Estou promovendo uma experiência

Escrito por Kid on Oct 31, 2009

Como os senhores devem saber, eu trabalho de madrugada. Me acostumar ao estilo de vida notívago é um pouco mais complicado do que eu esperava. Afinal, tenho acesso livre à internet no trabalho, e há alguns anos isso era tudo o que eu precisava pra ficar acordado até 6 da manhã trollando canais de IRC, baixando jogos com o GetRight e jogando Quake no servidor do Terra, quando ele se chama “Zaz”.


LOL

Deus o tenha.

Na verdade, me adaptar a passar a madrugada inteira em pé acabou se tornando um desafio bem maior do que eu imaginava. Mas há uma ferramenta que me ajuda nessa jornada de oito horas de arrumar DVDs pornôs e catalogar lubrificantes em ordem crescente de acordo com a suas notas nos reviews da Big Asses Magazine.

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As Patricinhas Intercambistas

Escrito por Kid on Oct 26, 2009

Yep. Você leu o título. O dia chegou. A partir de hoje as brincadeiras perderam seu sentido. Toda uma era literalmente acabou.

Pelos últimos quatro anos, as Patricinhas Intercambistas foram mencionadas por vocês um sem-número de vezes, consolidando a expressão como parte do folclore popular do HBD (e ao mesmo tempo confundindo os leitores novatos ao ponto de que eu tive que explicar quem ela eram no FAQ do site). Eis a descrição que coloquei lá:

Quem são as tais patricinhas intercambistas escrotas que os leitores sempre mencionam nos comentários?

Longa história, camarada. Resumidamente foi o seguinte – em 2005, eu conheci três garotas que moravam em Oshawa, Ontario. Elas conheciam meu site, me adicionaram no MSN, e me convidaram pra ir a Toronto fazer compras com elas.

E os eventos que se passaram naquela tarde, cujos detalhes nunca revelei mas prometi elucidar num post, renderam-nas a alcunha de “patricinhas intercambistas escrotas”. Os leitores aguardam a explicação da história há ANOS, e por isso mencionam as meninas como uma forma de me provocar a finalmente escrever o texto.

E eu tou escrevendo, porra. Mas, como diria a 3DRealms sobre o Duke Nukem Forever, “it’ll be ready when it’s ready“.

Coloquei essa breve explicação no FAQ e deixei o assunto fermentar.

Bem, se passaram quatro anos. Devo-lhes a explicação.

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Pedófilos e as pessoas que os defendem

Escrito por Kid on Oct 25, 2009

Hoje eu tive a infelicidade de ter o conhecimento de que divido o mesmo planeta com pessoas da estirpe da Barbara Gancia.


Esta senhora aí é a Barbara Gancia, colunista da Folha de São Paulo e, aparentemente, entusiasta do ciclismo. Terei o respeito de escrever a graça dela corretamente, pois estou familiarizado com os chiliques que ela dá se alguém ousa acentuar como em “Bárbara”.

Eis o motivo pelo qual eu rezarei diariamente para que esta respeitável senhora seja atropelada por uma colheitadeira nas próximas semanas.

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HBDtv #12!

Escrito por Kid on Oct 23, 2009

Olhaê, nem demorou tanto dessa vez!

Sim, essa versão é um pouco mais curtinha. Como expliquei no final, ultimamente eu não tenho mais todo aquele tempo livre de outrora, e por isso eu farei umas experimentações com o formato do HBDtv, pra talvez permitir uma frequência um pouco maior.

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Arrumando as malas de novo!

Escrito por Kid on Oct 15, 2009

Aê meus adoráveis sociopatas! É o seguinte malandragem, venho por meio desta emocionadamente contar pra vocês que eu estou me preparando pra uma segunda viagem ao Brasil!

É o seguinte, minha prima se casará em janeiro. Como morei longe da minha cidade natal por anos – 3 anos no Paraná, 3 anos no Maranhão, 6 anos no Canadá -, nunca participei desses grandes eventos familiares. E apesar de não fazer nem um ano daquela minha épica ida ao Brasil, toquei um foda-se muito solene e disse “dane-se – vamos de novo!

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Agora eu aparentemente sou um problogger

Escrito por Kid on Oct 14, 2009

Não, mentira. O rafacst me acalmou explicando que probloggers são gente que extraem todo seu sustento de seus sites (deus os abençoe).

Na verdade eu sou apenas um colunista semanal. O célebre Mobilon me convidou a escrever no TecnoBlog, um emergente site brasileiro sobre notícias do mundo gadgeteiro. Ao contrário de todas as outras propostas similares que recebi antes nos últimos anos, desta vez a coisa foi mais profissional (leia-se: tão me pagando pra isso), e como o tema da coluna é algo que eu adoro – mobile gaming -, pulei de cabeça na oportunidade.

Comecei lá semana passada, e o texto desta semana é um bom argumento a favor do iPhone como plataforma de games. Entusiasta ou hater, você deveria ler de qualquer jeito.

Afinal, você não está fazendo nada mesmo.


Surra de Mangueira

Escrito por Kid on Oct 3, 2009

Eu estava passeando pelo Market Mall, o shopping favorito da minha patota graças a localização geográfica conveniente, quando vi uma cena pitoresca que me fez pensar duas – não, três – vezes antes de por uma criança neste mundo miserável.


Quanto mais eu olho pra essa foto, mais tenho vontade de enfiar o pé na cara desse moleque

Na frente de uma loja de videogames, uma mulher literalmente arrastava pelo chão uma criança (presumivelmente, sua prole) que estribuchava, berrava e tentava se apoiar em qualquer objeto que estivesse ao seu alcance, pra oferecer resistência contra o caminhar da mãe.

Já ouvi falar que filhos são um peso que você tem que carregar por anos, e com muito divertimento eu vi que naquele exato instante, essa expressão não era figurativa nem exagerada.

Jamais saberei a série de eventos que culminou naquela cena, mas ao menos fui abençoado o bastante pra estar lá e testemunhar a coisa. A mãe continuava a marcha inexorável, arrastando o moleque pelo braço com uma pegada tão severa que eu imaginei que a mão do infeliz estaria ficando roxa.

Me virei pra noiva e falei “vocês gringos inventaram essa história de ‘abuso contra menores’ e taí o resultado, a molecada cresce sem aquele saudável medo dos pais e toca o terror quando seus desejos mais imbecis não são prontamente atendidos”.

Minha querida canadense protestou e argumentou que ela, assim como suas irmãs, apanharam bastante quando mais novas – ou seja, certamente minha análise dos hábitos paternos canadenses era equivocada.

Lancei um olhar cético, e loirinha insistiu que em sua casa a chibata comia. Dei uma risadinha bem arrogante (como se o que eu estava prestes a falar fosse algo digno de orgulho) e falei em tom confiante que DUVIDAVA que ela tivesse experimentado a fúria paterna tanto quanto eu. “Meu amor”, eu disse em inglês com prepotência quase teatral, “em minha casa o cacete descia frequentemente, e em intensidade máxima, por mínima provocação. O calibre das surras que meu pai aplicava em mim é algo que sua delicada cutis canadense só conhece por fábulas”.

“Não exagera, vai! Era tão ruim assim?”

“Por algum acaso já te contei sobre o dia em que meu pai me bateu com uma mangueira de jardim?”

“LOLWUT? Estás de putaria, certamente”.

“Nope. Aconteceu mesmo. Foi o seguinte…”

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