Recomendação: Podcast Matando Robôs Gigantes

Escrito por Kid on May 28, 2009

Olhaí. Eu muitíssimo raramente recomendo alguma coisa neste blog, o motivo principal sendo puríssima preguiça. O bom efeito colateraldisso é que quando eu finalmente tenho a iniciativa de dizer “turma, chequem ISSO”, é fato inegável de que a parada é boa mesmo.

Outro dia aí (provavelmente mês passado, mas eu tenho mania de datar qualquer evento ocorrido no passado como “outro dia aí”) eu perguntei no twitter se alguém tinha uma recomendação de bons podcasts pra eu ouvir no trabalho. A turma aproveitou pra fazer auto-jabá e promover suas próprias produções, e alguém (infelizmente não lembro quem) me apontou na direção do Matando Robôs Gigantes.

Sinceramente, é o melhor podcast brasileiro que já ouvi na vida. Aliás, como não escuto mais podcasts gringos mesmo, posso até dizer que é no momento meu podcast favorito.

Os apresentadores são carismatiquíssimos, têm um sotaque carioca cheio de malandragem e IXPERTEZA que muito me lembra os maneirismos da trupe Hermes e Renato, e o programa é muitíssimo bem produzido, com soundbytes engraçadinhos nos momentos certos e coisa do tipo.

Rio demais ouvindo aquela merda, e pensei em repassar essa preciosidade pros meus queridos leitores. Até porque a turma do MRG tem aparentemente um número relativamente baixo de ouvintes no momento, e pensei em fazer essa fé pros caras. Eles dividem o podcast em três segmentos – MRG Games, MRG Cinema e MRG Quadrinhos. Adivinhe de que assunto cada segmento trata.

Clicaí, ouça os caras e diga-vos que eu mandei você lá.


HBDtv #10 aí procês

Escrito por Kid on May 25, 2009

Toma.


HBDtv #9

Escrito por Kid on May 21, 2009

Demorou pra caralho, mas cá está.

Não quero prometer categoricamente que o HBDtv está de volta de vez, mas posso afirmar com segurança que estou bastante animado a retomar este projetinho.


Retro-resenha: Boogerman

Escrito por Kid on May 19, 2009

Fortaleza, março de 1997.
Pátio do Colégio Adventista, no centro da cidade. Hora do recreio.

– Cara, meu irmão chegou dos EUA ontem, e ele trouxe um jogo foda.
– Ah, é? Qual o nome do jogo?
– Porra Israel, o jogo é lançamento e tu é pobre, claro que não adianta eu falar o nome porque tu não conhece. Mas o jogo é foda.
– Hm, como é ele?
– Cara, tu não vai nem acreditar. Você pode peidar nos inimigos.
PODE PEIDAR NOS INIMIGOS??
– Pode. Pode peidar e arrotar, e eles morrem. Porque era tóxico e tal. Assim que você mata eles.
– Porra, mentira do caralho essa tua ein Norman.

(o nome do moleque era Leandro, mas a gente chamava ele de Norman. Nem lembro porquê.)

– Mentira o caralho. Tô te falando cara, o bonequinho do jogo peida e arrota. E tem umas privadas no fim das fases, e você entra nelas e tal.
– Porra, tu tá me iludindo com essa história, Norman. Num existe isso.
– Puta que pariu, moleque invejoso do cacete, claro que existe. Tô te falando, pode peidar, arrotar, entrar em privada, jogar meleca de nariz…
– Meleca de nariz, ôloco, inventou essa agora ein.
– Caralho moleque, tou te falando. Claro que…
– Me empresta o cartucho então, pra eu ver e tal.
– Num fode, ganhei ontem o jogo.

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Eu sou uma criança feliz

Escrito por Kid on May 18, 2009


HBDcast #7, minha gente!

Escrito por Kid on May 14, 2009

Rapaz, ultimamente eu tou eficiente pra caralho.

Sentamos mais uma vez eu e o Maurício Carvalho do SoundTest pra bater um papo animado. Dessa vez, falamos sobre MacBooks, fãs xiitas, e o grande tabu dos videogames: jogos de estratégia em tempo real.

Aí está o negócio. Fiz uma edição menos porca e ficou apenas com 15mb.

A propósito, já estou resolvendo o lance do feed do HBDcast. Em breve voltará tudo a ser como antes.


MacBook e frustração

Escrito por Kid on May 12, 2009

Há muito tempo eu acalentava a idéia de ter um MacBook. Não havia nenhum motivo em particular, só mesmo a vontade de explorar um sistema operacional completamente diferente. Minha noiva, que é a melhor noiva do mundo, ficou com pena da minha cara e me comprou um MacBook


E foi uma das experiências mais frustrantes da minha vida.

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A falta de visão das indústrias do entretenimento

Escrito por Kid on May 11, 2009

Quando o Napster atraiu a atenção e a fúria do mercado fonográfico, não demorou pra que os manda-chuvas taxassem a mera idéia de download como uma contravenção imperdoável. Tentou-se de tudo pra esmagar o movimento P2P – lançaram um violento ataque legal contra os serviços de compartilhamento, e tentaram tornar download de música um crime em muitos países por meio de lobbys políticos. Até mesmo perseguir os usuários eles tentaram (arruinando muitas vidas no processo, aliás).

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Twitter, hivemind e Star Trek

Escrito por Kid on May 7, 2009

Eu sou apaixonado pela wikipédia. Qualquer porcaria que eu ouço e não conheço inteiramente, mando os termos de busca na wikipédia e passo as próximas horas navegando na enciclopédia e devorando toda a explicação sobre a parada.

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HBDcast número sei lá

Escrito por Kid on May 6, 2009

Nos juntamos eu, o Maurício, o GeekPobre e o TioSolid pra bater um papo sobre oldschoolzice de videogames e computadores (especialmente, de velhos joguinhos pra computadores). Foi legal pra caralho e certamente me deixou com vontade de gravar com bem mais frequência. Aprecie e mande pros amiguinhos.

Tou tentando descobrir ainda um bom lugar pra hospedar essa porra, já que o Podango morreu. Mas vamos que vamos.


Lavando roupas

Escrito por Kid on May 4, 2009

Então. A namorada, digo, noiva (nunca vou me acostumar, pelo jeito) tá indo pra Oshawa pro casamento da sua mãe. Eu queria ir, mas como ACABEI de chegar do Brasil e tou economizando todos os meus centavinhos pra um triunfal retorno em 2010 – até meus queridos quadrinhos eu parei de comprar, pra você ver como o compromisso com a viagem é sério -, preferi ficar em casa mesmo. Os 500 dólares de passagem pra Ontario mais a grana que eu deixarei de ganhar no trampo aqui já pagam minha viagem ao Brasil ano que vem.

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Dossiê da Ida ao Brasil, parte 2

Escrito por Kid on May 1, 2009

Onde foi que eu parei, mesmo? Ah, sim:

Quando acordei, estávamos a poucos minutos de pousar em Guarulhos, São Paulo. A primeira vez em 6 anos que eu poria os pés em solo brasileiro.

Right. 

Descer do avião foi uma experiência única na minha vida. Toda aquela turma ao meu redor falando em português, a notável diferença de infraestrutura entre Guarulhos e Pearson, os cartazes e estabelecimentos com dizeres na língua-mãe… após mais de meia década isolado no hemisfério norte, essas pequenas coisinhas que temos ao nosso redor aí (e que a gente nem nota mais) faz grande diferença pra um imigrante que retorna.

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