim foi um apuro. Tá certo que o papel pendurado no cinto foi o a pior parte. Mas te digo que colocar papel enrolado na cueca tal como um MODES para não sujar a cueca/calça, por não conseguir limpar a bunda nem se usasse todo o rolo de papel, foi extremamente humilhante e desmasculinizante ??? Palavras novas!

Tá ae o relato:

Sim eu tive uma revolução intestinal que resultou numa desesperante corrida contra o tempo para sentar numa privada. Não rolou acelerar meu golzinho 1.0 , e andar mais 2km. Eu tive que parar num posto Texaco pra cagar!!! Perguntei para uma mocinha: Pelamordedeus onde que eu posso cagar?!!
ela me indicou o lugar, chegando lá, vi a plaquinha do W.C masculino, abri a porta e para meu desespero² não tinha papel!! , nem a cartolina no papel, e ainda por cima tava tudo fudido o banheiro fedendo merda mijo, cigarro, cachorro e o caralho a quatro. Muito espertamente entrei no banheiro feminino :D, que estava limpinho cheirando a flores, e sem brincadeira , não deu tempo nem de fechar a porta, baxei a calça com cinto apertado e explodi com o banheiro inteiro. caguei pra caralho \o/.

July 28th, 2008 | 10:00 pm
max171:

O
W
N
E
D
!

July 28th, 2008 | 10:18 pm
Magali:

Calça rasgada num post, rabo de papel higiênico no outro… auhauahuaha

Ri muito aqui. Mas que bom que você leva na esportiva!

July 28th, 2008 | 10:39 pm
piui:

caraaaalhoooooowwwwwwwwwwwwwwwwwwwww me babei igual um retardado de tanto rir desta merda de post! puuuuuuuuuuuuuuuuuuuta que pareeeeeeo! auehauehaeuaheuaehauhe..

July 28th, 2008 | 11:35 pm
Lars:

Altas gargalhadas aqui, sorte que eu trabalho sozinho senão teria me ferrado agora. Comédia demais, você tem vez que parece um filme de comédia ambulante, num dia rasga as calças e quase fica estéril, outro dia sai de role em uma loja com uma cauda postiça de papel higiênico.
Só tenho a agradecer por você compartilhar todas essas coisas de graça porque realmente eu dou risada pra caramba dessas coisas que escreve.

Td de bom ae e ate o proximo acontecimento.

July 29th, 2008 | 12:39 am
z:

porra, pelo tamanho da narração você poderia pelo menos ter se cagado pra melhorar o final

July 29th, 2008 | 1:01 am

Eita, sufoco hein!! Mas acho que por esse trauma todos vamos de passar, seja em um restaurante, shopping, faculdade, trabalho, num circo, sei lá… Um dia todo mundo vai ter que cagar em um local público e tomara que tenha papél.

Que bom que não aconteceu nenhum tipo de fatalidade. Mas chegou a dar aquele barulho tipo “DOOOOOOOOMMMMM…” na barriga?! hehe

Post muito engraçado, muito bom. =)

July 29th, 2008 | 1:25 am
duuardo:

IAUSHDIUAHSDIUHAS
Eu ri. XD

July 29th, 2008 | 2:10 am
Conrado:

auehauehauehauehauehuahe

PUTA QUE PARIU! RACHEI!

July 29th, 2008 | 2:31 am
Conrado:

Ah, lembrei da musica “bunda suja” do rogério skylab! Bem adequeda a situação.. hohohoh ;D

July 29th, 2008 | 2:35 am
bianca:

Cruel hein Kid XD.,.,.,
pelo menos deu certo no final…
se um dia isso acontecer em casa e o bixo pegar ainda depois, toma o suco de um limao com uma colher de maizena misurada [tem maizena ai no canadá? o_o??]

July 29th, 2008 | 3:29 am
Moisés:

Ei, qual o problema em dizer pra patroa que tá pra se cagar? Encho minha boca (dedos) pra falar que a Gringolândia afrescalhou você.

July 29th, 2008 | 10:37 am
qwe:

Paralelismo é manter consistência no tempo verbal, na pessoa, etc. Exemplos de quebra no seu texto:

“Antes mesmo de chegar à bilheteria, descobrimos que não poderíamos assistir o filme.” — Pretérito Perfeito

“E lá íamos a mulher e eu, de mãos dadas no shopping, espiando vitrines e fazendo planos pra viagem ao Brasil.” — Pretérito Imperfeito

“E lá fomos a mulher e eu, de mãos dadas” — forma adequada

Outro exemplo:

“A única coisa que o moleque podia fazer é dizer, com ar de despeito [...]” – Pretérito Imperfeito + Presente

“A única coisa que o moleque podia fazer era dizer, com ar de despeito” — forma adequada

Enfim, erros simples simples de se corrigir. Escolha um tempo verbal e não saia dele. O texto vai ficar bem mais agradável de se ler.

E não tenho intenções de gerar flame. Tenho certeza que você pensa muito na composição dos textos e no fluxo das idéias quando vai escrever os posts, mesmo que o pessoal nem perceba. Acho que não custa nada pensar na gramática também.

July 29th, 2008 | 1:36 pm
Stan:

Eh isso ai Kid! Chega dessa merda de paralelismo! Nem consigo acabar de ler seus textos, de tantos erros!

..

July 29th, 2008 | 2:19 pm
PurpleLine:

Centésimo sextão!
Ri mesmo :)

July 29th, 2008 | 3:54 pm

hahahahaha
que merda! Literalmente!
Vc tiro a foto DEPOIS ne? hahahahahahaha
Sua namorada é indiscreta ne?
E qdo vc fala BAIXO pra pessoa: preciso ir no banheiro. e a pessoa responde no megafone : NO BANHEIRO!?
hahahah
pqp …

July 29th, 2008 | 5:44 pm
André:

Certeza que a foto foi tirada depois … e a luz foi acesa depois também!!!

Ótimo post!!! 10/10

July 29th, 2008 | 6:41 pm
Vinicius:

Post muito bom, já fazia tempo que não saia algo engraçado assim.

*hbdcast hbdcast hbdcast*
ta demorando

July 29th, 2008 | 7:44 pm
CCC:

Kid viado vai morrer de tanto paralelismo no rabo.

July 29th, 2008 | 10:22 pm
Cab:

Huauhauhauhauhuha! =D

Mermão, ri do começo ao fim, obrigado por alegrar a minha noite e nem pelo desfecho da história, a situação em si e o modo como ela foi narrada foi algo extremamente engraçado. =)

Ainda bem que não passei nunca por nenhum sufoco desses. =P

July 29th, 2008 | 11:03 pm
Firmino:

Fazia tempo que eu não via um post tão engraçado, que até me faz esquecer que eu tô lendo um blog… =)

July 29th, 2008 | 11:26 pm
Thito:

Paralelismo de cú é rola

July 30th, 2008 | 12:50 am
CeruleanSky:

bela escrita!

July 30th, 2008 | 2:22 am
Fernando:

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

melhor post kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

e o melhor um caso verídico kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

July 30th, 2008 | 10:54 am

uaheuhaeuhaeuhea mto bom

já me ocorreu de estar no desespero no shopping e ter q apelar pro banheiro público mesmo.

minha sorte é q a faxineira tinha acabado de limpar lá ^^

…e o azar foi q ela esqueceu de colocar papel higiênico. vai arielle berrar “moçaaaa tem papel aí?”, precariamente equilibrada com os pés sobre o assento e a bunda empinada pra não se melar toda. =/

July 30th, 2008 | 12:05 pm
huhuhu:

esse negócio de germes em vaso é coisa de viadinho…
há alguns dias passei por situação semelhante. a diferença é que o banheiro público estava tudo ocupado, tive que cagar dentro do sexto de lixo na frente de umas cinco pessoas!

July 30th, 2008 | 3:24 pm
Kojiro:

HAUHAUHAUha boa rapaz… já sofri varios apertos de caganeira mas nunk sai com rabo de papel higienico.

July 30th, 2008 | 6:41 pm
diego:

cara, vc acabou d ocnquistar mais um fã. naum por causa de estoria escatologicas, q nem gosto tanto, mais e pq vc escreve bem d+. esta, portanto, foi uma exceção a regra, quase q eu me cago tbm d tanto rir. ja estou ha horas s parar aki lendo seus posts passados, so n entendi ainda essa bestera dos teus amigos aki em se apressar p comentar s nm ler o post so p poder dizer “premerôôôô…dââh!”. coisa d mongol, eu hein!
parabens e abaixo o paralelismo!

July 30th, 2008 | 6:43 pm
vinicius maciel:

Kid, quse caguei na calça de tanto rir. Foi o Posto que mais ri desde que conheço o HBD.
E parabéns pelo blog, está cada vez melhor.

July 30th, 2008 | 6:54 pm
vinicius maciel:

quer dizer “Post”

July 30th, 2008 | 6:55 pm
uashfasfuh:

meu, q burro, dá zero pra ele

aUHauhaUAhuhAauhhua

July 30th, 2008 | 8:41 pm
Kid Saraiva Jr:

Kid, por falar em não se aguentar pra cagar dá uma olhada no que cliquei meio por acidente…

http://www.rodrigoghedin.com.br/2008/07/25/o-sentido-da-vida-segundo-mario/

Pra você que gosta do Mario, um prato cheio…enquanto você segura alguma merda de sair do seu interior outros não.

Abs

July 31st, 2008 | 1:36 pm
dreadful:

fake!
e que é que tem cagar em banheiro público?
banheiro limpíssimo, eu lamberia ele todo.
que frescura!

August 1st, 2008 | 2:54 am
Rodrigo:

Vocês tiveram sorte, na minha escola um “coleguinha” pegou o pé de uma carteira feito de metal e deu com toda força nas costas do lider dos gozadores abrindo um furo enorme saiu muito sangue e ele ficou chorando foi pro hospital fazer curativo. O agressor não foi suspenso pq até o professor viu que ele tava sendo abusado. Ele ganhou fama na e passaram a temê-lo e falar que ele era psicopata pelas costas. Pq ninguem mais tinha coragem de implicar com ele novamente.

August 1st, 2008 | 10:33 am
alpha:

maneh! hUAhuHUA
uma vez na minha sala tinha um tipinho playboy estupidamente rico. pra se ter ideia, ma época da discada, o sacana deixava a linha 24 horas conectadas, isso dava uns 500 reais por mes de conta no tempo do salario minimo de 100 mangos. esse cara tinha a mania de pedir um pedaço/um pouco de kulker coisa q kualker um tivesse comendo. um dia, uma mente iluminada levou um laxante pra escola. a vítima naum poderia ser outra. plano, destarrachar uma banda de um biscoito recheado, tirar o recheiro, amassar o comprimido de laxante, mistirar com o recheio, passar no biscoito, tampar, por na ponta do pacote e perambular na frente dele. naum deu outra. “me dah um biscoito!?” , “claro…”
a graça das duas aulas de matemática seguintes foi observar o jeito como o pleyboy se retorcia na cadeira. ineskecivel!

August 1st, 2008 | 5:14 pm

Hauhauhauhauahuh!!!!!

Ainda bem que essa foto não reproduz odores…

August 2nd, 2008 | 5:13 pm
Hugo:

saiuHuasHiusAHisahuihaI

sem mais…

August 4th, 2008 | 3:23 am
Hugo:

oO

deleta que eu me empolguei aqui…
my fault!

August 4th, 2008 | 3:31 am
Teoc:

AHAHAHAHAAHAHHAHAAHAHAHHAHA

Sem mais.

August 5th, 2008 | 1:25 am

CHOREI LARGADO! kkkkkkkkk

August 5th, 2008 | 1:51 pm
Doido_anonimo (gabrol):

me caguei de rir xD

mas nao acredito na historia. Duvido que vc tenha conseguido tirar a foto antes de cagar. Do jeito que tu é aposto que vc cagou dentro do pote de sabonete liquido e tirou a foto depois (como o vaso ainda está branco todos pensariam que o q vc falou é verdade)

Ha, a mim vc nao engana!

August 5th, 2008 | 11:23 pm
Grush:

CARALHO mto bom pqp hahaha

Imagino a cara do quide com meia dúzia de vendedoras já sentindo o cheiro que permeia o ambiente (não negue) e vendo o rapagão com aquela cara de alívio com o papel higiênico preso na calça… coisalindadedeus

August 6th, 2008 | 1:03 am

Caraca ! Não desejo isso pra niguém !

To rindo até agora !

Mais não desejo ! hehehehehehe

http://afimdejogar.wordpress.com/

August 8th, 2008 | 5:04 am

Porra, Kid… foi foda essa hein =P

Eu já passei alguns apuros em um shopping center… Quando comecei a sair com uma menina (isso há mais ou menos dois anos), TODA VEZ que eu marcava de ir ao cinema com ela, me dava caganeira… e o pior, era qdo eu ja tava no shopping… mas pelo menos eu conseguia sair do banheiro antes de ela chegar no shopping (bendita mania de chegar mais cedo) e nunca saí com rabo de papel higiênico, embora uma vez o segurança tenha ido perguntar se tinha alguem vivo ali ainda, pq o ambiente estava inabitável… xD

August 8th, 2008 | 2:08 pm

Chorei de rir! Seus textos são muito bons, parabéns!

August 21st, 2008 | 1:33 pm
Cueca Borrada:

Rapaz,

Tava no google procurando artigos médicos sobre caganeira e também em busca de alguma coisa sobre a eficiência do biscoito de maizena em “travar” as pregas, e acabei achando isso aqui.

Muito bom, cara. Fico realmente agradecido por isso. Agora me sinto melhor e feliz por ter ficado em casa essa semana, mentindo na cara-de-pau pro meu chefe que estou doente e evitando sair de perto do banheiro a qualquer custo.

Mas, bom.. enfim.. agora que já estou aqui: sabe se biscoito de maizena ajuda ou piora a caganeira? Alguma outra sugestão?

August 27th, 2008 | 4:52 pm
EL CAGON:

Embora note-se que vc rascunhou esse texto no próprio ato “esfincterual”, (nota-se a pressa), esse é sem dúvida o melhor texto de internet que eu já li na minha vida…

August 28th, 2008 | 10:37 am
algust21:

pô kid, eu sei que a situaçãoseria humilhante.. mas essa merece um destaque especial.

FODA DEMAIS
ahahahahahah

November 4th, 2008 | 2:33 pm

@ducardosotm http://bit.ly/2lVket

July 6th, 2009 | 9:30 pm


Antes de postar um comentário, tenha em mente que:


1) Eu já tenho um contador de comentários. Por causa disso, postar dizendo que foi o PRIMEIRÃO/SEGUNDÃO/TRIGÉSIMO QUARTÃO é desnecessário - além de idiota. Faça isso e seu comentário será apagado. Insista, e você será banido do servidor. Agora corra e diga pra mamãe que eu sou um webmaster super malvadão.

2) Este site é inteiramente humorístico. Nem eu mesmo levo esta porra a sério, portanto não há motivo pra você o levar.

3) Eu não moro no Brasil. As chances de você me assustar com suas frívolas ameaças de processo são nulas.

4) Se esta é a primeira vez que você está lendo o HBD, dê uma passadinha no meu FAQ. Não apenas isso te dará uma idéia melhor do que esperar do site, ler o FAQ também te poupará o trabalho de fazer perguntas que já foram respondidas à exaustão.

5) Contanto que você se identifique por nome e email, nada que você comente neste blog será censurado. Entretanto, críticas postadas anonimamente serão sumariamente deletadas. Por que? Porque covardes não merecem o privilégio de liberdade de expressão. Ou dê a cara a tapa, ou recolha-se à sua insignificância em silêncio.

6)
Falaí, rapaz

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